Viajando pro Sul...

Há vários anos atrás, trabalhei pra uma empresa de longa distância que transporta os Pumas, a seleção do River e mais uns tantos... cês sabem de qual empresa tô falando.
Era auxiliar de bordo, mas com passageiros normais, ou seja, não tem ninguém famoso nessa história.

Foi a primeira vez que trabalhei com isso, então não fazia muita ideia de como era a relação com os passageiros. Achei que, como em muitos lugares, era cada um na sua e eu na minha.
Até que tinham muitas histórias que os colegas contavam, mas como era novato, não queria arriscar muito com medo de perder o trampo.

Na época, eu tava de namorada, era uma merda porque passava 5 dias fora e só 1 ou 2 em casa. Não tinha muita atividade sexual. E tava querendo me matar...

Viajávamos de Tucumán pra Caleta Olivia, depois de Tucumán pra Trelew, Tucumán Mendoza e Tucumán Puerto Iguazú. Conheci muitos lugares, gente muito maneira, colegas e passageiros... e as minas, novinhas e nem tão novinhas, de sempre.

Eu era um cara normal na época, 23 anos, alto, cabelo curto e preto. Nunca gostei de fazer esporte, mas entre virar a noite e não comer de noite nos fins de semana por sair pra farra, não era nem gordo nem magro, tava na média. O uniforme ajudava pra caralho. Sapato bem engraxado, calça social, camisa branca sempre com as mangas arregaçadas pra ficar mais confortável (e meio que mostrava os braços bons), gravata, sempre muito arrumado e perfumado.

Numa viagem pra Trelew foi que eu conheci ela. Ela mina, quase da minha altura, peitão grande, rabão grande, nem empinado nem caído também. Mas era de quadril largo e a bunda aparecia muito, mina quase sem barriga, cara de puta, aqueles olhos de puta que nunca mais esqueço.

Ela embarcou em Córdoba, com a mãe e o irmãozinho, iam pras Grutas. Eu fiz minha apresentação de novo porque sempre subia muita gente, então já sabiam teu nome e de onde era.
Sempre colocávamos muita energia nas apresentações porque depois facilitava o trampo.

Passaram as horas da viagem, servi o jantar, coloquei filme e tudo normal durante a noite. Ela não fez mais nada além de me perguntar... Novamente meu nome pra ela reparar, aí vi aqueles olhos... Deus, meio mudo falei pra ela.
Depois de dormir umas 3 ou 4 horas porque dormia nas mesmas poltronas semi-cama que o pessoal e até apagar tudo e outras coisas, já era tarde.
De manhã, café da manhã, chegávamos nas grutas pouco depois das 4, então iam ficar mais um pouco no ônibus.
Elas muito amigáveis. Falo elas porque a mãe ajudou muito.. eu já comecei a notar mais interesse da parte dela..

Depois do café, elas tomavam chimarrão. Então, muito educadamente, dei água quente pra elas. E a mãe me convidou pra um mate ou dois. Me desocupei num instante e, como eram gente boa e a mãe tinha me chamado pra tomar mais mate, subi.
A mãe sentada com o filho e ela sozinha. Muito educada a mãe, depois de tomar uns 2 ou 3 mates em pé, me fala: senta com a Naty (nome falso. Nunca vou esquecer o nome dela).
Ela, sentada de perna cruzada, se ajeita e me chama com a mãozinha. De regata e jeans bem normal, confortável pra viajar, dava pra ver o sutiã de lado e, da minha posição, dava pra notar aqueles peitões enormes.
Sentei e comecei a conversar, e aí percebi.
Tava meio armado. Porque até o moleque zuava a irmã (típico pré-adolescente) e a mãe ria.
Eu, só por precaução, sempre tentando ser discreto, pedi o número dela. E daí tudo por mensagem enquanto estávamos no mar.
Bom, nem pelo WhatsApp ela escrevia, e ela lia. E respondia com o dela.
Tudo parecia bem, então, me fazendo de otário, falei que ia no banheiro. A ideia da aventura nova já tinha me deixado de pau duro, e eu, que sou bem tarado, já queria meter ali mesmo.. mas primeiro testei a situação. Mandei um texto e falei pra ela descer no banheiro. Antes, preparei tudo pra ninguém ver. Desci e, assim que cheguei na porta do banheiro do ônibus, cruzei ela com um beijo foda. Agarrei ela pela nuca, ela com cabelo curto castanho claro. E peguei ela pela cintura pra encostar minha ereção na buceta dela. Beijamos um pouco e, com medo da mãe descer ou alguém ver, foi rápido.. até aí já era. Tiveram que descer.
E eu pensei: bom, chupei ela, já era.
Chegamos em Trelew e trocamos mensagens super de boa, ela mandava fotos sem mostrar nada. Não era nenhuma otária. Voltei pra Tucumán e, dias depois, voltei pra Trelew, sempre nos falando. Combinamos de nos ver no terminal de Las Grutas e foi assim... Ficamos nos pegando até sair de novo, enquanto meus colegas motoristas me davam maior força. E ela me deu uma surpresa. Tinha convencido a mãe a voltar no dia seguinte com a gente. O que significava viajar de novo à noite, apertados.

Meu mundo se iluminou... e eu pensei: é agora. Contei pros caras, que me deram umas ideias. Na volta, elas subiram e a gente se pegava quando dava. A mãe, super amorosa, me convidava pra ir na casa dela, que tinha onde eu me hospedar, que a Naty podia me mostrar Córdoba, Carlos Paz e tal. Que a gente podia ficar junto... Umas semanas atrás, joguei a carta do hostel da velha.

Uma vez, depois da janta, arrumei tudo, coloquei o filme e chamei ela pra ver nos últimos lugares, porque não vinha ninguém e a gente podia conversar.
Começamos a nos pegar muito forte... a sweet girl era uma doida. Já tava bem molhada. E me contava que adorava chupar pau. Que não ligava muito pra ser chupada... "Que delícia", eu dizia, "eu também amo que me chupem". A gente ria.

Nisso, ela me disse, pra minha alegria e tristeza, que era muito gritona. E eu fiquei feliz porque nunca tinha estado com uma doida que estourasse meus tímpanos. Mas era um saco, porque se eu comesse ela, iam ouvir todo mundo.

Já com tudo pronto e as luzes apagadas, começou o que a gente esperava. Começamos a nos beijar, estávamos muito tarados. Era meio desconfortável, mas eu me virava pra tocar ela toda. Ela tinha uma buceta carnuda e molhada. Eu tava com um dedo nela e ela se arrepiava toda. Comecei a meter um dedo e a garota se contorcia, apertava meus ombros, meus braços, me tocava o pau, que já tava duro. Era minha primeira vez naqueles assentos e não fazia muita ideia de como me ajeitar. Tirei o pau e ela começou a me bater uma... era boa nisso. Desceu e começou a comê-la, brincava com a língua, descia até minhas bolas e subia, engolia tudo sem problema, toda uma expert, mesmo não querendo que eu gozasse na boca dela. Eu, como pude, tirei o jeans e a calcinha dela, bem enfiada na bunda, chupei a pussy como pude... muito molhada, e ela queria arrancar meus pelos, eu tapava a boca dela pra não gritar e ela mordia meus dedos, tava muito louca. Improvisei um papai-e-mamãe meio estranho na poltrona e coloquei a camisinha. Entrei devagar, porque pensei que assim ela gostaria mais, e ela não pediu mais... ela dizia: "Mete forte, mete forte". Eu tentei me ajeitar melhor e comecei a meter. Beijava a boca dela pra ela não gritar, colocava a mão... ela apertava os lábios pra não gritar e arranhava minhas costas com uma força que já sentia que tava destruindo minha pele. Pedi pra ela tentar não deixar marcas, e ela dizia que se não gritasse, tinha que fazer alguma coisa. Isso me deixou a mil, e mais forte eu metia, rápido, forte. Se alguém nos ouviu, nem fiquei sabendo, era tanta loucura no momento. Quando ela começou a gozar, escapou um gemido meio alto e automaticamente tapei a boca dela pra calar, e meti com tudo... enquanto ela começava a gozar, era tanta gozada que ela me fez soltar que pensei que a camisinha ia estourar. Terminamos quase juntos. Ficamos uns segundos assim, nos beijando. Saí, tirei a camisinha e deixei embaixo do banco. Relaxamos. A gente se beijava e eu queria mais, tentei começar a tocar a pussy dela de novo e ela disse: "Não, para, tá ardendo muito", e não deu pra fazer mais nada além de nos beijar. Ela me chupou um tempo depois, mas não queria engolir minha gozada, então não consegui gozar. No outro dia, ela desceu com a família. A mãe dela me abraçava e cumprimentava como se soubesse que já tava tudo feito, e insistia pra eu ir lá algum dia. A gente conversou por um tempo. Eu tava complicado aqui, então cortei a relação porque ela ficou enjoada. Mesmo assim, nunca vou esquecer dessa mina de Carlos Paz que me deixou louco. Espero que tenham gostado, é a primeira vez que me animo a escrever uma das minhas. aventuras de viagem, mais um par. Aceito dicas e sugestões. Muito obrigado e não sejam muito críticos.. haha abraços..

Desculpa pelos erros, me dá muita preguiça ficar corrigindo e o celular não ajuda.

8 comentários - Viajando pro Sul...

No existio nunca un colectivo de larga que haga la linea trelew tucuman...
Tampoco uno que haga córdoba las grutas, rio negro.....
Solamente dos errores te corrijo (hay varios). unos halla ---> es haya. Y iva-----> es iba. por lo menos algo es algo dijo una vieja y se chupaba los mocos...ja!
Muy buen relato! Alta japa me clavé. Importa si el recorrido existe o no?? Genial
Pd, mejorá la ortografía para la próxima!
jajaja, buen relato! Central Argentino o algo así es !!! o podría ser !!!
Andesmar hace esos recorridos! Andesmar lleva a river y tamvien lo hizo con los pumas, las leonas y demas! Lo q dice es real y lo q lo tratan d mentiroso simolemente n saben nada