Nos garcho un negro.

Estávamos com a Nuria de férias em Saint Martin e uma noite saímos pra beber em vários lugares na costa, deixando de lado as rotas turísticas formais que tínhamos seguido antes. Chegamos numa balada de ritmos caribenhos. Era um espetáculo ver tantos corpaços latinos se mexendo com tanta maestria. Nuria queria dançar, mas eu não tava a fim de pagar mico. Pra não estragar a noite dela, fui pro balcão e deixei ela sozinha na pista, mesmo não curtindo nem um pouco que ela chegue perto de outros caras, ainda mais daquele pedaço de negão que tinha grudado nela, um bicho de um metro e oitenta, cabeça raspada, marcando cada músculo com aquela camiseta branca sem manga, com uma cara agressiva. Em qualquer outra hora eu teria me metido, mas deixei a Nuria babando.

O negão se mexia muito bem e fazia minha mulher parecer uma dançarina profissional, mas com o tempo Nuria parou de me olhar, cada vez mais entregue à paixão do parceiro dela, que já não se segurava e acompanhava os movimentos de quadril com uns amassos safados por cima do vestido da minha mulher. Vi ele sussurrar algo no ouvido dela e não aguentei mais, peguei a Nuria e tirei ela de lá, não sem antes levar uma bronca daquela montanha de músculos.

— Vocês estavam exagerando um pouco, não acha? — falei puto.

— Não aconteceu nada, Alejandro, a gente só tava dançando.

— Quando eu danço com uma desconhecida, não apalpo os peitos dela nem encosto tanto o pacote.

Fiquei com muita vontade de ver se minha mulher tava molhada, mas não tive coragem. Quando chegamos, isso sim, fiz amor com ela com mais intensidade do que nunca. Foi a melhor foda desde que tínhamos chegado e a Nuria me falou isso.

— Parece que me ver com outro homem te excitou pra caralho.

Entre o álcool e o suor, resolvi manter um tom ousado:

— Fala a verdade. Se eu não tivesse lá, você teria ido embora com aquele negão pro hotel.

Não falei num tom agressivo e ela entrou na brincadeira.

— Alex, não... Me diga que esse cara não é o típico com que a gente sonha. É como se uma mulata gostosa tivesse caído no seu colo.

- O que esse filho da puta te disse?

Ela riu e falou que ele tinha proposto ir pro hotel. Fiquei excitado ouvindo aquilo e perguntei se na noite seguinte a gente voltasse lá e encontrasse ele, se ela toparia. Ela ficou meio séria e disse que nunca ia me trair. Imagina que eu te permito, que tô junto com vocês, que deixo você soltar todos os seus instintos. Você mesma disse que ele é o negão das suas fantasias eróticas, falei, e ela ficou pensativa, sorrindo sem perceber. Nesse caso, aceitaria a proposta, respondeu, achando que no fundo eu não tava falando sério, porque sabia que meu ciúme podia mais que minhas fantasias.

Mas na noite seguinte, depois de jantar e tomar uns drinks, levei ela pro mesmo lugar. Lembrei o que tinha dito na noite anterior:

- Se você ver ele, dança com ele e, se ele ficar carinhoso, conta minha proposta.

- Cê tá louco?

Mas dava pra ver que a situação tava excitando ela, assim como eu, que procurava o negão pela balada. Ele tá ali, tomando uma bebida.

- Vai lá, se mostra.

- Você não sabe o que tá dizendo, Alejandro, depois...

- Olha, prometo que não vou ficar puto com você, aconteça o que acontecer. Hoje você quem manda, e essa noite vou deixar seus sonhos virarem realidade.

Os dois estávamos meio bêbados e não precisei insistir mais. Não sei se ela desconfiou que minha consciência não tava limpa. Sentei o mais longe possível da pista e fiquei observando minha mulher, que tinha se posicionado estrategicamente pra ser vista pelo negão. Quase me arrependi de ter feito ela vestir aquele conjunto tão sexy com a desculpa de aguçar minha imaginação, aquele vestido branco minúsculo e tão decotado, aquela calcinha fio dental que entrava na bunda dela e marcava, aquela ausência de sutiã que exagerava ainda mais os atributos da minha esposa tão dotada.

O negão não demorou nem dois segundos pra largar o copo e agarrei pela cintura a Nuria, que sorria, diria eu, com excitação. Se ontem já achei ousado, hoje à noite eles estavam pegando fogo. Ele comentou algo antes de começar, suponho que se referindo a mim. Logo vi que era ela quem falava no ouvido dele. Então ele segurou o queixo da minha mulher e a beijou, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto ela acompanhava o movimento com a cabeça e os braços, que seguravam a cintura do cara. Senti raiva, mas também uma ereção que quase doeu. Depois do beijo, ele a pegou pela cintura, descendo a mão até a bunda dela sem discrição. Ela me procurou com o olhar e disse para eu me aproximar. Agora sentia muita vergonha, mas a situação era irremediável.

—Alejandro, te apresento o Hugo. Hugo, este é meu marido. Ela não estava envergonhada, nem um pouco; nem ele, que parecia estar acostumado com esses arranjos e que apertou minha mão com uma satisfação infinita. Notei a força dele. Ele me disse com sua voz profunda e grave que ficava feliz de eu não ser um marido otário. Depois Nuria tomou a palavra. Você vai na frente. Vamos para o hotel. Paguei as consumações e saí. Olhava para trás e via como eles caminhavam enroscando as línguas, como se abraçavam como animais no cio. Já não era só o Hugo que tocava tudo o que podia em Nuria, mas ela o procurava com mais ansiedade, me surpreendendo de certa forma que ela não se inibisse, pois costuma ser muito envergonhada para essas coisas em público.

Eu subi num elevador e eles no outro ao lado. Estava muito duro, mas me fodia muito pensar no que minha mulher e aquele filho da puta estariam começando a fazer. Cheguei até a porta, mas esperei eles saírem do elevador. Demoraram bastante, apesar de eu ter ouvido que tinha chegado ao segundo andar. Nuria estava com a saia bem levantada e mostrava muita coxa. Hugo tinha as mãos por baixo da saia. Abri a porta quando vi que se aproximavam e entrei, acendendo as luzes. Quando eles entraram, percebi com total clareza os gemidos da minha esposa, que chupava o pescoço do Hugo. Ele se afastou de repente e disse pra gente que, mesmo ela mandando em mim, ele mandava em todos. Ela aceitou. Tira a roupa, ele me disse. Tirei a roupa rápido e fiquei só de cueca. Dava pra ver minha ereção, mas ele mandou tirar tudo, então mostrei meu pau, que ainda não deixava ver a glande toda, mas já vazava um líquido transparente pra caralho. Olha o filho da puta como fica excitado sabendo que vou comer a mulherzinha dele, e riu. Não bate uma até eu mandar, ou vou te comer no cu. Nuria deu uma gargalhada. O desgraçado ia me torturar mais do que eu imaginava.

Aí eu desapareci pra eles, voltaram a se beijar, as línguas suculentas quase estalavam, Nuria tirou a camiseta dele e os olhos dela se arregalaram de desejo, ela passava a mão naquele peitoral perfeito, naqueles abdominais trincados, naqueles braços sem fim enquanto descia a boca até o peito dele, lambendo, percorrendo com a ponta da língua todas aquelas áreas que antes tinha apalpado. Hugo quase nem se mexia, não mostrava nenhuma emoção. Quando ela desceu abaixo do umbigo, ele mandou parar. Olhou pra mim e disse pra eu desabotoar a calça dele, de joelhos. Custou pra baixar, porque tava bem apertada. Umas cuecas minúsculas pro que tinha ali ficaram à vista de Nuria. Incrivelmente, ele não tava duro, apesar do volume enorme que se via. Tira a cueca, ordenou, mas não se afasta muito, disse segurando Nuria, que não tirava os olhos daquela virilha. Ele baixou as alças dela e deixou a parte de cima do vestido na cintura, os peitos dela pularam igual molas e tremeram até Hugo pegar neles.

— Você é muito gostosa, princesa, seu marido tem sorte com uma puta como você, finalmente vou aproveitar esse corpo.

Enterrou a boca naqueles seios firmes mas durinhos, naquelas bolas de uns 100 de peito, naqueles mamilos rosados apontando pro teto que sumiam entre as mãos e os lábios dele. obscenos. Naquele momento, eu estava com as mãos nas laterais da cintura daquele negão, deixando à mostra parte dos pelos escuros dele, me demorando na cena das tetas da minha mulher na boca enorme do Hugo.

— Tira minha cueca, pai.

Fiz num movimento só, e apareceu um pau considerável, mesmo ainda meio mole. Nuria perguntou se ele não estava excitado, levando a mão até a carne do Hugo, e ele respondeu que só o excitavam bocetas molhadas.

— Sai daí.

Me afastei e ele se agachou, puxando o vestido da Nuria até os tornozelos. A calcinha fio-dental não cobria toda a buceta dela e, apesar de ela ter raspado os lados, dava pra ver alguns pelos, porque a calcinha estava deslocada pra um lado. Ele rasgou ela com força e enfiou a cabeça na xota dela, fazendo minha mulher explodir de prazer, enquanto ela acariciava a cabeça dele e empurrava ele pra dentro dela. Hummm, como você cheira a mulher molhada, eu gosto de você. Ele fazia uns barulhos exagerados com a boca que ecoavam no quarto. Eu tava morrendo de vontade de me masturbar, mas não podia. Ele puxou ela pelas nádegas e levou ela pra cama, embora tenha sido ele quem se deitou, colocando os pés no travesseiro.

— Deita em cima de mim, meu amor. E ela obedeceu, sentando na boca dele, a putinha. Você tá molhada, querida, hummm, assim eu gosto mais... E ela gemia, fechava os olhos, se deliciava com cada lambida na boceta dela, a julgar pelos gritos, ele tinha encontrado o clitóris dela. Agora sim o negão tava de pau duro, até antes da Nuria procurar o cabo dele pra bater uma por cima das costas. Que pau você tem, Hugo, quero que você meta ele inteiro em mim. Isso me deixou gelado, ela não costumava falar essas coisas, imaginei que fosse por causa do tamanho colossal e da grossura daquela vara escura que devia ter uns 20 cm de comprimento e 9 de largura, e onde a cabeça, também escura, nunca sumia, mesmo com a mão da Nuria se esforçando pra agarrar ele.

— Pai, você tá muito parado, entretém um pouco meu pau com sua boca. Não me mexi do lugar, incrédulo com o que tinha Ouvi, esperava que a Nuria dissesse que eu nunca tinha chupado o pau de ninguém, mas, pelo contrário, ela gritou: Tá esperando o quê? Chupa essa rola, porra. Então me ajoelhei na cama e peguei no pau dele. Era a primeira vez que segurava um que não fosse o meu. Cheirava muito forte e me dava muito nojo, mas as mãos do gigante agarraram minha cabeça e me empurraram contra o pinto dele, fazendo minha boca bater na glande. Era enorme, tive que abrir a boca toda pra engolir a cabecinha, mas ele continuava forçando pra eu engolir mais. Quase cheguei na base e quase vomitei, mas logo me acostumei com aquele pedaço de carne quente que não era tão nojento quanto eu pensava. Me esforcei pra ir pra cima e pra baixo, passando a língua na glande ao mesmo tempo, segurando o pau dele com as duas mãos quando tava na ponta. Tão concentrada que demorei pra perceber que a Nuria, toda molhada, tava dividindo a iguaria comigo: se eu focava na ponta, ela ia pra base e pras bolas e vice-versa. Falei pra ela me masturbar, mas ela só tinha olhos pro pau do Hugo. Que pau você tem, meu macho, que pau, repetia. Gozei vendo ela se esforçar pra enfiar tudo na boca, mesmo eu não largando aquela vara. Depois de um tempão, a porra do Hugo começou a jorrar, eu tentei me afastar a tempo, mas não consegui evitar o primeiro jato na cara, que quase me inundou. A Nuria tava morrendo de vontade de engolir todo o leite dele. Limpou ele direitinho, a safada, não deixou nem uma gota. Tão excitada que passei o dedo na cara e engoli o esperma grosso e azedo quase com prazer.

- Vamos, papai, deixo você montar enquanto eu me recupero, ela disse, sabendo o filho da puta que eu tinha acabado de gozar. Não consegue? Então olha. Ele agarrou ela por trás dos joelhos e levou pra beira da cama. Ficou de pé e puxou ela pra cima, abrindo as pernas dela. Já tava duro de novo. Meteu Enfiou devagar, Nuria gemia: ah, ah, continua, continua, mete mais, enfia até o fundo, me fode como uma puta, até o talo. E ele obedeceu, mas com calma, até que as bolas dele batessem na bunda dela. Pela primeira vez, pelo menos que eu soubesse, Nuria era penetrada por outra rola que não a minha e tava curtindo como uma puta. Ele se mexia de um lado pro outro, ainda com suavidade, não tinha começado a bombar nela. Eu, feito um idiota, perguntei se podia bater uma punheta, mas ele não deixou.

— Sobe na cama — ele falou. Obedeci e ele soltou a cintura da Nuria pra pegar na minha. Segurou minha rola com uma mão e puxou a pele pra trás. — É grossa, papi, nada mal pra um branquelo — e enfiou na boca de uma vez. Ao mesmo tempo, investiu na Nuria, com violência, batendo as bolas nela com tudo, os gritos da Nuria pareciam de dor, mas ela dizia continua, continua. Não ligou que ele não tinha colocado camisinha, queria sentir a força e o calor da rola do Hugo, via os peitos dela balançando soltos pra todo lado, mas logo me concentrei naquele boquete selvagem que tava me dando um puta prazer. Senti que ia gozar e ele mandou eu mirar na minha puta. Me virei e apontei pra ela, derramando meu leite na cara e nos peitos dela. Nuria esfregava tudo nos peitos e lambia as mãos com luxúria. Enquanto isso, o Kunta Kinte continuava fodendo ela. Agora sim tava quente, toma, toma, toma. De repente, ele parou e virou ela.

— Vou foder esse cu, meu amor. Beijou a bunda dela, cuspiu, enfiou um dedo. Não achei que ela fosse deixar, mas ela só gemia. — Tem uma bunda perfeita pra ser arrombada, meu amor. Lembrei que ela sempre reclamava que tinha uma bunda enorme. De novo fiquei duro: ela nunca tinha deixado eu comer o cu dela, outro cara ia desvirgar ela. Ele encostou a cabeça da rola no buraco. Parecia impossível que por aquela abertura entrasse um pau daqueles. — Vai doer. um pouco agora, e fez desaparecer a glande, o que causou muita dor em Nuria, que, no entanto, pedia para continuar. Enquanto ia introduzindo mais centímetros de pau, com o dedo fazia uma masturbação na buceta que ele não podia ver, era uma masturbação selvagem. Por fim, meteu até o fundo. Com a mão que lhe sobrava, apertava os peitos dela, que olhavam para a cama, batendo um no outro. Começou a meter nela e ela gritava, mesmo doendo pra caralho, pedia mais força. Ficaram muito tempo nessa situação, até que finalmente vi umas gotas brancas escorrendo, o cu da minha esposa transbordava de porra de outro.

- Quando você beber toda a minha porra, deixo você possuir ela. Me abaixei e engoli todo o sêmen que consegui, enfiava a língua no cu dela e me lambia do gosto tão nojento. Depois meti, entrou fácil, mas Nuria já não gritava, tinha o pau do Hugo, de novo no auge, na boca, embora logo a levantou e meteu na buceta dela, provocando outro gemido na minha esposa, que curtia ser atravessada por dois paus ao mesmo tempo. Eu gozei antes do Hugo e ele teve tempo de mudar de posição várias vezes, estava fazendo minha mulher gozar inúmeras vezes, não sei quantos orgasmos a puta teve.

Quando acabou, se vestiu e foi embora. Nuria foi tomar banho. Fiquei com vontade de foder ela de novo, mas ela disse que estava exausta. Fizemos isso vários dias depois, porque a buceta e os peitos estavam irritados. As férias tinham acabado e voltávamos para Buenos Aires.

4 comentários - Nos garcho un negro.

Realmente no te folló, pero si te dio placer el negro jaajjaa
Van 4 puntos
si se pone agresivo el corneador me la baja y de toque lo quiero dormir un rato!!1cada uno con su morbo!!!buen relato!