A história que vou contar aconteceu quando eu tinha terminado o primeiro ano de faculdade e estava pronto pra curtir umas férias de verão tranquilas… só que algo… melhor dizendo, alguém ia bagunçar todo o meu mundo…
Naquele verão, chegou em casa minha priminha Anita, filha do irmão mais novo do meu pai, que vivia como agricultor, trabalhando as terras da família do meu pai num povoado pequeno no sul do país.
A família da Anita tava passando por uns apertos financeiros, teve uma colheita ruim, então decidiram mandar a filha mais velha pra casa dos meus pais (os tios dela), pra passar as férias de verão enquanto eles resolviam os problemas.
Eu tinha visto ela pela última vez uns anos atrás, quando ainda era uma menina, e olha, o tempo não passa em vão… agora a Anita era uma adolescente de dar água na boca. Ela teve um desenvolvimento precoce, por isso usava sutiã aos 10 anos, parecia que tinha um desequilíbrio hormonal ou algo assim, que os médicos tentaram controlar com uns remédios… e pelo que eu tava vendo (e agradeço por isso)… os remédios não fizeram muito efeito.
Bom, a Anita tinha uns 1,60m, com um peito apetitosamente desenvolvido (não enorme, mas bem formado), uma bunda que era uma delícia (redonda e firme), olhos castanhos, pele morena clara e cabelo castanho escuro e comprido, até o meio das costas… e com um sorriso de menina sapeca que te matava…
Quando eu vi ela, quase montei a barraca no meio da sala, na frente dos meus pais… pra aliviar o volume que tava crescendo na minha calça, tive que pensar em coisas bem desagradáveis… e pra completar meu martírio… a Anita ia dormir no quarto em frente ao meu.
A Anita começou a ajudar nas tarefas de casa, conquistando o carinho da minha mãe, com quem ia pra cima e pra baixo no mercado e fazer umas comprinhas. Comigo, a Anita se comportava de forma educada, mas meio envergonhada, parecia ser uma garota bem inocente. Afinal, ela vinha de uma cidade pequena.
Nem preciso dizer que os caras do bairro logo de olho nela, e me enchia o saco, o menos que me chamava de "cunhadinho" e outras palavras bem mais pesadas. Se eles soubessem que eu também queria botar a mão naquela novinha que todo mundo achava que tinha 18 anos ou mais, mas o problema é que eu era da família e ela era menor de idade. Então, se eu fizesse qualquer merda, com certeza ia virar um puta pandemônio dentro de casa.
A tarefa também ia ser difícil com a minha mãe como protetora dela... por mim, eu me deliciava olhando pra ela sempre que podia, principalmente quando ela varria, com aqueles shorts curtinhos, rebolando aquele rabo suculento... claro que eu tinha que me fazer de doido e disfarçar toda vez que minha mãe passava.
Num sábado quente pra caralho, minha mãe teve a brilhante ideia de eu levar minha priminha pra passear, porque ela só saía com a minha mãe ou ficava trancada em casa, era jovem e também precisava sair e conhecer a cidade…
Imagina, minha mãe queria que eu levasse ela pra conhecer minha faculdade, talvez pra motivar ela a estudar mais pra frente. Mas era uma ideia de merda, depois que vissem minha prima, meus amigos da faculdade iam cair na minha casa com qualquer desculpa, só pra tentar pegar minha prima.
Pra minha sorte, percebi que a ideia pareceu meio chata pra minha prima, eu também desanimei ela mais ainda, falando que, como todo mundo tava de férias, a faculdade ia estar vazia… Pra onde a gente ia?... Como tava um calor do caralho… e pra completar meu martírio… a menina teve a pira de ir pra piscina.
Por um lado, ia ser um puta espetáculo visual ver minha priminha com menos roupa que o normal, ver as curvas gostosas dela ao vivo… e por outro, ia ser uma tortura, era tipo: olha mas não toca… embora talvez eu pudesse dar um jeito de tocar em alguma coisa, mas "sem querer".
Me veio a ideia de levar ela pra uma piscina nos arredores da cidade, já que não queria trombar com nenhum amigo ou conhecido intrometido. da escola, do bairro ou da universidade, muito menos com algum parente que reconhecesse minha prima.
Apesar de a Anita usar um traje conservador, de uma peça só, suas curvas se destacavam nitidamente, despertando os olhares de vários lobos, que me incomodavam mais a mim do que a ela. Ela parecia não perceber os prodígios que a natureza lhe dera, e que nós homens estamos acostumados, quase por instinto, a observar.
Conforme a manhã passava, ela foi ganhando mais confiança, se soltou mais e começamos a brincar com coisas triviais. Até que escapou um comentário sexual meu, e notei que ela corou, então tentei não ir por esse caminho para não deixá-la desconfortável. Até que ela me disse:
— Primo, vamos para a água… — ela falou sorrindo como uma menina.
— Tá bem, mas já está na hora de você me chamar pelo nome… ou é que estou muito velho? — perguntei quase flertando, mas duvidava que ela percebesse.
— Não, de jeito nenhum, "João" — ela disse, enfatizando meu nome com uma provocação que eu nunca tinha ouvido antes, e completou: — mas vem, vamos nadar.
Entramos na água, e notei como os peitos dela endureceram rapidamente ao contato com a água fria, os bicos aparecendo através da roupa de banho, me dava vontade de mordê-los, saboreá-los, chupá-los... felizmente ela começou a nadar antes que eu colocasse essa ideia em prática.
Naquele dia nadamos, brincamos na água, e entre uma brincadeira e outra eu buscava um jeito de me aproximar e tocá-la discretamente para não despertar desconfiança. Assim consegui roçar nos peitos dela, nas coxas e dar uns abraços carinhosos… uffa, estava no paraíso, com os seios dela se abrindo contra meu peito e os bicos marcando minha pele.
Ela correspondia aos meus abraços com risadinhas inocentes que me faziam duvidar do que estava fazendo, depois se afastava jogando água em mim e rindo de forma safada. Notei como outros caras me invejavam e como adorariam estar no meu lugar. Anita também acabou percebendo, sobre tudo por um cara que parecia que nunca tinha visto uma mulher, o olhar cheio de tesão dele começou a incomodar ela.
- Ei, Juan, aquele senhor não para de me olhar... ela disse, meio nervosa.
- Quer que eu fale com ele? eu disse, quando na verdade eu queria era encher ele de porrada, ela percebeu minhas intenções.
- Não, não... Não arruma confusão... só... só finge que é meu namorado... assim ele vai saber que não estou sozinha e vai cansar de olhar... Anita pediu, tentando me acalmar.
- Tá bom... eu disse, mas ainda tava puto, então nem prestei muita atenção no que ela falava.
- Vem, vamos pra beira... ela disse, com medo, me pegando pela mão.
Na beira da piscina, ela tentava mudar de assunto pra me distrair, até que...
- Lá está ele de novo... ela disse, nervosa.
Fiz um movimento de querer sair da água, queria acertar as contas com aquele babaca que ficava encarando a Mili e incomodando nós dois... mas ela me segurou pelo braço.
- Vem... me abraça... falando isso, ela se colocou na minha frente e me abraçou.
Ao sentir os peitos da Anita de novo, esqueci de tudo... depois ela se virou, encostando as costas no meu peito, pegou minhas mãos e as levou devagar até a cintura dela. Instintivamente, apertei ela contra mim e a bunda enorme dela afundou na minha virilha... meu coração acelerou, assim como minha ereção.
As nádegas dela foram se abrindo, dando espaço pra minha ereção iminente... eu quase nem respirava, com medo de gozar rápido. Anita não reclamava, talvez nem percebesse, porque tava mais preocupada com aquele tarado que agora tinha entrado na água.
- Lá vem ele... ela disse, com medo.
Ela se virou, os peitos dela afundaram de novo no meu peito, eu vi aquele cara se aproximando nadando e olhei pra ele com ódio. Anita segurou meu queixo e fez eu virar a cabeça pra ela, quando conseguiu minha atenção, me olhou com carinho e... Depois... bom, depois... ela me beijou...
Me pegou de surpresa, me tomou de jeito, no começo não soube como reagir... aí lembrei das palavras dela "faz de conta que é meu namorado"... e devolvi o beijo com a mesma intensidade, ou até maior, que ela me deu. Parecia que não estava fingindo, e se estava... então era muito boa nisso.
- Uhmmm... ouvi um gemidinho baixinho na respiração ofegante dela.
Os lábios quentes e molhados dela passeavam, deslizavam pelos meus, e eu os prendia com paixão. Embora alguns movimentos dela fossem meio desajeitados e mostrassem que tinha pouca experiência, isso era compensado por uma mistura de ternura e tesão que os lábios dela imprimiam.
Não sei se foram segundos ou minutos que ficamos assim, só sei que quando o beijo acabou (não por nossa causa, mas porque um chato nos respingou água), eu estava segurando ela firme pela cintura, os braços dela rodeavam meu pescoço, nossas pernas estavam entrelaçadas e a cara de satisfação que ela mostrava era nítida, acho que a minha também.
Depois, caindo em si, percebendo a situação, ela se afastou um pouco e olhou ao redor, e notamos que aquele espião tinha sumido... quanto tempo teria passado?...
- Hããã... acho que já tá na hora de ir, primo... falou ela, meio envergonhada.
- É, você tem razão... respondi meio confuso, sentindo que ainda tava com uma certa ereção.
Ela saiu da água, vi de novo a silhueta bem torneada e molhada dela, até que se cobriu com a toalha:
- Juan, por que você não sai da água?... perguntou curiosa.
- Já já eu saio, vou dar um último mergulho... falei, não dava pra sair até a excitação baixar e a ereção diminuir.
Poucos minutos depois saí, nos trocamos e voltamos pra casa. No caminho quase não conversamos, na verdade estávamos cansados, sonolentos e pensativos pelo que tinha rolado... quase chegando em casa, ela criou coragem pra falar: Sobre o que aconteceu na piscina... sobre aquele senhor e depois... ela me disse, envergonhada.
Vendo pra onde a confusão tava indo na cabecinha inocente dela e sem deixar ela terminar, respondi:
- Não se preocupa... não vou falar nada... se você não falar nada... falei pra acalmar ela.
Anita me sorriu tímida, ainda não convencida.
- Esse vai ser nosso segredo... não deixa o que aconteceu estragar o dia gostoso que a gente passou na piscina... completei, tentando acalmar ela.
- É, você tem razão... ela respondeu mais animada.
Quando cheguei em casa, minha mãe tava nos esperando com um lanche e perguntas:
- E aí, como foi?
- Eu me diverti... falei, e lembrando do incidente do beijo, olhei pra minha prima e pisquei o olho.
- Eu também me diverti pra caramba, tia... ela disse e me olhou com um sorriso safado de cumplicidade.
Na sequência, Anita contou pra minha mãe tudo que a gente fez... bem, quase tudo... o que ela viu no caminho pra piscina e outras coisas que eu nem tava prestando muita atenção porque ainda tava lembrando do corpo da minha prima, da pele macia dela e, principalmente, daquele beijo inocente mas ardente.
Por sorte, um amigo da faculdade me ligou e me convidou pra uma festa que ele tava organizando pro fim do período. Aceitei na hora, queria tirar da cabeça aquele episódio com minha prima, pra não atrapalhar minha vida familiar normal.
Passei horas bebendo e dançando com umas minas que tavam longe de ter o corpo da minha prima, claro que vestidas mais chamativas, com roupas mais curtas, mas com menos pra mostrar. Assim, meio decepcionado por não encontrar ninguém que me fizesse esquecer a Anita... voltei pra casa completamente bêbado... cê sabe como é, o chão balança e tudo fica girando...
Não quis acordar meus pais entrando pela porta da frente que faz barulho, então entrei na surdina pela porta dos fundos, que dá num jardim. Cambaleando, me aproximei de casa, fiquei curioso pra ver minha priminha, o álcool no meu corpo tinha soltado minha libido. Tentando fazer o menor barulho possível, me aproximei da janela do quarto dela... e foi tão grande minha surpresa com o que vi, que praticamente me tirou do meu estado alcoólico...
Aquela garotinha inocente e doce aos meus olhos, que eu não queria estragar por causa da pouca idade e, principalmente, pelo nosso parentesco familiar, estava deitada na cama, se contorcendo de prazer... um prazer provocado pelos próprios dedos: acariciando a buceta jovem mas já peluda, enfiando o dedo do meio e tremendo a cada entrada naquela ppk molhada... acelerava os movimentos, parecia estar chegando ao clímax.
Eu olhava atônito, agachado na janela: Porra!, se essa menina não é tão inocente quanto eu pensava, então, como bom primo mais velho e experiente, acho que é meu dever ajudá-la... foi o que eu disse pra mim mesmo, e na minha consciência ainda bêbada, isso soou completamente lógico...
Então, sem mais hesitar, fui em direção ao corredor que levava à porta do quarto dela:
- Agora essa garota vai saber o que é bom... falei comigo mesmo.
Estava na frente da porta do quarto dela, girei a maçaneta devagar, sem fazer barulho... de repente, alguém acendeu a luz do corredor…
- Puta que pariu... murmurei.
Era meu pai... aparentemente, não tinha sido tão silencioso quanto pensei, e no meu andar desajeitado, tinha chutado um vaso. Ao me ver, meu velho disse bravo:
- Moleque!... você está tão bêbado que já não lembra onde é seu quarto... ali dorme sua prima... seu quarto é o da frente... então dá meia-volta e vai dormir... amanhã a gente conversa...
Resmungando, com o rabo entre as pernas, fui para meu quarto... mas tive que aliviar o tesão com uma baita punheta. Não ia conseguir dormir com toda a excitação acumulada depois de ver aquele espetáculo que minha "inocente" priminha me ofereceu.
Só tinha a certeza de que, daqui pra frente, minhas relações familiares com minha priminha iam ficar muito mais próximas... muito mais do que naquele dia molhado...
Continua...
Naquele verão, chegou em casa minha priminha Anita, filha do irmão mais novo do meu pai, que vivia como agricultor, trabalhando as terras da família do meu pai num povoado pequeno no sul do país.
A família da Anita tava passando por uns apertos financeiros, teve uma colheita ruim, então decidiram mandar a filha mais velha pra casa dos meus pais (os tios dela), pra passar as férias de verão enquanto eles resolviam os problemas.
Eu tinha visto ela pela última vez uns anos atrás, quando ainda era uma menina, e olha, o tempo não passa em vão… agora a Anita era uma adolescente de dar água na boca. Ela teve um desenvolvimento precoce, por isso usava sutiã aos 10 anos, parecia que tinha um desequilíbrio hormonal ou algo assim, que os médicos tentaram controlar com uns remédios… e pelo que eu tava vendo (e agradeço por isso)… os remédios não fizeram muito efeito.
Bom, a Anita tinha uns 1,60m, com um peito apetitosamente desenvolvido (não enorme, mas bem formado), uma bunda que era uma delícia (redonda e firme), olhos castanhos, pele morena clara e cabelo castanho escuro e comprido, até o meio das costas… e com um sorriso de menina sapeca que te matava…
Quando eu vi ela, quase montei a barraca no meio da sala, na frente dos meus pais… pra aliviar o volume que tava crescendo na minha calça, tive que pensar em coisas bem desagradáveis… e pra completar meu martírio… a Anita ia dormir no quarto em frente ao meu.
A Anita começou a ajudar nas tarefas de casa, conquistando o carinho da minha mãe, com quem ia pra cima e pra baixo no mercado e fazer umas comprinhas. Comigo, a Anita se comportava de forma educada, mas meio envergonhada, parecia ser uma garota bem inocente. Afinal, ela vinha de uma cidade pequena.
Nem preciso dizer que os caras do bairro logo de olho nela, e me enchia o saco, o menos que me chamava de "cunhadinho" e outras palavras bem mais pesadas. Se eles soubessem que eu também queria botar a mão naquela novinha que todo mundo achava que tinha 18 anos ou mais, mas o problema é que eu era da família e ela era menor de idade. Então, se eu fizesse qualquer merda, com certeza ia virar um puta pandemônio dentro de casa.
A tarefa também ia ser difícil com a minha mãe como protetora dela... por mim, eu me deliciava olhando pra ela sempre que podia, principalmente quando ela varria, com aqueles shorts curtinhos, rebolando aquele rabo suculento... claro que eu tinha que me fazer de doido e disfarçar toda vez que minha mãe passava.
Num sábado quente pra caralho, minha mãe teve a brilhante ideia de eu levar minha priminha pra passear, porque ela só saía com a minha mãe ou ficava trancada em casa, era jovem e também precisava sair e conhecer a cidade…
Imagina, minha mãe queria que eu levasse ela pra conhecer minha faculdade, talvez pra motivar ela a estudar mais pra frente. Mas era uma ideia de merda, depois que vissem minha prima, meus amigos da faculdade iam cair na minha casa com qualquer desculpa, só pra tentar pegar minha prima.
Pra minha sorte, percebi que a ideia pareceu meio chata pra minha prima, eu também desanimei ela mais ainda, falando que, como todo mundo tava de férias, a faculdade ia estar vazia… Pra onde a gente ia?... Como tava um calor do caralho… e pra completar meu martírio… a menina teve a pira de ir pra piscina.
Por um lado, ia ser um puta espetáculo visual ver minha priminha com menos roupa que o normal, ver as curvas gostosas dela ao vivo… e por outro, ia ser uma tortura, era tipo: olha mas não toca… embora talvez eu pudesse dar um jeito de tocar em alguma coisa, mas "sem querer".
Me veio a ideia de levar ela pra uma piscina nos arredores da cidade, já que não queria trombar com nenhum amigo ou conhecido intrometido. da escola, do bairro ou da universidade, muito menos com algum parente que reconhecesse minha prima.
Apesar de a Anita usar um traje conservador, de uma peça só, suas curvas se destacavam nitidamente, despertando os olhares de vários lobos, que me incomodavam mais a mim do que a ela. Ela parecia não perceber os prodígios que a natureza lhe dera, e que nós homens estamos acostumados, quase por instinto, a observar.
Conforme a manhã passava, ela foi ganhando mais confiança, se soltou mais e começamos a brincar com coisas triviais. Até que escapou um comentário sexual meu, e notei que ela corou, então tentei não ir por esse caminho para não deixá-la desconfortável. Até que ela me disse:
— Primo, vamos para a água… — ela falou sorrindo como uma menina.
— Tá bem, mas já está na hora de você me chamar pelo nome… ou é que estou muito velho? — perguntei quase flertando, mas duvidava que ela percebesse.
— Não, de jeito nenhum, "João" — ela disse, enfatizando meu nome com uma provocação que eu nunca tinha ouvido antes, e completou: — mas vem, vamos nadar.
Entramos na água, e notei como os peitos dela endureceram rapidamente ao contato com a água fria, os bicos aparecendo através da roupa de banho, me dava vontade de mordê-los, saboreá-los, chupá-los... felizmente ela começou a nadar antes que eu colocasse essa ideia em prática.
Naquele dia nadamos, brincamos na água, e entre uma brincadeira e outra eu buscava um jeito de me aproximar e tocá-la discretamente para não despertar desconfiança. Assim consegui roçar nos peitos dela, nas coxas e dar uns abraços carinhosos… uffa, estava no paraíso, com os seios dela se abrindo contra meu peito e os bicos marcando minha pele.
Ela correspondia aos meus abraços com risadinhas inocentes que me faziam duvidar do que estava fazendo, depois se afastava jogando água em mim e rindo de forma safada. Notei como outros caras me invejavam e como adorariam estar no meu lugar. Anita também acabou percebendo, sobre tudo por um cara que parecia que nunca tinha visto uma mulher, o olhar cheio de tesão dele começou a incomodar ela.
- Ei, Juan, aquele senhor não para de me olhar... ela disse, meio nervosa.
- Quer que eu fale com ele? eu disse, quando na verdade eu queria era encher ele de porrada, ela percebeu minhas intenções.
- Não, não... Não arruma confusão... só... só finge que é meu namorado... assim ele vai saber que não estou sozinha e vai cansar de olhar... Anita pediu, tentando me acalmar.
- Tá bom... eu disse, mas ainda tava puto, então nem prestei muita atenção no que ela falava.
- Vem, vamos pra beira... ela disse, com medo, me pegando pela mão.
Na beira da piscina, ela tentava mudar de assunto pra me distrair, até que...
- Lá está ele de novo... ela disse, nervosa.
Fiz um movimento de querer sair da água, queria acertar as contas com aquele babaca que ficava encarando a Mili e incomodando nós dois... mas ela me segurou pelo braço.
- Vem... me abraça... falando isso, ela se colocou na minha frente e me abraçou.
Ao sentir os peitos da Anita de novo, esqueci de tudo... depois ela se virou, encostando as costas no meu peito, pegou minhas mãos e as levou devagar até a cintura dela. Instintivamente, apertei ela contra mim e a bunda enorme dela afundou na minha virilha... meu coração acelerou, assim como minha ereção.
As nádegas dela foram se abrindo, dando espaço pra minha ereção iminente... eu quase nem respirava, com medo de gozar rápido. Anita não reclamava, talvez nem percebesse, porque tava mais preocupada com aquele tarado que agora tinha entrado na água.
- Lá vem ele... ela disse, com medo.
Ela se virou, os peitos dela afundaram de novo no meu peito, eu vi aquele cara se aproximando nadando e olhei pra ele com ódio. Anita segurou meu queixo e fez eu virar a cabeça pra ela, quando conseguiu minha atenção, me olhou com carinho e... Depois... bom, depois... ela me beijou...
Me pegou de surpresa, me tomou de jeito, no começo não soube como reagir... aí lembrei das palavras dela "faz de conta que é meu namorado"... e devolvi o beijo com a mesma intensidade, ou até maior, que ela me deu. Parecia que não estava fingindo, e se estava... então era muito boa nisso.
- Uhmmm... ouvi um gemidinho baixinho na respiração ofegante dela.
Os lábios quentes e molhados dela passeavam, deslizavam pelos meus, e eu os prendia com paixão. Embora alguns movimentos dela fossem meio desajeitados e mostrassem que tinha pouca experiência, isso era compensado por uma mistura de ternura e tesão que os lábios dela imprimiam.
Não sei se foram segundos ou minutos que ficamos assim, só sei que quando o beijo acabou (não por nossa causa, mas porque um chato nos respingou água), eu estava segurando ela firme pela cintura, os braços dela rodeavam meu pescoço, nossas pernas estavam entrelaçadas e a cara de satisfação que ela mostrava era nítida, acho que a minha também.
Depois, caindo em si, percebendo a situação, ela se afastou um pouco e olhou ao redor, e notamos que aquele espião tinha sumido... quanto tempo teria passado?...
- Hããã... acho que já tá na hora de ir, primo... falou ela, meio envergonhada.
- É, você tem razão... respondi meio confuso, sentindo que ainda tava com uma certa ereção.
Ela saiu da água, vi de novo a silhueta bem torneada e molhada dela, até que se cobriu com a toalha:
- Juan, por que você não sai da água?... perguntou curiosa.
- Já já eu saio, vou dar um último mergulho... falei, não dava pra sair até a excitação baixar e a ereção diminuir.
Poucos minutos depois saí, nos trocamos e voltamos pra casa. No caminho quase não conversamos, na verdade estávamos cansados, sonolentos e pensativos pelo que tinha rolado... quase chegando em casa, ela criou coragem pra falar: Sobre o que aconteceu na piscina... sobre aquele senhor e depois... ela me disse, envergonhada.
Vendo pra onde a confusão tava indo na cabecinha inocente dela e sem deixar ela terminar, respondi:
- Não se preocupa... não vou falar nada... se você não falar nada... falei pra acalmar ela.
Anita me sorriu tímida, ainda não convencida.
- Esse vai ser nosso segredo... não deixa o que aconteceu estragar o dia gostoso que a gente passou na piscina... completei, tentando acalmar ela.
- É, você tem razão... ela respondeu mais animada.
Quando cheguei em casa, minha mãe tava nos esperando com um lanche e perguntas:
- E aí, como foi?
- Eu me diverti... falei, e lembrando do incidente do beijo, olhei pra minha prima e pisquei o olho.
- Eu também me diverti pra caramba, tia... ela disse e me olhou com um sorriso safado de cumplicidade.
Na sequência, Anita contou pra minha mãe tudo que a gente fez... bem, quase tudo... o que ela viu no caminho pra piscina e outras coisas que eu nem tava prestando muita atenção porque ainda tava lembrando do corpo da minha prima, da pele macia dela e, principalmente, daquele beijo inocente mas ardente.
Por sorte, um amigo da faculdade me ligou e me convidou pra uma festa que ele tava organizando pro fim do período. Aceitei na hora, queria tirar da cabeça aquele episódio com minha prima, pra não atrapalhar minha vida familiar normal.
Passei horas bebendo e dançando com umas minas que tavam longe de ter o corpo da minha prima, claro que vestidas mais chamativas, com roupas mais curtas, mas com menos pra mostrar. Assim, meio decepcionado por não encontrar ninguém que me fizesse esquecer a Anita... voltei pra casa completamente bêbado... cê sabe como é, o chão balança e tudo fica girando...
Não quis acordar meus pais entrando pela porta da frente que faz barulho, então entrei na surdina pela porta dos fundos, que dá num jardim. Cambaleando, me aproximei de casa, fiquei curioso pra ver minha priminha, o álcool no meu corpo tinha soltado minha libido. Tentando fazer o menor barulho possível, me aproximei da janela do quarto dela... e foi tão grande minha surpresa com o que vi, que praticamente me tirou do meu estado alcoólico...
Aquela garotinha inocente e doce aos meus olhos, que eu não queria estragar por causa da pouca idade e, principalmente, pelo nosso parentesco familiar, estava deitada na cama, se contorcendo de prazer... um prazer provocado pelos próprios dedos: acariciando a buceta jovem mas já peluda, enfiando o dedo do meio e tremendo a cada entrada naquela ppk molhada... acelerava os movimentos, parecia estar chegando ao clímax.
Eu olhava atônito, agachado na janela: Porra!, se essa menina não é tão inocente quanto eu pensava, então, como bom primo mais velho e experiente, acho que é meu dever ajudá-la... foi o que eu disse pra mim mesmo, e na minha consciência ainda bêbada, isso soou completamente lógico...
Então, sem mais hesitar, fui em direção ao corredor que levava à porta do quarto dela:
- Agora essa garota vai saber o que é bom... falei comigo mesmo.
Estava na frente da porta do quarto dela, girei a maçaneta devagar, sem fazer barulho... de repente, alguém acendeu a luz do corredor…
- Puta que pariu... murmurei.
Era meu pai... aparentemente, não tinha sido tão silencioso quanto pensei, e no meu andar desajeitado, tinha chutado um vaso. Ao me ver, meu velho disse bravo:
- Moleque!... você está tão bêbado que já não lembra onde é seu quarto... ali dorme sua prima... seu quarto é o da frente... então dá meia-volta e vai dormir... amanhã a gente conversa...
Resmungando, com o rabo entre as pernas, fui para meu quarto... mas tive que aliviar o tesão com uma baita punheta. Não ia conseguir dormir com toda a excitação acumulada depois de ver aquele espetáculo que minha "inocente" priminha me ofereceu.
Só tinha a certeza de que, daqui pra frente, minhas relações familiares com minha priminha iam ficar muito mais próximas... muito mais do que naquele dia molhado...
Continua...
5 comentários - Anelzinho da Anita (01)