Já me pediram várias vezes pra contar como comecei a foder com meu irmão..
é uma história longa
Sempre vi ele como um cara muito gato, eu tenho 22 e ele 29, então desde pequena eu olhava pra ele com aquele olhar de menina apaixonada pelo irmão. A gente brincava junto, principalmente de bola, fazíamos tudo juntos. Eu era a princesinha mimada dele, me sentia assim, a bonequinha dele.
Quando ficamos mais velhos, não conseguia mais ver ele como só mais um cara.. sempre que podia, ficava olhando ele saindo do banho, ou quando se trocava pra sair, a verdade é que dava água na boca. O problema é que eu não tinha coragem de chegar nele nem fodendo, primeiro porque meus pais iam ficar putos comigo, e segundo porque não sabia quais eram as intenções dele comigo. Então decidi testar ele. Por vários dias/meses, provoquei ele, desde sair do banho semi nua, até esbarrar de propósito com a bunda nele, ou fingir que tava dormindo quando sabia que ele ia chegar, vendo TV de bruços com um shortinho minúsculo.. Quando me encontrava dormindo, sei que ele ficava me olhando e depois ia embora. Percebi várias vezes que ele passava e me encarava, mas nunca falou nada nem deu em cima.
Mas uma hora alguma coisa tinha que rolar....
Com meus pais, fomos pra casa dos meus tios, mas não fomos só nós, éramos 8 no carro. Então as mais leves iam no colo.. e eu fui com ele. Uma viagem de uns 45 minutos sentada em cima dele. Quando subi e sentei, ele me abraçou pela cintura e ficamos assim. Eu queria levar a situação pra outro nível, mas com a família no mesmo carro não dava pra fazer muita coisa, então me acomodei bem em cima da pica dele, e com o movimento do carro, cada freada era ideal pra eu me mexer um pouco mais do que o necessário. Ele nunca parou de me abraçar, e eu segurava a mão dele, tudo normal, a gente sempre foi muito grudado, então não era estranho.
Num momento, senti meu coração parar, quando senti a pica dele endurecer.
Não consigo explicar a Sensação gostosa que me deu sentir aquilo, o pau dele ficou duro e foi culpa minha, aquela putaria que comecei a sentir foi demais. A gente ficou assim e eu continuava me mexendo "por causa do carro", ele só continuava me abraçando sem falar nada. Quando a gente desceu, acabou tudo.
Já na casa dos meus tios, não parava de pensar e pensar no que tinha acontecido.
O dia inteiro foi normal, ele nunca deixou transparecer o que tinha rolado... mas eu sabia que a gente tinha que voltar... e isso significava subir de novo em cima dele.
Meu pai falou que já era hora, a gente se despediu de todo mundo e foi embora. De novo a mesma situação: ele me abraçou por trás e eu segurei a mão dele, mas dessa vez tudo começou muito rápido. Eu sentia que ele me procurava, queria me sentir, e eu queria a mesma coisa. Dessa vez ele não se escondeu e deixou eu sentir o pau dele duro, eu me mexia sem esperar o carro balançar, bem sutil, porque do lado tinha gente. Sentia o coração dele acelerado e sentia como ele se mexia pra me apertar mais forte. Tava muito molhada, queria fazer mais, mas não dava. Então a gente continuou assim até chegar em casa.
Chegamos em casa e ele foi direto pro banho, eu fui pro meu quarto e não vi ele até o dia seguinte.
Claramente me toquei pensando naquilo aquela noite, nunca tinha sentido assim pelo meu irmão, me dava muita curiosidade, tesão, excitação, saber até onde isso tudo ia chegar.
Depois de uns dias, não mais que 3, acho, papai e mamãe foram pra casa de sei lá quem, e eu fiquei sozinha com meu irmão. Algo me dizia que as coisas iam acabar muito mal e eu queria que acabasse assim..
Fiquei na sala vendo TV como sempre e ouço as chaves, era ele chegando de sei lá onde, a gente se cumprimentou e ele perguntou - cadê os velhos? Respondi que foram pra casa de sei lá quem e que disseram que voltavam umas 10 da noite. Cristian sorriu e falou ah beleza, vou tomar um banho. Saiu de cueca secando o cabelo com a toalha de mão. Preciso deixar claro que meu irmão é moreno, alto, e malha muito, por isso tem um corpo gostoso. Físico (muito bom físico). Eu, por outro lado, não sou alta, chego no ombro dele, por isso ele sempre me chama de nenenzinha.
Ele foi pra cozinha pegar algo pra beber e eu fui atrás dele com a desculpa de querer algo também. A gente se olhou e sorriu. Peguei o que queria beber e me apoiei na parede com o copo na mão. Ele preparou o dele e começamos a conversar sobre como foi bom não ter ido com os velhos e tal.
Em questão de nada, ele me pergunta: "O que a gente faz?" Fiquei surpresa e perguntei: "Faz com o quê?" Ele se aproximou, me deixando mais colada na parede, e ficou na minha frente, apoiando o cotovelo na parede, me encarando. Ele disse: "O que a gente faz com isso... com a gente..." enquanto passava a mão no meu rosto. Eu falei que não sabia, porque não sabia o que ele queria. Então ele disse:
— Não aguento mais, sabe quantas vezes eu te olhei sem você perceber? Sabe quantas vezes imaginei esse momento com você? Você não faz ideia do que eu senti no carro.
— Eu também senti muito no carro, e desde pequena sempre te olhei sem você perceber.
— Então para de me provocar, eu sei que o que você fez esses dias foi de propósito, percebia quando você esfregava essa bunda minúscula em mim de propósito.
Quando ele falou isso, me deu um beijo e me agarrou pela cintura. Não acreditei, a gente se beijou tão, mas tão gostoso. Fiquei com tesão na hora que ele me beijou. Ele dizia "sempre quis sentir sua boca" enquanto mordia meus lábios e começou a descer os beijos... Beijou meu pescoço, minha nuca, respirava fundo, e os beijos dele eram intensos. Quando vi que a coisa esquentou demais, falei: "Vamos parar, porque e se papai e mamãe chegarem?" Então ele pegou minha mão e disse: "Vamos pro meu quarto, se eles chegarem, a gente tava vendo TV."
Fomos de mãos dadas pra cama dele e começamos. Ele sentou na cama e tirou minha roupa enquanto eu tava em pé, beijou minha barriga, meu pescoço... Sentei em cima dele com as pernas abertas enquanto devorava a boca dele, o pescoço... A gente ficou pelado, ele me tocou toda, chupou meus peitos, passou a mão na minha bunda, e eu não conseguia ficar parada. atrás, desci e chupei ela. Foi a chupada de pau mais excitante que já fiz. Tava na minha frente o pau do meu irmão, durinho e bem duro. Chupei um pouco mais e ele pediu pra parar porque não queria gozar ainda. Aí ele me virou e meteu, bem devagarinho. Enquanto ia entrando, me olhava fixo sem falar nada, só sentindo. "Você tá muito molhadinha", ele disse, "amo ter você assim na minha cama, te comeria todo dia". Aí eu falei pra ele fazer, porque também queria que não fosse só uma vez. Ele continuou me comendo mais rápido até gozar. Ficou deitado comigo, me abraçando, nós dois pelados, nos olhando e rindo, pensando no que a gente tinha feito.
Quando já era umas 9, mais ou menos, preparei o jantar pra ele e comemos juntos. Conversamos sobre como ia ser daqui pra frente. Combinamos que não íamos levantar suspeitas de nada, mas que ia rolando naturalmente.
Ele me chama no WhatsApp e a gente troca fotos. Ele mostra como bate punheta pras minhas fotos. Também fala: "Hoje chego tal hora, me espera acordada que quero te comer de noite". Aí eu espero e a gente transa sem fazer barulho.
Somos como dois jovens normais que saem e transam, mas o bom é que ninguém desconfia de nada.
Essa foi a primeira vez que a gente transou. Espero que tenham gostado.
é uma história longa
Sempre vi ele como um cara muito gato, eu tenho 22 e ele 29, então desde pequena eu olhava pra ele com aquele olhar de menina apaixonada pelo irmão. A gente brincava junto, principalmente de bola, fazíamos tudo juntos. Eu era a princesinha mimada dele, me sentia assim, a bonequinha dele.
Quando ficamos mais velhos, não conseguia mais ver ele como só mais um cara.. sempre que podia, ficava olhando ele saindo do banho, ou quando se trocava pra sair, a verdade é que dava água na boca. O problema é que eu não tinha coragem de chegar nele nem fodendo, primeiro porque meus pais iam ficar putos comigo, e segundo porque não sabia quais eram as intenções dele comigo. Então decidi testar ele. Por vários dias/meses, provoquei ele, desde sair do banho semi nua, até esbarrar de propósito com a bunda nele, ou fingir que tava dormindo quando sabia que ele ia chegar, vendo TV de bruços com um shortinho minúsculo.. Quando me encontrava dormindo, sei que ele ficava me olhando e depois ia embora. Percebi várias vezes que ele passava e me encarava, mas nunca falou nada nem deu em cima.
Mas uma hora alguma coisa tinha que rolar....
Com meus pais, fomos pra casa dos meus tios, mas não fomos só nós, éramos 8 no carro. Então as mais leves iam no colo.. e eu fui com ele. Uma viagem de uns 45 minutos sentada em cima dele. Quando subi e sentei, ele me abraçou pela cintura e ficamos assim. Eu queria levar a situação pra outro nível, mas com a família no mesmo carro não dava pra fazer muita coisa, então me acomodei bem em cima da pica dele, e com o movimento do carro, cada freada era ideal pra eu me mexer um pouco mais do que o necessário. Ele nunca parou de me abraçar, e eu segurava a mão dele, tudo normal, a gente sempre foi muito grudado, então não era estranho.
Num momento, senti meu coração parar, quando senti a pica dele endurecer.
Não consigo explicar a Sensação gostosa que me deu sentir aquilo, o pau dele ficou duro e foi culpa minha, aquela putaria que comecei a sentir foi demais. A gente ficou assim e eu continuava me mexendo "por causa do carro", ele só continuava me abraçando sem falar nada. Quando a gente desceu, acabou tudo.
Já na casa dos meus tios, não parava de pensar e pensar no que tinha acontecido.
O dia inteiro foi normal, ele nunca deixou transparecer o que tinha rolado... mas eu sabia que a gente tinha que voltar... e isso significava subir de novo em cima dele.
Meu pai falou que já era hora, a gente se despediu de todo mundo e foi embora. De novo a mesma situação: ele me abraçou por trás e eu segurei a mão dele, mas dessa vez tudo começou muito rápido. Eu sentia que ele me procurava, queria me sentir, e eu queria a mesma coisa. Dessa vez ele não se escondeu e deixou eu sentir o pau dele duro, eu me mexia sem esperar o carro balançar, bem sutil, porque do lado tinha gente. Sentia o coração dele acelerado e sentia como ele se mexia pra me apertar mais forte. Tava muito molhada, queria fazer mais, mas não dava. Então a gente continuou assim até chegar em casa.
Chegamos em casa e ele foi direto pro banho, eu fui pro meu quarto e não vi ele até o dia seguinte.
Claramente me toquei pensando naquilo aquela noite, nunca tinha sentido assim pelo meu irmão, me dava muita curiosidade, tesão, excitação, saber até onde isso tudo ia chegar.
Depois de uns dias, não mais que 3, acho, papai e mamãe foram pra casa de sei lá quem, e eu fiquei sozinha com meu irmão. Algo me dizia que as coisas iam acabar muito mal e eu queria que acabasse assim..
Fiquei na sala vendo TV como sempre e ouço as chaves, era ele chegando de sei lá onde, a gente se cumprimentou e ele perguntou - cadê os velhos? Respondi que foram pra casa de sei lá quem e que disseram que voltavam umas 10 da noite. Cristian sorriu e falou ah beleza, vou tomar um banho. Saiu de cueca secando o cabelo com a toalha de mão. Preciso deixar claro que meu irmão é moreno, alto, e malha muito, por isso tem um corpo gostoso. Físico (muito bom físico). Eu, por outro lado, não sou alta, chego no ombro dele, por isso ele sempre me chama de nenenzinha.
Ele foi pra cozinha pegar algo pra beber e eu fui atrás dele com a desculpa de querer algo também. A gente se olhou e sorriu. Peguei o que queria beber e me apoiei na parede com o copo na mão. Ele preparou o dele e começamos a conversar sobre como foi bom não ter ido com os velhos e tal.
Em questão de nada, ele me pergunta: "O que a gente faz?" Fiquei surpresa e perguntei: "Faz com o quê?" Ele se aproximou, me deixando mais colada na parede, e ficou na minha frente, apoiando o cotovelo na parede, me encarando. Ele disse: "O que a gente faz com isso... com a gente..." enquanto passava a mão no meu rosto. Eu falei que não sabia, porque não sabia o que ele queria. Então ele disse:
— Não aguento mais, sabe quantas vezes eu te olhei sem você perceber? Sabe quantas vezes imaginei esse momento com você? Você não faz ideia do que eu senti no carro.
— Eu também senti muito no carro, e desde pequena sempre te olhei sem você perceber.
— Então para de me provocar, eu sei que o que você fez esses dias foi de propósito, percebia quando você esfregava essa bunda minúscula em mim de propósito.
Quando ele falou isso, me deu um beijo e me agarrou pela cintura. Não acreditei, a gente se beijou tão, mas tão gostoso. Fiquei com tesão na hora que ele me beijou. Ele dizia "sempre quis sentir sua boca" enquanto mordia meus lábios e começou a descer os beijos... Beijou meu pescoço, minha nuca, respirava fundo, e os beijos dele eram intensos. Quando vi que a coisa esquentou demais, falei: "Vamos parar, porque e se papai e mamãe chegarem?" Então ele pegou minha mão e disse: "Vamos pro meu quarto, se eles chegarem, a gente tava vendo TV."
Fomos de mãos dadas pra cama dele e começamos. Ele sentou na cama e tirou minha roupa enquanto eu tava em pé, beijou minha barriga, meu pescoço... Sentei em cima dele com as pernas abertas enquanto devorava a boca dele, o pescoço... A gente ficou pelado, ele me tocou toda, chupou meus peitos, passou a mão na minha bunda, e eu não conseguia ficar parada. atrás, desci e chupei ela. Foi a chupada de pau mais excitante que já fiz. Tava na minha frente o pau do meu irmão, durinho e bem duro. Chupei um pouco mais e ele pediu pra parar porque não queria gozar ainda. Aí ele me virou e meteu, bem devagarinho. Enquanto ia entrando, me olhava fixo sem falar nada, só sentindo. "Você tá muito molhadinha", ele disse, "amo ter você assim na minha cama, te comeria todo dia". Aí eu falei pra ele fazer, porque também queria que não fosse só uma vez. Ele continuou me comendo mais rápido até gozar. Ficou deitado comigo, me abraçando, nós dois pelados, nos olhando e rindo, pensando no que a gente tinha feito.
Quando já era umas 9, mais ou menos, preparei o jantar pra ele e comemos juntos. Conversamos sobre como ia ser daqui pra frente. Combinamos que não íamos levantar suspeitas de nada, mas que ia rolando naturalmente.
Ele me chama no WhatsApp e a gente troca fotos. Ele mostra como bate punheta pras minhas fotos. Também fala: "Hoje chego tal hora, me espera acordada que quero te comer de noite". Aí eu espero e a gente transa sem fazer barulho.
Somos como dois jovens normais que saem e transam, mas o bom é que ninguém desconfia de nada.
Essa foi a primeira vez que a gente transou. Espero que tenham gostado.
18 comentários - Minha primeira vez com meu irmão (como tudo começou)
Tenía ganas de conocer ñla historia desde el principio, muy bueno hermosa, a favoritos y te dejo los últimos puntos que me quedan
Sigan asi!
nadie sabe que el chico del chat sos vos 😉