Nunca consegui imaginar o que a tecnologia faria por mim com o passar dos anos. Vou me apresentar, meu nome é Alfonso e tenho 42 anos, solteiro e sem perspectiva de namorada, pelo menos de forma duradoura. Tenho um trabalho bem importante e minha situação financeira não me preocupa, então vivo muito bem, embora não seja de muitos luxos. Tenho um irmão 4 anos mais velho que é casado e tem duas filhas, mora em outra cidade menos importante que a minha, mas a situação dele também é tranquila.
Sempre nos demos muito bem, embora a distância faça a gente se ver menos do que gostaríamos.
Minha cunhada Sofia é uma garota bem gostosa, embora não seja uma beleza exagerada, mas sempre me pareceu interessante e tenho uma relação muito boa com ela. Com minhas sobrinas, pra ser sincero, convivi menos por causa de escola e outros assuntos, mas sei que são muito lindas e simpáticas. A mais velha, Bea, já deve ter uns 18 anos, e a mais nova, Júlia, uns 16.
O caso é que recentemente meu irmão me convidou nas férias de verão pra passar uns dias com eles, e como já fazia muito tempo que não confraternizávamos, fiquei animado pra passar uns dias com eles.
Fiquei feliz em ver que os anos não tinham feito muita diferença em nós e a gente se mantinha bem. A maior surpresa foi conhecer minhas sobrinhas, porque depois do tempo elas tinham crescido de um jeito espetacular, e tanto uma quanto a outra já eram duas mocinhas, e principalmente muito agitadas e carinhosas.
Eu, como sou bem brincalhão e aberto, logo peguei confiança com as duas e nos tornamos bem amigos, com bastante empatia.
Os dias passaram rápido, como sempre quando a gente está à vontade, e quando faltava pouco pra voltar pra casa, fizeram um jantar em minha homenagem. A gente se divertiu pra caralho. Durante a conversa que rolou depois do jantar, me explicaram que minha sobrinha mais velha, Bea, tinha terminado os estudos que fazia na cidade dela e queria continuar na universidade, mas que o curso que ela escolheu tinha davam onde eu morava e bem sutilmente me insinuaram se eu poderia deixar ela morar na minha casa, por segurança e confiança. No começo, mesmo não me incomodando, fiquei na dúvida, já que isso ia quebrar minha rotina de solteirão, mas por outro lado, a garota já era grandinha pra cuidar das próprias coisas, então no final não coloquei nenhuma objeção e falei que adoraria.
Assim, duas semanas depois me avisaram que ela vinha. De fato, fui na estação de trem buscar ela e, com a bagagem, fomos pra minha casa.
Eu moro numa casa de dois andares, com os quartos em cima e, embaixo, a sala de jantar, cozinha, etc. Antes, já tinha arrumado o quarto de hóspedes, que tem duas camas, e falei que se precisasse de mais espaço, a gente dava um jeito.
Claro que ajudei ela a subir todas as malas, computador e livros, e deixei ela à vontade pra se organizar do jeito dela.
Já de noite, ela desceu pra sala de jantar, onde eu tinha preparado umas saladas e algo frio, e jantamos tranquilos, explicando que ela tinha total liberdade pra fazer o que quisesse, enquanto entregava um jogo de chaves pra ela.
Isso fez com que a timidez leve que dava pra notar nela sumisse, e ela ficasse mais à vontade.
Conversamos sobre tudo, meus costumes e os dela, e vimos que éramos pessoas bem parecidas.
O quarto da Bea é colado no meu e dá pra frente da casa, onde tem uma sacada comprida.
A vida seguia normal, ela com os trâmites da universidade e eu com meu trabalho.
Fisicamente, eu sou bem normal em tudo, e minha sobrinha era bonitinha e gostosinha, sem ser uma beleza absurda, e o corpo dela era na medida, sem nada muito exuberante, então não reparei nela como mulher. Além disso, ela tinha um jeito meio tímido sobre a vida amorosa passada, e eu também não forçava ela a contar nada.
Em casa, verdade seja dita, não mudei muito meu jeito de viver nem de me vestir; andava pela casa de shorts e suéter, e ela logo se acostumou com meu estilo e também Eu tava de boa, de forma informal. A real é que nem me passou pela cabeça olhar pra ela com olhos mais safados do que o normal.
Como a Bea no começo não tinha amigos nem conhecia a cidade, passava a maior parte do dia em casa, mas no computador falava muito com os amigos da cidade dela, principalmente à noite.
Tinha noites que eu ouvia ela do meu quarto, que era parede com parede, falando alto ou rindo pelo Skype. Eu achava isso totalmente normal, mas com o passar dos dias bateu uma curiosidade e, com o truque do copo encostado na parede, ouvia alguma coisa do que elas conversavam. A verdade é que quase sempre era com uma amiga, aparentemente mais íntima.
Às vezes me intrigava que a amiga insistia em algo e a Bea recusava entre risadas. Eu pensava que com a idade dela era normal, até que uma noite, eu já deitado há um tempão e quase dormindo, notei que a porta do meu quarto se abriu de leve, silenciosamente, e a Bea entrou na ponta dos pés. Ela se colocou do lado da minha cama e me observou pra ver se eu tava dormindo. Eu, lógico, fiquei parado e, num instante, senti o calor da mão dela subindo pela minha coxa e, sem me tocar, entrou por dentro da calça do pijama, que é bem folgada.
Eu nem respirava, e senti a mão dela se aproximando do meu pau, mas sem roçar, e só apoiou nas minhas bolas e as envolveu com todo cuidado, e tirou a mão de novo e saiu do quarto.
Quando ela fechou a porta, eu respirei fundo e, ao ouvir de novo as risadas no quarto dela, encostei o copo no ouvido na parede e ouvi ela contando o resultado da investigação pra amiga. Mas aí percebi que era a amiga quem tava dando as ordens na manobra e incentivando ela sobre o que fazer.
Fiquei perplexo, mas considerei uma brincadeira de criança. Só que na noite seguinte a aventura se repetiu. Dessa vez ela se acomodou mais perto e, depois de me "ouvir" roncar, enfiou a mão de novo pela abertura da calça e, depois de acariciar as bolas, que ficaram duras enquanto ela as segurava na mão, continuou subindo até o nascimento do meu pau. Enquanto fingia que tava dormindo, eu pensava em qualquer merda pra evitar uma ereção e consegui me controlar enquanto ela passava a mão no comprimento do pênis e envolvia ele com os dedos, depois deslizou pelos pelos pubianos e tirou a mão tão devagar quanto tinha colocado.
Depois foi pro computador onde a amiga esperava pra saber da façanha, e contou tudo nos mínimos detalhes. A amiga incentivou ela a continuar investigando.
No dia seguinte no café da manhã, falei que tava há uns dias sem descansar direito e com dor nas costas, então ia tomar um sonífero. Enchi um pote de soníferos com balinhas de caramelo e na hora do jantar tomei uma na frente dela, fazendo um teatrinho de que não conseguia engolir de tão ruim que era.
Com essa ideia na cabeça, vesti um pijama de tecido com uma braguilha aberta tipo calça de moletom e me deitei. As risadinhas começaram e depois de um tempo, nhiiiiik, a porta abriu. Eu já tinha deixado tudo fácil, deitado de barriga pra cima, todo largado como se tivesse dormindo profundamente. A Bea nem se deu ao trabalho de ver se eu tava dormindo e repetiu a operação. Mas quando percebeu que a abertura da calça era mais estreita, procurou até achar a braguilha com os botões desabotoados, menos o da cintura. Aí foi direto no pau, pegou ele inteiro, puxou pra fora e fez espaço pra saírem as bolas também. Com o pacote todo pra fora, esticado sobre minha barriga, e provavelmente instruída pela amiga, ela pegou meu pau por cima, puxou o prepúcio até onde deu e deixou a cabeça do pau aparecendo. Mesmo sem estar duro, já dava pra ter uma ideia do tamanho. Eu cruzava os pés pra não ficar de pau duro, e com uma mão a Bea pegou minhas bolas e com a outra o pau, sentindo o conjunto. Depois molhou o dedo com saliva, passou na cabeça do pau, levou até o nariz e depois pros lábios. Eu já tava desesperado por não poder fazer nada, mas aí, com todo cuidado, ela colocou de volta. Guardou tudo no lugar e saiu.
Eu pulei na parede pra ver a reação das duas amigas, e a admiração da Bea era complementada pelas risadas e incentivos da amiga dela.
A partir daquele momento, minha cabeça fervia de pensamentos sobre que atitude tomar, e escolhi a mais fácil.
No dia seguinte, "a dor" era irresistível, e tomei dois doces e fui meio tonto pra cama. Não demorou muito pra Bea aparecer depois de ter falado com a amiga, dessa vez sabendo o efeito de um comprimido, as duas deviam ser fulminantes.
Ela nem se deu ao trabalho de ver se eu tava dormindo, chegou perto da mesinha de cabeceira e, com um pano escuro que trouxe, colocou sobre o abajur e acendeu, deixando o quarto numa penumbra boa, virada pro teto.
Ela sentou do meu lado e, de cara, desabotoou o cinto da minha calça e abriu, deixando meu pau totalmente exposto sobre minha barriga e as bolas coladas nele. Antes de me tocar, pegou um vidrinho de óleo de bebê e passou em tudo.
Eu já não sabia o que fazer, ficava repetindo a tabuada pra frente e pra trás pra não endurecer ou pelo menos não completamente.
Bea sentou nas minhas pernas, do jeito que deu, puxou minha calça até a metade da canela, e eu, num movimento, passei a mão no rosto pra ela não me ver piscar e enxergar perfeitamente com a luz que a lâmpada dava naquela altura.
Ela se inclinou sobre mim e, com as duas mãos, pegou meu pau inteiro e levantou de uma vez, puxou o prepúcio pra baixo deixando a glande no ar, já bem rosada. Com a maciez do óleo, as mãos quase não se sentiam, mas ela descia uma e com a outra começava de cima, num massagem contínua que cada vez deixava mais duro. Pra completar, quando eu olhava pra baixo e via o que ela tava fazendo, também via os peitos dela, que pelo decote da camiseta apareciam e balançavam de um lado pro outro, e fiquei surpreso tanto pelo tamanho — porque vestida não parecia —, principalmente por uma coisa. que me deixou estupefato: eu sempre tive a fantasia (nunca realizada) de pegar uns peitos com bicos pretos e auréola grande, e ali estavam os dois peitos, da direita pra esquerda, tirando sarro de mim, porque eu não podia me mexer sem cortar a aventura.
As mãos foram endurecendo meu pau, até um limite bem grave, e a glande passou de rosa pra vermelho e depois pra roxo. Eu sentia ele pulsando nas mãos dela quando apertava, e saber que a buceta dela estava sobre minhas coxas me fazia suar sangue.
Ela ficou um tempinho massageando devagar só até sentir como ele pulsava, aí se inclinou e passou a língua suave na ponta. Eu senti primeiro o hálito, depois a umidade, depois o frescor, mas dali lambeu de cima a baixo todo o tronco do pau até chegar lá em cima de novo, e aí enfiou na boca a glande inteira enquanto segurava minhas bolas. Senti que voava num tapete mágico. Ela continuou com o pau na boca, cuidado pra não machucar com os dentes, até sentir que saía líquido pré-seminal, e o gosto era estranho. Seguiu acariciando com as duas mãos ao mesmo tempo o grande até que não aguentei mais e explodi em vários jatos de porra. No primeiro momento ela se assustou, mas depois sorriu triunfante e me limpou com uma toalhinha úmida. Quando me viu mais calmo, secou tudo, me abotoou e saiu com cuidado.
Eu não me aguentava em pé, minhas pernas tremiam, mas fui até a parede e ouvi ela contando com todos os detalhes a função que tinha tido. A amiga dela ria, mas com uma risadinha estranha, mais de tesão do que de zoação.
Isso me fez pensar, e saindo na sacada, me inclinei pela janela dela e vi que a Bea estava de costas pra mim, na frente do computador. Ela tinha se pelado completamente e estava com as pernas em cima da mesa. A tela do computador parecia um espelho. A amiga dela, também pelada, se masturbava com as duas mãos, e aí veio minha segunda surpresa: os peitos dela eram minha outra obsessão, em formato de Pera com uns peitos grandes e bem salientes.
Tive que me agarrar na grade da sacada, ela apertava um peito enquanto a outra esfregava o clitóris com força, balançando a cabeça de um lado pro outro em espasmos.
A Bea também tava com as mãos ocupadas, e mesmo sem ver, dava pra ouvir ela gemendo de prazer.
Naquela mesma noite, decidi que tinha que tomar uma atitude, porque já tava mais que cansado de só ficar sofrendo.
Continua…
Sempre nos demos muito bem, embora a distância faça a gente se ver menos do que gostaríamos.
Minha cunhada Sofia é uma garota bem gostosa, embora não seja uma beleza exagerada, mas sempre me pareceu interessante e tenho uma relação muito boa com ela. Com minhas sobrinas, pra ser sincero, convivi menos por causa de escola e outros assuntos, mas sei que são muito lindas e simpáticas. A mais velha, Bea, já deve ter uns 18 anos, e a mais nova, Júlia, uns 16.
O caso é que recentemente meu irmão me convidou nas férias de verão pra passar uns dias com eles, e como já fazia muito tempo que não confraternizávamos, fiquei animado pra passar uns dias com eles.
Fiquei feliz em ver que os anos não tinham feito muita diferença em nós e a gente se mantinha bem. A maior surpresa foi conhecer minhas sobrinhas, porque depois do tempo elas tinham crescido de um jeito espetacular, e tanto uma quanto a outra já eram duas mocinhas, e principalmente muito agitadas e carinhosas.
Eu, como sou bem brincalhão e aberto, logo peguei confiança com as duas e nos tornamos bem amigos, com bastante empatia.
Os dias passaram rápido, como sempre quando a gente está à vontade, e quando faltava pouco pra voltar pra casa, fizeram um jantar em minha homenagem. A gente se divertiu pra caralho. Durante a conversa que rolou depois do jantar, me explicaram que minha sobrinha mais velha, Bea, tinha terminado os estudos que fazia na cidade dela e queria continuar na universidade, mas que o curso que ela escolheu tinha davam onde eu morava e bem sutilmente me insinuaram se eu poderia deixar ela morar na minha casa, por segurança e confiança. No começo, mesmo não me incomodando, fiquei na dúvida, já que isso ia quebrar minha rotina de solteirão, mas por outro lado, a garota já era grandinha pra cuidar das próprias coisas, então no final não coloquei nenhuma objeção e falei que adoraria.
Assim, duas semanas depois me avisaram que ela vinha. De fato, fui na estação de trem buscar ela e, com a bagagem, fomos pra minha casa.
Eu moro numa casa de dois andares, com os quartos em cima e, embaixo, a sala de jantar, cozinha, etc. Antes, já tinha arrumado o quarto de hóspedes, que tem duas camas, e falei que se precisasse de mais espaço, a gente dava um jeito.
Claro que ajudei ela a subir todas as malas, computador e livros, e deixei ela à vontade pra se organizar do jeito dela.
Já de noite, ela desceu pra sala de jantar, onde eu tinha preparado umas saladas e algo frio, e jantamos tranquilos, explicando que ela tinha total liberdade pra fazer o que quisesse, enquanto entregava um jogo de chaves pra ela.
Isso fez com que a timidez leve que dava pra notar nela sumisse, e ela ficasse mais à vontade.
Conversamos sobre tudo, meus costumes e os dela, e vimos que éramos pessoas bem parecidas.
O quarto da Bea é colado no meu e dá pra frente da casa, onde tem uma sacada comprida.
A vida seguia normal, ela com os trâmites da universidade e eu com meu trabalho.
Fisicamente, eu sou bem normal em tudo, e minha sobrinha era bonitinha e gostosinha, sem ser uma beleza absurda, e o corpo dela era na medida, sem nada muito exuberante, então não reparei nela como mulher. Além disso, ela tinha um jeito meio tímido sobre a vida amorosa passada, e eu também não forçava ela a contar nada.
Em casa, verdade seja dita, não mudei muito meu jeito de viver nem de me vestir; andava pela casa de shorts e suéter, e ela logo se acostumou com meu estilo e também Eu tava de boa, de forma informal. A real é que nem me passou pela cabeça olhar pra ela com olhos mais safados do que o normal.
Como a Bea no começo não tinha amigos nem conhecia a cidade, passava a maior parte do dia em casa, mas no computador falava muito com os amigos da cidade dela, principalmente à noite.
Tinha noites que eu ouvia ela do meu quarto, que era parede com parede, falando alto ou rindo pelo Skype. Eu achava isso totalmente normal, mas com o passar dos dias bateu uma curiosidade e, com o truque do copo encostado na parede, ouvia alguma coisa do que elas conversavam. A verdade é que quase sempre era com uma amiga, aparentemente mais íntima.
Às vezes me intrigava que a amiga insistia em algo e a Bea recusava entre risadas. Eu pensava que com a idade dela era normal, até que uma noite, eu já deitado há um tempão e quase dormindo, notei que a porta do meu quarto se abriu de leve, silenciosamente, e a Bea entrou na ponta dos pés. Ela se colocou do lado da minha cama e me observou pra ver se eu tava dormindo. Eu, lógico, fiquei parado e, num instante, senti o calor da mão dela subindo pela minha coxa e, sem me tocar, entrou por dentro da calça do pijama, que é bem folgada.
Eu nem respirava, e senti a mão dela se aproximando do meu pau, mas sem roçar, e só apoiou nas minhas bolas e as envolveu com todo cuidado, e tirou a mão de novo e saiu do quarto.
Quando ela fechou a porta, eu respirei fundo e, ao ouvir de novo as risadas no quarto dela, encostei o copo no ouvido na parede e ouvi ela contando o resultado da investigação pra amiga. Mas aí percebi que era a amiga quem tava dando as ordens na manobra e incentivando ela sobre o que fazer.
Fiquei perplexo, mas considerei uma brincadeira de criança. Só que na noite seguinte a aventura se repetiu. Dessa vez ela se acomodou mais perto e, depois de me "ouvir" roncar, enfiou a mão de novo pela abertura da calça e, depois de acariciar as bolas, que ficaram duras enquanto ela as segurava na mão, continuou subindo até o nascimento do meu pau. Enquanto fingia que tava dormindo, eu pensava em qualquer merda pra evitar uma ereção e consegui me controlar enquanto ela passava a mão no comprimento do pênis e envolvia ele com os dedos, depois deslizou pelos pelos pubianos e tirou a mão tão devagar quanto tinha colocado.
Depois foi pro computador onde a amiga esperava pra saber da façanha, e contou tudo nos mínimos detalhes. A amiga incentivou ela a continuar investigando.
No dia seguinte no café da manhã, falei que tava há uns dias sem descansar direito e com dor nas costas, então ia tomar um sonífero. Enchi um pote de soníferos com balinhas de caramelo e na hora do jantar tomei uma na frente dela, fazendo um teatrinho de que não conseguia engolir de tão ruim que era.
Com essa ideia na cabeça, vesti um pijama de tecido com uma braguilha aberta tipo calça de moletom e me deitei. As risadinhas começaram e depois de um tempo, nhiiiiik, a porta abriu. Eu já tinha deixado tudo fácil, deitado de barriga pra cima, todo largado como se tivesse dormindo profundamente. A Bea nem se deu ao trabalho de ver se eu tava dormindo e repetiu a operação. Mas quando percebeu que a abertura da calça era mais estreita, procurou até achar a braguilha com os botões desabotoados, menos o da cintura. Aí foi direto no pau, pegou ele inteiro, puxou pra fora e fez espaço pra saírem as bolas também. Com o pacote todo pra fora, esticado sobre minha barriga, e provavelmente instruída pela amiga, ela pegou meu pau por cima, puxou o prepúcio até onde deu e deixou a cabeça do pau aparecendo. Mesmo sem estar duro, já dava pra ter uma ideia do tamanho. Eu cruzava os pés pra não ficar de pau duro, e com uma mão a Bea pegou minhas bolas e com a outra o pau, sentindo o conjunto. Depois molhou o dedo com saliva, passou na cabeça do pau, levou até o nariz e depois pros lábios. Eu já tava desesperado por não poder fazer nada, mas aí, com todo cuidado, ela colocou de volta. Guardou tudo no lugar e saiu.
Eu pulei na parede pra ver a reação das duas amigas, e a admiração da Bea era complementada pelas risadas e incentivos da amiga dela.
A partir daquele momento, minha cabeça fervia de pensamentos sobre que atitude tomar, e escolhi a mais fácil.
No dia seguinte, "a dor" era irresistível, e tomei dois doces e fui meio tonto pra cama. Não demorou muito pra Bea aparecer depois de ter falado com a amiga, dessa vez sabendo o efeito de um comprimido, as duas deviam ser fulminantes.
Ela nem se deu ao trabalho de ver se eu tava dormindo, chegou perto da mesinha de cabeceira e, com um pano escuro que trouxe, colocou sobre o abajur e acendeu, deixando o quarto numa penumbra boa, virada pro teto.
Ela sentou do meu lado e, de cara, desabotoou o cinto da minha calça e abriu, deixando meu pau totalmente exposto sobre minha barriga e as bolas coladas nele. Antes de me tocar, pegou um vidrinho de óleo de bebê e passou em tudo.
Eu já não sabia o que fazer, ficava repetindo a tabuada pra frente e pra trás pra não endurecer ou pelo menos não completamente.
Bea sentou nas minhas pernas, do jeito que deu, puxou minha calça até a metade da canela, e eu, num movimento, passei a mão no rosto pra ela não me ver piscar e enxergar perfeitamente com a luz que a lâmpada dava naquela altura.
Ela se inclinou sobre mim e, com as duas mãos, pegou meu pau inteiro e levantou de uma vez, puxou o prepúcio pra baixo deixando a glande no ar, já bem rosada. Com a maciez do óleo, as mãos quase não se sentiam, mas ela descia uma e com a outra começava de cima, num massagem contínua que cada vez deixava mais duro. Pra completar, quando eu olhava pra baixo e via o que ela tava fazendo, também via os peitos dela, que pelo decote da camiseta apareciam e balançavam de um lado pro outro, e fiquei surpreso tanto pelo tamanho — porque vestida não parecia —, principalmente por uma coisa. que me deixou estupefato: eu sempre tive a fantasia (nunca realizada) de pegar uns peitos com bicos pretos e auréola grande, e ali estavam os dois peitos, da direita pra esquerda, tirando sarro de mim, porque eu não podia me mexer sem cortar a aventura.
As mãos foram endurecendo meu pau, até um limite bem grave, e a glande passou de rosa pra vermelho e depois pra roxo. Eu sentia ele pulsando nas mãos dela quando apertava, e saber que a buceta dela estava sobre minhas coxas me fazia suar sangue.
Ela ficou um tempinho massageando devagar só até sentir como ele pulsava, aí se inclinou e passou a língua suave na ponta. Eu senti primeiro o hálito, depois a umidade, depois o frescor, mas dali lambeu de cima a baixo todo o tronco do pau até chegar lá em cima de novo, e aí enfiou na boca a glande inteira enquanto segurava minhas bolas. Senti que voava num tapete mágico. Ela continuou com o pau na boca, cuidado pra não machucar com os dentes, até sentir que saía líquido pré-seminal, e o gosto era estranho. Seguiu acariciando com as duas mãos ao mesmo tempo o grande até que não aguentei mais e explodi em vários jatos de porra. No primeiro momento ela se assustou, mas depois sorriu triunfante e me limpou com uma toalhinha úmida. Quando me viu mais calmo, secou tudo, me abotoou e saiu com cuidado.
Eu não me aguentava em pé, minhas pernas tremiam, mas fui até a parede e ouvi ela contando com todos os detalhes a função que tinha tido. A amiga dela ria, mas com uma risadinha estranha, mais de tesão do que de zoação.
Isso me fez pensar, e saindo na sacada, me inclinei pela janela dela e vi que a Bea estava de costas pra mim, na frente do computador. Ela tinha se pelado completamente e estava com as pernas em cima da mesa. A tela do computador parecia um espelho. A amiga dela, também pelada, se masturbava com as duas mãos, e aí veio minha segunda surpresa: os peitos dela eram minha outra obsessão, em formato de Pera com uns peitos grandes e bem salientes.
Tive que me agarrar na grade da sacada, ela apertava um peito enquanto a outra esfregava o clitóris com força, balançando a cabeça de um lado pro outro em espasmos.
A Bea também tava com as mãos ocupadas, e mesmo sem ver, dava pra ouvir ela gemendo de prazer.
Naquela mesma noite, decidi que tinha que tomar uma atitude, porque já tava mais que cansado de só ficar sofrendo.
Continua…
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