Com a Natalia, a gente tem uma relação de amigos com benefícios. Com o tempo, as noites de visita na casa dela foram aumentando e, por consequência, as fodas ficaram mais constantes. Uma tarde de quarta-feira, ela me liga e fala que tinha combinado com as amigas do vôlei de se encontrar no sábado, e que queriam comer um churrasco. Aí ela me pergunta se eu podia assar a carne na churrasqueira e também cuidar de comprar tudo... bebidas, carne, etc., e que depois me pagariam quando fizesse a "conta final". Eu disse que sim, sem problema. A casa da Naty tinha um fundo enorme, com churrasqueira, piscina e, claro, quadra de vôlei. Ideal pra se reunir com amigos. Perguntei quantas viriam, pra calcular quanto devia comprar. "Somos quatro, as que mais se dão bem." "Beleza, eu cuido disso", respondi.
No sábado, às nove, eu tava na casa da Natalia. A mina tava me esperando. Ela costuma dormir com um shortinho branco, justo, que marca tuuuudo! A bunda monumental e os lábios da buceta que fariam parar a pica até de um morto! Não consegui evitar e encostei nela, demos um beijo de língua e minha mão tentava agarrar toda aquela raba! Paramos por aí, não sei como aguentei e não comi ela. Deixei a Naty e fui preparar tudo. Umas 11:00 chegaram as minas, vieram todas juntas no carro de uma delas. Eu conhecia todas, porque a Natalia já tinha me apresentado antes. Três estavam de shortinho e uma de legging, três com uma bunda gostosa, uma nem tanto, mas tinha uns olhos verdes de puta que é uma mãe. Festival de raba e buceta pra vista.
Eram todas gente boa e de vez em quando chegavam perto da churrasqueira pra ver como tava o andamento. Brenda, uma das amigas da Naty, chegou perto de mim pra conversar. O pai dela tinha um negócio de insumos de informática e tava precisando de um motorista à tarde pra fazer as entregas nos lugares que compravam no atacado. A Natalia tinha comentado que eu tava à toa à tarde e perguntou se ela queria me oferecer o trampo. A Brenda me deu um panorama de como era o esquema e disse "foda". Me passa seu número, depois me responde." Ela estava atendendo o local. "Fala, depois te respondo", falei.
Almoçamos e foi muito bom! A Naty pediu uma salva de palmas pro churrasqueiro, e eu pensei: "por que não me chupam a pica em agradecimento?" haha, de tanto olhar, já tinha subido! Depois pintou piscina, todas de biquíni... e aí, obviamente, partida de vôlei. Eu não sabia pra onde olhar, olhava pra um lado, bunda, olhava pro outro, bunda, mais uma olhada, peitos! Nossa, uma loucura! A Naty falava baixinho: "filho da puta, fala que não é meu namorado, senão te mato, viadooo" "você olha elas de cima a baixo" "puto"!! Haha, a mina é foda! Uma hora ela falou: "mas tô um pouco ciumenta, não vai se achar não"! Mas fazer o quê, o nosso era só foda e das melhores.
Pouco depois, as minas quiseram chimarrão e eu me ofereci pra ir esquentar água pra garrafa térmica. "Vou com você", disse a Brenda. "Como quiser", respondi. Com a Brenda, a gente tinha trocado olhares durante o almoço e enquanto ela jogava vôlei e eu olhava da piscina.
"Você vai vir trabalhar?", começou a conversa a Brenda. "Se eu te ver todo dia, com certeza", falei. "Você acha?", respondeu dando uma gargalhada.
"Mas você não tá com a Nata?", me perguntou a loirinha, e aí expliquei como era minha relação com a amiga/companheira de vôlei dela.
"Você é brabo, hein", disse. "Você também não se acanha, hein", rebati. Tava tudo encaminhado, joguei a isca e ela não se acovardou. Terminamos de encher as garrafas e ela falou: "vem em casa à noite, te espero". A Brenda me contou que tinha um aniversário de família à noite, mas que ia falar pros pais que tava cansada e assim escapava de ir com eles. A Brenda era loira, carinha sardenta, bunda gostosa, peitos feitos... muito apetitosa.
Umas 19:30 as meninas começaram a arrumar as coisas, a Brendinha me seguia com o olhar tipo: não esquece de ir em casa! Óbvio que eu ia, não podia perder de explorar aquelas curvas. Antes de ir, conversei com a Naty, ela queria que eu ficasse, mas falei que era melhor eu ir porque Tava cansado. Já teria tempo de voltar a comer a Natalia, com a russinha Brenda, não sabia se ia ter outra chance!
22:00 já tava pronto, banhado e já imaginando situações com a loira. Mandei msg perguntando "Brenda, como cê tá?" "Que horas eu vou?" Ela confirmou e respondeu "vem agora, vou te passar o endereço". Seguindo as coordenadas, em 20' tava tocando a campainha. Brenda abre a porta, vestida com um vestido solto, curto, deixando à mostra umas pernas brilhantes e esbeltas. Não me surpreendeu, já que tinha dado uma olhada nelas a tarde toda, hehe. Me fez entrar e sentar no sofá da sala, bem confortável por sinal.
"Vamos tomar algo?" "Fala, o que você quiser". Abriu uma Corona bem gelada, serviu e sentou do meu lado. A gente conversava e se olhava com vontade, até que não aguentei mais e falei: "por que você é tão gostosa, Loira!!". Ela começou a rir e respondeu "gosto de me cuidar e graças a Deus a natureza me deu esse corpinho, menos isso" enquanto apertava os peitos com as mãos.
Me aproximei e fui direto pro pescoço, percorri devagar com a ponta da língua, ela se arrepiou e se jogou pra trás. As lambidas já tavam fazendo efeito, Brenda aos poucos ia abrindo as pernas e gemendo mais forte! A russinha tomou a iniciativa, começou a me beijar fundo, molhado e com muita língua, ficamos assim um tempão até que Brenda se levantou na minha frente e, olhando fixo, disse "tudo isso é seu". Levantou o vestido e me mostrou seus atributos, uma bunda maravilhosa e uns peitos bem empinados com mamilos rosados! Tava de calcinha minúscula, apertada marcando os lábios da buceta, dava pra ver uma auréola, sinal de que Brenda já tava no ponto. Enquanto a russa tirava a tanga, eu já sem calça olhava pra ela e me masturbava devagar, e a cada sobe e desce a cabeça da pica ficava mais molhada. Brenda se inclinou na minha frente e foi direto na minha pica, pegou com uma mão e, olhando fixo, começou a me bater uma. "Nossa, que gostoso, Vou engolir e comer tudiiiinho" — exclamou com voz extasiada. Levou à boca e começou a lamber de um jeito foda, beijando a cabeça e lambendo com a ponta da língua. Deixou ela toda babada e aí engoliu até o fundo, quando tirava, cuspia de novo e, misturado com meu fluxo, escorria toda entre os lábios! Eu, já em outro mundo, dizia: "Rusinha, como você chupa bem essa pica, olha como deixou ela dura pra caralho..." "Uff, sim, gato, quero ela assim, bem durinha..." — foi a resposta dela. Pegou minha mão e falou: "Vamos pra cama, não aguento mais, quero transar jáááá."
Jogados na cama, nos ajeitamos e começamos um 69 infernal! Brenda arrumou a buceta e o cu na minha cara. Toda aberta pra mim, comecei meu trampo. Chupei o cu dela enquanto a russa se mexia, gozando e gemendo. Foi a vez da buceta dela: afundei minha língua devagar, imitando o movimento da pica. Saboreava e metia a língua cada vez mais fundo. Deixava a buceta e ia lubrificar o cu com saliva, besuntei bem e meti o dedo. Brenda exclamou: "Uauuuu, gato, sim!" "Mete o dedo e continua chupando minha buceta." Sem hesitar, obedeci, enquanto ela continuava de boca na minha porra. Chupava e lambia, me dando um prazer extremo. Nós dois nos contorciamos de tesão!
Já era hora de ir pra foda, não dava mais pra esperar! A sardenta mediu minha pica, aproximou a buceta pelada e, aos poucos, foi engolindo. Quando me dei conta, já tinha enterrado tudo. A dureza da minha pica era extrema, e Brenda me fazia saber: "Assim que eu gosto, Pablo, fura esse ferro duro e quente em mim."
Nossas partes íntimas eram um mar de fluxo, completamente encharcados. A russa se esfregava devagar, curtindo cada movimento. Eu sentia como a buceta dela apertava cada vez mais minha pica, cavalgava de olhos fechados, enquanto eu amassava aquele par de tetas duras e lindas! Apertava os bicos, e a russa delirava.
"Qualquer hora eu gozo" — sussurrou pra mim. "Vai, se mexe e goza" — falei como conselho. Começou a movendo forte e constante, enquanto gemia como uma louca. O vai e vinha era inacreditável, sentia que a qualquer momento arrancava minha pica. Brenda estava a um passo de gozar... gritou "acabou Paul" "me dá pica"!. "Toda sua, já tá toda dentro". Ela se mexeu e num instante gozou aos berros! Se contorcia e gemia sem parar! "Tô morrendo" dizia. "Goza, gata, gozaaa"! Depois do transe, caiu desabada no meu peito, esmagando aquele par de tetas de luxo. Falei pra ela "agora é minha vez, quero gozar nas suas tetas". "Sim, o que você quiser" ela respondeu! Ajeitamos as posições e me preparei pra encher ela de porra! A gente se olhava fixo, mordendo os lábios, eu me punhetava e Brenda mandava eu continuar até o fim. "Não para, quero tudo aqui" enquanto amassava os peitos e lambia os bicos. Isso, gata, já vem, eu dizia com voz entrecortada! "Vou te encher" e na hora explodi! A quantidade era grande e saía com força, batendo nas tetas. Brendinha pedia mais e lambia o que eu ia soltando da minha pica. Que prazer! A imagem daquelas tetas me deixava com muito tesão! Depois de recuperados, a russa falou "você ainda não vai, enquanto eu procuro algo pra me entreter, se recupera". Ela se levantou e foi até uma gaveta do guarda-roupa, abriu e tirou um vibrador. "Você vai sentar ali e olhar" me ordenou e me mandou pro pufe que tinha no quarto. Fiz o que ela pediu, enquanto Brenda se deitava na beirada da cama. Abriu as pernas e começou a se tocar, enfiava um, dois e três dedos. Tirava eles molhados e enfiava no cu. Pegou o vibrador e começou a roçar no buraco do rabo. Deixou na entrada e devagar foi introduzindo, cada centímetro que enfiava arrancava gemidos de prazer dela. Diante de uma cena dessas, minha rola foi ganhando vida e depois de um tempo inchou de novo. Brenda tinha conseguido o objetivo, me deixar pronto pra comer ela de novo. "Pronto, neném?" Exclamou. "Agora quero no cu, chega de vibrador quero seu pedaço!". Ela virou e deixou a bunda à minha mercê. A A vista era impressionante, uma bunda deliciosa. Me aproximei e comecei a tocar, percorri ela inteira, acariciando tudo! A russinha estava adorando e, quase como uma ordem, disse: "Chupa meu cu!". Foi o que fiz! Brincava com minha língua naquele buraco gostoso, enfiava a língua até o fundo e, a cada pausa, cuspia e metia os dedos pra dilatar e começar a penetração!
Peguei ela pelos ombros e me posicionei pra meter. Brenda virou o rosto procurando minha boca e trocamos um puta beijo de língua.
"Não espera mais, mete logo, neeenee!" Arremetei minha pica contra o buraco, apoiei e enfiei a ponta da cabeça, tava difícil de entrar. A russinha empurrava a bunda pra trás, ajudando a enterrar. Fui bombando devagar até meter tudo. Que delícia de gozar! Brenda gritava a cada estocada minha e dizia "Isso, me dá tudo! Assim forte, não para!" Eu falava "Pecosinha, se eu já não olhava tua bunda quando ia ver vocês jogar, que rabo lindo, nena!". Fui acelerando o movimento pra soltar toda a porra dentro, aquele cu apertava e eu sentia o formigamento chegando!
"Me enche, vai, quero leiteeeee, mexe!" Bombeei mais uma vez e explodiiii! "Aí está, nena, tudoooo dentro". Nós dois delirávamos durante a gozada. Tirei a pica, enquanto observava a Brendita fazendo força pra fora pra sair o sêmen. Beijo de língua e descanso.
Nos acomodamos na cama e, sorrindo, falei "E aquele negócio do trabalho..?? Jejeje...
No sábado, às nove, eu tava na casa da Natalia. A mina tava me esperando. Ela costuma dormir com um shortinho branco, justo, que marca tuuuudo! A bunda monumental e os lábios da buceta que fariam parar a pica até de um morto! Não consegui evitar e encostei nela, demos um beijo de língua e minha mão tentava agarrar toda aquela raba! Paramos por aí, não sei como aguentei e não comi ela. Deixei a Naty e fui preparar tudo. Umas 11:00 chegaram as minas, vieram todas juntas no carro de uma delas. Eu conhecia todas, porque a Natalia já tinha me apresentado antes. Três estavam de shortinho e uma de legging, três com uma bunda gostosa, uma nem tanto, mas tinha uns olhos verdes de puta que é uma mãe. Festival de raba e buceta pra vista.
Eram todas gente boa e de vez em quando chegavam perto da churrasqueira pra ver como tava o andamento. Brenda, uma das amigas da Naty, chegou perto de mim pra conversar. O pai dela tinha um negócio de insumos de informática e tava precisando de um motorista à tarde pra fazer as entregas nos lugares que compravam no atacado. A Natalia tinha comentado que eu tava à toa à tarde e perguntou se ela queria me oferecer o trampo. A Brenda me deu um panorama de como era o esquema e disse "foda". Me passa seu número, depois me responde." Ela estava atendendo o local. "Fala, depois te respondo", falei.
Almoçamos e foi muito bom! A Naty pediu uma salva de palmas pro churrasqueiro, e eu pensei: "por que não me chupam a pica em agradecimento?" haha, de tanto olhar, já tinha subido! Depois pintou piscina, todas de biquíni... e aí, obviamente, partida de vôlei. Eu não sabia pra onde olhar, olhava pra um lado, bunda, olhava pro outro, bunda, mais uma olhada, peitos! Nossa, uma loucura! A Naty falava baixinho: "filho da puta, fala que não é meu namorado, senão te mato, viadooo" "você olha elas de cima a baixo" "puto"!! Haha, a mina é foda! Uma hora ela falou: "mas tô um pouco ciumenta, não vai se achar não"! Mas fazer o quê, o nosso era só foda e das melhores.
Pouco depois, as minas quiseram chimarrão e eu me ofereci pra ir esquentar água pra garrafa térmica. "Vou com você", disse a Brenda. "Como quiser", respondi. Com a Brenda, a gente tinha trocado olhares durante o almoço e enquanto ela jogava vôlei e eu olhava da piscina.
"Você vai vir trabalhar?", começou a conversa a Brenda. "Se eu te ver todo dia, com certeza", falei. "Você acha?", respondeu dando uma gargalhada.
"Mas você não tá com a Nata?", me perguntou a loirinha, e aí expliquei como era minha relação com a amiga/companheira de vôlei dela.
"Você é brabo, hein", disse. "Você também não se acanha, hein", rebati. Tava tudo encaminhado, joguei a isca e ela não se acovardou. Terminamos de encher as garrafas e ela falou: "vem em casa à noite, te espero". A Brenda me contou que tinha um aniversário de família à noite, mas que ia falar pros pais que tava cansada e assim escapava de ir com eles. A Brenda era loira, carinha sardenta, bunda gostosa, peitos feitos... muito apetitosa.
Umas 19:30 as meninas começaram a arrumar as coisas, a Brendinha me seguia com o olhar tipo: não esquece de ir em casa! Óbvio que eu ia, não podia perder de explorar aquelas curvas. Antes de ir, conversei com a Naty, ela queria que eu ficasse, mas falei que era melhor eu ir porque Tava cansado. Já teria tempo de voltar a comer a Natalia, com a russinha Brenda, não sabia se ia ter outra chance!
22:00 já tava pronto, banhado e já imaginando situações com a loira. Mandei msg perguntando "Brenda, como cê tá?" "Que horas eu vou?" Ela confirmou e respondeu "vem agora, vou te passar o endereço". Seguindo as coordenadas, em 20' tava tocando a campainha. Brenda abre a porta, vestida com um vestido solto, curto, deixando à mostra umas pernas brilhantes e esbeltas. Não me surpreendeu, já que tinha dado uma olhada nelas a tarde toda, hehe. Me fez entrar e sentar no sofá da sala, bem confortável por sinal.
"Vamos tomar algo?" "Fala, o que você quiser". Abriu uma Corona bem gelada, serviu e sentou do meu lado. A gente conversava e se olhava com vontade, até que não aguentei mais e falei: "por que você é tão gostosa, Loira!!". Ela começou a rir e respondeu "gosto de me cuidar e graças a Deus a natureza me deu esse corpinho, menos isso" enquanto apertava os peitos com as mãos.
Me aproximei e fui direto pro pescoço, percorri devagar com a ponta da língua, ela se arrepiou e se jogou pra trás. As lambidas já tavam fazendo efeito, Brenda aos poucos ia abrindo as pernas e gemendo mais forte! A russinha tomou a iniciativa, começou a me beijar fundo, molhado e com muita língua, ficamos assim um tempão até que Brenda se levantou na minha frente e, olhando fixo, disse "tudo isso é seu". Levantou o vestido e me mostrou seus atributos, uma bunda maravilhosa e uns peitos bem empinados com mamilos rosados! Tava de calcinha minúscula, apertada marcando os lábios da buceta, dava pra ver uma auréola, sinal de que Brenda já tava no ponto. Enquanto a russa tirava a tanga, eu já sem calça olhava pra ela e me masturbava devagar, e a cada sobe e desce a cabeça da pica ficava mais molhada. Brenda se inclinou na minha frente e foi direto na minha pica, pegou com uma mão e, olhando fixo, começou a me bater uma. "Nossa, que gostoso, Vou engolir e comer tudiiiinho" — exclamou com voz extasiada. Levou à boca e começou a lamber de um jeito foda, beijando a cabeça e lambendo com a ponta da língua. Deixou ela toda babada e aí engoliu até o fundo, quando tirava, cuspia de novo e, misturado com meu fluxo, escorria toda entre os lábios! Eu, já em outro mundo, dizia: "Rusinha, como você chupa bem essa pica, olha como deixou ela dura pra caralho..." "Uff, sim, gato, quero ela assim, bem durinha..." — foi a resposta dela. Pegou minha mão e falou: "Vamos pra cama, não aguento mais, quero transar jáááá."
Jogados na cama, nos ajeitamos e começamos um 69 infernal! Brenda arrumou a buceta e o cu na minha cara. Toda aberta pra mim, comecei meu trampo. Chupei o cu dela enquanto a russa se mexia, gozando e gemendo. Foi a vez da buceta dela: afundei minha língua devagar, imitando o movimento da pica. Saboreava e metia a língua cada vez mais fundo. Deixava a buceta e ia lubrificar o cu com saliva, besuntei bem e meti o dedo. Brenda exclamou: "Uauuuu, gato, sim!" "Mete o dedo e continua chupando minha buceta." Sem hesitar, obedeci, enquanto ela continuava de boca na minha porra. Chupava e lambia, me dando um prazer extremo. Nós dois nos contorciamos de tesão!
Já era hora de ir pra foda, não dava mais pra esperar! A sardenta mediu minha pica, aproximou a buceta pelada e, aos poucos, foi engolindo. Quando me dei conta, já tinha enterrado tudo. A dureza da minha pica era extrema, e Brenda me fazia saber: "Assim que eu gosto, Pablo, fura esse ferro duro e quente em mim."
Nossas partes íntimas eram um mar de fluxo, completamente encharcados. A russa se esfregava devagar, curtindo cada movimento. Eu sentia como a buceta dela apertava cada vez mais minha pica, cavalgava de olhos fechados, enquanto eu amassava aquele par de tetas duras e lindas! Apertava os bicos, e a russa delirava.
"Qualquer hora eu gozo" — sussurrou pra mim. "Vai, se mexe e goza" — falei como conselho. Começou a movendo forte e constante, enquanto gemia como uma louca. O vai e vinha era inacreditável, sentia que a qualquer momento arrancava minha pica. Brenda estava a um passo de gozar... gritou "acabou Paul" "me dá pica"!. "Toda sua, já tá toda dentro". Ela se mexeu e num instante gozou aos berros! Se contorcia e gemia sem parar! "Tô morrendo" dizia. "Goza, gata, gozaaa"! Depois do transe, caiu desabada no meu peito, esmagando aquele par de tetas de luxo. Falei pra ela "agora é minha vez, quero gozar nas suas tetas". "Sim, o que você quiser" ela respondeu! Ajeitamos as posições e me preparei pra encher ela de porra! A gente se olhava fixo, mordendo os lábios, eu me punhetava e Brenda mandava eu continuar até o fim. "Não para, quero tudo aqui" enquanto amassava os peitos e lambia os bicos. Isso, gata, já vem, eu dizia com voz entrecortada! "Vou te encher" e na hora explodi! A quantidade era grande e saía com força, batendo nas tetas. Brendinha pedia mais e lambia o que eu ia soltando da minha pica. Que prazer! A imagem daquelas tetas me deixava com muito tesão! Depois de recuperados, a russa falou "você ainda não vai, enquanto eu procuro algo pra me entreter, se recupera". Ela se levantou e foi até uma gaveta do guarda-roupa, abriu e tirou um vibrador. "Você vai sentar ali e olhar" me ordenou e me mandou pro pufe que tinha no quarto. Fiz o que ela pediu, enquanto Brenda se deitava na beirada da cama. Abriu as pernas e começou a se tocar, enfiava um, dois e três dedos. Tirava eles molhados e enfiava no cu. Pegou o vibrador e começou a roçar no buraco do rabo. Deixou na entrada e devagar foi introduzindo, cada centímetro que enfiava arrancava gemidos de prazer dela. Diante de uma cena dessas, minha rola foi ganhando vida e depois de um tempo inchou de novo. Brenda tinha conseguido o objetivo, me deixar pronto pra comer ela de novo. "Pronto, neném?" Exclamou. "Agora quero no cu, chega de vibrador quero seu pedaço!". Ela virou e deixou a bunda à minha mercê. A A vista era impressionante, uma bunda deliciosa. Me aproximei e comecei a tocar, percorri ela inteira, acariciando tudo! A russinha estava adorando e, quase como uma ordem, disse: "Chupa meu cu!". Foi o que fiz! Brincava com minha língua naquele buraco gostoso, enfiava a língua até o fundo e, a cada pausa, cuspia e metia os dedos pra dilatar e começar a penetração!
Peguei ela pelos ombros e me posicionei pra meter. Brenda virou o rosto procurando minha boca e trocamos um puta beijo de língua.
"Não espera mais, mete logo, neeenee!" Arremetei minha pica contra o buraco, apoiei e enfiei a ponta da cabeça, tava difícil de entrar. A russinha empurrava a bunda pra trás, ajudando a enterrar. Fui bombando devagar até meter tudo. Que delícia de gozar! Brenda gritava a cada estocada minha e dizia "Isso, me dá tudo! Assim forte, não para!" Eu falava "Pecosinha, se eu já não olhava tua bunda quando ia ver vocês jogar, que rabo lindo, nena!". Fui acelerando o movimento pra soltar toda a porra dentro, aquele cu apertava e eu sentia o formigamento chegando!
"Me enche, vai, quero leiteeeee, mexe!" Bombeei mais uma vez e explodiiii! "Aí está, nena, tudoooo dentro". Nós dois delirávamos durante a gozada. Tirei a pica, enquanto observava a Brendita fazendo força pra fora pra sair o sêmen. Beijo de língua e descanso.
Nos acomodamos na cama e, sorrindo, falei "E aquele negócio do trabalho..?? Jejeje...
18 comentários - Churrasco e vôlei na casa da Natalia..!
Van +10 y seguí así
Sería muy bueno que aportes fotos
Abrazo !