Uma noite – não faz muito tempo –, saí de casa com roupa íntima feminina (sutiã, calcinha fio-dental, cinta-liga e meias-calças) e na mochila levava o resto – salto alto, minissaia, blusa, peruca, maquiagem e umas cervejas para esquentar para quando já estivesse vestida na rua. Cheguei a um parque que fica ao lado da periferia e, tendo me acomodado num lugar para me trocar debaixo de uma árvore, tirei a roupa de homem por cima e fiquei de sutiã, calcinha fio-dental e meias. Tirei da mochila os saltos, a minissaia, a blusa, a peruca e a maquiagem para colocá-los ao mesmo tempo que abria uma cerveja para pegar calor e colocava a roupa de homem na mochila.
Coloquei os saltos, a mini, a blusa e todo o resto, deixando a mochila escondida com a roupa de homem guardada, depois comecei a caminhar já de salto, já como uma verdadeira puta. Levava comigo uma bolsa que usei para carregar acessórios enquanto andava de salto pelo parque e pelas calçadas, nessa bolsa levava cenouras grossas, creme e umas cervejas para o caminho.
Deixem-me dizer que já me sentia toda safada e fui subindo na passarela e alguns motoristas que passavam pela periferia conseguiam me observar, e alguns querendo parar sem conseguir, e isso me deixava mais excitada, saber que era observada por desconhecidos e eles sem poder fazer nada. Parei já na passarela para pegar uma cenoura que enchi de creme e comecei a enfiar no meu cu, me dando uma sensação prazerosa e tesuda, depois introduzi outra cenoura, sentia como se estivesse sendo penetrada por um homem de verdade, me sentia feita uma louca, puta excitada e safada, aumentando ainda mais o efeito da cerveja. Cabe notar que já tenho bastante técnica para dilatar meu cu me dedilhando antes de enfiar essas cenouras gostosas, então quando as enfio já não sinto dor, só prazer.
Não sei se há outras tvs como eu que gostem de sair na rua como putinhas, mas para mim causa uma grande sensação e excitação de me ver na rua toda entalada com roupa sexy e ouvindo o som das sandálias ao caminhar, sentir o vento batendo nas minhas pernas e ver a sombra das minhas pernas de salto, sentindo a adrenalina percorrer meu corpo e tomando uns drinks para pegar coragem e me soltar para andar na rua sabendo que posso ser vista.
Desci da ponte e continuei caminhando pela calçada e minha intenção de sair assim era só para ser vista pelos motoristas da marginal, porém eu não percebi que tinha mais alguém no parque e que estava perto de mim me observando e me seguindo por onde eu ia desde que cheguei no parque. Eu estava andando quando de repente ouvi uma voz que me disse:
Psiu, psiu, psiu. Mamacita, olha só, trouxe sua mochila que você deixou escondida pra não perder – eu fiquei gelada e senti um balde de água fria em todo meu corpo pelo susto e depois pelo medo que me invadiu—
Era um homem que não consegui distinguir nada além do boné e da calça jeans que ele estava usando e minha mochila…
Ele continuou dizendo: Sabe, você tá muito gostosa e eu adoro as minas como você, vi o que você fez com a cenoura e sabe, eu tô há cerca de um mês sem fazer amor e acho um desperdício você usar uma cenoura, se quer sua mochila vai ter que vir pegá-la e me pedir
Eu não sabia o que fazer, – eu só queria ser vista pelos motoristas, sabendo que eles não poderiam fazer nada e no entanto alguém estava muito perto de mim, sorrateiramente – queria fugir dele mas ele tinha minha mochila com minhas coisas e comecei a pensar nos possíveis caminhos que podia tomar, pensei nas seguintes opções:
1.- Sair correndo, mas era impossível, eu tava de salto alto e vestida de puta... Pra onde eu iria???, ele me alcançaria rapidamente e com certeza eu tropeçaria com esses saltos de 15 centímetros.
2.- Pensei também em gritar, mas estávamos num parque e caso alguma patrulha passasse por ali, em que estado eu encontraria???, vestida de puta, com uma cenoura na bunda, com três cervejas em cima e gritando socorro??? Tudo o que ela dissesse não me serviria pra nada…
3.- A terceira opção, era pedir pra aquele desconhecido e pedir que ele me desse minhas coisas pra eu vazar dali. E fiquei pensando… e se ele não quiser me dar a mochila??? E se ele pedir alguma coisa que eu não queira fazer???, Talvez se eu cooperar com ele, eu não teria problemas… No fim das contas, se eu tava vestida de puta era por um motivo…Nas minhas fantasias sempre tinha querido ser comida na rua, em saborear um pau duro na minha boca, como um doce chupando ele e sentir o gosto do gozo na minha boca e garganta…E foi o que fiz…
Já decidida eu disse (mas com medo); Me dá minha mochila, por favor e caminhei até ele, ele enquanto isso me percorria com o olhar da cabeça aos pés até que eu fiquei na frente dele e ele me disse: Aqui está sua mochila mas espera, quero conversar com você, pode ser???
Eu enquanto isso, sentia nervos de medo, mas ao mesmo tempo excitação por estar vestida de puta na frente de um homem, um homem desconhecido, que momentos antes tinha me chamado de “gata” e tinha dito que “gostava de gatas como eu”.
Ele me disse: gosto muito das suas pernas, ficam muito bem com esses saltos e essas meias… me deixa acariciar elas só um pouquinho..??? ---Eu fiquei gelada e depois ele disse---:, vai, deixa só um pouquinho e te dou a mochila…
Tive que dizer que sim, que só um pouquinho e ele disse pra gente ir sentar no banco que estava em um dos corredores do parque e nos sentamos. Eu estava atordoada com tudo que passava pela minha cabeça: medo, excitação, nervosismo...
Ele começou a acariciar minhas pernas e com uma das mãos pegou um dos meus tornozelos pra levantar minha perna e começou a beijar ela, enquanto me dizia: você tá uma delícia, suas pernas estão uma gostosura, mamacita… Depois baixou minha perna e pegou minhas duas pernas pra colocar sobre as pernas dele e continuou acariciando elas desde as coxas até os dedos dos meus pés, depois Ele me disse: quero que tire essa cenoura que você tem na bunda...
Fiquei pensando no que ele disse e percebi que era óbvio que ele queria me comer e que não me daria a mochila até eu dar o cu pra ele. Então me levantei, agachei, tirei a cenoura, me limpei e passei mais creme lubrificante. Pensei que, já que tava nessa, o melhor era me comportar que nem uma foxy e, ao mesmo tempo, realizar meu sonho de ser uma mulher de verdade e ter um pau na minha boca e na minha bunda. Seria – pensei – a putinha desse cara. Só de pensar nisso fiquei com muito tesão. Aí, tomei a iniciativa e, desinibida pelas cervejas e pelo tesão, fui direto pro meu homem, sem vergonha nenhuma, e pedi pra ele me mostrar o pau dele. Ele fez com gosto e disse: "Aqui tá, mamacita, quer ele todinho pra você?" Eu disse: "Sim, papi, quero ele todo pra mim" e imediatamente me ajoelhei na frente dele pra ter o pau dele na minha cara. Comecei a esfregar com a mão e depois coloquei na boca e comecei a chupar, olhando pra ele pra ver as expressões dele. Era incrível. Eu dizia: "Papi, sua piroca tá uma delícia, é meu picolé de chocolate e que gostoso, é uma delícia". Enquanto isso, ele me dizia: "Isso mesmo, putinha, agora é seu picolé só pra você, foxy. Você é muito putona, dá pra ver que é mais vagabunda que uma mulher..." O que ele disse me deu mais tesão ainda e continuei chupando, começando a chupar com mais intensidade até que ele pegou minha nuca e enfiou o pau na minha garganta pra gozar. Eu tava louca e não engoli o gozo na hora, deixei na boca pra saborear a porra. O sabor salgadinho do sêmen era estranho mas delicioso. Depois de saborear, engoli enquanto ele me olhava e dizia: "Que puta você é, é uma foxy gulosa".
Depois, convidei ele pra uma cerveja, ele aceitou, e perguntei se ele deixava eu chupar mais o pau dele enquanto ele bebia. Ele aceitou e, enquanto ele tava sentado tomando a cerveja, eu tava agachada chupando o pau dele já... Flácida, mas com as mamadas que eu dei, o pau dele ficou duro de novo e ele me disse: agora, vadia, quero que você sente nesse meu pau. Eu, de salto alto, meia-calça e minissaia, me aproximei dele segurando pelos quadris, direcionando minha bunda para o pau dele, e peguei o pênis dele com uma mão para encaixar na entrada do meu cu. De repente, ele me puxou com força e enfiou todo o pau no meu cu. No início, doeu mesmo, e eu pedi para ele tirar, mas ele não me soltava. Eu não conseguia levantar porque estava sentada no pênis dele e, com os saltos altos, não tinha força para me levantar e me soltar. Mas depois meu cu se acostumou com aquele ferro, e comecei a sentir prazer em ter aquele pau dentro de mim, então não quis mais parar. Pelo contrário, comecei a rebolar para aquele desconhecido e a apertar aquele pau com meu esfíncter. Ele percebeu e enfiou um dos dedos na minha boca para que eu chupasse como se fosse um pênis também, o que eu aceitei com prazer enquanto gemía delícia com o que aquele desconhecido estava me fazendo.
Depois, ele pediu para eu levantar um pouco para ele se acomodar. O que ele fez foi deitar no banco e me disse: cavalga nessa minha vergona, puta gulosa. Eu sorri e aceitei com prazer montar nele de novo. Abri minhas pernas para me acomodar, peguei o pau dele com as mãos e direcionei de novo para o meu cu, sentando com força naquele pau para cavalgar. Comecei a me mover em círculos, e minha bunda já se movia sozinha de tanto prazer que eu estava sentindo, enquanto meu homem me agarrava pelas nádegas e pelos quadris para enfiar mais aquele pau gostoso.
Eu realmente me sentia feliz, me sentia uma vadia de verdade, me sentia no êxtase enquanto via no chão minha sombra, onde dava para ver minha silhueta rebolando de prazer. Até que senti com força as mãos dele segurando minhas nádegas enquanto ele dizia: vadia, vou gozar, vou gozar, vou gozar... Então, eu rebolava ainda mais, como uma verdadeira vadia, para dar mais prazer a ele enquanto eu também estava gozando, enquanto eu... respondia, sim papai, enche meu cuzinho de porra, quero seu sêmen na minha bunda quente papai, que gostoso, que delicioso.
Depois me levantei e minhas pernas tremiam depois daquela foda que aquele cara me deu, e comecei a sentir nas minhas nádegas e pernas o sêmen escorrendo do meu cu, é uma sensação tão gostosa e tão gratificante.
Depois me despedi daquele cara e pedi que ele me desse a mochila, o que ele aceitou de boa, e ele disse que tinha adorado como eu estava vestida, que eu parecia muito putinha e que isso o excitou desde que me viu. Ele pediu meu telefone, mas dei um número falso, porque pra mim era só aquela aventura e nada mais. Eu também agradeci por ele me fazer sentir mulher, mas principalmente por me fazer sentir uma verdadeira gostosa.
Se você é mulher, homem ou um casal, e quer curtir comigo esse tipo de experiência, entre em contato, porque eu busco prazer e a vida é só uma.
Coloquei os saltos, a mini, a blusa e todo o resto, deixando a mochila escondida com a roupa de homem guardada, depois comecei a caminhar já de salto, já como uma verdadeira puta. Levava comigo uma bolsa que usei para carregar acessórios enquanto andava de salto pelo parque e pelas calçadas, nessa bolsa levava cenouras grossas, creme e umas cervejas para o caminho.
Deixem-me dizer que já me sentia toda safada e fui subindo na passarela e alguns motoristas que passavam pela periferia conseguiam me observar, e alguns querendo parar sem conseguir, e isso me deixava mais excitada, saber que era observada por desconhecidos e eles sem poder fazer nada. Parei já na passarela para pegar uma cenoura que enchi de creme e comecei a enfiar no meu cu, me dando uma sensação prazerosa e tesuda, depois introduzi outra cenoura, sentia como se estivesse sendo penetrada por um homem de verdade, me sentia feita uma louca, puta excitada e safada, aumentando ainda mais o efeito da cerveja. Cabe notar que já tenho bastante técnica para dilatar meu cu me dedilhando antes de enfiar essas cenouras gostosas, então quando as enfio já não sinto dor, só prazer.
Não sei se há outras tvs como eu que gostem de sair na rua como putinhas, mas para mim causa uma grande sensação e excitação de me ver na rua toda entalada com roupa sexy e ouvindo o som das sandálias ao caminhar, sentir o vento batendo nas minhas pernas e ver a sombra das minhas pernas de salto, sentindo a adrenalina percorrer meu corpo e tomando uns drinks para pegar coragem e me soltar para andar na rua sabendo que posso ser vista.
Desci da ponte e continuei caminhando pela calçada e minha intenção de sair assim era só para ser vista pelos motoristas da marginal, porém eu não percebi que tinha mais alguém no parque e que estava perto de mim me observando e me seguindo por onde eu ia desde que cheguei no parque. Eu estava andando quando de repente ouvi uma voz que me disse:
Psiu, psiu, psiu. Mamacita, olha só, trouxe sua mochila que você deixou escondida pra não perder – eu fiquei gelada e senti um balde de água fria em todo meu corpo pelo susto e depois pelo medo que me invadiu—
Era um homem que não consegui distinguir nada além do boné e da calça jeans que ele estava usando e minha mochila…
Ele continuou dizendo: Sabe, você tá muito gostosa e eu adoro as minas como você, vi o que você fez com a cenoura e sabe, eu tô há cerca de um mês sem fazer amor e acho um desperdício você usar uma cenoura, se quer sua mochila vai ter que vir pegá-la e me pedir
Eu não sabia o que fazer, – eu só queria ser vista pelos motoristas, sabendo que eles não poderiam fazer nada e no entanto alguém estava muito perto de mim, sorrateiramente – queria fugir dele mas ele tinha minha mochila com minhas coisas e comecei a pensar nos possíveis caminhos que podia tomar, pensei nas seguintes opções:
1.- Sair correndo, mas era impossível, eu tava de salto alto e vestida de puta... Pra onde eu iria???, ele me alcançaria rapidamente e com certeza eu tropeçaria com esses saltos de 15 centímetros.
2.- Pensei também em gritar, mas estávamos num parque e caso alguma patrulha passasse por ali, em que estado eu encontraria???, vestida de puta, com uma cenoura na bunda, com três cervejas em cima e gritando socorro??? Tudo o que ela dissesse não me serviria pra nada…
3.- A terceira opção, era pedir pra aquele desconhecido e pedir que ele me desse minhas coisas pra eu vazar dali. E fiquei pensando… e se ele não quiser me dar a mochila??? E se ele pedir alguma coisa que eu não queira fazer???, Talvez se eu cooperar com ele, eu não teria problemas… No fim das contas, se eu tava vestida de puta era por um motivo…Nas minhas fantasias sempre tinha querido ser comida na rua, em saborear um pau duro na minha boca, como um doce chupando ele e sentir o gosto do gozo na minha boca e garganta…E foi o que fiz…
Já decidida eu disse (mas com medo); Me dá minha mochila, por favor e caminhei até ele, ele enquanto isso me percorria com o olhar da cabeça aos pés até que eu fiquei na frente dele e ele me disse: Aqui está sua mochila mas espera, quero conversar com você, pode ser???
Eu enquanto isso, sentia nervos de medo, mas ao mesmo tempo excitação por estar vestida de puta na frente de um homem, um homem desconhecido, que momentos antes tinha me chamado de “gata” e tinha dito que “gostava de gatas como eu”.
Ele me disse: gosto muito das suas pernas, ficam muito bem com esses saltos e essas meias… me deixa acariciar elas só um pouquinho..??? ---Eu fiquei gelada e depois ele disse---:, vai, deixa só um pouquinho e te dou a mochila…
Tive que dizer que sim, que só um pouquinho e ele disse pra gente ir sentar no banco que estava em um dos corredores do parque e nos sentamos. Eu estava atordoada com tudo que passava pela minha cabeça: medo, excitação, nervosismo...
Ele começou a acariciar minhas pernas e com uma das mãos pegou um dos meus tornozelos pra levantar minha perna e começou a beijar ela, enquanto me dizia: você tá uma delícia, suas pernas estão uma gostosura, mamacita… Depois baixou minha perna e pegou minhas duas pernas pra colocar sobre as pernas dele e continuou acariciando elas desde as coxas até os dedos dos meus pés, depois Ele me disse: quero que tire essa cenoura que você tem na bunda...
Fiquei pensando no que ele disse e percebi que era óbvio que ele queria me comer e que não me daria a mochila até eu dar o cu pra ele. Então me levantei, agachei, tirei a cenoura, me limpei e passei mais creme lubrificante. Pensei que, já que tava nessa, o melhor era me comportar que nem uma foxy e, ao mesmo tempo, realizar meu sonho de ser uma mulher de verdade e ter um pau na minha boca e na minha bunda. Seria – pensei – a putinha desse cara. Só de pensar nisso fiquei com muito tesão. Aí, tomei a iniciativa e, desinibida pelas cervejas e pelo tesão, fui direto pro meu homem, sem vergonha nenhuma, e pedi pra ele me mostrar o pau dele. Ele fez com gosto e disse: "Aqui tá, mamacita, quer ele todinho pra você?" Eu disse: "Sim, papi, quero ele todo pra mim" e imediatamente me ajoelhei na frente dele pra ter o pau dele na minha cara. Comecei a esfregar com a mão e depois coloquei na boca e comecei a chupar, olhando pra ele pra ver as expressões dele. Era incrível. Eu dizia: "Papi, sua piroca tá uma delícia, é meu picolé de chocolate e que gostoso, é uma delícia". Enquanto isso, ele me dizia: "Isso mesmo, putinha, agora é seu picolé só pra você, foxy. Você é muito putona, dá pra ver que é mais vagabunda que uma mulher..." O que ele disse me deu mais tesão ainda e continuei chupando, começando a chupar com mais intensidade até que ele pegou minha nuca e enfiou o pau na minha garganta pra gozar. Eu tava louca e não engoli o gozo na hora, deixei na boca pra saborear a porra. O sabor salgadinho do sêmen era estranho mas delicioso. Depois de saborear, engoli enquanto ele me olhava e dizia: "Que puta você é, é uma foxy gulosa".
Depois, convidei ele pra uma cerveja, ele aceitou, e perguntei se ele deixava eu chupar mais o pau dele enquanto ele bebia. Ele aceitou e, enquanto ele tava sentado tomando a cerveja, eu tava agachada chupando o pau dele já... Flácida, mas com as mamadas que eu dei, o pau dele ficou duro de novo e ele me disse: agora, vadia, quero que você sente nesse meu pau. Eu, de salto alto, meia-calça e minissaia, me aproximei dele segurando pelos quadris, direcionando minha bunda para o pau dele, e peguei o pênis dele com uma mão para encaixar na entrada do meu cu. De repente, ele me puxou com força e enfiou todo o pau no meu cu. No início, doeu mesmo, e eu pedi para ele tirar, mas ele não me soltava. Eu não conseguia levantar porque estava sentada no pênis dele e, com os saltos altos, não tinha força para me levantar e me soltar. Mas depois meu cu se acostumou com aquele ferro, e comecei a sentir prazer em ter aquele pau dentro de mim, então não quis mais parar. Pelo contrário, comecei a rebolar para aquele desconhecido e a apertar aquele pau com meu esfíncter. Ele percebeu e enfiou um dos dedos na minha boca para que eu chupasse como se fosse um pênis também, o que eu aceitei com prazer enquanto gemía delícia com o que aquele desconhecido estava me fazendo.
Depois, ele pediu para eu levantar um pouco para ele se acomodar. O que ele fez foi deitar no banco e me disse: cavalga nessa minha vergona, puta gulosa. Eu sorri e aceitei com prazer montar nele de novo. Abri minhas pernas para me acomodar, peguei o pau dele com as mãos e direcionei de novo para o meu cu, sentando com força naquele pau para cavalgar. Comecei a me mover em círculos, e minha bunda já se movia sozinha de tanto prazer que eu estava sentindo, enquanto meu homem me agarrava pelas nádegas e pelos quadris para enfiar mais aquele pau gostoso.
Eu realmente me sentia feliz, me sentia uma vadia de verdade, me sentia no êxtase enquanto via no chão minha sombra, onde dava para ver minha silhueta rebolando de prazer. Até que senti com força as mãos dele segurando minhas nádegas enquanto ele dizia: vadia, vou gozar, vou gozar, vou gozar... Então, eu rebolava ainda mais, como uma verdadeira vadia, para dar mais prazer a ele enquanto eu também estava gozando, enquanto eu... respondia, sim papai, enche meu cuzinho de porra, quero seu sêmen na minha bunda quente papai, que gostoso, que delicioso.
Depois me levantei e minhas pernas tremiam depois daquela foda que aquele cara me deu, e comecei a sentir nas minhas nádegas e pernas o sêmen escorrendo do meu cu, é uma sensação tão gostosa e tão gratificante.
Depois me despedi daquele cara e pedi que ele me desse a mochila, o que ele aceitou de boa, e ele disse que tinha adorado como eu estava vestida, que eu parecia muito putinha e que isso o excitou desde que me viu. Ele pediu meu telefone, mas dei um número falso, porque pra mim era só aquela aventura e nada mais. Eu também agradeci por ele me fazer sentir mulher, mas principalmente por me fazer sentir uma verdadeira gostosa.
Se você é mulher, homem ou um casal, e quer curtir comigo esse tipo de experiência, entre em contato, porque eu busco prazer e a vida é só uma.
3 comentários - A putinha nas noites.