Sexo con mi marido erotico

Oi, meus amores, como vocês estão? Espero que muito bem. Feliz sábado à noite.
Eu sou Estela Alejandra Barilla e dou as boas-vindas a vocês a um lugar e umas noites de puro prazer, amor e muito, muito, mas muito sexo até o amanhecer. Neste sábado à noite, antes de mais nada, vou contar um pouquinho sobre mim, quem sou, o que faço, meus gostos, etc. Sou dona de casa, ex-professora de dança e de italiano, entre outras ocupações, atualmente aposentada com uma aposentadoria que me paga muito bem. Tenho 66 anos -faço aniversário em 16 de agosto-, sou ruiva não natural, moro em Olivos, estou casada há 46 anos com meu doce Ernesto Rocha e tenho quatro lindas filhas, Belinda de 42, Consuelo de 40, Cristina de 34 e Victoria de 30, a quem chamo de "minhas belezas", todas excelentes pessoas, também casadas e com filhos, tenho 7 netos e um a caminho.
Minhas tarefas são cuidar da minha linda casa própria, atender meu marido, minhas belezas e suas famílias e cuidar dos meus netos, alguns já grandinhos, além de sair com Ernesto ou me reunir com minhas amigas para lanchar ou jantar, o que detalho em próximas postagens.
E os meus gostos? Tenho vários: comida, embora agora esteja magrinha, gosto de tudo, começando pelo queijo e o frio, principalmente o roquefort e meu amado presunto cru. Também o queijo branco com torradinhas, a beautiful que eu adoro mas não como para não engordar, a geleia de morango, as saladas, o frango, e voltando aos prazeres, os sanduíches de pão de forma que me deixam louca -principalmente de presunto cru, queijo e ovo- e as sobremesas, começando pela minha divina pudim com creme ou doce de leite.
Entre as bebidas, como sou evangélica não bebo álcool, só sucos ou refrigerante, mas de vez em quando tomo uma cerveja que adoro com frio e nem se fala do meu amadíssimo champanhe. Também gosto de fazer muita ginástica -minha filha Belinda é professora-, caminhar, fazer esporte, compras, olhar vitrines e nem se fala de roupas, cosméticos, bijuterias, sapatos e bolsas. Entre todas elas, a roupa espetacular de couro ou verniz - tenho de tudo -, batom com perfume bem forte, colares e pulseiras de pérolas - gosto de uma em cada pulso -, os saltos bem altos, os saltos agulha e as bolsas obviamente de couro ou verniz que combinam com a roupa.
Tudo borrifada com perfumes bem, bem fortes, como Chanel ou similares, e com minha amada creme Hinds para as mãos e corpo, que também uso no rosto. E para finalizar esta introdução - palavra que adoro, principalmente no sábado -, desde já uso roupa íntima normal, mas muito mais a bem erótica, com minha calcinha preta de renda, meu sutiã também de renda e tal, minhas cintas-liga e minhas meias pretas com renda.
É que, assim como meu marido e minhas filhas, me apaixona o sexo em todas as suas formas: vaginal é o melhor, mas também anal, oral, sobre meu corpo, meus peitos, meu rosto, minha calcinha e até minha saia quando estou vestida; além disso, em qualquer lugar íntimo - cama, chuveiro, sala de jantar se estou sozinha - e qualquer posição, em pé, sentada ou deitada debaixo do Ernesto, a que mais adoro. Por algo somos uma família tão grande e por algo estou esperando outro netinho da Beli, que está grávida de um mês.
Agora sim, feita esta introdução, vamos ao que me interessa contar nesta primeira entrada, meus amorzinhos. Adoro contar intimidades de alcova, por isso conto com luxo de detalhes um dos meus atos sexuais com meu marido, como os que tenho quase todos os dias e claro, todo sábado.
Este foi no sábado passado, dia 6, claro à noite, uma noite fresca ideal para ficar toda espetacular. A coisa começou por volta das 5 da tarde: fui com minha vizinha e amiguinha Ana Maria ao cabeleireiro perto de casa para tingir o cabelo de vermelho e fazer as mãos, as duas bem vestidas com casaco e saia de veludo, bolsa de couro preta no ombro, bem maquiadas, com creminho e perfumadas. Depois tomamos um chá gostoso com mel, sanduíches de pão de forma e docinhos com a Normita, nossa amiga cabeleireira, e sua assistente Micaela, a manicure além de também trabalhar com nosso cabelo. Voltamos para nossas casas, Ana Maria se preparou para sair com o namorado. E eu, enquanto Ernesto assistia ao jogo das 18 e pouco, fui tomar banho e depois me preparar para o que íamos fazer à noitinha, que já havíamos combinado: sair, jantar e sexo até o sol nascer. Depois de tomar um bom banho no meu banheiro luxuoso com ducha e tudo, me sequei e me envolvi no meu roupão branco, e com o cabelinho molhadinho e a pele úmida e maciazinha fui para o meu quarto, entrei, tranquei a porta e baixei as persianas para o meu marido não me espiar; mesmo assim já tinha avisado a ele que não podia não só entrar mas muito menos bater na minha porta, a não ser que fosse alguma confusão ou coisa muito necessária.

Assim, protegida na minha intimidade, enquanto Ernesto continuava com o jogo, eu comecei a me preparar. Bem tranquilinha, sozinha mas excitada, tirei o roupão e a primeira coisa que fiz foi lubrificar bem minha buceta e minha bunda, super limpas, com creminho e um lubrificante íntimo especial para mulheres. Depois escovei bem meus dentes com pasta e um copo com água já preparado. Após isso sequei bem meu cabelo vermelho forte, e em seguida peguei meu perfume mais gostoso e marcante, Coco de Chanel, e passei por todo meu corpo nu: pescoço, peitos, braços, costas e axilas. Já estava pronta para começar a me vestir de forma espetacular. Fui então ao meu guarda-roupa, abri a porta e abri a segunda gaveta da minha cômoda, onde tenho as roupinhas eróticas. E pronto, meus amorzinhos, coloquei a melhor roupinha que tenho. Primeiro, a calcinha preta com renda e babados, de um tecido finíssimo e muito macio. Depois o sutiã, também preto com renda e babados combinando com minha calcinha; mais tarde, coloquei as espetaculares meias-calças pretas com babados e com uma finíssima liga que prendi na calcinha. E agora sim, hora de colocar a roupa de sair, espetacular como a de dentro. Depois de procurar nos cabides, escolhi o O que eu vestiria por baixo. Comecei me vestindo com uma blusinha bege de seda bem fina e macia, transparente, que deixava meu sutiã à mostra; além disso, desabotoei os dois primeiros botões para que meu sutiã e meus seios ficassem ainda mais visíveis. Depois, sim, a roupa: primeiro fiquei em dúvida entre couro ou verniz, já que, como disse, tenho de tudo; claro que o que escolhesse seria preto, minha cor favorita de longa data.

No final, me decidi e vesti couro: primeiro, uma saia de couro preta super finíssima, rodada, com cinto de couro preto com detalhes e até o joelho. E depois, uma elegante jaqueta de couro preta leve, com bolsos amplos, ombreiras e estampas em preto; todo o couro, claro, de vaca. E para completar meu visual super sexy, uns divinos salto agulha de verniz preto. Já estava vestida; agora, vinha a outra parte incrível, as bijuterias, os acessórios e a maquiagem, de que eu ia usar tudo que tinha no meu quarto... Primeiro penteiei meu cabelo ruivo forte cacheado, com muito volume e um aroma requintado de shampoo e condicionador. Depois abri a gaveta do meu toucador, peguei a caixa de joias e coloquei tudo: meus brincos grandes que ficavam visíveis apesar do muito cabelo ruivo, uma gargantilha de ouro e dois colares de pérolas, e um prendedorzinho dourado bem fino na minha jaqueta de couro. As pulseiras de pérolas também peguei, claro, mas guardei na bolsa, assim como a creminha Hinds pequena, porque planejava colocar minhas luvas pretas de couro para excitar ainda mais meu marido. A essa altura, já eram 20h e o jogo tinha acabado, então Ernesto foi direto tomar banho no banheiro de baixo e se arrumar no quartinho de lá, o de hóspedes.

Voltando a mim, antes das luvas peguei a bolsa de couro bem fina, também preta e de vaca, de onde tirei a necessaire preta de couro com meus cosméticos e o potinho de creme facial. E para a maquiagem: primeiro, o creminha branca no rosto para realçar a maquiagem, com um Um aroma muito gostoso. Depois, o brilhinho para o rosto, para ficar brilhante além de branca. E então sim, a maquiagem: sobrancelhas bem delineadas e grossas, os olhos com sombra marrom com brilhinho e o rímel nos cílios. Depois, meu amado blush, bem carregado, bem avermelhado para ter o rosto bem corado como eu gosto. E o melhor: bem maquiada, com muita tinta no rosto, passei meu batom vermelho com brilhinho na boca, com um aroma de morango super forte. E pintei minhas unhas longuíssimas e super bem cuidadas de vermelho, também com brilho. Esperei secarem. E já estava pronta, só faltava preparar minha bolsa. Guardei o creminho das mãos, o do rosto, a maquiagem, a caixinha de joias e organizei todo o resto: sabonete, pente, lubrificantes, creme íntimo feminino e masculino, preservativos, remédios para potência sexual, minhas pílulas anticoncepcionais caso meu marido não quisesse camisinha, um inalador com pó excitante, mais uma colher de sopa caso quisesse ingerir, uma sacola com quatro calcinhas eróticas, duas normais e dois sutiãs de reserva, um pacote de lenços de papel —carilinas—, um lenço bordô de seda, um pote de vidro de iogurte desnatado e sua colherzinha, uma faca de passar para o café da manhã no dia seguinte, minha carteira de couro preta cheia de dinheiro, documentos e fotos eróticas minhas e do Ernesto, um álbum de fotos eróticas, outro de fotos familiares, um pendrive com arquivos eróticos de áudio, vídeo, Word e imagem, meu celular e até uma pistola preta pequena caso acontecesse algo estranho. Depois disso, coloquei minhas luvas de couro preto e pendurei a bolsa. Agora sim, já pronta para a longa noite, abri a porta que estava trancada, saí do quarto espetacularmente vestida, maquiada, perfumada e enfeitada e desci para a sala de jantar para esperar meu marido, que estava no quartinho se trocando. Finalmente, enquanto eu estava ansiosa, saiu Ernesto, vestido espetacular igual a mim, com uma jaqueta de couro finíssima. negra de vaca, camisa branca superfina com golinho engomado, calça preta de gabardine com cinto de couro e sapatos pretos de couro impecavelmente engraxados, com luvas de couro preto igual a mim, uma pochete também de couro com todo tipo de coisas. E o melhor, banhado, perfumado e barbeado, com um cheirinho delicioso no cabelo de enxágue e colônia, loção pós-barba, e encharcado de um perfume Kenzo maravilhoso, tanto no pescoço, peito, braços e as mãos banhadas de perfume como na camisa e até um pouquinho na jaqueta. Também na sua pochete ele levava uma faca de passar para o café da manhã e um revólver para me proteger caso acontecesse alguma coisa. Prontos os dois, ele ficou excitado comigo ao me ver toda de couro e supermaquiada, e a minha boca ficou cheia d'água vendo ele tão lindo, bem vestido e superperfumado. Finalmente, às 21h30, ele me pegou pelo braço, saímos, trancamos a porta da rua com chave e subimos no carro, todo perfumado e brilhando. E fomos para um hotel de luxo que também tinha um lindo salão de jantar, todo iluminado e decorado. Nos sentamos em uma mesa perto da ampla janela, ele tirou a pochete e eu minha bolsa, de onde tirei as pulseiras e a creminha Hinds. Tirei as luvas de couro, coloquei duas pulseiras de pérolas em cada pulso e passei creme hidratante nas mãos. O cheirinho gostoso da Hinds excitou o Ernesto, que ficou vermelho quase como a minha cara cheia de maquiagem e blush. E aí chegou o jantar. Primeiro, a jantar tudo o que nós dois adoramos: tábua de frios com queijo de todo tipo -cremoso, gruyère, roquefort, cantimpalo-, presunto cru, cozido, salame fino e grosso, mortadela, salaminho e o embutido estrangeiro que eu mais gosto, o divino leberwurst, que minha amiga alemã Emma me fez provar tantos anos atrás. Tudo acompanhado com torradinhas com manteiga, azeitonas verdes e pretas recheadas com queijo parmesão, rodelinhas de pão com maionese ou molho golf, salgadinhos, bolachas salgadas, amendoim e por supostos sanduíches de pão de forma de todo tipo, triplos, duplos e simples, de presunto, queijo e ovo, com tomate, com abacaxi, pêssego, salame, todos com ovo e bastante maionese para ficar bem cheios e potentes. Desde já, tudo regado com uma boa cerveja, essa noite eu queria esquecer meu evangelismo e tomar todo o álcool que pudesse, é que adoro fazer amor bem bêbada. Depois do jantar, e como sobra dinheiro bem ganho pelos dois, de sobremesa: pudim com creme ou com doce de leite que me deixa louca, amêndoas e sorvete de três bolas: chocolate, morango e baunilha. E para fechar, cafezinho com creme e a conta que ele pagou tão gentil e cavalheiro que é, como esses 46 anos de casados e 50 que nos conhecemos. Conversamos sobre tudo, trocamos carícias nas mãos macias e perfumadas, ele me deu um beijinho e me deu um batom, um creminho, um colarinho e outra calcinha. Eu lhe daria todo meu corpo e meu amor.

Finalmente, já no domingo, por volta da 1h, fomos para o quarto reservado por doze horas, até bem entrado o meio-dia. O quarto era como podem imaginar todo luxo: paredes e piso revestidos de veludo bordô, cama de casal impressionante, mesinhas de cabeceira com tudo dos dois lados, toilette luxuoso, jogo de luzes, fonte com água e mil enfeites. E o banheiro privativo, um mundo à parte: três ou quatro tipos de ducha, lâmpadas lindíssimas, azulejos brancos com arabescos de todas as cores, cômoda, massajeador, chuveirão como na minha casa, prateleiras de madeira fina... Nesse ambiente, com um buquê de rosas cor-de-rosa com que meu marido me surpreendeu, o champanhe abundante que tomamos, nossos perfumes, minha maquiagem e creminha, nossa roupa de couro, o bem comidos que estávamos e principalmente a vontade que tínhamos os dois, não tinha outra saída senão uma noite de sexo superintenso, romântico, amoroso, superprivado, erótico, superselvagem e bem sujo como nós dois gostamos. Já excitados e alterados, aspiramos e saboreamos nosso pó sexual e nos preparamos para uma noite longa.
Primeiro, meu marido foi ao banheiro terminar de se arrumar para nossa batalha, enquanto eu — toda vestida — esperava sentada na cama, cheirando pó sem parar e ficando cada vez mais ansiosa e excitada. Ernesto saiu do banheiro, encharcado de perfume de novo, de roupão — que estava lá — e com uma cueca preta espetacular e larga que me deixou superexcitada. Na minha vez, a cada segundo mais e mais ansiosa e excitada, superestimulada pelo álcool, pelo pó, pelo fiambre e tudo mais, fui para o banheiro, retoquei a maquiagem, passei mais perfume e saí vestida toda de couro, mas me mexendo de um jeito sensual, enquanto ele estava sentado na cama de cueca e roupão, superexcitado e já ofegante. Me aproximei dele, fiz uns carinhos, beijei ele no rosto todo deixando tudo marcado com batom, ficamos cada vez mais carinhosos e começamos a dizer coisas superpesadas. E veio a parte do nu...

As luzes estavam meio baixas, Ernesto foi até o regulador e deixou o quarto quase na penumbra. Colocou uma música suave bem sensual e eu, no ritmo dela, comecei a me mexer dançando provocativamente enquanto começava a tirar a roupa. E enquanto Ernesto ficava com água na boca e ficava se tocando na cueca e na virilha, eu primeiro tirei os salto agulha, depois ele soltou meu cinto, aí tirei a jaqueta de couro, coube a ele desabotoar o botão de trás da minha saia de couro, eu desci o zíper e tirei ela, jogando-a suavemente e supersensual no chão. Fiquei assim de blusa e roupa íntima; ele tirou o roupão, abrindo devagarinho e jogando pelo ar no chão. Ele se aproximou de mim e, depois de palavras suaves, palavras nojentas, carinhos e beijos, começamos a tirar o pouquinho que ainda restava: ele desabotoou a blusinha e a tirou, jogando-a para longe, continuei dançando sensual e já ofegante, ele fingiu que ia tirar a cueca e esperou eu tirar a lingerie fina. Desabotei as ligas e tirei as meias pretas, sempre dançando sensual no ritmo da música e jogando as calcinhas com suavidade, mas superexcitada. Ele tirou meu sutiã e arrancou, jogando na buceta da mãe dele, em cima de todas as nossas roupas que já estavam uma bagunça, uma montanha de peças masculinas e femininas misturadas sem saber o que era o quê. Só restava o que cobria nossos genitais. Dançamos juntos, trocamos carícias, beijos, ele passou a mão por todo meu corpo, eu também apalpei tudo nele, dissemos todo tipo de putarias e brincamos de ver quem tirava primeiro o que restava, se ele a cueca ou eu a calcinha. Fiz ele esperar muito, me fiz de difícil tanto, que ele não aguentou mais, decidiu e com fúria e ofegante como um louco, tirou a cueca e ficou peladão. Aí sim, "vamos, Teli" me disse, e após outro movimento sensual e quando ele vinha pra cima de mim, recuei e devagarinho, sempre me fazendo de difícil o máximo possível, finalmente tirei a calcinha e joguei na buceta da irmã dele. Ernesto nem esperou e veio pra cima, mas eu o parei e coloquei creminho íntimo no pau que já era um tremendo chouriço de mais de 20 centímetros, enquanto meu clitóris também começava a ficar durinho. Nem pensar em proteção, pra quê se temos 60 e tantos e estávamos pegando fogo. Passei o creme, beijei, fiz carinho, dissemos mais merdas, combinamos a posição pra começar e nos preparamos com tudo. Chegava, finalmente, o momento mais quente da noite... Já eram quase 3 horas quando começamos. Deitei na cama, de barriga pra cima como gosto mais, e abri as pernas. Ernesto apagou as luzes e me disse superprovocante "mamita, Estelita, se prepara que vou te dar uma surpresa...". Ofegante e superexcitada, me preparei pro começo abrindo mais as pernas e ofegando a cada segundo. "Fecha os olhinhos e você vai ver, amor", disse meu docinho. E sem esperar, subiu em cima de mim com toda sua potência física -100 quilos, 1,95, uns músculos enormes- e sexual, com um salchichão de mais de 25 centímetros. Abri tudo que pude minhas pernas e, aos pouquinhos, Ernesto enfiou seu pênis enorme na minha buceta. Comecei a gemer de prazer, eu sou daquelas que goza desde que tiro a calcinha até que recebo a porra. Comecei a soltar meu melado, com meu clitóris totalmente excitado, enquanto meu marido parecia não ter fim ao me penetrar com um salchichão que agora sim comprovei o que era, de mais de 25 cm, duro como um pedaço de pau e de cinco ou seis cm de grossura, bem grosso. Comprido, duro e grosso como eu gosto e preciso. Finalmente ele enfiou tudo e não tirou mais, eu pedia que ele não tirasse por nada desse mundo. Eu já gritava como uma louca enquanto ele me dizia todo tipo de putaria, se revirava com fúria em cima de mim, apertava meus peitos o máximo que podia e não parava de me beijar, acariciar e apalpar bem apalpada, enquanto eu pedia mais e mais. E assim ficamos uns 20 minutos, somos experts em fazer durar o ato sexual, melhor dizendo, isso que era uma batalha campal. Eu gritava, ele xingava, meu melado transbordava minha buceta apesar do pau dele e encharcava os lençóis... Finalmente chegou o momento do clímax. Ernesto me gritou "Estelita, vai que eu gozo, vai que eu gozo na sua boceta", enquanto acelerava a penetração e a esfregada do seu pênis contra meu clitóris. E eu não fiquei atrás e também xinguei "sim, meu amor, a puta que te pariu, vai, me enche de muita porra bem cheia até a borda, puta, boceta, o pau do pau". Ernesto deu, deu, deu, eu dei, dei, dei, gritamos, xingamos como a boceta da mãe dele. "Aí eu mando tudo bem lá no fundo do seu buraco, Estelita, e a puta que te pariu", repetia com uma fúria tremenda. E chegou mesmo. Ernesto ejaculou uma quantidade impressionante de porra na minha buceta. Como só ele pode fazer, já que ele goza mais que outros homens. Ao mesmo tempo, eu soltei todo o melado que pude. Um orgasmo tremendo, me encheu de gozo tampando minha buceta com seu sêmen de cheiro bom e qualidade excelente. Terminamos de soltar tudo, um orgasmo de quase 10 segundos, tremenda a potência física e sexual do meu marido. Ele tirou de mim finalmente devagarinho, eu não queria que tirasse, mas mesmo assim depois passou o que restava de sêmen no meu rosto, boca e peitos, e depois me apalpou toda banhada do sêmen dele com as mãos, passando elas bem passadas por todo meu corpo. Assim terminou nossa primeira batalha de uma longa guerra. Que recomeçou em 10 minutos, quando depois de nos beijarmos de novo ele me deu mas agora pela bunda, tampando meu cu com o sêmen dele. E de novo passou o que restava da porra dele por onde pôde, sempre sobrava sêmen pra algo mais. E assim ficamos a noite toda até o amanhecer: buceta, minha boca, eu na boca dele meu fluxo, ele o sêmen dele na minha cara, peitos e demais, depois nos vestimos com nossas roupas íntimas e também acabou no meu sutiã e minha calcinha, sempre esfregando em mim o sêmen dele depois de gozar. Depois ele gozou na minha blusa que estava no chão, eu gozei na cueca e camisa dele, enchi tudo de vermelho, ele se vingou e me deu de novo por buceta, bunda duas vezes, boca três, outras duas por buceta -em todas as posições, hein- e concluímos por volta das 7, já com sol pleno, com um tremendo ato de meia hora onde ele ejaculou o triplo de sêmen que quando começamos quatro horas atrás. Depois disso, completamente arruinados de álcool, pó e sexo, fomos tomar banho, trocamos a roupa íntima e fomos dormir, ele com sua camisa e cueca e eu só com meu sutiã e minha calcinha para ficar confortável. Acordamos às 11, e depois de dar uma enrolada, Ernesto me beijou e fez carinho. Depois se levantou, foi à cozinha do quarto e preparou um grande café da manhã com café com porra, torradas de pão de forma preto, queijo branco, geleia e até suco de laranja, que me trouxe na cama numa linda bandeja branca com motivos de flores. Nem terminamos de tomar café que ele e eu ficamos com vontade de novo. E nos... Demos várias voltas várias vezes, em todas as posições, ritmos e por todas as vias e formas possíveis e imagináveis. Até fizemos a sacanagem de gozar em cima das torradas, comendo torradas com uma mistura do sêmen dele – ou da minha lubrificação – e queijo ou geleia. Ou as torradinhas só com sêmen ou lubrificação, ou com as duas coisas, ou com as quatro...

No final, tomamos banho de novo, nos vestimos, chamamos um táxi porque não conseguíamos nem nos mexer – nosso carro ficou no estacionamento do hotel, depois nos ofereceram gentilmente trazê-lo de volta para casa – e quando o táxi chegou, subimos como pudemos com todas as nossas coisas e fomos para casa. Aí sim paramos: eram 2 e meia da tarde e fomos para a cama dormir, ele com sua cueca boxer. Eu, por minha vez, tirei toda a maquiagem, coloquei meu camisola e entrei na cama para dormir com meu Ernesto. E rapidamente pegamos no sono; depois acordamos só às 8 e meia para jantar uma massa leve, os dois de roupão, e fomos pela última vez descansar cedo, já que Ernesto tinha que acordar às 6 para ir trabalhar no dia seguinte. Foi assim que passamos essa noite e dia de fúria incontrolável de sexo e amor com meu doce marido que há 46 anos cuida de mim e me ama. Já conto mais sobre ele. Mas na verdade também aqui termino – como fiz com Ernesto – minha primeira entrada, como deveria ser: contando mais uma noite de sexo com meu marido.

4 comentários - Sexo con mi marido erotico

TH-C +3
Lei 30 lineas y me relajó el nivel de banalidad, y superficialidad del relato... 2 hs leyendo un relato de vida simil mirtha legrand y sus lujos, pero de erotismo o sexo 0.
Pesimo relato, digno de tilingas de juntada de domingo en el "club house"... lei mas sobre perfumes o tipos de te que de sexo.

Para eso leia la Para Ti de esta semana.
Malisimo abuela, tome la pastilla y vaya a dormir