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Compêndio IFoi muito gostoso seguir a Nery nua até a cama. Suas curvas atraentes faziam convites que meu corpo desejava aceitar e, quando ela se jogou na cama (de um salto só), escondeu metade do seu rosto lindo, abriu o olho descoberto, sorriu de modo provocante e virou o tronco para cima, me deixando hipnotizado, com seus peitos lindos e excitados, que pareciam duas sobremesas suculentas, prontas para serem devoradas.
Enquanto isso, eu desabotoava os botões que sobraram na minha camisa, que, com a luta ardente anterior, já tinha perdido alguns.
"Ei, Nery. Mas você e o Antônio... transam assim?" perguntei de novo, mesmo suspeitando da resposta.
Como eu mencionei, Nery e Susana (e, por sorte, a maioria das amigas e conhecidas da minha esposa) são mulheres inteligentes e responsáveis, com planos para o futuro, então uma gravidez, não importa o quão bom seja o sexo, também atrapalharia os planos delas.
Mas o fato de a Nery dizer que o Antônio era um galinha que tinha se envolvido com todo o escritório dela me preocupava. Embora eu tenha aceitado cada vez mais o jogo que minha esposa propôs, tento manter o controle da minha saúde, porque me odiaria demais se acabasse transmitindo uma DST para meu rouxinol, para a Lizzie ou para a Hannah.
A resposta a deixou um pouco confusa...
"Claro que não, baby!" ela praticamente gritou. "Eu obrigo o otário a usar camisinha sempre!... porque com um foda qualquer, você se cuida... mas com você..."
Essa pausa não precisava de continuação e me deixou um pouco orgulhoso...
"Te incomoda se a gente fizer agora de quatro?" perguntei, fazendo ela rir como uma menininha. "É que sua bunda é muito sexy..."
"Tá bom, baby... como você quiser..." respondeu ela, mais do que feliz.
E, dizendo isso, ela ficou de quatro, na beirada da cama. Da sua buceta ainda escorria um pouco de melado e seu cuzinho tentador continuava parecendo um buraquinho discreto, provocante e apertado.
"Você tem uma pele macia, Nery!" disse, enquanto... Eu me colocava atrás dela e acariciava suas nádegas.
“E essa sua pica que é uma delícia, gata!” ela comentou, enquanto eu me acomodava dentro dela.
Começamos o lento vai e vem com suspiros profundos. Eu observava seus lindos quadris, onde um discreto sulco esbranquiçado denotava o biquíni fio dental que ela usara para tomar sol, e o mesmo acontecia com sua cintura, que, embora mantivesse um leve bronzeado, me fazia imaginar se ela tinha ficado completamente nua ou não.
“Ahh, gata!... Ahh, gata!... Que pauzão duro!...”
Sua voz melodiosa me animava, mas eu estava curtindo demais a estreiteza dela. Apertei seus quadris, finos, que me lembravam uma ampulheta, e o aroma de creme de coco parecia transbordar de seu corpo.
Abracei seu ventre, acariciando o contorno de seu umbigo, onde seus espasmos ficaram brevemente mais frequentes. Subi com meus dedos, acariciando levemente seu corpo, até chegar aos seus seios ondulantes.
“Mhm, gata!... Mhm, gata!... Aperta minhas tetas!... Por favor!”
Agarrei os mamilos entre meus dedos indicadores e anelares, que estavam bem inchados, e seus biquinhos se destacavam como bolinhas macias.
“Isso, gata!... Isso, gata!... Assim!... Assim!... Que gostoso!”
Lambi seu pescoço e aspirei sua pele, fazendo-a transbordar de tesão.
“Ahh, gata!... Ahhh, gata!... Que pica!... Você não sabe… quantas vezes… eu fiquei com o Toño… querendo gritar seu nome!” ela confessou, num arrebatamento de prazer.
Ela estava mais apertada, e acho que, por causa da excitação, eu quase a sentia como uma virgem.
“Mas aqui estou… Nery… metendo de novo…”
Ela teve um orgasmo intenso, que escorreu generosamente sobre meu membro acelerado…
“E você sabe… quem eu sou… gata!... Ahh!... Sii, gata!... Me fode!... Me fode!... E enfia essa sua pica!” ela pedia.
E eu a segurei firme pela cintura, metendo com mais violência. Ela se derretia em minhas mãos e, como às vezes acontece com minha esposa, o prazer a fazia perder a força nos braços.
Seu rosto se arrastava sobre A coberta, com seus olhinhos semicerrados e seus lábios ardentes mal pareciam conter o prazer pelo qual o outro orifício entrava. A cada embestida que eu dava, sua coluna se marcava na pele em detalhes, e ela coroava tudo com gemidos agonizantes, que me faziam entender que eu tocava tecidos virgens.
“Ah, baby!... Ah, baby!... Me enche!... Me enche, por favor!... Não aguento mais!” suplicou, quase em desespero.
E eu dei minha segunda carga, enterrando-a fundo nessa posição, chegando a levantar levemente sua cintura, e tinha a impressão de que seu tiny ass me desafiava, pedindo revanche do ano passado, então me agarrei à sua cintura como se estivesse soldado a ela.
“Que gozada, baby!...” replicou ela, como se estivesse bêbada. “Com razão, Mari tem aquelas gostosas...”
Sua pele suada e bronzeada continuava me atraindo, e mesmo estando levemente cansado, já queria montar nela de novo.
Por isso, me pegou de surpresa o que ela disse depois que nos desgrudamos...
“Foi uma foda de luxo, baby! Adorei!” exclamou, se cobrindo com o lençol. “Talvez amanhã a gente repita! Durma bem! Tchau!”
Lembro claramente que fiquei de pedra...
“Já quer dormir?” perguntei, confuso.
“Sim, por quê? Você não?” indagou, me olhando estranhada.
“É que ainda está cedo...” apontei, vendo que eram apenas 1:22 da madrugada.
“É que estou cansada, querido, e não tenho mais vontade de dançar um lento...” replicou, com uma voz suave e dengosa.
“Eu também não! Mas quero fazer de novo...”
Seu olhar se dilatou de novo...
“Marco... não enche! Quer mais?” perguntou exaltada.
E mesmo não estando em seu máximo esplendor, ainda falava por si só...
“Na verdade, eu adoraria ir por cima, se não te incomodar, claro...” disse, me cobrindo também com o lençol.
Ela me olhava quase com terror...
“Mas... como você quer de novo? Não cansa?” perguntava, enquanto eu beijava seu queixo e tentava me posicionar dentro de sua quente e úmida grutinha.
Admito que Marisol também já me perguntou isso, até nos dias em que saio para correr, que teria todas as desculpas para não querer fazer amor com minha esposa.
E mesmo que possa parecer engraçado para vocês, acho que é realmente porque "estou exercitando outros músculos"...
"Você não gostou? Nery, não te vejo há um ano inteiro! E agora, depois de tudo que aconteceu, ainda estou com vontade de você..." eu disse, mordiscando sua orelha.
Ela começou a suspirar mais ardentemente...
"Mas, bebê... você... quando faço com Toño... Ahh!" ela balbuciou, se endireitando ao ver que eu não estava mentindo.
Aproveitei para pegar seus seios, que desde que os vi, me deixaram tentado. Ela reclamava, enquanto a cama rangia profundamente com o peso do meu corpo.
Por alguma razão, isso me lembrou das primeiras vezes que comecei a fazer isso com minha cunhada Amelia. Assim como aconteceu com minha esposa, passamos muito tempo fazendo amor com preservativos, e as primeiras vezes para ela, de me sentir dentro e vivo, causavam sensações desconexas.
"Eu... bebê... meu namorado... você... assim..." Nery argumentava erraticamente, enquanto eu a beijava, como se estivesse quase delirando.
Sua saliva tinha ficado tão grossa que até formávamos essas pontes eróticas de baba entre nossos lábios.
"Mhm, Bebê!... Mhm, Bebê!... Que gostosa você está!..." ela se queixava como se estivesse sonhando, me abraçando pelos ombros.
O mais agradável era sentir suas pernas sedosas apoiadas nos meus tornozelos, como se incentivassem cada vez mais minha penetração.
E, honestamente, acho que estava fazendo amor com ela, porque a tesão original que sentia já tinha diminuído bastante, e eu me dedicava a beijar e lamber seu rosto, buscando mais zonas erógenas.
Mas sua voz mudou levemente ao sentir meus lábios perto de seus seios.
"Não, bebê!... Não, bebê!... Para!... Para, por favor!..." ela pedia, com uma voz meio tímida, mas carregada de emoção.
Suas cerejas carnudas estavam dilatadas ao extremo, e não hesitei em saboreá-las com delicadeza.
Sua respiração acelerou, e seu diafragma... ela se dilatava ao máximo. Eu estava comendo ela suculentamente, devorando seus seios e chupando-os apaixonadamente, até que, de repente, ela começou a chorar…
“Paa-ra!... Por favor!... Paa-aaa-ra!... Bu-ju-ju!” ela pediu, com um choro entrecortado.
Não foi fácil parar. Eu estava tão fundo e curtindo tanto aquela deusa transandina maravilhosa, sensual e jovem, que era difícil frear.
Mas o choro descontrolado dela me assustou.
“O que foi?” perguntei, afastando seus cabelos macios, aromáticos e refinados, que insistiam em esconder seu rosto.
“Você me quebrou, bebê!... Me quebrou… e agora não paro de gozar!... Bu-ju-ju!” a coitadinha respondeu, chorando quase inconsolável.
De fato, dava pra sentir as contrações do corpo dela e o fluxo constante que escorria pelas suas pernas, e logo percebi que Nery estava tendo múltiplos orgasmos.
A primeira vez que fiquei com uma garota assim foi com a Pamela. Com a Marisol, naquela época, eu fazia ela ter orgasmos espaçados, mas foi com a Pamela que vivi essa experiência maravilhosa pela primeira vez.
Com a buceta tão sensível dela, até o sexo mais meia-boca dava um prazer enorme e podia virar uma experiência exaustiva e altamente viciante, motivo pelo qual na juventude sexual dela ela teve muitos amantes.
No entanto, conforme fui aprimorando minhas artes amatórias, aprendi a provocar isso com várias das mulheres com quem estive.
Com a minha sogra, por exemplo, bastava chupar os mamilos dela enquanto fazíamos amor pra uma sequência de orgasmos me inundar até as bolas.
Com a Hannah, enquanto seguro ela forte durante o sexo e lambo o lóbulo da orelha dela, ela fica toda melada e às vezes até delira.
Com a minha esposa, enquanto faço sexo anal, apertando um dos peitos dela e estimulando o clitóris.
As contrações do orgasmo podem ser muito prazerosas, mas ao mesmo tempo exaustivas e um pouco dolorosas.
Acariciei e beijei profusamente as bochechas da Nery, a Enquanto ela ia se acalmando. Aos poucos, nossas bocas se encontravam, se tranquilizando com beijos apaixonados.
Seus olhinhos escuros brilhavam de satisfação e seu sorriso chegava a brilhar de felicidade.
“Você é divino, bebê! Eu te amo!” sussurrou, assim que se acalmou.
“Nery, você deixa eu gozar dentro de você?” perguntei, sentindo o pau a ponto de explodir.
Ela me olhou desconcertada…
“Ainda quer mais?”
“É que, Nery… você não me deixou gozar…” expliquei.
E ela também conseguia sentir o quanto eu estava inchado.
“Mas, bebê… calma um pouquinho!” pedia, como se fosse tão fácil.
“Eu até me acalmaria, Nery, se você não fosse tão apertada e tão gostosa!” falei, tentando me soltar, mas não conseguia nada.
Ela também sentia e me olhava preocupada.
“É que, bebê… se você continuar…”
“São só mais algumas bombadas, Nery!” interrompi, implorando. “Prometo que não vai passar de 10 minutos!”
Ela riu levemente…
“Promete?”
“Prometo e vou tentar ser delicado!”
Comecei a meter mais fundo e mais fundo. O corpo da Nery (e o da Susana também) era gostoso demais para deixar passar.
“Ahh, Bebê!... Ahh, Bebê!... Que foda!...” ela repetia, também curtindo de olhos fechados.
Aquela maneira de nos beijarmos…
Sabia que sua boca era minha e, sem querer, pensava na hipótese: Se ela fosse minha vizinha, também teria acabado comendo ela, como fiz com a Marisol.
“Tá bom, Nery!... Tô quase!... Tô quase!...” avisei.
“Goza, bebê!... Goza, meu amor!... Ahh!... Ahhhhh!... Ahhhhhhh!...”
E desabamos juntos. Era espetacular estar dentro dela.
“Bebê, nunca tinham me fodido assim, meu amor!” disse, me beijando sem frescura. “Você me deixa louca com esse seu pau!”
“Bom… é que a Marisol não tem me dado muita atenção ultimamente…” confessei, exausto.
Longe de se sentir mal, ela me olhou intrigada.
“Você ama muito a Mari, né?”
Sorri humildemente…
“Ela é a mulher da minha vida!”
“E vocês transam assim o tempo todo?”
“Mais ou menos. Agora, de férias, fazemos mais. Mas como… Marisol tem aulas e eu tenho plantões, quase sempre fazemos assim tão intenso às sextas e nos dias que volto do trampo...
Ela não parava de sorrir...
"É que, bebê... se você me comesse assim... eu não te deixava sozinha nenhum dia..."
"Não, mas ela também não!" retruquei. "Fazemos todas as noites umas 2 vezes e quando temos tempo, umas 2 arrancadas durante o dia..."
Ela riu de boa vontade...
"E você acha que isso é pouco?"
"Se entendesse o quanto eu gosto da Marisol, também não acharia que é demais..."
E nos acomodamos na cama, pra conversar um pouco antes de dormir. Já passava das 3 e meia e, apesar de estarmos cansados, nossa conversa era tão agradável que o sono demorou um pouco pra chegar.
"Quem me dera que o Toño fosse como você!" ela disse, suspirando. "Você tem ela mais gorda, mete melhor e as gozadas são intermináveis!"
"É... sei lá..." respondi, mais desanimado.
"O que foi, bebê?" perguntou, ao me ver desiludido.
E expliquei o que dá tanta riso na minha esposa, porque estou convencido que é assim...
"É que, quando você 'transa', no fim das contas, tanto faz a outra pessoa. Mas eu não sou assim. Você me interessa, Nery! E na verdade, eu gostaria de fazer de novo com você, porque me importo com você e te quero e é por isso que eu acho que 'fazemos amor' e não que 'transamos'..."
Seu rosto corado era o mais adorável...
"Bom... se você diz... deve ter razão..." admitiu, com certa timidez.
E depois disso e alguns beijos, nos acomodamos pra dormir um pouco, antes de voltar.Próximo post
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