Olá, poringa boys, dessa vez volto com um relato. Isso aconteceu há algumas semanas, gostei tanto que queria repetir, se tiver algum interessado ou interessada, manda uma mensagem. Espero que gostem muito, mando beijos e lambidas.
Há umas duas semanas, organizei um rolê com umas amigas, fazia tempo que não nos víamos e já tínhamos cancelado várias vezes até que, finalmente, depois de muito tempo, conseguimos encaixar nossos horários.
O encontro era às 4 da tarde, o lugar onde combinamos de nos ver era perto da minha casa, então não tava preocupada com o horário, tinha tempo. Enquanto arrumava minhas coisas, tava trocando ideia com meu namorado (Gerardo), ele sabia que eu tinha planos com minhas amigas e que naquele dia provavelmente não nos veríamos. Ele me perguntou que roupa eu ia usar e se já sabia o que íamos fazer, respondi que não, a verdade é que só tínhamos combinado onde e a hora, minha ideia era ir ao cinema e depois tomar um café. Também falei que não fazia ideia do que vestir, que qualquer coisa servia. Combinei com ele de mandar uma mensagem quando chegasse em casa ou quando ficasse livre, não queríamos descartar de vez a ideia de nos ver, era fim de semana e queríamos aproveitar cada minuto juntos. Depois de continuar conversando mais um pouco, desliguei, não queria me atrasar. Fui tomar banho e comecei a me arrumar, minha roupa não era a mais sexy do mundo, saindo com minhas amigas não pensava em ficar sexy, queria estar bonita e confortável... uma calça jeans, tênis, uma blusa branca e um suéter azul eram mais que perfeitos.
Já pronta e prestes a sair, recebi uma mensagem da Fernanda, uma das minhas amigas, dizendo que estavam bem perto e que era melhor passarem na minha casa para me pegar. Eu falei que tava de boa, que então esperava elas lá. Enquanto esperava, coloquei uma música, pensei que era melhor não colocar nada, mas já tava entediada. Passou um tempo e, vendo que não chegavam, resolvi ligar pra elas, me disseram que tinha surgiu um contratempo, mas que já estavam a 5 minutos. —Ok, responde, não demorem. Depois disso, acendi um cigarro e continuei com minha música, “eu realmente odeio que me façam esperar tanto, mas tudo bem”. Assim, esperei mais uns 20 minutos, e quando já estava prestes a mandar tudo pro caralho, a campainha tocou. “Tomara que sejam elas”, pensei. Saí e sim, efetivamente eram elas, Fernanda e Andrea. Eu estava com cara de brava, obviamente, embora por outro lado ficasse muito feliz em vê-las depois de tanto tempo. Abracei elas e convidei pra entrar, pedi que me esperassem um momento enquanto subia pra pegar minha bolsa, mas um “Não!” se fez presente. Eu ri e perguntei: —Não, o quê? Andy respondeu que a ideia de ir na minha casa não era só passar pra me pegar, que elas não estavam muito a fim de sair. Fer, por outro lado, disse que ela queria sair sim, mas não queria ir tomar um café besta, que se não fôssemos dançar, era melhor nem sair. Eu fiz um pouco de sofredora, depois de tanto esperar por elas, mas no fim das contas, eu também já tinha perdido a vontade de sair. —Ok, falei, então qual é o plano?? Fer disse que uma cerveja e um pouco de música não cairiam nada mal. Pra mim, pareceu uma ideia muito boa. Pensei que, afinal, ainda poderia ver o Gerardo, passar um tempo com elas e um pouco mais tarde chamar ele. Saímos pra comprar tudo que precisávamos. Elas estavam meio alvoroçadas, especialmente a Fer, que quis comprar uma garrafa de uísque caso a cerveja acabasse. Eu disse que era demais pra nós três, e ela respondeu: “Melhor sobrar do que faltar.” Já de volta na minha casa, aumentamos o volume da música e abrimos a primeira cerveja. O tempo parecia não passar, e com o tempo, a conversa ficava mais animada, tanto que, sem perceber, a cerveja acabou. Fer foi na cozinha, pegou uns copos e disse que pra isso servia o uísque. Eu falei que tava bem, mas que a Andy parecia meio mal, que não parecia uma boa ideia ela continuar bebendo. Aí Andy respondeu que ela ficava Fora, que era hora dela ir embora, que no dia seguinte tinha que trabalhar. A Fer não queria que ela fosse, mas eu disse que tudo bem. Pedimos um táxi, e enquanto esperávamos, a Fer decidiu mandar uma mensagem pro namorado dela pra convidar ele. Eu falei pra ela: — Se você convida o seu, eu convido o meu, não quero ficar de vela. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra ele contando que a gente tinha ficado na minha casa e que surgiu uma reuniãozinha improvisada. Esperei um pouco pra ver se ele respondia, queria dar um tempo antes de ligar. Pensei que quando ele visse minha mensagem, com certeza me ligaria.
A campainha tocou e por um momento pensei que era o Gerardo. A Fer espiou pela janela e viu que o táxi que a gente tinha chamado pra Andy tinha chegado. Saímos com ela e ela se despediu. Quando entramos em casa, a Fer teve um gesto meio estranho, bom, estranho porque ela não costumava ter essas atitudes, pelo menos não comigo. Ela me pegou pela cintura e me deu um tapão na bunda ao mesmo tempo que falou: — Finalmente sozinhas, gatinha! Eu soltei uma gargalhada, achei muita graça porque a gente já tava um pouco alterada e a cerveja já tinha começado a fazer efeito. Ela me olhou e começou a rir, se levantou e disse: — Já chegou. Eu na hora pensei: "Quem?" lembrando que o namorado dela viria nos fazer companhia. Quando eles entraram em casa, falaram: — É, que pena que ela foi. Eu não conhecia o namorado da Fer, a única coisa que sabia dele é que se chamava Alejandro, parecia bem sério. Quando a Fer nos apresentou, eu esperava um aperto de mão ou algo assim, mas não, ele me abraçou como se me conhecesse há anos, me deu um beijo na bochecha e disse que era um prazer me conhecer e que eu era mais gostosa do que ele imaginava. Eu olhei pra Fer, pensando que ela ia ficar incomodada com o comentário, mas não, ela só respondeu: — É, ela é bem gostosa, enquanto me olhava de um jeito provocativo. Eu não sabia realmente o que tava rolando, achei que tava vendo errado, tentei não dar importância.
Segui como se nada, eles pareciam muito Relaxados, a conversa fluía tranquila. Olhei meu celular pra ver se tinha alguma chamada e sim, o Gerardo já tinha respondido minha mensagem, disse que tava saindo do trampo mas que já tava vindo pra minha casa. A Fer e o Alex perguntaram se ele ia chegar, eu respondi que sim, que já tava a caminho. A Fer falou que era uma notícia excelente, que assim a reunião ia deixar de ser tão chata, que o que faltava pra gente se animar era uns caras gostosos pra fazer companhia. Eu pensei que sim, que a reunião ia ser mais divertida se a gente estivesse os quatro.
Passou um tempo e a Fer levantou, me disse que eu tava muito séria e que o Gerardo tava demorando. Eu respondi que o trânsito devia ter pegado ele, embora tenha pensado que sim, que já devia ter chegado. Fiz uma careta de descontentamento, mas pensei que ele tinha me dito que viria e que com certeza chegaria a qualquer momento. Me acalmei e falei pra Fer que se ela fosse ficar ali parada até o Gerardo chegar, com certeza ia cansar. Quis levar as coisas na brincadeira e acho que funcionou. A Fer me disse que não ia esperar ele chegar pra sentar, mas que tava com vontade de subir no banheiro. Quando caminhou em direção às escadas, olhou pra trás e me disse com um sorriso no rosto: — Fica de olho, não deixa ele sozinho, vocês têm um momento pra se conhecer um pouquinho melhor. Vou demorar um pouco... E sem dizer mais nada, subiu. Eu fiquei com um enorme ponto de interrogação, pensei que realmente o álcool tava batendo nela. O Alex não parava de olhar minhas pernas e meu decote. Aqueles dois minutos antes de quebrar o silêncio foram os mais longos da noite. E aí, da boca dele saiu um: — Bom, acho que você não vai dizer nada. Não fica bolada não, a Fer costuma ser assim quando bebe. Eu disse que nunca tinha visto ela assim e que não tava assustada. Ele sorriu pra mim e falou: — Não se assusta? Nem um pouquinho? — Não, respondi, não tenho motivo, ou tenho? Ele disse que não. Levantou e sentou do meu lado, me elogiou a blusa, disse: que era muito gostosa, embora eu pudesse ver que os olhos dele não estavam exatamente na minha blusa – Mmmm não é a blusa, ele disse, é como você veste essa blusa, eu não esperava o segundo comentário, dava pra notar que eu tava afim dele pelo jeito que ele vinha me olhando, mas não esperava um comentário tão direto. Obrigada, respondi – Já tá demorando a Fer, vou ver se ela tá bem, quando eu tava quase levantando, ele colocou a mão na minha perna pra me segurar – Espera, ela disse que ia demorar um pouco e não faz nem 5 minutos que subiu, vamos dar mais um tempinho – Tá bom, respondi tirando a mão dele da minha perna de um jeito sutil, nessa altura eu já tava bem nervosa, com a mão dele na minha perna e o olhar nos meus peitos, não sei o que tinha no olhar dele que começava a me excitar… Meu celular tocou, era o Gerardo, ele disse que tava lá fora e se eu podia sair pra abrir, falei pro Alex me desculpar um momento que já voltava. Alex respondeu de um jeito sexy – Tá bom, por favor não demora… isso me excitou um pouco, não sei se pelo álcool, pelos olhares dele, ou pelo jeito que ele falou, talvez fosse tudo junto. Saí e quando vi o Gerardo não consegui evitar abraçar ele e beijar como se o mundo fosse acabar, ele não se surpreendeu nada, me pegou pela cintura e devagar desceu uma das mãos tocando minha bunda, isso me excitou ainda mais, tão perto nossos corpos eu senti que ele também começava a se excitar, peguei na mão dele esperei um momento pra me acalmar, falei que a Fer tava no banheiro e contei do comentário que ele tinha feito antes de subir, pareceu não se incomodar, até sorriu, e perguntou se a gente já tinha socializado mais, eu ri e falei que a gente tava se conhecendo, quando entrei o Alex tava na cozinha, tinha levantado pra pegar gelo, apresentei os dois e ofereci algo pra beber pro Gerardo, não sabia o que dizer, felizmente a Fer desceu, viu o Gerardo e cumprimentou ele, eles já se conheciam, os Já tinha me apresentado em alguma ocasião, embora nunca tivesse rolado a oportunidade de sairmos pra algum lugar. Fer falou pro Gerardo que fazia muito tempo desde a última vez que se viram, que ele tava bem gostoso. Ele sorriu e agradeceu pelo elogio. Fer chegou perto de mim e perguntou se eu dava um gole da minha bebida. Eu respondi que sim. Quando eu tava entregando o copo, ela não conseguiu pegar direito e derramou, respingando na minha roupa. Todo mundo começou a rir. — Essa bagunça quem limpa é você, falei. Acho que vou ter que me trocar. Ela disse que a calça dela também tava respingada e perguntou se eu podia emprestar uma. Pra sorte dela, somos do mesmo manequim, então falei que sim. Alex levantou e disse que enquanto a gente subia, ele limpava. — Sobe pra se trocar, não se preocupa. Enquanto vocês sobem, a gente limpa — falou Gerardo. Também não é nenhum bicho de sete cabeças. Dito isso, a gente pegou a palavra deles e subiu pro meu quarto. Lá dentro, comecei a procurar alguma coisa que a gente pudesse usar, mas Fer se adiantou e disse que seria um gesto bonito a gente se arrumar pros caras, já que eles tão limpando nossa bagunça tão gentilmente. Eu pensei que a gente já tava arrumada e que não fazia sentido se a gente não ia sair, mas acreditei que o Gerardo ia adorar a ideia. Então falei que sim. Ela pegou um vestido azul que sempre gostou. Eu, por minha vez, peguei um vestido preto, justinho, com uma abertura pequena nas costas. Quando eu ia entrar no banheiro pra me trocar, Fer perguntou pra onde eu ia. — Me trocar — falei. — A gente já se viu de biquíni — respondeu. — E é basicamente a mesma coisa, não é? Ela tinha razão, em várias ocasiões a gente se viu de biquíni, mas não de lingerie. E eu acho que não é a mesma coisa, mas é a Fer, pensei comigo mesma. Comecei a tirar a blusa, depois a calça. O vestido era bem justinho e minha roupa íntima marcava. Optei por usar uma fio-dental, combinava melhor com o vestido. Quando fui abotoar, tava difícil. Pedi um tempinho no trabalho e chamei a Fer pra me ajudar. Ela chegou perto de mim e falou que aquele vestido realmente me valorizava. Eu disse que o vestido azul que ela tinha escolhido também ficava muito bom nela. Brinquei um pouco, falei que ficava melhor em mim, mas que nela não ficava nada mal. Enquanto a gente estava parada na frente do espelho, ela me olhou, me segurou pela cintura e, sem eu esperar nem por um segundo, me beijou. Eu desliguei naquele momento e também beijei ela. Ela me olhou e me beijou de novo, disse que tinha passado a noite toda se segurando, mas que não aguentava mais. Chegou perto e começou a me beijar de novo, me segurou pela cintura, passou a mão um pouco na minha bunda. Eu deixei, já tava tão excitada que preferi não pensar. Sentia as mãos dela me tocando e aquilo me dava tesão. Meu vestido era meio curto, senti ela deslizando devagar as mãos até chegar nas minhas pernas. Quando ela tentou me tocar entre elas, eu parei. Respirei fundo e falei que não, que esperasse. Ela me olhou, sorriu e disse que tudo bem. — Vamos lá pra baixo, eles devem estar achando que a gente demorou demais. Respirei de novo antes de sair do quarto. Por um momento, pensei que tava sonhando, mas não, era real. Eu tinha ficado beijando minha amiga. Quando descemos, encontramos os caras conversando. Quando nos viram, deu pra perceber que eles gostaram da troca de roupa. Gerardo me olhava de um jeito que, por mais que eu tentasse me acalmar, não conseguia. Minha temperatura tava a mil. Ele disse que eu tava linda, que amava como minhas pernas ficavam naquele vestido. Eu olhei pra ele e falei que a Fer e o Alex estavam ali. Eles responderam que por eles não tinha problema nenhum. Alex disse que a gente tinha demorado, mas que valeu a espera. Fer sentou do meu lado. Eu comentei que ela ia deixar o Alex sozinho. Ela respondeu que sozinho ele não tava, e ele disse que não ligava, que além do mais a gente ficava muito bem sentadas juntas. A gente ficou conversando um tempo. Eu me sentia estranha sentada no meio dos dois. Gerardo me provocava. pra que eu dançasse com a Fer. Nesse momento, parei de pensar e só quis me deixar levar. Peguei na mão da Fer e começamos a dançar, cada vez ela chegava mais perto de mim, e sem se importar que nossos namorados estivessem ali, ela me beijou. Eu correspondi ao beijo, peguei Gabriel pela mão e puxei ele pra perto de mim. A Fer colocou ele no meio da gente e, enquanto ele e eu nos beijávamos, ela começou a me tocar. Alex se levantou, ficou atrás dela e começou a tocar ela. Parecia que a gente não estava ali. Ele levantou o vestido dela e enfiou a mão entre as pernas dela. Eu olhava e, quanto mais ele fazia, mais eu ficava excitada. Gabriel começou a apertar meus peitos. Enfiei a mão na calça dele e comecei a tocar ele. Senti o pau dele na minha mão e, sem pensar, desabotoei a calça dele. Sentei ele no sofá e comecei a tirar meu vestido devagar. A Fer fez o mesmo com o Alex. Sentados, os dois nos olhavam. A Fer se aproximou do Gerardo e começou a abaixar a calça dele. Alex me sentou no colo dele e começou a me beijar. Passava as mãos por todo o meu corpo, chegou nas minhas pernas e começou a me acariciar com a mão. Olhei pro Gerardo. A Fer estava ajoelhada, tocando o pau dele enquanto ele via o Alex beijando meus peitos. De repente, a Fer se levantou, foi até onde eu estava e começou a me beijar. Passou os lábios pelo meu pescoço, descendo até meus peitos, mordendo meus bicos, passando pela minha barriga e chegando até minha buceta. Enfiou os dedos e me lambeu. Comecei a gemer. Alex aumentou um pouco mais o volume da música. Gerardo se levantou. Ficou na minha frente, segurou minha cabeça e enfiou o pau gostoso e delicioso dele na minha boca. Levantei a Fer, nos beijamos e depois começamos a beijar o Gerardo. Quando deixei o pau dele completamente molhado, sentei em cima dele, de costas. A Fer continuava brincando com os dedos dela enquanto dava umas lambidinhas no Gerardo. Alex ficou atrás da Fer e meteu tão gostoso que eu pude ouvir ela gemer. Me virei pra ficar de frente pro Gerardo. Ele tocava e beijava meus peitos. Eu gemia de prazer. Sentia que a qualquer momento ia me molhar, tava excitada demais. Levantei e me acomodei no sofá, abrindo as pernas e fiquei de quatro. O Gerardo ficou atrás de mim, tocando minha buceta, sentindo o quanto eu tava molhada, me segurou pela cintura e começou a meter. O Alex ficou na minha frente, se tocando enquanto olhava pra gente, chegou perto, me beijou e enfiou o pau na minha boca. Comecei a chupar, tão gostoso. O Fer se ajeitou debaixo de mim, brincava e mordia meus peitos, eu não parava de gemer. Tudo era tão gostoso, cheguei no auge da excitação e acabei gozando. Senti o Gerardo gozar no meu cuzinho, mas eu queria mais. O Alex levantou o Fer e começou a meter nele de um jeito selvagem. Eu fiquei de joelhos na frente do Gerardo, queria chupar ele até fazer gozar na minha boca. Comecei chupando a pontinha e devagar fui enfiando até o fundo da minha garganta. Ele me segurou com mais força e, com ele bem no fundo, senti ele gozar. Tirei um pouco, ainda tava saindo um pouco de porra e com minha língua limpei. No fim, estávamos todos pelados, não sabia como a gente tinha ido tão longe. A única coisa que sabia é que tinha gostado, e muito, tanto que não descarto a ideia de isso se repetir.
Há umas duas semanas, organizei um rolê com umas amigas, fazia tempo que não nos víamos e já tínhamos cancelado várias vezes até que, finalmente, depois de muito tempo, conseguimos encaixar nossos horários.
O encontro era às 4 da tarde, o lugar onde combinamos de nos ver era perto da minha casa, então não tava preocupada com o horário, tinha tempo. Enquanto arrumava minhas coisas, tava trocando ideia com meu namorado (Gerardo), ele sabia que eu tinha planos com minhas amigas e que naquele dia provavelmente não nos veríamos. Ele me perguntou que roupa eu ia usar e se já sabia o que íamos fazer, respondi que não, a verdade é que só tínhamos combinado onde e a hora, minha ideia era ir ao cinema e depois tomar um café. Também falei que não fazia ideia do que vestir, que qualquer coisa servia. Combinei com ele de mandar uma mensagem quando chegasse em casa ou quando ficasse livre, não queríamos descartar de vez a ideia de nos ver, era fim de semana e queríamos aproveitar cada minuto juntos. Depois de continuar conversando mais um pouco, desliguei, não queria me atrasar. Fui tomar banho e comecei a me arrumar, minha roupa não era a mais sexy do mundo, saindo com minhas amigas não pensava em ficar sexy, queria estar bonita e confortável... uma calça jeans, tênis, uma blusa branca e um suéter azul eram mais que perfeitos.
Já pronta e prestes a sair, recebi uma mensagem da Fernanda, uma das minhas amigas, dizendo que estavam bem perto e que era melhor passarem na minha casa para me pegar. Eu falei que tava de boa, que então esperava elas lá. Enquanto esperava, coloquei uma música, pensei que era melhor não colocar nada, mas já tava entediada. Passou um tempo e, vendo que não chegavam, resolvi ligar pra elas, me disseram que tinha surgiu um contratempo, mas que já estavam a 5 minutos. —Ok, responde, não demorem. Depois disso, acendi um cigarro e continuei com minha música, “eu realmente odeio que me façam esperar tanto, mas tudo bem”. Assim, esperei mais uns 20 minutos, e quando já estava prestes a mandar tudo pro caralho, a campainha tocou. “Tomara que sejam elas”, pensei. Saí e sim, efetivamente eram elas, Fernanda e Andrea. Eu estava com cara de brava, obviamente, embora por outro lado ficasse muito feliz em vê-las depois de tanto tempo. Abracei elas e convidei pra entrar, pedi que me esperassem um momento enquanto subia pra pegar minha bolsa, mas um “Não!” se fez presente. Eu ri e perguntei: —Não, o quê? Andy respondeu que a ideia de ir na minha casa não era só passar pra me pegar, que elas não estavam muito a fim de sair. Fer, por outro lado, disse que ela queria sair sim, mas não queria ir tomar um café besta, que se não fôssemos dançar, era melhor nem sair. Eu fiz um pouco de sofredora, depois de tanto esperar por elas, mas no fim das contas, eu também já tinha perdido a vontade de sair. —Ok, falei, então qual é o plano?? Fer disse que uma cerveja e um pouco de música não cairiam nada mal. Pra mim, pareceu uma ideia muito boa. Pensei que, afinal, ainda poderia ver o Gerardo, passar um tempo com elas e um pouco mais tarde chamar ele. Saímos pra comprar tudo que precisávamos. Elas estavam meio alvoroçadas, especialmente a Fer, que quis comprar uma garrafa de uísque caso a cerveja acabasse. Eu disse que era demais pra nós três, e ela respondeu: “Melhor sobrar do que faltar.” Já de volta na minha casa, aumentamos o volume da música e abrimos a primeira cerveja. O tempo parecia não passar, e com o tempo, a conversa ficava mais animada, tanto que, sem perceber, a cerveja acabou. Fer foi na cozinha, pegou uns copos e disse que pra isso servia o uísque. Eu falei que tava bem, mas que a Andy parecia meio mal, que não parecia uma boa ideia ela continuar bebendo. Aí Andy respondeu que ela ficava Fora, que era hora dela ir embora, que no dia seguinte tinha que trabalhar. A Fer não queria que ela fosse, mas eu disse que tudo bem. Pedimos um táxi, e enquanto esperávamos, a Fer decidiu mandar uma mensagem pro namorado dela pra convidar ele. Eu falei pra ela: — Se você convida o seu, eu convido o meu, não quero ficar de vela. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra ele contando que a gente tinha ficado na minha casa e que surgiu uma reuniãozinha improvisada. Esperei um pouco pra ver se ele respondia, queria dar um tempo antes de ligar. Pensei que quando ele visse minha mensagem, com certeza me ligaria.
A campainha tocou e por um momento pensei que era o Gerardo. A Fer espiou pela janela e viu que o táxi que a gente tinha chamado pra Andy tinha chegado. Saímos com ela e ela se despediu. Quando entramos em casa, a Fer teve um gesto meio estranho, bom, estranho porque ela não costumava ter essas atitudes, pelo menos não comigo. Ela me pegou pela cintura e me deu um tapão na bunda ao mesmo tempo que falou: — Finalmente sozinhas, gatinha! Eu soltei uma gargalhada, achei muita graça porque a gente já tava um pouco alterada e a cerveja já tinha começado a fazer efeito. Ela me olhou e começou a rir, se levantou e disse: — Já chegou. Eu na hora pensei: "Quem?" lembrando que o namorado dela viria nos fazer companhia. Quando eles entraram em casa, falaram: — É, que pena que ela foi. Eu não conhecia o namorado da Fer, a única coisa que sabia dele é que se chamava Alejandro, parecia bem sério. Quando a Fer nos apresentou, eu esperava um aperto de mão ou algo assim, mas não, ele me abraçou como se me conhecesse há anos, me deu um beijo na bochecha e disse que era um prazer me conhecer e que eu era mais gostosa do que ele imaginava. Eu olhei pra Fer, pensando que ela ia ficar incomodada com o comentário, mas não, ela só respondeu: — É, ela é bem gostosa, enquanto me olhava de um jeito provocativo. Eu não sabia realmente o que tava rolando, achei que tava vendo errado, tentei não dar importância.
Segui como se nada, eles pareciam muito Relaxados, a conversa fluía tranquila. Olhei meu celular pra ver se tinha alguma chamada e sim, o Gerardo já tinha respondido minha mensagem, disse que tava saindo do trampo mas que já tava vindo pra minha casa. A Fer e o Alex perguntaram se ele ia chegar, eu respondi que sim, que já tava a caminho. A Fer falou que era uma notícia excelente, que assim a reunião ia deixar de ser tão chata, que o que faltava pra gente se animar era uns caras gostosos pra fazer companhia. Eu pensei que sim, que a reunião ia ser mais divertida se a gente estivesse os quatro.
Passou um tempo e a Fer levantou, me disse que eu tava muito séria e que o Gerardo tava demorando. Eu respondi que o trânsito devia ter pegado ele, embora tenha pensado que sim, que já devia ter chegado. Fiz uma careta de descontentamento, mas pensei que ele tinha me dito que viria e que com certeza chegaria a qualquer momento. Me acalmei e falei pra Fer que se ela fosse ficar ali parada até o Gerardo chegar, com certeza ia cansar. Quis levar as coisas na brincadeira e acho que funcionou. A Fer me disse que não ia esperar ele chegar pra sentar, mas que tava com vontade de subir no banheiro. Quando caminhou em direção às escadas, olhou pra trás e me disse com um sorriso no rosto: — Fica de olho, não deixa ele sozinho, vocês têm um momento pra se conhecer um pouquinho melhor. Vou demorar um pouco... E sem dizer mais nada, subiu. Eu fiquei com um enorme ponto de interrogação, pensei que realmente o álcool tava batendo nela. O Alex não parava de olhar minhas pernas e meu decote. Aqueles dois minutos antes de quebrar o silêncio foram os mais longos da noite. E aí, da boca dele saiu um: — Bom, acho que você não vai dizer nada. Não fica bolada não, a Fer costuma ser assim quando bebe. Eu disse que nunca tinha visto ela assim e que não tava assustada. Ele sorriu pra mim e falou: — Não se assusta? Nem um pouquinho? — Não, respondi, não tenho motivo, ou tenho? Ele disse que não. Levantou e sentou do meu lado, me elogiou a blusa, disse: que era muito gostosa, embora eu pudesse ver que os olhos dele não estavam exatamente na minha blusa – Mmmm não é a blusa, ele disse, é como você veste essa blusa, eu não esperava o segundo comentário, dava pra notar que eu tava afim dele pelo jeito que ele vinha me olhando, mas não esperava um comentário tão direto. Obrigada, respondi – Já tá demorando a Fer, vou ver se ela tá bem, quando eu tava quase levantando, ele colocou a mão na minha perna pra me segurar – Espera, ela disse que ia demorar um pouco e não faz nem 5 minutos que subiu, vamos dar mais um tempinho – Tá bom, respondi tirando a mão dele da minha perna de um jeito sutil, nessa altura eu já tava bem nervosa, com a mão dele na minha perna e o olhar nos meus peitos, não sei o que tinha no olhar dele que começava a me excitar… Meu celular tocou, era o Gerardo, ele disse que tava lá fora e se eu podia sair pra abrir, falei pro Alex me desculpar um momento que já voltava. Alex respondeu de um jeito sexy – Tá bom, por favor não demora… isso me excitou um pouco, não sei se pelo álcool, pelos olhares dele, ou pelo jeito que ele falou, talvez fosse tudo junto. Saí e quando vi o Gerardo não consegui evitar abraçar ele e beijar como se o mundo fosse acabar, ele não se surpreendeu nada, me pegou pela cintura e devagar desceu uma das mãos tocando minha bunda, isso me excitou ainda mais, tão perto nossos corpos eu senti que ele também começava a se excitar, peguei na mão dele esperei um momento pra me acalmar, falei que a Fer tava no banheiro e contei do comentário que ele tinha feito antes de subir, pareceu não se incomodar, até sorriu, e perguntou se a gente já tinha socializado mais, eu ri e falei que a gente tava se conhecendo, quando entrei o Alex tava na cozinha, tinha levantado pra pegar gelo, apresentei os dois e ofereci algo pra beber pro Gerardo, não sabia o que dizer, felizmente a Fer desceu, viu o Gerardo e cumprimentou ele, eles já se conheciam, os Já tinha me apresentado em alguma ocasião, embora nunca tivesse rolado a oportunidade de sairmos pra algum lugar. Fer falou pro Gerardo que fazia muito tempo desde a última vez que se viram, que ele tava bem gostoso. Ele sorriu e agradeceu pelo elogio. Fer chegou perto de mim e perguntou se eu dava um gole da minha bebida. Eu respondi que sim. Quando eu tava entregando o copo, ela não conseguiu pegar direito e derramou, respingando na minha roupa. Todo mundo começou a rir. — Essa bagunça quem limpa é você, falei. Acho que vou ter que me trocar. Ela disse que a calça dela também tava respingada e perguntou se eu podia emprestar uma. Pra sorte dela, somos do mesmo manequim, então falei que sim. Alex levantou e disse que enquanto a gente subia, ele limpava. — Sobe pra se trocar, não se preocupa. Enquanto vocês sobem, a gente limpa — falou Gerardo. Também não é nenhum bicho de sete cabeças. Dito isso, a gente pegou a palavra deles e subiu pro meu quarto. Lá dentro, comecei a procurar alguma coisa que a gente pudesse usar, mas Fer se adiantou e disse que seria um gesto bonito a gente se arrumar pros caras, já que eles tão limpando nossa bagunça tão gentilmente. Eu pensei que a gente já tava arrumada e que não fazia sentido se a gente não ia sair, mas acreditei que o Gerardo ia adorar a ideia. Então falei que sim. Ela pegou um vestido azul que sempre gostou. Eu, por minha vez, peguei um vestido preto, justinho, com uma abertura pequena nas costas. Quando eu ia entrar no banheiro pra me trocar, Fer perguntou pra onde eu ia. — Me trocar — falei. — A gente já se viu de biquíni — respondeu. — E é basicamente a mesma coisa, não é? Ela tinha razão, em várias ocasiões a gente se viu de biquíni, mas não de lingerie. E eu acho que não é a mesma coisa, mas é a Fer, pensei comigo mesma. Comecei a tirar a blusa, depois a calça. O vestido era bem justinho e minha roupa íntima marcava. Optei por usar uma fio-dental, combinava melhor com o vestido. Quando fui abotoar, tava difícil. Pedi um tempinho no trabalho e chamei a Fer pra me ajudar. Ela chegou perto de mim e falou que aquele vestido realmente me valorizava. Eu disse que o vestido azul que ela tinha escolhido também ficava muito bom nela. Brinquei um pouco, falei que ficava melhor em mim, mas que nela não ficava nada mal. Enquanto a gente estava parada na frente do espelho, ela me olhou, me segurou pela cintura e, sem eu esperar nem por um segundo, me beijou. Eu desliguei naquele momento e também beijei ela. Ela me olhou e me beijou de novo, disse que tinha passado a noite toda se segurando, mas que não aguentava mais. Chegou perto e começou a me beijar de novo, me segurou pela cintura, passou a mão um pouco na minha bunda. Eu deixei, já tava tão excitada que preferi não pensar. Sentia as mãos dela me tocando e aquilo me dava tesão. Meu vestido era meio curto, senti ela deslizando devagar as mãos até chegar nas minhas pernas. Quando ela tentou me tocar entre elas, eu parei. Respirei fundo e falei que não, que esperasse. Ela me olhou, sorriu e disse que tudo bem. — Vamos lá pra baixo, eles devem estar achando que a gente demorou demais. Respirei de novo antes de sair do quarto. Por um momento, pensei que tava sonhando, mas não, era real. Eu tinha ficado beijando minha amiga. Quando descemos, encontramos os caras conversando. Quando nos viram, deu pra perceber que eles gostaram da troca de roupa. Gerardo me olhava de um jeito que, por mais que eu tentasse me acalmar, não conseguia. Minha temperatura tava a mil. Ele disse que eu tava linda, que amava como minhas pernas ficavam naquele vestido. Eu olhei pra ele e falei que a Fer e o Alex estavam ali. Eles responderam que por eles não tinha problema nenhum. Alex disse que a gente tinha demorado, mas que valeu a espera. Fer sentou do meu lado. Eu comentei que ela ia deixar o Alex sozinho. Ela respondeu que sozinho ele não tava, e ele disse que não ligava, que além do mais a gente ficava muito bem sentadas juntas. A gente ficou conversando um tempo. Eu me sentia estranha sentada no meio dos dois. Gerardo me provocava. pra que eu dançasse com a Fer. Nesse momento, parei de pensar e só quis me deixar levar. Peguei na mão da Fer e começamos a dançar, cada vez ela chegava mais perto de mim, e sem se importar que nossos namorados estivessem ali, ela me beijou. Eu correspondi ao beijo, peguei Gabriel pela mão e puxei ele pra perto de mim. A Fer colocou ele no meio da gente e, enquanto ele e eu nos beijávamos, ela começou a me tocar. Alex se levantou, ficou atrás dela e começou a tocar ela. Parecia que a gente não estava ali. Ele levantou o vestido dela e enfiou a mão entre as pernas dela. Eu olhava e, quanto mais ele fazia, mais eu ficava excitada. Gabriel começou a apertar meus peitos. Enfiei a mão na calça dele e comecei a tocar ele. Senti o pau dele na minha mão e, sem pensar, desabotoei a calça dele. Sentei ele no sofá e comecei a tirar meu vestido devagar. A Fer fez o mesmo com o Alex. Sentados, os dois nos olhavam. A Fer se aproximou do Gerardo e começou a abaixar a calça dele. Alex me sentou no colo dele e começou a me beijar. Passava as mãos por todo o meu corpo, chegou nas minhas pernas e começou a me acariciar com a mão. Olhei pro Gerardo. A Fer estava ajoelhada, tocando o pau dele enquanto ele via o Alex beijando meus peitos. De repente, a Fer se levantou, foi até onde eu estava e começou a me beijar. Passou os lábios pelo meu pescoço, descendo até meus peitos, mordendo meus bicos, passando pela minha barriga e chegando até minha buceta. Enfiou os dedos e me lambeu. Comecei a gemer. Alex aumentou um pouco mais o volume da música. Gerardo se levantou. Ficou na minha frente, segurou minha cabeça e enfiou o pau gostoso e delicioso dele na minha boca. Levantei a Fer, nos beijamos e depois começamos a beijar o Gerardo. Quando deixei o pau dele completamente molhado, sentei em cima dele, de costas. A Fer continuava brincando com os dedos dela enquanto dava umas lambidinhas no Gerardo. Alex ficou atrás da Fer e meteu tão gostoso que eu pude ouvir ela gemer. Me virei pra ficar de frente pro Gerardo. Ele tocava e beijava meus peitos. Eu gemia de prazer. Sentia que a qualquer momento ia me molhar, tava excitada demais. Levantei e me acomodei no sofá, abrindo as pernas e fiquei de quatro. O Gerardo ficou atrás de mim, tocando minha buceta, sentindo o quanto eu tava molhada, me segurou pela cintura e começou a meter. O Alex ficou na minha frente, se tocando enquanto olhava pra gente, chegou perto, me beijou e enfiou o pau na minha boca. Comecei a chupar, tão gostoso. O Fer se ajeitou debaixo de mim, brincava e mordia meus peitos, eu não parava de gemer. Tudo era tão gostoso, cheguei no auge da excitação e acabei gozando. Senti o Gerardo gozar no meu cuzinho, mas eu queria mais. O Alex levantou o Fer e começou a meter nele de um jeito selvagem. Eu fiquei de joelhos na frente do Gerardo, queria chupar ele até fazer gozar na minha boca. Comecei chupando a pontinha e devagar fui enfiando até o fundo da minha garganta. Ele me segurou com mais força e, com ele bem no fundo, senti ele gozar. Tirei um pouco, ainda tava saindo um pouco de porra e com minha língua limpei. No fim, estávamos todos pelados, não sabia como a gente tinha ido tão longe. A única coisa que sabia é que tinha gostado, e muito, tanto que não descarto a ideia de isso se repetir.
5 comentários - Fim de semana gostoso
Excelente fiesta se armaron