Chat me ajudou com minha sobrinha 2

Na real, eu não fazia a menor ideia de como tocar no assunto. Se eu falasse na lata, ela podia se sentir ofendida, sair fora, ou me acusar de ter inventado tudo, sei lá. Então, criei um plano e a oportunidade apareceu quando a Bea saiu do quarto correndo por causa de algo no celular. Eu entrei, dei uma olhada na tela, vi o chat que ela tinha e os apelidos da amiga e dela.

Peguei um tablet do trabalho que não usava pra nada e comecei a fuçar nos chats, procurando por alguma delas.

No começo, foi difícil conseguir resposta e ser aceito como amigo, mas na base da insistência e dando umas voltas, elas acabaram me consultando, em segredo de homem (claro, me passando por jovem igual a elas), sobre o que a gente mais gosta e quais são nossas fraquezas…

Eu quase pulei de alegria, porque já tava dentro do clube mesmo sem ter sido convidado. Fui dando ideias do que elas deviam fazer, e ao mesmo tempo percebi que a amiga já tinha bastante experiência, mas a Bea era bem inocente no assunto e só seguia o fluxo.

Descobri que a Bea já não era mais virgem (embora eu já desconfiasse), mas foi de um jeito bem bruto, no banheiro de uma balada, com um cara que ela nem conhecia e que nem se deu ao trabalho de se despedir. Ela fez isso só pra não passar vergonha na frente das amigas.

Por causa disso, ela era tão "verde". Eu tava ali, ela confiava em mim e eu não ia comprometer ela, ou seja, o plano ideal pra ganhar experiência.

Eu, pelo chat, ia orientando ela, ao mesmo tempo que avisava dos perigos de sair sem cuidado, e isso fazia ela confiar mais, porque percebia que eu não queria nada com ela.

Tudo isso deixou ela confiante. Numa tarde chuvosa em que a gente não saiu, eu tava no sofá, ela veio e sentou do meu lado. Vendo o filme chato, ela se encostou em mim. Eu fingi que não tava ligando, e depois de um tempo ela se levantou de repente e me perguntou se podia confiar em mim… Eu disse que sim, claro, e ela insistiu que era um assunto muito íntimo. Eu jurei de pés juntos. Aí ela me contou que não tinha experiência com caras e Que… ela já não era mais virgem, mas me contou os detalhes como se fosse uma justificativa. Enfim, como as amigas dela riam dela e ela se ofereceu pro primeiro cara que apareceu. Foram pro banheiro feminino, ela levantou a saia até a cintura, o cara colocou uma camisinha, segurou ela pelo quadril, meteu, gozou, jogou a camisinha no lixo e foi embora. Então ela nem viu o pau dele, nem tocou, nem sentiu nada. Um desastre. Aí ela me pediu pra explicar o que era sexo de verdade, porque cada pessoa que ela perguntava falava uma coisa diferente.

Eu vi uma oportunidade de ouro e pensei… vamos começar do começo e direito. Pedi pra ela me atualizar sobre o que já sabia, e ela disse que quase nada.

Tive que ter paciência e explicar primeiro os órgãos sexuais, como são e como funcionam. Ela me ouvia de olhos arregalados. Como a conversa foi se estendendo, ela foi se acomodando, se deitou no sofá e apoiou a cabeça na minha perna que estava do lado. Ficou me olhando de baixo pra cima enquanto eu explicava a teoria da melhor forma possível.

Em um certo momento, ela deu uma relaxada e, como estava confortável, pegou minha mão e colocou na barriga dela. Eu continuava explicando com a outra mão.

De tanto falar, perguntar e responder, a mão dela, junto com a minha por baixo, foi subindo. Primeiro roçou a base dos peitos dela. Eu sentia o espaço entre os dois, mas ela nem empurrava nem soltava, só apoiava. E eu, parado.

O assunto rendia: sobre caras, sobre intenções, etc. Parecia que ela nunca tinha conversado sobre isso com os pais…

De repente, ela deu um pulinho e subiu a mão — sempre com a minha por baixo — até colocar sobre o peito esquerdo dela… Ahhh, eu sentia toda a redondeza dura, macia e ao mesmo tempo áspera na região do mamilo. Mas ficou por ali. Eu mal mexia os dedos, cobrindo todo o peito, pra mostrar que sabia que estava pegando na teta dela. Como única reação, só notei que no começo as pernas dela… Ela estava com as pernas cruzadas e, aos poucos, foi abrindo elas.

Eu, como estava de bermuda em casa e ela tinha a cabeça apoiada na minha perna direita, percebi que estava tendo uma ereção mais que anormal. Além disso, como ela tinha cabelo comprido, ele caía no meu colo e, de vez em quando, ela arrumava ele, com a mão passando de raspão na minha pica.

Eu estava num baita desconforto, porque a pica aumentava consideravelmente e dentro da cueca não dava pra esticar. Então, num momento, aproveitei que ela levantou a cabeça pra arrumar ela e deixar reta, claro que, nessa hora, roçou a cabeça dela.

Ela percebeu e, embora não tenha dito nada, eu notei porque o mamilo dela ficou duro que nem um grão de bico. Parecia mentira, porque normalmente nem aparecia, e agora estava cravado na palma da minha mão.

Num dos movimentos da mão dela, o mamilo ficou entre meus dedos, e isso foi minha desculpa pra beliscar ele de leve. Ela respondeu com a aréola ficando igual lixa e um suspiro escapou dos lábios dela.

Parece que ela também se animou a avançar e, num dos movimentos de arrumar o cabelo, colocou a mão na minha pica quente e dura.

Ela olhou nos meus olhos e, com um sorrisinho, me disse…

— Isso é o que você tava me explicando que acontecia?

Eu, com um sorriso de orelha a orelha, respondi: siiiim. E ela disse: — Gostei.

Ela manteve a mão na minha pica e, de vez em quando, mexia os dedos como se estivesse medindo ela. Eu já não aguentava mais e perguntei: — Quer ver ela de perto? E ela, baixando os olhos, respondeu…

— Se você quiser!!!

Eu, como estava com a mão na teta dela e o mamilo entre os dedos, não quis arriscar perder isso e falei…

— Tira ela, se quiser, mas com cuidado.

Ela foi devagar atrás dos botões da bermuda e não demorou a encontrar a cabeça, que já tinha escapado sozinha da cueca. Ela abriu a bermuda e deixou ela toda exposta ao lado da cabeça dela. A glande chegava na altura do olho dela. Ela virou a cabeça, olhou de perto e deu um beijo carinhoso, apertando ela. com a mão pra não soltar ele já.

Minha mão tinha a teta dela mais apertada que um sutiã esportivo e aí ela suspirou, tanto de alívio por ter a pica na mão, quanto pra poder respirar. Ela pegou minha mão da teta e foi descendo pelo estômago, depois pela barriga até deixar no monte de Vênus. Eu não esperava, imaginava uma moita de pelos, mas não, também não estava depilada, só tinha o pelo aparado numa altura tipo barba de três dias, com um corte reto em cima e os outros formando um triângulo até antes da virilha. Gostei pra caralho, porque não mostrava aquela "sacanagem" de ser toda lisa.

Segurei o impacto que foi ter a mão apoiada no púbis dela, porque ela tirou a dela, me deixando fazer, e sem demonstrar pressa, falando e falando, afrouxei o cordão que amarrava a calça na cintura dela.

Como falei no começo, a Bea tinha as pernas cruzadas no início, mas depois deixou elas descansarem ao longo do sofá. Aí fui passando a mão sem direção definida pelas coxas dela, principalmente na parte de dentro, e chegava bem na virilha onde recuava pra subir de novo, devagar. Ela recolheu os pés e foi abrindo os joelhos de um jeito que eu tinha mais acesso à buceta dela, mas não demonstrei, só continuei chegando até a virilha como limite.

Quando ela tava com as pernas totalmente abertas e eu percebia que ao chegar na virilha ela levantava um pouco o quadril, voltei pro púbis dela e depois de brincar um pouco com o pelo meio raspado, desci a mão mas separando os dedos ao chegar nos lábios dela, com isso continuava massageando a virilha, e cada vez ela levantava mais o quadril quando eu chegava naquele ponto.

Sempre chegava na região do períneo antes de chegar no cu, e numa dessas voltas passei a mão fechada sobre os lábios dela, sentindo como estavam molhados e quentes.

Depois de várias passadas, meu dedo do meio se enfiou entre os lábios molhados dela e os separou, enfiando a ponta do dedo. entre os lábios menores dela completamente molhados, assim lubrificado, segui pra cima mas sempre sem chegar a tocar o clitóris,

O quadril dela parecia uma montanha-russa subindo e descendo, eu aos poucos fui introduzindo um pouco mais a ponta do dedo dentro da buceta ensopada dela e voltava perto do cu, depois de aprofundar bastante, acompanhei o dedo médio também com o anelar, ela agradeceu bastante pois ainda abriu mais as pernas, se é que dava.

Já estavam os dedos completamente molhados quando deslizei um mais pra baixo e rodeei o cu aproveitando a umidade, imediatamente ela fechou as pernas me prendendo a mão e me olhou, eu sorri pra ela e como desagravo, ao voltar, rocei com o dedo o clitóris por cima, o que fez ela suspirar.

Depois desses leves roçados, ela molhou meu dedo de novo, passei ao redor do cu a uma distância maior com o dedo, já não fez tanta reação, o que me animou a continuar molhando os dedos e me aproximar mais do buraquinho.

Como é normal, ele era pequeno e bem apertado, mas ao notar que eu não tinha intenção de machucar, percebi como ele se distendia e aos poucos ficava mais macio, eu como prêmio acariciava de passagem o clitóris ou apertava ele com dois dedos descobrindo a pele, a situação era muito prazerosa em parte pelo clima de confiança que reinava no ambiente. Minhas investidas no cu eram cada vez mais ousadas e eu parava o dedo suavemente sobre o buraquinho até notar que ela distendia o esfíncter e, estando molhado, não custava muito introduzir alguns milímetros a cada vez.

Agora a situação já era um passeio da mão desde o monte de Vênus, entrada na buceta e massagem no cu e, ao voltar, roçar o clitóris, enquanto com a outra mão eu acariciava o cabelo dela, o rosto, o pescoço e o começo dos peitos, enquanto ela segurava sem soltar meu pau duro.

Como estávamos na mesma posição por muito tempo, nos acomodamos melhor e, ao se levantar, aproveitei pra tirar a calça e a cueca, então ela se animou e tirou a camiseta e A calça que já estava na metade da perna. E a gente sentou de novo, mais confortável e mais pro meio do sofá.

Eu sentei mais recostado, apoiando a bunda na borda do assento, e ela apoiou a cabeça na minha barriga.

A verdade é que ver um corpo tão jovem e tão "virgem" me dava uma agonia, que me fazia pensar a mil por hora, pra não quebrar a magia.

Quando ela se deitou em cima de mim, a cabeça dela já não tava tão baixa e meu pau e companhia estavam na altura do ombro dela, a uma certa distância. Eu, ao mesmo tempo, melhorei a postura, já que minha mão não precisava se esticar tanto, então a gente ficou ainda mais à vontade, se é que isso era possível.

Naturalmente, quando ela se deitou, abriu as pernas, mas dessa vez uma ficou esticada até o chão e a outra apoiada no encosto do sofá.

Eu, ao mesmo tempo, via melhor o rosto dela e as expressões, e tinha os dois peitos dela totalmente ao alcance da minha mão esquerda. Enquanto a mão dela pegava no meu pau e ia descobrindo a glande devagar, alternando.

Ela pegou minha mão direita, beijou minha palma e me guiou de novo até a barriga dela. Eu, naturalmente, rodei carinhosamente o umbigo e fui descendo até chegar na floresta aparada, e continuei com meus dedos até molhá-los na buceta úmida.

Dessa vez, ela já esperava o dedo, porque não estranhou, e quando sentiu o segundo entrando, agradeceu. Até quando insisti de novo com o dedo no cu dela, já não tava mais enrugado, e sim macio como o de uma menina.

Pra testar, escolhi o dedo anelar, mais fino, e, molhado como tava, comecei a empurrar devagar, mas custava a entrar. Aí enfiei meu dedo médio na buceta dela até o fundo e com o polegar acariciava o clitóris, pra ela esquecer um pouco do outro dedo. Até que, quando ela percebeu, já tava com ele enfiado até a metade. Depois, ela viu que não era tão ruim quanto esperava e ainda relaxou mais, aí eu enterrei até o fundo, acariciando as paredes do cu sedosas enquanto com o médio sentia ela. Dentro da buceta com as rugosidades dela e eles se massageavam entre si, mas o mais eficaz era o polegar que já tinha descoberto o clitóris por completo e o rodeava totalmente inchado e rosado.

Os lábios maiores dela estavam totalmente abertos, avermelhados e inchados, e os menores molhadíssimos e abertos como uma flor. Meus dedos apareciam e desapareciam dentro deles no ritmo dos quadris dela e da mão dela no meu pau. Minha outra mão rodeava os peitos dela sem parar e os levantava, segurando pelos bicos, com cuidado para não machucar, mas eles não ofereciam resistência, pareciam até servir de apoio dado o tamanho que tinham.

O olhar dela estava perdido, curtindo o momento, e então tentei adicionar o dedo do meio ao dedo no cu. A surpresa foi minha, porque ela quase não sentiu, eu até diria que ela sugava os dois de dentro. Aos poucos fui acelerando até que voltei a enfiá-los na buceta, dessa vez só um, depois dois, e o terceiro entrou sem dificuldade, o que animou o quarto, enquanto o polegar cuidava do clitóris, massageando de um lado para o outro ou em círculos.

Chegou uma hora em que ela pegou meu pau, levou até os lábios e deu um beijo longo no tronco, depois levantou os quadris tanto que ficou fazendo um arco com a bunda erguida e, deixando meu pau de lado, virou a cabeça para o meu peito e, com um gemido parecido com um lamento, seguido de duas ou três convulsões, ficou uns instantes parada no ar e caiu no sofá completamente exausta. Enquanto ela ficou um tempo respirando ofegante, eu fiquei parado, até que lentamente ela relaxou e caiu no sono.

Eu me deitei ao lado dela, coloquei um travesseiro debaixo da cabeça dela e um lençolzinho sobre o corpo, e fui tomar um banho para aliviar a ereção brutal que eu estava e processar um pouco o que tinha acontecido.

Continua...

5 comentários - Chat me ajudou com minha sobrinha 2

Muy dulce relato!
No se si será verdada, pero ojo..... cuando metes un dedito en el culito, nunca uses el mismo para la conchita. Le podes contagiar muchas cosas
Van otros 10 puntines y voy por el tercer relato