Ter uma irmã gêmea nem sempre é tão bom quanto muita gente imagina. Além do fato chato de sempre nos confundirem, tem outras coisas que não são bem o que parecem. No total, somos cinco pessoas na minha casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, porque ela acha que uma mulher deve tentar ser gostosa em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e nos criou assim desde pequenas. O nome dela é Alejandra, aliás, e com o cabelo liso e aquelas tetas generosas, ela até faz a gente ficar com inveja.
O segundo é meu pai, Manuel, um cara de quase 1,80m de altura, e bem atraente, já que é professor de educação física e daqueles que realmente trabalham, então dá pra imaginar como ele é gostoso. O que minha mãe mais ama nele e que a gente também curte é que ele sempre foi um homem muito atencioso com a família. E meio inocente e muito apegado a mim, ou melhor, eu sou apegada a ele. O nome dele é Maurício.
Minha irmã gêmea, Ângela, é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. O motivo é que ela acha divertidas todas as situações que rolam por causa da confusão. Por outro lado, Ângela é meio piranha, na minha humilde opinião, porque a paquera dela chega a deixar nosso pai desconfortável, do jeito que ela pede as coisas e como se esfrega nele quando quer tirar dinheiro e permissão pra sair. Um detalhe da minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela tá naquela fase em que não decide se gosta de pica ou não, então por que não explorar as duas opções?
O próximo membro da minha família louca é o Alec, nosso irmão mais velho. Atualmente ele mora num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita falta dele, especialmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde pequena sempre fomos tipo melhores amigos. Ele é um Um cara bonito, de aparência nobre e muito carinhoso. Eu adoro ele.
A outra se chama Estefy, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo para os meus pais, porque como todo mundo diz, não importa quantos anos ela tenha, sempre vai ser a mimada da família e a princesinha da casa. Infelizmente, a Estefy levou isso tão ao pé da letra que até hoje age de um jeito meio infantil. Já não tem mais idade pra isso, mas fazer o quê... Minha mãe mima ela e até deixa ir pras festinhas com os amiguinhos da escola, enquanto eu tenho que me matar pra conseguir um mísero sim pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, a Andrea, a deslocada da família, virgem, claro, porque tenho medo demais de deixarem me arrebentar a buceta. Sim, pode rir, mas ainda tô esperando o cara certo pra me tirar a virgindade, embora isso não signifique que eu nunca tenha transado por trás. Sexo anal pra mim era uma puta bênção dos deuses, mesmo não praticando tanto quanto queria. Diferente da minha gêmea, eu não ia com o primeiro bonitinho que aparecesse na minha frente; eu era bem seletiva, e isso não agradava muito os caras, mas fazer o quê? Era assim que eu era, com uma buceta reservada e limpinha que nem a de um bebê. Graças a Deus, por genética da minha mãe, nenhuma de nós três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente os cinco da família estávamos em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo inspetora de um colégio, fazia o mesmo. Por um lado, era legal porque todo mundo convivia e se divertia, mas, por outro lado, era um tédio danado, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Estefy tinha quebrado, então ela dormia comigo, no meu beliche. Enquanto a Ângela me deixou pra dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal deles, a TV de 40 polegadas e o próprio computador. Eles eram os reis. Nós, as pobres escravas.
— Andrea! — minha mãe me chamou naquela noite em que eu já me conformava que as coisas iam continuar chatas — Desce pra jantar!
A hora da comida era sagrada pra minha mãe, que adorava nos ver todos juntos.
— Vamos, Andrea — disse a Estefy, pulando do beliche de uma vez.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada de nós, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela mantinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada pela blusinha, e uns shortinhos bem curtos que só ajudavam a destacar a bunda empinada dela.
— Já vou, já vou.
— Anda, boba — ela disse, e eu aproveitei pra dar um tapa na bunda dela de castigo — Ai! Idiota.
— Idiota é você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, já estavam todos reunidos. Até a Lorena tinha vindo, a namorada da Ângela, que meus pais adoravam. Já falei. Eles são bem liberais com relação à sexualidade. Eu sabia que minha mãe transou com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou... Bem, não nos surpreendeu muito. Afinal, já estávamos acostumadas a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra não cometermos os mesmos erros que ela.
A Lorena me cumprimentou com um sorriso provocante, como sempre, porque ela gosta tanto que a Ângela se pareça comigo que até eu, às vezes, viro alvo dos olhares safados dela. Sentei do lado da Estefy e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos para as férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Ângela queria ir esquiar, mas não tínhamos dinheiro pra uma viagem tão longe. A Estefy optou por ir pra praia, mas quando minha mãe disse que dessa vez ela teria que se bronzear, ela desistiu da ideia. Minha irmãzinha tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir pro interior ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele ia com o que a maioria decidisse.
— E você, Andrea? Pra onde quer ir? — papai me perguntou.
— Bom, a ideia da Estefy me agradou. A praia parece boa.
— É, vamos pra praia — minha gêmea concordou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero pegar um bronzeado e usar um biquíni bonito.
— Eu também quero um biquíni — disse Estefy —. Acho que se todo mundo topar, posso me sacrificar.
— E por que não perguntamos pro Alec? Pelo que sei, ele vem amanhã.
As três irmãs se entreolharam animadas.
— Ele vem?
— Sim. Era uma surpresa, mas já que é, falei. Então, Ângela, vai ter que desocupar o quarto dele.
— Vou sim, mãe — a ideia não a deixava muito feliz. Estefy e eu estávamos mais empolgadas em rever nosso irmão.
Terminada a janta, fui tomar um banho de banheira. Era relaxante ficar na água fresca, totalmente pelada e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e que finalmente íamos ficar todos juntos, pelo menos durante as férias. Já tava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Nisso, meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma pra ele não ver meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau pra mijar. Pelo visto, na nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito ele entrar sem avisar, tinha horas que eu precisava ficar sozinha.
— Você tá animada com a chegada do seu irmão.
— Muito — finalmente consegui olhar pra ele e ele me sorriu. Eu fiquei meio corada.
— Sai, pa-pai — disse Estefy num tom debochado. Ela tratava meu pai com mais intimidade do que a gente. Ele só riu e passou a mão na cabeça da minha irmã mais nova — Posso tomar banho com você?
— Claro, entra.
Estefy tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes eu ficava me perguntando se ela não era filha de outro homem, porque com seus olhos verdes, sua pele delicada... Pecas e seu nariz minúsculo não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e a Estefy ficava muito irritada.
Assim que tocou a água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões enormes encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela: que era muito carinhosa comigo às vezes e dependia mais de mim do que da Ângela, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alec conseguia dominar ela de vez em quando.
Senti o cheiro do cabelo da Estefy e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço, como um sinal de que precisava de um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele delicada e branca da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e o corpo dela tremeu. Eu beijei devagar e com muito amor. Aos poucos, ela foi relaxando, até que começou a tocar os próprios peitos e a beliscar os biquinhos. Aproveitei aquele momento para fechar meus braços em volta da barriga dela e acariciá-la.
A Estefy, diferente da Ângela e de mim, ainda não tinha tido nenhum tipo de relação. Minha mãe não estava tão convencida disso, mas eu sim, porque era a irmã mais velha dela e a amava, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda ninguém tivesse enfiado o pau na pobre da Estefy, então enquanto o homem certo não aparecia na vida dela, eu, como irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer pra ela quando ela me pedisse.
— Você tá gostando?
Estefy concordou com a cabeça. Virei para beijar o outro lado do pescoço dela. Vi como ela movia as mãos até levá-las à sua bucetinha delicada. Começou a gemer baixinho enquanto eu dava mordidinhas na orelha dela e acariciava a barriga dela.
— Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela com a minha e guiei pra ela aprender como devia se masturbar. Me surpreendia que na idade dela ainda estivesse descobrindo esse prazer maravilhoso. Minha mãe tinha mostrado pra mim e pra Ângela o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina suas filhas, a sexualidade e sem tabus, tinha sido muito explícita. E por explícita posso dizer que até vimos partes dela muito encantadoras.
— Como vão as aulas? — perguntou minha gêmea entrando de repente pra escovar os dentes.
Estefy olhou pra ela com um pouco de severidade.
— Bem — disse, feliz.
— Vaza, Ângela — rosnou Estefy —. A gente não interrompe vocês quando você tá com a Lorena aqui.
— Ah, a minilésbica — disse Lorena provocando a Estefy como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã adorava fazer ela ficar puta. Entrou e fechou a porta com chave.
— Já, tô perdendo a concentração.
— Saiam — pedi —, a Estefy já tava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã se relaxou de novo.
— Podemos fazer outra coisa, Andrea?
— Sim, querida.
Ela se virou pra mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de um jeito que os peitinhos dela, pequenos e suculentos, ficaram a só centímetros da minha boca. Eu segurei ela pela cintura e, sorrindo, coloquei um dos biquinhos na minha boca.
— Não morde forte, que dói.
— Vou te deixar um chupão — pisquei um olho —. Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
— O que eu quero é que você me coma logo — ela riu docemente.
— Isso não vai rolar, Estefy. Mamãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
— Bu. Chupa meus peitos pelo menos.
Era nisso que eu tava. Estefy fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele par delicioso de peitos firmes e branquinhos. Baixei o olhar e vi a linda bucetinha da minha irmã e, tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pela barriga dela até chegar na ppk dela. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido.
— Ei, ei, calma aí — disse papai entrando de novo pra escovar os dentes. Estefy deu um gritinho e se meteu de volta na água. Eu encerrei a sessão e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando Ângela, Alec e eu éramos crianças em casa, a gente praticava nudismo como um estilo de vida. Meus pais tinham se juntado a um grupo de gente que conheceram numa praia de nudismo. Agora que não frequentavam mais, aquela lembrança já era coisa do passado, mas nem por isso a gente tinha vergonha de se mostrar.
Bom, eu era a que menos se importava de ser vista pelada. Tanto a Ângela quanto a Estefy eram mais reservadas nesse aspecto e já não se sentiam tão seguras sem roupa na frente dos nossos pais.
— Durmam cedo — foi só o que ele disse e saiu rápido, meio corado.
A Estefy saiu na hora. Tava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um aperto na bunda.
— Te vejo no quarto — ela se enrolou numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banheiro escovando os dentes, imaginando que tipo de férias fantásticas a gente ia ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
O segundo é meu pai, Manuel, um cara de quase 1,80m de altura, e bem atraente, já que é professor de educação física e daqueles que realmente trabalham, então dá pra imaginar como ele é gostoso. O que minha mãe mais ama nele e que a gente também curte é que ele sempre foi um homem muito atencioso com a família. E meio inocente e muito apegado a mim, ou melhor, eu sou apegada a ele. O nome dele é Maurício.
Minha irmã gêmea, Ângela, é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. O motivo é que ela acha divertidas todas as situações que rolam por causa da confusão. Por outro lado, Ângela é meio piranha, na minha humilde opinião, porque a paquera dela chega a deixar nosso pai desconfortável, do jeito que ela pede as coisas e como se esfrega nele quando quer tirar dinheiro e permissão pra sair. Um detalhe da minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela tá naquela fase em que não decide se gosta de pica ou não, então por que não explorar as duas opções?
O próximo membro da minha família louca é o Alec, nosso irmão mais velho. Atualmente ele mora num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita falta dele, especialmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde pequena sempre fomos tipo melhores amigos. Ele é um Um cara bonito, de aparência nobre e muito carinhoso. Eu adoro ele.
A outra se chama Estefy, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo para os meus pais, porque como todo mundo diz, não importa quantos anos ela tenha, sempre vai ser a mimada da família e a princesinha da casa. Infelizmente, a Estefy levou isso tão ao pé da letra que até hoje age de um jeito meio infantil. Já não tem mais idade pra isso, mas fazer o quê... Minha mãe mima ela e até deixa ir pras festinhas com os amiguinhos da escola, enquanto eu tenho que me matar pra conseguir um mísero sim pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, a Andrea, a deslocada da família, virgem, claro, porque tenho medo demais de deixarem me arrebentar a buceta. Sim, pode rir, mas ainda tô esperando o cara certo pra me tirar a virgindade, embora isso não signifique que eu nunca tenha transado por trás. Sexo anal pra mim era uma puta bênção dos deuses, mesmo não praticando tanto quanto queria. Diferente da minha gêmea, eu não ia com o primeiro bonitinho que aparecesse na minha frente; eu era bem seletiva, e isso não agradava muito os caras, mas fazer o quê? Era assim que eu era, com uma buceta reservada e limpinha que nem a de um bebê. Graças a Deus, por genética da minha mãe, nenhuma de nós três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente os cinco da família estávamos em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo inspetora de um colégio, fazia o mesmo. Por um lado, era legal porque todo mundo convivia e se divertia, mas, por outro lado, era um tédio danado, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Estefy tinha quebrado, então ela dormia comigo, no meu beliche. Enquanto a Ângela me deixou pra dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal deles, a TV de 40 polegadas e o próprio computador. Eles eram os reis. Nós, as pobres escravas.
— Andrea! — minha mãe me chamou naquela noite em que eu já me conformava que as coisas iam continuar chatas — Desce pra jantar!
A hora da comida era sagrada pra minha mãe, que adorava nos ver todos juntos.
— Vamos, Andrea — disse a Estefy, pulando do beliche de uma vez.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada de nós, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela mantinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada pela blusinha, e uns shortinhos bem curtos que só ajudavam a destacar a bunda empinada dela.
— Já vou, já vou.
— Anda, boba — ela disse, e eu aproveitei pra dar um tapa na bunda dela de castigo — Ai! Idiota.
— Idiota é você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, já estavam todos reunidos. Até a Lorena tinha vindo, a namorada da Ângela, que meus pais adoravam. Já falei. Eles são bem liberais com relação à sexualidade. Eu sabia que minha mãe transou com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou... Bem, não nos surpreendeu muito. Afinal, já estávamos acostumadas a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra não cometermos os mesmos erros que ela.
A Lorena me cumprimentou com um sorriso provocante, como sempre, porque ela gosta tanto que a Ângela se pareça comigo que até eu, às vezes, viro alvo dos olhares safados dela. Sentei do lado da Estefy e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos para as férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Ângela queria ir esquiar, mas não tínhamos dinheiro pra uma viagem tão longe. A Estefy optou por ir pra praia, mas quando minha mãe disse que dessa vez ela teria que se bronzear, ela desistiu da ideia. Minha irmãzinha tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir pro interior ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele ia com o que a maioria decidisse.
— E você, Andrea? Pra onde quer ir? — papai me perguntou.
— Bom, a ideia da Estefy me agradou. A praia parece boa.
— É, vamos pra praia — minha gêmea concordou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero pegar um bronzeado e usar um biquíni bonito.
— Eu também quero um biquíni — disse Estefy —. Acho que se todo mundo topar, posso me sacrificar.
— E por que não perguntamos pro Alec? Pelo que sei, ele vem amanhã.
As três irmãs se entreolharam animadas.
— Ele vem?
— Sim. Era uma surpresa, mas já que é, falei. Então, Ângela, vai ter que desocupar o quarto dele.
— Vou sim, mãe — a ideia não a deixava muito feliz. Estefy e eu estávamos mais empolgadas em rever nosso irmão.
Terminada a janta, fui tomar um banho de banheira. Era relaxante ficar na água fresca, totalmente pelada e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e que finalmente íamos ficar todos juntos, pelo menos durante as férias. Já tava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Nisso, meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma pra ele não ver meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau pra mijar. Pelo visto, na nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito ele entrar sem avisar, tinha horas que eu precisava ficar sozinha.
— Você tá animada com a chegada do seu irmão.
— Muito — finalmente consegui olhar pra ele e ele me sorriu. Eu fiquei meio corada.
— Sai, pa-pai — disse Estefy num tom debochado. Ela tratava meu pai com mais intimidade do que a gente. Ele só riu e passou a mão na cabeça da minha irmã mais nova — Posso tomar banho com você?
— Claro, entra.
Estefy tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes eu ficava me perguntando se ela não era filha de outro homem, porque com seus olhos verdes, sua pele delicada... Pecas e seu nariz minúsculo não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e a Estefy ficava muito irritada.
Assim que tocou a água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões enormes encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela: que era muito carinhosa comigo às vezes e dependia mais de mim do que da Ângela, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alec conseguia dominar ela de vez em quando.
Senti o cheiro do cabelo da Estefy e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço, como um sinal de que precisava de um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele delicada e branca da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e o corpo dela tremeu. Eu beijei devagar e com muito amor. Aos poucos, ela foi relaxando, até que começou a tocar os próprios peitos e a beliscar os biquinhos. Aproveitei aquele momento para fechar meus braços em volta da barriga dela e acariciá-la.
A Estefy, diferente da Ângela e de mim, ainda não tinha tido nenhum tipo de relação. Minha mãe não estava tão convencida disso, mas eu sim, porque era a irmã mais velha dela e a amava, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda ninguém tivesse enfiado o pau na pobre da Estefy, então enquanto o homem certo não aparecia na vida dela, eu, como irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer pra ela quando ela me pedisse.
— Você tá gostando?
Estefy concordou com a cabeça. Virei para beijar o outro lado do pescoço dela. Vi como ela movia as mãos até levá-las à sua bucetinha delicada. Começou a gemer baixinho enquanto eu dava mordidinhas na orelha dela e acariciava a barriga dela.
— Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela com a minha e guiei pra ela aprender como devia se masturbar. Me surpreendia que na idade dela ainda estivesse descobrindo esse prazer maravilhoso. Minha mãe tinha mostrado pra mim e pra Ângela o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina suas filhas, a sexualidade e sem tabus, tinha sido muito explícita. E por explícita posso dizer que até vimos partes dela muito encantadoras.
— Como vão as aulas? — perguntou minha gêmea entrando de repente pra escovar os dentes.
Estefy olhou pra ela com um pouco de severidade.
— Bem — disse, feliz.
— Vaza, Ângela — rosnou Estefy —. A gente não interrompe vocês quando você tá com a Lorena aqui.
— Ah, a minilésbica — disse Lorena provocando a Estefy como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã adorava fazer ela ficar puta. Entrou e fechou a porta com chave.
— Já, tô perdendo a concentração.
— Saiam — pedi —, a Estefy já tava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã se relaxou de novo.
— Podemos fazer outra coisa, Andrea?
— Sim, querida.
Ela se virou pra mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de um jeito que os peitinhos dela, pequenos e suculentos, ficaram a só centímetros da minha boca. Eu segurei ela pela cintura e, sorrindo, coloquei um dos biquinhos na minha boca.
— Não morde forte, que dói.
— Vou te deixar um chupão — pisquei um olho —. Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
— O que eu quero é que você me coma logo — ela riu docemente.
— Isso não vai rolar, Estefy. Mamãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
— Bu. Chupa meus peitos pelo menos.
Era nisso que eu tava. Estefy fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele par delicioso de peitos firmes e branquinhos. Baixei o olhar e vi a linda bucetinha da minha irmã e, tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pela barriga dela até chegar na ppk dela. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido.
— Ei, ei, calma aí — disse papai entrando de novo pra escovar os dentes. Estefy deu um gritinho e se meteu de volta na água. Eu encerrei a sessão e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando Ângela, Alec e eu éramos crianças em casa, a gente praticava nudismo como um estilo de vida. Meus pais tinham se juntado a um grupo de gente que conheceram numa praia de nudismo. Agora que não frequentavam mais, aquela lembrança já era coisa do passado, mas nem por isso a gente tinha vergonha de se mostrar.
Bom, eu era a que menos se importava de ser vista pelada. Tanto a Ângela quanto a Estefy eram mais reservadas nesse aspecto e já não se sentiam tão seguras sem roupa na frente dos nossos pais.
— Durmam cedo — foi só o que ele disse e saiu rápido, meio corado.
A Estefy saiu na hora. Tava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um aperto na bunda.
— Te vejo no quarto — ela se enrolou numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banheiro escovando os dentes, imaginando que tipo de férias fantásticas a gente ia ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
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