Fala, galera!
Post número 50 do Paspado! E subida pra categoria Avançado!
Pra um coroa de quarenta, que só posta texto sem foto nem vídeo, tô indo bem pra caralho...
Todo mundo tem mania de comemorar números redondos. Eu tô celebrando chegar nos 50 posts porque curto fazer isso. Adoro escrever esses contos erótico-pornográficos e esquentar a mente e o corpo de vocês.
Aproveito pra agradecer quem sempre passa pelas minhas humildes páginas e deixa aquela energia boa. Especialmente:
@tfy01 por ser uma sensibilidade linda e escrever contos ardentes com sua caneta sutil.
@Pervberto, que foi um dos primeiros a me apoiar e a quem agradeço sempre.
@Lomorocha, @mimilau e @Lady_GodivaII, três gostosas que sabem esquentar e fazer a gente babar com seus posts, cada uma do seu jeito.
@EscritorOculto, @YanziV, @grancucon, @enrosario, @InvisibleT, @real-visceral, @amigolo, que sempre mandam aquela energia boa e vontade de continuar. E pros que eu esqueci, valeu também. Beijos e fico por aqui com mais um capítulo da saga dos tarados que tenho escrito ultimamente.Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=WPnOEiehONQConnie chegou do trabalho perto das três da tarde. Tava um calorzinho, era primavera. Passou a manhã inteira com a câmera atrás de uma manifestação de bancários e tava meio atordoada com o barulho dos tambores. Ficou batendo papo um tempão com um produtor de rádio que ela curtiu. O visual desleixado dele, meio barbudo, meio bagunçado, tava deixando ela com tesão. Ele disse que ia ligar pra passar sei lá que informação. Era óbvio que queria comer ela. Não tirou o olho do decote dela em nenhum momento. Sempre acontecia isso.
De volta pra casa, comeu uma salada rápida e foi tirar um cochilo. Naquele dia, tinha acordado estranhamente cedo pra cobrir a manifestação e precisava de umas horinhas de sono. Lembrou do homem de terno do outro lado. Foi uma surpresa danada ver ele umas noites atrás. Tava transando com a Miranda. Connie sentada na cara dela pra chupar sua buceta, de modo que ficou de cócoras olhando pra janela. Tava curtindo aquela língua deliciosa que tava fazendo ela voar de prazer quando viu ele. Parecia um cara meio gordinho. Baixinho e de terno. Era claro que tava vendo elas, e uma eletricidade ainda maior começou a percorrer o corpo dela. A língua da Miranda, molhada e quente, passando no clitóris e nos lábios da buceta dela, e aquele olhar tarado grudado nos peitos dela fizeram ela sentir um prazer estranho e doentio. Sabia que ele tava vendo as duas, mas não quis contar nada pra Miranda. Queria toda aquela situação só pra ela. Curtia as carícias, curtia o tesão de ser espiada e ainda curtia o outro tesão da Miranda não saber. Se sentiu suja, depravada, com tesão.
Foi aí que o homem tirou a pica pra fora da calça e ela entrou em êxtase. Era enorme. Chamava a atenção os movimentos exagerados que ele tinha que fazer pra se masturbar. Ela se jogou pra frente, apoiando as mãos entre as pernas da Miranda, e deixou cair os peitões enormes, que ficaram balançando, olhando no colchão. Sentia que estava afogando a Miranda com seus fluidos. Se sentia gostosa, mimada, olhada. Queria que aquele momento durasse pra sempre, assim, curtindo o corpo dela e vendo os outros gozarem só de olhar. Viu claramente três jatos de porra batendo no vidro quando o homem gozou. Três cuspidas de cum que escorriam pesadas pelo vidro e o homem parado, de olhos fechados, gozando. De repente ele percebeu algo e saiu quase correndo do quarto, apagando a luz atrás de si. Na mesma hora que as luzes se apagaram, ela gozou barulhentamente, quase aos gritos, apertando a buceta contra o rosto de Miranda, que depois de alguns segundos a empurrou com força pra cima.
— Você vai me afogar, Conina! Uffff, que cum! Olha, molhou minha cara toda.
Connie se virou e, abraçando ela, a beijou apaixonadamente. Sentiu os próprios fluidos misturados com o suor que molhavam completamente o rosto, bem vermelho pela pressão da própria buceta de segundos atrás.
Um andar abaixo, Fabricio respondia zapzaps de dois ou três grupos ao mesmo tempo. Lúcia estava tomando banho e ele estava deitado nu na cama de casal. Tinha trazido ele pela primeira vez pra casa dela. Ele tinha começado a trabalhar há pouco na empresa onde Lúcia tinha um cargo mais ou menos alto. A diferença de idade era grande, mas ele gostava da "coroa", como dizia quando contava as aventuras pros amigos. Lúcia gostava do "moleque", como chamava quando contava pra irmã, e servia como distração pra tentar esquecer o que rolou com Felix.
Além de Lúcia, Fabricio comia direto a Amélia, uma colega do curso de marketing. Da idade dele, ela tinha esperanças de algo mais sério. Ele não.
Enquanto respondia mensagens, ouviu os gemidos de mulher que vinham do andar de cima. Largou o celular do lado na cama. A pica subiu na hora. Prestou muita atenção. Era uma Mulher gemendo. Parecia que tava gozando pra caralho. Tava tipo descontrolada. Lembrou de uma tarde que foi com a Amelia num hotel e o casal do quarto do lado gritava que nem uma louca. Esses gritos deixaram ele sentindo que perdia o controle de tanto tesão. Acabou gozando num orgasmo fortíssimo. A Amelia estranhou, achou que era o hotel, ou que talvez ele tivesse se apaixonando por ela. Ele nunca esclareceu isso.
Quando Fabricio ouviu o chuveiro desligar, saiu disparado pro banheiro endemoniado. O tesão de ouvir a vizinha transando deixou ele louco e entrou sem nem bater. Ela tava secando o cabelo na frente do espelho. Ele pegou ela por trás e começou a passar a pica na entrada da buceta, agarrando os peitos dela.
- Vem, agora que cê tá toda limpinha vou te sujar de novo, putinha. - falava amassando ela e apoiando ela, lascivo.
Ela viu as mãos do jovem pegando ela de surpresa e não entendeu muito. Com um empurrão, ele enfiou e começou a foder que nem coelho descontrolado. Ela no começo se sentiu estranha, sempre falava que precisava de preliminar pra esquentar, e esse ataque repentino e transa sem cerimônia chocou ela. Se sentia meio sufocada. Mas na hora viu a cara de tesão do Fabricio no espelho, como ele olhava pra bunda dela e comia com toda força, curtindo o corpo dela como um animal, e morreu de tesão por ser pega assim, como um objeto. Era a boneca, o brinquedo que o moleque usava pra tirar o leite. Essa ideia deixou ela louca. Se tocando no clitóris, gozou primeiro. Depois ele derramou o sêmen nas costas e na bunda dela. Só tinham passado uns dois minutos. Mas em vez de terminar, ele enfiou de novo na buceta e continuou. Lucia sentiu a pica meio mole no começo, mas aos poucos foi endurecendo e retomando o vigor. Rápido, forte, sem cerimônia, ele fodeu ela de novo sem nem prestar atenção no que ela sentia. Só bombeava e bombeava dentro da buceta dela. usa a palavra: buceta. E ela adorava. Jogou a cabeça pra frente, quase enfiando ela na pia, e se deixou levar. Cada empurrão, cada investida era tipo um impulso animal que ela nunca tinha sentido e agora curtia como algo novo, diferente. Os dois gemiam que nem bichos, não falavam nada.
Depois, Lucía contava pra analista que o que mais a excitava era que, no fundo, eles eram estranhos, sem conexão. Que o moleque pra ela também era um objeto, uma pica sem rosto que comia ela até deixar ela louca de prazer.
Gozaram e se vestiram sem dizer nada. Ele foi embora em poucos minutos, dando um beijinho de compromisso.
Descendo as escadas, Fabricio pensou que da próxima vez ia surpreender ela do mesmo jeito, comendo ela pelo cu.
De volta à tarde em que Connie tirava uma soneca, já tinham passado umas horas e anoitecia. Ela acordou se espreguiçando. Tinha curtido a soneca. Se sentiu meio quente lembrando do vizinho de novo. Levantou e tomou banho. Ao sair, sempre gostava de ficar um tempão pelada. Lendo ou ouvindo música. Era o momento em que curtia o corpo dela sem as amarras da roupa.
Naquela tarde, colocou um disco do Tom Waits e começou a ler um livro de fotografia que tava pendente há uns dias. Pelada, largada na cama, com uma mão segurava o livro e com a outra acariciava devagar o mamilo direito, quase como uma carícia furtiva, mais do que pra se esquentar.
Passou um tempo e, voltando ao mundo real, lembrou do vizinho de novo. A imagem da pica enorme dele, da cara de tarado, do corpo quadrado, perseguia ela há uns dias e deixava ela bem quente.
O telefone tocou. Era uma mensagem da Miranda dizendo que tava atrasada. Deixou ele em cima da cama. Deu na telha dela espiar pela janela. As cortinas estavam fechadas, mas ela abriu uma frestinha por onde viu que o vizinho tava no quarto da frente. Sozinho, olhando alguma coisa no computador. Fechou de novo e começou a andar em círculos. hesitando. A boceta dela pedia pra se mostrar. Tava com tesão e queria ver aquela pica enorme de novo. Também tava com um pouco de medo. Ia e vinha, pegando nos peitos instintivamente. Enormes, segurava eles entre as mãos, passando o polegar por cima do mamilo, escuros e grandes, que iam ficando duros de excitação. Foi pro banheiro. Começou a se ver nua no espelho. Olhava detalhadamente os peitos enormes, a barriga, a virilha completamente depilada. Os lábios grossos. Levou a mão até tocar o clitóris. Tava duro. Tava se molhando de tesão.
- Chega, vamos! – disse decidida e foi até a janela. Lentamente abriu as cortinas e ficou parada olhando pra janela do outro lado. Ele demorou uns segundos pra perceber. Segundos que pareceram uma eternidade. Ela morria de tesão e medo. De nervoso por ser vista e excitação justamente por ser vista. Especialmente por ele e a pica enorme dele.
Quando finalmente percebeu, deu um pulo da cadeira de balanço. Um movimento todo desajeitado que quase derrubou o computador no chão. Ficou duro do lado da janela. Tinha uns binóculos com que olhava fixo pra ela. Connie ficou ainda mais com tesão sabendo que ele tava preparado pra ela. Depois tirou a pica e começou a bater uma como um louco. Duro, firme, mas com a mão indo e vindo rapidíssimo. Ela se tocava nos peitos e passava a língua no lábio superior.
Tavam os dois se comendo com o olhar à distância quando Connie ouviu a porta de entrada do apartamento abrir e a voz da Miranda chamando ela.
Entrou no quarto e se surpreendeu ao vê-la nua.
- Tava te esperando, Miru. Quer? – disse quase se jogando em cima dela.
Miranda, surpresa, se deixou fazer. Connie arrancou praticamente a roupa dela. Beijava ela como há muito tempo não beijava. Com uma paixão descontrolada, alucinada. Agitada e suada, queria chupar ela, beijar ela. Parecia que queria comer ela inteira. Miranda, por sua vez, ficou com tesão na hora. Ficava louco quando a esposa dele tava assim tão excitada. Ultimamente não estavam bem, mas fazia uns dias que parecia que tudo tava melhorando.
Via a Connie muito mais fogosa, com mais vontade de sentir as mãos dele. Aquilo deixava ela feliz. E ainda por cima, deixava ele com tesão. Curtia pra caralho a nova Connie gostosa. Então deixou ele tirar a roupa dela e jogou ela na cama. Amava o corpo redondo dela. As tetonas dela. A buceta depilada e rosadinha. O clitóris grande dela. Começou a chupar ela com muita vontade. Sentia a Connie se revirar de prazer na cara dele. De vez em quando, ouvia ela pedir mais e mais.
Depois de uns minutos, levantou o olhar e viu ela com os olhos fixos nas costas dele. A Miranda se virou e viu no prédio da frente um cara de uns quarenta anos, vestido de terno, com o pau pra fora da calça, batendo uma.
Um pavor percorreu o corpo dela, entendeu na hora que a Connie sabia da presença dele e não tinha falado nada. Pulou da cama e correu pra fechar as cortinas.
— Que porra você tá fazendo, Connie? Cê tá maluca!!! Como é que cê não me avisa que tem um punheteiro olhando pra gente?????
Connie só conseguiu chorar.
Post número 50 do Paspado! E subida pra categoria Avançado!
Pra um coroa de quarenta, que só posta texto sem foto nem vídeo, tô indo bem pra caralho...
Todo mundo tem mania de comemorar números redondos. Eu tô celebrando chegar nos 50 posts porque curto fazer isso. Adoro escrever esses contos erótico-pornográficos e esquentar a mente e o corpo de vocês.
Aproveito pra agradecer quem sempre passa pelas minhas humildes páginas e deixa aquela energia boa. Especialmente:
@tfy01 por ser uma sensibilidade linda e escrever contos ardentes com sua caneta sutil.
@Pervberto, que foi um dos primeiros a me apoiar e a quem agradeço sempre.
@Lomorocha, @mimilau e @Lady_GodivaII, três gostosas que sabem esquentar e fazer a gente babar com seus posts, cada uma do seu jeito.
@EscritorOculto, @YanziV, @grancucon, @enrosario, @InvisibleT, @real-visceral, @amigolo, que sempre mandam aquela energia boa e vontade de continuar. E pros que eu esqueci, valeu também. Beijos e fico por aqui com mais um capítulo da saga dos tarados que tenho escrito ultimamente.Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.https://www.youtube.com/watch?v=WPnOEiehONQConnie chegou do trabalho perto das três da tarde. Tava um calorzinho, era primavera. Passou a manhã inteira com a câmera atrás de uma manifestação de bancários e tava meio atordoada com o barulho dos tambores. Ficou batendo papo um tempão com um produtor de rádio que ela curtiu. O visual desleixado dele, meio barbudo, meio bagunçado, tava deixando ela com tesão. Ele disse que ia ligar pra passar sei lá que informação. Era óbvio que queria comer ela. Não tirou o olho do decote dela em nenhum momento. Sempre acontecia isso.
De volta pra casa, comeu uma salada rápida e foi tirar um cochilo. Naquele dia, tinha acordado estranhamente cedo pra cobrir a manifestação e precisava de umas horinhas de sono. Lembrou do homem de terno do outro lado. Foi uma surpresa danada ver ele umas noites atrás. Tava transando com a Miranda. Connie sentada na cara dela pra chupar sua buceta, de modo que ficou de cócoras olhando pra janela. Tava curtindo aquela língua deliciosa que tava fazendo ela voar de prazer quando viu ele. Parecia um cara meio gordinho. Baixinho e de terno. Era claro que tava vendo elas, e uma eletricidade ainda maior começou a percorrer o corpo dela. A língua da Miranda, molhada e quente, passando no clitóris e nos lábios da buceta dela, e aquele olhar tarado grudado nos peitos dela fizeram ela sentir um prazer estranho e doentio. Sabia que ele tava vendo as duas, mas não quis contar nada pra Miranda. Queria toda aquela situação só pra ela. Curtia as carícias, curtia o tesão de ser espiada e ainda curtia o outro tesão da Miranda não saber. Se sentiu suja, depravada, com tesão.
Foi aí que o homem tirou a pica pra fora da calça e ela entrou em êxtase. Era enorme. Chamava a atenção os movimentos exagerados que ele tinha que fazer pra se masturbar. Ela se jogou pra frente, apoiando as mãos entre as pernas da Miranda, e deixou cair os peitões enormes, que ficaram balançando, olhando no colchão. Sentia que estava afogando a Miranda com seus fluidos. Se sentia gostosa, mimada, olhada. Queria que aquele momento durasse pra sempre, assim, curtindo o corpo dela e vendo os outros gozarem só de olhar. Viu claramente três jatos de porra batendo no vidro quando o homem gozou. Três cuspidas de cum que escorriam pesadas pelo vidro e o homem parado, de olhos fechados, gozando. De repente ele percebeu algo e saiu quase correndo do quarto, apagando a luz atrás de si. Na mesma hora que as luzes se apagaram, ela gozou barulhentamente, quase aos gritos, apertando a buceta contra o rosto de Miranda, que depois de alguns segundos a empurrou com força pra cima.
— Você vai me afogar, Conina! Uffff, que cum! Olha, molhou minha cara toda.
Connie se virou e, abraçando ela, a beijou apaixonadamente. Sentiu os próprios fluidos misturados com o suor que molhavam completamente o rosto, bem vermelho pela pressão da própria buceta de segundos atrás.
Um andar abaixo, Fabricio respondia zapzaps de dois ou três grupos ao mesmo tempo. Lúcia estava tomando banho e ele estava deitado nu na cama de casal. Tinha trazido ele pela primeira vez pra casa dela. Ele tinha começado a trabalhar há pouco na empresa onde Lúcia tinha um cargo mais ou menos alto. A diferença de idade era grande, mas ele gostava da "coroa", como dizia quando contava as aventuras pros amigos. Lúcia gostava do "moleque", como chamava quando contava pra irmã, e servia como distração pra tentar esquecer o que rolou com Felix.
Além de Lúcia, Fabricio comia direto a Amélia, uma colega do curso de marketing. Da idade dele, ela tinha esperanças de algo mais sério. Ele não.
Enquanto respondia mensagens, ouviu os gemidos de mulher que vinham do andar de cima. Largou o celular do lado na cama. A pica subiu na hora. Prestou muita atenção. Era uma Mulher gemendo. Parecia que tava gozando pra caralho. Tava tipo descontrolada. Lembrou de uma tarde que foi com a Amelia num hotel e o casal do quarto do lado gritava que nem uma louca. Esses gritos deixaram ele sentindo que perdia o controle de tanto tesão. Acabou gozando num orgasmo fortíssimo. A Amelia estranhou, achou que era o hotel, ou que talvez ele tivesse se apaixonando por ela. Ele nunca esclareceu isso.
Quando Fabricio ouviu o chuveiro desligar, saiu disparado pro banheiro endemoniado. O tesão de ouvir a vizinha transando deixou ele louco e entrou sem nem bater. Ela tava secando o cabelo na frente do espelho. Ele pegou ela por trás e começou a passar a pica na entrada da buceta, agarrando os peitos dela.
- Vem, agora que cê tá toda limpinha vou te sujar de novo, putinha. - falava amassando ela e apoiando ela, lascivo.
Ela viu as mãos do jovem pegando ela de surpresa e não entendeu muito. Com um empurrão, ele enfiou e começou a foder que nem coelho descontrolado. Ela no começo se sentiu estranha, sempre falava que precisava de preliminar pra esquentar, e esse ataque repentino e transa sem cerimônia chocou ela. Se sentia meio sufocada. Mas na hora viu a cara de tesão do Fabricio no espelho, como ele olhava pra bunda dela e comia com toda força, curtindo o corpo dela como um animal, e morreu de tesão por ser pega assim, como um objeto. Era a boneca, o brinquedo que o moleque usava pra tirar o leite. Essa ideia deixou ela louca. Se tocando no clitóris, gozou primeiro. Depois ele derramou o sêmen nas costas e na bunda dela. Só tinham passado uns dois minutos. Mas em vez de terminar, ele enfiou de novo na buceta e continuou. Lucia sentiu a pica meio mole no começo, mas aos poucos foi endurecendo e retomando o vigor. Rápido, forte, sem cerimônia, ele fodeu ela de novo sem nem prestar atenção no que ela sentia. Só bombeava e bombeava dentro da buceta dela. usa a palavra: buceta. E ela adorava. Jogou a cabeça pra frente, quase enfiando ela na pia, e se deixou levar. Cada empurrão, cada investida era tipo um impulso animal que ela nunca tinha sentido e agora curtia como algo novo, diferente. Os dois gemiam que nem bichos, não falavam nada.
Depois, Lucía contava pra analista que o que mais a excitava era que, no fundo, eles eram estranhos, sem conexão. Que o moleque pra ela também era um objeto, uma pica sem rosto que comia ela até deixar ela louca de prazer.
Gozaram e se vestiram sem dizer nada. Ele foi embora em poucos minutos, dando um beijinho de compromisso.
Descendo as escadas, Fabricio pensou que da próxima vez ia surpreender ela do mesmo jeito, comendo ela pelo cu.
De volta à tarde em que Connie tirava uma soneca, já tinham passado umas horas e anoitecia. Ela acordou se espreguiçando. Tinha curtido a soneca. Se sentiu meio quente lembrando do vizinho de novo. Levantou e tomou banho. Ao sair, sempre gostava de ficar um tempão pelada. Lendo ou ouvindo música. Era o momento em que curtia o corpo dela sem as amarras da roupa.
Naquela tarde, colocou um disco do Tom Waits e começou a ler um livro de fotografia que tava pendente há uns dias. Pelada, largada na cama, com uma mão segurava o livro e com a outra acariciava devagar o mamilo direito, quase como uma carícia furtiva, mais do que pra se esquentar.
Passou um tempo e, voltando ao mundo real, lembrou do vizinho de novo. A imagem da pica enorme dele, da cara de tarado, do corpo quadrado, perseguia ela há uns dias e deixava ela bem quente.
O telefone tocou. Era uma mensagem da Miranda dizendo que tava atrasada. Deixou ele em cima da cama. Deu na telha dela espiar pela janela. As cortinas estavam fechadas, mas ela abriu uma frestinha por onde viu que o vizinho tava no quarto da frente. Sozinho, olhando alguma coisa no computador. Fechou de novo e começou a andar em círculos. hesitando. A boceta dela pedia pra se mostrar. Tava com tesão e queria ver aquela pica enorme de novo. Também tava com um pouco de medo. Ia e vinha, pegando nos peitos instintivamente. Enormes, segurava eles entre as mãos, passando o polegar por cima do mamilo, escuros e grandes, que iam ficando duros de excitação. Foi pro banheiro. Começou a se ver nua no espelho. Olhava detalhadamente os peitos enormes, a barriga, a virilha completamente depilada. Os lábios grossos. Levou a mão até tocar o clitóris. Tava duro. Tava se molhando de tesão.
- Chega, vamos! – disse decidida e foi até a janela. Lentamente abriu as cortinas e ficou parada olhando pra janela do outro lado. Ele demorou uns segundos pra perceber. Segundos que pareceram uma eternidade. Ela morria de tesão e medo. De nervoso por ser vista e excitação justamente por ser vista. Especialmente por ele e a pica enorme dele.
Quando finalmente percebeu, deu um pulo da cadeira de balanço. Um movimento todo desajeitado que quase derrubou o computador no chão. Ficou duro do lado da janela. Tinha uns binóculos com que olhava fixo pra ela. Connie ficou ainda mais com tesão sabendo que ele tava preparado pra ela. Depois tirou a pica e começou a bater uma como um louco. Duro, firme, mas com a mão indo e vindo rapidíssimo. Ela se tocava nos peitos e passava a língua no lábio superior.
Tavam os dois se comendo com o olhar à distância quando Connie ouviu a porta de entrada do apartamento abrir e a voz da Miranda chamando ela.
Entrou no quarto e se surpreendeu ao vê-la nua.
- Tava te esperando, Miru. Quer? – disse quase se jogando em cima dela.
Miranda, surpresa, se deixou fazer. Connie arrancou praticamente a roupa dela. Beijava ela como há muito tempo não beijava. Com uma paixão descontrolada, alucinada. Agitada e suada, queria chupar ela, beijar ela. Parecia que queria comer ela inteira. Miranda, por sua vez, ficou com tesão na hora. Ficava louco quando a esposa dele tava assim tão excitada. Ultimamente não estavam bem, mas fazia uns dias que parecia que tudo tava melhorando.
Via a Connie muito mais fogosa, com mais vontade de sentir as mãos dele. Aquilo deixava ela feliz. E ainda por cima, deixava ele com tesão. Curtia pra caralho a nova Connie gostosa. Então deixou ele tirar a roupa dela e jogou ela na cama. Amava o corpo redondo dela. As tetonas dela. A buceta depilada e rosadinha. O clitóris grande dela. Começou a chupar ela com muita vontade. Sentia a Connie se revirar de prazer na cara dele. De vez em quando, ouvia ela pedir mais e mais.
Depois de uns minutos, levantou o olhar e viu ela com os olhos fixos nas costas dele. A Miranda se virou e viu no prédio da frente um cara de uns quarenta anos, vestido de terno, com o pau pra fora da calça, batendo uma.
Um pavor percorreu o corpo dela, entendeu na hora que a Connie sabia da presença dele e não tinha falado nada. Pulou da cama e correu pra fechar as cortinas.
— Que porra você tá fazendo, Connie? Cê tá maluca!!! Como é que cê não me avisa que tem um punheteiro olhando pra gente?????
Connie só conseguiu chorar.
15 comentários - Elas por cima.
"...lo que más le calentaba era que en el fondo, eran extraños, sin conexión. Que el pibito para ella también era un objeto, una pija sin rostro que la cojía hasta hacerla volver loca de placer."
Excelente...
Gracias...
Sin dudas no hace falta mostrar nada más que inteligencia para atraer mi atención y la de muchos!
Bravo! Y por supuesto espero más de esta linda vecindad 😘
El relato de hoy te deja pidiendo mas, tanto de ellas como del pendejo y su jefa, cuando pensas que la pareja de mujeres y su miron es lo mejor, aparecen ellos y sorprenden con lo que garchan. Gran relato. Espero el proximo post, saludos
Gracias por la mención!
Felicitaciones por el ascenso, pertener tiene bocha de privilegios...cuac
gracias y besos!