Depois de foder como coelhos, nossos amigos ainda têm mais aventuras pela frente.Compartilho este relato que encontrei há vários anos.CAPÍTULOS ANTERIORES:
Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]
Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]
Hormônios em Ebulição [Capítulo 3].......................................................................................................................................................Tínhamos passado um bom tempo nadando na piscina todos juntos, mães e filhos pelados. Depois comemos, com um pouco mais de roupa. Ter minha primeira transa completa com uma mulher, e ainda por cima minha mãe, me levou a um mundo dos sonhos que eu achava que nunca alcançaria. Mas naquela manhã se tornou realidade, eu tinha transado completo com minha mãe, até gozar e enchê-la com meu sêmen. Todos nós tínhamos gozado dentro das bucetas das nossas mães, só esperava que elas tivessem tomado as medidas certas pra não engravidar. De qualquer forma, meu sonho tinha se realizado.
E agora eu estava na parte ruim do sonho, quando ele se torna realidade e você realmente vê como as coisas são. Eu continuava amando minha mãe, isso nunca mudaria, mas antes daquele dia eu sonhava em possuí-la… mas no meu sonho havia algo especial, algo que fazia com que foder ela fosse mais do que só meter meu pau até os dois gozarmos.
Naquela manhã eu tinha aproveitado vendo minha mãe pelada, quando ela me chupou, quando ela segurou meu sêmen na boca, quando eu a penetrei loucamente… mas quando ela compartilhou o sêmen da boca dela com a Lúcia e chupou o filho dela, senti que aquilo não era meu sonho, não sabia o que estava rolando, mas na minha cabeça tinha algo que não funcionava.
Depois de comer e de ter guardado tudo, decidi dar uma volta pelo condomínio, pelos campos ao redor.
— Se não precisarem de mim, vou dar uma volta — falei pra todos.
— Querido, espera que vou com você! — minha mãe disse.
— Não! — falei de forma brusca. — Desculpa, é que preciso ficar sozinho. — Notei que ela ficou meio preocupada, mas respeitou minha necessidade de ficar só. Saí pela porta e caminhei sem rumo, procurando um jeito de chegar na área de vegetação que nos cercava.
Marta via o filho se afastando pelo caminho. Algo estranho tinha acontecido com ele. Antes daquela manhã, ela notava que o Henrique estava sempre morrendo de vontade de estar com ela. Será que tinha feito merda ao ter relações sexuais com O filho dela? Será que causou um trauma nela? Só esperava que depois do passeio, as ideias do filho dela estivessem mais claras e a mente dele se acalmasse.
Paco e Eduardo sentaram no sofá e viram um filme. O trabalho da manhã tinha deixado os dois exaustos, e eles dormiram em poucos minutos. David era o único que estava acordado e não parava de tocar e fazer carinho na mãe dele, lógico, com o tamanho da pica dele, precisava de muita brincadeira pra deixar ela cansada.
— Meninas, proponho brincarmos com meu filho! — Disse Laura, que era tão fogosa quanto o filho. — Agora que ele tá sozinho, vamos brincar com ele as quatro no quarto. Vamos fazer tudo que quisermos com ele, sem machucar, claro, e ele vai ter que aguentar sem gozar até a gente querer que ele dê o esperma dele. Querem?
Todas concordaram, todas menos Marta, que tava preocupada com o filho dela. Lúcia e Maria Luísa ardiam de vontade de ter na buceta aqueles tantos centímetros de pica grossa, e os cuzinhos delas molhavam só de pensar no que ia entrar.
— Então vão pro quarto que daqui a pouco eu vou com o David... — Disse Laura.
— A gente coloca algo sexy? — Perguntou Lúcia, que era meio fetichista.
— Vocês ainda tão de biquíni? — As duas balançaram a cabeça que sim. — Então com certeza isso vai deixar ele a mil... Vão que daqui a pouco eu entro com ele.
As duas foram pro quarto e esperaram. Laura entrou na sala e o filho dela tava sentado numa mesa, jogando paciência pra matar o tempo. Marta sentou num sofá e começou a ver TV.
— David, vou te ler as cartas pra prever teu futuro imediato. — Pegou as cartas da mesa e tirou as que ele tinha na mão. Embaralhou procurando umas específicas. — Olha, saiu o ás de paus, isso quer dizer que tua pica vai ficar bem dura daqui a pouco. — Beijou ele na boca. — E olha agora, saiu o três de espadas, ou seja, você vai enfiar três vezes... ou em três...
Pegou ele pela mão e puxou. Ele não resistiu, seguiu a mãe. mãe até onde ela o levasse, acariciava a bunda redonda dela. Ela se mexia de forma sensual e o levou até a porta do quarto grande.
- Agora vamos fazer isso confortavelmente numa cama grande… - Beijou ele na boca intensamente e os braços do filho a envolveram e acariciavam. – Vamos, entra…
Laura empurrou a porta e na frente estava a cama de casal, com as duas mães gostosas esperando por ele. Lúcia e Maria Luísa estavam só de biquíni, que tinham usado de manhã, sentadas com as pernas abertas.
- Puxa, a cama tá ocupada! – Disse Laura. - Você se importaria, em vez de foder com sua mãe, comer as três de uma vez?
- Já tô pronto! – Disse David, abaixando a sunga e liberando a pica enorme que já tava dura.
Ele se aproximou dos pés da cama e ficou de pé, ameaçando com a pica as duas milf que esperavam ali. Laura subiu na cama e, de quatro, se aproximou do filho até ficar na frente da pica safada. Lúcia e Maria Luísa fizeram o mesmo. Os olhos lindos das três mulheres olhavam pra pica e às vezes pros olhos do jovem.
- Que cabeçuda gorda que essa danada tem! – Disse Lúcia. - Não dói quando isso enfia dentro? – Perguntou pra Laura, que era a única que já tinha sentado nela.
- No começo parece que você vai se partir no meio, mas quando sua buceta se acostuma, você agradece por ela encher tudo de carne. Olha. – Com uma mão, agarrou a pica do filho e fez a cabeça sair da pele que a cobria. - Não é linda? – Beijou a ponta daquela pica jovem.
- E não dói quando ele enfia tudo? – Perguntou Maria Luísa.
- Quando ele empurrava que nem um bicho, eu sentia ele me cutucando na barriga… Era uma sensação nova… Depois do oitavo orgasmo, parei de contar, mas ele me deu muitos mais. – Disse Laura, orgulhosa do pau do filho.
- Então já podem chupar ela… - Disse o garoto.
- Calmaaaa! – Disse a mãe. – Isso não vai ser tão fácil pra você. Você vai ter que satisfazer os desejos das três, fazendo tudo o que pedirmos… Isso não vai ser difícil pra você, mas vai ter que aguentar sem gozar até a gente mandar. Se não aguentar e gozar, de acordo com o tempo que segurou, assim vai ser seu castigo.
— Vocês são umas putas! — Protestou David, sorrindo.
— É que você não viu no jardim! — Respondeu Maria.
— Primeiro quero que você nos saboreie e diga qual sabor você mais gosta. — Laura falava enquanto se sentava na cama, apoiando as costas na cabeceira. As pernas totalmente abertas pra oferecer a boceta pro filho. — Se preparem que o meu menino vai nos beber…
As três estavam com as pernas bem abertas, mostrando as bucetas depiladas, esperando que o macho na frente delas fizesse elas gozarem com a língua. David subiu na cama e, de joelhos, se aproximou delas. À esquerda estava Maria, com uns lábios vaginais escuros e grandes. No meio estava a mãe dele, cujos lábios eram mais claros que os da amiga. Com dois dedos, ela se abria pra mostrar o interior rosado pro filho. À direita estava Lúcia. A boceta dela era perfeita, bem depilada, os lábios internos quase não apareciam, era difícil não olhar e querer lamber.
— Vou começar com a Maria! — Disse ele, se abaixando na frente dela. As pernas da mulher se abriram rapidamente o máximo possível. — Que cheiro gostoso que sai daqui!
Começou a tocar com os dedos, sentindo na parte de cima da rachadura o clitóris duro esperando pra ser lambido. Maria separou os lábios com os dedos, puxando pra os lados. Ali estava aquele clitóris, inchado de tesão, sobressaindo uns dois centímetros acima da pele ao redor, era grosso.
— Você não vai encontrar em nenhuma dessas putas um clitóris tão grande quanto esse! Esse clitóris gordo precisa da sua piroca grossa! — Maria estava com tesão, muito tesão.
David passou a língua por toda a rachadura até chegar no clitóris, começou a fazer círculos com a língua por cima dele. Ele enfiou um dedo na buceta que já começava a soltar um rio de fluidos.
— Que garoto bom que você é! — Ela disse, acariciando a cabeça de David.
David se dedicava a provar aquela buceta e masturbá-la com a língua e a mão. Lúcia e Laura olhavam, se excitavam vendo Maria começar a gemer. Lúcia se tocava a buceta e não aguentou, precisava fazer alguma coisa. Levantou-se e se posicionou atrás dele. Acariciava a bunda firme do jovem. Agarrou cada nádega com uma mão e as separou. Ali estava o esfíncter redondo rodeado de pelinhos, um pouco mais abaixo estavam os testículos endurecidos que davam passagem para o enorme pau. Não resistiu, esticou a língua e começou a lamber o cu de David. Ele não esperava e deu um pequeno sobressalto. Na hora começou a sentir um prazer especial ao sentir a língua brincar com seu cu. De vez em quando, Lúcia pressionava com a língua como se quisesse penetrá-lo. Se alguém tivesse dito que ele faria isso um dia, ele teria pensado que aquilo era coisa de viado e que devia doer. Mas Lúcia fazia aquilo e forçava um pouco seu esfíncter, causando-lhe um prazer imenso.
Laura se deitou de barriga para cima na cama e se enfiou debaixo do filho. Apontando para ela estava aquele pau que as três desejavam. Agarrou-o com uma mão e começou a masturbá-lo.
— Filho, você não pode gozar, não importa o que a gente faça! — Disse Laura e engoliu a glande dele para dar uma boa chupada.
David parou de lamber a buceta de Maria involuntariamente ao sentir o enorme prazer que sua mãe e Lúcia estavam lhe causando. Os dedos que cutucavam a vagina de Maria estavam ensopados de todos os fluidos que aquela buceta madura jorrava. Os lábios de David agarraram o grande clitóris e o rodearam. O jovem começou a chupar como se estivesse mamando um mamilo. Os gemidos de prazer de Maria ecoavam por toda a casa.
O prazer que Laura dava no pau fez com que ele relaxasse o esfíncter. Lúcia percebeu e começou a acariciá-lo com um dedo.
— Laura, ele está Boa essa, cacete! – Disse Lúcia.
– JIG! – Respondeu a outra sem tirar o pau da boca.
– Então dá uma chupada bem gostosa na glande enorme que ele tem, por favor! – Pediu pra mãe do Davi.
E assim ela fez. Laura tirou o pau até que só a glande estava envolta pela língua e pelos lábios. Como a amiga tinha mandado, ela deu uma sugada forte em toda a glande. Davi sentiu um prazer imenso e quase gozou naquele momento, mas segurou, soltando um gemido de tesão. Lúcia acariciava o cu dele e percebeu como aquele músculo relaxou com o boquete da mãe.
– Agora! – Disse Lúcia em voz alta.
Ela pressionou o dedo no cu do jovem e começou a entrar. Laura tinha parado de chupar com força e Davi sentia uma coisa estranha no rabo que lhe dava um novo prazer. Ele não sabia o que tava rolando, mas continuou chupando a Maria, esperando pra ver o que a outra fazia no cu dele.
Laura parou de mamar o pau e se levantou pra ver o que a amiga tava fazendo no cu do filho. Olhou pra ela, perguntando o que era aquilo, ao ver a ponta do dedo enfiada no ânus. Com a outra mão, Lúcia pediu silêncio. Ele continuava lambendo a buceta, e Lúcia começou a mexer o dedo, metendo no cu dele.
– Que merda vocês tão fazendo comigo, suas putas? – Disse ele com a voz trêmula.
– Tá gostando? – Perguntou Lúcia.
– Sua vadia, se continuar assim, vou gozar! – Protestou Davi. – Laura agarrou o pau dele com a mão e começou a bater uma. – Se vocês fizerem isso, eu vou gozar!
– Só vou deixar você gozar se conseguir fazer a Maria uivar que nem uma puta no cio! – Disse a mãe dele.
Davi se dedicou a chupar aquele clitóris com mais força, e Maria começava a sentir um prazer danado. Ele enfiou três dedos na parte alta da entrada da buceta molhada e bateu uma com violência, sem parar de chupar o clitóris. Maria começou a gemer alto, muito alto, e as cadeiras dela se mexiam sem controle por causa do prazer que tava sentindo.
Laura agitava o pauzão, cada vez mais duro, se preparando. para lançar jatos de porra. Lúcia mexia suavemente o dedo no cu do jovem, fodendo ele com a mão.
- Aiiiiiiii, que delíciiiiiia! – Gritou Maria num gemido alto, e suas pernas tremiam de prazer.
David soltou o clitóris e continuou masturbando ela com os três dedos. Ela se agitava mais, as pernas sem controle e a buceta começou a jorrar fluidos, ela estava gozando.
- Grita, fala que é uma puta no cio! – Disse David, louco pra gozar de uma vez.
- Siiiiiiim, seu filho da puta! – Maria falava enlouquecida pelo prazer do orgasmo que sentia. – Sim, sou... sou uma puta! Sou uma puuuu... ta puta que tá gozando! ENFIA TUDO NA MINHA BUCETA E ME ENCHE DE PORRA!
Maria não era dona dos próprios atos, a única coisa que queria era ter dentro da vagina o pauzão daquele jovem que a tinha masturbado até deixá-la louca de prazer. Empurrou a mão de David e os dedos dele saíram completamente encharcados.
Enlouquecida pela luxúria que a tomava, Maria deslizou se jogando até que sua buceta ficasse debaixo do pauzão que Laura balançava. Apoiada nos pés, levantou os quadris para que o pau a tocasse. Laura mexia sem soltar e passava a cabeça pela fenda da amiga. Cada vez que a cabeça inchada daquele pau passava por cima do clitóris, Maria sentia um prazer imenso. Laura começou a esfregar diretamente no clitóris endurecido, e na hora Maria Luísa sentiu um novo orgasmo mais forte que o anterior.
- Aiiii, que delícia, que delícia! – Da fenda de Maria jorravam fluidos que chegavam até as pernas de Lúcia. – ME FODE LOGO, NÃO AGUENTO MAIS!
Lúcia tirou o dedo do cu de David e indicou pra mãe dela deixar ele foder. Laura dirigiu com dificuldade o pau pra entrada da buceta cheia de tesão que não parava de se mexer esperando ser penetrada. Maria baixou os quadris e ficou parada ao sentir aquele pauzão empurrando na entrada da sua vagina pra penetrá-la.
Fiquei uma hora andando pelos arredores, pensando na minha mãe, na nova situação. Não entendia por que sentia esse ciúme dela. Tudo aquilo não passava de sexo, imoral por ser com nossas mães, mas no fim das contas era só aproveitar os corpos maduros delas e nossas picas jovens… Por que não consigo simplesmente foder ela e fazê-la gozar? É só dar tudo que ela precisa até deixá-la satisfeita… Mas doeu ver ela chupar a pica do Paco… Que ela transasse com outro cara ou com outra me doía… Pensei que estava me apaixonando.
Entrei pela porta de casa. Na sala, Paco e Eduardo estavam dormindo. No quartão, uns gemidos exagerados estavam rolando… Com certeza David estava fodendo a mãe dele… ou talvez as quatro ao mesmo tempo, porque todas pareciam adorar a pica enorme que ele tinha. Decidi ir pro jardim e descansar na cadeira de balanço que tinha lá. Passei pela porta fechada do quarto e pude ouvir claramente minha tia gritando para David foder ela.
David deixou cair todo o peso do corpo sobre Maria Luísa, arrancando um grito enorme de prazer dela. As unhas dela se cravaram nas costas dele ao sentir a buceta dela se abrindo forçada pela entrada daquela pica enorme, sentiu que ele tinha chegado onde nenhum outro homem tinha chegado antes. O corpo dela tremia de prazer.
— Aaaaaaai, me sinto cheia! — Agora a voz dela estava mais suave, com o prêmio dentro dela. — Mexe e me fode! — Falou no ouvido dele.
David começou a se mexer, e a pica dele entrava e saía daquela buceta insaciável que não parava de jorrar fluidos. Lúcia podia ver de trás como David se afundava e sumia de vista dentro de Maria. Agora os dois gemiam.
— Não pode gozar ainda! — Sussurrou Laura no ouvido do filho. — Ainda não, aguenta mais um pouco e mete forte na puta da Maria que ela tá morrendo de vontade!
Meu lugar de descanso estava na sombra de uma das árvores. Eu aproximava devagar. Dava pra ouvir os gemidos que vinham do quarto. Lá estavam eles curtindo o sexo e eu podia, mas meus sentimentos pela minha mãe me travavam. Uns dias atrás eu tinha batido uma pensando que tava comendo as quatro mães, vendo os vídeos que a gente tinha gravado, e agora que eu podia aproveitar as bucetas delas de verdade, me sentia sem vontade. Vou deitar no sofá e descansar. Tomara que a gente vá embora logo! Mas o que vai rolar quando a gente chegar lá? O que os outros sete vão querer fazer, vão continuar trepando ou vai ser tudo aqui até a gente ir embora?
Contornei o sofá pra sentar e levei um susto. A última coisa que esperava era encontrar minha mãe dormindo ali. Senti uma alegria danada. Pelo menos quando eu não tava por perto, podia ser que ela não curtisse foder com os outros. Ela tava deitada, com uma das minhas camisas entreaberta e o biquíni ainda vestido. Tava linda pra caralho e pude confirmar que tava apaixonado por ela.
— Mais, mais, me fode mais forte! — Gritava a Maria. Sentia uma dorzinha cada vez que aquela pica entrava toda, mas o prazer de se sentir cheia era maior. — Que pica boa! Mete ela toda!
O David enfiava a pica com força e sentia que ia gozar logo. A mãe dele pedia no ouvido pra ele aguentar, pra não gozar ainda.
— Não aguento mais, vou gozar! — Dizia entre gemidos e grunhidos de prazer.
— Aguenta, amor, não goza ainda, mais um pouco! — Pedia a mãe dele.
— Então é aqui que vocês tão! — Eduardo e Paco estavam na porta do quarto. — Seu filho da puta, então você ia foder essas três putas sozinho?
Eduardo baixou o biquíni e mostrou uma ereção do caralho. Paco ainda tava meio sonolento e a mãe dele saiu da cama, se ajoelhou na frente dele e tirou toda a roupa dele.
— Vamos, filho! — Disse pegando a pica com uma mão e começando a chupar. — Acorda e dá prazer pra mamãe!
— Filho da puta, você tá comendo a minha mãe! — Disse se aproximando da cama. — Agora vou me vingar com a sua!
Ele se posicionou atrás da Laura, que estava deitada de bruços na cama, cochichando no ouvido do filho, com as pernas penduradas pra fora. Eduardo segurou cada tornozelo com uma mão e puxou ela até que a bunda dela ficasse empinada na beira da cama.
- Laura, cê precisa de uma rola? – Eduardo falou pra ela.
- Claro, tô querendo dar desde que meu filho começou a pegar sua mãe. – Laura apoiou os pés no chão e levantou a bunda pra oferecer os buracos dela pro Eduardo. – Pode escolher o que mais te agradar! Qual você vai pegar!
Eduardo massageava a rola com uma mão enquanto olhava a bunda daquela coroa que se oferecia toda pra ele. Passou os dedos na língua.
- Primeiro vou molhar na sua buceta! – Passou os dedos babados por toda a fenda da buceta da Laura. – Depois vou provar seu buraco negro!
Colocou uma mão na cintura da Laura e com a outra guiou a rola grossa até a fenda, mexendo pra cima e pra baixo até os lábios se separarem e sentir a entrada da vagina dela. Começou a empurrar, e a buceta da Laura foi se abrindo devagar enquanto ficava mais e mais molhada. Eduardo colocou uma mão nas costas da amante e com o dedão alcançou o cu dela. Começou a acariciar bem devagar.
- Onde cê aprendeu isso, tarado? – Laura falou.
- Vi muitos documentários de sexo pra um dia foder minha mãe e as amigas dela!
- Documentários! – Laura falou, começando a gemer ao sentir a rola metendo nela. – Acho que vocês quatro são uns tarados! E as suas mães tão adorando!
Fiquei sentado um tempinho na grama, olhando a cara linda da minha mãe. Hoje ela parecia mais gostosa do que nunca. O corpo dela descansava de lado. Os peitos dela não tinham sutiã nenhum, e eu podia ver os biquinhos lindos. A cintura dela era marcada pelo pano da minha camisa. Me aproximei dela e beijei de leve os lábios dela. Ela acordou.
- Filho! – Acordou docemente e já era amor o que eu sentia por ela. – Como cê tá? - Tá bom, mãe… — falei, dando outro beijo nela nos lábios. — Já me acalmei.
- O que aconteceu com você? — ela perguntou enquanto se sentava e eu me colocava ao lado dela. — Me deixou preocupada…
- Mãe. — comecei a falar. — Quando eu te vi com o Paco hoje de manhã, senti ciúmes… Depois do almoço, não sabia direito o que tava rolando comigo, mas agora tenho certeza que é amor, me apaixonei por você… — ela tentou falar. — Espera, eu sei que não pode, que você é minha mãe, mas é algo que sinto e não consigo esconder.
- Filho… — ela me acariciou. — Comigo também aconteceu algo parecido. Hoje de manhã eu tentei com ele porque não sabia se o que eu sentia era a excitação do momento ou se o que eu queria era transar com meu filho. Me desculpa se te machuquei…
- Não se preocupa. Agora tenho certeza que te amo e não vou mais fazer amor com você pra não te machucar com ciúmes. Você pode fazer com quem quiser, com esses três caras ou com quem precisar… e se precisar de ajuda, é só pedir…
- Só tem um problema… — ela disse, sorrindo.
- Pelo papai não se preocupa, a gente dá um jeito de você fazer sem ele saber.
- É, mas meu problema é que só quero fazer com você… — ela segurou minha mão. — Eu também te amo. No começo, achava que era amor de mãe e que transar com você era só por puro sexo… mas percebi que quero ter você dentro de mim porque te amo como ninguém.
Não falamos mais nada, nos fundimos num beijo enorme. Nos acariciávamos com amor, não mais com aquele desejo besta, tinha amor entre a gente.
Lucía levou o filho até a cama, deitou ele de barriga pra cima. Paco tinha a Laura em cima dele. Ela tava apoiada nas mãos e Eduardo metia nela por trás. Os olhos fechados, a boca entreaberta soltando gemidinhos mostravam o prazer que ela sentia, os peitos balançavam no ritmo das estocadas do amante.
Lucía subiu em cima do filho, abriu as pernas e sentou no pau dele, sem enfiar tudo. Esfregava a buceta contra o pau meio duro e sentia ele crescendo. Dureza aos poucos, dando prazer ao apertar o clitóris dela cada vez com mais força.
— SOLTA LOGO! — Gritou María Luisa debaixo do corpo de David. — DESPEJA TODO O TEU GOZO NA MINHA BUÇETA E NÃO ME FAÇA SOFRER MAIS, QUERO QUE ME ENCHA TODA!
David grunhia como um animal, investindo com toda a força. Já ia soltar o esperma dele para encher aquela coroa gostosa que pedia. Olhou de lado para a mãe, que se contorcia sendo fodida pelo amigo. Ela abriu os olhos e viu o filho dando permissão para soltar todo o gozo.
— Inunda ela! — Disse Laura.
David cravou o pau inteiro na buçeta esbranquiçada pelo bate-bate dos fluidos de María e soltou um jorrinho forte que bateu com tudo lá dentro, fazendo ela soltar um gritão de prazer, jogando a cabeça pra trás, abrindo a boca e os olhos. Aquele prazer ela nunca tinha sentido antes e curtia a foda que aquele novato inexperiente dava com o pauzão dele. O pau recuou um pouco dentro da boceta dela e cravou de novo com tanta força que ela balançava a cabeça com um gemido abafado de tesão, outro jato de porra inundou a boceta dela. Umas estocadas mais leves e mais um pouco de gozo...
David deixou o pau comprido dentro de María Luisa, que ainda sentia o prazer na buçeta. Ela estava toda cheia com a carne murchando dele e podia sentir as leves contrações daquele pau na boceta dela.
— Você me deixou louca! — Disse María e beijou ele apaixonadamente, ficando abraçados.
— Ufa, ufa, mais, mais, continua, mais forte! — Laura gemia com o pau do Eduardo.
— Tá gostando, sua puta? — Eduardo começou a empurrar o dedão contra o cu dela e aos poucos foi enfiando o dedo. — Tá gostando de sentir meu dedo no seu rabo enquanto enfio meu pau?
— Ufa, sim, sim, os dois ao mesmo tempo, continua! — Laura tava sentindo muito prazer. — Filho da puta, continua fodendo sua puta!
Paco sentiu a mãe se mexer em cima dele e o pau dele endureceu. Em cima dele, Laura gozava. Esticou uma mão e acariciou as tetas da coroa que tava sendo comida por trás. Laura se abaixou e começou a beijar o Paco enquanto o amante da vez destruía a buceta dela com a pica e com o dedo dilatava o cu dela. A pica do Paco ficou bem dura e a mãe dele guiou ela pra dentro da própria buceta. Ela sentia a língua da Laura brincando com a dela e o calor da buceta da mãe envolvendo a pica dele cada vez mais.
O Eduardo tirou o dedão do cu da Laura. Ela tava quase gozando. O Eduardo agarrou ela com força pela cintura e virou um verdadeiro animal, comendo ela, cravando até o fundo com força, arrancando daquela mulher gritos de prazer enquanto as pernas dela tremiam de tesão.
— Meu Deus, que delícia! — Gemia e gritava a Laura. — Termina, goza! — Pedia.
O Eduardo agarrou o cabelo dela com força e tirou a pica da buceta. Forçou ela a se virar e se abaixar enquanto a outra mão segurava a gozada iminente.
— Abre a boca que eu quero que você engula todo meu leite!
Bateu uma com a mão na pica e soltou um jorrinho grande de porra que caiu dentro da boca dela. Não parou de se masturbar na frente da cara dela, que esperava todo o leite olhando nos olhos dele. A cabeça da pica tava tão perto da boca dela que o próximo jato também acertou dentro. Encostou a ponta nos lábios da Laura e ela chupou, tirando todo o sêmen de dentro.
— Mostra pros outros meu leite na sua boca! — Disse o Eduardo ofegante. — Principalmente pro seu filho que comeu minha mãe como uma puta sem minha permissão!
A Laura abriu a boca e tava cheia de porra branca. Ele ainda segurava o cabelo dela e fez ela virar a cabeça pra todo mundo olhar. O David ainda tava abraçado na Maria, embora a pica dele já tivesse saído. Olhou pra ela e sorriu.
— Viu, mãe, como meus amigos me ajudam? — Disse o David. — Ele te deu a porra que eu não consegui!
— Agora engole! — Ordenou, e ela fechou a boca e tudo sumiu quando abriu de novo. — Gostei dessa mãe porque é obediente. David, vai me emprestar ela mais vezes pra realizar minhas fantasias?
- Isso vai depender do que ela quiser e se sua mãe me deixar foder ela mais vezes.
Paco estava excitado ao ver o espetáculo que Eduardo e Laura tinham dado. Agarrou os quadris de Lucía e começou a meter o pau o mais rápido que podia.
- Vai, filho, me fode e jorra seu leite em mim! – Lucía o incentivava.
Ele colocou as mãos nas bundas da mãe e se movia, enfiando e tirando o pau até sentir que ia gozar. Lucía sentia os jatos quentes de porra batendo dentro da buceta dela. Quando ele terminou, Lucía avisou para todo mundo olhar a boceta dela. Levantou-se e o pau do filho saiu. Mexeu a buceta por dentro e começou a escorrer porra da racha dela em cima do pau mole de Paco. Os seis se acomodaram na cama e trocavam carícias e beijos, satisfeitos com o sexo que tinham tido.
Eu tinha minha amada mãe nos braços. Tínhamos declarado nosso amor. A partir daquele momento, teríamos que manter nosso amor em segredo. Uma coisa era fazer incesto só pelo prazer, mas o nosso era amor, e isso seria malvisto até pelos pervertidos dos nossos amigos.
- Vamos nadar na piscina. – Pediu minha mãe.
- Sim, pra ver se isso baixa.
Meu sungão mostrava o volume do meu pau duro. Chegamos no chuveiro e entramos debaixo d'água. Minha mãe só estava de calcinha do biquíni. Tirou ela e tirou toda a minha roupa, deixando meu pau duro livre. Correu e se jogou na água. Eu a segui até ficar perto dela na água.
Sou mais alto que ela e estávamos numa parte da piscina onde eu batia o pé, mas ela não. Ela me abraçou, passando os braços pelos meus ombros. Nos olhávamos nos olhos e passei minhas mãos pela cintura dela, meu pau duro encostado na barriga dela.
Começamos a nos beijar apaixonadamente e as pernas dela me envolveram pela cintura, de modo que nossas partes se tocavam.
- Te amo, meu filho! – Ela mexia os quadris e a buceta dela se esfregava no meu pau. — Te quero mais que ninguém neste mundo! Quero que você seja meu homem de agora em diante! — Nossas línguas brincavam de boca em boca, minhas mãos acariciavam suas bundinhas redondas.
— Você nunca mais vai precisar de outro homem além de mim! — Eu dizia. — Na sua buceta só eu vou entrar, nem meu pai vai entrar.
Ela se abraçou forte em mim e eu sentia no meu ouvido seus leves gemidos de prazer ao esfregar nossas partes. Eu empurrava a bunda dela contra mim pra intensificar o prazer. Senti um orgasmo especial, mais intenso que o da manhã, mas diferente, quando ela começou a ofegar e gozar ao mesmo tempo que eu soltava meu leite no líquido frio que nos envolvia. Tinha nascido o amor entre minha mãe e eu.
Continua...
Hormônios em Ebulição [Capítulo 5] Final
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Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Vizinha Gostosa 1-2-3-4-5-6-7.
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E agora eu estava na parte ruim do sonho, quando ele se torna realidade e você realmente vê como as coisas são. Eu continuava amando minha mãe, isso nunca mudaria, mas antes daquele dia eu sonhava em possuí-la… mas no meu sonho havia algo especial, algo que fazia com que foder ela fosse mais do que só meter meu pau até os dois gozarmos.
Naquela manhã eu tinha aproveitado vendo minha mãe pelada, quando ela me chupou, quando ela segurou meu sêmen na boca, quando eu a penetrei loucamente… mas quando ela compartilhou o sêmen da boca dela com a Lúcia e chupou o filho dela, senti que aquilo não era meu sonho, não sabia o que estava rolando, mas na minha cabeça tinha algo que não funcionava.
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— Se não precisarem de mim, vou dar uma volta — falei pra todos.
— Querido, espera que vou com você! — minha mãe disse.
— Não! — falei de forma brusca. — Desculpa, é que preciso ficar sozinho. — Notei que ela ficou meio preocupada, mas respeitou minha necessidade de ficar só. Saí pela porta e caminhei sem rumo, procurando um jeito de chegar na área de vegetação que nos cercava.
Marta via o filho se afastando pelo caminho. Algo estranho tinha acontecido com ele. Antes daquela manhã, ela notava que o Henrique estava sempre morrendo de vontade de estar com ela. Será que tinha feito merda ao ter relações sexuais com O filho dela? Será que causou um trauma nela? Só esperava que depois do passeio, as ideias do filho dela estivessem mais claras e a mente dele se acalmasse.
Paco e Eduardo sentaram no sofá e viram um filme. O trabalho da manhã tinha deixado os dois exaustos, e eles dormiram em poucos minutos. David era o único que estava acordado e não parava de tocar e fazer carinho na mãe dele, lógico, com o tamanho da pica dele, precisava de muita brincadeira pra deixar ela cansada.
— Meninas, proponho brincarmos com meu filho! — Disse Laura, que era tão fogosa quanto o filho. — Agora que ele tá sozinho, vamos brincar com ele as quatro no quarto. Vamos fazer tudo que quisermos com ele, sem machucar, claro, e ele vai ter que aguentar sem gozar até a gente querer que ele dê o esperma dele. Querem?
Todas concordaram, todas menos Marta, que tava preocupada com o filho dela. Lúcia e Maria Luísa ardiam de vontade de ter na buceta aqueles tantos centímetros de pica grossa, e os cuzinhos delas molhavam só de pensar no que ia entrar.
— Então vão pro quarto que daqui a pouco eu vou com o David... — Disse Laura.
— A gente coloca algo sexy? — Perguntou Lúcia, que era meio fetichista.
— Vocês ainda tão de biquíni? — As duas balançaram a cabeça que sim. — Então com certeza isso vai deixar ele a mil... Vão que daqui a pouco eu entro com ele.
As duas foram pro quarto e esperaram. Laura entrou na sala e o filho dela tava sentado numa mesa, jogando paciência pra matar o tempo. Marta sentou num sofá e começou a ver TV.
— David, vou te ler as cartas pra prever teu futuro imediato. — Pegou as cartas da mesa e tirou as que ele tinha na mão. Embaralhou procurando umas específicas. — Olha, saiu o ás de paus, isso quer dizer que tua pica vai ficar bem dura daqui a pouco. — Beijou ele na boca. — E olha agora, saiu o três de espadas, ou seja, você vai enfiar três vezes... ou em três...
Pegou ele pela mão e puxou. Ele não resistiu, seguiu a mãe. mãe até onde ela o levasse, acariciava a bunda redonda dela. Ela se mexia de forma sensual e o levou até a porta do quarto grande.
- Agora vamos fazer isso confortavelmente numa cama grande… - Beijou ele na boca intensamente e os braços do filho a envolveram e acariciavam. – Vamos, entra…
Laura empurrou a porta e na frente estava a cama de casal, com as duas mães gostosas esperando por ele. Lúcia e Maria Luísa estavam só de biquíni, que tinham usado de manhã, sentadas com as pernas abertas.
- Puxa, a cama tá ocupada! – Disse Laura. - Você se importaria, em vez de foder com sua mãe, comer as três de uma vez?
- Já tô pronto! – Disse David, abaixando a sunga e liberando a pica enorme que já tava dura.
Ele se aproximou dos pés da cama e ficou de pé, ameaçando com a pica as duas milf que esperavam ali. Laura subiu na cama e, de quatro, se aproximou do filho até ficar na frente da pica safada. Lúcia e Maria Luísa fizeram o mesmo. Os olhos lindos das três mulheres olhavam pra pica e às vezes pros olhos do jovem.
- Que cabeçuda gorda que essa danada tem! – Disse Lúcia. - Não dói quando isso enfia dentro? – Perguntou pra Laura, que era a única que já tinha sentado nela.
- No começo parece que você vai se partir no meio, mas quando sua buceta se acostuma, você agradece por ela encher tudo de carne. Olha. – Com uma mão, agarrou a pica do filho e fez a cabeça sair da pele que a cobria. - Não é linda? – Beijou a ponta daquela pica jovem.
- E não dói quando ele enfia tudo? – Perguntou Maria Luísa.
- Quando ele empurrava que nem um bicho, eu sentia ele me cutucando na barriga… Era uma sensação nova… Depois do oitavo orgasmo, parei de contar, mas ele me deu muitos mais. – Disse Laura, orgulhosa do pau do filho.
- Então já podem chupar ela… - Disse o garoto.
- Calmaaaa! – Disse a mãe. – Isso não vai ser tão fácil pra você. Você vai ter que satisfazer os desejos das três, fazendo tudo o que pedirmos… Isso não vai ser difícil pra você, mas vai ter que aguentar sem gozar até a gente mandar. Se não aguentar e gozar, de acordo com o tempo que segurou, assim vai ser seu castigo.
— Vocês são umas putas! — Protestou David, sorrindo.
— É que você não viu no jardim! — Respondeu Maria.
— Primeiro quero que você nos saboreie e diga qual sabor você mais gosta. — Laura falava enquanto se sentava na cama, apoiando as costas na cabeceira. As pernas totalmente abertas pra oferecer a boceta pro filho. — Se preparem que o meu menino vai nos beber…
As três estavam com as pernas bem abertas, mostrando as bucetas depiladas, esperando que o macho na frente delas fizesse elas gozarem com a língua. David subiu na cama e, de joelhos, se aproximou delas. À esquerda estava Maria, com uns lábios vaginais escuros e grandes. No meio estava a mãe dele, cujos lábios eram mais claros que os da amiga. Com dois dedos, ela se abria pra mostrar o interior rosado pro filho. À direita estava Lúcia. A boceta dela era perfeita, bem depilada, os lábios internos quase não apareciam, era difícil não olhar e querer lamber.
— Vou começar com a Maria! — Disse ele, se abaixando na frente dela. As pernas da mulher se abriram rapidamente o máximo possível. — Que cheiro gostoso que sai daqui!
Começou a tocar com os dedos, sentindo na parte de cima da rachadura o clitóris duro esperando pra ser lambido. Maria separou os lábios com os dedos, puxando pra os lados. Ali estava aquele clitóris, inchado de tesão, sobressaindo uns dois centímetros acima da pele ao redor, era grosso.
— Você não vai encontrar em nenhuma dessas putas um clitóris tão grande quanto esse! Esse clitóris gordo precisa da sua piroca grossa! — Maria estava com tesão, muito tesão.
David passou a língua por toda a rachadura até chegar no clitóris, começou a fazer círculos com a língua por cima dele. Ele enfiou um dedo na buceta que já começava a soltar um rio de fluidos.
— Que garoto bom que você é! — Ela disse, acariciando a cabeça de David.
David se dedicava a provar aquela buceta e masturbá-la com a língua e a mão. Lúcia e Laura olhavam, se excitavam vendo Maria começar a gemer. Lúcia se tocava a buceta e não aguentou, precisava fazer alguma coisa. Levantou-se e se posicionou atrás dele. Acariciava a bunda firme do jovem. Agarrou cada nádega com uma mão e as separou. Ali estava o esfíncter redondo rodeado de pelinhos, um pouco mais abaixo estavam os testículos endurecidos que davam passagem para o enorme pau. Não resistiu, esticou a língua e começou a lamber o cu de David. Ele não esperava e deu um pequeno sobressalto. Na hora começou a sentir um prazer especial ao sentir a língua brincar com seu cu. De vez em quando, Lúcia pressionava com a língua como se quisesse penetrá-lo. Se alguém tivesse dito que ele faria isso um dia, ele teria pensado que aquilo era coisa de viado e que devia doer. Mas Lúcia fazia aquilo e forçava um pouco seu esfíncter, causando-lhe um prazer imenso.
Laura se deitou de barriga para cima na cama e se enfiou debaixo do filho. Apontando para ela estava aquele pau que as três desejavam. Agarrou-o com uma mão e começou a masturbá-lo.
— Filho, você não pode gozar, não importa o que a gente faça! — Disse Laura e engoliu a glande dele para dar uma boa chupada.
David parou de lamber a buceta de Maria involuntariamente ao sentir o enorme prazer que sua mãe e Lúcia estavam lhe causando. Os dedos que cutucavam a vagina de Maria estavam ensopados de todos os fluidos que aquela buceta madura jorrava. Os lábios de David agarraram o grande clitóris e o rodearam. O jovem começou a chupar como se estivesse mamando um mamilo. Os gemidos de prazer de Maria ecoavam por toda a casa.
O prazer que Laura dava no pau fez com que ele relaxasse o esfíncter. Lúcia percebeu e começou a acariciá-lo com um dedo.
— Laura, ele está Boa essa, cacete! – Disse Lúcia.
– JIG! – Respondeu a outra sem tirar o pau da boca.
– Então dá uma chupada bem gostosa na glande enorme que ele tem, por favor! – Pediu pra mãe do Davi.
E assim ela fez. Laura tirou o pau até que só a glande estava envolta pela língua e pelos lábios. Como a amiga tinha mandado, ela deu uma sugada forte em toda a glande. Davi sentiu um prazer imenso e quase gozou naquele momento, mas segurou, soltando um gemido de tesão. Lúcia acariciava o cu dele e percebeu como aquele músculo relaxou com o boquete da mãe.
– Agora! – Disse Lúcia em voz alta.
Ela pressionou o dedo no cu do jovem e começou a entrar. Laura tinha parado de chupar com força e Davi sentia uma coisa estranha no rabo que lhe dava um novo prazer. Ele não sabia o que tava rolando, mas continuou chupando a Maria, esperando pra ver o que a outra fazia no cu dele.
Laura parou de mamar o pau e se levantou pra ver o que a amiga tava fazendo no cu do filho. Olhou pra ela, perguntando o que era aquilo, ao ver a ponta do dedo enfiada no ânus. Com a outra mão, Lúcia pediu silêncio. Ele continuava lambendo a buceta, e Lúcia começou a mexer o dedo, metendo no cu dele.
– Que merda vocês tão fazendo comigo, suas putas? – Disse ele com a voz trêmula.
– Tá gostando? – Perguntou Lúcia.
– Sua vadia, se continuar assim, vou gozar! – Protestou Davi. – Laura agarrou o pau dele com a mão e começou a bater uma. – Se vocês fizerem isso, eu vou gozar!
– Só vou deixar você gozar se conseguir fazer a Maria uivar que nem uma puta no cio! – Disse a mãe dele.
Davi se dedicou a chupar aquele clitóris com mais força, e Maria começava a sentir um prazer danado. Ele enfiou três dedos na parte alta da entrada da buceta molhada e bateu uma com violência, sem parar de chupar o clitóris. Maria começou a gemer alto, muito alto, e as cadeiras dela se mexiam sem controle por causa do prazer que tava sentindo.
Laura agitava o pauzão, cada vez mais duro, se preparando. para lançar jatos de porra. Lúcia mexia suavemente o dedo no cu do jovem, fodendo ele com a mão.
- Aiiiiiiii, que delíciiiiiia! – Gritou Maria num gemido alto, e suas pernas tremiam de prazer.
David soltou o clitóris e continuou masturbando ela com os três dedos. Ela se agitava mais, as pernas sem controle e a buceta começou a jorrar fluidos, ela estava gozando.
- Grita, fala que é uma puta no cio! – Disse David, louco pra gozar de uma vez.
- Siiiiiiim, seu filho da puta! – Maria falava enlouquecida pelo prazer do orgasmo que sentia. – Sim, sou... sou uma puta! Sou uma puuuu... ta puta que tá gozando! ENFIA TUDO NA MINHA BUCETA E ME ENCHE DE PORRA!
Maria não era dona dos próprios atos, a única coisa que queria era ter dentro da vagina o pauzão daquele jovem que a tinha masturbado até deixá-la louca de prazer. Empurrou a mão de David e os dedos dele saíram completamente encharcados.
Enlouquecida pela luxúria que a tomava, Maria deslizou se jogando até que sua buceta ficasse debaixo do pauzão que Laura balançava. Apoiada nos pés, levantou os quadris para que o pau a tocasse. Laura mexia sem soltar e passava a cabeça pela fenda da amiga. Cada vez que a cabeça inchada daquele pau passava por cima do clitóris, Maria sentia um prazer imenso. Laura começou a esfregar diretamente no clitóris endurecido, e na hora Maria Luísa sentiu um novo orgasmo mais forte que o anterior.
- Aiiii, que delícia, que delícia! – Da fenda de Maria jorravam fluidos que chegavam até as pernas de Lúcia. – ME FODE LOGO, NÃO AGUENTO MAIS!
Lúcia tirou o dedo do cu de David e indicou pra mãe dela deixar ele foder. Laura dirigiu com dificuldade o pau pra entrada da buceta cheia de tesão que não parava de se mexer esperando ser penetrada. Maria baixou os quadris e ficou parada ao sentir aquele pauzão empurrando na entrada da sua vagina pra penetrá-la.
Fiquei uma hora andando pelos arredores, pensando na minha mãe, na nova situação. Não entendia por que sentia esse ciúme dela. Tudo aquilo não passava de sexo, imoral por ser com nossas mães, mas no fim das contas era só aproveitar os corpos maduros delas e nossas picas jovens… Por que não consigo simplesmente foder ela e fazê-la gozar? É só dar tudo que ela precisa até deixá-la satisfeita… Mas doeu ver ela chupar a pica do Paco… Que ela transasse com outro cara ou com outra me doía… Pensei que estava me apaixonando.
Entrei pela porta de casa. Na sala, Paco e Eduardo estavam dormindo. No quartão, uns gemidos exagerados estavam rolando… Com certeza David estava fodendo a mãe dele… ou talvez as quatro ao mesmo tempo, porque todas pareciam adorar a pica enorme que ele tinha. Decidi ir pro jardim e descansar na cadeira de balanço que tinha lá. Passei pela porta fechada do quarto e pude ouvir claramente minha tia gritando para David foder ela.
David deixou cair todo o peso do corpo sobre Maria Luísa, arrancando um grito enorme de prazer dela. As unhas dela se cravaram nas costas dele ao sentir a buceta dela se abrindo forçada pela entrada daquela pica enorme, sentiu que ele tinha chegado onde nenhum outro homem tinha chegado antes. O corpo dela tremia de prazer.
— Aaaaaaai, me sinto cheia! — Agora a voz dela estava mais suave, com o prêmio dentro dela. — Mexe e me fode! — Falou no ouvido dele.
David começou a se mexer, e a pica dele entrava e saía daquela buceta insaciável que não parava de jorrar fluidos. Lúcia podia ver de trás como David se afundava e sumia de vista dentro de Maria. Agora os dois gemiam.
— Não pode gozar ainda! — Sussurrou Laura no ouvido do filho. — Ainda não, aguenta mais um pouco e mete forte na puta da Maria que ela tá morrendo de vontade!
Meu lugar de descanso estava na sombra de uma das árvores. Eu aproximava devagar. Dava pra ouvir os gemidos que vinham do quarto. Lá estavam eles curtindo o sexo e eu podia, mas meus sentimentos pela minha mãe me travavam. Uns dias atrás eu tinha batido uma pensando que tava comendo as quatro mães, vendo os vídeos que a gente tinha gravado, e agora que eu podia aproveitar as bucetas delas de verdade, me sentia sem vontade. Vou deitar no sofá e descansar. Tomara que a gente vá embora logo! Mas o que vai rolar quando a gente chegar lá? O que os outros sete vão querer fazer, vão continuar trepando ou vai ser tudo aqui até a gente ir embora?
Contornei o sofá pra sentar e levei um susto. A última coisa que esperava era encontrar minha mãe dormindo ali. Senti uma alegria danada. Pelo menos quando eu não tava por perto, podia ser que ela não curtisse foder com os outros. Ela tava deitada, com uma das minhas camisas entreaberta e o biquíni ainda vestido. Tava linda pra caralho e pude confirmar que tava apaixonado por ela.
— Mais, mais, me fode mais forte! — Gritava a Maria. Sentia uma dorzinha cada vez que aquela pica entrava toda, mas o prazer de se sentir cheia era maior. — Que pica boa! Mete ela toda!
O David enfiava a pica com força e sentia que ia gozar logo. A mãe dele pedia no ouvido pra ele aguentar, pra não gozar ainda.
— Não aguento mais, vou gozar! — Dizia entre gemidos e grunhidos de prazer.
— Aguenta, amor, não goza ainda, mais um pouco! — Pedia a mãe dele.
— Então é aqui que vocês tão! — Eduardo e Paco estavam na porta do quarto. — Seu filho da puta, então você ia foder essas três putas sozinho?
Eduardo baixou o biquíni e mostrou uma ereção do caralho. Paco ainda tava meio sonolento e a mãe dele saiu da cama, se ajoelhou na frente dele e tirou toda a roupa dele.
— Vamos, filho! — Disse pegando a pica com uma mão e começando a chupar. — Acorda e dá prazer pra mamãe!
— Filho da puta, você tá comendo a minha mãe! — Disse se aproximando da cama. — Agora vou me vingar com a sua!
Ele se posicionou atrás da Laura, que estava deitada de bruços na cama, cochichando no ouvido do filho, com as pernas penduradas pra fora. Eduardo segurou cada tornozelo com uma mão e puxou ela até que a bunda dela ficasse empinada na beira da cama.
- Laura, cê precisa de uma rola? – Eduardo falou pra ela.
- Claro, tô querendo dar desde que meu filho começou a pegar sua mãe. – Laura apoiou os pés no chão e levantou a bunda pra oferecer os buracos dela pro Eduardo. – Pode escolher o que mais te agradar! Qual você vai pegar!
Eduardo massageava a rola com uma mão enquanto olhava a bunda daquela coroa que se oferecia toda pra ele. Passou os dedos na língua.
- Primeiro vou molhar na sua buceta! – Passou os dedos babados por toda a fenda da buceta da Laura. – Depois vou provar seu buraco negro!
Colocou uma mão na cintura da Laura e com a outra guiou a rola grossa até a fenda, mexendo pra cima e pra baixo até os lábios se separarem e sentir a entrada da vagina dela. Começou a empurrar, e a buceta da Laura foi se abrindo devagar enquanto ficava mais e mais molhada. Eduardo colocou uma mão nas costas da amante e com o dedão alcançou o cu dela. Começou a acariciar bem devagar.
- Onde cê aprendeu isso, tarado? – Laura falou.
- Vi muitos documentários de sexo pra um dia foder minha mãe e as amigas dela!
- Documentários! – Laura falou, começando a gemer ao sentir a rola metendo nela. – Acho que vocês quatro são uns tarados! E as suas mães tão adorando!
Fiquei sentado um tempinho na grama, olhando a cara linda da minha mãe. Hoje ela parecia mais gostosa do que nunca. O corpo dela descansava de lado. Os peitos dela não tinham sutiã nenhum, e eu podia ver os biquinhos lindos. A cintura dela era marcada pelo pano da minha camisa. Me aproximei dela e beijei de leve os lábios dela. Ela acordou.
- Filho! – Acordou docemente e já era amor o que eu sentia por ela. – Como cê tá? - Tá bom, mãe… — falei, dando outro beijo nela nos lábios. — Já me acalmei.
- O que aconteceu com você? — ela perguntou enquanto se sentava e eu me colocava ao lado dela. — Me deixou preocupada…
- Mãe. — comecei a falar. — Quando eu te vi com o Paco hoje de manhã, senti ciúmes… Depois do almoço, não sabia direito o que tava rolando comigo, mas agora tenho certeza que é amor, me apaixonei por você… — ela tentou falar. — Espera, eu sei que não pode, que você é minha mãe, mas é algo que sinto e não consigo esconder.
- Filho… — ela me acariciou. — Comigo também aconteceu algo parecido. Hoje de manhã eu tentei com ele porque não sabia se o que eu sentia era a excitação do momento ou se o que eu queria era transar com meu filho. Me desculpa se te machuquei…
- Não se preocupa. Agora tenho certeza que te amo e não vou mais fazer amor com você pra não te machucar com ciúmes. Você pode fazer com quem quiser, com esses três caras ou com quem precisar… e se precisar de ajuda, é só pedir…
- Só tem um problema… — ela disse, sorrindo.
- Pelo papai não se preocupa, a gente dá um jeito de você fazer sem ele saber.
- É, mas meu problema é que só quero fazer com você… — ela segurou minha mão. — Eu também te amo. No começo, achava que era amor de mãe e que transar com você era só por puro sexo… mas percebi que quero ter você dentro de mim porque te amo como ninguém.
Não falamos mais nada, nos fundimos num beijo enorme. Nos acariciávamos com amor, não mais com aquele desejo besta, tinha amor entre a gente.
Lucía levou o filho até a cama, deitou ele de barriga pra cima. Paco tinha a Laura em cima dele. Ela tava apoiada nas mãos e Eduardo metia nela por trás. Os olhos fechados, a boca entreaberta soltando gemidinhos mostravam o prazer que ela sentia, os peitos balançavam no ritmo das estocadas do amante.
Lucía subiu em cima do filho, abriu as pernas e sentou no pau dele, sem enfiar tudo. Esfregava a buceta contra o pau meio duro e sentia ele crescendo. Dureza aos poucos, dando prazer ao apertar o clitóris dela cada vez com mais força.
— SOLTA LOGO! — Gritou María Luisa debaixo do corpo de David. — DESPEJA TODO O TEU GOZO NA MINHA BUÇETA E NÃO ME FAÇA SOFRER MAIS, QUERO QUE ME ENCHA TODA!
David grunhia como um animal, investindo com toda a força. Já ia soltar o esperma dele para encher aquela coroa gostosa que pedia. Olhou de lado para a mãe, que se contorcia sendo fodida pelo amigo. Ela abriu os olhos e viu o filho dando permissão para soltar todo o gozo.
— Inunda ela! — Disse Laura.
David cravou o pau inteiro na buçeta esbranquiçada pelo bate-bate dos fluidos de María e soltou um jorrinho forte que bateu com tudo lá dentro, fazendo ela soltar um gritão de prazer, jogando a cabeça pra trás, abrindo a boca e os olhos. Aquele prazer ela nunca tinha sentido antes e curtia a foda que aquele novato inexperiente dava com o pauzão dele. O pau recuou um pouco dentro da boceta dela e cravou de novo com tanta força que ela balançava a cabeça com um gemido abafado de tesão, outro jato de porra inundou a boceta dela. Umas estocadas mais leves e mais um pouco de gozo...
David deixou o pau comprido dentro de María Luisa, que ainda sentia o prazer na buçeta. Ela estava toda cheia com a carne murchando dele e podia sentir as leves contrações daquele pau na boceta dela.
— Você me deixou louca! — Disse María e beijou ele apaixonadamente, ficando abraçados.
— Ufa, ufa, mais, mais, continua, mais forte! — Laura gemia com o pau do Eduardo.
— Tá gostando, sua puta? — Eduardo começou a empurrar o dedão contra o cu dela e aos poucos foi enfiando o dedo. — Tá gostando de sentir meu dedo no seu rabo enquanto enfio meu pau?
— Ufa, sim, sim, os dois ao mesmo tempo, continua! — Laura tava sentindo muito prazer. — Filho da puta, continua fodendo sua puta!
Paco sentiu a mãe se mexer em cima dele e o pau dele endureceu. Em cima dele, Laura gozava. Esticou uma mão e acariciou as tetas da coroa que tava sendo comida por trás. Laura se abaixou e começou a beijar o Paco enquanto o amante da vez destruía a buceta dela com a pica e com o dedo dilatava o cu dela. A pica do Paco ficou bem dura e a mãe dele guiou ela pra dentro da própria buceta. Ela sentia a língua da Laura brincando com a dela e o calor da buceta da mãe envolvendo a pica dele cada vez mais.
O Eduardo tirou o dedão do cu da Laura. Ela tava quase gozando. O Eduardo agarrou ela com força pela cintura e virou um verdadeiro animal, comendo ela, cravando até o fundo com força, arrancando daquela mulher gritos de prazer enquanto as pernas dela tremiam de tesão.
— Meu Deus, que delícia! — Gemia e gritava a Laura. — Termina, goza! — Pedia.
O Eduardo agarrou o cabelo dela com força e tirou a pica da buceta. Forçou ela a se virar e se abaixar enquanto a outra mão segurava a gozada iminente.
— Abre a boca que eu quero que você engula todo meu leite!
Bateu uma com a mão na pica e soltou um jorrinho grande de porra que caiu dentro da boca dela. Não parou de se masturbar na frente da cara dela, que esperava todo o leite olhando nos olhos dele. A cabeça da pica tava tão perto da boca dela que o próximo jato também acertou dentro. Encostou a ponta nos lábios da Laura e ela chupou, tirando todo o sêmen de dentro.
— Mostra pros outros meu leite na sua boca! — Disse o Eduardo ofegante. — Principalmente pro seu filho que comeu minha mãe como uma puta sem minha permissão!
A Laura abriu a boca e tava cheia de porra branca. Ele ainda segurava o cabelo dela e fez ela virar a cabeça pra todo mundo olhar. O David ainda tava abraçado na Maria, embora a pica dele já tivesse saído. Olhou pra ela e sorriu.
— Viu, mãe, como meus amigos me ajudam? — Disse o David. — Ele te deu a porra que eu não consegui!
— Agora engole! — Ordenou, e ela fechou a boca e tudo sumiu quando abriu de novo. — Gostei dessa mãe porque é obediente. David, vai me emprestar ela mais vezes pra realizar minhas fantasias?
- Isso vai depender do que ela quiser e se sua mãe me deixar foder ela mais vezes.
Paco estava excitado ao ver o espetáculo que Eduardo e Laura tinham dado. Agarrou os quadris de Lucía e começou a meter o pau o mais rápido que podia.
- Vai, filho, me fode e jorra seu leite em mim! – Lucía o incentivava.
Ele colocou as mãos nas bundas da mãe e se movia, enfiando e tirando o pau até sentir que ia gozar. Lucía sentia os jatos quentes de porra batendo dentro da buceta dela. Quando ele terminou, Lucía avisou para todo mundo olhar a boceta dela. Levantou-se e o pau do filho saiu. Mexeu a buceta por dentro e começou a escorrer porra da racha dela em cima do pau mole de Paco. Os seis se acomodaram na cama e trocavam carícias e beijos, satisfeitos com o sexo que tinham tido.
Eu tinha minha amada mãe nos braços. Tínhamos declarado nosso amor. A partir daquele momento, teríamos que manter nosso amor em segredo. Uma coisa era fazer incesto só pelo prazer, mas o nosso era amor, e isso seria malvisto até pelos pervertidos dos nossos amigos.
- Vamos nadar na piscina. – Pediu minha mãe.
- Sim, pra ver se isso baixa.
Meu sungão mostrava o volume do meu pau duro. Chegamos no chuveiro e entramos debaixo d'água. Minha mãe só estava de calcinha do biquíni. Tirou ela e tirou toda a minha roupa, deixando meu pau duro livre. Correu e se jogou na água. Eu a segui até ficar perto dela na água.
Sou mais alto que ela e estávamos numa parte da piscina onde eu batia o pé, mas ela não. Ela me abraçou, passando os braços pelos meus ombros. Nos olhávamos nos olhos e passei minhas mãos pela cintura dela, meu pau duro encostado na barriga dela.
Começamos a nos beijar apaixonadamente e as pernas dela me envolveram pela cintura, de modo que nossas partes se tocavam.
- Te amo, meu filho! – Ela mexia os quadris e a buceta dela se esfregava no meu pau. — Te quero mais que ninguém neste mundo! Quero que você seja meu homem de agora em diante! — Nossas línguas brincavam de boca em boca, minhas mãos acariciavam suas bundinhas redondas.
— Você nunca mais vai precisar de outro homem além de mim! — Eu dizia. — Na sua buceta só eu vou entrar, nem meu pai vai entrar.
Ela se abraçou forte em mim e eu sentia no meu ouvido seus leves gemidos de prazer ao esfregar nossas partes. Eu empurrava a bunda dela contra mim pra intensificar o prazer. Senti um orgasmo especial, mais intenso que o da manhã, mas diferente, quando ela começou a ofegar e gozar ao mesmo tempo que eu soltava meu leite no líquido frio que nos envolvia. Tinha nascido o amor entre minha mãe e eu.
Continua...
Hormônios em Ebulição [Capítulo 5] Final
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