Me viu com a cara toda molhada e me deu uma expressão de surpresa pelo que tinha acontecido. Enquanto eu me levantava, ela descia da mesinha e vestia a calça pra depois sair correndo pela porta. Eu fiquei bem molhado com os fluidos dela, e de repente ela voltou com uma camiseta dela, enquanto me secava sentia os perfumes dela, e não por acaso o da roupa.
"Me desculpa, você é o primeiro que me faz gozar desse jeito, adorei... mas te molhei todo, quer passar no meu banheiro?" ela disse toda corada. "Claro, fica tranquila, gostosa, também é a primeira vez que vivo essa experiência excitante, onde fica o banheiro?" falei e ela me acompanhou até a metade do caminho, apontou pra porta. Ela voltou porque tocou a campainha do quiosque e teve que atender. Quando me virei enquanto andava, vi ela tirando a calcinha da Booty.
Entrei no banheiro pequeno, lavei o rosto. Tirei o pau pra mijar, tava todo pegajoso e cheio daquela substância transparente e escorregadia. Tava muito excitado, enquanto mijava pensava no que tava rolando, não conseguia acreditar. Fechei os olhos por um momento e enquanto imaginava aquela bunda linda aberta pra mim, comecei a me tocar, parando quando tava quase gozando. Ouvi baterem na porta, "Tá bem, papi? Terminei de atender, por sorte com uns cigarros fiz uma boa venda" ela disse. Guardei o pau bem duro, dava pra ver que tava durasso, abri a porta e sorri. Ela sorriu também, olhou pra baixo e mordeu os lábios, "Meus pais chegam em meia hora, acho, vamos pro quiosquinho, gostoso".
Entramos de novo no quiosquinho, ela tocou no meu volume, "Tá meio insaciável, parece — brincando — e você tá fortão" falei e ela riu de forma sedutora. "Olha, papi, você deixa ele bem duro e eu me molho toda, ainda mais se me aperta um pouco e eu me solto, sou um desastre" ela disse e ficou corada de novo. Ela não sabia que eu comecei a amar essa característica dela.
Com um movimento rápido, agarrei ela. Pela nuca com uma mão e com a outra a mão dela, enfiando dentro da minha calça. Ela abriu os olhos e ficou de boca aberta, não esperava por isso. "O que você quer, gostosa? Quer que eu te coma?" sussurrei no ouvido dela, já sem medir minhas ações. "Me arrebenta a buceta, papi, tira essa vontade" ela disse gemendo de tesão, tirou a mão da minha calça e me empurrou devagar. Baixou a legging e se inclinou contra a cadeira. Eu fui nela e percebi que não tinha camisinha. Me sentindo o maior idiota, falei "Calma aí, não tenho camisinha". Ela se levantou e pegou do outro lado do biombo uma caixa de tulipas e me jogou, tava decidida a deixar eu abrir as nádegas dela. Enquanto eu abria a caixinha e tirava as camisinhas, ela me chupava forte, com muita vontade. Enquanto eu colocava a camisinha, ela ficou de quatro no chão, baixando um pouco a calça. Eu me ajoelhei atrás dela, comecei a bater meu pau na bunda dela devagar, abri as nádegas dela com força, cuspi no cu dela e comecei a deslizar meu pau por ele até a entrada da buceta, enquanto ela apertava com as nádegas. "Vai, enfia em mim que não aguento mais, papi!" ela gritou. Como mandou, peguei meu pau pela base, deixei ele bem duro e penetrei a buceta dela com força, o corpo dela tremeu e gemeu seco. Comecei a mexer meu quadril devagar, aumentando a velocidade aos poucos. Ela a cada momento pedia mais, então peguei ela pela cintura e comecei a penetrar bem forte. Sentia a buceta dela dando espasmos suaves e sentia minha cabeça batendo no fundo dela. "Isso, papi, mais forte que eu vou gozar" ela disse entre gemidos. Meu pau pulsava, tava quase gozando. Nisso, sinto ela gemer super abafado e se deitar no chão, tremendo, um novo jatinho molhou o chão. Eu continuei me masturbando enquanto via ela se contorcer. Depois de um tempo, ela virou, tirou a camisinha de mim e começou a me chupar tão forte. "Bate uma que eu quero a porra" ela disse mostrando a buceta dela. Língua pra fora. Enquanto me masturbava olhando nos olhos dela, acabei soltando um jato de porra quente na boca dela, ela saboreou, engoliu e me olhou rindo.
Depois disso, a gente se levantou, ela estava toda suada e molhada. Me disse que precisava tomar um banho antes dos pais dela chegarem, então me ofereci pra ir embora pra evitar mal-entendidos com a família dela. Paguei os absorventes pra véia não perceber que a caixinha tinha sumido. Ela se despediu de novo com aquele beijo alcalino na porta do mercadinho e um sorriso de orelha a orelha, e eu fui pra parada de ônibus todo suado, mas já não importava mais.
"Me desculpa, você é o primeiro que me faz gozar desse jeito, adorei... mas te molhei todo, quer passar no meu banheiro?" ela disse toda corada. "Claro, fica tranquila, gostosa, também é a primeira vez que vivo essa experiência excitante, onde fica o banheiro?" falei e ela me acompanhou até a metade do caminho, apontou pra porta. Ela voltou porque tocou a campainha do quiosque e teve que atender. Quando me virei enquanto andava, vi ela tirando a calcinha da Booty.
Entrei no banheiro pequeno, lavei o rosto. Tirei o pau pra mijar, tava todo pegajoso e cheio daquela substância transparente e escorregadia. Tava muito excitado, enquanto mijava pensava no que tava rolando, não conseguia acreditar. Fechei os olhos por um momento e enquanto imaginava aquela bunda linda aberta pra mim, comecei a me tocar, parando quando tava quase gozando. Ouvi baterem na porta, "Tá bem, papi? Terminei de atender, por sorte com uns cigarros fiz uma boa venda" ela disse. Guardei o pau bem duro, dava pra ver que tava durasso, abri a porta e sorri. Ela sorriu também, olhou pra baixo e mordeu os lábios, "Meus pais chegam em meia hora, acho, vamos pro quiosquinho, gostoso".
Entramos de novo no quiosquinho, ela tocou no meu volume, "Tá meio insaciável, parece — brincando — e você tá fortão" falei e ela riu de forma sedutora. "Olha, papi, você deixa ele bem duro e eu me molho toda, ainda mais se me aperta um pouco e eu me solto, sou um desastre" ela disse e ficou corada de novo. Ela não sabia que eu comecei a amar essa característica dela.
Com um movimento rápido, agarrei ela. Pela nuca com uma mão e com a outra a mão dela, enfiando dentro da minha calça. Ela abriu os olhos e ficou de boca aberta, não esperava por isso. "O que você quer, gostosa? Quer que eu te coma?" sussurrei no ouvido dela, já sem medir minhas ações. "Me arrebenta a buceta, papi, tira essa vontade" ela disse gemendo de tesão, tirou a mão da minha calça e me empurrou devagar. Baixou a legging e se inclinou contra a cadeira. Eu fui nela e percebi que não tinha camisinha. Me sentindo o maior idiota, falei "Calma aí, não tenho camisinha". Ela se levantou e pegou do outro lado do biombo uma caixa de tulipas e me jogou, tava decidida a deixar eu abrir as nádegas dela. Enquanto eu abria a caixinha e tirava as camisinhas, ela me chupava forte, com muita vontade. Enquanto eu colocava a camisinha, ela ficou de quatro no chão, baixando um pouco a calça. Eu me ajoelhei atrás dela, comecei a bater meu pau na bunda dela devagar, abri as nádegas dela com força, cuspi no cu dela e comecei a deslizar meu pau por ele até a entrada da buceta, enquanto ela apertava com as nádegas. "Vai, enfia em mim que não aguento mais, papi!" ela gritou. Como mandou, peguei meu pau pela base, deixei ele bem duro e penetrei a buceta dela com força, o corpo dela tremeu e gemeu seco. Comecei a mexer meu quadril devagar, aumentando a velocidade aos poucos. Ela a cada momento pedia mais, então peguei ela pela cintura e comecei a penetrar bem forte. Sentia a buceta dela dando espasmos suaves e sentia minha cabeça batendo no fundo dela. "Isso, papi, mais forte que eu vou gozar" ela disse entre gemidos. Meu pau pulsava, tava quase gozando. Nisso, sinto ela gemer super abafado e se deitar no chão, tremendo, um novo jatinho molhou o chão. Eu continuei me masturbando enquanto via ela se contorcer. Depois de um tempo, ela virou, tirou a camisinha de mim e começou a me chupar tão forte. "Bate uma que eu quero a porra" ela disse mostrando a buceta dela. Língua pra fora. Enquanto me masturbava olhando nos olhos dela, acabei soltando um jato de porra quente na boca dela, ela saboreou, engoliu e me olhou rindo.
Depois disso, a gente se levantou, ela estava toda suada e molhada. Me disse que precisava tomar um banho antes dos pais dela chegarem, então me ofereci pra ir embora pra evitar mal-entendidos com a família dela. Paguei os absorventes pra véia não perceber que a caixinha tinha sumido. Ela se despediu de novo com aquele beijo alcalino na porta do mercadinho e um sorriso de orelha a orelha, e eu fui pra parada de ônibus todo suado, mas já não importava mais.
2 comentários - A moça da banca, o fim