Brincando com a prima safada XI

Desculpem a demora, por coisas da vida não pude continuar a história e decidi fazer uma pausa. Agora sim, trago o capítulo 11, um dos mais obscenos e mórbidos da saga 😃 😃 😃 Espero que gostem, aliás, se tivesse que colocar um subtítulo nesse seria: Orgia... Como de costume, apresento a agraciada da casa e depois mergulhamos nesse novo capítulo 😉 JulietaBrincando com a prima safada XI
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Como se tivessem um brinquedo novo, as gostosas da casa dividiram as tarefas e Flor foi a premiada com a missão de iniciar o recém-chegado Agustín naquele mundo em que todos estavam envolvidos.

- Então é assim que passam o tempo agora? Acabaram os torneios de PES?

- Não, não tantos. - Respondeu Matías ao primo portenho.

- Bom, vamos ver... se entendi... hmm, sim, hmmm... bom, ia dizer...

- Repito, Agustín, você aceita esse presente da Flor, depois tem que seguir nossa onda, só isso.

- É bem difícil dizer não... quando chupam assim, igual um aspirador de pó.

Estavam no quarto do primo que faltava, Agustín, o que mais via sua irmã Flor, mas nunca a tinha visto daquele jeito: com os peitos turgentes ao ar, balançando durante o boquete...

O plano estava traçado, e mais por gosto que por necessidade, precisavam que Agustín colaborasse, que não se assustasse, que fizesse parte de um lado específico: o lado que ajudaria a convencer Román a deixar sua filha jogar o iminente strip poker.

Román, apesar das experiências passadas, continuava negando a Lucre aquele mundo aberto de par em par para todos os outros membros da casa, até mesmo Agustín, o nerd da família, o moreninho magrelo de óculos enormes amigo da Florencia, estava lá, com seu pau sendo chupado pela morena.

E que pau, Matías naquele momento sentiu que chegou atrasado na distribuição de extintores, porque também vinha armado com um rifle longo, embora claro, demorou para deixá-lo pronto para disparar, primeiro Florencia o beijou como tinha aprendido, depois mostrou seus peitos portentosos e empinados, para começar o boquete assim que sentiu dureza sob o jeans.

E assim como demorou para endurecer, também teve dificuldade para manter o ritmo.

- Que pau gostoso, Agus, se eu soubesse antes. - Lamentou Flor passando os dedos pelos cabelos negros. - E você, irmão, poderia fazer um favorzinho para sua irmã enquanto convenço o... Agus…- Balançando esse bundão branco e gostoso.

- Eu tava me segurando porque não chego vivo no fim do ano, mas sempre tem alguma coisa pra fazer, né? Não te incomoda, Agus?

E era verdade, não tava escapando nenhuma, nem a irmã dele, nem as primas, e até uns contatinhos ocasionais apareciam. Na real, nem dois dias tinham passado desde que ele iniciou a irmã analmente no quarto secreto do Román, usando óleo e vibradores. Agora ele já tava pedindo ação de novo.

- Como é que vai me incomodar? Nossa… que boquete gostoso…- E ao confirmar que não ficava nervoso, ela se abaixou pra chupar a bucetinha úmida e carnuda, que mesmo fazendo com frequência, não perdia a graça.

- Gostou? Pode ficar melhor ainda.- E, travessa, depois de beijá-lo com paixão como se estivesse agarrando qualquer macho, colocou o pau todo brilhante entre seus seios fartos- Agora você vai ver o que é prazer, Agus…

- Essa putinha, que delícia, Flor. Por que não vim uns dias antes? – admitiu o garoto, hipnotizado pela visão esplêndida da Flor saboreando seu falo, lambuzando o corrimão de carne…- Mmm é, que gostoso, que gostoso…

- Dá pra ver que o Santino passou aqui ontem, deixou ela igual a um caldeirão de bruxa…

- Ai, não seja vulgar, Mati, e chupa que mesmo assim tá limpinha…- recomendou, segurando ele com uma mão, esfregando contra sua vulva tão apetitosa.

Enquanto isso, com a boca cheia de buceta, foi subindo pela vulva até saborear o ânus dele com chupadas sonoras e lambidas de cachorro, algo inimaginável e obsceno semanas atrás. Agora, fazer um anilingus na irmã era um prazer inimaginável ao alcance da mão… ou da língua.

- A bundinha não entregou, Flo?

- Não, meu bundão é só pra você. Por enquanto.- admitiu quase num suspiro, meio engasgada de tanto chupar.

- Continuem falando putaria, primos… tão me estourando as veias…

Dava pra ver, sua bunda linda ainda tava intacta, coisa que o corrimão do Santino ia deformar com sua passagem. Perfurando. Como um pica-pau, deixo a auréola cinza brilhante, pronta para fotografar, se juntando às fotos da bunda da Agustina, Tania, Julieta (que adorou a ideia de ter o broche aberto retratado) e depois da Móni, que foi surpreendida no meio da noite com um cunnilingus.

Na última noite, trocaram de parceiros com o Santino. Ele foi com a Moni, em silêncio, enquanto o Santi foi com a Florencia. A milf pensou que era o filho dela, mas pela forma de chupar e respirar colado na vulva, logo percebeu que era o Matías. A mulher conhecia as manhas dele, e depois de uma foda excelente, seu ânus se juntou à galeria privada e doentia que ele estava montando. “As nossas são figurinhas fáceis a essa altura, tem uma que vai ser foda de conseguir” Obviamente, ela se referia à Lucre, e esse era o grande objetivo.

- Essa vai pra minha coleção, Flor, você é a quinta medalha…

- Você e suas ideias. Pensar que antes desbloqueavam conquistas nos jogos, agora desbloqueiam boquetes, fotos, punhetas… Muito melhor, né, gente? – Ela se expressava cada vez mais solta.

- Muito… muuuuito melhorrrr… ahh aah. – E Agustín gozou nos seus peitos borbulhantes, um lustro de gotas grossas e pesadas saltou para todo lado, se multiplicando ao atingir a boca, queixo e pescoço da Flor, para descer como afluentes até os peitos pendurados da morena.

Matías abriu a porta quando bateram nela, entreabriu com cuidado, era a Juli, que avisava que estavam prontos para “o plano”.

- Você não entrou na brincadeira com uma foda?

- Não, Juli, tô guardando energia, mas ver vocês é divertido. – Juli espiou para ver o Agus com os olhos revirados e a Flor engolindo o sêmen dos seus peitos com fervor.

Viu aqueles lábios proibidos se encharcarem de uma substância nova, única, tão quente quanto consistente, porque cada semente era especial, e a do seu primo Agustín era totalmente nova, nova textura, sabor, e na sua boca, uma vez analisada a amostra, passou a se fundir no seu interior.

- Muito tasty, agora… Vou ver o show. Vem comigo?

- Claro, vou com vocês pra onde for, vocês é que sabem curtir. – E então a Flor deu um beijo molhado que ecoou pela casa toda.

- Que delícia, Agus! Vamos que o melhor tá pra começar. Temos um plano da hora.

Como um comando, todos estavam em posição: Juli e Agus cuidando pra ninguém chegar na entrada, brincando com os cachorros, regando as plantas, qualquer coisa pra quem aparecer ter que dar o fora com qualquer desculpa.

- Mas vamos nos divertir, Agus, tenho um vídeo no celular que você vai adorar.

- Vocês vão explodir minha cabeça, primos, não sei qual das duas primeiro.

Mônica foi pra piscina, se fazendo de desentendida junto com o Román, tomando sol, conversando… supostamente. Santino com a Lucre no quarto dele que dava pro quintal, de bobeira com a música no talo, vendo vídeos do Marito Baracus, coisas de jovem, até chegar a hora de agir.

- Tem paciência, não se descontrola que primeiro temos que terminar tudo.

- Eu sei, Mato, não se preocupa que eu tenho paciência. Não que nem você. – Respondeu num sussurro o segundo no comando desse clube de incesto.

Ele e a irmã, já limpos da ação, chegaram no quintal com uma tanga criminosa, um fio dental que tinha a grossura de meia unha, e um sutiã que apertava os peitos dela como dois melões siameses.

- Tá gostoso o sol, né? – Perguntou a Flor se inclinando pra tocar na água, revelando metade da buceta com a abaixada, tudo pro velho armar a barraca em poucos segundos.

O plano já estava sendo colocado em prática, desde que a Moni e a Flor ocuparam lugares na piscina, o Santi e a Lucre da janela espiariam tudo…

- Por que você não entra, Flor? Tá gostosa, com a Moni a gente acabou de sair. – Exclamou nervoso de ver aquele panorama montanhoso. Pra disfarçar, se serviu de vinho tinto puro numa taça, o Román não se controlava em nada com álcool.

- Moni, não passa protetor em mim? Ela interveio para naturalizar a situação e formar os casais. Flor já tinha decidido ser protagonista naquele dia e ir atrás do peixe grande.

- Claro, vai lá, o sol tá forte mesmo. - Sua prima mais velha e morena, também a mais alta, passou a substância oleosa nas palmas das mãos e começou a espalhar nas costas dela, sem perder um detalhe do que acontecia ao lado.

Agora, Florencia pedia a mesma coisa para Román, mas não queria nas costas como seu irmão, e sim na frente... da barriguinha pra cima. Seus peitos eram tão grandes que vazavam para os lados como bexigas cheias.

- Aqui você poderia passar sozinha, gata. Tem certeza?

- Sim, vai lá, quero descansar quietinha, você me passa bem, "Tiíto".

Com uma ereção tremenda que mal conseguia disfarçar, o velho começou a acariciar a barriguinha apetitosa da Flor, passando o creminho com delicadeza em cada lado, em cada frestinha, enquanto os dois mantinham contato visual... suas mãos de dedos grossos desciam e subiam sem saber se iam direto para os peitos ou mais abaixo, para o pote de biscoitos.

Aqueles balões eram impossíveis de ignorar para qualquer um, e o velho, feito um jato, despejou o protetor oleoso entre os dois e passou a mão no vale do peito dela, de maneira meio disfarçada. Passando mais creme, espalhou da barriga até o pescoço por aquele lomão argentino, sem se atrever a ir para a ação. Parecia que o velho ia ter um infarto a cada passada.

- Tiíto, sinto outro recipiente por aqui. Não quer usar desse outro pote? - Assim chamava a atrevida da Flor, tocando o pauzão dele com o joelho, esfregando com delicadeza, embora cada vez mais rápido, roçando os pontos limítrofes de suas tentações.

Apesar dos óculos escuros e das mãos da Moni apertando seus músculos, ele não perdia um detalhe dos atos libidinosos da irmã, cuja pele arrepiou ao sentir o contato das mãos de Román, como se plantasse pequenas sementes de prazer por onde as pontas dos dedos pousavam.

- Gosta de ver sua irmã assim, não, pervertido? Você tá com a cabeça toda... Queimada. - Moni sussurrou no ouvido dele, totalmente inclinada sobre seu corpo, a ponto de ele sentir os peitões enormes pressionando suas costas.

- Melhor não falar em cabeças queimadas, faz tempo que você tem um aluno meio... especial.

- Bom, você não entende, uma mãe sempre sabe o que é melhor para o filho... - Mônica o virou para sentar sobre sua virilha, e dali começou a beijar seus peitorais e o ventre, levemente ondulado.

Não demorou para sua própria barraca armar com a gloriosa sensação de tal fricção sobre seu corpo. O calor sufocante, a fragrância daqueles corpos ao sol e o som de beijos molhados ao lado não tardariam a levar o plano a bom porto.

- Não devíamos... vão nos ver. - O homem resistiu, se soltando do abraço e dos lábios de uma desconhecida Flor. O velho não sabia que essa era exatamente a ideia, e perdeu sua boca novamente entre aquela barba grisalha. - Para, Flor, a janela da Lucre dá para o quintal, doida.

- Qual é o problema? Acha que ela ainda não descobriu o que acontece nesta casa? -
Tapando sua boca com a dela novamente.

Entregues, especialmente Matías, descobriu os peitos de Mônica para saboreá-los com o fervor que o caracterizava. Se Santino e Lucrecia estavam filmando tudo conforme o plano ditava, ele tinha que manter uma reputação de ator pornô diante de qualquer câmera.

- Vai, Romi, prova os meus, sei que você vai gostar.

O velho puxou o biquíni dela para dar ar àquelas bolhas de carne e chupá-las com um som de sucção muito característico.

- Ai, a barbinha faz cócegas. Gostei. - Riu Florencia, com o pescoço arqueado de um prazer curioso que nunca imaginou experimentar. Alguém barbudo, familiar, muito mais velho que ela, estava chupando seus mamilos como uma criança, sentindo os pelos arranhando suavemente a pele aveludada de seus melões. A cabeça do velho não demorou a descer até descobrir a fenda mais proibida, onde seus dedos grossos como salsichas, Sujos de substâncias oleosas começaram a abrir caminho…

- Mmm Romi, espera, vamos fazer isso bem… - E sem dar muito tempo para atividade manual, depois de cinco ou seis estalidos da buceta, ela se virou para fazer um 69 correto. O pau do velho conheceu a luz do sol, e logo foi coberto pelas sombras bucais da morena…

- Algo mais lindo que transar com vocês é ver vocês transando. - Sussurrou Móni, cujas mãos estavam sobre seu tronco masturbando-o…

- Isso é a glória na Terra. - Admitiu beijando-a com fervor e juntando-se ao outro casal, misturando a situação.

Assim, sob o sol missionário, Mónica cavalgou seu pênis fazendo balançar glândulas mamárias tão célebres quanto peras de boxe, enquanto ao lado, em um 69 tão prazeroso quanto sonoro, Flor chupava aquele pau novo como se fosse a última. Ambas as bocetas não demoraram a ser penetradas de várias formas, o velho gostava de submeter a mulher, e depois de agarrar sua cabeça e fazê-la mamar no seu ritmo, mostrou a ela o que era um bom missionário.

Moni agarrou o celular, tinha uma mensagem de Santino:

“Estamos gravando, Lucre não podia ver mas agora não perde detalhe entre risadas nervosas. Vai me custar não comer ela de pé agora mesmo”

- O que é?

- Nada, você continua chupando meus peitos. Uma mãe nunca se cansa disso.

- Ah, você gozou muito rápido, pirralha, vai ter que esperar por este velho… - Expressou Román quando o gritaria de Flor permitiu que Matías ouvisse sua voz.

- Deixa comigo que tenho o viagra exato que essa rola precisa. - Interveio Moni, que se esticando como uma professora de ioga, chupou aquele pênis refluído levando-o até a garganta, tudo enquanto bombeava sua pistola até o fundo e sua irmã comia sua boca com um chupão.

Como o Yin e o Yang, girando uns sobre os outros, cada pau acabou na boceta que lhe correspondia com um fluxo inédito para aquela hora, Matías, comedor noturno por experiência, não acreditou que deixaria tanta carga tão cedo dentro de Móni. Flor Por sua vez, não quis perder tempo e, após retirar o pênis de sua vulva, levou-o aos lábios. Sabia que um pênis daqueles era fácil de perder.

- Tantos anos assistindo a partidos, boneca, se eu soubesse que isso era tão melhor...

- E ainda tem muito por descobrir, Romi... – ele expressou, passando de uma boca à outra, sua irmãzinha Flor estava irreconhecível de puta.

- Esses peitos, acho que são os melhores que provei na vida... – E Román desceu para chupá-los mais uma vez.

- Eles vão ficar todos marcados, meus mamilos estão vermelhos de tantas lambidas... ei, você também, Mati?

Com aquela vozinha inocente que reclamava do ataque de ambos os homens à sua feminilidade, começou a decorar a tarde com gemidinhos deliciosos, enquanto Moni observava, mas não por muito tempo.

- Quero que realizem uma fantasia antiga, não sei quando vou ter dois paus desses juntos de novo, então espero que colaborem.

Moni, quase com ciúmes da atenção que Flor recebia daquelhas mãos masculinas (seus peitos não pararam um segundo de serem apalpados), atirou-se sobre os dois paus para masturbá-los.

- Seria pedir demais que me enfiem dois respiradores ao mesmo tempo? Preciso de muito ar para me encher, muito.

- Só a ideia já me deu mais dez anos de juventude.

- Chamaram para o meu jogo, marca a dupla entrada para mim também.

Ambos os homens se entrelaçaram em torno de Mônica como águas-vivas grudando em um casco. Matías por trás e o velho pela frente. Flor percebeu, pela expressão de satisfação, que uma espada estava em sua bainha frontal, e, pela testa franzida, que o outro cano havia entrado por trás, uma bainha não tão sob medida.

Assim, no chão, com Román sentado e Matías ajoelhado, começaram a esquentar os motores e a se mover como um único organismo sob o olhar atento de Flor, um tanto impaciente.

- Minha língua teve o prazer de provar você por trás muitas vezes, mas com essa ferramenta chego mais fundo. – E então ele deu a enfiada que faltava. Nunca estava satisfeito se não entrasse pelo menos três quartos do pau. em qualquer buraco.

- Como tá, prima? Tá gostoso?

- Tô começando a me arrepender. - A mulher, com os olhos marejados, foi sincera - É como se os dois pintos quisessem se conectar dentro de mim... raspando minha bundinha de trás pra frente... nggg nnggg nggg...

Apesar da reclamação, ela não parava de acompanhar com os movimentos e, de vez em quando, até dava uns beijos no peito e nos lábios do Román, que simplesmente estava alucinado com aquela produção familiar. Meter em umas gostosas dessas nunca esteve nos planos dele e até teria achado indecente, nojento, mas agora que o bichinho do incesto (uma epidemia pior que a zika naquela casa) o pegou, ele achava o prazer a coisa mais natural do mundo. Com o pau enfiado naquela buceta, nada parecia indecente agora.

- Mati... nggg, nggg, nggg lembra que você não me lubrificou, devagar com a prima mais velha.

- Acredita, depois que você prova sem lubrificante, não quer mais saber daquilo...

- Talvez pra você... Ai! Pra mim não sei, acho que não... Aia!

O atrito entre pau e pau era um estímulo que se tornava positivo depois de se acostumar com a dupla penetração, as cabeças inchadas pelo atrito e pelo calor do verão. Cada vez que se encontravam, como duas espécies brigando por território, davam cabeçadas, e uma escapava e pulava para o lado.

Além daquelas paredes estreitas e ardentes, ásperas e características pelo que simbolizavam, sentir o outro membro fazendo o mesmo no caminho natural o ajudou a ficar excessivamente excitado...

- Tô gozando, prima, tô gozando no seu cuzinho...

- Eu também, não aguento mais... uffffff. Román bufou como um touro no cio, que acabou gozando antes do Matías, encharcando toda a toalha com sua porra.

- Até quando, Mati? Você vai rachar meu cuzinho. - Ela reclamou com a têmpora contorcida de dor.

- Peguei outro fôlego, lá vai, lá vai. - E ele cumpriu com a sua parte diante do olhar atento da irmã e do tio-avô, embora com pelo menos 3 minutos de atraso.

Uma nova Um charquinho de porra se desenhou na toalha ao destampar o segundo pote, com um som obsceno o buraco encerado relaxou entre gemidos de êxtase e um gotejo intermitente de sêmen brotou dele.

- Outra alegria pra esse velho, não acredito. - Expressou passando os dedos pela frestinha da frente da Moni, decorada de creminha talvez de um, talvez do outro. - Olha como ficou, Flor, ajuda a prima a se limpar, ela não pode entrar assim, me suja tudo.

O velho safado tinha um bom ponto, e após uma risadinha nervosa sua irmã olhou pra ele como buscando ajuda, ou condenação.

- É um ato de solidariedade, vai, olha como ficou... Depois a gente devolve o favor, Flo.

- Tá bom, mas é melhor que me façam vários favores... no mínimo cinco chupadas boas de buceta.

- Quantas quiser, gata, mija na minha boca se quiser, mas realiza meu sonho. - Aceitou Román - Hoje à noite vem que você cobra no mínimo três lambidas de grelo.

Engatilhados, viram a morena mais jovem descer para sorver o sêmen que escorria do interior da Moni, entreguíssima ao lésbico incestuoso.

De maneira incrível, isso foi suficiente para um terceiro ato, um "grand finale" que a câmera da Lucre imortalizaria... Román começou a comer uma exposta e desprotegida Florencia que reclamou alegando que "não era parte do acordo".

- Não chora, gata, que eu noto que você tá bem acostumada com o anal, vamos.

Aquilo de que seu cuzinho era só pra ele foi revogado em menos de duas horas, e isso não incomodou Matías nem um pouco, algo lhe dizia que o velho tarado, uma vez que conhecesse o "sim" de cada parte, se esqueceria do significado da palavra "não" e deixaria Lucrecia sair pra brincar.

Antes que pudesse replicar, Mónica a pegou pelos cabelos e a esfregou contra sua vagina encharcada.

- Ai, Flor, você é multiuso, com que vontade você chupa a buceta, me surpreende. Me limpa bem, bem assim, assim... assim mmmmm

- Falando em chupar. - Interveio Matías de pau duro, que sem perguntar, He presented his shaft at Moni's mouth and sent it deep inside. "That's it, what a great blow job, please..."

"How smelly, you could have at least rinsed it in the sink, you dirty thing."

It turned him on to know he was in front of Lucrecia's window, where between the curtains he could glimpse the eye of the camera. Was she touching herself at such a spectacle? Was she outraged, and had Santino taken over? Had she regretted wanting to participate in such perversion? He didn't care, as long as there was a camera on "ON," he would give the show the lens deserved, thrusting and pulling his penis from that mouth right in front of the window, to reveal his pride to the lady of the house. He pulled out and put his penis back into that mouth which, in the sun and slick with saliva, shone like a fluorescent light.

"Now the balls, Moni." – Rubbing his sack against her face. She gave it a few friendly nibbles and took a testicle into her mouth.

"Uncle, how much longer? It hurts a lot," expressed the young brunette emerging from the vulva.

"Not much, I'm almost there, you'll know when I come." It was incredible, but both men came again. Román spread her buttocks to admire the violated opening and placed his weapon back inside, as if he couldn't keep the two parts separated for long.

"Come on my boobs, come on, I want you to pass the protector to me..."

Obediently, Matías coated her tits with a few delicate drops of white fluid. It was the last reserve. Meanwhile, Román pulled his burning penis out of Flor's booty with cum on the tip.

Mission more than accomplished—they had pleasure, arousal, and the duo from the room had their video. Now Flor was pressed against Moni's tits, her face in the semen, lapping it up with her tongue.

"Let's go to the guest house, we can't go in like this, all breaded," suggested Román, and everyone followed him.

Despite taking quick showers, it took them a good while to return to the house, and Román was starting to sense where things were headed. - It's almost impossible that she didn't see me, I don't know what I was thinking. - Pouring himself a glass of wine in the kitchen. Everyone was relaxed, especially Moni, who was on her phone.

- You were thinking about me. - Flor cleared his doubts, hugging him. - Don't worry about anything, just go with the flow.

- Hey, Mati! Your phone has a lot of WhatsApp messages! - The brunette informed him. Indeed, it was in his bag before he went to "sunbathe," and it turned out to be a pleasant surprise.

- Román, do you remember the friends I told you were coming? They're arriving, I'm going to pick them up. There are two.

- Perfect, my sisters are also coming, but at night. We'll have to set up some tents in case we don't all fit inside. Don't be surprised if we move them to the guesthouse. I want my sisters to stay in the house. I'll take care of the arrangements, you go pick them up so they don't get lost.

The news that Arturo and Carolina were on their way filled him with a strange sense of adventure. He was curious to know how their story had progressed after the incident that connected their lives through Omegle.

As he got ready to leave, Julieta informed him that she would go with him. Román and Flor would clean the guest bathroom, while their daughter and Mónica had to prepare the beds, Santino would tidy and clean the living room. Agustín, being the newcomer, Mati guessed he had no tasks assigned and offered to follow him.

- Perfect, they're entering the station, so I already told them I'm on my way. You're going to meet more cool people, Agus.

- Yeah, cool like the people in the video, I imagine. - He gave him a playful wink.

- Wait, is Carolina already coming? The slut, I already offered to clean all this. - And it was necessary. Even though he was smitten by the friend he met online, after the visit from Lucre's friends and the subsequent snacks, the house was a mess.

- Don't worry, we'll be back soon. - Juli told him, and they left without wasting any more time.

Indeed, at the station of The buses were waiting next to a magazine kiosk, but there weren't two of them—there were three.

"You're in luck, Agus," Juli whispered to him (whispers were becoming the official language of that missionary brothel).

Besides Arturo, the tall guy with dreadlocks and a relaxed look, and Carolina, a gorgeous brunette with an innocent face in a floral dress, there was also a very beautiful redhead, who introduced herself as Zoey, Caro's friend.

Despite the risk of involving strangers in that world, they greeted each other as if they'd known each other their whole lives, and with the mission of making friends, they talked about everything while Matías drove them around in the car, grateful for a moment of peace without having to think about which orifice he should insert his member into. That's how crazy things were—a simple car ride was a moment of relaxation, and sex was almost a moral obligation.

"Misiones is so beautiful. I've wanted to visit for a while. This just goes to show you should talk more with strangers," concluded the brunette.

"Wait until we get to the house. Let's kill some time until they clean up, and you'll see what real beauty is," Juli chimed in. "The house is a paradise." And she meant it in the broadest sense of the word.

No one brought up the topic of incest, nor did they talk about sex, yet Zoey picked up on certain hidden vibes within the family.

"You guys remind me of my Italian family for some reason," she compared. "There's a different energy."

"Are you from Italy?" asked Agustín, sitting in the back next to her, against the window with Juli on his lap.

"My father lives there, in Tuscany. Life is so different there; they're so free. When they get together, they swim naked in a pool—it's wild. And the nights... they're total chaos. I learned to fall asleep listening to music because of them."

Matías and Juli laughed.

"For them, it's normal. What are you laughing at?"

"We have a different idea of crazy," Julieta expressed. "I wouldn't have put on music at this point; I can think of other things."

"You'll see. Look, friend, have patience. We're going to have a good time," her friend said, moving closer.

After walking around for a while and eating ice cream on a street corner, they decided to head back for dinner time, with a pissed-off Santino blowing up their WhatsApp like a spoiled brat. When they arrived, they discovered why.

He was used to getting his way, and with the arrival of Roman's sisters—two ladies, 55-year-old Myriam and 60-year-old Antonia—they had bombarded him with questions all afternoon. On top of that, everyone was sitting around the table like parishioners having a discussion, far removed from any incestuous plot. It almost seemed like a normal house after an orgy in the backyard, the first one involving four people, not counting the voyeurs.

Following protocol took some time. After introductions, sharing the good news (the kind you can share), and having a family dinner split between two tables—one for the older folks and one for the younger ones: Zoey, Caro, Arturo, Juli, Santi, and Agus—they finally found a bit more privacy. From the patio, you could hear them laughing heartily every now and then.

Matías preferred to keep up appearances and have dinner with the adults. Lately, Flor had been very attached to her great-uncle and wouldn't leave his side.

Roman gave him the best news of the day.

"You're sleeping in the guest house. We moved bunk beds there with Santino; we're reserving the main house for the older folks," he informed him.

"It's because of the bathrooms, Matías, nothing more. The ones in that house aren't as good," Antonia chimed in, and it was true. The main house should be reserved for the comfort of the elders, though being older, Matías and his mind had become so corrupted that he noticed a certain attractiveness in Myriam, and even in Antonia.

Both were coquettish and well put together, well-off, not at all shabby or unkempt. Myriam had a voluptuous rear and coppery red hair; she was a modern lady who dressed in a serious manner that took ten years off her. Antonia came with a very loaded front end without being plump, with blonde hair. Enrolado, ele tinha uma essência de atriz pornô dos anos setenta invejável, e como se não bastasse, uma barriga bem chapada. Infelizmente, Román percebeu seu olhar e balançou a cabeça em reprovação.

- Tá difícil. São outros tempos, elas ficam sabendo e você fode tudo. - Alertou Román, muito certeiro e envolvido na subtrama incestuosa.

- Eu sei, eu sei... mas não vou negar: meus olhos não me obedecem.

Em seguida, depois de juntar as tralhas da sua mesa, ele foi feito uma luz para a mesa dos jovens, onde todos estavam muito à vontade comendo sorvete. Por sorte, ele já tinha se despedido das senhoras e do Román, que entravam na casa para fugir dos insetos e se aproximar de suas camas. Ele arrumou um lugar ao lado de sua prima favorita, que o abraçou e derramou "sem querer" uma colherada de sorvete nele.

- Perdão, primo, vem que eu te troco a camiseta.

- Não faz drama, Ju, não foi tanto, eu...

- Não, vem, te troco a camiseta porque você vai atrair insetos.

Todos perceberam o duplo sentido e, entre assobiados, ele se deixou levar. De relance, viu Carolina e Zoey, juntas rindo nervosas e excitadas.

A desculpa era fraca, mas eficaz. Sem que os mais velhos percebessem, chegaram à casa de hóspedes e Julieta fez o impensável: apagou a luz e se escondeu com ele no quarto, ao lado de um guarda-roupa, entre a parede e ele.

Não entrava um fio de luz. Só ouvia a respiração da Juli e os grilos, até que ela deu um chupão no mamilo manchado de sorvete e em seus lábios.

- Fica quietinho, os "jovens" já organizamos tudo. Vamos voltar a brincar como antes.

- O que vocês estão tramando, travessas?

- Carolina e Zoey vão entrar por último e escolher alguém no escuro. Os sortudos transam com elas lá fora, os outros, aqui dentro.

- A Lucre brinca? Ela tá sentada lá fora com o resto.

- Acho que não. Pra mim, ela vai pro posto de vigilância dela, na janela, observar a galera do pátio.

- E a Florencia?

- Acho que ela se dá muito bem com Roman. – Winking at him. – He's sleeping inside.

- Pretty random that out of everyone, he's the chosen one.

- Just a heads up, Zoey is bisexual, and Caro does it with her brother frequently, like us. So anyone could come out, plus, each of them is going to choose two.

Unable to solve one mystery, like the spy during the double penetration night or the mysterious DVD, he now found himself involved in a new game to relive old times, this time orchestrated by the younger ones. Going with the flow was the only option. He just hoped that Carolina and that beautiful ass would end up in his hands that night. Not even Zoey's red-haired beauty and magnetic skin could surpass the attraction to that booty.

More participants soon joined. Santino, all smiles, Agustín, with conspiratorial giggles, and a surprising figure, none other than Monica. The house milf entered in a bikini to hide who knows where. Before everyone disappeared into the darkness, Juli gave him a piece of information that made his skin tingle with excitement.

- Caro really wants you.

- Good to know. – Although he felt a leap of happiness in his groin.

Zoey, with her red hair and sculptural figure, was by no means an inferior option. What was happening was that they had seen Carolina in action on the other side of the screen, that ass devoured by her brother, and being between those cheeks was just too tempting.

- Shhhh, no deliberately giving away your location. He has to choose without knowing who they're taking. – Warned Santino, who was risking his skin for Carolina, just like him.

The last to enter was Arturo, a bit nervous about the strangeness of the game. And so, they were distributed in the room: Santi, Arturo, Agustín, and him. On the girls' side, Monica and Julieta.

When everyone was hidden like children in that house (under the beds, on the bunk beds, inside the closet), the guests of honor entered. Matias couldn't believe such a childish game was being sexualized to... that shape.

Finally, after endless minutes, two dancing shadows entered the darkness, allowing the sound of their nails scraping against structures like the wall, the iron bed frames, and the furniture to be heard. Without knowing which of the two *fécuties* was coming his way, footsteps were heard heading toward the closet, avoiding the beds and bags.

One approached his position. She felt around the outside of the closet (Agustín had made the mistake of actually hiding inside the piece of furniture), and something in the perfume told him it was Carolina who was approaching.

Unrecognizable hands settled on his chest and caressed him from the outside, then slipped inside his shirt to touch where he had gotten dirty with ice cream. Then she withdrew her fingers and sucked them loudly, just like her lips, which she brought closer to kiss them. By the height, without a doubt, it was Carolina. He recognized her when he kissed her in the darkness, when he caressed her hair and traced the dress clinging to her waist.

He felt an indescribable joy as he slipped his tongue into her mouth and massaged hers with total devotion, while caressing her curly hair and immersing himself in her natural taste.

He knew by the way she moved that she knew where he would hide, and she took his hand to separate him from the house—and not just him, but also his cousin Julieta.

"You two are coming with me. Let's relive certain experiences…" she whispered.

They were the first to leave the House of the Great Sin. Carolina sat Matías on the tiled bench, and each of the *fécuties*, positioned astride his thighs, began to kiss him in turns, competing to see who could go deeper into his mouth.

Strangely, Carolina was winning.

"I really like you, Matías," the brunette confessed with an angelic face that didn’t match her devilish body. For him, words were sometimes unnecessary, but if a woman wanted to say them, they would never be too much.

"You’re making me blush, beautiful. Come here, dolls." And taking his cousin’s face by the hair, he asked— Tell me the truth, was there a plot?

- Obviously, cuz. - Juli confessed, pulling her mouth away from his, admiring how Caro connected her tongue in its place. - I told her where you were, but she had to take me too. I missed you.

Julieta took Carolina's place with a salivating mouth as they rubbed their crotches against his thigh where they sat, allowing him to feel the temperature rising, and in Carolina's case, transmitting a certain wetness. Julieta was wearing denim shorts and Caro a floral dress almost glued to her body, very damp. Flattered, it was nothing—he felt like a god for having been chosen by Carolina, especially among so many men, and so well-endowed, which spoke very well of his penis's reputation upward.

- You're so tender, no one would say you're cousins, I can hardly believe it... I don't know if I want to believe it. - And she had to kiss Matías again.

They exchanged like this until they turned to see the couple chosen by Zoey. They were Santino and Arthuro. This meant that in the house, Moni and Agustín were left to party.

- How crazy, there are two women over there and two men here. Today, Caro, you're turning bisexual, yes or yes. - Zoey expressed playfully, dragged between kisses and caresses from both. She seemed like that cheap slut who takes two men to debut, however, she didn't have a cheap bone in her body.

- This is just beginning, I don't think we'll end up like this, we won't even keep the last name. - Said Santino, devouring the redhead's mouth, while the skilled woman groped Aturo's cock through his pants. It seemed that girl knew how to handle two guns as well as scissors.

What adventure would Matías tell his children? Which ones could he even tell his soul friends? Could he choose one story from them all? That starry missionary night added a new epic, a new orgy to his book of unrestrained perversion.

He felt supreme pleasure seeing the blonde and brunette manes disappear below the line of his— waist to strip him of his pants and underwear. Those hands searched almost desperately for his familiar cock, legendary for unlocking the most forbidden vaginas, lips, and anuses in creation. Just as they shared his lips, Caro and Juli now took turns eating his dick from the tip to his balls.

With the blonde hair in one hand and the brunette in the other, he discovered the pleasant surprise that Carolina was no amateur. At times, he had to look down or open his eyes to know which of the two nymphs was savoring his phallus. Their wet throats and ways of sucking saliva were similar, as if mirroring each other.

"That's how you suck it… yes… yes… keep going, just like that, Caro, just like that… I really like it." His mind went hazy when the brunette slurped up the drool dripping down his balls and sucked on them without any pretense.

Feeling like a Lord from some distant kingdom, he positioned them where he preferred most, as if directing his slaves—Juli, bobbing her head with her infinite throat, and Carolina on his balls, sucking them as if they were made of chocolate.

He never let go of their hair. The sensation of control and power from holding them in his hands, besides being a gentlemanly gesture to keep their hair from getting dirty, also hid that dominant feeling he didn’t always get to enjoy. He also liked spitting on his cock and having one of the two capture the saliva to add it to the mix or drink it, as Julieta always did.

In front, more accelerated, they changed positions several times. They started with both men standing and the woman kneeling, sucking their cocks while they groped her tits. Then, almost like a royal spectacle, Arturo licked Zoey’s vagina, lying beneath her red crotch. To the delight of the mortals, the European woman had a furry red pussy, burning like flames sprouting from her vaginal lips. Her mouth, as red as her pubic hair, devoured Santino’s shaft—the only one standing on a towel in front. from the pool, just a few meters away from the first trio.

The Caucasian woman rocked back and forth over Arturo's mouth with her tits out, in an almost hypnotic rhythm. She had swollen, cotton-candy-like nipples, very pink. That woman was starting to climb the ranks on his personal scale, and it wasn't hard with tits like that and exotic hair.

"That yummy—use the word: redhead pussy—is the best in the world," Arturo said, admiring those open lips amidst a patch of damp hair, before diving back in to taste the pussy, rubbing his lips against it emphatically.

"Don't get distracted by them, you have us," Julieta scolded, attacking his lips with fervor, spitting onto his tongue. "Caro, come up here. I'll take care of his cock. I want you to see how good my cousin is with his hands and mouth."

"Okay, whatever you say, Juli."

Obediently, she knelt on the tile to bring her chest level with Matías's head. He pulled down her dress to free her breasts and kissed them, making her moan. His cock, already well taken care of, was beginning to feel the pressure of the semen building up, pounding at the gates to get out, and those tits weren't helping to contain the excitement—they were gorgeous, and the summer heat filled them with flavor.

Sucking on her nipples, one after the other, he enjoyed those magnificent, youthful tits.

"Beautiful tits, Caro, I love them," he said, suckling on one nipple as if it were a baby bottle. Meanwhile, his hands were already groping her big ass over her dress, running his fingers along the deep, damp crevice of her rear.

"I can tell you like them, ahhh, ahh, that feels so good…" she gasped as he buried his face between her breasts, pressing his face against them and kissing them like a man possessed.

"Let's see what this pretty dress is hiding…" Between kisses on her neck and underarms, he lifted and rolled up the garment to reveal a tiny pink thong. "It's gorgeous, it completely disappears in that booty."

"I knew you liked asses, but I didn't… tanto. – Ele disse, virando-se e deixando suas nádegas serem acariciadas. O fio da calcinha estava completamente perdido entre aquelas colinas umedecidas, por onde ele passava os dedos com ênfase. Depois, cheirava a mão para sentir seu perfume natural.

Ele encheu suas bundas de beijos bem sonoros, enquanto abria e fechava aquelas enormes formações carnudas, sem parar de afundar o nariz e respirar de sua cavidade. Em seguida, a virou para baixar sua roupa íntima de uma vez e deixá-la nua.

- Mmmm, que linda risquinha, olha Juli… – Sua prima parou de chupar para admirar a buceta natural de Carolina. Mordendo um dedo, ela foi deitada pelo homem para que ele pudesse comer aquela use the word: buceta mais confortavelmente, removendo a calcinha completamente. Juli abria seus lábios e afastava os pelinhos para facilitar o trabalho daquela língua exploradora.

- Você tem uma use the word: buceta linda, Caro. – Juli se confessou, cada vez mais sapatão.

- Bom… obrigada. – E aí Matías começou, discreto entre os gemidos de Zoey e a música dos grilos, a voz de Carolina começou a ser ouvida à medida que sua intensidade aumentava.

- Que chupada gostosa, que tasty, que tasty, que tasty… – A castanha se perdeu entre aquelas lambidas de clitóris e sucções do meato. Ela estava com a xota toda molhada, muito úmida de fluxo e suor, substâncias que, ao se misturarem com a saliva, criavam o caldo do qual era feita a ambrosia. De cima a baixo, ele a saboreou enquanto Julieta se colocava embaixo do homem para lamber sua glande pendurada.

- Desce um pouco, primo, quero chupar tudo. – Assim formaram um trenzinho, com Juli embaixo dele, mamando a pica enquanto, sem perceber, alguém se aproximava de sua boceta…

- Oooh, quem é que está me agraciando?

- Licença, irmãzinha, mas tenho a boca livre. Preciso pedir permissão?

- Nunca, Santi, nunca me peça permissão, come tranquilo.

Infelizmente, Matías estava tão concentrado em chupar a buceta que não percebeu como Santino se juntou ao trem da alegria, mas pelos gemidos contidos de Zoey, Ela percebeu que estava sendo penetrada por Arturo na buceta, e sua boca se deleitava com o pau de Santino, transformando a orgia em uma única estrutura de pecado, um monumento vivo ao sexo em todas as suas formas.

- Agora você vai conhecer as mãos de um artista. - Ele adiantou, introduzindo dois dedos em uma vulva apertadinha como um dedo de luva, que foi cedendo diante de suas falanges masculinas.

No entanto, essa pausa oral foi uma desculpa para engolir uns pelos que tinha na boca e observar como estava montado o trem. De fato, Zoey dava as costas para Arturo, que fazia uma escavação com sua broca de carne na sua buceta, enquanto a ruiva cabeceava como um carpinteiro sobre o membro de Santino.

- Irmão, você me chupou muitas vezes, mas nunca chupou minha bunda. Não se anima a lamber aí? - Perguntou em um tom inocente quase criminoso.

Santi, todo dobrado para alcançar a buceta de sua irmã, mostrou-se reticente.

- Não gosto muito disso, não sou o Matías. Pede pra ele.

- Eu te chupei várias vezes, irmão. Vamos, é gostoso e eu quero uma lambidinha sua.

- Tá bom, então. Abre um pouquinho mais. Assim ficamos quites. - Obediente, a garota enfiou o pau de seu primo na boca, enquanto com as mãos abria suas nádegas, revelando o orifício anal, lambido e chupado pela primeira vez por seu irmão.

Pelos sons, dava pra perceber que ela estava começando a gostar da gentileza devolvida, já que chupava cada vez mais forte. chuikt, chuikt, chuikt, chuikt… Um som lindo.

- Que gostoso, Santi, obrigada. Mas ainda te chupei várias vezes e você a mim nunca, ainda não estamos quites. - Riu a loirinha safada, e voltou ao boquete, coberta por seu primo como sob uma barraca de carne, chupando sua linguiça.

Matías estava totalmente excitado, tanto que mal conseguia manter o ritmo e não gozar na boca de Julieta, que o masturbava com as mãos e até enfiava um dedo em sua bunda.

- Devagar, Ju, ou pelo menos me avisa. - reclamou, sem parar de escavar com os dedos a buceta da Carolina. Ele já tinha enfiado de tudo na raba da prima, então era hipócrita se negar a esses tratos, mas pelo menos, devia avisar.

- Agora que penso, se ele tá me devendo, não quero nem imaginar eu com você, primo. Você chupou tanto, deixa ele todo mole feito moela.

Esse comentário provocou várias risadas entre os recém-chegados, mas nem uma piada cortaria a excitação da orgia. Como uma unidade, se moveram juntos, do começo da formação na Carolina até o final, no Arturo.

- Quero que você me penetre, Santi, com licença... - E a ruiva subiu na cintura dele pra se deixar cair, aparentemente as proporções hercúleas do loiro não eram problema, assim como o tamanho do pau do Arturo, cheio de fluxo entrando e saindo dos seus lábios com total devoção.

- Zoey, como você chupa bem, você é incrível, gostosa... - Pegando sua cabeleira de fogo pra fazer ela cabecear numa velocidade vertiginosa.

Não tão vertiginosa quanto a velocidade com que ele apresentou sua glande inflamada na vulva da Carolina, e a bombou com devoção, enfiando os pelos pra dentro e com os peitos da morena bem colados no seu torso. Atrás dele, a Julieta estava chupando suas bolas como se quisesse arrancá-las, ela nunca separou os lábios do corpo dele e como previu que faria, foi subindo seguindo o centro das bolas, traçando uma linha até chegar no seu cu.

- Ah, ah, ah, ahaaaa, finalmente dentro de mim, Matías, finalmente. Fiquei louca desde aquele dia na webcam... ah... ah.

- Todos ficamos loucos, e por isso isso tá acontecendo. É uma loucura.

Como uma espécie de centopeia humana voluntária e higiênica, Julieta fez um anilingus nele pela primeira vez, coisa estranha já que a loira era especialista e já tinha feito em vários homens e mulheres igual. Enquanto isso, ela recebia do irmão, que abria a raba dela pra invadir o reto mais profundamente. Ooohhh Juli, que gostosa você ficou, a aluna superou o mestre, não vá longe demais...

Temendo que a laje caísse com tanto sacolejo, ele se levantou para pegar Carolina de pé, segurando bem sua bunda, afundando as pontas dos dedos naquela carne juvenil e carnuda.

- Priminha, vem comigo, quero que continue com o seu serviço.
- Parece perfeito, desculpa Santi, preciso me separar. - Ela disse, tirando a bunda da boca dele. - Você me deve uma chupadinha anal ainda - beijando-o nos lábios como uma despedida, para se ajoelhar e afundar o rosto nas nádegas do primo, que segurando a morena a deixava balançar sobre seu pene adocicado.

- Não se preocupe, vou encontrar algo para entreter a língua. - Disse, atacando com chupões os peitos de Zoey, agora o assento era todo deles e Arturo se sentou para que chupassem ele mais confortavelmente.

Assim ficaram um bom tempo, os gemidos de Carolina eram abafados pelos chupões de Matías, enquanto Arturo e Santino se revezavam como dois cavalheiros para afundar a espada na pedra, como em um filme com roteiro sólido, embora não tão sólido quanto esses paus, que trocaram de mulher de um momento para outro, como quem não quer nada.

A lua se deliciou com um espetáculo digno de um harém turco ou uma orgia greco-romana, Matías gozou dentro e fora de Caro deixando as últimas gotas sobre seus pelos pubianos, claro, mais de 75% da carga ficou no interior, como todo bom documento, assinar fora era como assinar com lápis. Tudo enquanto Julieta não parava de se deliciar com o final de suas costas.

- Jesus, Juli, você vai me esfolar. - Disse beijando-a com uma devoção doentia.

Por outro lado, ambos os garotos se juntaram para gozar na boca de Zoey, que como um aspirador atraía as grossas gotas de porra para sua língua, bebendo com uma naturalidade impressionante. Seu rosto ficou sujo de sêmen na bochecha, cabelos e testa sem que ela se importasse nem um pouco.

- Hora de trocar de parceiro. – Sentenciou com o rosto melado de porra.

- Vamos ver se as lendas são verdadeiras… – Expressou Carolina com a buceta encharcada de lubrificação e sêmen do Matías, enquanto se deixava penetrar pelo mais perigoso do lugar, o soldado que carregava a bazuca.

- Espero que não tivesse grandes expectativas, porque a minha além de grande é enorme…

- Ahhhhh mmmm que filho da puta. Ahhhha – Apesar de ter sido penetrada com fúria há poucos segundos, aquela arma enorme vasculhou seu interior criando novas dobras, como se fosse uma buceta nova, esticando suas paredes ao máximo, esmagando o colo do útero contra a glande dele, coisa que deixaria qualquer garota maluca.

Matías não teve tempo de vê-los transar com vontade por mais espetáculo que estivessem montando, porque a Zoey vinha até ele para provar seu falo em uma chupada rápida, prelúdio para uma boa penetração, tudo enquanto cravava unhas afiadas nas nádegas duras e viris.

- Minha amiga te deixou um gostinho muito gostoso… e um cheiro também. – Passando o rosto inteiro pelo pênis, como se quisesse fundir a pele do rosto com seu pau oleoso.

- Isso não poderia melhorar mais, é impossível. – Sussurrou ao ver a ruiva chupar seu pau como uma devota falocêntrica.

- Já está duro como eu gosto. Que tal enfiar ele aqui? – Colocando-se de quatro sobre a beliche do chão, apresentou os lábios vermelhos e abertos com os dedos, deixando escorrer um pouco de seu elixir, até afundar sua glande, tirar, afundar e tirar pelo simples prazer de sentir sua porta ceder diante do orifício úmido e carnudo.

- Vou fazer o sacrifício, visto e considerando que os outros estão ocupados… – Carolina sendo comida por Santino, enquanto a Juli chupava o Arturo e estava prestes a sentar nele… – vou fazer a tentativa, gostosa.

A ruiva soltou uma risadinha e, impaciente, jogou a bunda para trás para incentivar a penetração, o que era um pecado, mais do que levar a Acabei uma orgia numa casa de família, era de fazer qualquer um esperar por uma buceta ardente daquelas.

Muita coisa rolou, por quase três horas, se é que o leitor considera o tempo um fator válido pra determinar a qualidade do ato sexual. Matías viu de novo os irmãos trepando como diabos uns em cima dos outros na grama, rolando, nervosos e dando risada pra caralho como se fossem condenados no inferno presos numa tortura indecifrável, mas isso não impediu o Arturo de gozar naquela vulva carnuda como se fosse a primeira esporrada noturna.

A Zoey se deu um prazer lésbico ao chupar o sêmen do Arturo e do Santino jorrando da vagina da Julieta, que que nem sorvete de banana escorria da buceta aberta dela, depois elas se enrolaram num 69 só interrompido pelo Santino e seus impulsos desenfreados de desembainhar a buceta da irmã, e pelos impulsos dele mesmo, que abriram as bundas brancas e imaculadas da Zoey pra comer seu cu, um cuzinho rosa e pequeno que nem um nó feito com linha cor-de-rosa.

Não dava pra acreditar como nenhum dos outros caras tinha deixado aquele buraco precioso intacto em todo sentido, ele se sentiu sortudo de aproveitar como ninguém aquele ponto limítrofe feminino, diferente dos companheiros.

Penetrou ele com a língua que nem um beija-flor se alimentando de um cálice até esticar com os dedos até desfigurar e assim poder dar lambidinhas internas que derreteram a língua dele. O cu da Zoey era outro cu ascendendo ao paraíso pessoal de memórias, uma joia polida na base de chupões e beijos que seria o maior orgulho de um ourives… só faltava chegar ao cu da Carolina e ele poderia morrer na cama em paz aquela noite.

Não souberam como nem quando, mas uma figura misteriosa apareceu perto da piscina, de frente pra eles, tiveram que parar que nem peças de dominó caindo uma por uma… Era o Román, e ele estava acompanhado da filha, muito nervosa, que nem um anjo fazendo sei lá o quê no inferno.

O Arturo gozou na boca da Julieta antes de virar e descobri-los. O rapaz se assustou tanto que quase caiu na piscina. Julieta deixou o sêmen escorrer dos lábios, derramando pelo queixo.

- Nossa, nossa. - Disse entre uma risada nervosa, sem nem se cobrir diante de Lucre, a única alheia a todo aquele inferno.

- O que foi? Já terminaram? Porque eu quero... - Mônica emergiu da casa de hóspedes desgrenhada e abraçada a Agostinho, a quem nem Romão e sua presença austera apagaram o sorrisão.

- Vocês acharam que podiam me chantagear na minha própria casa. - Começou Romão, apagando até o sorriso mais relutante. - Me filmaram usando minha filha, pervertendo-a para me ver pelado fazendo isso e queriam me extorquir com o vídeo em algum momento.

O velho riu com ênfase.

- Não confiaram que eu tivesse as armas para descobrir o plano, bom, na verdade usei truques para que Flor me contasse tudo, a questão é que agora sou eu quem gravou todos vocês trepando como ratazanas no meu jardim...

Lucrecia mostrou sua famosa câmerazinha.

- A puta... - Reclamou Matias, agora ele tinha todos pelas bolas.

- Tiozão, não faz isso com a gente. - Expressou Julieta sem muita energia. Eles podiam ter um vídeo sujo do velho com Mônica e Florença, mas não se comparava com as putarias daquela noite, se isso fosse pra internet ou pra justiça, saberiam o que era ter problemas de verdade.

- Sou um homem generoso, entendo que queiram que meu rebento, já corrompido pela nudez que apresentam, queiram que se junte a vocês, ela mesma me confessou querer algo, por hoje lhes ensinei que perderam todo tipo de romantismo adolescente. Estão alheios ao amor, em outro nível. Ela ficou enojada com o que viu agora há pouco.

Lucre revirou os olhos sem que o pai visse, sem dúvidas o velho estava exagerando, embora tivesse razão em muitas coisas. Aquele dia em que beijar sua prima era o paraíso e algo extraordinário ficou tão pra trás... agora não havia familiar dentro do qual ela não pudesse gozar (familiar (mulher, claro)

- Ai, Romi, mas não precisa ser sempre assim... - Julieta tentou se defender, mas a mãe a interrompeu. - Podemos colocar primeira ou segunda, não sempre sexta.

- Não leve o vídeo a sério, Román, não pense que íamos longe, foi só mais uma tentativa pra você considerar a presença da Lucre na noite que vem. Faz sentido cuidar tanto dela a essa altura? Deixa ela se divertir.

- Talvez não fossem longe, talvez sim, mas esse joguinho não me agradou e agora sou eu quem ameaça jogar essa bomba na rede se não me obedecerem... Agora vou me divertir de verdade.

- Não acredito. - Disse Zoey, um pouco nervosa com a situação. A amiga se agarrava nela com uma toalha cobrindo os corpos nus. A nudez aparecia quando o calor da batalha dos sexos ia se apagando na noite.

- O que você quer, Román? Quero que pelo menos perceba que é você quem expõe ela à perversão. Ela nem estava aqui quando começamos e você a traz pra cá, pra cena do crime mais macabra, e ainda a pôs pra filmar pelo que vejo.

- Silêncio, que onde manda capitão não manda marinheiro. - Sentenciou, fazendo-o calar. Algo no seu tom dizia que ele fingia seriedade.

- De agora em diante todos fazem o que eu mando, essa é minha nova regra. Senão, chuto todo mundo pra fora, e se tiver que expulsar duas, esse vídeo vai parar em todo site pornô que existir. E acreditem, vou mandar pras notícias sem problemas.

Román se aproximou de Zoey e Carlina com um sorriso triunfante.

- E quando digo todos, me refiro a todos. De agora em diante eu decido onde, com quem e como dormem. Entenderam?

Carolina ia falar, mas Zoey a interrompeu.

- O que você quiser, papai. - Piscando o olho. Essa garota tinha entendido o jogo do velho perfeitamente.

- Agora arrumem as coisas e vão dormir, faltam duas horas pro amanhecer, vamos ter um lindo réveillon, não acham?

O velho riu e se Ele levou a filha consigo como se fosse o vilão do filme e seu patinho. Agora estavam nas mãos do velho, e Matías não sabia se isso era melhor ou pior do que colocar os outros em suas mãos pervertidas, estava para ver quem era o pior capitão nesse naufrágio do pecado.

:):):) Gostaram? A próxima parte está em processo e veremos se finalmente Lucrecia estará disponível. Sejam pacientes 😃 Não se esqueçam de comentar e avaliar como forma de apoio! 😉incestoOs demais capítulos:
I -http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.htmlIV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2881590/Jugando-con-su-primita-IV.htmlV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2884463/Jugando-con-su-primita-V.htmlVI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2888633/Jugando-con-su-primita-VI.htmlVII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2890367/Jugando-con-su-primita-VII.htmlVIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2892208/Jugando-con-su-primita-VIII.htmlIX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2895157/Jugando-con-su-primita-IX.htmlX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2900751/Jugando-con-su-primita-X.html

4 comentários - Brincando com a prima safada XI

Bravo! Valio la pena la espera... Aunque te soy sincero, quiero que se suba ese video!! Imaginarlo, no es lo mismo que verlo..
Si encontrara un video como lo que escribí me explotaría la pija XD he tratado de buscar uno parecido pero no encontre mucho jaja
dagyus +1
Al fin, lo estaba esperando!!! Valio la pena cada segundo igualmente, tremendas orgias, me encantaria organizar una asi!!!
dagyus +1
Por cierto, van 10 puntos y compartido!!
@dagyus Muchas gracias!
Aquí les dejo mi correo para cuando se sientan solas!!!!!... chiquixchanobilmisael@gmail.com