O namorado negro da minha irmã 1

Vocês podem visitar meu novo blog em construção, onde vou postar novos contos toda semana. http://relatosfl.wordpress.comMeu nome é Julia, tenho 35 anos. Sou dona de casa, já que meu marido recebe um salário que nos permite viver confortavelmente, então decidimos que, dada a situação do mercado de trabalho atualmente, eu ficaria em casa. Até três anos atrás, eu trabalhava como gerente de Recursos Humanos em uma empresa de limpeza. Fisicamente, sou baixinha, 1,58m de altura, e embora seja morena de cabelo natural, estou com ele tingido de avermelhado. Meus olhos são verde-escuros, e tenho um físico, mesmo que seja feio eu dizer, muito bonito, mesmo sem ser uma modelo. Tenho uma cintura fina, uma bunda da qual tenho orgulho, com quase nenhuma celulite, e uso sutiã tamanho 95. Sou casada há 8 anos. Moro em Madri há 5 anos, e não tenho filhos. Meu marido e eu achamos que não é o melhor momento, já que ele passa a maior parte do tempo fora de casa, às vezes por semanas. Hoje, inclusive, ele viajou de novo, já que é gerente regional de uma concessionária e isso o faz estar em reuniões continuamente, então passo muito tempo sozinha.

Justamente hoje, minha irmã Clara vem ficar alguns dias comigo, ao saber que eu ficaria uma semana sozinha, para me fazer companhia e me ajudar no que puder. A verdade é que estou muito animada para vê-la, faz um ano que não nos vemos e estou com vontade de relembrar os velhos tempos.

Às 11:00, fui ao supermercado fazer compras, para ter de tudo e não faltar nada durante a estadia da minha irmã. Quando cheguei em casa, fui trocar os lençóis do quarto de hóspedes, onde temos uma cama, que inclusive arrumei para as visitas dela.

Me vesti para a ocasião com um vestido azul que chegava um pouco acima da metade da coxa, com alcinhas, e deixei meu cabelo solto, embora normalmente em casa eu use rabo de cavalo e roupas mais simples, como leggings, camisolas, camisetas longas ou até as camisas do meu marido como se fossem camisolas.

Às 13:00, a campainha tocou, então me apressei para abrir. Quando abri a porta, lá estava... minha irmã estava lá, e vinha acompanhada por um cara negro enorme de uns 38 anos, devia ter 1,90 de altura, com um corpo imponente e a cabeça raspada, com um certo atrativo. Ao lado dele minha irmã parecia minúscula, já que ela tem a mesma altura que eu, de corpo somos iguais, embora ela tenha um pouco mais de peito, cabelo loiro bem claro e olhos verdes. Ela também vestia um vestido de gaze que chegava até os joelhos, nós duas temos pernas lindas para mostrar, vamos ser sinceras, e ela estava com um rabo de cavalo alto.

— Julia! — exclamou minha irmã ao me ver, se atirando sobre mim para me dar dois beijos e um abraço.
— Clara, querida, você está linda! — respondi enquanto nos fundíamos em um abraço.
— Você também está gata pra caramba — ela me disse.
— Ah, muito obrigada — respondi com um gesto provocante e um sorriso, olhando de soslaio para o homem que a acompanhava.
— Olha, te apresento o Kevin, meu namorado — disse minha irmã.

O negrão se aproximou de mim, imponente, e segurando minha cintura me deu dois beijos.

— Prazer — disse Kevin.
— Igualmente, mas entrem, não fiquem aí na porta — falei, me afastando para que passassem.

Uma vez dentro, minha irmã me explicou que eles estavam saindo há 5 meses, e que ele era natural da França mas tinha vivido muitos anos na Espanha, por isso falava espanhol perfeitamente, como se fosse sua língua materna.

Kevin me olhava de cima a baixo, principalmente para meus peitos, que balançavam no ritmo dos meus gestos. Eu às vezes olhava para ele enquanto falava para interagir com ele também na conversa, mas quando eu olhava, ele, sem vergonha nenhuma, continuava encarando meus peitos com uma expressão séria.

— Ei Julia, a gente não vai comer? — disse Kevin, sendo praticamente as primeiras palavras que saíam da boca dele e, desviando por um momento o olhar dos meus peitos, coisa que minha irmã nem tinha percebido.
— Ai, é verdade, desculpa! Que cabeça a minha! — respondi.
— Eu te ajudo — ele disse minha irmã, levantando-se e dando um beijo nos lábios grossos do Kevin, agarrando seu braço enorme, e o Kevin deu um tapa bem alto na bunda dela quando ela se inclinou na direção dele, sem se importar que eu estivesse na frente.
Nós nos levantamos e fomos para a cozinha, onde ficamos rindo e relembrando velhos momentos.
Pouco depois, o Kevin apareceu e ficou ao lado da minha irmã, amassando a bunda dela com a mão inteira enquanto conversava com ela. Ele pegou a cadeira que estava perto da minha irmã e sentou, ficando na altura das nádegas dela, levantou um pouco o vestido e deu um tapa sonoro que ecoou como um trovão, provocando uma risadinha da minha irmã, enquanto o Kevin continuava impassível.
Me sentindo um pouco desconfortável com a situação, sugeri que eles colocassem a comida nos pratos e preparassem os talheres, enquanto eu colocaria a toalha na mesa e arrumaria a sala para comermos ali, então fui para a sala respirando aliviada por me afastar daquela situação tão desconfortável.
Depois de 10 minutos, eles ainda não tinham vindo para a sala, então imaginei que talvez não estivessem encontrando algo ou estivessem meio perdidos, e fui até a cozinha para ver como estava indo. Antes de chegar lá, ouvi que estavam murmurando algo, não sei, olhei pela fresta da porta entreaberta e vi algo que me deixou petrificada. O Kevin estava sentado em uma das cadeiras, eu conseguia vê-lo de perfil, assim como minha irmã. Ele estava com as pernas abertas e seu membro para fora da calça, assim como seus enormes ovos. Aquela vara era descomunal, pelo menos para o que eu já tinha visto até então, com uns 23 cm e uma grossura enorme, já que o do meu marido não passava de 13 cm. Minha irmã estava entre as pernas dele, engolindo o membro, um pouco mais que a cabeça, e passava a mão de cima para baixo espalhando a saliva ao longo do tronco interminável, enquanto com a outra mão segurava seus enormes ovos negros em sua mãozinha pequena, parecendo ter dificuldades para fazer isso devido ao tamanho, já que com apenas... Essa rola tinha que estar chegando na garganta dela, pelos sons guturais que ela soltava. Enquanto isso, ele ficava sentado como se nada, olhando impassível pra minha irmã, com uma expressão muito séria, os braços pendendo pros lados, encarando ela fixamente.

— Engole mais, foxy!!! Mais fundo, mamona!!! — Kevin dizia sem se abalar.

— Aaaaaaaaaaggggggggghhhhhhhhh!!! Aaaaaaaaaaaagggghhhhhhhhh!!! — eram os sons que saíam da garganta da minha irmã, que abria a boquinha o máximo que podia e ela mesma tentava agradar o negrão fodendo a garganta dela, enquanto babas começavam a escorrer por todo o tronco até as bolas, se acumulando na base daquele pedaço de carne, pra depois escorrer pelos lados até chegar na base das bolas e formar fios grossos que pingavam no chão.

Kevin, enquanto minha irmã tentava engolir o máximo possível daquela pica, dava tapas no rostinho branco e delicado da minha querida irmãzinha, e de vez em quando agarrava a cabecinha dela com suas mãos enormes e virava a cabeça dela pra enfiar a cabecinha enorme na bochecha, criando um volume nela enquanto empurrava a cabeça pra baixo como se quisesse rasgá-la, desfigurando o rosto dela, e aproveitando o volume das bochechas pra dar palmadas nelas, olhando pra ela divertido enquanto zombava.

— Hahahahahaha, mas que cara de puta que você tem — disse, enquanto se aproximou do rosto dela pra cuspir, o que acertou a bochecha direita, e Kevin espalhou pela cara toda com a mão, deixando fios grossos espalhados pelo rosto.

— Quem tem as tetas maiores, foxy, sua irmã ou você?! — ele perguntou, me deixando petrificada, já que ele tava fazendo tudo na cozinha da minha casa, humilhando minha irmã mais nova dessa forma, puxando meu nome no meio pra ser ainda mais vexatório, se é que dava.

— Ii… irmã… aaa… — ela tentava vocalizar com o pauzão na boca.

— Não tô te entendendo, porca!!! Você tá babando que nem uma porca, esse é o seu lugar, de joelhos, chupando um cacau de chocolate do seu macho na cozinha da sua irmãzinha, gostosa!!! Tinha que ter vergonha mesmo!!! – disse Kevin, agarrando as finas alças do vestido da minha irmã, e com um puxão forte abaixando-as, enfiando as mãos dentro do decote e puxando os seios para fora pelos mamilos, deixando-os pendurados para fora, enquanto ele os esticava e sacudia bruscamente para os lados.

O contraste da minha irmã tão pequenina de joelhos na frente desse gigante negro com aquele membro era impressionante, mórbido.

– Amor, por favor, minha irmã pode chegar a qualquer momento – disse minha irmã, tirando por um momento o pedaço de carne da boca, que ficou ligado à sua boca por vários fios de baba grossa, que foram escorrendo até cair no seu queixo e seios, com Kevin recolhendo-a com os dedos sem ouvir o que minha irmã dizia e esfregando-a por todo o rosto dela.

Vi Kevin se levantar da cadeira, com seu pau descomunal e as bolas penduradas, e ir até o varal que estava encostado perto do radiador, onde tinha roupas íntimas minhas, junto com camisetas. Ele deu um puxão em uma das minhas calcinhas rosas e voltou para a cadeira, onde se sentou na mesma posição, com o membro enorme apontando para o céu, esticou a calcinha com tanta força que deu para ouvir um estalo, e enfiou na cabeça da minha irmã, colocando-a na boca e pressionando os cantos dos lábios dela, como uma mordaça, apertando-a na boca dela agarrando a calcinha com sua mão enorme atrás da cabeça, deixando sua boca e bochechas deformadas pela pressão nos cantos, sua boca era uma careta ridícula, enquanto ela ficava de joelhos olhando para o negro.

– Abre a boca, sua porca! Plaaaaaaassss!!! – disse Kevin, inclinando-se sobre ela e, levantando sua saia com um puxão para cima para dar duas palmadas fortes que ecoaram por toda a casa. - Aaaaahhhhh! – minha irmã gritava, abrindo a boca o máximo que podia, com a calcinha pressionando seus lábios como uma mordaça.
- Mãos atrás das costas, sua porca leiteira!!!

Kevin, controlando a cabeça da minha irmã pela calcinha usada, a puxou até cerca de dois centímetros de seu pau imenso. De lá, ela ficou encarando a enorme cabecinha, com líquido pré-gozo escorrendo, entre medo e excitação. Ele se deliciou, forçando a cabeça dela para baixo, tentando furar a mordaça com sua cabecinha grossa e negra, dando estocadas fortes. Depois, tentou enfiá-la pelo buraco que a calcinha deixava livre na boca dela, pressionando com força para meter o máximo possível na boquinha pequena. Quando conseguiu introduzir a cabecinha, começou a empurrar com força, movendo a cabeça dela para cima e para baixo, controlando-a pela calcinha, como se fosse uma alça, na parte de trás da cabeça.

- Isso, fudida pela garganta com a calcinha da sua irmã na boca, sua vagabunda!!! Baba ela direitinho, branquela, que depois vou devolver pra ela vestir, com certeza ela vai sentir quentinha!!! – ele dizia para minha irmã, que só se concentrava em não vomitar pela força com que ele metia seu cacete dentro da boca dela. Quando o negro sentia que chegava na garganta, pressionava a cabeça dela com força, enfiando até o fundo, enquanto começava a fazer círculos com os quadris na garganta dela, o que causava ânsias terríveis e lágrimas de congestão na minha irmã. As lágrimas escorriam pelas bochechas até o queixo, onde se misturavam aos rios de saliva grossa que mal conseguiam sair pelo estreito espaço que sobrava na boca – parte ocupada pela mordaça e o resto completamente invadido pela enorme barra de carne negra. Por esse tronco enorme, descia a saliva espumosa e borbulhante que ela produzia, derramando-se pelos peitos caídos da minha irmã, enquanto com a mão livre ele dava palmadas em... as bochechas da minha irmã e beliscava seus mamilos, esticando-os, o que fazia minha irmã franzir a testa.

- Lechosa, você gosta do meu pau de chocolate?! – Disse Kevin, tirando lentamente seu grande membro da boca dela centímetro a centímetro, até ficar a três centímetros de sua boquinha amordaçada por minha calcinha, que estava completamente encharcada de baba e meleca.

¡¡¡iiiiiiiiiiigggggggggghhhhhhhhhhhhh!!! – minha irmãzinha tentou puxar ar quando ficou livre do grande invasor de sua garganta.

- ¡¡¡engole, sua porca chupa-porra!!! – Disse Kevin, enfiando novamente seu membro descomunal em sua boquinha, para então começar a mover sua cabeça com velocidade e profundidade, ignorando seus sons guturais e engasgos.

Diante daquela imagem aberrante e mórbida, não sabia se devia ter pena ou inveja da minha irmã, por se sentir dominada e indefesa diante de um macho de ébano, com aquele tamanho viril e aquela corpulência, aquela segurança, submetida apenas ao prazer dele, ao seu capricho. Mas… eu… sou uma mulher casada… isso não é comum para mim… será que a seca sexual da minha vida está me pregando uma peça? Sim… é isso, com certeza.

- ¡¡¡Isso, vamos, já está quase, sua irmã quer comer seus canelones já, vão esfriar por sua culpa, foxy, ela está sentadinha na sala com aquela cara de Promiscuous esperando seu neguinho servir com bastante molho branco!!! ¡¡¡aaaaaaaaaahhhhhhhh!!! – Rugiu Kevin, investindo sem contemplação contra sua boca -¡¡¡ela vai adorar o molho branco bem grosso, você vai ver!!! – Disse, embora não soubesse bem ao que ele se referia -¡¡¡aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! ¡¡¡jáaaaaaa estou chegandoaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! – Disse, e puxando de repente o pau da boca da minha irmã pequenina, tirou a calcinha da boca dela e a puxou até seus olhos, que ficaram cobertos. Kevin, levantando-se da cadeira e segurando seu grande membro com a mão.

- ¡¡¡e chupa minhas bolas, foxy!!! – disse, agarrando a cabeça da minha irmã e esmagando-a contra suas grandes bolas, que ela começou a chupar submissamente, enquanto Kevin deslizava sua grande mão ao longo do seu pauzão, desde a cabeça colossal até a base e, com a outra, agarrou o prato de canelones fumegante e, acelerando os movimentos da mão sobre seu cacete, de repente parou no meio do tronco largo apertando com força e começando a gritar -¡¡¡aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!! ¡¡¡já vai cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeegar!!! - começou a descarregar sobre eles uma grande quantidade de jatos grossos e potentes de porra, que começaram a sair pelo grande buraco de sua cabeça, era uma torrente que não tinha fim, cobrindo os canelones de uma camada grossa e grumosa esbranquiçada.

Não podia acreditar que minha irmã concordasse em ser usada e se submetesse dessa forma, minha irmã, uma mulher digna e com valores, inteligente e independente.

Kevin deixou o prato sobre a bancada, pegou minha calcinha feita num caco e a tirou dos olhos da minha irmã e a tirou da cabeça, que não tinha presenciado o que Kevin tinha feito com sua porra, nem reparou onde tinha ido parar sua gozada, já que tinha mais interesse em recuperar o fôlego. Depois Kevin, pegou minha calcinha e passou por todo o pauzão, limpando-o em todo o comprimento, limpando também suas bolas e não contente com isso, baixou um pouco a calça e a enfiou no cu, limpando todo o suor de sua racha, para depois ir ao varal e deixá-la pendurada tal e como estava.

-Arruma-se um pouco e traz seu prato de canelones e o meu, que eu já me encarrego de tirar o da sua irmã. Vou lá fora com sua irmã – disse a Clara agarrando o prato de canelones com guarnição de porra e deixando-a ali jogada no chão.

Rapidamente me dirigi à sala para tentar disfarçar como pudesse, embora os berros que tinha dado na cozinha, suas vozes e as sonoras palmadas que deu na minha irmã sabia que tinham que ter sido ouvidos perfeitamente, pois soaram em toda a casa.

Ouvi os passos de Kevin se aproximando pelo corredor e fingi estar arrumando bem a capa do sofá, alisando-a, então me inclinei sobre o sofá, sem perceber que minha saia tinha subido mais do que devia e, naquele dia, eu estava usando um fio dental, que deixou minhas nádegas brancas à vista. Quando Kevin passou, sem cerimônia nenhuma, ele se aproximou por trás e, sem que eu esperasse, me deu uma palmada por baixo da saia, diretamente nas minhas nádegas nuas que, apesar de não ter doído, foi bem sonora, mas eu fiquei que nem uma boba, sem saber reagir, com a cabeça baixa sem dizer uma palavra, recebendo outra palmada, mantendo a dignidade, supondo que ele poderia ter me visto e… por vergonha… sei lá… não disse nada, simplesmente, o que deu a ele força para esmagar meu rosto contra a almofada do sofá e, levantando minha saia, me aplicar fortes palmadas que ficaram bem marcadas como se eu fosse uma putinha esperando por elas do seu macho.

— Plaaaaaaaaaaassssss!!! Plaaaaaaaaaaassssss!!! Dá pra ver que o maricas do seu maridinho não te dá pica! Plaaaaaaaaaaassssss!!! — Ele dizia enquanto batia nas minhas nádegas, enquanto eu sentia como um castigo por ser bisbilhoteira.

— Aaaaaaayyyyyyyy!!! — Eu gritava a cada palmada, movendo as nádegas para evitar a ardência.

Acho que estava inibida por tudo que tinha acabado de presenciar na minha cozinha, pelos nervos e pela incapacidade de reagir ao que me esperava quando tivesse que comer aquele "canelão" que o Kevin trazia consigo.

Quando minha irmã se aproximava pelo corredor, eu fui me levantar, mas com grande rapidez Kevin me empurrou novamente no sofá, caindo com a bunda empinada sobre ele e, de uma puxada, baixou minha calcinha por baixo das minhas nádegas, que ficaram totalmente oferecidas para ele, com toda a racha aberta, e deixou cair sobre elas uma palmada sonora com as duas mãos ao mesmo tempo em ambas as nádegas, ficando marcada como se fosse uma vaca.

— Mal comida, porca!!! Plaaaaaaaaaaaaaasssss!!!

Temí que minha irmã tivesse ouvido e que isso virasse uma briga, coisa que eu também não queria, pois... eu teria que dar explicações sobre por que os espiei na cozinha. Me recompus rapidamente, levantando-me feito uma mola e arrumando minha saia e calcinha como se nada tivesse acontecido, embora meu rosto corado dissesse o contrário. Tentei me manter inteira.

Quando minha irmã chegou com meu prato, Kevin se levantou e pegou-o dela.

- Toma, Julia, seus canelones, servidos por mim – disse sorrindo, mostrando seus dentes brancos – têm uma cara muito boa, dá pra ver que você é uma boa cozinheira e tão gostosa quanto sua irmã, ou mais, sabe? – disse Kevin sorrindo para mim, me devorando com os olhos descaradamente.

- Obrigada… – respondi sorrindo com cara de boba e minhas nádegas ainda coradas.

- Não se sente muito sozinha sem um homem? – ele atirou.

- Meu marido… foi embora ontem… não faz tanto tempo… – respondi, desviando de sua pergunta impertinente.

- Quero dizer, sem um homem "de verdade" – ele disse, me deixando gelada.

- Eh… meu marido…

- Seu marido… o quê?! Hahahahaha!!! – ele disse rindo na minha cara, desprezando-o, então não ousei terminar a frase, pois comparações são odiosas e, sendo realista, meu marido ficaria ridículo ao lado de Kevin, por mais que me doa na alma dizer isso, pois é meu marido, a pessoa que mais amo.

Minha irmã apareceu com os dois pratos, colocando-os sobre a mesa, um para Kevin e outro para ela, sem porção extra de "bechamel", claro. Ela me olhou como se nada tivesse acontecido e sorriu, sentando-se ao lado de Kevin. Minha irmã tinha os olhos vermelhos de congestionada e Kevin a sentou no colo e deu um beijo em seus lábios, que ela aceitou com vontade, abraçando seu macho.

- Come tudo, servi com muito carinho. Colocamos mais bechamel pra você, sua irmã adora com bechamel extra, mas fui cortês e coloquei no seu, né, amor? – perguntou à minha irmã, que não fazia ideia do tipo de "bechamel" extra que aqueles canelones com grumos brancos na superfície carregavam, e que haviam formado uma pequena poça no fundo do prato. -Sim, eu também adoro canelones bem carregados de bechamel, você já sabe, Julia –disse a ignorante da minha irmã. -Vamos, come mulher, você vai ver que é uma delícia –dizia em tom debochado. Eu, sob o olhar atento de Kevin e da minha irmã, comecei a cortar os canelones com o garfo, tentando separar ao máximo o sêmen do canelone. -Mas o que você tá fazendo, o canelone se come tudo junto com o bechamel –disse Kevin –parece que você nunca comeu canelones. Olha, deixa comigo –disse Kevin se aproximando de mim. Tudo isso enquanto eu levantava o olhar timidamente, focando em Kevin, que sorria de orelha a orelha. Kevin pegou meu garfo e cobriu bem o pedaço de canelone com sêmen e o levantou na direção da minha boca, colocando a outra mão aberta debaixo do garfo caso caísse algo, o que de fato aconteceu, um jato de sêmen caiu na palma da sua mão. -Abre essa boquinha! –Disse em tom de zombaria acompanhado de uma carícia. Eu abri a boca timidamente olhando para minha irmã, que olhava para o celular como se nada estivesse acontecendo, e ele enfiou o garfo bem fundo na minha boca, fazendo uma cara de nojo que não passou despercebida por Kevin. -E agora chupa o que caiu na minha mão, que tá uma delícia, põe a língua pra fora –eu olhei para ele hesitante, e idiota de mim, eu devia ter mandado aquele filho da puta pra merda, mas pra isso eu teria que me entregar como uma vulgar voyeur pervertida que espiava minha irmã e o namorado dela escondida e, não era fácil, não naqueles momentos em que eu não conseguia pensar com clareza e agia de forma mecânica, sem pensar, sem vontade. Então eu estiquei a língua olhando para ele com olhos de cordeiro degolado e recolhi o “bechamel” da sua mão –Agora tudo sozinha. Eu, enquanto isso, tentava atrasar o máximo possível a ingestão do canelone, rezando para que Kevin tivesse que ir ao banheiro… alguém ligasse para ele… ou que algo acontecesse que me permitisse escapar e jogar fora, mesmo que fosse na planta, ou pelo varanda. Algo me dizia que, pelo tom de provocação que o Kevin mostrava, ele devia saber algo sobre ter nos visto ou ouvido. Não acredito que eles tinham chegado há apenas três horas, e momentos depois eu estava diante de uma situação dessas, na qual minha irmã teve uma participação importante. —Vai esfriar, e eu não costumo envenenar as pessoas, sabe? A menos que você esteja desprezando o gesto de eu ter servido — disse Kevin. — Você não é racista, né? — completou o desgraçado chantagista. —Eu?! Claro que não! — respondi, espetando com o garfo um grande pedaço de canelão grumoso e levando-o à boca, cedendo ao chantagem emocional, fazendo das tripas coração e, num trajeto que me pareceu eterno do prato até minha boca, coloquei nos lábios, entrando em contato com um dos filetes de porra e… para dentro. Dei alguns goles de água, sentindo passar pela língua os grumos grossos de sêmen, ficando alguns nos dentes, tendo que passar a língua por eles para removê-los e engoli-los como pude. —Tá gostoso, Julia? — perguntou Kevin sem tirar os olhos do meu rosto. —Eh… s… sim… sim… claro… — disse, tentando sorrir olhando para os dois, especialmente para o Kevin. —Vamos, mulher, mais um pouco, já está quase acabando — insistiu Kevin de novo, enquanto eles comiam sorrindo seus deliciosos canelões, sabendo perfeitamente que eu não estava gostando nada daquilo, e que quando eu fazia isso era porque eu devia saber de alguma coisa. —Já… já… hehe… — respondi, besta que sou, levando mais uma porção de canelão à boca e, dessa vez, fechando os olhos, engoli rapidamente, sentindo na boca uma grossura enorme, como ovo cru, nojento que tentei com todas as minhas forças ignorar — Pronto… hehehe — disse, deixando o prato vazio sobre a mesa, tirando um peso das costas, com o rosto corado. —Ainda não, você deixou o melhor, vai ver… Eu te ajudo… — disse Kevin se levantando e se dirigindo até mim, momento em que o segui com o olhar em todo o trajeto, Sem saber suas intenções, vi que ele chegou ao meu lado, pegou a concha que estava no prato dele, já que ele tinha comido com colher, e a encheu até a borda com uma grande quantidade de sêmen viscoso do meu prato, direcionando-a para minha boca.
— Abre essa boquinha — disse, me dando outro apelido ridículo e, mais uma vez cedendo, Kevin a colocou na minha boca, enquanto eu olhava para minha irmã, que parecia entretida, alheia a tudo.
— Viu, não estava tasty? — disse Kevin com descaramento.
— S… sim… — tentei dizer, engolindo os restos de sêmen que ainda estavam na minha boca — estava… tasty…

Sob o olhar atento da minha irmã e do namorado dela, tive que comer todos os pedaços de sêmen, mais do que canelones, era uma sopa de sêmen quente que eu tinha que engolir enquanto o negrão ria.

Houve um momento em que engasguei e comecei a tossir, com a sopa de sêmen saindo pelo outro lado, meus olhos ficaram um pouco vermelhos, e ele rapidamente se levantou, ficando ao meu lado, inclinou minha cabeça para trás e enfiou 3 dos seus dedos grossos na minha boca até a garganta.
— Espera, cunhada, deve ter ficado algo preso na sua garganta — disse o safado, enquanto minha irmã observava com um sorriso inocente no rosto, até com uma expressão de satisfação, acreditando que o namorado era um bom samaritano sem más intenções.

Kevin começou a meter e sacar os dedos da minha garganta, começando uma foda brutal, e em um momento tentei parar, agarrando um dos seus braços fortes, sem sucesso — pelo contrário, ele aumentou a força e a profundidade, enquanto meus engasgos e meus olhos marejados olhavam para Kevin. Meu nariz começou a escorrer, e minha saliva caía em fios grossos de baba e meleca até meus peitos.
— Hahahahaha, mas como sua irmã está ficando, hein! — ele disse para minha irmã, que permanecia sentada e tranquila.
— Hahahaha, sim, ela sempre foi muito porquinha — disse a nojenta.

Kevin finalmente tirou... Os dedos da boca dele e arrastrou todos os fios de saliva grossa e borbulhante por todo o meu rosto, deixando-o coberto com uma máscara espessa e esbranquiçada.
Ele se afastou, limpando-se antes na minha guardanapo, e se sentou novamente com toda a tranquilidade, enquanto os dois riam de como eu tinha ficado uma bagunça.
—Hahahaha, sua irmã é mesmo uma putinha, hein! —Ele disse para minha irmã.
—Hahahahahaha, ela é mesmo hahahaha —respondeu, zombando de mim e rindo com Kevin enquanto me olhavam, ainda tentando recuperar o fôlego.
Eu me levantei e fui ao banheiro para arrumar minha máscara e lavar o rosto.
—Não vai agradecer por te ajudar no engasgo? É uma ingrata? —Kevin me disse, reclinado com a cabeça da minha irmã apoiada no ombro dele.
—Eeehhh… sim… sim… claro… obrigada… Kevin… —disse, hesitante e desorientada.
Ele simplesmente riu com malícia. Saí e me arrumei no banheiro, voltando 10 minutos depois, com a situação embaraçosa mais calma. Eles tinham arrumado a mesa, exceto por um copo meio cheio com um líquido esbranquiçado e grumoso dentro.
—Deixamos todo o caldinho do prato para você, sei que você gosta e não quis jogar fora, então acho que você vai querer terminar, já que fizemos com carinho.
Eu queria morrer, não sabia o que dizer.
—Aahhh… eehhh… sim… obri… obri… gada… —disse com um fio de voz quase inaudível.
—Vamos, cunhada, tudo de uma vez! —Ele disse sorrindo, vendo pelos respingos grossos que haviam escorrido para fora do copo.
Peguei o copo com a mão trêmula e, enquanto os olhava, comecei a levantar o copo e a incliná-lo até que meus lábios entraram em contato com o líquido viscoso, que começou a descer pela minha garganta, sentindo sua espessura e grumos, com um filete escorrendo pelo meu queixo até a garganta, onde limpei com o guardanapo.
—Estava bom? —Perguntou Kevin, esperando uma resposta.
—Eeehhhh… sim, claro… —disse, desviando o olhar dele e direcionando-o para minha irmã, que não me... correspondi.
Retomei a conversa com minha irmã, falando sobre nossos pais e a família, enquanto Kevin ficou ausente, assistindo TV sem prestar atenção em nós. Tudo parecia ter voltado ao normal, o que me tranquilizava.
O dia foi passando e a noite caiu.
-Desculpa, mas vou deixar vocês, estou muito cansada e vou pra cama - falei - O problema é que só tenho uma cama de casal, então um de vocês vai ter que dormir no sofá da sala - disse, olhando pra minha irmã.
-Melhor você dormir no sofá, já que nós somos dois e você é só uma, e além disso somos seus convidados - Kevin acrescentou de forma taxativa, me deixando sem palavras e com cara de boba, enquanto minha irmã só olhava pra ele, aceitando a posição dele com seu silêncio. Ao lado dele, minha irmã parecia pequena, não só fisicamente, mas no caráter também; dava pra ver que ele quem mandava.
-Sim... claro... com certeza - respondi, sem acreditar.
-Bom... Não! Você vem com a gente e os três dormimos na cama, não tá certo você ficar no sofá. Assim você e sua irmã conversam mais um pouco, vai ser divertido - disse Kevin, olhando pra nós duas e tomando a decisão por ambas. Então os três fomos pro quarto, ele na frente como o macho alfa, e nós atrás como duas ovelhinhas indo pro abate.
Ele ficou só de cueca, sem a menor cerimônia, enquanto minha irmã e eu nos trocamos no banheiro, conversando sobre nossas coisas. Quando saímos, fomos pro quarto, onde Kevin já estava deitado. Quando fui pro meu lado da cama, notei que o safado tinha deixado sua cueca no travesseiro, toda encharcada de líquido pré-seminal, com manchas esbranquiçadas recentes, enquanto me olhava com um sorriso.
-Amanhã você lava ela pra mim, gostosa - disse Kevin com autoridade.
-Sim... claro... - respondi, colocando a cueca no chão e sorrindo como uma boba submissa.
Minha irmã deitou no meio, e Kevin e eu nas extremos. Comecei a conversar com minha irmã falando sobre meu pai. Por 25 minutos foi uma conversa fluida, divertida, enquanto isso Kevin devia estar em silêncio ou talvez dormindo, o que me aliviava, até que em um momento, enquanto falava com minha irmã no escuro, comecei a ouvir um barulho de água, um chapinhar que ficava cada vez mais alto. Minha irmã agora demorava para me responder, sua voz estava trêmula, instável, acompanhada de suspiros. -Vamos, querida, responde sua irmã. O que foi? – disse de repente Kevin para minha irmã -Você deve estar emocionada depois de tanto tempo sem falar com ela, né? – Ele disse para minha irmã enquanto o barulho de água era evidente. - É… é… estou… emocionada… – respondia minha irmã com a voz entrecortada. -Então abraça ela, mulher, eu te ajudo – disse Kevin, agarrando o braço da minha irmã e passando por cima de mim, sentindo como ela me agarrava pelo camisão, apertando com força. Ao contato com minha irmã pude notar um tremor no corpo dela e um movimento na cama, logo deduzi que ele devia estar metendo os dedos na buceta dela, não sei quantos dedos ele estaria enfiando, mas com certeza dois ou três, já que com aquele pauzão já estaria bem aberta. Ele devia estar enfiando por trás, já que ela estava de frente para mim. -Sua irmã está comigo para “preencher seu vazio” – Disse Kevin, enquanto minha irmã já não falava, apenas soltava pequenos gemidos e suspirava na minha cara de maneira agitada. Kevin falava comigo normalmente, embora reclamasse com minha irmã por não responder -Né, querida? – perguntou para minha irmã -Responde, pussy!!! – disse dando o que deve ter sido um tapa na cara dela enquanto intensificava os movimentos da mão na sua buceta. -oooohhh ss…siii…mmmmmm – soltava minha irmãzinha. -Vou te foder com sua irmãzinha do lado – Disse Kevin -Vou abrir bem essa buceta de raposa que você tem! Aaaaaahhhh que apertadinha... Oooooohhhhh! – Eu não conseguia acreditar, ele ia foder ela comigo na cama. -assim... mexe essa bunda, Promíscua! plaaaaaaaasssss! - disse Kevin ao ouvir uma palmada forte.

-oooooohhhhh! aaaaaahhhhh! Cui... da... doooo...! será... que... ela... vai... acordar? - disse minha irmã a Kevin entre gemidos de prazer.

-Não vai, você vai ver - de repente senti uma mão no meu rosto, pelo tamanho era a mãozona do Kevin, que me deu dois tapas no rosto, enfiando seus dedos na minha boca, podendo notar pelo gosto que eram os dedos com que ele tinha comido a buceta da minha irmã, tudo isso enquanto sentia as enfiadas que ele dava nela ficando cada vez mais fortes, mais potentes, pois ela continuava me segurando pelo camisola e a cada enfiada que ele dava nela, mexia em mim também, era vergonhoso.

-aaaaahhhhhhhh! aaaaaaaaaahhhhhhh! ke… viiin… vai… acor… dar…! – dizia minha irmã entre gemidos, pelos empurrões que estava me dando pela brutalidade de Kevin.

-Não se preocupa, vem aqui plaaaaaaaaaaaassssss!!! – disse à minha irmã, sentindo que de um puxão ela foi afastada do meu lado ouvindo-se duas palmadas fortes e sonoras – calma, não quero que você a acorde – disse Kevin, tendo por um momento considerações que até agora não tinha tido, acho que ele a levaria para fora do quarto – aqui, de quatro Promíscua plaaaaaaaaaaasssss! porca! plaaaaaaaaaaaassssss! vou chupar esse rabo de raposa que você tem! - disse à minha irmã, começando a ouvir um estalido de saliva que deduzi ser a chupada que ele estava dando nela.

De repente senti algo no meu rosto, algo macio, algo se esfregando contra minha cara. Tomei coragem e fui afastar o que estava roçando meu nariz e minha boca quando... toquei... Tentei aspirar pelo nariz para ver se pelo cheiro era capaz de descobrir que buceta era e... eram seus genitais, o negão tinha depositado sobre meu rosto seus enormes sacos. Ele sabia, sabia que eu devia estar bem acordada e que tinha percebido a situação, e continuou, agora diretamente Ele esmagou as enormes bolas contra minha carinha e começou a esfregar enquanto eu comia o cu e a buceta da minha irmã de quatro. Já não se segurava, começou a dar palmadas na minha irmã enquanto fazia uma boa refeição no cu/buceta dela, estava claro que ele era um macho de verdade, acho que agora sei por que minha irmãzinha está com esse macho de ébano.

—Como você gosta, né, porca de merda?! Ficar de calcinha e calça de pijama arriadas de quatro pro seu macho! Plaaaaaaaaaaasssssss! —gritava pra minha irmã — gosta quando enfio dois dedos no seu cu e na buceta ao mesmo tempo, foxy?

—Oooooooooohhhhhhh!!! Uuuuuuuufffffff!!! Continuaaaaaaaaaa!!! —gemia minha irmã, fora de si.

—Esse negro vai te dar uma foda das boas, vou arrebentar seu cu na frente da sua irmã, sem piedade, branquinha porca!!! —gritava Kevin.

De repente comecei a sentir algo grosso caindo na minha testa e no meu olho...

—Foxy, tô cuspindo um pigarro grosso no pau negro, vou lubrificar ele pra enfiar no seu cu, com a bunda empinada que nem uma vagabunda!!! Plaaaaaaaaaaaassss!!! —Disse pra minha irmã, me fazendo saber que o que escorria pela minha testa eram os pigarros grossos que ele deixava cair na barra de carne negra dele, embora eu acho que, pelo rio de saliva que tinha caído em mim, ele depositou direto na minha cara, escorrendo pros lados do meu rosto até as têmporas.

—Agora vou passar a mão por todo o meu grande pau, lentamente, de cima pra baixo enquanto enfio dois dedos no seu cu, leitosa de merda —falou alto, sem acreditar que minha irmã, dado o êxtase em que estava, tivesse entendido. Só falou pra eu ficar sabendo... caralho... o que eu tinha na cara era... merda... o cabrão agora tava passando o cu dele inteiro na minha cara enquanto estimulava aquela enorme barra de carne e as grandes bolas dele repousavam no meu rosto...

Continua...

3 comentários - O namorado negro da minha irmã 1