Perdido pela Mamãe 5

Quando eles foram embora, começou outra discussão entre a gente sobre o mesmo assunto. Eu acreditei nela até pegá-la agarrada no telefone. Eram três da manhã, levantei pra beber água, desci até a cozinha e ouvi a voz dela vindo da sala — na verdade, mais que a voz, os gemidos dela.
– Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Issooo Assiiim Querooo Assiiim Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
Eu tava meio dormindo, minha primeira reação foi de tesão, ao ver minha mãe se masturbando na frente da TV com um filme pornô. Quando percebi o celular e ouvi parte da conversa — conversa que sem dúvida era com o avô — fiquei puto pra caralho. Fui até ela e arranquei o aparelho da orelha dela. Ela ficou paralisada, com a outra mão ainda brincando com a própria buceta.
– O que você tá fazendo? – ela sussurrou.
– Vendo o quão puta e sem vergonha você é, então vou deixar as coisas bem claras.
– Não quero que você ligue mais pra esse velho maldito, ou vai me conhecer de verdade, ouviu!
Larguei minha ameaça contra meu avô, desliguei a chamada e joguei o telefone de lado.
– Mario, isso não é jeito, você não pode me tratar assim.
A raiva me dominou e eu gritei:
– Cala a boca, sua puta do caralho! – e soltei um tapa na cara dela.
– Desculpa, mas não aguento mais isso. Você é minha, e só minha. – Me arrependi na hora do que fiz.
– Mario, não faz isso de novo.
Ela disse, esfregando o rosto por causa do tapa que eu dei. Não era meu estilo ser violento, foi um surto de frustração.
– Não vou fazer de novo, desculpa, mas você me tira do sério, me faz perder a cabeça. Me diz como você quer que eu fique? Você me despreza de novo como amante e parceira.
– Não, Mario, isso não é...
– Eu te ouvi, mãe. Não me trata como idiota, eu ouvi bem quando você dizia entre gemidos que queria que fosse ele a te foder naquela noite. Eu te comi e parece que você só fingiu a noite toda pra me manter contente e calmo.
– Não, filho, isso não é verdade. Naquela noite eu gozei mais do que em qualquer momento da minha vida. É só que eu não consigo evitar, é mais forte...
– Já tô de saco cheio disso. Tudo isso, Sara, você me machuca e não tá nem aí. Tem que tomar uma decisão de uma vez: ou acaba essa história com o velho, ou acaba comigo. Então escolhe, mas escolhe logo. Não me machuca mais. Eu não te fiz nada pra você me tratar desse jeito. Fuck you. Tudo tá guardado dentro de mim, e você caga pros meus sentimentos. Então ou você toma a decisão, ou eu tomo, e você não vai gostar.

Falei isso todo ferido e muito puto. Fui pro meu quarto. Minha mãe ficou firme no começo, mas eu ignorei ela completamente dessa vez. Tava decidido a levar a ameaça até o fim. Ela me pegou pelo braço umas duas vezes. Numa delas, jogou na minha cara que eu tinha dormido com a Gema, a mulher do velho, que era olho por olho. Não comprei essa. Aí, noutra vez, ela partiu pra uma tática passivo-agressiva, lembrando direto da tal da Promíscua. Me tirava do sério, mas eu mantive minha posição. Então, furioso, falei:

— Tanto que você fala dela, vou acabar trazendo ela pro meu quarto pra foder de novo. Você fica me lembrando daqueles momentos gostosos quando eu comia ela, ainda mais quando eu comi ela no carro enquanto vocês talvez conversavam na sala.

Falei isso com um tom de pena. Ela se enfureceu e gritou:

— Você é um filho da puta, seu merda! Te odeio, maldito!

E foi chorando pro quarto dela. Nunca mais tocou no assunto da Gema, porque sabia que eu era capaz de trazer ela e foder aqui mesmo. Eu mantive minha posição, porque era eu o ofendido, falasse ela o que quisesse. Três dias se passaram e nada de sexo. Nem uma punheta eu tinha batido. Tava quase cedendo. Mas foi ela quem cedeu. Eu tava em casa, tinha acabado de chegar da faculdade, ainda esperando uma reação dela. E tive. Quando ela entrou pela porta, umas duas horas antes do horário normal, veio até mim. Eu tava na frente da TV. Ela pegou o celular, discou, tudo na minha frente, sem nem falar oi. Esperou um pouco e falou:

— Pai? Acabou. Termina aqui. A gente não vai mais ficar junto. Intimamente juntos.
Falou assim, do nada. Depois jogou o telefone no meu colo, ouvi a voz do meu avô do outro lado, pedindo explicações, ele tava bem puto ou melhor, desnorteado, e debochando falei pro velho:
– Game Over, véio! E desliguei.
– Espero que você esteja feliz, porque eu não aguento mais, e acho que você também não.
Começou a se despir, tava de terno e calça, a roupa que usava pra trabalhar.
– Você me quer só pra você, então tá bom, mas é melhor você se comportar como homem, não como criança. Vai me comer gostoso como fez naquela noite, a gente vai fazer isso toda noite e três vezes por dia nos fins de semana. Você vai aprender a cuidar de uma mulher como eu, ou vai criar uns chifrinhos lindos nessa cabecinha.
Tinha uma certa graça a atitude infantil dela ao me ameaçar daquele jeito.
– Kkkkkkk Olha quem fala de criança, se comportando feito uma quinzeanera imatura!
– O Que Você Quer Dizer Com Isso, Seu Merda?
Perguntou puta porque eu soube enfrentar ela.
– Ora, olha como você age irritada, quando quem devia estar puto era eu. Olha tudo que você me fez e ainda age como se eu tivesse te tirado algo.
– Tá bom, Mário, me desculpa, você tem razão, sou eu que tô em dívida com você e quero pagar essa dívida.
Falou, arrancando o sutiã.
– Isso não basta. Diz que nunca vai ficar com outro homem, nem o avô, nem o pai, nem ninguém que não seja eu.

Pela primeira vez desde que começamos nossa relação especial, minha mãe tava na minha mão e não o contrário.
– Tá bom, nunca vou ficar com outro homem, mas você também não vai ficar com nenhuma outra gostosa, porque se você quer que eu seja só sua, eu quero o mesmo de você: que seja só meu.
Ela falou enquanto continuava se despindo, e já tava completamente pelada, de joelhos na minha frente. Começou a puxar minha calça pra baixo, depois puxou minha cueca e começou a me chupar ali mesmo. Me mamava de um jeito inacreditável, igual uma desesperada, enfiando tudo sem diminuir a velocidade, metendo até a garganta. Era impressionante ver ela assim nua, de joelhos na minha frente, engolindo meu pau com uma puta desesperação. Depois tirava da boca e lambia da cabeça até a base do tronco com a língua, descendo até minhas bolas, que ela chupava e lambia sem parar. Nunca tinha visto ela tão puta. Depois de um tempão chupando minhas bolas, soltou e voltou a mamar meu pau como uma verdadeira vadia de filme pornô. Mamou mais um tempão, tirou da boca, me segurou pelos ombros e implorou desesperada:

– Já, Mário! Não aguento mais! Me fode! Já! Preciso que você meta e me foda gostoso até me encher de leite! Preciso do meu macho fodedor fodendo minha buceta!

Eu peguei ela pela mão:
– Vamos pro nosso quarto. Ou não é assim agora? De quem é essa cama de casal?
Falei levando ela pro quarto dela pra mostrar meu domínio, e a resposta não demorou:
– Claro que sim, amor. Esse vai ser nosso quarto agora, e você vai ser o dono dessa cama e desse corpinho.
Disse minha mãe, passando as mãos pelo corpo, realçando as curvas fabulosas. Subimos pro quarto dela e, mal entramos, ela me abraçou, me beijou e, com voz melosa, perguntou:
– Como você me quer? Por cima ou de quatro?
Peguei ela pela cintura, levei até a cama e falei:
– Do jeito que for, vou te dar o que você tanto quer. E eu também tô morrendo de vontade de te foder até você ficar sem ar, pra sentir o homem que tem do lado e aprender a valorizar.
Fui deitando ela na cama, e ela mesma escolheu a posição. Assim que deitei na cama de casal, ela virou de bruços, foi se levantando devagar até ficar de quatro, empinando a bunda linda dela. Eu subi na cama, me ajoelhei atrás dela, me posicionei pra meter, segurei na cintura dela e empurrei. com força na minha cintura, enterrando toda a minha pica de uma só vez, e de repente, o primeiro que se ouviu foi
– Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Siiim, Fiiinalmente Siiim, Fiiinalmente Teee Siiinto Dentroooo de Miiim Siiim, Deeuss Saaanto Siiim, Mariooo Siiim, Me Fodeee Assiiim Siiim, Aii Meu Amoor Siiim, Como Meee Gostaaa Queee Meee Fodaaa Meee Deixaaa Loucaaa Sua Picaaaa Como Meee Deixaaa Me Fodeee Queee Meee Encantaaa Sentiiir A Picaaaa Dooo Meeu Filhooo Fodendoooo Miiia Bucetaaaa Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh!

O primeiro que se ouviu foram seus gemidos altos de prazer, além disso, ela começou a rebolar a bunda acompanhando minhas fortes estocadas enquanto não parava de gemer
– Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Deeuss Maaais Mariooo Maaais Me Fodeee Maaais Siiim, Céuuu Como Meee Gostaaa Sua Picaaaa Céuuu Me Fodeee Fodeee a Mamãe Siiiim Mariooo Me Dá Durooo Me Fodeee Durooo Siiim Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh!

E ao sentir o prazer dela transmitido pelos seus gemidos altos de mulher no cio, aumentei a velocidade das minhas estocadas, fazendo soar naquele quarto o barulho do choque dos nossos corpos. Dava pra sentir claramente os
Plop!, Plop!, Plop!, Plop!, Plop!, Plop!

Enquanto arremetíamos nossos corpos um contra o outro, porque quando eu a estocava, ela me estocava com a bunda, fazendo uma fodida intensa e sincronizada entre nós dois. E essa fodida me venceu, não aguentei mais. Estivemos fodendo por mais de meia hora e, enterrando fundo, gozei bem no fundo da buceta dela, arrancando um orgasmo avassalador
– Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Deeuss Siiim Mariooo Siiim Como Meee Faz Gozaaarr Sua Porraaa Dentrooo da Miiia Bucetaaaa Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh!

E finalmente ela cai, completamente ofegante, sem forças, na cama, e eu caio sobre ela ainda com minha pica enterrada. Pau dentro dela, nós dois tentando recuperar o fôlego, bem ofegantes, mas veio na minha cabeça o que ela me disse antes de foder: que se eu queria ela só pra mim, devia me comportar como homem, não como moleque. Então, assim que peguei meu segundo fôlego, sem dar tempo dela se recuperar, peguei ela pela cintura e falei – Então quer que eu me comporte como homem? Vou te mostrar, putinha, que não sou nenhum moleque! E ela, sabendo o que vinha quando eu falava assim, disse – Ai, meu bem, por que você não dá uma descansadinha, assim me pega mais recuperadinha. Eu olho pra ela por trás e respondo – Não queria um homem? Vou te dar um homem, porca safada! E sem dizer mais nada, comecei a meter nela de novo, enfiando e tirando meu pau da buceta dela com a mesma intensidade de antes – Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Meu Deeeeus Marioooo De Ondeeee Tiraaa Essa Vitalidaaade Papaiii Meu Deeeeus Como Fodeee Meu Deeeeus Santo Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Ahhhhhhh! Comecei a foder ela com muita força, fazia ela gritar igual louca, nunca tinha visto ela gozar assim. Se eu soubesse que ela curtia esse rolê de foder pesado, teria comido ela assim há muito tempo e talvez ela não tivesse caído naquela porra do velho avô. Pela primeira vez, via ela se sentindo fodida e completamente satisfeita, então continuei fodendo ela do jeito que ela tanto amava, e ela não parava de gemer e pedir mais e mais, que eu fodesse ela, que ela era minha única mulher. Então continuei sem descanso, fodendo ela como se não houvesse amanhã, como se saciar a fome sexual daquela mulher gostosa dependesse da minha vida. A verdade é que, enquanto eu fodia ela, minha mãe virou a cabeça pra mim e, entre gemidos, disse – Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Siiim Me Fode Assiiim Meu Sêmen Assiiim Marioooo Sou Sua, Meu Céu Me Fode Sou Sua Puta Sua Vadia O Que Quiiser Meu Amor Quero Tudo Mas Ao Seu Lado e Com Seu Pau Dentro De Miiii Bucetaaaa ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!
Eu tava quase gozando de novo, mas dessa vez não queria tão cedo, queria durar mais, sem contar que já fazia mais de 20 minutos que a gente tava fodendo de novo desde a primeira transa. Então eu tirei ela de mim e esperei um pouco, esperando que ela implorasse, talvez também fosse meu ego inflado por ter aquela mulher tão desejada nas minhas mãos. Ela não demorou pra implorar pelo meu pau, porque logo ouvi a voz dela dizer:
–Mario, minha vida, por que você parou bem agora que eu tava quase, meu céu, bem na hora que eu ia gozar pela terceira vez desde que você começou a me foder de novo!
Ela me atualizava sobre os orgasmos que eu tirava dela em cada foda, era incrível o poder que eu tinha sobre ela, ela tava completamente entregue a mim. Na real, eu parei pra descansar pro que vinha, e fiz questão de avisar:
–Parei um pouco porque precisava de forças, porque agora vem o melhor. Falei, segurando ela pela cintura e dizendo com voz grave:
–Agora no seu cu, vaca!
Falei e fui enfiando devagar até a metade do meu pau dentro do cu dela, e aí enfiei tudo de uma vez, cravando o resto.
–Uyyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Deeeus Marioooo Você Me Parteee Deeeus Me Parteee Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy!
Ela gritava numa mistura de dor e prazer, eu percebia que ela tava gostando porque logo começou a rebolar o cu acompanhando minha foda. Ficamos assim por mais uns 20 minutos, e ela já tava gemendo feito uma puta pedindo pau no cu.
–Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Siiim Mariooo Assiiim Maaais Me Dá Maaais Assiiim No Cuuuu Siiim Meu Machooo Vamooos Me Dá Maaais Que Eu Já Vou Gozaaa Papaiii Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!
Ela gemia anunciando que tava tendo outro orgasmo, já perdi a conta de quantos eu tirei dela desde que começamos a foder, mas como eu gostei quando ela começou a gemer enquanto Quando ela gozava, era algo sensacional sentir ela gemir enquanto o corpo todo começava a se eletrificar, presa daquela força de prazer indescritível.
– Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Meu Deeeus Marioooo Cooomo Vocêee Me Foooode Deeeus Santooo Toooo Gozandooo Marioooo Toooo Gozandooo Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!
E poucos segundos depois do orgasmo dela, eu gozo dentro do cu dela, fazendo ela explodir em outro orgasmo consecutivo que termina com ela de novo desabada na cama, ofegando, toda agitada, tentando recuperar o fôlego, exausta total, e eu também caí exausto em cima dela com a pica ainda enfiada no cu dela, ela sentindo minha pica perder a dureza lá dentro.
– Ahhhh Meu Deeeus Mario como você me fode, meu céu, me deixa tão satisfeita, serei sua, nunca mais vou me arriscar a te perder, você é meu homem, meu tudo, te amo, céu, olha só como fiquei cheia de leite na buceta e no cu, os dois buracos transbordando de leite, e nem vou contar os orgasmos que você arrancou de mim em cada fodida, você é o homem mais cobiçado pelas mulheres e é só meu.
Ela disse isso, se virou pra mim e me beijou os lábios com paixão, a língua dela entrou na minha boca e, inquieta, procurou a minha língua pra se enroscar e brincar entre as duas línguas. As mãos dela também não ficaram paradas, acariciaram meu corpo todo, assim como as minhas faziam no corpo dela. Era tudo paixão entre nós, começávamos uma nova etapa na nossa relação incestuosa.
Depois daquela tarde transando com ela, comecei a desenvolver uns gostos mais pesados com ela a partir daquele dia, como as fodidas no cu, e uns tapas na cara e, principalmente, nas nádegas, até uma linguagem mais obscena. Mas nesse último sentido, sempre preferi chamar ela de mamãe puta ou coisas assim, mas nessa ocasião não consegui me segurar de chamar ela de raposa porca ou puta porque tava muito excitado e com o ciúme ainda latejando, que foi se dissolvendo naquela sessão de sexo quase selvagem entre nós dois.
Foram gozadas muito boas aquelas que a gente deu. Aquela tarde inteira passamos transando no meio da tarde, com o celular tocando, recebendo ligações sem parar do vovô. E nisso, ela, já farta do barulho do celular, atendeu e colocou no viva-voz pra eu ouvir, já que nada mais ficaria escondido entre nós.

Mãe: –Alô, sim, quem fala?! Respondeu de mal jeito.

Vovô: –Sou eu, Sara, sou eu. Podemos conversar? Não entendo por que você está terminando com a gente?

Mãe: –Simples, pai, a gente acabou porque estou com o Mario e quero que continue assim, se possível pra sempre, e não só pelo sexo. Eu amo ele loucamente, até o que sinto por ele é muito mais forte do que senti quando me apaixonei pelo meu marido. Amo ele de alma e é essencial ter ele por perto pra beijar, acariciar, amar do jeito que só eu sei amar.

Minha mãe respondeu, escancarando tudo que sente por mim.

Vovô: –Qual é, Sara, porra, vamos parar com essas besteiras, pelo amor de Deus. Você vai me dizer que está perdidamente apaixonada pelo seu filho e que essa tesão – porque é isso que é – vai ser mais forte do que o que vivemos esses anos? Você está afim do garoto porque ele é jovem e viril, mas não acho que ele te coma como eu, disso tenho certeza. Ninguém consegue igualar tudo que vivemos na cama.

Enquanto meu avô falava tudo isso, o rosto da minha mãe ia se transformando de raiva que estava sentindo.

Mãe: –Pai, me escuta primeiro: tesão no cu você tem. Eu amo o Mario de alma e ele também me excita do jeito que me fode com aquela potência que você nunca vai ter e nunca teve! E segundo, sobre a cama, você tem razão, ele não consegue te igualar…

Ela fez uma pausa, e quase o mundo desabou sobre mim, mas quando a tristeza ia voltar a reinar no meu ser, ouvi a voz salvadora da minha mãe que inflou meu ego como um balão de aniversário.

Mãe: –Você tem razão, ele não consegue te igualar na cama. Sabe por quê, pai? Porque naquela noite em que ele tomou seu lugar, ele te superou. Você não tem ideia de como ele me fode, me fez esquecer de você. e qualquer outro homem!

Disse ele, quase gritando de raiva.
Avô: – Vai pra merda, sua puta maldita!

Meu avô gritou com fúria, e minha mãe me surpreendeu, que, sem se abalar, devolveu o insulto.
Mãe: – Vai pra merda, seu velho impotente! Agora, sem os comprimidos, você não é nada!

Ela gritou irritada, desligou e me abraçou chorando, e eu a consolei.
– Ouviu o que aquele velho maldito me disse?
– Sim, mãe, é porque foi isso que você foi pra ele todo esse tempo. Por algo ele não consegue entender o que você sente por mim, nem o que sentimos quando estamos juntos.

Falei, e quando ia beijá-la, fui surpreendido pelos lábios dela se fundindo aos meus, e a língua dela invadiu minha boca para se enroscar na minha língua. Depois, ela disse:
– Te amo, Mario. Como lamento ter caído naquela tarde nas mãos daquele velho e ter te machucado. Ainda bem que naquela noite você me disputou até o fim e acabou ficando comigo. Nunca vou esquecer aquela noite em que você me comeu em cima da escrivaninha do seu quarto, sem nos importarmos com nada nem ninguém. Só éramos eu e você. Não sabe como sou feliz por estar nos seus braços, Mario.

Depois disso, eu sei que ela cortou todos os laços e que é fiel a mim num sentido quase pervertido da palavra. Sei que sou o único com quem ela transa e que meu pai voltou a ficar desconfiado por causa da seca sexual, mas não me importo. Desde então, ela é só minha. Mas, além de saber que era só minha, eu queria acertar as contas com meu avô. E isso aconteceu sem querer, porque, quando estava pensando em ligar pra Gema, recebi uma ligação dela bem na hora em que minha mãe acabava de sair do banheiro e ouviu claramente a voz de Gema no celular quando ela disse:
– Oi, garanhão. Sabe que ontem à noite sonhei com você? Com o tesão que a gente se divertiu no provador e como você me comeu dentro do carro. Acordei toda molhadinha, tive que ir ao banheiro me trocar e me aliviar, porque me deu uma certa vergonha ter sonhado com um macho como você e acordar ao lado de um coroa como... Eduardo Jijiji.

—Não dava nem com os dedos pra simular o tamanho da sua pica.

E a mãe, completamente furiosa, veio na minha direção, me olhou com uma cara que não trazia nada de bom, encostou o celular na orelha e ouviu o seguinte da Gema:

—Mario, eu sei que é uma loucura, mas quero que você me foda de novo. Preciso de você, ninguém me come como você.

—Escuta aqui, sua puta promíscua, esse lugar já tá ocupado, então vai cuidar do meu pai e deixa o Mario em paz, ou você vai me conhecer de verdade, ouviu?

Ela disse, puta da vida de um jeito terrível, desligou, jogou meu celular no sofá e, me encarando, falou:

—E o que você tem a me dizer sobre isso?

—Sara, foi ela quem ligou.

—E você não desligou? Queria encher o ego com as putarias que aquela rabuda tava te falando? — disse ela, cheia de ciúmes.

—E para de me chamar pelo meu nome, porra, que cada vez que ouço você me chamar assim, sinto todo esse seu ressentimento me destruindo. Vamos fazer alguma coisa, ainda falta tempo pro seu pai chegar. Então vamos pro meu quarto e me chama como sempre, mas com sua pica dentro de mim, Mario.

Eu sei que aquela promíscua vai te procurar até te foder de novo. Se eu descobrir ou te pegar, corto suas bolas, ouviu? Agora vamos, que preciso mais do meu homem — ela disse, me levando pro quarto dela.

No quarto, ela se despiu completamente e veio até mim. Me despiu, me pegou pela mão, me levou até a cama e, lá, me empurrou com uma das mãos no meu peito. Caí na cama, e ela subiu de quatro, engatinhando, e depois se posicionou de quatro na cama, apontando a bunda linda dela na direção do meu rosto. Eu não resisti: enfiei meu rosto na racha dela e comecei a chupar a buceta e o cu dela de um jeito que a fazia enlouquecer e soltar gritos desesperados.

—Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Meu Deeeus Marioooo Siiiiim Assiiim Aíiiii Siiiiim Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!

Continuei chupando a buceta dela sem parar, dando lambidas enormes. —Vai me negar outra? Vez essa bucetinha, mamãe? Eu perguntava enquanto enfiava a língua na buceta dela, fazendo ela explodir.

– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deus, não, Mário! Como vou te negar isso? Siiim, você tá comendo assim mesmo, céu! Vamos, amor! Continua, sim, continua assim, que eu tô perto, papai! Tô quase gozando! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela gritava sem parar de gemer, anunciando o orgasmo dela. O orgasmo dela tava tão perto que nem percebi que, de repente, minha mãe explodiu gemendo sem parar.

– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deus do céu, filho, tô morrendo de gosto! Meu Deus, tô gozando, tô gozando! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Depois do orgasmo, ela se jogou na cama de bruços, virou a cabeça e olhou pra mim – Tá esperando o quê? Acha que vou me contentar só com você me chupando? Sobe em cima de mim e me fode logo, preciso de você dentro, céu. Ela falou entre imperativa e carinhosa ao mesmo tempo. Eu não me fiz de rogado, mas não fiz do jeito que ela queria. Ajeitei ela bruscamente de quatro, fui encaixando a rola e enfiei no cu, metendo com força.

– Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Meu Deus, seu filho da puta, dói assim não, Mário! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy! Ayyyyyyyyyy!

Ela reclamou de dor. Quando vi que tava doendo de verdade, diminuí o ritmo e comecei a meter devagar, mas ela continuava reclamando muito, então tive que enfiar na buceta. Aí sim pegou ritmo e ela começou a gemer.

– Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deus, sim, agora sim! Continua assim, querido, me fode assim! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela gemia ao sentir eu estourando a buceta dela, mas meu rosto não tava completamente feliz, e ela percebeu. Sabia o motivo daquela tristeza. ela tira a mão da buceta dela e me empurra quando eu tiro o pau dela. ela pede pra eu deitar –Mario, quero que você me coma o cu, mas eu vou ditar o ritmo, senão você vai me destruir. Ela disse subindo em cima de mim, pegou meu pau com a mão e guiou até o cu dela, depois começou a descer devagar.

–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Viu, amor, assim sim, me come o cu, viu como eu gozo, papai, viu! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela gemia se mexendo, marcando o ritmo da fodida, e eu, já de saco cheio de ficar passivo aos desejos dela, peguei ela pela cintura. Ela se assustou porque pensou que eu ia meter com força.

–Não, espera, amor, você vai perder a mão, vai me machucar, papai.

Ela falava, mas eu ignorei, tava com muito tesão e comecei a meter devagar. Ela aceitou, abrindo mais as pernas, e de repente.

–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Deeeeus, Siiim, Amoooor, Asiiim, Você Me Enloquece, Marioooo, Você É O Melhor, Só Você Me Come Gostoso, Meu Amor! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela dizia gemendo igual uma porca.

–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siiim, Asiiim, Amoooor, Asiiim, Dá Nessa Mamãe, Asiiim, Come Essa Mamãe, Asiiim! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela dizia gemendo, entrando num orgasmo que se intensificou quando eu fiquei duro. Ela sabia que eu tava perto de gozar, e eu explodi igual um cavalo dentro do cu dela, fazendo ela gritar e ofegar.

–Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Deeeeus, Siiim, Asiiim, Siiim, Goza No Meu Cuuu, Siiim, Asiiim, Meu Machooo, Asiiim, Como Eu Gosto De Foder Com Meu Filho, Ele É Meu Macho, Meu Único Macho! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!

Ela gritava, se perdendo na intensidade do gozo dela junto com o meu, caiu na cama, virou, me pegou pelo pescoço, me puxou pra cima dela, devorou minha boca num beijo apaixonado de língua que durou até os dois caírem na cama sem ar, ofegantes. Depois ela apoiou a cabeça no meu peito, me dando beijinhos, e começou uma conversa gostosa.

— Meu Deus, Mario, como você tá agora, garoto? Transa feito um garanhão. — Ela disse, sorrindo.

— Gostou? — Perguntei, olhando fixo pra ela. Ela ficou um pouco em silêncio até que…

— Meu Deus, se gostei? Você me pergunta se gostei, Mario? Você me tem escravizada pra você, amor. Ninguém nunca me fez sentir o que você acabou de me fazer sentir.

Ela disse, eu beijei ela nos lábios, quis me jogar em cima dela pra foder de novo, mas já não tinha mais forças.

— Calma, meu bem, vai com calma. Você precisa descansar. Olha, desde que cheguei a gente tá transando. Você não é uma máquina. Vamos lá, vou preparar o jantar. Não se engana com essa história de juventude, você é um ser humano, tem energia, mas também se cansa. Vai com calma, a gente vai arrumar um tempo pra gente.

Ela disse e, antes de levantarmos, me olhou e perguntou:

— Por que aquela Promiscuous te chamou, te esquentando o ouvido pra foder? Será que você não esquentou a orelha dela antes, não?

— Bom, Mãe, vou te falar a verdade. Eu tava mandando mensagem pra ela uns dias atrás, mandava fotos da minha pica, vídeos me masturbando e gozando, porque eu queria comer ela na casa dela pra o avô ver a gente. Assim as contas ficariam acertadas com ele, porque eu tô de olho nele e quero me vingar do que ele me fez.

Ela me olhou séria, quase puta.

— Mario, a única responsável pelo que aconteceu fui eu. Perdi a cabeça por causa da história que a gente teve entre ele e eu, e eu mesma te descartei como papel higiênico. Ainda bem que sua raiva me fez cair na real e eu consegui pensar. Não quero te perder, então decidi te escolher. Ou você não me comeu a noite toda, se comeu? Acordei e tive que passar pomada na buceta porque ficou vermelha e irritada, ardia. E com tudo que ele era capaz de me foder, isso eu nunca consigo. Por isso você é meu homem, meu macho, meu amor. Larga esse ressentimento que tá te fazendo tão mal, filho. Vamos aproveitar o nosso ao máximo, não pensa mais em vingança.

Ela me disse isso de repente. Minha mãe me olhou fixo nos olhos, ia me dizer alguma coisa, com certeza era um olhar estranho.

– Mario, me escuta: se você levar adiante sua vingança contra o vovô, acha que a gente vai conseguir ser uma família normal de novo? Ele já sabe da nossa história e talvez a gente possa fazer reuniões de família. Porque, caso você não saiba, eu pedi pra ele não vir mais aqui em casa nem tentar me ver em outro lugar pra evitar problemas com você. E além disso, eu queria ser fiel a você a partir de agora.

– Mãe, isso até podia ser, mas se te machuca saber que vou foder a Gema, deixa pra lá. Já esqueci ela e pronto. Não quero te ver mal. Já sofremos bastante com tudo isso. Mesmo que isso tenha começado com você e seja toda sua culpa, não quero que sofra.

Falei pra ela ver que eu valorizo ela. Ela me abraçou e me beijou apaixonadamente.

– Mario, me fode de novo. Dessa vez no cu.

Ela disse toda tesuda. E bem na hora que ela se ajeitava pra enfiar no cu dela, sentimos que meu pai tava vindo. Eu corri pro meu quarto e ela se vestiu rápido antes de descer. Quando eu saía do meu quarto, vi minha mãe saindo já vestida com uma calça e uma blusa justa. Ela veio até mim e falou no meu ouvido:

– Não pense que vai ficar por isso mesmo. Dessa vez nem seu pai te salva. Então à noite fica preparado que vou te fazer uma visita.

Ela falou, olhou pra todos os lados e, ao não ver meu pai, me deu um beijo na boca e apertou minha pica. Depois desceu pra preparar o jantar. Depois de jantar, cada um foi pro seu quarto, mas assim que meu pai pegou no sono, senti a porta do quarto principal abrir e na hora ouvi os batidinhas suaves da minha mãe na minha porta, avisando que tava pronta pra terminar o que ficou pendente. Pendente, falei pra ela entrar, parar com os mistérios e vir buscar o que veio pedir. Quando abri a porta, ela fechou e se jogou em cima de mim na minha cama.

— Como assim "vir buscar o que estou pedindo"? Cê pode me dar um beijo, meu amor? Tava te esperando.

Ela falou num tom de reprovação e depois me beijou na boca. Ao me ver sorrir, se meteu na minha cama, me abraçou e, com um tom meloso:

— Amor, sabe que tem uma coisa que a gente não levou em conta quando combinou pra hoje? Não é que eu tô colocando empecilho, como você sempre fala, e não é que eu não quero fazer com você — tô morrendo de vontade — mas se você me der no cu, vou gritar pra caralho e pode acordar o mosca. Ela diz, se referindo ao meu pai.

— Não vai me dar seu buraquinho? Falei num tom de manha.

— Já, céu, a gente vê como faz amanhã, amanhã a gente tem mais tempo, pô, não fica chateado.

Ela falou me implorando pra não ficar bravo. Peguei ela pela cintura e coloquei em cima de mim. Ela, como um robô, abriu as pernas e, me olhando fixo, levou uma mão até a entreperna, afastou a calcinha fio dental e pegou meu pau pra encaixar na entrada da buceta dela.

— Isso, papai. Agora, céu, me dá seu pau, me fode que tô doida de tesão por você.

Ela falou toda safada e, sem mais espera, empurrei meu pau com força, penetrei ela toda.

— Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Meu Deeeus, Mário, Filho da Puuuta, Nããão Tão Forteee, Queee Meee Faz Gritaaar, Filho da Puuuta! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!

Ela disse sem conseguir segurar um gemido alto, e na segunda enfiada, a porca gozou pela primeira vez. Continuei fodendo ela. Ela se jogou em cima de mim, com a boca no meu ouvido, gemia, me mordia a orelha. Tava perto do segundo orgasmo, e ela, liberada, perdia mais, muito mais, até que bem baixinho ela gemia no meu ouvido e falava:

— Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Siim, Papai, Assiim, Me Fode Bieem, Siim, Me Dá Seu Leite, Dá Pra Mamãe, Dá, Amor, Dá, Que Tô Gozando De Novooo, Tô Gozando, Papai! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!

Ela começou a atacar minha piroca com a buceta, batendo com força com a boceta contra meu pau enquanto mordia os lábios pra não gritar, e conseguiu o que queria quando, na última sentada que deu, meu gozo inundou todo o útero dela, arrancando um gemido profundo enquanto o corpo dela tremia igual gelatina — ela tava gozando como nunca.

— ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! Meu Deeeus, você é incrível, Mario, como pude te largar um segundo por ele? ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! — ela dizia gemendo, abafando o som devorando minha boca. Depois, olhou nos meus olhos.

— Amor, nunca mais vamos brigar, papai. Depois quero te pedir uma coisa íntima, porque quero que a gente fortaleça nosso vínculo. Quero que isso seja mais intenso, mais profundo. — Ela falava me dando beijos nos lábios.

— Bom, meu anjo, preciso voltar pro meu quarto pra seu pai não desconfiar. Deus, que idiota fui, desperdicei aquele fim de semana juntos, porra. — Ela reclamava.

— Já, mãe, já vamos ter outro momento pra gente.

Falei pra acalmá-la. Ela me beijou nos lábios, tirou a piroca da boceta, ajeitou a fio-dental e saiu me mandando beijos. Assim passou mais uma noite onde a gente recuperou nossa relação — dessa vez, pelo menos, parecia definitiva.

Eu tava saindo das aulas quando recebi uma mensagem dela.
— Oi, bebão, cadê você? — Perguntou toda melosa.

— Saindo da última aula e indo pra casa. — Respondi.

— Ah, beleza, love, eu tô indo pra casa também. A gente se vê lá e vou te contar uma coisa, bebê. Te amo.

Ela disse, e uma hora depois a gente se encontrou em casa. Ela me abraçou e comeu minha boca num beijo de língua, depois me levou pros sofás da sala. Sentei na poltrona e ela sentou no meu colo, abraçada no meu pescoço.

— Love, seu pai viaja na quinta de novo. — Disse ela.

— Quer fazer uma viagenzinha íntima, só nós dois, pra eu te compensar pelo fim de semana?

Ela falou me acariciando, carinhosa. Eu beijei ela apertando os peitos dela, e ela mordeu meu ombro, abafando os gemidos.

— Quando a gente sairia? —E pra onde a gente iria? — perguntei eu.
—Seu pai vai embora na quinta antes do meio-dia, então a gente vai logo depois que ele sair.
—Eu queria que a gente fosse pra praia, mas tá no inverno, então consegui uma cabana linda no meio do mato, é maravilhosa, amor. A gente vai na quinta depois que seu pai for embora e volta na segunda à tarde, depois do meio-dia. Eu já pedi folga no trabalho.
Ela disse, já deixando tudo certinho pra gente dar uma escapadinha romântica pra compensar tudo que tinha rolado quando o vovô veio. Com a mamãe a gente acertou tudo da viagem e na quarta-feira já tínhamos feito as malas e escondido no quarto de hóspedes pra seu pai não desconfiar. Chegou a quinta e assim que meu pai foi pro aeroporto com a mamãe, a gente começou a tirar as malas do quarto de hóspedes e a empacotar tudo que precisava em umas sacolas. Ela colocou carnes congeladas e tudo que era comida numa, e noutra colocou tudo de higiene pessoal e da casa.
Depois a gente começou a carregar tudo no carro dela e, quando tava tudo dentro, a gente partiu viagem. Passamos quatro dias só no sexo, não nos privamos de nada. No primeiro dia, assim que chegamos, tirei um cochilo e ela me acordou chupando minha pica. Quando abri os olhos, vi ela com meu pau na boca e meu leite escorrendo pelos cantos dos lábios dela. Não pensei duas vezes: agarrei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e fodi até gozar. E dali em diante a gente não parava, era só foder e foder e foder até cair morto de cansaço. Os últimos dois dias foram exclusivamente sexo anal. Me dediquei de corpo e alma ao cu dela e meti com força por dois dias seguidos.Perdido pela Mamãe 5

vadiaEnquanto voltávamos pra casa, percebi que ela tava meio desconfortável sentada dirigindo.
—O que foi, mãe?
Perguntei, e ela me olhou com um sorriso, depois ficou séria e voltou a sorrir.
—Alguém com uma pica de cavalo passou dois dias fodendo meu cu. O que você acha que foi?
Falou num tom de brincadeira, rindo.
—Tá doendo, putinha?
Sussurrei no ouvido dela e comecei a beijar o pescoço dela. Ela ficou puta porque tava dirigindo.
—Filho da puta, tô dirigindo! Quer que a gente se mate? — ela disse, e eu pedi desculpa. Sabia que ela tava certa. Daí ela se arrependeu do tom severo que usou e parou o carro no acostamento.
—Me desculpa, bebê! — falou, e veio me dar um beijo. Ficamos de língua por um bom tempo.
—Adoro sentir essa dorzinha no cu, adoro saber que foi você quem me faz voltar pra casa com o cu em chamas. Se eu pudesse voltar atrás, deixaria você arrebentar meu cu de novo. Adorei, bebê, e tive meu primeiro orgasmo anal. Gozei pela primeira vez enquanto você me comia o cu!
Ela disse, e a gente se beijou de novo, seguindo viagem pra casa. Enquanto viajávamos, eu acariciava ela, e ela segurava minha mão com uma das dela, me acariciando, enquanto com a outra segurava o volante. Quando chegamos em casa, depois de arrumar tudo, nós dois sentimos o desgaste desses dois dias que passamos fodendo o cu dela. Távamos exaustos pra caralho, e quando eu ia deitar no meu quarto, ela me pegou pela mão, me parou, balançou a cabeça dizendo que não, e me arrastou até o quarto dela. Deitamos pra passar a noite como um casal. No meio da noite, meu pai ligou pra dizer que ia ficar mais uma semana. Aproveitamos aquela interrupção no nosso descanso e fodemos gostoso pra caralho antes de dormir de novo abraçados.

Na semana seguinte, ficamos sozinhos de novo, e foi aí que fodemos como nunca. Ela mesma pedia pelo cu, ou no meio da foda, ela levava minha pica pro cu dela. Foi quando, depois de foder, ela resolveu me contar. A história dela com o avô.
Continua...

9 comentários - Perdido pela Mamãe 5

Muy buena la saga!!!! Espero que siga y que no los enganche el padre jaajaj
Me encanta esta saga excelente relato ya quiero ver.como termina la historia porfa avisame apenas.subas el.otro capítulo
muy buen relato ojala tengas mas capitulos van puntos..
Hola excelente relato pero y la continuación o termina allí
?
no termina aca es que con el laburo no pude continuarla en estodias tal empiece ya que hoy arranque mis vacaciones