Con mi hermano

Minha primeira mulher, minha irmã
Minha primeira mulher, minha irmã

A história do início sexual e i****tuoso de um jovem com sua irmã mais velha.
Da Argentina para o mundo.
A fase da adolescência gera dúvidas, inquietações e perguntas para qualquer garoto nessa idade. Foi uma mudança que comecei a viver a partir dos treze anos, quando começou em mim aquela curiosidade de saber sobre o sexo oposto.

Minha família é uma daquelas conhecidas como "família tradicional", composta por pai, mãe, minha irmã — com quem tenho uma diferença de 12 anos de idade — e eu.
Somos uma família de classe média. Meu pai trabalha em escritório de manhã e à tarde. Minha mãe cuida da casa, de que tudo esteja em ordem, limpo e arrumado. Minha irmã, que falhou em relacionamentos anteriores, dedica-se apenas ao trabalho. Por último, eu, que me entrego somente aos estudos.

Naquela fase da puberdade, minhas inquietações eram saciadas apenas assistindo pornografia na internet, pois, embora já tivesse ficado com algumas garotas, nunca tinha conseguido transar, nem mesmo ver alguma pelada. Os anos passaram, e eu continuei virgem — era algo que me preocupava, já que todos meus amigos e conhecidos já tinham transado e, em alguns casos, até com mais de uma garota, e eu ainda nada.

Quando completei 16 anos, minha vida sexual mudou completamente. Não, não estreiei, mas começou a crescer em mim um sentimento meio estranho que às vezes me corroía de culpa, mas que me excitava demais.

Certo domingo, minha mãe me manda acordar minha irmã para o almoço. Era por volta de 1 da tarde quando subi as escadas a caminho do quarto dela. Eu estava no meu mundo, pensando sabe-se lá o quê. Entro no quarto dela e a vi, esticada na cama, de barriga para cima, completamente dormindo. Não sei por que naquele instante olhei ao redor do quarto, e quando olhei para ela, percebi que estava dormindo meio destapada — produto do calor do verão, suponho. Percorri com meu olhar... seu corpo, desde os pés e subindo, parei em um ponto. Sim, você pode imaginar, a calcinha dela se moveu e deixou parte da buceta à mostra, e pra mim, aquilo era algo novo, nunca tinha visto uma de verdade.
Senti um monte de coisas na hora, desde um frio que correu pela minha coluna até pensamentos tipo "que perdedor eu sou".

Mas também foi o começo, a partir daí eu mudei e talvez não tenha sido bom, mas a da minha irmã tinha sido a primeira buceta que eu vi. Aliás, fiquei muito excitado com o que vi, pareceu uma eternidade mas foram só segundos, porque ela acordou e me perguntou o que eu tava fazendo no quarto dela, e eu respondi que tinha vindo acordá-la pro almoço. Saí de lá, ainda com a imagem na cabeça, não conseguia parar de pensar naquilo, e minhas calças sabiam, porque era impossível disfarçar a ereção que eu tentava esconder sem sucesso. Desci pra almoçar, quase sem falar nada na frente da minha família, a única coisa que eu queria era terminar rápido pra poder ir pro meu quarto me masturbar. Sim, eu sei, sou um degenerado, também me senti assim quando percebi o que eu queria fazer, me masturbar pensando no que tinha visto. Finalmente terminei de almoçar, e saí rápido pro meu quarto, fechei a porta, me joguei na cama, e fechei os olhos. Minha imaginação voava, mas a protagonista era sempre a mesma, minha irmã.

Comecei a me masturbar, e cada vez imaginando mais e mais coisas, mais e mais dela, passei vários minutos até chegar ao orgasmo. Foi monstruoso, nunca tinha sentido tanto prazer, tanto que mesmo depois de gozar, ainda tava excitado. Mas minha mente me dizia outra coisa, "ei, para, você não pode, é sua irmã". Isso me atormentou por um tempo, não sabia com que cara encarar ela quando descesse do meu quarto. Então decidi ficar trancado pelo resto da tarde, liguei o PC e fiquei jogando paciência enquanto ouvia música e pensava no que tinha acontecido há pouco.

Quase chegando às Noite, e ainda sem sair do meu quarto, pensei em buscar na internet algo que me parecia estranho e que nunca tinha me ocorrido antes, sexo entre irmãos. Ao buscar, me surpreendi, era mais comum do que eu mesmo imaginava, e os resultados foram muitos, desde vídeos pornô, fotos, filmes, relatos, até quadrinhos que tratavam do tema. Quase desesperadamente comecei a baixar tudo que ia encontrando, e ao ver tantas coisas, minha mente já pervertida começou a querer mais. Novamente uma excitação percorreu meu interior, desta vez, sem sentir aquela culpa que senti horas antes. Vi apenas um vídeo e não aguentei mais, senti a necessidade de me masturbar então desesperadamente comecei a fazer. Outra vez, e pela segunda vez no dia, um orgasmo descomunal. Rapidamente me arrumei ao ouvir os degraus, não tinha percebido mas era hora do jantar e com certeza alguém teria subido para me buscar. Era meu pai, efetivamente o jantar estava pronto, então desci, e como se fosse obra do próprio diabo, dois degraus antes de chegar no andar de baixo, a vejo, estava lá, meio agachada procurando uns papéis no móvel, e eu, da altura e a uma curta distância, tinha uma bela visão.

Pela primeira vez, olhei para minha irmã com olhos de homem, e pra ser sincero, ela tem uma bunda lindíssima e eu sem perceber. Fingi estar distraído e passei ao lado dela, fui para a sala de jantar e me sentei à mesa ainda pensando naquela bunda saliente.

Os dias passaram, e eu continuei pensando, imaginando e todo tipo de coisa relacionada a sexo, mas não foi senão até um sábado, quase 2 semanas depois do que aconteceu na primeira vez, quando percebi que minha irmã me deixava com muito tesão. Entrei para tomar banho, perto das 12 da noite, e ali num cantinho do banheiro, tinha uma calcinha jogada, não era a primeira vez que via uma ali jogada, mas foi a primeira vez que a peguei para olhar, e sim, era da minha irmã. Percebi que era dela primeiro porque era uma fio dental, e segundo porque tinha Estampado uma imagem meio infantil, mesmo ela sendo 12 anos mais velha que eu, ela sempre gostou de coisas infantis. Quando a peguei do chão, olhei pra ela e, instintivamente e sem saber por quê, levei até meu nariz pra cheirar, acho. Ao fazer isso, minha excitação foi aumentando, e eu já sabia que no banho teria que acalmar o monstro que havia em mim. Deixei ela exatamente como encontrei, entrei no banho e me masturbei, sim, de novo.

Saí do banho, me troquei e fiquei com sede. Estava indo pra cozinha pegar algo gelado quando, passando pelo corredor, vi a luz do quarto dela acesa, então entrei, e lá estava ela. Ela me pergunta: "O que você tá fazendo, menina?" e eu respondo: "Nada, tô por aí, e você? Vai sair?". Ela disse que sim, que ia sair com as amigas porque era aniversário de uma delas. Olhei pra ela e, vestida daquele jeito, disse que ela estava muito gostosa, ao que ela só esboçou um sorriso e agradeceu. Passaram 15 minutos depois disso, e meus pais me avisaram que iam sair um pouco. Imediatamente pensei: "Vou ficar sozinho", e meio ansioso pra que todos fossem embora, fui pro meu quarto continuar vendo o que tinha baixado da internet dias atrás. Todo mundo saiu, e eu, excitado de novo, continuei vendo vídeos de sexo entre irmãos. Chegou uma hora que não aguentei mais, minha mão já estava doendo, então parei um pouco na minha masturbação. Pensei em deitar na cama e talvez com uma posição mais confortável pudesse chegar ao orgasmo, e foi assim, só que dessa vez, me sujei bastante e tive que ir ao banho me limpar. Já aliviado e com muito calor, voltei a tomar água na cozinha, e de novo, passando pelo quarto dela, vi a luz acesa, me assustei porque pensei que ela já tinha saído e entrei. Ela não estava, simplesmente tinha esquecido de apagar a luz ao sair, já estava indo embora quando algo dentro de mim me fez voltar pro quarto dela.

Fiquei olhando tudo, a cama dela, a mesa de cabeceira, o armário, e tudo que tinha no quarto. Comecei a procurar sem saber o quê, até que encontrei uma gaveta onde ela guarda a roupa íntima, peguei uma... por uma, todas as suas calcinhas, coloquei sobre a cama e as olhei. Percebi que eram todas tangas e colaless, e muito sexy, por sinal. Quando as devolvi à gaveta, olhei para o lado, e havia outra que estava no chão, peguei e olhei, era de cor preta, e no seu interior havia umas minúsculas manchas esbranquiçadas e amareladas, aí lembrei de um vídeo que tinha visto onde a garota se masturba e mancha sua roupa íntima, e pensei, minha irmã também se masturba. Embora seja algo natural, nunca tinha pensado nisso, e me pareceu muito excitante, pensar nela se masturbando. Acho que naquele momento perdi a consciência, porque, quando percebi, estava me masturbando na cama da minha irmã e com seu fio dental manchado na minha mão. Quando voltei a ter controle dos meus pensamentos, deixei tudo como estava e fui para o meu quarto dormir e pensar no que fiz. Sentimentos de culpa e pena se apoderaram de mim, sabia que estava errado o que fiz e que era pior ainda ter pensamentos sexuais em relação à minha irmã. Não foi a educação que meus pais me deram. Mas no fundo, não há nada mais proibido que o i****to, nada mais único que isso. E me excitava muito que minha irmã fosse tão gostosa, que usasse roupa íntima tão sexy, e que além disso, fosse punheteira, como eu.

Os dias foram passando, e minha irmã deslocou do resto dos meus pensamentos sexuais. Já não procurava na internet vídeos de garotas lindas, nem de poses estranhas, só procurava vídeos de sexo entre irmãos. Ela tinha se tornado minha fantasia, a mais pervertida, a mais suja, e a que mais gostava.

O domingo passou e a segunda-feira chegou, me estranhou ver que nesse dia minha irmã não trabalhou, então, quando perguntei, ela disse que tinha 3 semanas de férias, e meus pensamentos foram dois, primeiro que não teria quase oportunidade para ir ao quarto dela em busca de novas evidências das suas masturbações para poder fazer o mesmo eu, e segundo, também fiquei um pouco contente porque poderia vê-la por mais tempo em casa e assim talvez alimente minha visão com algum descuido e consiga ver algo interessante. Por uma semana inteira, compartilhei muito com ela, longas conversas, passeios para caminhar e até para tomar sorvete, também era algo sagrado das tardes, sentarmos lá fora na sombra, tomar uns mates e rirmos de qualquer coisa. Embora tenha sido pouco tempo, aprendi com ela mais do que em anos, aprendi sobre seus gostos, o que ela gosta e o que não gosta, ela me contou histórias que eu nem sabia, o bom, o ruim, e tudo de importante que tinha acontecido na vida dela. Era como conhecer uma pessoa nova, e percebi que não conhecia nada sobre ela. Pegamos confiança, que antes não tínhamos, pegamos carinho, e talvez, mesmo que pareça estranho, nos tornamos amigos naquele tempinho.

Uma noite das mais quentes, não conseguia dormir, e era por volta das 3 da manhã. Acordei suado por causa do calor, então decidi tomar um banho para me refrescar. Quando terminei, desci para a sala ver TV, talvez pegasse algum filme bom e ficasse assistindo. Masoquista e tudo, preparei o mate, me joguei no sofá e liguei a TV. Tinha encontrado um pornô na TV e comecei a assistir, quando ouço alguém descendo as escadas e então mudei rápido de canal, olhei de relance, e diante de mim, era ela.

_O que você tá fazendo acordado, pimpolho? – Ela
_Não consigo dormir por causa do calor – Eu
_Pois é, e com a bagunça que você fez no banheiro me acordou. – Ela
_Bom, me desculpa! Quer um mate? – Eu
_Dá aqui, me dá um, e aí, não tem nada na TV? – Ela
_Não sei, liguei a TV e deixei nesse canal nem prestei atenção. – Eu
_Me passa o controle, vamos ver se tem um pornô! Hahaha. – Ela
_Eh? Um pornô? Pra quê você quer isso? Hahaha. – Eu
_Ah, para, me diz que você não gosta de pornô! Você deve ser daqueles punheteiros, você. – Ela
_Pra falar a verdade não, prefiro as minas de corpo natural e essas das filmagens são puro plástico.
_Hmmm bom, digamos que eu acredito. Mas isso não quer dizer que você não bate uma!!. – Ela
_Ah não, óbvio, mas se eu faço, não é assistindo porno. – Eu _Alguma vez a mamãe ou o papai te pegaram fazendo uma? – Ela _Não, nunca, sou discreto pra isso e seria um baque se me vissem, então tomo cuidado. – Eu _Comigo, quando era pequena, a mamãe quase me pegou, foi uma vergonha terrível. Ela não disse nada, mas percebeu que eu estava me masturbando. – Ela _Quando você era pequena, fazia muito? – Eu _Sim, como toda garota nessa idade. E desde que me separei do meu parceiro, voltei a isso hahaha. – Ela _Hahaha, por que você me conta isso? – Eu _O quê? Te incomoda? Pensei que tivéssemos confiança… _Não, não me incomoda nem um pouco, só acho estranho que minha irmã me conte essas coisas. – Eu _Sei lá, pimpolho, a gente tem conversado muito esses dias, mas de sexo não. – Ela _É, pode ser. Mas não é que me incomode, só é estranho falar disso com você. – Eu _Bom, prometo que não toco no assunto de novo! – Ela _Nããão, sem drama! Pra você ganhar confiança comigo nisso e tá tudo bem! – Eu _Bom, espero que sim! Mas vamos continuar a conversa amanhã porque estou com sono de novo! – Ela _Vai dormir, vai, eu fico mais um pouco. – Eu _Nãão, vai dormir você também! Senão amanhã você dorme até tarde e a gente não se vê o dia todo, com certeza. – Ela _Tá bom, vamos lá. – Eu Desligamos a TV, arrumamos um pouco a bagunça que deixamos, e subimos. Um beijinho no meio, nos despedimos e cada um foi dormir no seu quarto. Quando me deitei, comecei a pensar. Não pude evitar a excitação ao lembrar da conversa, e mais ainda, ouvir da própria boca dela a confirmação de que ela é tão punheteira quanto eu, me excitou demais. Novamente me masturbei, pra não perder o costume. Mais uma e vão… No dia seguinte, acordei perto das 2 da tarde e com muita vontade de ver minha irmã. Foi na primeira coisa que pensei assim que abri os olhos. Levei um susto quando não a vi pela casa toda, e perguntei pra mamãe onde ela estava, ela respondeu que tinha saído com amigas pra aproveitar a tarde bonita e ir ao rio. Me senti um pouco traído, mesmo sem motivo, mas esse Senti o sentimento. Pensei sobre isso e achei lógico, ela tinha poucos dias de férias então deveria aproveitar ao máximo. Afinal, é melhor o plano de ir com as amigas para o rio do que passar a tarde comigo em casa.

Eu fiz o mesmo, aproveitei para sair um pouco e me distrair, parar de pensar por um momento em sexo e na minha irmã. Fui ver alguns amigos que não via há tempos e isso me tomou a tarde toda e parte da noite, já que voltei para casa perto das 2 da manhã, quando todos já dormiam. Deve ter passado pouco mais de uma hora, quando minha irmã chegou em casa. Ajudei-a a entrar com suas coisas, que ela tinha levado várias por sinal, e acomodá-las no quarto dela. Parece que ela se lembrou de mim, e me disse que em recompensa por ter ido embora e não ter cumprido de passar a tarde comigo, ia me dar uns mates bem gostosos enquanto me contava como foi com as amigas. E assim foi, enquanto mateávamos, conversamos, e aí, ela me mostrou como tinha queimado as costas com o sol, então me pediu para buscar o creme que temos em casa para queimaduras já que ela tinha esquecido de levar e assim eu passava nas costas dela porque senão, não conseguiria dormir.

Com as pernas quase tremendo, comecei a procurar o bendito creme, quando voltei para a cozinha onde estávamos, ela já estava deitada sobre a mesa, sem camiseta e sem sutiã, com as costas completamente lisas ao ar. Tomei uns instantes para observá-la, e perguntei, por onde começo? Ao que ela respondeu que jogasse um pouquinho de creme no centro e começasse devagarinho a espalhar pelas costas. Fiz isso, e quase como se fosse natural em mim, dei uma massagem que ela classificou como excelente, tanto que conseguiu relaxar e não doeu quando toquei nas partes queimadas pelo sol. Depois de alguns minutos, terminei meu trabalho, ela vestiu a camiseta e me agradeceu. Me prometeu que no dia seguinte passaria a tarde toda comigo e que queria ir dormir porque estava muito cansada.

O último favor que me pediu, foi, “me leva de cavalinho porque estou com dor nas As pernas pra caminar e não aguento mais, vai por favor". Encantado, eu disse, vai, te levo. Ela subiu nas minhas costas e eu agarrei quase na bunda, aproveitei. Subi quase tropeçando e a deixei no quarto dela. Ela agradeceu, me deu um beijo daqueles que faz barulho. E foi dormir. Eu fiz o mesmo, amanhã seria um dia incrível pra mim. Adormeci com o pau na mão, queria me masturbar mas não consegui, o sono me venceu.

No dia seguinte, algo estranho aconteceu. Alguém me acordou gritando, quando consegui acordar de vez, era ela, com a garrafa térmica e a cuia, tinha vindo me acordar com um mate gostoso. Melhor forma de começar o dia não existe. Foi assim, uma linda surpresa que alegrou meu dia desde cedo, quase meio-dia. Terminamos o mate, e ela disse: "me dá um espaço que tô com preguiça", então me mexi cedendo lugar e ela deitou comigo, continuamos conversando um pouco até minha mãe vir nos chamar pro almoço, e até ela se surpreendeu ao nos ver, disse: "O que vocês estão fazendo tão deitados? Levantem-se, vagabundos!". Nós três demos risada, foi algo cômico. Depois do almoço, sentamos pra ver TV e continuar conversando sobre coisas bestas, como de costume. Depois de um tempo, saímos pra caminhar e tomar um sorvete de sobremesa. Um detalhe nada pequeno: todo o caminho até a sorveteria, ela me segurou pela mão como se eu fosse o namorado dela. Até se agarrou no meu braço, e assim fomos o trajeto todo. Aí, ela me convidou pra sair uma noite pra balada, se é que eu não tinha vergonha de sair com ela, que argumento mais bobo, por favor! Claro que aceitei, e no sábado seguinte saímos.

Realmente ela estava muito bem arrumada e bem gostosa pra falar a verdade. Mal a vi, não pude evitar ter uma ereção. Pra piorar, a cada 5 minutos ela vinha no meu quarto me perguntar se uma roupa ficava melhor que a outra. E isso eu gostei, e muito. O melhor foi quando ela colocou um vestidinho vermelho, veio me mostrar, e perguntou se a calcinha marcava muito, dando uma voltinha e mostrando a bunda. Esse foi meu ponto crítico, já estava pensando com a cabeça de baixo e não com a de cima. Eu disse: se marcar um pouquinho, ao que ela respondeu: já volto. Ela apareceu de novo com o mesmo vestido. Perguntou a mesma coisa, e dessa vez não estava marcando. Rindo, ela disse: coloquei um fio dental, por isso não marca agora, mas me sinto desconfortável, e me perguntou o que eu fazia, se ela ficava assim vestida, ou colocava outra coisa. Eu disse: coloca o que você mais gostar e que fique confortável. Ela, como se com raiva, me disse: "ahh, eu te pergunto pra saber se estou bem vestida e bonita e você me diz pra eu escolher" num tom de reclamação. Eu disse: se dependesse de mim, vai assim que você está uma gostosa, ela sorriu e disse: bom, vou assim, mas você vai ter que me cuidar e me defender na balada porque os caras ficam bravos com as meninas. Se ela soubesse que o mais bravo sou eu...

Chegamos na balada, passamos uma noite legal e divertida, bebemos um pouco, dançamos, e se o ditado diz "mais chato que dançar com a irmã" pra mim não foi assim, muito pelo contrário, adorei, e mesmo sendo irmãos, ela não teve receio de rebolando a bunda quando a música pedia, nem vergonha de colar o corpo no meu. O resultado: uma noite excelente, e eu de pau duro, como era de se esperar. Ficou tarde e tinha que voltar pra casa, ambos um pouco alterados pela festa e pelo álcool. Pegamos um táxi na saída da balada e direto pra casa. No caminho, ela pediu pra parar o táxi com vontade de vomitar por causa da bebedeira que tinha. Isso era um sintoma, e embora ainda meio consciente, ela disse num tom de brincadeira: melhor vomitar na rua do que em casa com papai e mamãe acordados, ambos soltamos uma gargalhada. Chegamos em casa e senti alívio finalmente, só queria deitar e dormir, tinha sido uma noite longa e também não me sentia muito bem, acho que o álcool tinha me batido um pouco.

Ao chegar no quarto dela, ela me pegou pela mão e me pediu por favor que a ajudasse a deitar, ela não aguentava mais, embora eu também não, decidi ajudá-la. Ela se deixou cair na cama como se estivesse morta, comecei tirando os saltos dela, e depois perguntei se ela costumava usar pijama para dormir. Ela só respondeu com um fraco "não". Como pude, tirei o vestido vermelho que fica tão lindo naquele corpinho divino que ela tem. Ela ficou ali, e para minha surpresa, não estava usando fio dental como tinha dito antes — na verdade, não estava usando roupa íntima nenhuma. Meu coração começou a bater mais forte, estava ali diante dos meus olhos minha irmã completamente nua, e aquilo até me tirou a bebedeira que eu estava sentindo. Num ato reflexo, só consegui pensar em uma coisa: pegar um fio dental e uma camiseta para vestir nela e deitá-la. Fiz isso, vesti ela e a deitei. Quando já ia embora, ela falou de novo: "Pimpollito, não vai não, deita aqui comigo". Não hesitei, deitei com ela. Com medo, porque minha ereção estava grande e ainda mais sem jeans, o boxer destacava aquela parte do meu corpo. Apaguei a luz e entrei na cama dela. Ela me abraçou como se fosse um ursinho de pelúcia e dormiu. Eu também.

Por volta das 7 da noite, acordamos — primeiro ela, depois eu. Lembrávamos pouco da noite anterior, mas minha irmã me agradeceu por tê-la trazido sã e salva para casa, por tê-la deitado e trocado de roupa, e por ter dormido com ela. Parece que isso ela lembrava! Conversamos um instante na cama, depois levantamos, ambos com fome, e decidimos ir comer algo. Quando percebemos que não tinha ninguém em casa, o que nos pareceu estranho porque nossos pais sempre avisam quando saem, decidimos ligar para o celular deles. Ela falou com o papai, e ele explicou que durante a manhã tinham recebido a notícia de que um tio deles havia sofrido um acidente e que a família toda estava no hospital, mas que a mamãe viria fazer o jantar para a gente e depois voltaria com ele para acompanhá-lo.

Tivemos um tempo sozinhos, aparentemente não tinham visto que dormimos juntos, por sorte. Minha irmã e eu nos revezamos para tomar banho, ambos o Precisávamos, então primeiro fui eu, e depois ela, e nisso chegou a mamãe para preparar o jantar. Mal provou uma garfada e rapidamente foi acompanhar o papai. Depois de jantar, minha irmã me disse que sairia um momento. Iria à casa de uma amiga buscar umas coisas que esqueceu depois da viagem e voltaria logo. Assim que ela saiu, fui como um raio ao quarto dela, precisava de uma calcinha fio dental dela para poder me masturbar e acalmar um pouco a excitação que trazia comigo desde que acordei. Foi o que fiz, entrei, procurei aquela calcinha fio dental branca que tanto me deixava excitado, e me joguei na cama dela rapidamente para bater uma. Algo inesperado para mim aconteceria.

Minha irmã tinha esquecido o celular, e voltou para buscá-lo. Quando viu que a luz do quarto estava acesa, entrou, e da porta, assustada, observava o espetáculo que seu irmãozinho mais novo estava dando, batendo uma descaradamente e cheirando uma calcinha fio dental da própria irmã. Eu, sem perceber sua presença, continuava focado no que estava fazendo, até que alguém apagou a luz e num pulo guardei tudo no lugar. Trêmulo, quis me levantar para ir ver quem estava em casa naquele momento. Quando consegui me levantar, senti uma presença e um perfume muito familiar. Estava acabado, minha irmã me tinha visto fazendo algo terrível. De repente, a luz se acende e ela entra, com o olhar baixo e meio triste me pergunta, “o que você está fazendo?”.

_Me perdoa, por favor! – Eu
_É nojento o que você faz! – Ela
_Eu sei, por isso te peço desculpas! – Eu
_Que você se masturbe é normal, mas cheirando minha roupa íntima? – Ela
_Me cai a cara de vergonha, mas me excitam suas calcinhas fio dental! – Eu
_O que elas têm de excitante? São só um pedaço de tecido, eu não vejo atrativo. – Ela
_Já sei, mas gosto de como ficam em você. – Eu
_Além disso? Gosta de como ficam em mim? – Ela
_Me perdoa, sou um punheteiro, já sei. Entende, sou virgem... – Eu
_O quê? Virgem? Não acredito! – Ela
_Sério, te digo, e já faz um tempo, Você me deixa muito excitado. – Eu
_Pare, por favor! Não fale besteiras! Vá embora e me deixe sozinha. Amanhã a gente conversa. – Ela
_Me perdoa, por favor, eu juro que nunca mais faço isso de novo! – Eu
_Eu disse que amanhã a gente conversa, agora me deixa sozinha, por favor. – Ela

Depois desse breve diálogo, fui para o meu quarto. Meu coração batia muito forte, tinha muitas sensações, medo, terror, pena, raiva, culpa, e muito mais. Consegui dormir, mas horas mais tarde acordei quando meu celular tocou por causa de uma mensagem de texto, um pouco assustado, pensando que seriam meus pais que estavam no hospital, li a mensagem. Mas me enganei, não eram eles, era minha irmã perguntando se eu tinha dormido. Pensei na resposta por um segundo e respondi, não consigo dormir. Imediatamente ela enviou outra, que dizia, vem aqui que eu quero que a gente converse. Rapidíssimo saí do meu quarto para ir ao dela, assim como estava, só com uma cueca preta vestida. Entrei, e ela estava lá, sentada na cama, ainda vestida como há pouco. Ela disse, fecha a porta que os velhos estão dormindo, e senta.

Fiz o que ela pediu, e ainda tremendo me sentei e a olhei atentamente para escutar o que ela diria.
_Sobre o que aconteceu esta noite, eu estive pensando. E não é tão trágico o que você fez. Entendo que na sua idade você deve estar a mil, e se é virgem como me diz, mais ainda. Eu também me masturbo, não pense que não. É algo natural que acontece com a gente. Só que me f**** que você use minha calcinha. – Ela
_Entendo sua raiva, e te peço perdão. Não faço mais, sério! – Eu
_Só porque você gosta das minhas calcinhas você as usa para se masturbar? – Ela
_Não, na verdade não. Embora eu goste, encontrei algumas manchadas e com cheiro gostoso, isso me motiva mais e por isso as uso para me masturbar. – Eu
_Eu imaginava que era isso. Percebi, não sou boba, às vezes você deixa minha calcinha em outro lugar onde eu nunca deixo. E quase sempre são as que estão manchadas. – Ela
_É porque estando manchadas fica um cheiro gostoso para mim, sei que é nojento para você, mas a Isso me deixa a mil. – Eu
_Sério que você tá me dizendo? Não tá de sacanagem? – Ela
_Não, não tô de sacanagem, é verdade. Já sei, sou um degenerado de merda! – Eu
_Não se sinta assim, nesse caso eu também sou uma degenerada, porque me masturbando e molhando minhas calcinhas, quando percebi que alguém via e usava pra alguma coisa, não parei. Algo dentro de mim que me deixava com tesão, me dizia que tinha que fazer mais vezes, então, as últimas que você usou pra se masturbar, foram deixadas lá de propósito! – Ela
_Sério que você tá me dizendo? Não, você que tá me zoando agora!!!! – Eu
_Não, não tô de sacanagem. Fiz inconscientemente, não tinha certeza se era você, ou o papai. – Ela
_Papai? Por que ele? Seria mais lógico você pensar em mim pra isso. – Eu
_É, algo dentro de mim me dizia que era você. – Ela
_Então é verdade, você se masturbava de propósito pra que eu também fizesse. – Eu
_Hahaha, é, algo assim. Usei você de um jeito pra me dar prazer. – Ela
_Mas você tava brava. – Eu
_No começo sim, porque não quis ver a verdade. – Ela
_Que verdade você diz? – Eu
_Que me dá tesão me sentir desejada por um cara que ainda por cima é meu irmão. – Ela
_Te conto um segredo? – Eu
_Vamos, me conta… – Ela
_Tô de pau duro, bobinho!!! – Eu
_Hahaha e então se masturba, já que te interrompi antes, termina agora. – Ela
_Tá bom, vamos… mas vou pro meu quarto! – Eu
_Nada disso, bobinho, e eu não vou ver então? Vai, bate uma aqui enquanto eu vejo. – Ela
_Não, tenho vergonha de você me ver… – Eu
_Te proponho uma coisa, nos masturbamos juntos, o que acha? – Ela
_Hmmm, tá bom, aí sim. – Eu
_Olha, a gente faz isso, e morre aqui, hein. Não pense em contar pra ninguém porque nos matam os dois! – Ela
_Como vou contar uma coisa dessas? Tá louca, nem f***** vou contar. – Eu
_Tá bom, quer que eu tire a calcinha pra você ver bem? Ou deixo colocada, gozo em cima, e aí fica com você pra outra punheta depois sozinho… – Ela
_Não, tira! Quero te ver bem, depois se masturba e me deixa a calcinha molhada no meu quarto. – Eu

Ela sentou na ponta da cama, tirou a calcinha fio-dental e deixou à mostra sua buceta linda, totalmente depilada, e dava pra notar os lábios um pouco úmidos. Eu me deitei na outra ponta da cama, olhando pra ela, tirei minha cueca, libertando meu pau duro. Quase ao mesmo tempo, nós dois começamos a nos masturbar enquanto nos olhávamos. Foi uma coisa incrível, estar ali, me punhetando, na frente da minha irmã, e ela fazendo o mesmo comigo. Ela movia os dedos com uma sutileza que me enlouquecia. Dava pra ver a buceta dela dilatando cada vez mais, e o melado começando a escorrer. Eu ouvia o barulho dos dedos molhados dela subindo e descendo na buceta, com os olhares fixos e cara de tesão, continuamos assim por um tempão sem dizer uma palavra.

O silêncio só era quebrado pela nossa respiração ofegante e algum gemidinho ocasional dela. Não sei exatamente quanto tempo passou, não sei se foram minutos, horas, dias, semanas ou meses, mas me pareceu interminável e eu estava curtindo muito. Pensei que seria eu quem ia gozar primeiro, mas não. Foi ela... e o orgasmo dela, ao vê-la se contorcendo na cama mas sem parar com os dedos, me excitou demais. Vi os joelhos dela tremendo e quase ajoelhada na cama ela continuava enfiando os dedos cada vez mais fundo. Não aguentei, e gozei como nunca tinha gozado antes, o jato de porra chegou até o braço direito dela, o que ela usava pra se masturbar.

Terminamos, ficamos exaustos na cama, e os dois nos olhando com um sorriso safado que entregava o que tínhamos feito. Ela quebrou o silêncio dizendo:
_Que punheta linda, pimpolho! Fazia muito tempo que eu não tinha um orgasmo daqueles. – Ela
_Adorei, obrigado! Não acredito que tenho uma irmã assim... – Eu
_Assim como? Pajera? Puta? Incestuosa? Pervertida? – Ela
_Isso tudo, hahaha. – Eu
_E eu adoro ter um irmãozinho mais novo tão degenerado, safado, pervertido, punheteiro, i****tuoso. – Ela _Acho que estamos passando dos limites, né? – Eu _Do que você tá com medo? Se a gente fizer direito, isso fica entre você e eu, e ninguém descobre. – Ela _Você tá com vontade de continuar fazendo isso? – Eu _Por enquanto, só punhetas compartilhadas como agora. Talvez em algum momento eu faça você estrear, se é que você não estréia com alguma puta antes… – Ela _Eu adoraria estrear com você. Se você prometer que um dia me faz estrear, eu juro que não toco em nenhuma outra garota. – Eu _Sério, você faria isso só pra transar comigo pela primeira vez? – Ela _Sim, faria isso e tudo que você pedir, tudo que você quiser, eu realizo! – Eu _Epa, isso eu gosto… Mas olha que eu sou muito pervertida, hein… Pode dar na telha de fazer qualquer coisa e não sei se você teria coragem… – Ela _Como assim? Que tipo de coisas, por exemplo? – Eu _Imagina, agora por exemplo, mamãe e papai tão dormindo, foram deitar faz pouco então devem estar com o sono pesado… Eu te levaria até a porta do quarto deles e começaria a te masturbar ali, sem tapar sua boca, você vai ter que aguentar e não fazer nenhum barulho. – Ela _Hahaha, você é maluca! Mas me dá muito tesão… Quero fazer, agora! – Eu _Agora? Já? – Ela _Sim, já, agora, quero fazer, vamos! – Eu _Mas você acabou de se masturbar… e eu também! – Ela _Pra que falar então? Já me fez ficar com vontade… – Eu _Uhhh, bom… Vamos lá, sem fazer barulho, hein. – Ela Nos levantamos da cama e fomos sorrateiramente até a porta do quarto dos meus pais. Ela ficou atrás de mim e começou a acariciar meu pau. Era uma sensação espetacular, nunca tinha sentido algo assim, e eu adorava o que minha irmã estava fazendo comigo. Em pouco tempo, ele ficou duro de novo. E ela, bem colada em mim, começou a sussurrar coisas no meu ouvido enquanto me masturbava lentamente. Minha excitação só aumentava, eu estava perto dos meus pais, recebendo uma masturbação da minha irmã, que ao mesmo tempo sussurrava coisas no meu ouvido que me deixavam ainda mais excitado. Ela tirou a camiseta que ainda estava vestindo e apoiou em minhas costas, seus peitos... mais uma sensação nova que me estremeceu...
_Vai, cara, acaba logo que eu não aguento mais, quero voltar pro quarto pra me masturbar de novo. – Ela
_Vai, continua assim que já estou quase acabando, vai... – Eu

Mas não aguentei e me soltei do jeito que ela me segurava... fiquei atrás dela. E comecei a esfregar meu pau na bunda dela, enquanto com a mão, comecei a masturbá-la. Ambos nos mexíamos como se estivéssemos fodendo, mas eu só estava esfregando e masturbando ela... Um momento depois, gozei, e o jato de porra novamente saltou longe, caindo no chão do quarto dos meus pais, minha irmã se assustou com a prova do crime e instintivamente se abaixou para limpar com a mão. Mas ao se abaixar, não pensei duas vezes, era agora ou nunca. Peguei ela pela cintura e a empurrei no meu pau ainda duro e latejante. Entrou todinho, senti tudo dentro. Longe, a melhor sensação que tive na minha vida! Minha irmã quis gemer, mas tapou a boca, virou a cabeça me olhando e tentando dizer "o que você tá fazendo?".

Do jeito que estava, peguei ela bem forte e a levei, enfiada no meu pau, até o quarto dela. Joguei ela na cama, de bruços, e continuei comendo ela, bem forte, me mexendo rápido, com muita violência. Ela mordia o travesseiro para não gritar, de repente, sinto que ela levanta a bunda, meu pau entrou melhor, e com a mão, ela começou a se masturbar. Eu aumentei ainda mais a velocidade dos meus movimentos. Não pude me conter e explodi, dentro dela. Quando parei, ela me disse, calma, bebê, eu me cuido, então não tem problema. Ela me fez deitar de costas e disse, agora é minha vez, vou cavalgar no seu pau. Ela subiu e começou a se mover em círculos, primeiro devagar e depois foi aumentando a velocidade, enquanto isso, eu meti um dedo no cu dela, e ela se tocava nos mamilos. Fodemos assim, um bom tempo, aproveitamos, gozamos, e gozamos de novo juntos outra vez. Mas tinha mais, ela ainda com vontade, me disse que queria mais pau, mas dessa vez, chupar, me fez ficar na posição de 69, então continuamos transando, dessa vez, oral. Ambos chupávamos nossas bocetas com tanta desesperação que era incrível. Percebemos que amanheceu, o sol entrando pela janela nos fez ver que já era uma linda manhã. Não nos importamos muito e continuamos naquele 69 delicioso até recarregarmos forças para continuar transando.

Dessa vez, na posição tradicional, ela embaixo, pernas abertas, e eu em cima, metendo como se fosse a última vez. Foi maravilhoso, nos olhávamos enquanto fazíamos e ficávamos ainda mais pervertidos.

_ Vai, irmãozinho, come sua irmã mais forte, vai. – Ela
_ Já não sinto mais o pau, irmãzinha, mas estou excitado. – Eu
_ Você é insaciável, cara!! – Ela
_ E você? Não é? Você é uma puta terrível! – Eu
_ Sim, eu gosto do seu pau, e daí? – Ela
_ A partir de agora é só seu, irmãzinha, você já sabe! – Eu
_ Você é todo meu, é meu brinquedo, o que vai me comer todos os dias. – Ela
_ Adoro que você seja assim, sua puta do caralho! – Eu
_ E eu adoro ser sua puta, seu cara de merda. – Ela
_ Você vai ser para sempre? – Eu
_ Óbvio, não pretendo perder a chance de transar com você para sempre. – Ela
_ Vai, puta de merda, me faz gozar!!! – Eu
_ Ahhahaahhh ahhhhh ahhhhhhhhh uuuuuhhhhhhhhhh aaaaaaaahhhhh vai, cara, parte minha boceta, vai! Mete mais fundo esse pauzão grosso que você tem, vai!!! – Ela
_ Ohhhhhhhhh uhhhhhhhhhhhhh aaahhhhhhhhh acaaaabooooooooooooooooooo!! Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii gozeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Aaaaaaaaaahhhhhhhhh – Eu
_ Aahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh filho da puta, sinto sua porra, ainda tem mais!!! Aaahahhhh ahhhhh ahhhhhhhhhhhh gozei, pivete, gozeiiiiiiiiii!! Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh – Ela

Depois dessa foda fenomenal, decidimos descansar um pouco. Mas ela ainda estava com tesão, me pediu para trancar a porta com chave e dormir com ela, isso sim, de conchinha e com meu pau na sua boceta.

17 comentários - Con mi hermano

CsarH11 -2
Busco con quien hablar caliente por snapchat soy bisexual no importa edad
lo mejor que lei en meses. sin dudas, me pajie como loco! segui asi cn estos relatos son una maravilla. +10
muy buen relato!!!!
alta calentura me agarre