Minha prima é uns anos mais velha que eu. Desde criança, ela me chamava a atenção por ser bonita. Crescemos e ela ficou uma gostosa, com uma bunda e uns peitos que toda mina queria ter e todo cara queria tocar. Ela é branquinha, cabelo preto e comprido até a cintura, magrinha, com uma raba bem redonda e uns peitões. Sempre teve vários namorados e parece que não tem vergonha de, às vezes, andar de calcinha pela casa toda.
Um dia, minha mãe me mandou na casa dela, depois da escola, buscar uns documentos. E como sou de família, entrei sem cerimônia pela porta da frente e gritei:
— Prima!
— Entra!
Fui andando até a cozinha e ela estava só de calcinha, colocando um pão em cima da geladeira. Dava pra ver a bunda tão linda dela, e eu não consegui evitar de olhar. Ela percebeu e disse:
— Ah, desculpa, é que eu tava sozinha e você sabe que eu gosto de andar assim, é mais confortável.
— Hehe, fica tranquila, prima, vou fazer de conta que não vi nada.
— Olha, agora foda-se os documentos que minha tia mandou buscar, deixa eu terminar de arrumar a cozinha.
Ela tava de calcinha, como se tivesse de jeans, bem natural, e uma blusa molinha. Pra completar, sem sutiã. Eu perdia o olhar toda vez que ela se abaixava pra limpar.
Sentei na sala de jantar enquanto ela terminava o resto, porque me ofereci pra ajudar e ela não quis. A tentação me venceu, não aguentei mais. Senti um arrepio quente descendo pelo corpo e falei:
— Prima, vai parecer loucura, haha, mas deu vontade de te dar um tapão na bunda.
— Jejeje (ela sorriu devagar).
Ela chegou perto e virou a bunda pra mim, e disse:
— Só um, hein!
Eu dei o tapa devagar e não me segurei, passei a mão depois, pedindo desculpas. Naquele dia eu tinha educação física na escola e tava de short. Ela, depois de eu ter dado o tapa, passou a mão dentro do meu short e mordeu os lábios. Não encostou na pica, mas quase. Fiquei todo arrepiado, ela é muito safada, adora foder, mas eu sou primo dela e nunca falei nada porque somos família.
Bom, o negócio é que eu levantei rápido depois que ela passou a mão no meu short, e ela viu que eu tava de pau duro:
— Hahaha, o que foi, primo? Subiu o mastro?
— Jejeje, não.
— Vem cá então, ou tá com medo de mim?
Cheguei perto dela e ela me olhou direto nos olhos enquanto eu me aproximava, com um olhar de predadora. Fui até na frente dela e ela pegou na minha pica por cima do short, sorriu e disse:
— É, subiu mesmo, jejeje.
Ela se virou, encostou a bunda em mim e falou:
— Opa, desculpa.
Eu não aguentava mais, não sabia se ia embora, bater uma ou dar mais uma chegada. Aí eu falei:
— E aí, eu tenho pica grande ou o quê?
— Bom, se você sentar...
Sentei, e ela se ajoelhou, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou minha pica pra fora, dura. Ela olhou, e enquanto passava a mão devagar, disse:
- Nada mal, primo. Olha só tudo que você vem escondendo esse tempo todo. Ou você acha que eu não percebia como você me olhava?
Eu só sorri, e ela se aproximou devagar do meu pau, passou a língua de um jeito delicado, deu uns três beijinhos e começou a chupar. Eu tava no paraíso, fiquei um tempão assim, até que ela tirou a blusa e deixou à mostra aqueles peitos lindos e redondinhos. Eu só mantinha as mãos nas costas dela. Ela parou de me chupar, subiu devagar, roçando os peitos nas minhas pernas e depois na minha barriga, até chegar no meu rosto e começou a me beijar. Sentou em cima de mim, ainda de calcinha, eu de short arriado e o pau durasso. A gente começou a se beijar, e eu passei a agarrar a bunda e os peitos dela. Daí, não aguentei mais e fui direto pros peitos dela, tava louco pra chupar aqueles peitinhos. Mordisquei de leve os biquinhos rosados que ela tinha, enquanto ela esfregava devagar a calcinha molhada no meu pau, dava pra sentir a umidade que ela tava.
Tiro minha camisa e desço a calcinha dela, jogo tudo pra lá e começo a apalpar ela enquanto beijo, enfio meus dois dedos na buceta dela e começo a masturbar ela, ela franze a testa, mostrando que tava gostando do que eu fazia com meus dedos. Aumentei a intensidade e ela começou a gemer, desci pra depois dar direto no clitóris dela e em seguida com minha língua no mesmo lugar. Ela se contorcia como se tivesse tomado limão, de tanto que tava adorando o que eu fazia com a língua. Ela disse:
- Não sabia desse seu lado, primo. Continua, continua, quero que você meta logo.
Não tava com camisinha, e fui direto. Montei ela em cima da pia da cozinha e meti forte. Meu pau deslizava tão fácil na buceta dela, que já tava toda molhada. Desci ela e montei em mim, encostando ela na parede. Enquanto beijava, enfiava o pau o mais fundo que dava. As costas dela batiam na parede, eu segurava ela pela bunda e ela me agarrava pelas costas. Depois disso, coloquei ela de quatro e ela batia a bunda com força pra minha pica penetrar mais fundo. Era uma transa com vontade que eu guardava há anos. Tava quase gozando, e falei pra ela, ela respondeu:
- Nem pense em gozar dentro, hein.
- Onde então?
- Onde você quiser, mas dentro não!
Trocamos de posição, coloquei ela de quatro e gozei nas costas dela. Ela se virou rápido e chupou meu pau, tirando até o menor resquício de esperma. Depois, me olhou com um olhar super putinha e disse:
- Termina de me comer.
Fiz um oral nela que ela gritava de prazer. Enquanto chupava a buceta dela, enfiava meus dedos até ela gozar. Depois disso, a gente se pegou bem. Combinamos de guardar segredo e não transamos de novo, mas espero fazer a proposta de novo. Só tô esperando ela terminar com o namorado pra montar nela de novo.
Um dia, minha mãe me mandou na casa dela, depois da escola, buscar uns documentos. E como sou de família, entrei sem cerimônia pela porta da frente e gritei:
— Prima!
— Entra!
Fui andando até a cozinha e ela estava só de calcinha, colocando um pão em cima da geladeira. Dava pra ver a bunda tão linda dela, e eu não consegui evitar de olhar. Ela percebeu e disse:
— Ah, desculpa, é que eu tava sozinha e você sabe que eu gosto de andar assim, é mais confortável.
— Hehe, fica tranquila, prima, vou fazer de conta que não vi nada.
— Olha, agora foda-se os documentos que minha tia mandou buscar, deixa eu terminar de arrumar a cozinha.
Ela tava de calcinha, como se tivesse de jeans, bem natural, e uma blusa molinha. Pra completar, sem sutiã. Eu perdia o olhar toda vez que ela se abaixava pra limpar.Sentei na sala de jantar enquanto ela terminava o resto, porque me ofereci pra ajudar e ela não quis. A tentação me venceu, não aguentei mais. Senti um arrepio quente descendo pelo corpo e falei:
— Prima, vai parecer loucura, haha, mas deu vontade de te dar um tapão na bunda.
— Jejeje (ela sorriu devagar).
Ela chegou perto e virou a bunda pra mim, e disse:
— Só um, hein!
Eu dei o tapa devagar e não me segurei, passei a mão depois, pedindo desculpas. Naquele dia eu tinha educação física na escola e tava de short. Ela, depois de eu ter dado o tapa, passou a mão dentro do meu short e mordeu os lábios. Não encostou na pica, mas quase. Fiquei todo arrepiado, ela é muito safada, adora foder, mas eu sou primo dela e nunca falei nada porque somos família.
Bom, o negócio é que eu levantei rápido depois que ela passou a mão no meu short, e ela viu que eu tava de pau duro:
— Hahaha, o que foi, primo? Subiu o mastro?
— Jejeje, não.
— Vem cá então, ou tá com medo de mim?
Cheguei perto dela e ela me olhou direto nos olhos enquanto eu me aproximava, com um olhar de predadora. Fui até na frente dela e ela pegou na minha pica por cima do short, sorriu e disse:
— É, subiu mesmo, jejeje.
Ela se virou, encostou a bunda em mim e falou:
— Opa, desculpa.
Eu não aguentava mais, não sabia se ia embora, bater uma ou dar mais uma chegada. Aí eu falei:
— E aí, eu tenho pica grande ou o quê?
— Bom, se você sentar...
Sentei, e ela se ajoelhou, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou minha pica pra fora, dura. Ela olhou, e enquanto passava a mão devagar, disse:
- Nada mal, primo. Olha só tudo que você vem escondendo esse tempo todo. Ou você acha que eu não percebia como você me olhava?Eu só sorri, e ela se aproximou devagar do meu pau, passou a língua de um jeito delicado, deu uns três beijinhos e começou a chupar. Eu tava no paraíso, fiquei um tempão assim, até que ela tirou a blusa e deixou à mostra aqueles peitos lindos e redondinhos. Eu só mantinha as mãos nas costas dela. Ela parou de me chupar, subiu devagar, roçando os peitos nas minhas pernas e depois na minha barriga, até chegar no meu rosto e começou a me beijar. Sentou em cima de mim, ainda de calcinha, eu de short arriado e o pau durasso. A gente começou a se beijar, e eu passei a agarrar a bunda e os peitos dela. Daí, não aguentei mais e fui direto pros peitos dela, tava louco pra chupar aqueles peitinhos. Mordisquei de leve os biquinhos rosados que ela tinha, enquanto ela esfregava devagar a calcinha molhada no meu pau, dava pra sentir a umidade que ela tava.
Tiro minha camisa e desço a calcinha dela, jogo tudo pra lá e começo a apalpar ela enquanto beijo, enfio meus dois dedos na buceta dela e começo a masturbar ela, ela franze a testa, mostrando que tava gostando do que eu fazia com meus dedos. Aumentei a intensidade e ela começou a gemer, desci pra depois dar direto no clitóris dela e em seguida com minha língua no mesmo lugar. Ela se contorcia como se tivesse tomado limão, de tanto que tava adorando o que eu fazia com a língua. Ela disse:- Não sabia desse seu lado, primo. Continua, continua, quero que você meta logo.
Não tava com camisinha, e fui direto. Montei ela em cima da pia da cozinha e meti forte. Meu pau deslizava tão fácil na buceta dela, que já tava toda molhada. Desci ela e montei em mim, encostando ela na parede. Enquanto beijava, enfiava o pau o mais fundo que dava. As costas dela batiam na parede, eu segurava ela pela bunda e ela me agarrava pelas costas. Depois disso, coloquei ela de quatro e ela batia a bunda com força pra minha pica penetrar mais fundo. Era uma transa com vontade que eu guardava há anos. Tava quase gozando, e falei pra ela, ela respondeu:
- Nem pense em gozar dentro, hein.
- Onde então?
- Onde você quiser, mas dentro não!
Trocamos de posição, coloquei ela de quatro e gozei nas costas dela. Ela se virou rápido e chupou meu pau, tirando até o menor resquício de esperma. Depois, me olhou com um olhar super putinha e disse:
- Termina de me comer.
Fiz um oral nela que ela gritava de prazer. Enquanto chupava a buceta dela, enfiava meus dedos até ela gozar. Depois disso, a gente se pegou bem. Combinamos de guardar segredo e não transamos de novo, mas espero fazer a proposta de novo. Só tô esperando ela terminar com o namorado pra montar nela de novo.
3 comentários - Cogí con mi prima (sueño hecho realidad)