Enchendo o cu da Meli de porra

Bom dia! Vamo ver como sai o segundo relato, igual ao anterior, esse relato vai ser realidade-fantasia. São situações que aconteceram comigo e eu adiciono o que eu gostaria que tivesse rolado.





Enchendo o cu da Meli de porra



Quando me dei conta, já estava no quarto dela, na casa dela, tirando a roupa da Meli, aquela ex-colega de escola que na época foi minha namorada e que, apesar de termos terminado numa boa por questões da vida, a gente tinha se afastado.

Mas... como é que isso começou depois de quase 5 anos sem se ver?



Antes deixa eu contar pra vocês que a Meli foi uma das minhas primeiras namoradas no colégio, a gente ficou junto quase um ano até terminar de boa e, como eu disse, fazia quase 5 anos que a gente não se via.



Tudo começou num dia de junho, com muito vento e uma chuvinha, era sábado, e minha mina tinha um aniversário na casa da amiga dela ao meio-dia. Ela me pediu pra levar ela e eu topei na hora. Deixei ela na casa da amiga e combinamos que assim que ela soubesse que ia voltar, me avisava pra eu ir buscar ela.

Depois de largar ela, tava voltando pra casa e parei num semáforo. Aí vejo que, esperando o ônibus, tinha uma mina muito gostosa. Depois de prestar atenção, me pareceu que era a Meli. Na real, não tinha certeza se era ela, fazia tempo que não via. O semáforo abre e eu sigo em frente, pensando nela, que tava naquele dia horrível esperando o busão. Ando um quarteirão, dou a volta no quarteirão e paro no ponto de ônibus. Abro o vidro e, olhando pra fora, falo...



L‑ Meli, é você? Sou o Lucas.



Ela se abaixa pra poder ver pela janela, me olha e me diz...



M- Lucas Suarez?



L— Fala, Meli, da escola. Sobe aí que te dou uma carona, cê vai pra onde?



Ela entra no carro com a roupa meio molhada, aí eu ligo o aquecedor.



M— O que cê tá fazendo há tanto tempo? — chega perto e me cumprimenta com um abraço e um beijo na bochecha como há muito não recebia — tô indo pra Haedo na casa da minha irmã, te fica de boa?



Na verdade não, ficava super fora de mão pra mim, eu tinha que ir pro lado de Merlo, mas não dava pra deixar ela ali na chuva.



L- sim, tranquilo, vou te alcançar e dar um salve na sua irmã, faz tempo que não vejo ela, igual você - na época que a gente namorava, eu me dava super bem com a família - e aí, como é que cê tá, sua puta? nunca mais nos trombei, eu arrumei uma namorada, fui trabalhar e larguei a farra - e olhei pra ela, ela sorriu e eu pisquei o olho



M- haha, tu é um tarado, tô a mil, terminando a faculdade, quase me formo já, e me mudei, não moro mais aqui, por causa da faculdade fui pra capital, e aí, nos fins de semana venho ver minha irmã ou meus pais. E você, o que tem feito? Então tá namorando?



L- ah, que bom, que legal que você se forme. Eu, nada, só trabalhando. E sim, tô namorando há três anos — esclarecendo pra quem leu o relato anterior, isso foi uns dois anos depois de conhecer minha mina — mas tá tudo bem, graças a Deus. Recentemente fomos morar juntos.



M- Olha que legal! Eu me separei faz uns meses, por causa dos meus estudos e do trabalho dela, a gente se via muito pouco e não deu certo.



L- Ah, neguinha, que baderna.



Continuo mais um pouco a conversa, até que chegamos na casa da irmã, descemos os dois, minha ideia era só dar um oi e vazar, mas elas ficaram felizes de me ver e me fizeram entrar pra tomar alguma coisa. E a gente ficou batendo papo umas uma hora, mais ou menos, ou talvez mais, enquanto a gente conversava toca o celular, era minha mina que mandou um WhatsApp.



Namorada - algumas das minas não vieram por causa da chuva e vão chegar mais tarde, então é certo que vou jantar aqui.



L- Sem problema, me avisa quando quiser que eu vá te buscar e eu vou. Te amo.



Pra resumir um pouco e não encher o saco com o que não interessa, a gente ficou mais um tempo com a Meli e a irmã tomando uns mates, até que a Meli falou que ia embora, e eu também. A gente se cumprimentou, se despediu, e ela me pediu se eu podia dar uma carona até a estação. Subimos no carro e eu falei...



L- Minha mina vai ficar na casa de uma amiga até de noite, quer que eu te leve até tua casa?



M— Não, mano, olha, se tu vai até o centro, deixa eu pegar o trem, não quero te trazer problema.



L— Sério, Meli, com esse dia não vou fazer nada, te levo, beleza?



M- Bom, se quiser, bora. De quebra a gente se atualiza mais sobre a vida um do outro.



Subimos na estrada e, depois de passar as marchas, do jeito que tô acostumado quando vou com minha mina, peguei na mão dela. No começo nem percebi, mas depois caiu a ficha. Só que, quando vi que ela também segurou minha mão, não tirei. Durante a viagem toda, a gente se atualizou sobre a vida, conversamos, e o papo começou a desviar pra nossa ex-relação. Falando como a gente se divertia, que tínhamos compartilhado momentos legais e outras coisas que não vêm ao caso. Descemos da estrada, paramos num semáforo, nos olhamos, ela segurou minha mão e eu beijei ela — não hesitei nem meio segundo. Buzinaram atrás da gente, o sinal já tinha aberto. Engatei a primeira e arranquei.

Chegamos na casa, ela vai até o prédio onde mora, ficamos um tempão os dois calados nos olhando, e ela me diz.



M— Quer subir pra tomar alguma coisa? Tipo, como é que vai ficar sozinho em casa o dia inteiro.



Tenho que admitir que, se demoro pra responder aqui, mil sentimentos passaram pela minha cabeça e minha mente idiota não teve ideia melhor do que me fazer dizer...

L – Sim! Vou estacionar o carro no estacionamento da frente e volto.



Ela desceu pra abrir a porta enquanto eu guardava o carro. Antes de sair do carro, fiquei pensando na situação de novo, até que desci, atravessei a rua e entrei com ela no apartamento. Nós dois entramos no elevador, a porta fechou e, automaticamente, nos beijamos com paixão, como se ainda fôssemos namorados e estivéssemos meses sem nos ver. Chegamos no apê dela, entramos — um apartamento de dois cômodos muito bonito, confortável pra uma ou duas pessoas. Ela fechou a porta, ligou o aquecedor e me diz...



M— Vou me trocar, tô meio molhada e vejo que você também — a gente tinha se molhado um pouco antes de entrar no prédio, bem na hora que começou a cair a chuva forte — vem aqui que eu tenho uma camiseta do meu ex que deixou aqui, aí a gente põe sua roupa pra secar no aquecedor.



Não pensei duas vezes e fui pro quarto com ela de mão dada, feito dois apaixonados. Entramos, ela pegou uma camiseta e um short tipo de futebol pra mim e jogou na cama, e na sequência começou a se despir. Eu peguei minha roupa e falei...



L- Vou no banheiro me trocar.



M- Não seja bobo, troca de roupa aqui, quantas vezes a gente já se viu pelados?



Tinha razão, lembro de cada centímetro desse corpo gostoso e acho que nunca vou esquecer. Tirei os tênis, as meias e a calça, quando ia tirar a camiseta, ela já sem a blusa que vestia me diz...



M— não me ajuda com a calça jeans, tá meio molhada e não consigo tirar.



L—Dale.



Me levanto e vou até ela. Ela se joga na cama levantando as pernas. Eu me aproximo, passo minhas mãos pela cintura dela pra segurar o jeans. Antes de tirar, dou um beijo nela e começo a puxar a calça. Quando tiro, ela tá com as duas pernas pra cima e eu vejo perfeitamente aquela pussy linda dela. Mesmo de calcinha, lembrei do que era. Jogo a calça no chão, abaixo a calcinha e abro as pernas dela ao mesmo tempo pra me encaixar no meio, e dou um beijo suave na barriga dela. Vejo ela morder o lábio e segurar minha cabeça. Começo a dar mais beijos, descendo até chegar na calcinha. Tiro sem hesitar e olho praquela pussy que um dia eu já curti. Toda depilada, com um caminho de pelos na pelve. Mergulho no meio das pernas dela enquanto ela aperta minha cabeça com as coxas. Ela gemia de prazer e eu já tava com a cock dura, mas presa dentro da cueca. Com as mãos, levantei o sutiã dela e fiquei apalpando os peitos dela. Cada vez que apertava os bicos, ela gemia mais alto. Ela empurra minha cabeça pra trás, se senta e me diz...



M- Chegou a hora de te agradecer por me trazer.



Eu baixei a cueca, liberando meu pau que pulou na hora. Eu de pé e ela sentada na cama começou a chupar ele, sabia o que eu gostava, lembrava muito bem. Ela lambia a cabeça enquanto acariciava minhas bolas, pra depois enfiar tudo de uma vez na boca. Ficou um tempão assim, até que se levantou e me deu um beijo, enquanto com a mão continuava me masturbando.

Ela se inclina pra pegar umas camisinhas na gaveta, quando se abaixa, eu apoio ela por trás, olhando pra essa bunda linda que só ela tem. Ela vira, se abaixa e começa a me chupar, mas não!... ela tava colocando a camisinha com a boca. Me deixou louco, eu já queria meter nela, mas ao mesmo tempo queria aproveitar. Lembrei de tudo que vivi com ela e sabia que talvez isso nunca mais se repetisse. Ela terminou de colocar e me diz...



M- Deita aqui, gostosa, vamos nos divertir um pouco.



L— Dá cinco, falei—achei que meu celular tinha tocado—peguei o telefone, olhei e não tinha nada.



M- Tem tempo, ele me diz?



L- Pra você, sempre.



E aí eu beijo ela enquanto a gente se deita, subo em cima dela e começo a meter, ela agarrava minhas costas quase me arranhando, gritava como eu nunca tinha ouvido ela gritar, e tinha umas atitudes que durante nosso namoro ela não tinha, a gente continuou por um tempo até que ela me diz...



M- Me avisa antes de gozar.



L- Beleza, gostosa, tô te avisando.



Eu pensei: "uhh, ela tá passando muito mal". Naquele momento, me senti o pior, mas continuei com o mesmo pique de antes, metendo forte, do jeito que eu sabia que ela gostava. Falo pra ela: "já já, gorda". E pra minha surpresa, ela goza, tira a camisinha, fica de quatro e me diz...



M- Enche minha bunda de porra, bebê, você sempre pediu isso e hoje vai ser seu.



Não podia acreditar, tinha a Meli de quatro, me entregando a buceta, o que sempre quis. Cuspo bem no meio do cu dela, enfio devagar um dedo primeiro e vejo que ela reclama, mas tava gostando ao mesmo tempo. Quando o primeiro dedo já tava dançando, cuspo de novo e enfio um segundo dedo bem devagar, pra ela gozar e não sentir dor. Enfiava e tirava os dedos, ela gritava, tava adorando e curtindo. Tiro os dois dedos, me abaixo e dou um belo beijo grego nela, cuspo no meu pau e começo a enfiar a cabeça dele aos poucos. Ela se mexia pra frente de dor, mas senti que respirava e gemia muito excitada. Continuei empurrando devagar e falo.



L- Linda, cê tá bem?



M- Se beber, enfia tudo, quero a buceta cheia de porra.



Não sei o que tinha acontecido e também não ia perguntar, mas aquela não era a Meli, era uma foxy, que pedia por cock e cum aos berros.



Voltei a cuspir e comecei a meter mais forte, enfiando cada vez mais fundo a pica, até que já conseguia meter e tirar sem doer nela. Ela já não gemia, gritava, pedia por gozo, queria o cu cheio de porra e eu tava duro, aproveitando ao máximo aquilo. Sinto que vou gozar e começo a meter mais forte, ela com a mão começa a se tocar na buceta, gritando cada vez mais, gozei umas cinco vezes até encher o cu dela de porra, igual a puta gostosa que tava me pedindo. Gozei, saí da cama e não podia ter visão melhor. Tinha a Meli de quatro, com o cu bem levantado e escorrendo porra.

Fui no banheiro, me lavei um pouco, voltei e a Meli ainda tava ali de quatro mandando uma mensagem. Cheguei perto, dei um beijo nela e falei...



L- Gordi, tenho que me trocar e ir, já é quase noite.



M- Vale, gostosa, valeu por essa tarde linda, espero que você tenha curtido.



Acabei de me trocar e a Meli ainda tava de quatro escorrendo porra. Olho pra ela, dou outro beijo e falo.



L- Me perdoa, preciso ir, você tá bem?



M- Sim sim, pra sair não precisa descer, dá pra abrir por dentro sem chave.



Olho pra ela de novo, não sabia se tava em choque com tudo que a gente passou no dia ou o quê, mas olho a hora, pego minhas coisas e vou embora. O apto dela ficava bem do lado do elevador, fecho a porta e o elevador tava subindo, para no andar que eu tava, desce um cara da minha idade ou uns dois anos mais velho, me olha como se me conhecesse, cumprimento ele por educação, ele responde o cumprimento, entro no elevador e vejo ele entrando no apto da Meli com o próprio jogo de chaves. A porta do elevador fecha, saio na calçada, a chuva tinha parado, vou pegar meu carro. Entro e volto pra minha casa.



Até hoje não cruzei mais com ela e ainda fico pensando: será que o cara que entrou era o marido? Será que ele sabia que eu tava ali? Por isso que a Meli ficou na cama com a buceta cheia de porra? Será que ele aproveitou nosso encontro casual pra realizar uma fantasia com ele?... São respostas que nunca vou saber, mas juro que não vou esquecer a imagem de sair do quarto e ver a Meli de quatro, toda melada de porra.



Beleza, galera, espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo. Como sempre falo, aceito críticas pra poder melhorar. Não esqueçam que os pontos e comentários de vocês me ajudam a continuar com isso! Valeu!




4 comentários - Enchendo o cu da Meli de porra

anaypa +1
Buenisimo!
muchas gracias chicos, me alegro que les haya gustado!
tremendo!!!! me encanto
muchas gracias! la idea es que lo disfruten!
kmb1417 +1
Excelente relato, espero el siguiente. Muy buena historia y te pone a pensar. Saludos.
gracias por la buena onda!, la semana que viene seguro subo otro, esta en proceso
@AlpaloPorvos @AlpaloPorvos Excelente. Espero para leer que tienes preparado.