Olá! Hoje a gente começa uma nova saga kkkk espero que vocês gostem, e se for o caso, deixa um comentário aí falando o que acharam e se querem que a história continue.
Saudações e beijos.
Sinopse: Daniela é uma novata no sexo... a coitada mal se masturba e não é muito fã de práticas incestuosas... mas nas férias com o pai, perdida numa linda ilha paradisíaca... o que será que ela vai aprender com ele?
Não me lembro quando foi a última vez que tirei sete numa prova de cálculo. A verdade é que me irritava pra caralho saber que eu era só mais uma no meio dos meus colegas de classe, cujas melhores médias variavam entre sete e oito. Mas eu... ah, eu era um caso diferente. Eu era uma gênia, uma cdf, pode-se dizer, uma garota que passava horas e horas estudando no quarto só pra ter as melhores notas, e hoje, do nada, tudo por causa da minha estúpida colega de quarto e das festinhas dela com os amigos, eu tirei uma nota horrível na minha prova final. Ela tinha ferrado todo o meu histórico acadêmico! E isso me deixou puta da vida.
— Joan! — gritei ao entrar no quarto — Sua vaca, por sua culpa!
Mas Joan não ia me dar bola. Ela estava no beliche de baixo, pelada, com aquele rabo perfeito dela enfiando a pica do namorado. Ela nem se deu ao trabalho de parar. Virou-se, ainda de quatro, e me olhou com raiva.
— Dá pra bater antes de entrar?
— Eu... — fiquei vermelha. Joan costumava transar quando eu não estava porque sabia que me incomodava ouvir ela gemer — Quer se acalmar? Quem tá aí embaixo?
— Sou eu — disse Carlos, me cumprimentando como um babaca com aquele sorriso de felicidade dele.
— B-bom, então esse também é meu quarto. Vão embora.
— Ah... qual é, Daniela. Pelo menos deixa eu depositar alguma coisa dentro da sua amiga.
— Ai, vocês me dão nojo — falei e saí por um momento.
Não precisei esperar muito. Dez minutos depois, Carlos saiu com uma risada feliz e me deu um beijo na bochecha. Abotoando a camisa, foi embora e eu voltei pro quarto. Minha amiga Joan estava colocando uma camisola pra cobrir o corpo nu. Eu larguei minha mochila na minha escrivaninha e vi que a dela estava uma bagunça enquanto a minha era uma ode à organização. Éramos tão diferentes uma da outra, e ainda assim nossa amizade era forte.
—Ai, Daniela. Foi uma delícia! Cada vez ele tá melhorando — ela tirou uma cadernetinha da gaveta e riscou o nome do Carlos, de uma longa lista de homens. Depois deu uma nota oito, que era a pontuação que ela dava pra todos os caras com quem transava.
—Um oito? — levantei a sobrancelha —. Esse pau te enterrava no cu inteiro.
—Sim... mas ele levou oito porque só gosta de fazer daquele jeito. Não tem variedade. Ele me pegou de quatro e de papai e mamãe, além do que você já viu.
—Bom, e o que você esperava?
Ela revirou os olhos e olhou pro meu lixo. Gritou, ofendida.
—Daniela! Por que você jogou fora o livro de kama sutra que te dei?
—Porque não preciso — falei, pegando meus livros pra guardar —. Além disso, fiz o mesmo com as bolinhas chinesas que você me deu. Não tirei nem da embalagem, tão bem guardadinhas.
—Era pra você enfiar no cu...
—Sim, mas não tenho interesse em me furar sozinha.
—Pff, não vou te dar mais nada. Ai, mulher, se você não tem vida sexual, pelo menos pode brincar sozinha. Ou é que você é lésbica?
—Claro que não.
—Ah, fala sério... — sorrindo, ela se aproximou por trás e passou a mão na minha bunda por cima da saia. Eu me arrepiei e deixei ela continuar com um toque obsceno, esfregando minhas nádegas —. Tão macia... não se faz, eu já te vi no chuveiro. Você tem uma buceta muito gostosa.
—Você acabou de transar, Joan — respondi —. E continua insaciável.
—Ah, pelo amor de Deus... — ela levantou minha saia e enfiou a mão entre as minhas calcinhas, acariciando minhas nádegas. Apoiei as mãos na escrivaninha, porque porra... minha bunda era uma parte tão sensível do meu corpo. Adorava sentir aquelas mãos nas minhas nádegas. Eu mesma, no banho, adorava me apalpar com sabão e me abrir um pouquinho. Imaginava como minha bunda devia ficar daquela perspectiva. Joan me deu um beijinho no pescoço, e foi aí que me afastei, fingindo que precisava pegar um livro dela. mesa.
—Não me toca assim. Já te falei que me incomoda.
—Faz um ano que somos colegas de quarto, mulher, e você só me deixou chupar uma tetinha sua, e só porque a gente tava jogando garrafa com uns amigos. Um dia você vai cair nos meus encantos, Daniela.
—Haha! Isso a gente vai ver —olhei pro quarto e vi então um preservativo cheio de porra. Torci os lábios e peguei ele com nojo —. Nossa… tá sujo.
—Ai, que gostoso. Ainda tá quente —disse minha amiga e tirou ele de mim. Eu me virei pra terminar de pegar meus apontamentos e começar a estudar —. Sabe? Você devia ouvir meu conselho e arrumar um cara bom pra transar.
—Não enche o saco, Joan… —olhei pra ela. A pervertida tava com o preservativo cheio de sêmen na boca e começou a chupar ele como uma criança chupando um pirulito. Quando viu minha cara de nojo, pigarreou e jogou o preservativo no lixo.
Depois ela sentou na mesa e cruzou as pernas. Como não tava usando nada por baixo, as coxas torneadas dela, que antes estavam bem abertas, ficaram super sensuais, e a parte bissexual em mim tremeu um pouco. Sem dúvida, Joan e eu já tínhamos tomado banho juntas só pra ganhar tempo e chegar cedo nas aulas, e durante esses dias, ela tinha zuado a minha buceta por ter um pouco de pelo. A dela era totalmente lisinha. Desde aquele dia, eu passei a me depilar bem pra não ser motivo das piadas dela. Por outro lado, não ia negar que minha amiga me atraía, porque ela era muito gostosa e ardente, e até tinha namorado um dos irmãos dela por seis meses antes de ela decidir vir estudar aqui e virar minha colega de quarto.
Deixei esses pensamentos de lado e fui tomar banho. Me vesti igual a ela, confortável, com uma fio dental, uma camisola e nada mais. Liguei o ar-condicionado e, assim, leves de roupa, sentamos pra estudar e fazer as tarefas.
Foi mais tarde, quando ela já tava exausta de tanto dever, que bateram na porta. Eu abri. Quem tava lá era Nicolás, um cara de intercâmbio que vinha da Rússia. Era bonito, alto, quase dois metros de altura e com uma cara de anjo depravado e sensual.
—Ah… Nico. Na hora certa —disse minha amiga, levantando-se feliz pra dar um beijinho na ponta da boca dele.
—Vocês vão…?
—Você vai ficar com a gente, né? —perguntou Joan, se deixando abraçar pelo novo amante. Ele não aguentou e começou a apalpar os peitos dela por cima da camisola.
Eu, corada, não pude fazer nada além de revirar os olhos, correr pra vestir uma saia, pegar meu livro de texto e dar tchau pra eles. Nicolás me chamou de estraga-prazeres, mas que ele fosse pro inferno. Não tava a fim de fazer parte de um trisal com a Joan. Aquela safada ia me devorar a buceta sem dó, e eu ainda não tava pronta pra transar com qualquer um.
Deixei eles sozinhos por um tempo, e fui pra parte norte do campus, perto das piscinas onde o time de natação treinava. O lugar tava totalmente vazio, então sentei nas arquibancadas pra continuar lendo. Mas o calor do ambiente e a frescura que senti ao ver a água da piscina me deram vontade de dar um mergulho, então pensei: por que não? Deixei os livros de lado.
Tirei o jeans e a blusa, fiquei só de calcinha e sutiã, e me joguei na água. A água tava gelada, mais do que eu imaginava, e meus bicos ficaram durinhos, o que não me importou porque nadar sempre me relaxava. Fiquei lá uns quinze minutos, balançando de um lado pro outro na água fresca, molhando o cabelo.
Nisso, entrou uma garota de cabelo ruivo e uma beleza estrangeira. Ela ficou paralisada quando me viu.
—Oi… não achei que o lugar tivesse sendo usado.
—Relaxa. Já tava indo.
Me apressei pra pegar minha roupa. A garota virou de costas enquanto eu tirava o sutiã e a calcinha e me vestia às pressas, só com o jeans e a camiseta. Depois peguei minhas coisas e vazei. Caralho! Bem que umas férias me fariam bem, e por Sorte que as aulas já estavam terminando e logo eu poderia voltar pra casa no verão. Já tinha feito planos de passar uma boa temporada com meus romances favoritos, lendo eles várias vezes enquanto deixava a imaginação voar e relaxava com um chá gostoso.
Voltei pro quarto. Entrei devagar. Joan e Nicolás estavam dormindo, cobertos com os lençóis. Não quis acordá-los, então subi devagar na minha beliche e fechei os olhos por um segundo. Mas não demorou muito até uns barulhos me acordarem.
— Ai… isso, buceta, assim… me dá no cu, no cu…
Era a Joan. Aquela depravada tava praticando anal de novo! Pensei em mandar ela calar a boca, mas os gemidos dela me fizeram ficar quieta. De repente, um tesão estranho, daqueles que vêm da curiosidade sexual, tomou conta de mim. Me relaxei o máximo que pude, bem quietinha, só ouvindo. De baixo, vinham os sons da sucção das peles se tocando. A beliche balançava de leve, marcando as estocadas do sexo. Engoli seco e me inclinei devagar pra ver o que dava.
A Joan tava de quatro. O Nicolás, pelo que dava pra ver, tinha aberto as nádegas dela e tava metendo o pau no cu dela. Fiquei de olhos arregalados. A rola inteira entrava no reto da minha amiga, que suava com as costas arqueadas. O cabelo preto e ondulado dela balançava no ritmo. E o cu dela fazia um som gostoso de "zas, zas" cada vez que o russo metia.
— Isso! Mais fundo! Mais fundo!
Não sentia mais nojo. Pelo contrário. Fiquei excitada.
Voltei a me deitar como tava. Os gemidos da Joan ecoavam nos meus ouvidos, e aí senti umas cócegas na buceta. Sem conseguir me segurar, aquelas sensações gostosas do corpo começaram a molhar meus lábios. Será que tavam molhados de verdade? Tava ficando com tesão ouvindo como estavam arrombando o cu da minha amiga? Precisava confirmar. Devagar, meti a mão por baixo do meu shortinho. Sim… tava molhada. Minha vulva tava escorrendo! Apalpei ela Segundo, estranhando as novas sensações. Eu não me masturbava com frequência, só raramente e em ocasiões muito especiais… mas agora, ao sentir como meus dedos deslizavam pela fluidez natural dos meus sucos… não consegui evitar enfiar um dos meus dedinhos na minha abertura.
Meu interior estava quente e viscoso. Minha própria buceta estava comendo meus dedos, e Deus… eu amava sentir aquela pressão nas paredes da minha bucetinha rosada.
—Ah…! Goza dentro de mim!
—Como você quiser, meu amor.
Apertei meu clitóris. Ouvi o gemido do Nicolás enquanto ele jorrava porra dentro do cu da Joan. Ela gemia satisfeita. Imaginei como seria sentir porra escorrendo pelas entranhas. Aquela deliciosa porra quente. Fiquei ainda mais excitada e me masturbei com mais força, mordendo os lábios para não chamar atenção. Tirei os dedos e chupei meus próprios suquinhos salgados. Que gostoso!
—Ai… que gostoso, meu amor. Que gostoso. Seu pau inteiro entrou em mim completa. Olha como você deixou meu cu.
—É… devia tirar umas fotos.
—Haha! É, claro. Pena que aquela freira da Daniela não ficou. Pra mim não teria problema dividir seu pau com ela.
—Sua amiga é muito santa, né?
—É. É só falar de sexo anal que ela faz o sinal da cruz. É muito caretinha… mas eu amo ela assim.
—Então fala pra ela que quando quiser, tenho duas bolas cheias pra vocês duas.
—Hahaha! É, vou considerar.
—Preciso ir, meu amor. Tenho que sair agora pra um encontro.
—Claro, claro. Safado! Hehe.
Fiquei paralisada enquanto o russo se vestia e ia embora. Quando fechou a porta, minha amiga Joan suspirou e relaxou na cama. Depois de um tempinho de silêncio, espiei e vi ela dormindo nua, sem se cobrir com os lençóis. Os peitões dela de bicos rosados estavam espetaculares, e vi vestígios de uma gozada. As pernas dela estavam levemente abertas e ela tinha a mão perto da buceta depilada, igual a de uma novinha. Notei os lábios apertadinhos, deliciosos. Imaginei como seria tê-los na boca e chupar os sucos Joan… mas não. Não ia ceder a esses impulsos.
Esperei a Joan perceber que eu estava ali, e só umas duas horas depois ela finalmente acordou. Fingi que não tinha ouvido nada, então não passou disso.
À noite, depois do jantar, as duas já estávamos prontas pra dormir. Ela tinha vestido o baby doll dela, com fio dental incluso. Dizia que ficava mais confortável assim. Eu só tirei o sutiã e fiquei de calcinha. Ela me sorriu com um jeito provocante ao me ver com os peitos de fora.
— Nada de me apalpar enquanto durmo, Joan.
— Fica tranquila, mulher. Não vou comer sua buceta agora. Só espera mais um pouco e você vai cair nos meus encantos.
— É, claro — falei com ironia, beliscando meus mamilos sem perceber, e logo já estava dormindo como um anjo, sonhando com a trepada violenta que deram na Joan.
No dia seguinte, acordei com dor no pescoço. Tinha dormido numa posição ruim. Desci do beliche e vi que a Joan já estava acordada, saindo do banho enrolada numa toalha.
— Amiga, vamos sair hoje? É sábado.
— Não — respondi. — Ontem à noite minha mãe mandou mensagem e quer me ver o mais rápido possível no trabalho dela, então vou pra lá.
— Quer que eu te leve?
— Vou pegar um táxi. Obrigada.
— Ah… então posso chamar uns amigos.
— Mas nada de camisinha cheia de leite no chão, tá? E nada de transar no meu beliche. Da outra vez encontrei meus lençóis manchados de esperma.
— Sim, sim. Fica tranquila, Daniela. Ninguém vai mexer nos seus lençóis.
Assim era a Joan. Amava sêmen como se fosse a segunda comida favorita dela.
Enquanto isso, eu me vesti com uma minissaia jeans e uma blusa de manga curta. Tive que colocar sutiã, mas se dependesse de mim, iria sem. Saí na rua e pedi carona pro primeiro táxi que passou. Mamãe tinha me pedido pra vê-la no escritório dela, que ficava a só vinte minutos da universidade, então demorei um pouco pra chegar lá.
Ela trabalhava como chefe de um departamento de pesquisa num centro tecnológico. então o recinto estava com o ar-condicionado no talo. Mamãe, dentro do laboratório dela, vestindo seu jaleco branco, estava olhando pelo microscópio.
—Mami. Já cheguei, o que você queria?
—Ah, oi, bebê — ela se virou na cadeira —. Daniela, você tá congelando aqui e vem com essa mini mostrando a perna.
—Quê? Mamãe, trabalhei pra caramba pra ficar assim gostosa, haha!
—Sim, sim. Escuta, coração, você não vai poder passar o verão com a gente.
—O quê?! — exclamei surpresa — Por quê?
—Porque o idiota do juiz de família disse que você tem que passar uma temporada com seu pai, então pra não arrumar mais confusão, aceitei.
—Ai! Mamãe, você já sabe o que eu acho do papai! Ele é um hippie!
—Sim, sim, mas o que você quer que eu faça? Você também é filha dele.
—Bom... tudo bem, pelo menos podiam ter me avisado disso. Eu não quero ir com ele. Aliás, onde ele tá?
—De férias na costa. Diz que lá tem uma concentração espiritual da porra.
—Praia... — isso me chamou a atenção. Entre meus planos tava ir pra praia. Podia ir com a Joan, claro... mas minha amiga insistia pra gente ir numa nudista. Eu, obviamente, recusei.
—Hmm... quero dar um mergulho no mar.
—Então tá aí. Leva um biquíni bonito se quiser e se diverte com ele. Pensando bem, não é bom pra você se afastar do papai, querida.
—É... — suspirei —. Tá bom, mamãe. Vou com meu pai.
—Perfeito. Se precisar de grana, é só falar. Tá indo bem na escola? Algum namorado que queira me contar?
—Hmm... não. Tudo em ordem.
—Você não é lésbica, né?
—Mamãe! — fiquei vermelha. Por que todo mundo achava que eu era lésbica? Certamente não tinha tido parceiro desde o ensino médio... mas isso não significava que minha buceta não ficasse molhada ao imaginar uma piroca gostosa e veiuda entrando em mim.
—Querida, sou bióloga. Não tem nada de errado com suas necessidades físicas. Se preferir comer uma buceta, fica à vontade. Aliás, tenho uma amiga cuja filha é lésbica. Ela é muito gata. Posso marcar um encontro se você quiser...
—Não! Claro que não.
—Bom... tudo bem.
—Além disso É estranho uma mãe falar de sexo comigo.
—Eu tenho um amante.
—Mãe!
—É perfeitamente normal, querida. São urgências da natureza. Não consigo resistir ao chamado da minha buceta.
—Mãe! —exclamei de novo. O fato dela ser bióloga só servia pra disfarçar cientificamente o amor dela por paus. Mamãe era meio ninfomaníaca. Eu sabia que ela guardava no celular fotos de homens pelados mostrando grandes membros eretos.
—Tá bom, tá bom. Vou me calar. Agora, filha, você me ajuda?
—Não sou cientista.
—Ha!
—Vou embora. Te vejo depois —dei um beijinho de leve nos lábios dela e voltei. Faltava só uma semana pra começar as aulas, e aí finalmente eu passaria as férias com meu pai numa praia deliciosa… já podia me imaginar de biquíni bonitinho tomando sol!
Seriam umas férias excitantes.
***+
O que será que a nossa querida Daniela vai aprender? haha, com esse pai amante do amor e da paz… com certeza, muitas coisas.
Abraços!
Saudações e beijos.Sinopse: Daniela é uma novata no sexo... a coitada mal se masturba e não é muito fã de práticas incestuosas... mas nas férias com o pai, perdida numa linda ilha paradisíaca... o que será que ela vai aprender com ele?
Não me lembro quando foi a última vez que tirei sete numa prova de cálculo. A verdade é que me irritava pra caralho saber que eu era só mais uma no meio dos meus colegas de classe, cujas melhores médias variavam entre sete e oito. Mas eu... ah, eu era um caso diferente. Eu era uma gênia, uma cdf, pode-se dizer, uma garota que passava horas e horas estudando no quarto só pra ter as melhores notas, e hoje, do nada, tudo por causa da minha estúpida colega de quarto e das festinhas dela com os amigos, eu tirei uma nota horrível na minha prova final. Ela tinha ferrado todo o meu histórico acadêmico! E isso me deixou puta da vida.
— Joan! — gritei ao entrar no quarto — Sua vaca, por sua culpa!
Mas Joan não ia me dar bola. Ela estava no beliche de baixo, pelada, com aquele rabo perfeito dela enfiando a pica do namorado. Ela nem se deu ao trabalho de parar. Virou-se, ainda de quatro, e me olhou com raiva.
— Dá pra bater antes de entrar?
— Eu... — fiquei vermelha. Joan costumava transar quando eu não estava porque sabia que me incomodava ouvir ela gemer — Quer se acalmar? Quem tá aí embaixo?
— Sou eu — disse Carlos, me cumprimentando como um babaca com aquele sorriso de felicidade dele.
— B-bom, então esse também é meu quarto. Vão embora.
— Ah... qual é, Daniela. Pelo menos deixa eu depositar alguma coisa dentro da sua amiga.
— Ai, vocês me dão nojo — falei e saí por um momento.
Não precisei esperar muito. Dez minutos depois, Carlos saiu com uma risada feliz e me deu um beijo na bochecha. Abotoando a camisa, foi embora e eu voltei pro quarto. Minha amiga Joan estava colocando uma camisola pra cobrir o corpo nu. Eu larguei minha mochila na minha escrivaninha e vi que a dela estava uma bagunça enquanto a minha era uma ode à organização. Éramos tão diferentes uma da outra, e ainda assim nossa amizade era forte.
—Ai, Daniela. Foi uma delícia! Cada vez ele tá melhorando — ela tirou uma cadernetinha da gaveta e riscou o nome do Carlos, de uma longa lista de homens. Depois deu uma nota oito, que era a pontuação que ela dava pra todos os caras com quem transava.
—Um oito? — levantei a sobrancelha —. Esse pau te enterrava no cu inteiro.
—Sim... mas ele levou oito porque só gosta de fazer daquele jeito. Não tem variedade. Ele me pegou de quatro e de papai e mamãe, além do que você já viu.
—Bom, e o que você esperava?
Ela revirou os olhos e olhou pro meu lixo. Gritou, ofendida.
—Daniela! Por que você jogou fora o livro de kama sutra que te dei?
—Porque não preciso — falei, pegando meus livros pra guardar —. Além disso, fiz o mesmo com as bolinhas chinesas que você me deu. Não tirei nem da embalagem, tão bem guardadinhas.
—Era pra você enfiar no cu...
—Sim, mas não tenho interesse em me furar sozinha.
—Pff, não vou te dar mais nada. Ai, mulher, se você não tem vida sexual, pelo menos pode brincar sozinha. Ou é que você é lésbica?
—Claro que não.
—Ah, fala sério... — sorrindo, ela se aproximou por trás e passou a mão na minha bunda por cima da saia. Eu me arrepiei e deixei ela continuar com um toque obsceno, esfregando minhas nádegas —. Tão macia... não se faz, eu já te vi no chuveiro. Você tem uma buceta muito gostosa.
—Você acabou de transar, Joan — respondi —. E continua insaciável.
—Ah, pelo amor de Deus... — ela levantou minha saia e enfiou a mão entre as minhas calcinhas, acariciando minhas nádegas. Apoiei as mãos na escrivaninha, porque porra... minha bunda era uma parte tão sensível do meu corpo. Adorava sentir aquelas mãos nas minhas nádegas. Eu mesma, no banho, adorava me apalpar com sabão e me abrir um pouquinho. Imaginava como minha bunda devia ficar daquela perspectiva. Joan me deu um beijinho no pescoço, e foi aí que me afastei, fingindo que precisava pegar um livro dela. mesa.
—Não me toca assim. Já te falei que me incomoda.
—Faz um ano que somos colegas de quarto, mulher, e você só me deixou chupar uma tetinha sua, e só porque a gente tava jogando garrafa com uns amigos. Um dia você vai cair nos meus encantos, Daniela.
—Haha! Isso a gente vai ver —olhei pro quarto e vi então um preservativo cheio de porra. Torci os lábios e peguei ele com nojo —. Nossa… tá sujo.
—Ai, que gostoso. Ainda tá quente —disse minha amiga e tirou ele de mim. Eu me virei pra terminar de pegar meus apontamentos e começar a estudar —. Sabe? Você devia ouvir meu conselho e arrumar um cara bom pra transar.
—Não enche o saco, Joan… —olhei pra ela. A pervertida tava com o preservativo cheio de sêmen na boca e começou a chupar ele como uma criança chupando um pirulito. Quando viu minha cara de nojo, pigarreou e jogou o preservativo no lixo.
Depois ela sentou na mesa e cruzou as pernas. Como não tava usando nada por baixo, as coxas torneadas dela, que antes estavam bem abertas, ficaram super sensuais, e a parte bissexual em mim tremeu um pouco. Sem dúvida, Joan e eu já tínhamos tomado banho juntas só pra ganhar tempo e chegar cedo nas aulas, e durante esses dias, ela tinha zuado a minha buceta por ter um pouco de pelo. A dela era totalmente lisinha. Desde aquele dia, eu passei a me depilar bem pra não ser motivo das piadas dela. Por outro lado, não ia negar que minha amiga me atraía, porque ela era muito gostosa e ardente, e até tinha namorado um dos irmãos dela por seis meses antes de ela decidir vir estudar aqui e virar minha colega de quarto.
Deixei esses pensamentos de lado e fui tomar banho. Me vesti igual a ela, confortável, com uma fio dental, uma camisola e nada mais. Liguei o ar-condicionado e, assim, leves de roupa, sentamos pra estudar e fazer as tarefas.
Foi mais tarde, quando ela já tava exausta de tanto dever, que bateram na porta. Eu abri. Quem tava lá era Nicolás, um cara de intercâmbio que vinha da Rússia. Era bonito, alto, quase dois metros de altura e com uma cara de anjo depravado e sensual.
—Ah… Nico. Na hora certa —disse minha amiga, levantando-se feliz pra dar um beijinho na ponta da boca dele.
—Vocês vão…?
—Você vai ficar com a gente, né? —perguntou Joan, se deixando abraçar pelo novo amante. Ele não aguentou e começou a apalpar os peitos dela por cima da camisola.
Eu, corada, não pude fazer nada além de revirar os olhos, correr pra vestir uma saia, pegar meu livro de texto e dar tchau pra eles. Nicolás me chamou de estraga-prazeres, mas que ele fosse pro inferno. Não tava a fim de fazer parte de um trisal com a Joan. Aquela safada ia me devorar a buceta sem dó, e eu ainda não tava pronta pra transar com qualquer um.
Deixei eles sozinhos por um tempo, e fui pra parte norte do campus, perto das piscinas onde o time de natação treinava. O lugar tava totalmente vazio, então sentei nas arquibancadas pra continuar lendo. Mas o calor do ambiente e a frescura que senti ao ver a água da piscina me deram vontade de dar um mergulho, então pensei: por que não? Deixei os livros de lado.
Tirei o jeans e a blusa, fiquei só de calcinha e sutiã, e me joguei na água. A água tava gelada, mais do que eu imaginava, e meus bicos ficaram durinhos, o que não me importou porque nadar sempre me relaxava. Fiquei lá uns quinze minutos, balançando de um lado pro outro na água fresca, molhando o cabelo.
Nisso, entrou uma garota de cabelo ruivo e uma beleza estrangeira. Ela ficou paralisada quando me viu.
—Oi… não achei que o lugar tivesse sendo usado.
—Relaxa. Já tava indo.
Me apressei pra pegar minha roupa. A garota virou de costas enquanto eu tirava o sutiã e a calcinha e me vestia às pressas, só com o jeans e a camiseta. Depois peguei minhas coisas e vazei. Caralho! Bem que umas férias me fariam bem, e por Sorte que as aulas já estavam terminando e logo eu poderia voltar pra casa no verão. Já tinha feito planos de passar uma boa temporada com meus romances favoritos, lendo eles várias vezes enquanto deixava a imaginação voar e relaxava com um chá gostoso.
Voltei pro quarto. Entrei devagar. Joan e Nicolás estavam dormindo, cobertos com os lençóis. Não quis acordá-los, então subi devagar na minha beliche e fechei os olhos por um segundo. Mas não demorou muito até uns barulhos me acordarem.
— Ai… isso, buceta, assim… me dá no cu, no cu…
Era a Joan. Aquela depravada tava praticando anal de novo! Pensei em mandar ela calar a boca, mas os gemidos dela me fizeram ficar quieta. De repente, um tesão estranho, daqueles que vêm da curiosidade sexual, tomou conta de mim. Me relaxei o máximo que pude, bem quietinha, só ouvindo. De baixo, vinham os sons da sucção das peles se tocando. A beliche balançava de leve, marcando as estocadas do sexo. Engoli seco e me inclinei devagar pra ver o que dava.
A Joan tava de quatro. O Nicolás, pelo que dava pra ver, tinha aberto as nádegas dela e tava metendo o pau no cu dela. Fiquei de olhos arregalados. A rola inteira entrava no reto da minha amiga, que suava com as costas arqueadas. O cabelo preto e ondulado dela balançava no ritmo. E o cu dela fazia um som gostoso de "zas, zas" cada vez que o russo metia.
— Isso! Mais fundo! Mais fundo!
Não sentia mais nojo. Pelo contrário. Fiquei excitada.
Voltei a me deitar como tava. Os gemidos da Joan ecoavam nos meus ouvidos, e aí senti umas cócegas na buceta. Sem conseguir me segurar, aquelas sensações gostosas do corpo começaram a molhar meus lábios. Será que tavam molhados de verdade? Tava ficando com tesão ouvindo como estavam arrombando o cu da minha amiga? Precisava confirmar. Devagar, meti a mão por baixo do meu shortinho. Sim… tava molhada. Minha vulva tava escorrendo! Apalpei ela Segundo, estranhando as novas sensações. Eu não me masturbava com frequência, só raramente e em ocasiões muito especiais… mas agora, ao sentir como meus dedos deslizavam pela fluidez natural dos meus sucos… não consegui evitar enfiar um dos meus dedinhos na minha abertura.
Meu interior estava quente e viscoso. Minha própria buceta estava comendo meus dedos, e Deus… eu amava sentir aquela pressão nas paredes da minha bucetinha rosada.
—Ah…! Goza dentro de mim!
—Como você quiser, meu amor.
Apertei meu clitóris. Ouvi o gemido do Nicolás enquanto ele jorrava porra dentro do cu da Joan. Ela gemia satisfeita. Imaginei como seria sentir porra escorrendo pelas entranhas. Aquela deliciosa porra quente. Fiquei ainda mais excitada e me masturbei com mais força, mordendo os lábios para não chamar atenção. Tirei os dedos e chupei meus próprios suquinhos salgados. Que gostoso!
—Ai… que gostoso, meu amor. Que gostoso. Seu pau inteiro entrou em mim completa. Olha como você deixou meu cu.
—É… devia tirar umas fotos.
—Haha! É, claro. Pena que aquela freira da Daniela não ficou. Pra mim não teria problema dividir seu pau com ela.
—Sua amiga é muito santa, né?
—É. É só falar de sexo anal que ela faz o sinal da cruz. É muito caretinha… mas eu amo ela assim.
—Então fala pra ela que quando quiser, tenho duas bolas cheias pra vocês duas.
—Hahaha! É, vou considerar.
—Preciso ir, meu amor. Tenho que sair agora pra um encontro.
—Claro, claro. Safado! Hehe.
Fiquei paralisada enquanto o russo se vestia e ia embora. Quando fechou a porta, minha amiga Joan suspirou e relaxou na cama. Depois de um tempinho de silêncio, espiei e vi ela dormindo nua, sem se cobrir com os lençóis. Os peitões dela de bicos rosados estavam espetaculares, e vi vestígios de uma gozada. As pernas dela estavam levemente abertas e ela tinha a mão perto da buceta depilada, igual a de uma novinha. Notei os lábios apertadinhos, deliciosos. Imaginei como seria tê-los na boca e chupar os sucos Joan… mas não. Não ia ceder a esses impulsos.
Esperei a Joan perceber que eu estava ali, e só umas duas horas depois ela finalmente acordou. Fingi que não tinha ouvido nada, então não passou disso.
À noite, depois do jantar, as duas já estávamos prontas pra dormir. Ela tinha vestido o baby doll dela, com fio dental incluso. Dizia que ficava mais confortável assim. Eu só tirei o sutiã e fiquei de calcinha. Ela me sorriu com um jeito provocante ao me ver com os peitos de fora.
— Nada de me apalpar enquanto durmo, Joan.
— Fica tranquila, mulher. Não vou comer sua buceta agora. Só espera mais um pouco e você vai cair nos meus encantos.
— É, claro — falei com ironia, beliscando meus mamilos sem perceber, e logo já estava dormindo como um anjo, sonhando com a trepada violenta que deram na Joan.
No dia seguinte, acordei com dor no pescoço. Tinha dormido numa posição ruim. Desci do beliche e vi que a Joan já estava acordada, saindo do banho enrolada numa toalha.
— Amiga, vamos sair hoje? É sábado.
— Não — respondi. — Ontem à noite minha mãe mandou mensagem e quer me ver o mais rápido possível no trabalho dela, então vou pra lá.
— Quer que eu te leve?
— Vou pegar um táxi. Obrigada.
— Ah… então posso chamar uns amigos.
— Mas nada de camisinha cheia de leite no chão, tá? E nada de transar no meu beliche. Da outra vez encontrei meus lençóis manchados de esperma.
— Sim, sim. Fica tranquila, Daniela. Ninguém vai mexer nos seus lençóis.
Assim era a Joan. Amava sêmen como se fosse a segunda comida favorita dela.
Enquanto isso, eu me vesti com uma minissaia jeans e uma blusa de manga curta. Tive que colocar sutiã, mas se dependesse de mim, iria sem. Saí na rua e pedi carona pro primeiro táxi que passou. Mamãe tinha me pedido pra vê-la no escritório dela, que ficava a só vinte minutos da universidade, então demorei um pouco pra chegar lá.
Ela trabalhava como chefe de um departamento de pesquisa num centro tecnológico. então o recinto estava com o ar-condicionado no talo. Mamãe, dentro do laboratório dela, vestindo seu jaleco branco, estava olhando pelo microscópio.
—Mami. Já cheguei, o que você queria?
—Ah, oi, bebê — ela se virou na cadeira —. Daniela, você tá congelando aqui e vem com essa mini mostrando a perna.
—Quê? Mamãe, trabalhei pra caramba pra ficar assim gostosa, haha!
—Sim, sim. Escuta, coração, você não vai poder passar o verão com a gente.
—O quê?! — exclamei surpresa — Por quê?
—Porque o idiota do juiz de família disse que você tem que passar uma temporada com seu pai, então pra não arrumar mais confusão, aceitei.
—Ai! Mamãe, você já sabe o que eu acho do papai! Ele é um hippie!
—Sim, sim, mas o que você quer que eu faça? Você também é filha dele.
—Bom... tudo bem, pelo menos podiam ter me avisado disso. Eu não quero ir com ele. Aliás, onde ele tá?
—De férias na costa. Diz que lá tem uma concentração espiritual da porra.
—Praia... — isso me chamou a atenção. Entre meus planos tava ir pra praia. Podia ir com a Joan, claro... mas minha amiga insistia pra gente ir numa nudista. Eu, obviamente, recusei.
—Hmm... quero dar um mergulho no mar.
—Então tá aí. Leva um biquíni bonito se quiser e se diverte com ele. Pensando bem, não é bom pra você se afastar do papai, querida.
—É... — suspirei —. Tá bom, mamãe. Vou com meu pai.
—Perfeito. Se precisar de grana, é só falar. Tá indo bem na escola? Algum namorado que queira me contar?
—Hmm... não. Tudo em ordem.
—Você não é lésbica, né?
—Mamãe! — fiquei vermelha. Por que todo mundo achava que eu era lésbica? Certamente não tinha tido parceiro desde o ensino médio... mas isso não significava que minha buceta não ficasse molhada ao imaginar uma piroca gostosa e veiuda entrando em mim.
—Querida, sou bióloga. Não tem nada de errado com suas necessidades físicas. Se preferir comer uma buceta, fica à vontade. Aliás, tenho uma amiga cuja filha é lésbica. Ela é muito gata. Posso marcar um encontro se você quiser...
—Não! Claro que não.
—Bom... tudo bem.
—Além disso É estranho uma mãe falar de sexo comigo.
—Eu tenho um amante.
—Mãe!
—É perfeitamente normal, querida. São urgências da natureza. Não consigo resistir ao chamado da minha buceta.
—Mãe! —exclamei de novo. O fato dela ser bióloga só servia pra disfarçar cientificamente o amor dela por paus. Mamãe era meio ninfomaníaca. Eu sabia que ela guardava no celular fotos de homens pelados mostrando grandes membros eretos.
—Tá bom, tá bom. Vou me calar. Agora, filha, você me ajuda?
—Não sou cientista.
—Ha!
—Vou embora. Te vejo depois —dei um beijinho de leve nos lábios dela e voltei. Faltava só uma semana pra começar as aulas, e aí finalmente eu passaria as férias com meu pai numa praia deliciosa… já podia me imaginar de biquíni bonitinho tomando sol!
Seriam umas férias excitantes.
***+
O que será que a nossa querida Daniela vai aprender? haha, com esse pai amante do amor e da paz… com certeza, muitas coisas.
Abraços!
8 comentários - Trio familiar na ilha - cap 1
Pero me gusta que haya una historia nueva... y hasta ahora, me encanta! Paso a la segunda parte!
seguire los otros, gracias