A putaria adora uma bagunça

Fala, galera do Poringa. Isso aconteceu comigo há duas semanas. A minha amiga Laura, vocês já sabem quem é, me ligou e falou: "Carlos, tenho um presentinho pra você, mas tem que se comportar bem. Topa?" Eu falei que não tinha problema, mas que ela me avisasse com tempo pra eu poder me arrumar. Combinamos que ela ia me avisar com antecedência. Dias depois, ela falou: "Pronto, tem que ser quarta-feira às 17h, depois que eu sair do trabalho." Eu falei que não tinha problema, já que ela me avisou numa sexta e eu tinha tempo pra me organizar.

Chegou o dia marcado. Eu me organizei no trampo e falei pros caras que ia ficar ocupado a tarde toda, que se precisassem de algo, eu tava em outro lugar trabalhando. Óbvio que eles sabiam que eu ia cair na putaria. Pra minha parceira, eu falei que não sabia que horas ia terminar o serviço, porque a gente tinha que finalizar o trampo de qualquer jeito. Como a gente mora em casas separadas, não tinha muito problema quando eu chegasse.

Às três da tarde, fui pro meu apê, tomei um banho e, como ela disse que eu não podia vacilar, tomei meia dose de Ayudin. E, bom, com quarenta e poucos anos, às vezes a gente precisa de uma ajudinha. Na hora marcada, fui pro apê da Laura. Como ela mora no centro, deixei a caminhonete num estacionamento e liguei pra ela descer e ficar pronta pra me abrir a porta, porque no centro de Mar del Plata qualquer um pode te ver. Peguei minha mochila com o macacão (porque eu tinha que chegar em casa com roupa de trabalho, só por precaução). Cheguei no prédio e lá estava a Lau. A gente se cumprimentou e, enquanto subíamos pro apê, ela falou: "Você não sabe a surpresa que tenho pra você." "Tanto mistério, mina, você me assusta!" Ela riu e falou: "Já vai ver."

Quando chegamos no apê, ela me fez entrar primeiro. E que surpresa eu tomei! Fiquei pasmo, e pela cara dela também, nenhum dos dois imaginava que a gente ia se encontrar ali pra transar.

Vou contar quem é a surpresa: ela é a Mariela, 1,70m, loira, olhos castanhos, uns 42 anos, magrinha, peitão bonito e nem preciso falar da raba. De família rica e muito refinada. Ela é A esposa do dono da empresa onde a Laura trabalha, e é por aí que todo mundo se conhece. Os caras chamam ela de "cagona" porque quando entra na empresa mal cumprimenta, e quando ajudava o marido com o balanço da empresa e o pouco tempo que passava com a galera, só falava das viagens pro exterior — imagina que nem no escritório ela entrava.

A Laura se adianta e, vendo a cara que ela fez, fala: "Fica tranquila, Mariela, ele é de total confiança e muito bom." Na hora, a Laura abriu um vinho bom, do jeito que ela gosta de tomar, e serviu três taças. Enquanto a gente bebia, a Laura me disse: "Ela é bi e é a primeira vez que faz isso com um homem que não é o marido, e ele também não sabe sobre ela." "Ok", respondi, e olhando pra Mariela falei: "Fica tranquila que isso não sai daqui, e a gente vai se divertir pra caralho."

A Laura, que ainda tava com a roupa do trabalho, disse: "Bom, vou tomar um banho e me trocar pra ficar confortável, já volto." Nisso, a Mariela já tinha terminado a taça de vinho de nervoso que tava. Eu falei: "Fica tranquila, relaxa", enquanto servia outra taça pra ela. Enquanto ela levava a taça aos lábios, eu fui por trás e comecei a tirar o casaquinho que ela tava usando, afastei o cabelo dela e comecei a beijar o pescoço dela. Ela largou o vinho e apoiou as mãos na mesa da sala. Eu continuei com os beijos no pescoço e na orelha, enquanto olhava pelo espelho do móvel pra ver como ela reagia — até que ela foi relaxando e começou a virar o pescoço, me dando espaço pra minhas carícias.

Aí eu virei ela, e agora de frente a gente começou a se beijar, e aos poucos ela foi cedendo. Peguei a mão dela e levei até minha calça pra ela acariciar meu pau por cima. Comecei a desabotoar a camisa dela e depois tirei o sutiã, deixando aqueles peitões lindos à mostra. Enquanto eu chupava eles e ela soltava uns gemidinhos, eu desabotoei minha calça, deixando meu pau de fora, e fiz ela tocar nele. Tudo era suave e doce, do jeito que ela parece ser. Depois, me endireitei e fiz ela se ajoelhar. Agache e comece a chupar meu pau, enquanto com uma mão segurava ele pelo tronco e com a boca doce engolia até o fundo, com movimentos repetitivos, tudo pra dentro, tudo pra fora. Depois de um tempo, com meu pau bem duro, levanto ela e coloco sobre a largura da mesa, erguendo suas pernas e puxando a saia. Me abaixo pra começar a comer aquela buceta que já estava molhada, puxo a calcinha fio dental e começo a saborear aquela linda grutinha, devorando o clitóris e os lábios, enfiando a língua o mais fundo que podia enquanto brincava com meus dedos também. Ela já gemia sem vergonha, quando achei que já estava pronta — porque ela não falava, só gozava e fazia o que eu mandava — tirei uma camisinha do meu bolso e coloquei. Me levanto e começo a meter devagar. Ela ergueu a cabeça e, com cara de quem estava gozando, me olhava e sentia minha pica entrando devagar. Uma vez dentro até o fundo, ela jogou a cabeça pra trás e eu comecei a foder ela. De vez em quando tirava e passava a língua, pra depois colocar de novo. Enquanto estávamos transando, Lau me abraça por trás, apoiando os peitos e passando as mãos no meu peito, começa a seguir meu ritmo e sussurra no meu ouvido: "Tá comendo a putinha, viu? Que gostosa que ela é!" Depois começa a beijar minhas costas enquanto desce até chegar na minha bunda, onde abre com as mãos e dá uma chupada no meu cu. Ela sabe que isso me excita pra caralho. Depois me faz abrir as pernas e chupa bem minhas bolas e meu cu. Em seguida, se levanta e fica do nosso lado, e enquanto acariciava os peitos de Mariela, diz: "Começaram sem mim, que maldade!" Com a outra mão, tira meu pau, dá umas chupadas e diz: "Hmm, que sabor gostoso que minha amiga tem!" E aí vai pra boca dela e come ela, enquanto eu fodiamos, elas se fundiam num beijo só e chupadas de peito. Depois Lau nos separa. Mariela desce da mesa e tira a saia e a calcinha. Eu não podia acreditar no corpo que ela tinha. Depois de ter três filhos, ela ficou assim. Lau, sei lá de onde, tira um consolador preto daqueles que se prende na cintura, passa vaselina e manda a Mariela ficar de quatro na mesinha de algarrobo. Depois de chupar bem a bunda dela, começa a meter devagar no cu. Mariela baixava a cabeça e reclamava um pouco, mas Lau parece ter toda a experiência do mundo. Ela me diz: "Tô preparando ela pra você", e em seguida: "Fica na frente dela pra ela te chupar". Lau sempre gosta de dar as cartas.

Depois que dilatou, Lau começa a comer o cu dela enquanto eu colocava meu pau na boca de Mariela. No ritmo de vai e vem, meu pau entrava e saía, e ela me dava uma chupada do caralho. Aí Lau sai de trás, senta no sofá, puxa a calcinha de lado e manda a Mariela chupar a pussy dela. Daí a pouco, Lau coloca uma camisinha no consolador e faz a Mariela sentar em cima. Depois que ela enfiou tudo, Lau me faz um sinal pra eu entrar por trás. Então, bem devagar, fui enfiando. Claro que entrou fácil, e nós dois começamos a comer ela. Dava pra sentir o consolador do outro lado.

Não sei quantas vezes a Mariela gozou, mas ela não parava de gemer e de se beijar com a Lau. Lau me diz: "Goza na boca dela". Eu já não aguentava mais. Quando tive pronto, tirei do cu, tirei a camisinha, e a Mariela, virando o corpo, colocou na boca. Enchi ela de porra. Quando tirei, Lau segurou o rosto dela e se beijaram gostoso. Eu sentei do lado do sofá, vendo elas continuarem se beijando e chupando os peitos uma da outra.

Depois, Mariela sai de cima dela, tira o consolador, se ajoelha na frente da pussy da Lau e dá uma chupada tremenda, com dedos e tudo, suave mas apaixonada. Lau não demorou pra gozar.

Recuperando as forças, Mariela me conta que sempre gostou de homens e mulheres, mas por causa da família sempre teve que se reprimir. Que já faz uns anos que, aproveitando as viagens pra Buenos Aires quando vai sozinha a negócio, ela vai pra... encontrar umas minas iguais a elas e foi aí que num bar ela encontrou a Lau. A gente riu um monte, tanta viagem, e ela foi se encontrar com a funcionária dela. Depois de um tempo, a Lau levanta e, segurando a mão dela com uma mão e o brinquedo com a outra, fala: "isso não acabou, hoje é teu dia, gata", e a gente foi pro quarto. Entramos no quarto e a Lau empurra ela na cama, se joga por cima e começa a beijar. Eu entendi que aquele era o momento delas a sós, então peguei uma cadeira que tinha, coloquei bem do lado da cama e fiquei curtindo o momento. As duas se beijavam apaixonadamente, doce, devorando a boca, o pescoço, a orelha, os peitos, enquanto faziam movimentos como se estivessem transando, se esfregando a buceta. Tudo era tão doce que era um prazer ver aquilo. Mesmo já tendo ficado com a Lau com outra mulher, nunca tinha visto um ato tão doce. Eu parecia um moleque com brinquedo novo, não queria perder nada. A Lau começa a descer até chegar na buceta dela e começa a chupar com uma delicadeza impressionante. A gente aprende muito vendo duas mulheres se beijarem. A Lau chupava a bocetinha dela enquanto brincava com os dedos, metendo nela. A Mariela era só gemido. Depois a Lau sobe e, fazendo uma tesourinha, fode ela, era um vai e vem entre as bocetinhas bem depiladas e se beijando com toda paixão. Não sei quantas vezes a Mariela gozou, mas foram várias. Depois a Lau deita de barriga pra cima e a Mari sobe pra chupar a buceta da Lau. A Lau se estica e, na mesinha de cabeceira, pega uma camisinha — aliás, tinha uma caixa grande de preservativos, parece que usa muito o brinquedo —, coloca no consolo e passa pra Mari. Ela coloca e começa a penetrar a Lau com as pernas pra cima. Eu já tava voando e me masturbando bem devagar. Ficaram assim por um tempo até que a Lau fica de quatro, mas agora ela fica olhando pra mim. A Mari coloca de novo por trás e a Lau gemia igual uma louca, mordendo a cama. Sabana, num momento ela levanta a cabeça e estica a mão pra pegar na minha pica. Eu levanto, chego perto e ela manda pra boca, chupando tudo. Meu pau entrava e saía no ritmo das estocadas que eu dava nela. Depois de um tempo, ela tirou o pau da boca e começou a gozar igual uma louca.

Mariela tira o consolo por ordem da Lau, que manda ela deitar de barriga pra cima e diz: "Agora é tua vez." Eu coloco uma camisinha e penetro naquela buraquinho delicioso e quente igual uma fogueira. Lau senta em cima da cara dela e Mariela começa a chupar a buceta dela. Eu alternava entre meter e chupar a buceta da Mariela. Ela gozou mais duas vezes, e na última ela fala: "Para, não aguento mais." Então Lau sai de cima, elas se beijam de novo, e depois ela manda Mariela colocar o consolo de novo. Lau monta nela, chupando tudo, e eu entro por trás. Ficamos assim um tempinho, mas o brinquedo ficava saindo, então trocamos. Eu deitei de barriga pra cima, ela enfiou o consolo no cu de novo, e Mariela meteu na buceta, com as costas da Lau encostadas no meu peito. Isso foi bom pra mim, porque eu mexia menos e aguentava mais. Depois de um tempo, Lau começou a gozar igual uma louca. Quando eu tava quase gozando, eu tiro ela de cima, tiro a camisinha e enfio na boca da Lau, descarregando toda a minha porra, enquanto eu gritava de prazer. Depois de chupar um pouco, eu tiro o pau e elas se beijam de novo.

Foi uma tarde super linda que nunca vou esquecer, não só porque comi a puta da esposa do patrão, mas porque foi uma das melhores fodas que já tive. Mariela tava mais que satisfeita, parecia destruída, ou seja, tinha curtido ao máximo. Mariela tomou banho e teve que ir embora porque os filhos tavam com a babá. Lau me fala: "Gostou do presentinho? Mas não se ilude, essa aqui é minha, sozinha." A gente riu. Eu tomei banho pra tirar o perfume francês da Marie, vesti o macacão e voltei pra casa mais que feliz. Desculpa ter sido tão longo, mas... valeu contar tudo junto e, além disso, tô super feliz. Espero que tenha curtido tanto quanto eu. Beijos.

3 comentários - A putaria adora uma bagunça

muy bueno que fiestita se armaron 😀 gracias por compartir
si la armo Lau pero quede loco, gracias
Cuida el trabajo
si es verdad, pero esta no me la podia perder