(Primeira parte, de três)
Algumas fotos são da Web, outras, delas e minhasEram mais de 3 da madrugada e eu tava cansado de dirigir, então quando vi no acostamento da estrada um posto de gasolina com hospedagem, resolvi parar e seguir viagem no dia seguinte.
Quando me aproximei, na entrada do posto, vi mais de dez minas. Umas estavam debruçadas nas janelas dos carros; outras, separadas a cada três metros, quase nuas. Todas oferecendo sexo por grana.
Fiquei com tesão. Pensei que, depois de tomar banho e jantar, ia procurar uma puta qualquer. Parei o carro do lado de uma gostosa de pernas bonitas e perguntei quanto ela cobrava, o que fazia na cama e onde.
Ela me analisou e, com um tom distante, respondeu (traduzo os preços em dólares): “boquete, dez; simples, vinte; completo, trinta. Isso no carro, senão, nos quartos do motel, que custam 20 pila”.
- Vou me hospedar lá; quanto você cobra pela noite?
- Quantos anos você tem? – ela rebateu.
- 49; por quê? Você, quantos anos tem?
- Porque não fico com velhos, mas você parece de boa… Te cobro cinquenta. E tenho 22.
Não podia gastar essa grana. Fiquei excitado com a puta, apesar da falta de onda dela. Disfarçadamente tirei fotos com o celular. Depois colocaria no arquivo do notebook e me divertiria sozinho. Retomei a marcha. Abasteci o carro e estacionei na frente do motel.CarolinaAo descer do meu carro, vi uma gatinha parada na porta da hospedagem.
Rosto muito bonito, corpo magro, visual elegante. Se não fosse pelo jeito que estava vestida, passava por uma mina esperando a família pra ir dormir.
A garota usava um short jeans curtíssimo, que deixava as pernas lindas de fora e marcava uma cintura e uma bunda deliciosas. Em cima, um top soltinho, levantado por peitos sem dúvida enormes, mostrando uma cintura fina e uma barriga firme.
Reitero: apesar da roupa provocante, o visual da gatinha não parecia de puta.
“Que gostosa pra comer a noite toda”, pensei. Me imaginei chupando aquela bucetinha apertada, macia, rosadinha… E afundando minha cara, minha língua, naquela bundinha macia… O único jeito de realizar meus desejos era pagar pelo corpinho dela. Mas imaginei que essa mina devia cobrar o dobro da garota que eu tinha perguntado o preço. Minha vontade de bater uma aumentou.
Avancei em direção à entrada do albergue.
Ao passar do lado da gostosa, sem olhar pra ela, percebi uma mão tocando de leve meu braço esquerdo. E uma voz quente, meiga, delicada.
- Moço…, desculpa… posso te fazer uma pergunta…?
- Fala… - respondi, fingindo indiferença.
- O senhor… vai passar a noite neste pousada?
- Sim; por quê?
- É… é que eu tenho um problema…; e o senhor parece um homem bom, sério… Posso te pedir um grande favor…?
Não soube como reagir. A desconfiança me pegou; pensei que a gatinha, com esse jeito inocente, na verdade fosse isca de bandidos. E ao mesmo tempo senti que estava diante de uma grande oportunidade… Passei os olhos por ela, enquanto implorei ao meu cérebro clareza.
- Não entendi… Você está perdida?
- Mais ou menos… Por isso peço ajuda, moço… Estou com medo…! Estou sozinha…
Dentro de mim se misturaram desconfiança, pena, desejo…
- Vem comigo; vamos comer e você me conta… - falei depois de dar meu nome, Alberto.
Durante o jantar, Carolina, de 19 anos, como conferi no documento dela, me contou, chorando, com franqueza crua, o problema dela.
Pegando carona, tinha chegado lá, três horas antes de mim, depois de percorrer quase mil quilômetros da casa dela. A mãe tinha expulsado ela de casa, depois de descobrir ela na cama, pelada, se masturbando.
A decisão exagerada da família foi porque naquela casa eram mórmons. Confusa e com raiva, numa cidade vizinha comprou roupa provocante, decidida a se vingar, se dedicando a transar por dinheiro.
- Mas Desde que cheguei aqui, as minas que tão na cobrança me encheram o saco… Um cara que tava lá nos tanques saiu em minha defesa, e falou pra eu ficar do lado dessa porta… Como você me pareceu gente boa, puxei papo…
Depois de jantar, a mina entrou comigo no albergue, num quarto com duas camas. Registrei ela como minha sobrinha.
- Vai tomar um banho, fica à vontade; eu vou tomar um café e dar uma volta, pra você dormir sossegada… – falei.
Carolina cravou os olhos azuis nos meus.
- Não acredito; você vai atrás de uma daquelas putinhas baratas e pagar pra transar…
No fundo, ela tinha acertado. Na real, ia dar um rolê de carro, olhar as putas, pra depois de ficar excitado, estacionar e bater uma punheta dentro do carro.
- Nada a ver! Não pago por sexo…
- Desculpa, não quis te ofender; percebo que você não é desse tipo de homem… Além disso, com certeza é casado…
- Divorciado. A única intenção era te deixar sozinha pra você tomar banho e dormir…
- Alberto, por favor, não vai embora! Não me deixa sozinha… Que tal você tomar banho primeiro, deitar, e depois eu tomo? Eu apago as luzes e não vou fazer barulho…
Topei o pedido dela. Tomei um banho, enrolei uma toalha, saí do banheiro e me enfiei na cama. Carolina foi tomar banho. Quando ouvi a água correndo e fiquei sozinho, pensei em bater uma, mas cortei a vontade, virei de lado, de costas pra cama onde ela ia dormir, e fechei os olhos.
Ouvi quando ela saiu do banheiro, senti o cheirinho de adolescente do meu lado e percebi os movimentos dela se deitando.
Eu continuava excitado, não conseguia dormir, enquanto a garota parecia respirar entregue ao sono.
Devagar, me levantei e de cueca fui até o banheiro. Além de mijar, queria bater uma.
Sentei no vaso e peguei na minha piroca, mas notei que num canto estavam as roupas que a Carolina tinha tirado. O shortinho, o top e uma calcinha minúscula. Peguei elas, olhei bem e, como já tinha feito tantas vezes com roupas assim, passei no meu rosto, nariz, boca… A piroca já tava dura. Enrolei ela na calcinha fio-dental enquanto colocava o shortinho no meu rosto…
Me veio a ideia de que ia curtir muito mais se vestisse a calcinha e deitasse, pra me masturbar entre meus lençóis.
Estiquei a piroca pra trás e, apesar do tamanho minúsculo da fio-dental, consegui vesti-la. Que gostoso! Não era a primeira vez que fazia isso: na minha casa, na cama, no sofá, na frente do computador, via pornô vestindo calcinhas. Como nessas vezes, curtia o fiozinho enfiado no cu e a piroca saindo pelo lado…
Me cobri com uma toalha e fui pra minha cama. Olhei pra cama da Carolina e vi ela dormindo. Me deitei, tirei a toalha e fiquei só com a calcinha. De barriga pra cima, coloquei a piroca ereta, com a cabecinha molhada entre as coxas e comecei a me mexer, silenciosamente.
Queria gemer, gritar, como fazia quando tava sozinho ou com uma puta, mas agora tinha que me masturbar em silêncio. Gozei o dobro. Virei de lado, olhando pra onde a Carolina estava. O lençol tava abaixo dos ombros dela, deliciosos, e dava pra ver a silhueta da cintura, do quadril e das pernas. Imagem linda!
Imaginei chupando os peitos dela, enfiando a língua na buceta, lambendo as coxas, sentindo a boquinha dela chupando minha piroca, metendo nela por dentro e por trás…
As sensações foram tão gostosas e intensas que não consegui evitar fechar os olhos.
Até que ouvi a voz da Carolina.
- Alberto, eu também tô com vontade….
A gostosa tava sentada na beira da cama dela, me olhando, só de fio dental nas pernas abertas, se tocando na buceta. Era de tirar o fôlego… O corpinho dela parecia desenhado, uma beleza de novinha que eu só via em foto… Entre maravilhado e sem graça, só consegui balbuciar:
- Ehhh… Carolina… não é o que você tá pensando… Acontece que…
- O quê? Que você tá batendo uma? Adoro! Deixa eu ver…!
E se jogando na minha cama, levantou o lençol e a colcha. Ficou à mostra meu pau duro e o fio dental.
- Essa é minha calcinha! Você bate punheta com minha calcinha vestida! – exclamou com os olhinhos lindos arregalados.
Não soube o que dizer nem fazer. Tive medo que ela saísse correndo pra me denunciar. Mas aí a risada dela me tranquilizou.
- Alberto, seu pau é enorme, lindão! Adorei! Como fica bem em você minha calcinha… Deixa eu tocar? – perguntou, me tratando por tu.
Sem esperar minha resposta, a novinha linda pegou o pênis com as duas mãos delicadas.
- Querida Carolina, é seu! Faz o que quiser com meu pau…DelíciaEu tava deliciosamente pasmado e maravilhado: uma garotinha linda, educada, arrebatadoramente gostosa, tava a centímetros dos meus olhos e dos meus dedos. Fiquei em silêncio, admirando ela. Pra mim, era perfeita: rosto lindo, pescoço alto, ombros frágeis, braços finos, peitos redondos e durinhos, cintura finíssima, barriga lisa, e uma buceta gostosa, depilada… E ainda por cima, não tava pagando!
A Carolina continuou com as duas mãozinhas no meu pau. Que suavidade gostosa!; comecei a gemer… Percebi que se não me afastasse, gozava rapidinho. Peguei as mãos dela e beijei.
Com timidez, com medo de que um movimento brusco da minha parte evaporasse a maravilha, avancei minhas mãos pro corpo dos sonhos e coloquei ela com as pernas abertas em cima de mim. Acariciei os peitos, a barriga, a cintura, as costas, a raba…
Mal sentia o peso dela; calculei que não devia passar dos 45 quilos.
- Deita de bruços, vou te fazer gozar melhor do que quando você se masturba… - ordenei.
- Alberto… Vou te contar, nunca fui comida…
- ¡Você é virgem…!? – falei, surpreso.
- Sim… Você não quer…?
A última vez que tinha tirado a virgindade de uma mina foi há mais de vinte anos. Então falei:
- Fica de barriga pra cima, abre as pernas… Vou te dar a melhor primeira vez…
Carolina obedeceu. E eu desci minha cabeça até a sua deliciosa virilha.
Meus lábios e língua percorreram a bucetinha fresca e macia e seus contornos, enquanto minhas mãos acariciavam os peitos. Ela começou a gemer e se mexer. Quando senti na boca os primeiros suquinhos dela, desci até os pés. Eram bonitos. Beijei, acariciei, dedicando tempo a cada um dos dedinhos. De barriga pra baixo, percorri com minha língua e lábios a panturrilha, parei na parte de trás do joelho, e continuei devagar avançando. Cheguei na bunda, que massageei, até alcançar a ppk dela. Já estava molhada, quente, cheirosa… Minha língua percorreu os lábios rosadinhos, e fui separando eles devagar, enquanto meus dedos passeavam pelas coxas macias, pelas nádegas, pelos peitinhos, pelas axilas.
Sem pressa, cheguei no clitóris pulsante da Caro. Me concentrei naquele pedacinho, beijando, mordendo, sugando, enquanto saboreava os suquinhos da mina. Ela já gritava, e as mãos dela empurravam minha cabeça, e os quadris dela se mexiam selvagens…
— Si, amor, si, papai, aí, si, si, continua, continua…! Agh mmm, me come…! — ela exclamou.
Ela gemia feito uma gostosa, os orgasmos dela chegavam, então enfiei meu dedo médio na buceta enquanto segurava o clitóris dela entre meus lábios, movendo em círculos com a língua. E o corpinho dela se arqueou, me xingou, gritou insultos, e teve três orgasmos seguidos…
Me deitei de lado, exausto, com o rosto todo molhado dos sucos dela, feliz por ter comido uma mina gostosa.
Fechei os olhos. Revirei mentalmente as delícias da gata que estava do meu lado. Eu ainda não tinha gozado.
- Você vai meter essa pica em mim? – reclamou.(Continua)
Algumas fotos são da Web, outras, delas e minhasEram mais de 3 da madrugada e eu tava cansado de dirigir, então quando vi no acostamento da estrada um posto de gasolina com hospedagem, resolvi parar e seguir viagem no dia seguinte.
Quando me aproximei, na entrada do posto, vi mais de dez minas. Umas estavam debruçadas nas janelas dos carros; outras, separadas a cada três metros, quase nuas. Todas oferecendo sexo por grana.
Fiquei com tesão. Pensei que, depois de tomar banho e jantar, ia procurar uma puta qualquer. Parei o carro do lado de uma gostosa de pernas bonitas e perguntei quanto ela cobrava, o que fazia na cama e onde. Ela me analisou e, com um tom distante, respondeu (traduzo os preços em dólares): “boquete, dez; simples, vinte; completo, trinta. Isso no carro, senão, nos quartos do motel, que custam 20 pila”.
- Vou me hospedar lá; quanto você cobra pela noite?
- Quantos anos você tem? – ela rebateu.
- 49; por quê? Você, quantos anos tem?
- Porque não fico com velhos, mas você parece de boa… Te cobro cinquenta. E tenho 22.
Não podia gastar essa grana. Fiquei excitado com a puta, apesar da falta de onda dela. Disfarçadamente tirei fotos com o celular. Depois colocaria no arquivo do notebook e me divertiria sozinho. Retomei a marcha. Abasteci o carro e estacionei na frente do motel.CarolinaAo descer do meu carro, vi uma gatinha parada na porta da hospedagem.
Rosto muito bonito, corpo magro, visual elegante. Se não fosse pelo jeito que estava vestida, passava por uma mina esperando a família pra ir dormir.
A garota usava um short jeans curtíssimo, que deixava as pernas lindas de fora e marcava uma cintura e uma bunda deliciosas. Em cima, um top soltinho, levantado por peitos sem dúvida enormes, mostrando uma cintura fina e uma barriga firme.
Reitero: apesar da roupa provocante, o visual da gatinha não parecia de puta.“Que gostosa pra comer a noite toda”, pensei. Me imaginei chupando aquela bucetinha apertada, macia, rosadinha… E afundando minha cara, minha língua, naquela bundinha macia… O único jeito de realizar meus desejos era pagar pelo corpinho dela. Mas imaginei que essa mina devia cobrar o dobro da garota que eu tinha perguntado o preço. Minha vontade de bater uma aumentou.
Avancei em direção à entrada do albergue.
Ao passar do lado da gostosa, sem olhar pra ela, percebi uma mão tocando de leve meu braço esquerdo. E uma voz quente, meiga, delicada.
- Moço…, desculpa… posso te fazer uma pergunta…?
- Fala… - respondi, fingindo indiferença.
- O senhor… vai passar a noite neste pousada?
- Sim; por quê?
- É… é que eu tenho um problema…; e o senhor parece um homem bom, sério… Posso te pedir um grande favor…?
Não soube como reagir. A desconfiança me pegou; pensei que a gatinha, com esse jeito inocente, na verdade fosse isca de bandidos. E ao mesmo tempo senti que estava diante de uma grande oportunidade… Passei os olhos por ela, enquanto implorei ao meu cérebro clareza.
- Não entendi… Você está perdida?
- Mais ou menos… Por isso peço ajuda, moço… Estou com medo…! Estou sozinha…
Dentro de mim se misturaram desconfiança, pena, desejo…
- Vem comigo; vamos comer e você me conta… - falei depois de dar meu nome, Alberto.
Durante o jantar, Carolina, de 19 anos, como conferi no documento dela, me contou, chorando, com franqueza crua, o problema dela.
Pegando carona, tinha chegado lá, três horas antes de mim, depois de percorrer quase mil quilômetros da casa dela. A mãe tinha expulsado ela de casa, depois de descobrir ela na cama, pelada, se masturbando.
A decisão exagerada da família foi porque naquela casa eram mórmons. Confusa e com raiva, numa cidade vizinha comprou roupa provocante, decidida a se vingar, se dedicando a transar por dinheiro.
- Mas Desde que cheguei aqui, as minas que tão na cobrança me encheram o saco… Um cara que tava lá nos tanques saiu em minha defesa, e falou pra eu ficar do lado dessa porta… Como você me pareceu gente boa, puxei papo…
Depois de jantar, a mina entrou comigo no albergue, num quarto com duas camas. Registrei ela como minha sobrinha.
- Vai tomar um banho, fica à vontade; eu vou tomar um café e dar uma volta, pra você dormir sossegada… – falei.
Carolina cravou os olhos azuis nos meus.
- Não acredito; você vai atrás de uma daquelas putinhas baratas e pagar pra transar…
No fundo, ela tinha acertado. Na real, ia dar um rolê de carro, olhar as putas, pra depois de ficar excitado, estacionar e bater uma punheta dentro do carro.
- Nada a ver! Não pago por sexo…
- Desculpa, não quis te ofender; percebo que você não é desse tipo de homem… Além disso, com certeza é casado…
- Divorciado. A única intenção era te deixar sozinha pra você tomar banho e dormir…
- Alberto, por favor, não vai embora! Não me deixa sozinha… Que tal você tomar banho primeiro, deitar, e depois eu tomo? Eu apago as luzes e não vou fazer barulho…
Topei o pedido dela. Tomei um banho, enrolei uma toalha, saí do banheiro e me enfiei na cama. Carolina foi tomar banho. Quando ouvi a água correndo e fiquei sozinho, pensei em bater uma, mas cortei a vontade, virei de lado, de costas pra cama onde ela ia dormir, e fechei os olhos.
Ouvi quando ela saiu do banheiro, senti o cheirinho de adolescente do meu lado e percebi os movimentos dela se deitando. Eu continuava excitado, não conseguia dormir, enquanto a garota parecia respirar entregue ao sono.
Devagar, me levantei e de cueca fui até o banheiro. Além de mijar, queria bater uma.
Sentei no vaso e peguei na minha piroca, mas notei que num canto estavam as roupas que a Carolina tinha tirado. O shortinho, o top e uma calcinha minúscula. Peguei elas, olhei bem e, como já tinha feito tantas vezes com roupas assim, passei no meu rosto, nariz, boca… A piroca já tava dura. Enrolei ela na calcinha fio-dental enquanto colocava o shortinho no meu rosto…
Me veio a ideia de que ia curtir muito mais se vestisse a calcinha e deitasse, pra me masturbar entre meus lençóis.
Estiquei a piroca pra trás e, apesar do tamanho minúsculo da fio-dental, consegui vesti-la. Que gostoso! Não era a primeira vez que fazia isso: na minha casa, na cama, no sofá, na frente do computador, via pornô vestindo calcinhas. Como nessas vezes, curtia o fiozinho enfiado no cu e a piroca saindo pelo lado…
Me cobri com uma toalha e fui pra minha cama. Olhei pra cama da Carolina e vi ela dormindo. Me deitei, tirei a toalha e fiquei só com a calcinha. De barriga pra cima, coloquei a piroca ereta, com a cabecinha molhada entre as coxas e comecei a me mexer, silenciosamente.
Queria gemer, gritar, como fazia quando tava sozinho ou com uma puta, mas agora tinha que me masturbar em silêncio. Gozei o dobro. Virei de lado, olhando pra onde a Carolina estava. O lençol tava abaixo dos ombros dela, deliciosos, e dava pra ver a silhueta da cintura, do quadril e das pernas. Imagem linda!
Imaginei chupando os peitos dela, enfiando a língua na buceta, lambendo as coxas, sentindo a boquinha dela chupando minha piroca, metendo nela por dentro e por trás…
As sensações foram tão gostosas e intensas que não consegui evitar fechar os olhos.
Até que ouvi a voz da Carolina.
- Alberto, eu também tô com vontade….
A gostosa tava sentada na beira da cama dela, me olhando, só de fio dental nas pernas abertas, se tocando na buceta. Era de tirar o fôlego… O corpinho dela parecia desenhado, uma beleza de novinha que eu só via em foto… Entre maravilhado e sem graça, só consegui balbuciar:- Ehhh… Carolina… não é o que você tá pensando… Acontece que…
- O quê? Que você tá batendo uma? Adoro! Deixa eu ver…!
E se jogando na minha cama, levantou o lençol e a colcha. Ficou à mostra meu pau duro e o fio dental.
- Essa é minha calcinha! Você bate punheta com minha calcinha vestida! – exclamou com os olhinhos lindos arregalados.
Não soube o que dizer nem fazer. Tive medo que ela saísse correndo pra me denunciar. Mas aí a risada dela me tranquilizou.
- Alberto, seu pau é enorme, lindão! Adorei! Como fica bem em você minha calcinha… Deixa eu tocar? – perguntou, me tratando por tu.
Sem esperar minha resposta, a novinha linda pegou o pênis com as duas mãos delicadas.
- Querida Carolina, é seu! Faz o que quiser com meu pau…DelíciaEu tava deliciosamente pasmado e maravilhado: uma garotinha linda, educada, arrebatadoramente gostosa, tava a centímetros dos meus olhos e dos meus dedos. Fiquei em silêncio, admirando ela. Pra mim, era perfeita: rosto lindo, pescoço alto, ombros frágeis, braços finos, peitos redondos e durinhos, cintura finíssima, barriga lisa, e uma buceta gostosa, depilada… E ainda por cima, não tava pagando!
A Carolina continuou com as duas mãozinhas no meu pau. Que suavidade gostosa!; comecei a gemer… Percebi que se não me afastasse, gozava rapidinho. Peguei as mãos dela e beijei.
Com timidez, com medo de que um movimento brusco da minha parte evaporasse a maravilha, avancei minhas mãos pro corpo dos sonhos e coloquei ela com as pernas abertas em cima de mim. Acariciei os peitos, a barriga, a cintura, as costas, a raba…
Mal sentia o peso dela; calculei que não devia passar dos 45 quilos.
- Deita de bruços, vou te fazer gozar melhor do que quando você se masturba… - ordenei.
- Alberto… Vou te contar, nunca fui comida…
- ¡Você é virgem…!? – falei, surpreso.
- Sim… Você não quer…?
A última vez que tinha tirado a virgindade de uma mina foi há mais de vinte anos. Então falei: - Fica de barriga pra cima, abre as pernas… Vou te dar a melhor primeira vez…
Carolina obedeceu. E eu desci minha cabeça até a sua deliciosa virilha.
Meus lábios e língua percorreram a bucetinha fresca e macia e seus contornos, enquanto minhas mãos acariciavam os peitos. Ela começou a gemer e se mexer. Quando senti na boca os primeiros suquinhos dela, desci até os pés. Eram bonitos. Beijei, acariciei, dedicando tempo a cada um dos dedinhos. De barriga pra baixo, percorri com minha língua e lábios a panturrilha, parei na parte de trás do joelho, e continuei devagar avançando. Cheguei na bunda, que massageei, até alcançar a ppk dela. Já estava molhada, quente, cheirosa… Minha língua percorreu os lábios rosadinhos, e fui separando eles devagar, enquanto meus dedos passeavam pelas coxas macias, pelas nádegas, pelos peitinhos, pelas axilas.
Sem pressa, cheguei no clitóris pulsante da Caro. Me concentrei naquele pedacinho, beijando, mordendo, sugando, enquanto saboreava os suquinhos da mina. Ela já gritava, e as mãos dela empurravam minha cabeça, e os quadris dela se mexiam selvagens…— Si, amor, si, papai, aí, si, si, continua, continua…! Agh mmm, me come…! — ela exclamou.
Ela gemia feito uma gostosa, os orgasmos dela chegavam, então enfiei meu dedo médio na buceta enquanto segurava o clitóris dela entre meus lábios, movendo em círculos com a língua. E o corpinho dela se arqueou, me xingou, gritou insultos, e teve três orgasmos seguidos…
Me deitei de lado, exausto, com o rosto todo molhado dos sucos dela, feliz por ter comido uma mina gostosa.
Fechei os olhos. Revirei mentalmente as delícias da gata que estava do meu lado. Eu ainda não tinha gozado.
- Você vai meter essa pica em mim? – reclamou.(Continua)
4 comentários - Com uma gostosa de 19 anos
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