Fala, galera! Bem-vindos a um novo capítulo! E valeu pelas mensagens e pelos parabéns!
Em qualquer outra situação, não me importaria de tomar banho com a Lilith. A gente fazia isso desde pequenas, mas agora, vendo ela na minha frente com aquele corpão de mulher desenvolvida, me deu uma coisa estranha que arrepiou toda a minha pele. Enquanto ela relaxava de olhinhos fechados, deixando o sabonete esfoliante fazer efeito, eu fiquei observando o rosto dela com mais cuidado. A pele dela era mais clara que a minha, com ombros finos, como se pudesse quebrá-la num abraço, uns peitos não muito grandes, mas também não pequenos, do tamanho certo pra caber numa mão, com biquinhos pequenos e rosados. O cabelo molhado escorria pelos ombros e alguns fios grudavam nas bochechas dela. Caralho! Queria comer ela ali mesmo.
— Vou dar uma olhada no Demian — falei, e saí antes que meus desejos sexuais ficassem ainda mais fortes. A Lilith seria a última mina com quem eu transaria. Por mais que estivesse morrendo de vontade, era uma questão de princípio.
Quando voltei pro quarto, vi que o Demian já tava vestindo a calça e a camisa.
— Já vai tão cedo?
— Surgiu uma emergência no trabalho. Preciso ir, mas volto de manhã pra te ver, e a gente vai pra praia se você quiser.
— Mm. Desculpa, é que vou acompanhar a Lilith na sessão de fotos dela.
— Então fica pra outra hora — ele me deu um beijo profundo na boca —. Descansa, e me liga.
— Vou sim.
Fui com ele até a porta e vi ele ir embora no carro. Na hora me senti sozinha, e ainda meio com tesão. Tinha um vibrador no meu quarto, mas o que eu queria era carne de verdade dentro de mim, algo vivo se mexendo e apertando as paredes da minha buceta. Porra! Raramente me sentia tão no fogo.
Fui pro quarto ouvir música, que é uma das coisas que mais me relaxam. Funcionou, porque depois de um tempo já tava mais perdida no meu mundinho e a vontade de transar foi pra segundo plano. Foi aí que vi os restos da bebida. que minha mãe tinha me dado e lembrei que foi a partir daquele momento que minha libido acendeu como uma tocha encharcada de gasolina. Cheirei os restos da substância dentro do copo. Não consegui identificar o que era, mas apostava meu orgulho que minha mãe tinha colocado algo. Ela era muito dada a afrodisíacos.
Mais tarde, Lilith e eu começamos a preparar o jantar. Mamãe não tinha aparecido e foi só mais tarde, enquanto lavávamos a louça, que ela entrou com um novo homem. Era um senhor na casa dos quarenta, bonito e com alguns fios grisalhos no cabelo preto. Vestia terno e um grande relógio dourado no pulso. Ele estava sóbrio, embora mamãe estivesse meio bêbada.
— Aura, por que você não me disse que tinha duas filhas tão gostosas?
Vi o olhar que o cara deu nas perninhas da Lilith. Minha irmãzinha, como de costume, estava com seus shorts curtos. Ela adorava aquilo, e eu gostava de olhar para as coxas dela e o começo da curva da bunda. Lilith corou com o olhar descarado e, disfarçadamente, pegou a vassoura e foi varrer. Não me surpreendeu que ela agisse assim. Ela gostava de caras da idade dela, ou, no máximo, que não passassem dos trinta, então ficava nervosa quando alguém a olhava com uma lascívia muito descarada.
— Ela é minha filha mais velha, Ashley. A lolita que acabou de sair é a Lilith.
O homem me cumprimentou com um beijo na bochecha. Cheirava a uma fragrância bem máscula.
— Filha, te apresento o senhor Gerald. É um bom amigo e foi meu chefe por alguns anos quando trabalhei na empresa dele.
— Prazer — cumprimentei.
— Onde fica o banheiro, Aura?
— Lá em cima, segunda porta à direita.
O grandalhão subiu as escadas confiante. Eu me aproximei da mamãe e perguntei se aquele era o suposto amante dela.
— Não, nada a ver. Meu ex-amante é um idiota, então hoje terminei de vez com ele. Esse sujeito pode ser seu futuro pai, querida.
Eu corei.
— O quê? Viu o olhar que ele deu na Lilith?
— E daí? Sua irmã vai fazer uma sessão de fotos amanhã. eróticas. Tem que se acostumar com os olhares cheios de tesão. E você gosta? É atraente, né?
—Bom… é sim, e muito.
Mamãe me encurralou contra a geladeira e colocou a mão na minha buceta.
—O que você tá fazendo…?
—Quer fazer um menage com a gente? O que acha?
—Você é louca? Nunca…
Minhas palavras ficaram no ar quando mamãe começou a rodar os dedos em círculo por cima do meu short. Apesar das minhas reclamações, eu gostava de sentir minha buceta sendo estimulada, o calor e as pulsações na minha barriga baixa, que eram meio involuntárias. Olhei nos olhos da mamãe e lembrei da foda que ela tinha me dado horas antes. Notei de novo aquele brilho de luxúria, aquela fome de trepar como uma louca e os lábios dela formando um sorriso sedutor. Minha mente ficou totalmente em branco quando ela enfiou a mão dentro da minha roupa e tocou direto na minha vulva.
—Algo me diz que você gosta da ideia.
—Por que você insiste em me arrastar pros seus jogos sexuais, mãe? Quer dizer, eu sou sua filha. Sua filha. Sangue do seu sangue.
—É por isso mesmo que quero que você participe. É o melhor jeito de nos reconectarmos, não acha? Uma sessão de incesto tão gostosa que você nunca vai sentir nada melhor. Além disso… eu notei o jeito que você olha pra Lilith. Você sempre foi muito apegada a ela desde pequenas. Até brincavam de ser namoradinhas no ensino fundamental — ela chegou perto do meu ouvido —. Esse carinho que você tem pela sua irmã não é exatamente um amor fraternal.
Não vou negar que Lilith me atraía física e emocionalmente. Mas, pelo amor de Deus, ela era minha irmã! A gente tinha conversas sexuais, eu tinha ensinado ela a se masturbar. Mas comer ela já era outra história. Não queria acreditar nas palavras da mamãe, muito menos me deixar influenciar por ela. Mas o jeito que ela usava as mãos pra separar meus lábios e acariciar meu clitóris estava nublando minha consciência.
—Vou estar no meu quarto se você quiser se juntar a nós.
E dizendo isso, levou os dedos aos lábios. Ensopados com um pouco dos meus sucos. Depois subiu as escadas. Fiquei paralisada, com as costas coladas na porta da geladeira. Nos cinco minutos seguintes, fiquei relembrando a sensação da língua dele no meu cu, o jeito brutal como ele me fodeu e os desejos eróticos que aquela língua afiada despertou em mim sobre a relação com minha irmã mais nova.
Tudo isso me deixou com tesão de novo. Muito. Fui pro quarto e peguei meu consolo pra enfiar até no cu, mas nem assim parava de imaginar as possibilidades de incestar tanto com a mamãe quanto com minha irmã. Me dedeei, mas não foi suficiente. Queria mais. E sabia onde encontrar.
Então, vestida só com um roupão, fui ver a Lilith. Só pra garantir que a garota tava tranquila. Espiei e vi que dormia sossegada. Amanhã teria que acordar cedo. Aí voltei e abri a porta do quarto da mamãe. As luzes estavam quase apagadas e ela tava executando a posição do missionário com o Gerald. A bunda do cara era fantástica, por sinal.
— Ma… mamãe.
O Gerald se separou. O pau dele não era comprido, mas bem grosso e com uma pelagem preta cobrindo. Eu gostava de homens depilados, mas admito que curti o pacote dele.
— Você veio, filha. Agora chega mais e vamos nos divertir.
Fui. Antes, tranquei a porta e, de quatro, subi na cama e me aproximei da mamãe.
— Antes de tudo, quero impor uma condição, mãe. Vou fazer, mas quero que pare de meter minha irmã na minha cabeça.
— Feito. Agora é só aproveitar. Gerald, vem, querido. Dá seu pau pra nós duas.
Obedeceu, o homem se deitou com o pau apontando pro teto. Mamãe me piscou.
— Acho que você sabe se virar na cama. Precisa que eu te ensine a chupar?
— Consigo sozinha — respondi, irritada.
Enrolei os dedos em volta do pinto do Gerald. Era tão grosso que mal conseguia segurar no meu punho. Fervia. As veias saltavam por baixo da pele macia. pele, e sem mais o que fazer, movida pela mais quente das luxúrias, enfiei na minha boca abrindo bem pra caber a cabeça. Eu tinha uma boca pequena. A Lilith também, e foi um pouco difícil fazer entrar. Era delicioso, ardente, e deslizei a língua por toda a superfície, chupando o líquido seminal. Soltei um jato de saliva que escorreu por toda a base e então comecei a lamber com a mesma intensidade de sempre. As bolas dele balançavam soltas dentro do saco, e eu brinquei com elas. Chupei e suguei, arrancando uns suspiros do homem. Mamãe, enquanto isso, tava com a buceta na boca do Gerald, se segurando na cama pra manter o equilíbrio. Ela esfregava os quadris pra encher a cara do amante com os sucos dela. O senhor abriu as nádegas dela e, pela primeira vez, vi o cu da minha mãe sendo penetrado por dedos. Foi uma imagem super excitante que deixou minha pussy toda molhada.
Sem conseguir me segurar mais, montei no homem e cavalguei. O pau dele devia ter uns 16 centímetros, e entrou com toda a pressão nas minhas paredes vaginais por causa da grossura. Que gostoso ter algo tão grande dentro de mim! Agarrei meus peitos e belisquei meus mamilos enquanto mexia os quadris. Na hora, mamãe virou pra mim. Ainda com a pussy dela na boca do homem. Ela me sorriu com lascívia, os peitões operados balançando de um jeito artificial, diferente dos meus, que por serem naturais, tinham movimentos mais livres e suaves.
— Assim, filha. Assim. Aprende a cavalgar como sua mãe.
— Ai, sim, mamãe. Sim — respondi, e a gente se deu as mãos. Depois nos inclinamos e nos beijamos com tanta força que nossas línguas se entrelaçaram como duas cobras tentando se devorar. O suor escorria do pescoço da mamãe.
— Vamos trocar. Quero pau — ela pediu.
Era tipo um duelo entre nós duas. Trocamos de lugar. A barba por fazer do Gerald fez cócegas na minha bunda e na minha buceta. Sem Contudo, apesar das minhas risadas, a língua dele recolheu todos os sucos que jorravam em abundância. Mamãe separou suas fortes pernas bronzeadas e eu vi a buceta dela, sem nenhum pelo, se abrir. O pau entrou com muita facilidade em comparação comigo. Supus que mamãe era toda uma expert em transar. Ela cavalgou tão forte que começou a dar gemidos de prazer pro homem dela, que eu abafava ao sentar minha bunda na boca dele.
O senhor lambeu o espaço entre meu cuzinho e minha buceta, e, Deus! Foi uma delícia. Mamãe se jogou pra trás, os peitos dela imóveis não eram algo que eu gostasse muito de ver porque pareciam soldados no peito dela. No entanto, a buceta dela brilhava com o piercing entre as dobras. Escorriam uns sucos brancos que lambuzavam todo o pau do amante dela. Morria de vontade de prová-los, então me inclinei pra frente, deslizando minha língua pelo estômago do Gerald até chegar na base do pau dele. Ele mal se mexia. Era a buceta da mamãe que devorava aquele pau com muita facilidade. Os gemidos das duas encheram o quarto.
Depois de cavalgar, mamãe desceu e se colocou como uma putinha de quatro. Eu me posicionei bem debaixo dela, chupando os peitos operados dela. Não era a mesma coisa. Eram muito duros, mas os bicos dos peitos dela tinham um gosto delicioso quando eu os lambuzava de saliva.
— Ah, sim, meu amor. Chupa os peitos da mamãe. Chupa eles. Desde pequena você sempre gostou de morder meus bicos. Mordisca eles, querida. Assim, assim. Mais forte, como se quisesse arrancá-los. Ai! Ai!
Ela gemeu como uma gata no cio quando Gerald enfiou o pau nela e começou a meter. Eu me deliciava chupando os peitos dela e ouvindo seus gemidos. Espremi os implantes e enchi tudo de saliva. Depois disso, ela gozou com um orgasmo monumental e se jogou ao meu lado.
— Agora enfia em mim — pedi pro Gerald. O homem nem precisou perguntar. Abriu minhas pernas e colocou meus tornozelos nos ombros dele. Depois enterrou o pau em mim, e meus olhos quase saltaram das órbitas. Mamãe se apressou e montou em cima da minha boca, me oferecendo os sucos branquinhos da buceta dela. Escorriam como um creme delicioso, e eu peguei com minha boca. Separei as dobras dela pra chupar os suquinhos da minha mamãe, enquanto um pau imenso me perfurava até o útero.
—Pelo cu —pedi, e minha voz de menina chorona fez a mamãe sorrir.
—Já ouviu a garota.
Gerald colocou uma camisinha e depois voltou pra mim. Mamãe saiu de cima de mim e ficou comigo num 69, embora fosse mais pra ficar confortável e abrir minhas nádegas. Senti a saliva dela sujar meu cu, e aí enfiou dois dedos dentro do meu segundo buraquinho. A invasão dela me arrancou gemidos.
—Mete devagar. Tá muito molhada. Minha filha é uma putinha toda.
Me excitou ela me chamar assim. Da buceta da mamãe continuavam escorrendo deliciosos sucos brancos, e eu me apressei em pegar com a língua igual uma gatinha tomando porra. Senti a camisinha texturizada entrando no meu cu, e meu corpo inteiro tremeu de dor e prazer. Os músculos agarraram o pau e se apertaram pra não deixar ele sair. Em seguida, o homem tirou e enfiou de novo, dessa vez senti que ia mais fundo. Na terceira estocada, já tava bem lá dentro, e voltei a lamber a buceta da mamãe. Brinquei com o piercing que ela tinha nos lábios carnudos e mordi o clitóris dela com cuidado. Ao mesmo tempo, ela enfiava dois dedos na minha buceta, alternando as enfiadas com o pau do amante. Os dedos dela entravam, o pau saía. O pau entrava, os dedos dela saíam. Meu Deus! Que sensações maravilhosas.
—Vou gozar! —gritou Gerald —Tá muito apertada e quente!
—Nada disso, senhor.
Ele tirou o pau. Mamãe tirou a camisinha e, abrindo a boca como uma baleia, engoliu o pau inteiro daquele homem. Eu fiquei excitada só de ver, e também fui pra lá, chupando as bolas dele, brincando e de vez em quando cruzando a língua com a da minha mamãe e misturando nossa saliva. As duas pegamos o pênis pela base e masturbamos enquanto nos olhávamos e ríamos feito duas colegiais. brincando. Ela chupava a cabeça, eu passava a língua no tronco e depois trocávamos de posição.
—Te aviso que o Gerald tá há quinze dias sem gozar. Querida, quero que você tome toda essa porra.
—Sim. Obrigada.
Mamãe me deixou chupando sozinha, e finalmente a descarga de sêmen encheu minha garganta. Tava quente. Era bem líquido e tinha um gosto entre doce e salgado. Senti na minha língua, na parte interna das minhas bochechas e escorrendo pela garganta, se misturando com minha saliva. Chupei com mais força, e me permiti sugar a cabeça dele. Ele suspirou de prazer e dor enquanto eu tentava absorver até a última gota daquela porra gostosa.
Finalmente, com a boca cheia de leite e o cu dilatado, me deixei cair na cama. Mamãe do meu lado me encheu de beijos, enquanto o Gerald, pelado e cansado, sentou no sofá e nós três ficamos assim um tempão, nos recuperando.
***
Que putinha que a mãe acabou sendo xD madura mas com experiência, né? Comentem e votem se gostaram! Até mais! Abraços e beijos.
Em qualquer outra situação, não me importaria de tomar banho com a Lilith. A gente fazia isso desde pequenas, mas agora, vendo ela na minha frente com aquele corpão de mulher desenvolvida, me deu uma coisa estranha que arrepiou toda a minha pele. Enquanto ela relaxava de olhinhos fechados, deixando o sabonete esfoliante fazer efeito, eu fiquei observando o rosto dela com mais cuidado. A pele dela era mais clara que a minha, com ombros finos, como se pudesse quebrá-la num abraço, uns peitos não muito grandes, mas também não pequenos, do tamanho certo pra caber numa mão, com biquinhos pequenos e rosados. O cabelo molhado escorria pelos ombros e alguns fios grudavam nas bochechas dela. Caralho! Queria comer ela ali mesmo.
— Vou dar uma olhada no Demian — falei, e saí antes que meus desejos sexuais ficassem ainda mais fortes. A Lilith seria a última mina com quem eu transaria. Por mais que estivesse morrendo de vontade, era uma questão de princípio.
Quando voltei pro quarto, vi que o Demian já tava vestindo a calça e a camisa.
— Já vai tão cedo?
— Surgiu uma emergência no trabalho. Preciso ir, mas volto de manhã pra te ver, e a gente vai pra praia se você quiser.
— Mm. Desculpa, é que vou acompanhar a Lilith na sessão de fotos dela.
— Então fica pra outra hora — ele me deu um beijo profundo na boca —. Descansa, e me liga.
— Vou sim.
Fui com ele até a porta e vi ele ir embora no carro. Na hora me senti sozinha, e ainda meio com tesão. Tinha um vibrador no meu quarto, mas o que eu queria era carne de verdade dentro de mim, algo vivo se mexendo e apertando as paredes da minha buceta. Porra! Raramente me sentia tão no fogo.
Fui pro quarto ouvir música, que é uma das coisas que mais me relaxam. Funcionou, porque depois de um tempo já tava mais perdida no meu mundinho e a vontade de transar foi pra segundo plano. Foi aí que vi os restos da bebida. que minha mãe tinha me dado e lembrei que foi a partir daquele momento que minha libido acendeu como uma tocha encharcada de gasolina. Cheirei os restos da substância dentro do copo. Não consegui identificar o que era, mas apostava meu orgulho que minha mãe tinha colocado algo. Ela era muito dada a afrodisíacos.
Mais tarde, Lilith e eu começamos a preparar o jantar. Mamãe não tinha aparecido e foi só mais tarde, enquanto lavávamos a louça, que ela entrou com um novo homem. Era um senhor na casa dos quarenta, bonito e com alguns fios grisalhos no cabelo preto. Vestia terno e um grande relógio dourado no pulso. Ele estava sóbrio, embora mamãe estivesse meio bêbada.
— Aura, por que você não me disse que tinha duas filhas tão gostosas?
Vi o olhar que o cara deu nas perninhas da Lilith. Minha irmãzinha, como de costume, estava com seus shorts curtos. Ela adorava aquilo, e eu gostava de olhar para as coxas dela e o começo da curva da bunda. Lilith corou com o olhar descarado e, disfarçadamente, pegou a vassoura e foi varrer. Não me surpreendeu que ela agisse assim. Ela gostava de caras da idade dela, ou, no máximo, que não passassem dos trinta, então ficava nervosa quando alguém a olhava com uma lascívia muito descarada.
— Ela é minha filha mais velha, Ashley. A lolita que acabou de sair é a Lilith.
O homem me cumprimentou com um beijo na bochecha. Cheirava a uma fragrância bem máscula.
— Filha, te apresento o senhor Gerald. É um bom amigo e foi meu chefe por alguns anos quando trabalhei na empresa dele.
— Prazer — cumprimentei.
— Onde fica o banheiro, Aura?
— Lá em cima, segunda porta à direita.
O grandalhão subiu as escadas confiante. Eu me aproximei da mamãe e perguntei se aquele era o suposto amante dela.
— Não, nada a ver. Meu ex-amante é um idiota, então hoje terminei de vez com ele. Esse sujeito pode ser seu futuro pai, querida.
Eu corei.
— O quê? Viu o olhar que ele deu na Lilith?
— E daí? Sua irmã vai fazer uma sessão de fotos amanhã. eróticas. Tem que se acostumar com os olhares cheios de tesão. E você gosta? É atraente, né?
—Bom… é sim, e muito.
Mamãe me encurralou contra a geladeira e colocou a mão na minha buceta.
—O que você tá fazendo…?
—Quer fazer um menage com a gente? O que acha?
—Você é louca? Nunca…
Minhas palavras ficaram no ar quando mamãe começou a rodar os dedos em círculo por cima do meu short. Apesar das minhas reclamações, eu gostava de sentir minha buceta sendo estimulada, o calor e as pulsações na minha barriga baixa, que eram meio involuntárias. Olhei nos olhos da mamãe e lembrei da foda que ela tinha me dado horas antes. Notei de novo aquele brilho de luxúria, aquela fome de trepar como uma louca e os lábios dela formando um sorriso sedutor. Minha mente ficou totalmente em branco quando ela enfiou a mão dentro da minha roupa e tocou direto na minha vulva.
—Algo me diz que você gosta da ideia.
—Por que você insiste em me arrastar pros seus jogos sexuais, mãe? Quer dizer, eu sou sua filha. Sua filha. Sangue do seu sangue.
—É por isso mesmo que quero que você participe. É o melhor jeito de nos reconectarmos, não acha? Uma sessão de incesto tão gostosa que você nunca vai sentir nada melhor. Além disso… eu notei o jeito que você olha pra Lilith. Você sempre foi muito apegada a ela desde pequenas. Até brincavam de ser namoradinhas no ensino fundamental — ela chegou perto do meu ouvido —. Esse carinho que você tem pela sua irmã não é exatamente um amor fraternal.
Não vou negar que Lilith me atraía física e emocionalmente. Mas, pelo amor de Deus, ela era minha irmã! A gente tinha conversas sexuais, eu tinha ensinado ela a se masturbar. Mas comer ela já era outra história. Não queria acreditar nas palavras da mamãe, muito menos me deixar influenciar por ela. Mas o jeito que ela usava as mãos pra separar meus lábios e acariciar meu clitóris estava nublando minha consciência.
—Vou estar no meu quarto se você quiser se juntar a nós.
E dizendo isso, levou os dedos aos lábios. Ensopados com um pouco dos meus sucos. Depois subiu as escadas. Fiquei paralisada, com as costas coladas na porta da geladeira. Nos cinco minutos seguintes, fiquei relembrando a sensação da língua dele no meu cu, o jeito brutal como ele me fodeu e os desejos eróticos que aquela língua afiada despertou em mim sobre a relação com minha irmã mais nova.
Tudo isso me deixou com tesão de novo. Muito. Fui pro quarto e peguei meu consolo pra enfiar até no cu, mas nem assim parava de imaginar as possibilidades de incestar tanto com a mamãe quanto com minha irmã. Me dedeei, mas não foi suficiente. Queria mais. E sabia onde encontrar.
Então, vestida só com um roupão, fui ver a Lilith. Só pra garantir que a garota tava tranquila. Espiei e vi que dormia sossegada. Amanhã teria que acordar cedo. Aí voltei e abri a porta do quarto da mamãe. As luzes estavam quase apagadas e ela tava executando a posição do missionário com o Gerald. A bunda do cara era fantástica, por sinal.
— Ma… mamãe.
O Gerald se separou. O pau dele não era comprido, mas bem grosso e com uma pelagem preta cobrindo. Eu gostava de homens depilados, mas admito que curti o pacote dele.
— Você veio, filha. Agora chega mais e vamos nos divertir.
Fui. Antes, tranquei a porta e, de quatro, subi na cama e me aproximei da mamãe.
— Antes de tudo, quero impor uma condição, mãe. Vou fazer, mas quero que pare de meter minha irmã na minha cabeça.
— Feito. Agora é só aproveitar. Gerald, vem, querido. Dá seu pau pra nós duas.
Obedeceu, o homem se deitou com o pau apontando pro teto. Mamãe me piscou.
— Acho que você sabe se virar na cama. Precisa que eu te ensine a chupar?
— Consigo sozinha — respondi, irritada.
Enrolei os dedos em volta do pinto do Gerald. Era tão grosso que mal conseguia segurar no meu punho. Fervia. As veias saltavam por baixo da pele macia. pele, e sem mais o que fazer, movida pela mais quente das luxúrias, enfiei na minha boca abrindo bem pra caber a cabeça. Eu tinha uma boca pequena. A Lilith também, e foi um pouco difícil fazer entrar. Era delicioso, ardente, e deslizei a língua por toda a superfície, chupando o líquido seminal. Soltei um jato de saliva que escorreu por toda a base e então comecei a lamber com a mesma intensidade de sempre. As bolas dele balançavam soltas dentro do saco, e eu brinquei com elas. Chupei e suguei, arrancando uns suspiros do homem. Mamãe, enquanto isso, tava com a buceta na boca do Gerald, se segurando na cama pra manter o equilíbrio. Ela esfregava os quadris pra encher a cara do amante com os sucos dela. O senhor abriu as nádegas dela e, pela primeira vez, vi o cu da minha mãe sendo penetrado por dedos. Foi uma imagem super excitante que deixou minha pussy toda molhada.
Sem conseguir me segurar mais, montei no homem e cavalguei. O pau dele devia ter uns 16 centímetros, e entrou com toda a pressão nas minhas paredes vaginais por causa da grossura. Que gostoso ter algo tão grande dentro de mim! Agarrei meus peitos e belisquei meus mamilos enquanto mexia os quadris. Na hora, mamãe virou pra mim. Ainda com a pussy dela na boca do homem. Ela me sorriu com lascívia, os peitões operados balançando de um jeito artificial, diferente dos meus, que por serem naturais, tinham movimentos mais livres e suaves.
— Assim, filha. Assim. Aprende a cavalgar como sua mãe.
— Ai, sim, mamãe. Sim — respondi, e a gente se deu as mãos. Depois nos inclinamos e nos beijamos com tanta força que nossas línguas se entrelaçaram como duas cobras tentando se devorar. O suor escorria do pescoço da mamãe.
— Vamos trocar. Quero pau — ela pediu.
Era tipo um duelo entre nós duas. Trocamos de lugar. A barba por fazer do Gerald fez cócegas na minha bunda e na minha buceta. Sem Contudo, apesar das minhas risadas, a língua dele recolheu todos os sucos que jorravam em abundância. Mamãe separou suas fortes pernas bronzeadas e eu vi a buceta dela, sem nenhum pelo, se abrir. O pau entrou com muita facilidade em comparação comigo. Supus que mamãe era toda uma expert em transar. Ela cavalgou tão forte que começou a dar gemidos de prazer pro homem dela, que eu abafava ao sentar minha bunda na boca dele.
O senhor lambeu o espaço entre meu cuzinho e minha buceta, e, Deus! Foi uma delícia. Mamãe se jogou pra trás, os peitos dela imóveis não eram algo que eu gostasse muito de ver porque pareciam soldados no peito dela. No entanto, a buceta dela brilhava com o piercing entre as dobras. Escorriam uns sucos brancos que lambuzavam todo o pau do amante dela. Morria de vontade de prová-los, então me inclinei pra frente, deslizando minha língua pelo estômago do Gerald até chegar na base do pau dele. Ele mal se mexia. Era a buceta da mamãe que devorava aquele pau com muita facilidade. Os gemidos das duas encheram o quarto.
Depois de cavalgar, mamãe desceu e se colocou como uma putinha de quatro. Eu me posicionei bem debaixo dela, chupando os peitos operados dela. Não era a mesma coisa. Eram muito duros, mas os bicos dos peitos dela tinham um gosto delicioso quando eu os lambuzava de saliva.
— Ah, sim, meu amor. Chupa os peitos da mamãe. Chupa eles. Desde pequena você sempre gostou de morder meus bicos. Mordisca eles, querida. Assim, assim. Mais forte, como se quisesse arrancá-los. Ai! Ai!
Ela gemeu como uma gata no cio quando Gerald enfiou o pau nela e começou a meter. Eu me deliciava chupando os peitos dela e ouvindo seus gemidos. Espremi os implantes e enchi tudo de saliva. Depois disso, ela gozou com um orgasmo monumental e se jogou ao meu lado.
— Agora enfia em mim — pedi pro Gerald. O homem nem precisou perguntar. Abriu minhas pernas e colocou meus tornozelos nos ombros dele. Depois enterrou o pau em mim, e meus olhos quase saltaram das órbitas. Mamãe se apressou e montou em cima da minha boca, me oferecendo os sucos branquinhos da buceta dela. Escorriam como um creme delicioso, e eu peguei com minha boca. Separei as dobras dela pra chupar os suquinhos da minha mamãe, enquanto um pau imenso me perfurava até o útero.
—Pelo cu —pedi, e minha voz de menina chorona fez a mamãe sorrir.
—Já ouviu a garota.
Gerald colocou uma camisinha e depois voltou pra mim. Mamãe saiu de cima de mim e ficou comigo num 69, embora fosse mais pra ficar confortável e abrir minhas nádegas. Senti a saliva dela sujar meu cu, e aí enfiou dois dedos dentro do meu segundo buraquinho. A invasão dela me arrancou gemidos.
—Mete devagar. Tá muito molhada. Minha filha é uma putinha toda.
Me excitou ela me chamar assim. Da buceta da mamãe continuavam escorrendo deliciosos sucos brancos, e eu me apressei em pegar com a língua igual uma gatinha tomando porra. Senti a camisinha texturizada entrando no meu cu, e meu corpo inteiro tremeu de dor e prazer. Os músculos agarraram o pau e se apertaram pra não deixar ele sair. Em seguida, o homem tirou e enfiou de novo, dessa vez senti que ia mais fundo. Na terceira estocada, já tava bem lá dentro, e voltei a lamber a buceta da mamãe. Brinquei com o piercing que ela tinha nos lábios carnudos e mordi o clitóris dela com cuidado. Ao mesmo tempo, ela enfiava dois dedos na minha buceta, alternando as enfiadas com o pau do amante. Os dedos dela entravam, o pau saía. O pau entrava, os dedos dela saíam. Meu Deus! Que sensações maravilhosas.
—Vou gozar! —gritou Gerald —Tá muito apertada e quente!
—Nada disso, senhor.
Ele tirou o pau. Mamãe tirou a camisinha e, abrindo a boca como uma baleia, engoliu o pau inteiro daquele homem. Eu fiquei excitada só de ver, e também fui pra lá, chupando as bolas dele, brincando e de vez em quando cruzando a língua com a da minha mamãe e misturando nossa saliva. As duas pegamos o pênis pela base e masturbamos enquanto nos olhávamos e ríamos feito duas colegiais. brincando. Ela chupava a cabeça, eu passava a língua no tronco e depois trocávamos de posição.
—Te aviso que o Gerald tá há quinze dias sem gozar. Querida, quero que você tome toda essa porra.
—Sim. Obrigada.
Mamãe me deixou chupando sozinha, e finalmente a descarga de sêmen encheu minha garganta. Tava quente. Era bem líquido e tinha um gosto entre doce e salgado. Senti na minha língua, na parte interna das minhas bochechas e escorrendo pela garganta, se misturando com minha saliva. Chupei com mais força, e me permiti sugar a cabeça dele. Ele suspirou de prazer e dor enquanto eu tentava absorver até a última gota daquela porra gostosa.
Finalmente, com a boca cheia de leite e o cu dilatado, me deixei cair na cama. Mamãe do meu lado me encheu de beijos, enquanto o Gerald, pelado e cansado, sentou no sofá e nós três ficamos assim um tempão, nos recuperando.
***
Que putinha que a mãe acabou sendo xD madura mas com experiência, né? Comentem e votem se gostaram! Até mais! Abraços e beijos.
4 comentários - Trabajos Sexuales cap 11
Vos sabés cómo mantengo con tus relatos!
Y ese trío, así, todo sexo duro, y morboso... me gustó mucho este capítulo!!
Aunque también me gustan los otros, con trama 😉
gracias por compartir!