Olá, meu nome é Marcos e o que vou contar é 100% real e aconteceu comigo há mais de 10 anos numa cidade do litoral da Argentina, onde morei a trabalho.
Queria aprender a surfar, então comecei a ter aulas com um pessoal muito gente boa que me ensinou tudo o básico, as roupas, enfim. Pouco tempo depois, depois de comprar tudo, comecei a entrar no mar sozinho, por conta própria. Amo nadar e tinha (ainda tenho) naquela época um físico muito bom.
Eu ia para uma praia tranquila com ondas boas e, sim, muito frequentada por surfistas de todas as idades e sexos. Não foi difícil começar a fazer amizade com eles, que continuavam me ensinando.
Em especial, Jorge, um médico de 34 anos que costumava ir com a esposa, também médica, de 33 anos (eu tinha 24 na época) e que era uma verdadeira deusa. Loira, alta, olhos verdes, mas o melhor eram os peitos lindos dela, que se destacavam por ela ser magra, e a bunda dela, que era realmente maravilhosa. No fim das contas, uma mulher realmente divina e muito simpática, assim como o Jorge.
Com ele, comecei a conversar cada vez mais e nos demos super bem. Eu ia muito sozinho, mas quando a Laura ia, era impossível para mim não ficar olhando para ela, porque ela se trocava na nossa frente como se nada fosse. Eu realmente tinha que fazer um esforço enorme para conversar com o Jorge sem olhar para ela.
Os meses passaram e já éramos tipo amigos, mas só de nos encontrarmos lá, então decidimos fortalecer a amizade saindo para jantar num sábado. Eles não tinham filhos, eu era solteiro e, como não era daquela cidade, falei: "Vocês façam o que quiserem comigo, que eu não conheço nada." Foi assim que, às 21h daquele sábado, nos encontramos numa esquina e fomos jantar num restaurante lindo. O jantar foi ótimo, muito divertido, bebemos vinho e depois fomos dançar. Fomos no carro deles.
Na balada, pegamos drinks no balcão e começamos a dançar os três, muito animados. Ela, linda como sempre, se destacava de todas com o cabelo loiro impecável, um jeans bem justinho e uma regatinha tipo cavada. Muito decotada, deixando à mostra demais suas putas tetas incríveis, era alvo de olhares de todos os homens, mas só isso, porque estávamos entre nós dois. Um par de vezes tentei deixar eles dançarem sozinhos, mas não queriam. Ela, brincando, dizia: "Deixa ele, quer sair pra caçar", e a gente morria de rir. Quem acabava indo embora era o Jorge, ou pro banheiro ou buscar mais bebidas, me deixando por longos períodos dançando com a Laura. Mas não era só isso: ela dançava muito gostosa, igual fazia com o Jorge, sem se importar com nada, me deixando realmente nervoso de vontade de comer ela de beijos e passar a mão em tudo, mas não podendo porque o Jorge ia voltar. Minha cabeça tava a mil. Será que ela era assim mesmo ou queria algo comigo? Não conseguia pensar direito, então optei por não cagar o rolê e fiquei na minha, sem fazer nada, só curtindo o momento sem me passar.
Já de madrugada, saímos do rolê, nos despedimos super felizes e cada um pra sua casa. O próximo encontro na praia foi quase duas semanas depois. A gente tava sentado enquanto a Laura se trocava na nossa frente, pegou a prancha e saiu correndo pra água. Nós dois olhando pra ela, quando o Jorge me disse: "Cê queria comer minha mulher, né?" Fiquei gelado e ao mesmo tempo vermelho de vergonha, sem saber o que dizer. Ele, rindo, falou: "Fala, sem drama, ela também morre de vontade de você comer ela." Aí sim, já não sabia mais o que fazer. A única coisa que me saiu foi: "Como assim?" Ele não parava de rir enquanto explicava que eram um casal muito liberal, que não escondiam nada um do outro e que já tinham feito ménage, tanto com homens quanto com mulheres. E agora, se eu não me ofendesse, queriam compartilhar uma noite de putaria comigo. Ele ria e tentava me mostrar que tava tudo bem e que não era zoeira. Falei: "Por mim, sem problema, desde que continue tudo de boa." Nisso, ela sai da água e, me olhando, pergunta: "O Jorge já te falou?" Eu, de novo vermelho de vergonha, respondi: "Falou." "E você quer, né?" ela perguntou. "Sim, claro", falei. Ela deu um pulo de alegria, gritando: "Bem! Bem!!!" Nós dois... Rimos e ela se jogou em cima do Jorge e, depois de um beijo na boca, disse: "Viu, love? Não vai nos decepcionar, Marquitos!"
O encontro foi na mesma sexta-feira, na casa dela. Era a primeira vez que eu ia fazer algo assim, então imaginem meu nervosismo. Mal cheguei, eles trataram de acabar com minha ansiedade, me tratando como se nada fosse acontecer. Nem falavam do assunto, era como se nada, e isso me deixava super à vontade. Ela estava com um vestido branco bem colado no corpo, que deixava ver a calcinha fio dental escura sumindo entre as bundas e aquelas tetas maravilhosas apertadas, pedindo pra sair dali. Preparamos algo leve pra beliscar e sempre bebendo algo. Jorge sentou no sofá individual, e ela e eu no de dois lugares. De repente, sem aviso, eu tinha a Laura em cima de mim me beijando. Olhei de canto pro Jorge, e ele fez sinal pra eu continuar, me dando o OK. Comecei a passar a mão naquela bunda divina e logo libertei aquelas tetas lindas do vestido apertado e comecei a lamber, enquanto ela massageava minha pica por cima da calça. Os gemidos dela mostravam que ela tava adorando minha chupada de tetas. Ela me disse: "Vamos pra cama". Levantamos os três e fomos pro quarto. Jorge só olhava enquanto a gente se despia e se matava de beijos e lambidas, como se fôssemos um casal que não se via há muito tempo. A gente se encaixava perfeitamente. Dei uma bela chupada na pussy bem depiladinha, e depois ela se agarrou pra mamar minha pica, sem antes dizer pro Jorge: "Olha que pica, love!!!" Sacudindo ela pela base. Tive que tirar porque ia gozar na boca dela. Coloquei uma camisinha, coloquei ela de quatro e comecei a comer ela bem devagar no começo. Depois de uns minutos, agarrei aquelas tetas lindas balançando e comecei a meter bem forte até gozarmos os dois bem sincronizados. Lembro de olhar de canto pro Jorge e vê-lo se masturbando. Depois que saí de dentro dela, ele se aproximou e colocou a pica na boca dela. Ela mamou com gosto, e ele gozou enchendo a boca dela de porra, que ela engoliu. Se lambendo.
Esse foi o primeiro encontro, já vou contar os outros. Saudações.
Queria aprender a surfar, então comecei a ter aulas com um pessoal muito gente boa que me ensinou tudo o básico, as roupas, enfim. Pouco tempo depois, depois de comprar tudo, comecei a entrar no mar sozinho, por conta própria. Amo nadar e tinha (ainda tenho) naquela época um físico muito bom.
Eu ia para uma praia tranquila com ondas boas e, sim, muito frequentada por surfistas de todas as idades e sexos. Não foi difícil começar a fazer amizade com eles, que continuavam me ensinando.
Em especial, Jorge, um médico de 34 anos que costumava ir com a esposa, também médica, de 33 anos (eu tinha 24 na época) e que era uma verdadeira deusa. Loira, alta, olhos verdes, mas o melhor eram os peitos lindos dela, que se destacavam por ela ser magra, e a bunda dela, que era realmente maravilhosa. No fim das contas, uma mulher realmente divina e muito simpática, assim como o Jorge.
Com ele, comecei a conversar cada vez mais e nos demos super bem. Eu ia muito sozinho, mas quando a Laura ia, era impossível para mim não ficar olhando para ela, porque ela se trocava na nossa frente como se nada fosse. Eu realmente tinha que fazer um esforço enorme para conversar com o Jorge sem olhar para ela.
Os meses passaram e já éramos tipo amigos, mas só de nos encontrarmos lá, então decidimos fortalecer a amizade saindo para jantar num sábado. Eles não tinham filhos, eu era solteiro e, como não era daquela cidade, falei: "Vocês façam o que quiserem comigo, que eu não conheço nada." Foi assim que, às 21h daquele sábado, nos encontramos numa esquina e fomos jantar num restaurante lindo. O jantar foi ótimo, muito divertido, bebemos vinho e depois fomos dançar. Fomos no carro deles.
Na balada, pegamos drinks no balcão e começamos a dançar os três, muito animados. Ela, linda como sempre, se destacava de todas com o cabelo loiro impecável, um jeans bem justinho e uma regatinha tipo cavada. Muito decotada, deixando à mostra demais suas putas tetas incríveis, era alvo de olhares de todos os homens, mas só isso, porque estávamos entre nós dois. Um par de vezes tentei deixar eles dançarem sozinhos, mas não queriam. Ela, brincando, dizia: "Deixa ele, quer sair pra caçar", e a gente morria de rir. Quem acabava indo embora era o Jorge, ou pro banheiro ou buscar mais bebidas, me deixando por longos períodos dançando com a Laura. Mas não era só isso: ela dançava muito gostosa, igual fazia com o Jorge, sem se importar com nada, me deixando realmente nervoso de vontade de comer ela de beijos e passar a mão em tudo, mas não podendo porque o Jorge ia voltar. Minha cabeça tava a mil. Será que ela era assim mesmo ou queria algo comigo? Não conseguia pensar direito, então optei por não cagar o rolê e fiquei na minha, sem fazer nada, só curtindo o momento sem me passar.
Já de madrugada, saímos do rolê, nos despedimos super felizes e cada um pra sua casa. O próximo encontro na praia foi quase duas semanas depois. A gente tava sentado enquanto a Laura se trocava na nossa frente, pegou a prancha e saiu correndo pra água. Nós dois olhando pra ela, quando o Jorge me disse: "Cê queria comer minha mulher, né?" Fiquei gelado e ao mesmo tempo vermelho de vergonha, sem saber o que dizer. Ele, rindo, falou: "Fala, sem drama, ela também morre de vontade de você comer ela." Aí sim, já não sabia mais o que fazer. A única coisa que me saiu foi: "Como assim?" Ele não parava de rir enquanto explicava que eram um casal muito liberal, que não escondiam nada um do outro e que já tinham feito ménage, tanto com homens quanto com mulheres. E agora, se eu não me ofendesse, queriam compartilhar uma noite de putaria comigo. Ele ria e tentava me mostrar que tava tudo bem e que não era zoeira. Falei: "Por mim, sem problema, desde que continue tudo de boa." Nisso, ela sai da água e, me olhando, pergunta: "O Jorge já te falou?" Eu, de novo vermelho de vergonha, respondi: "Falou." "E você quer, né?" ela perguntou. "Sim, claro", falei. Ela deu um pulo de alegria, gritando: "Bem! Bem!!!" Nós dois... Rimos e ela se jogou em cima do Jorge e, depois de um beijo na boca, disse: "Viu, love? Não vai nos decepcionar, Marquitos!"
O encontro foi na mesma sexta-feira, na casa dela. Era a primeira vez que eu ia fazer algo assim, então imaginem meu nervosismo. Mal cheguei, eles trataram de acabar com minha ansiedade, me tratando como se nada fosse acontecer. Nem falavam do assunto, era como se nada, e isso me deixava super à vontade. Ela estava com um vestido branco bem colado no corpo, que deixava ver a calcinha fio dental escura sumindo entre as bundas e aquelas tetas maravilhosas apertadas, pedindo pra sair dali. Preparamos algo leve pra beliscar e sempre bebendo algo. Jorge sentou no sofá individual, e ela e eu no de dois lugares. De repente, sem aviso, eu tinha a Laura em cima de mim me beijando. Olhei de canto pro Jorge, e ele fez sinal pra eu continuar, me dando o OK. Comecei a passar a mão naquela bunda divina e logo libertei aquelas tetas lindas do vestido apertado e comecei a lamber, enquanto ela massageava minha pica por cima da calça. Os gemidos dela mostravam que ela tava adorando minha chupada de tetas. Ela me disse: "Vamos pra cama". Levantamos os três e fomos pro quarto. Jorge só olhava enquanto a gente se despia e se matava de beijos e lambidas, como se fôssemos um casal que não se via há muito tempo. A gente se encaixava perfeitamente. Dei uma bela chupada na pussy bem depiladinha, e depois ela se agarrou pra mamar minha pica, sem antes dizer pro Jorge: "Olha que pica, love!!!" Sacudindo ela pela base. Tive que tirar porque ia gozar na boca dela. Coloquei uma camisinha, coloquei ela de quatro e comecei a comer ela bem devagar no começo. Depois de uns minutos, agarrei aquelas tetas lindas balançando e comecei a meter bem forte até gozarmos os dois bem sincronizados. Lembro de olhar de canto pro Jorge e vê-lo se masturbando. Depois que saí de dentro dela, ele se aproximou e colocou a pica na boca dela. Ela mamou com gosto, e ele gozou enchendo a boca dela de porra, que ela engoliu. Se lambendo.
Esse foi o primeiro encontro, já vou contar os outros. Saudações.
4 comentários - Amigos especiais gostosas!!
Cuando la pareja es copada son experiencias que se disfrutan y mucho.