Lourdes Sanchez

Meu nome é Lourdes, tenho 30 anos e moro em Buenos Aires, Argentina. Sou modelo e dançarina. Minha "história" é pessoal, aconteceu quando eu tinha acabado de fazer 25 anos. Na época, nem imaginava que um dia poderia ser vítima de um estupro. Apesar de ter me afetado bastante e eu ainda não saber se estou recuperada, acho que contar pra muita gente me liberta de certa forma. Também sei que pode excitar mais de um, e, apesar de tudo, a ideia me atrai, mesmo que eu não queira reviver aqueles dias.

Tudo começou quando eu tinha 25 anos e comecei a sair com o Mario, que tinha 29 e era um empresário importante, que lidava com muito dinheiro. Não é surpresa que eu tenha entregado minha virgindade a ele, que me tratava com muita cavalheirismo na hora do sexo. Transamos mais algumas vezes, até que ele teve a ideia de que também queria minha boca e meu cu pra estrear. Eu recusei a primeira porque me dava um certo nojo, e a segunda porque tinha medo da dor que ia causar. Ele começou com o papo de que eu também ia gostar, que só dói no começo ou na primeira vez, que eu não devia ter nojo, e terminou dizendo pra eu fazer por ele. Mesmo assim, eu recusei firmemente, e ele ficou puto, andou agressivo e sem carinho por vários dias, até que chegou meu aniversário, quando ele se comportou melhor e tal. Comemorei em casa, e ele me convidou pra sair naquela noite, e eu aceitei.

Fomos pra casa de um amigo, e o Mario começou a beber com os amigos e também me dava bebida. Depois, o dono da casa conversou com o Mario enquanto me olhavam. O Mario parecia irritado e feliz ao mesmo tempo. Não dei importância, já estava meio tonta porque não tinha costume, e aceitava porque sentia que tinha que ceder um pouco. Ele voltou e começamos a beber juntos. Chegou outro amigo, e fomos pro quintal continuar bebendo. Esse amigo, também já com uns copos a mais, falou algo como que eu era muito gostosa, e eu só ria. O Mario disse: "Óbvio, Olha as pernudas que ela tem! E eu levantei bem a saia que tava na altura do joelho, fiquei meio sem graça, mas não fiz nada. Eu tava acostumada a me vestir mais ou menos semi-tudo: saia nem longa nem curta, blusa não muito justa, jeans que marcassem mas não apertados demais, esse tipo de coisa. Mais insinuar do que mostrar, porque receber tantos olhares me deixava nervosa. E esses olhares vinham toda vez que eu mostrava um pouco mais as pernas, que eram bem bonitas, firmes e lisas, como dizem nos comerciais. E também uma bunda boa, bem desenhada, que atraía os olhares dos caras na rua. Eu era magra, mas esbelta, cintura bonita e uns peitos de tamanho normal, mas firmes como o resto do corpo. Era bem apreciada e gostava de ser admirada, mas não muito mais do que isso, como eu disse.

Esse cara aí se animou e chamou outros dois pra verem minhas pernas. Eles chegaram na hora, como se estivessem esperando esse chamado. Mario levantou ainda mais minha saia, deixando ver até a minha calcinha. Tentei parar o Mario, mas ele me beijou e me deu de beber. Um dos que chegou sugeriu subir pro segundo andar, nos fundos, pra beber mais sossegado, segundo ele. Mario me arrastou com eles e chegamos num quarto. Até aí, eu ainda confiava no Mario e não achava que algo ruim fosse acontecer comigo do lado dele.

O dono da casa, o Pancho, colocou uma música bem alta, e outro, que chamavam de "Chico", tirou de algum lugar pisco, rum e sei lá mais o quê. E o Aldo, o terceiro, me passou um copão que Mario me deu pra beber. Eles também bebiam, e logo todo mundo tava rindo de qualquer besteira. Eu tava com a mente meio nublada e só conseguia rir. Aldo voltou com o papo de que eu tava uma delícia, e Mario me obrigou a me virar e levantou minha saia, mostrando minha bunda. Tentei me cobrir e consegui. Quando me virei, vi o Pancho de calça arriada e o pau duro. Olhei pro Mario, pedindo ajuda, mas ele só ria. Pancho disse: "Parece que a menina nunca viu um desses. eles tinham mais ou menos a idade do Mario) e o Mario se fez de ofendido e disse "vou te provar o contrário". Ele se jogou na cama e pensou em me despir, o que eu evitava. O Aldo aumentou mais o som e eu soube que a coisa não ia por bom caminho. Gritei, mas logo o cara tapou minha boca. Eu bati nele, mas o Aldo e o Pancho seguraram meus braços, e o Mario se jogou em cima de mim, disse que hoje ia meter na minha boca e arrebentar meu cu, e também dos meus amigos. Então eu bati nos testículos dele, soltei uma mão e tentei sair correndo, mas o cara me puxou pra trás e o Mario se jogou em cima e me deu um socão, uma porrada no meu peito que me tirou o ar por uns instantes. Eu chorava. O cara que eu tava começando a gostar, a amar, tava me batendo e queria me dominar. Quando me recuperei, o Mario tinha tirado minha saia e sentou nas minhas pernas (ele era bem grande). Eu continuei lutando. O Mario colocou a mão na minha boca e o outro cara se abaixou. Eu tinha mordido esse cara e ele tava rosnando e me ameaçando. Ele pegou uns lençóis e com eles amarraram meu pulso forte na cama. Com outro, amarraram minha mão livre, que ainda tava lutando. O Aldo colocou os joelhos e todo o peso dele no meu peito, e assim conseguiram me amarrar. Como eu me mexia muito, também deixaram minhas pernas amarradas, abertas, mas ainda com minha calcinha. Logo apareceu uma tesoura, com que cortaram minha blusa e meu sutiã, e um dos caras, o Pancho, começou a apertar meus peitos com força. O Mario mandou cortarem também minha calcinha fio dental, que conseguiram tirar entre três, e enfiaram na minha boca e me amordaçaram com minha blusa bem forte. O Mario sentou na minha barriga. Eu tentava gritar, mas só saíam gemidos que ninguém ia ouvir por causa da música.

"Finalmente temos essa puta quietinha!", disse um. "Vamos ver se sobra força depois". E dito isso, o Mario enfiou dois dedos na minha buceta, e os outros diziam que eu era muito gostosa, puta, pra meter sem dó. E se jogaram na minha buceta e nos meus peitos, que eram apertados, e eu tentava me mexer. mas pouco podia fazer amarrada e com os caras em cima, Mario tirou o pau dele e sem mais nem menos meteu tudo em mim, eu soltei um grito que ninguém ouviu, enquanto os outros se despiam esperando a vez deles enquanto pegavam nas minhas tetas, Mario continuava metendo sem parar e eu tava sentindo dor, não tava nada lubrificada. Mario de repente tirou o pinto dele e, tirando os outros, colocou entre meus peitos, esmagando o pau dele com eles e metendo e tirando, logo gozou na minha cara, quando senti mãos na minha buceta e nas minhas nádegas, tentei apertar pelo menos o do meu traseiro, quando Mario disse pra irmos por partes ainda me restava vontade de me mexer, e chamou o Aldo pra meter na minha boca, tiraram minha blusa com certa dificuldade e depois minha calcinha fio dental, o Pancho tentava evitar que eu gritasse e o Aldo sentou nos meus peitos, Mario tampou meu nariz e quando precisei usar a boca pra respirar o cara meteu a mão e abriu minha boca, Aldo tentou enfiar o pau na minha boca mas eu fechei com dois dedos e a ponta do pinto do Aldo, o cara conseguiu abrir minha boca e Aldo furioso me bateu na cabeça, Mario colocou minha calcinha de novo e disse que pela boca não iam conseguir e me amarraram de novo, pareciam muito putos e Aldo com uma violência inacreditável meteu o pau dele na minha buceta me fazendo soltar um grito abafado de novo, eu gemia e gritava na minha mordaça e tentava aguentar, tentava também não chorar, eu também tava com muita raiva e impotência, não queria dar o gostinho pra eles, mas não conseguia evitar a penetração, Aldo depois de uns minutos tirou o pau dele e foi na direção do meu rosto mas o esperma caiu no meu peito, mas mesmo assim esfregou o pênis nojento dele na minha cara, dizendo que mesmo assim tinha na minha cara, chegou a vez do cara que com a mesma força meteu tudo e começou a rebolar muito rápido, o que parecia queimar, ele gozou dentro da minha buceta, então senti a porta abrir e pensei que tudo ia acabar, mas era outro amigo que parecia surpreso e puto por que não tinham me convidado, dessa vez trancaram a porta com chave, então minhas esperanças se acabaram.

O novato, que eu não sabia o nome nem apelido, pediu um prêmio pelo silêncio dele. Mario ofereceu minha bunda então, pra ele ser o primeiro, isso me aterrorizou e ofereceram minha buceta, e esse novato se jogou em mim e depois de massagear meus peitos e reclamar do que queriam só pros outros, tirou o pau dele, o que me assustou ainda mais porque não era do tamanho dos outros, que eram normais (embora grandes pra ocasião), mas sim muito comprido e de uma grossura incrível, parecia anormal e eu comecei a me debater como podia, mexia meus quadris, mas o cara, que era bem grande, me dominou e meteu o pau de uma vez só, eu dei um pulo e soltei um grito longo, que logo se misturou com outros enquanto a dor parecia aumentar em vez de diminuir, já que o cara se mexia cada vez mais forte, esse demorou pra gozar, gozou na minha cara, e eu senti um certo alívio quando ele tirou e não me importava mais ter a cara cheia de porra nem o pau dele na cara. Ele logo pediu pra deixarem ele meter na minha boca, mas os outros contaram que por mais ameaças que fizessem, eu não aceitava. Esse também pareceu se irritar demais e me xingou e fez ameaças, eu só olhava fixo pra ele sem chorar com o maior ódio possível.

Ele se levantou e me deixaram largada, foi aí que decidiram tentar pela minha bunda, iam me amarrar de cabeça pra baixo agora, mas o novato disse que isso limitava muito eles, então soltaram minhas mãos do catre e entre os 5, já que eu tentava me forçar com mais força do que achava que tinha e que eles certamente nunca imaginaram, me amarraram agora meus braços na minha cintura, de cada lado.

Assim me viraram e me colocaram sobre travesseiros na altura da minha bunda, deixando ela elevada. Aldo sentou nas minhas costas e ficou observando o que ia acontecer, os outros pegavam e abriam minhas pernas, Pancho na esquerda e Mario na direita, Pancho colocava os joelhos nas minhas pernas além de As mãos dele, Mario se agarrava à outra, os dois me machucavam tentando me imobilizar e Aldo quase me sufocava, mas eu sabia que o pior ainda estava por vir e tentava me mexer.

O garoto massageava minha bunda e todos falavam coisas tipo "que rabo gostoso", "é durinho e grande" e outras coisas que pareciam deixá-los mais excitados e logo senti a ponta daquele pau enorme, mas ele tirou e, em vez disso, enfiou um dedo, o que me fez me contorcer entre os que me seguravam, e gemer. Ele começou a mexer e logo enfiou outro sem piedade, e aí eu mexi meus quadris, mas só parecia me causar mais dor, e eu tentava tirar os dedos dele, mas estava amarrada. De novo senti a rola, ele só abriu um pouco minha bunda, o mínimo para tentar enfiar, e fez pressão lá dentro. Eu queria morrer, sentia uma dor incrível, parecia que estavam me partindo, me quebrando, ao mesmo tempo me rasgando. Quando ele tinha a ponta enfiada, parou, mas de repente agarrou meus quadris e com uma força incrível me puxou para ele, enfiando o pau todo. Foi aí que eu desabei em choro, soluços e gritos abafados, não tinha força que aguentasse tamanha dor. Fiquei histérica, os gritos já nem saíam mais, não tinha fim e era a maior dor possível, não tinha como aguentar, não tinha jeito de evitar. O cara, depois de longos minutos, me destruía cada vez mais, sem piedade, sem soltar meus quadris.

De repente, ele tirou e pediu para me virar. Eu mal respirava. Ele disse para desamarrarem minha boca, que não dava para enfiar lá, mas sem gozar na minha boca. Foi assim que, depois de se masturbar um pouco, e outros dois abrirem minha boca, uma mão na mandíbula puxando uma parte para baixo e outra para cima, tão forte que, se eu não fizesse força para fechar, teriam deslocado minha mandíbula. Foi assim que o outro conseguiu que um pouco do líquido de macho dele caísse na minha boca, que, apesar de não ser muito (caía fora, ou nas mãos dos outros), quase me sufocou e eu tive que engolir. alguém enfiou minha tanga de novo, enquanto se parabenizavam entre si., logo fui amordaçada e me pegaram entre três, um deitou e com as pernas abertas estavam me sentando no Pancho, que era o deitado, consegui soltar uma perna e com ela bati na cara do Pancho tão forte que machuquei meu pé, um dos outros me bateu no estômago tirando meu ar, e outro me envolveu o pescoço com o braço me sufocando, eu não podia fazer nada, minhas pernas agora estavam seguradas e me sentaram no Pancho, enfiando o pau dele de uma vez, o que estava me sufocando me soltou bem quando eu já não aguentava mais, mas reagi ao me sentir penetrada agora pelo cu, era o Mario e ele falava coisas que eu não entendia, começaram a se mexer e parecia que minha barriga estava cheia dos paus deles, de novo a dor insuportável me fazia gritar e chorar, Mario tinha conseguido seu objetivo de me dar pelo cu e uivava enfiando em mim, depois de um tempo Mario saiu e explicou algo pra outro, me tiraram do Pancho que eu só vi a cara agora, meio vermelha na bochecha mas parecia estar gostando, Aldo já no tapete me penetrou estando eu quase de pé, mas agora Mario se jogava sem tirar o pau dele, me deixando de barriga pra cima, Aldo se curvou e enfiou em mim então o garoto quis também enfiar na buceta onde estava o Aldo, mas não tinha espaço e eu com um horror terrível me mexia impedindo de fazer força, apesar de sermos 5, não conseguiam me imobilizar o suficiente pra ficarem confortáveis, então Mario começou a me sufocar de novo e quando eu comecei a direcionar minhas forças pra tentar respirar e soltar o pescoço continuaram a tentativa, então o garoto conseguiu enfiar algo como a ponta, mas eu na dor imensa que sofria, maior que o desespero da falta de ar, consegui me mexer e tirar ele, mesmo assim pareceram ficar meio satisfeitos porque não tentaram mais, e me soltaram o pescoço de novo bem na hora, me ver tão desesperada tinha alcançado o objetivo da dupla penetração vaginal mais anal.

Assim Pancho me Enfiou tirando os outros, e o Mario tirou o pau do meu cu e tentou meter na minha buceta também, enquanto agora eram três tentando me segurar. Como agora eram três, o Mario conseguiu enfiar o pau um pouco na minha buceta e eu gritava de dor, parece que não foi tão fácil por causa dos meus leves movimentos e dos outros três que me seguravam, então ele enfiou no meu cu com raiva.

Quando o Mario gozou no meu buraquinho marrom, que eu sentia como se estivesse em carne viva, meio destruído, e eles continuavam mexendo, o Aldo tirou o pau pra jogar o esperma na minha cara, o Pancho meteu por trás e o cara desconhecido meteu na buceta, começando o suplício de novo. O pau desse cara era muito grande. Foi quando bateram na porta, umas vozes de meninas que eu conhecia chamando. Todos pararam, tiraram os paus e disseram que se quisessem ir embora, fossem, mas perguntavam por mim. Eu tentava gritar, mas me controlavam. Depois eu soube que alguém ouviu os caras quando me xingavam ou uivavam como o Mario. Me colocaram minha saia sem calcinha e uma blusa que acharam. Todos me ameaçaram que iam me matar se eu falasse. O cara que eu nunca soube o nome me sufocou de novo e disse que podiam facilmente me matar e sumir comigo. Só quando eu concordei ele me soltou. O Pancho, enfurecido, disse que se eu aparecesse de novo, iam me estuprar de novo, mas pior, que iam me perseguir até me matar estuprando e torturando se eu falasse. O Aldo me mostrou uma lâmina que colocou no meu pescoço também, ameaçando a mim e minha família. O Mario não dizia nada, parecia surpreso com as ameaças que faziam. O Pancho disse: "Isso é pra você lembrar", e enfiou no meu cu um lápis bem grosso. O pior não foi isso, porque ele enfiou tão fundo que eu duvidava que conseguisse tirar sozinha.

Quando saímos, eu estava aterrorizada. Minhas amigas suspeitaram que algo tinham feito comigo, mas os outros disfarçavam bem. Chegamos lá fora e uma amiga se ofereceu pra me levar, outra que eu não conhecia e o Mario pra nossas casas. (Mario morava perto), Pancho disfarçadamente deu um tapa na minha bunda, minha buceta tava doendo pra caralho e doeu ainda mais com aquilo, assim me levaram pra casa, eu mal conseguia andar, quase me curvando. O carro tava em silêncio, Mario tava atrás comigo mas não me olhava, não sei que cara eu tava fazendo, também não queria olhar pra ele, fiquei deitada numa perna olhando pela janela, porque sentar normal teria sido doloroso demais. Quando chegamos, desci, agradeci minha amiga de coração e ela hesitou antes de dizer tchau, não falei nada com Mario, só de olhar pra ele sentia nojo, medo e raiva ao mesmo tempo.

Quando cheguei em casa era muito tarde, meus pais acordaram e eu, sem olhar pra eles, falei que tava cansada, quase chorando. No meu quarto, tentei tirar o lápis mas não conseguia, doía pra caralho e era muito complicado. Depois de um tempo parei, esperei um minuto e enfiei um dedo puxando pra fora e enfiando de novo, alguma coisa saiu e, já segura que não ia entrar mais, tentei tirar. Enfiei dois dedos um pouco e tirei tudo com muita dor, tava chorando de novo pela dor, mas o choro continuou por causa do que tinha acontecido. Embrulhei o lápis em papel e joguei no lixo, não precisava dele pra lembrar o que fizeram comigo. Não consegui dormir de medo, raiva, a dor que não passava, as lembranças voltando, não dormi direito por várias semanas.

Bom, aqui termina o relato pra muitos, mas quero contar o que aconteceu depois. No dia seguinte, meus pais notaram que eu tava mal, dava pra ver na minha cara e no meu jeito dolorido de andar, e me perguntaram o que tava rolando. Não aguentei muito e contei chorando que fui estuprada, que me ameaçaram de morte se contasse, a mim e a eles. Não consegui contar tanto quanto escrevi aqui, porque dava vergonha e pena de fazer eles sofrerem. Naquele dia também chegou a amiga do carro, e meu pai, que tava quase explodindo de raiva, obrigou ela a contar o que sabia. Ela disse que ouviram barulhos estranhos e Que esses caras não estavam por perto, conhecidos por serem drogados e bandidos: Aldo, o moleque e o outro que ela só chamava de "goma". O dono da casa parecia estar seguindo os passos deles, assim como o Mario, segundo ela. Meu pai disse que ela tinha que falar com a polícia, mas ela respondeu que só queria saber como ele estava, porque desconfiava de algo errado, mas não queria se envolver com aqueles três. Meu pai não aceitou, mas ela foi embora e nunca mais voltou. Mais calmos, meus pais decidiram que esses caras podiam ser perigosos, que a gente ia sair daquele bairro pra um melhor no outro lado da cidade, que queriam me proteger e que a justiça não ia funcionar com aqueles três delinquentes. O único vulnerável era o Pancho, mas os outros três iam ficar. O Mario sumiu de casa; quando meu pai soube, foi atrás dele e descobriu que ele tinha fugido.

Já se passaram pouco mais de cinco anos. Os machucados e as dores físicos não duraram mais de uma semana, mas fiquei muito tempo sem sair de casa, com muito medo. Nos primeiros meses, sofri pra caralho, mas logo a raiva cresceu mais. Não sentia tanto medo, mas olhava feio pra todo homem, e decidi vencer o que tinha acontecido, não dar o gosto pra eles, igual fiz naquela vez. Já que os cinco covardes não conseguiram fazer tudo o que queriam comigo, agora também não iam me vencer e me deixar assustada. Hoje, apesar de tudo, acho que já aceitei bem, até porque faz pouco tempo. A psicóloga com quem me tratei uns meses depois disse que eu era muito corajosa e forte pelo que passei (também não contei tudo pra ela, mas fui sincera sobre meus sentimentos). Além disso, até agora não tive nenhuma doença por causa do estupro, nem engravidei, e tenho fé que vai continuar assim. Hoje não tenho medo e não sofro lembrando ou sonhando, embora voltar a ter um relacionamento vá ser muito difícil, com certeza.

FIM

E pra finalizar, curtam umas imagens da puta da Lourdes Sanchez.Lourdes Sanchez

relato

modelo

bailarina

Lourdes Sanchez

Lourdes Sanchez

relato

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