Empachando de leche a mi madre 1

Vocês podem visitar meu novo blog em construção, onde vou postar novos contos toda semana. http://relatosfl.wordpress.comOi, galera. Meu nome é Richard, mas todo mundo me conhece como "Richi", e vou contar o que tá rolando há um ano. Moro em Madrid, nasci numa família rica, tenho 18 anos, quase fazendo 19. Abandonei os estudos aos 16 —embora alguns leitores possam cagar pra esses detalhes, eu tô pouco me fodendo, porque é a minha experiência e conto do jeito que sai dos meus ovos grandes e depilados— desde então, vivo sem estudar nem trabalhar, já que dinheiro em casa não falta. Peraí, vou me descrever, adoro fazer isso, sou um narcisista e me acho o gostosão da porra, me amo, sou um cara de 1,81m de altura, magro mas definido, sem ser musculoso, que sem malhar já seria foda, mas sou preguiçoso pra isso. Meu tempo livre passo mais com amigos, vendo pornô no meu quarto ou no dos meus pais, que têm um computador com uma tela enorme, ou com as putinhas que eu como. Tenho cabelo castanho claro, olhos verdes escuros, um pauzão de 22 centímetros e uns ovos grandes, sempre depilado.

Porém, minha mãe é uma mulher jovem de 36 anos, se chama Lucía, me teve aos 18 e ocupa um cargo de chefia no departamento administrativo de uma empresa importante. Ela tem cabelo castanho, mas pinta de loiro, com uns olhos iguais aos meus, verdes escuros, uma pele branca e lisa, uma mulher muito elegante e com muito bom gosto, cuida muito da imagem, vestindo normalmente com ternos de calça ou vestidos chiques, já que no trabalho e com o cargo dela, é muito importante cuidar da aparência, pelo status que ocupa na empresa. Em casa, já é mais comum, veste pijama e roupão, camisola, ou até camisas do meu pai ou camisetas compridas, até minhas.

Ela tem um corpo pequeno, mede 1,65m, com uma cinturinha fina e uma bunda que, até eu sempre reparei nela, isso faz com que as calças sempre vistam nela de um jeito... Ela tem uma forma invejável. Tem uns peitos lindos, uns belos melões tamanho 100 e naturais, nada de silicone, odeio silicone. No entanto, meu pai é um homem de 44 anos, com bastante clareamento já na coroa e muitas entradas, está ficando careca, que era o que faltava, com a cara que ele tem. Tem uma boa barriga de cerveja, flácida, não sei o que minha mãe via nele, mas ele é um bom marido e qualquer garoto teria gostado de ter um pai como o meu, embora eu nunca dê muita atenção pra ele. Ele ocupa um cargo administrativo na empresa onde minha mãe trabalha, acho que ela o colocou lá, mas enfim... Ela no trabalho tem um caráter estrito, é exigente, organizada, perfeccionista e meticulosa. Em casa, porém, no que diz respeito a mim, é de caráter doce e paciente, suponho que porque sou filho único, tendo paciência comigo mesmo sendo de caráter difícil, atrevido, desbocado e rebelde.

Sempre fui discreto em relação aos meus afazeres sexuais, mas comecei a deixar de ser... tudo tem um começo, um fim e um porquê... acho, embora também não me importe, contanto que eu consiga o que quero, me chamem do que quiserem. Eu batia uma sempre discretamente, quando não estava fodendo alguma vadia, até que, um dia, estando sozinho em casa, comecei a praticar meu melhor hobby, bater uma no quarto dos meus pais. Tinha colocado no computador deles uma cena de pornô pesado, estava com o áudio alto, já que não esperava ninguém, meus pais não chegariam até daqui a umas três horas, podia dar vazão à minha testosterona.

Sentado na cadeira do quarto dos meus pais, na minha frente, o computador da minha mãe e, junto a ele, sobre a escrivaninha, a roupa de trabalho dela, recém-lavada e passada, enquanto eu, esparramado na cadeira, com minha calça e minha cueca pelos tornozelos, com meu pau de 22 centímetros apontando pro teto e minhas bolas penduradas como duas bolas de tênis, enquanto minha... Cara, minha mão subia e descia ao longo do meu pauzão, com a cabeça vermelha e brilhante, toda lubrificada pela minha própria saliva, com meu olhar fixo na tela do computador, onde ecoavam os sons altos e tapas da foda da qual eu era espectador, enquanto minha mão esquerda começou a segurar meus dois ovos para estimulá-los, minha mão direita subia até a ponta da cabeça, onde fazia ênfase esfregando para descer novamente por todo o tronco, venoso e musculoso, até a base dos meus ovos pesados, para repetir a operação com meus olhos hipnotizados pela cena, onde uma milf era fodida, sodomizada e empinada, por um garoto jovem de uns 25 anos. Todos os meus sentidos estavam entregues a me auto satisfazer, a bater uma punheta e me limpar com o rolo de papel higiênico que havia deixado depositado sobre a roupa dobrada da minha mãe. Meu prazer estava chegando ao ápice, minha mão já deslizava aumentando a velocidade e a pressão sobre meu pauzão, refletindo-se na cor arroxeada da cabeça, pela pressão que exercia sobre ela, onde meus líquidos pré-seminais anunciavam uma gozada abundante e potente. Minha língua passava pelos meus lábios secos de excitação e meus gemidos iam no compasso das contrações do diafragma e, é justo nesse momento, quando vou esticar o braço para pegar o rolo de papel, que meu sentido da audição me alerta de uma presença na porta que, lentamente começa a se abrir, meu orgasmo não para de se aproximar em alta velocidade por todo o interior do tronco do meu pau, direciono meu olhar para a porta e, lá estática, não sei desde quando, ou se acabou de chegar naquele milésimo de segundo, minha mãe de olhos arregalados dirige seu olhar para meus olhos e, por um segundo, para meu pau, onde eu o aperto com força para evitar a gozada enquanto aperto os dentes com força, não conseguindo meu objetivo, começando a cuspir jatos fortes de sêmen diante do olhar da minha mãe. Os Jatos saem com potência, em alta velocidade, atingindo a tela do computador, e continuam jorrando até alcançar as roupas dobradas da minha mãe, que acabo encharcando sem controle, o teclado do computador, a mesa e toda a minha mão, por onde a porra escorre pelos meus dedos até deslizar até minhas bolas, onde pinga no chão, formando uma pequena poça.

Minha mãe sai disparada para o corredor, nunca esperava ter se deparado com uma situação daquelas, pensava que eu faria isso no banheiro, ou escondido, mas nunca daquela forma, no quarto dela, com o pau completamente duro, em todo seu esplendor, ela que não via meu pau desde os 12 anos, para descobrir que seu filho, não apenas era um aficionado por pornô, mas que acabara de descobrir o grande membro e as grandes bolas que seu filho tinha entre as pernas.

Espero alguns segundos recuperando o fôlego depois da gozada forte, que me deixou meio atordoado, e tento pensar em como reagir quando sair, em como encarar minha mãe. O melhor será fingir indignação, sentindo minha intimidade invadida... é isso que farei. Levanto sem limpar absolutamente nada, deixo a porra no chão e nas roupas, por toda parte, tudo enfeitado pelo meu sêmen. Me preparo psicologicamente para enfrentar minha mãe de forma acirrada. Puxo a calça e, ao me levantar, percebo que minha gozada também impregnou todo o estofado da cadeira, onde minha bunda estava apoiada... Que porra, que se foda! Se incomodar, que ela mesma limpe! Então me disponho a sair do quarto, onde a encontro no corredor. Ela está vestida com calças brancas de alfaiataria, uma blusa branca de seda, muito elegante, e o cabelo preso em um coque elegante. Minha mãe me olha de soslaio, com insegurança e vergonha e, não é para menos, depois de ver seu filho batendo uma e vendo sair aqueles jatos enormes, grossos e densos de porra enquanto, com cara de surpresa, nós dois mantivemos o contato visual. Vendo sua reação evasiva, eu poderia muito bem me tentar a passar despercebido e dar no pé ou, pelo contrário, botar o peito pra fora fingindo estar puto, indignado, fazendo minha mãe parecer a culpada. Do contrário, eu poderia acabar parecendo um simples punheteiro que esconde a cabeça, um pirralho, um fedelho, algo que eu não estava disposto a aceitar — antes morto do que rotulado. Por isso, fixo meu olhar furioso nela e paro ali, intimidante e confiante.

— E aí, já conseguiu o que queria? Tava querendo me pegar desprevenido pra me ridicularizar, né? Vai ficar felizona descobrindo como seu filho descasca o pau, vai?! — falei direto e sem tremer a voz, deixando ela de boca entreaberta diante de um comentário tão inesperado. Era a hora de não recuar e continuar. — Se queria saber se eu bato uma pro meu bilau, podia ter perguntado, eu teria contado com o maior prazer!

O rosto dela empalideceu, o olhar se prendeu nos meus olhos furiosos. Ela tentou articular algo, mas nada saiu da boca — só uma intenção frustrada.

— Eeehh… — foi como um sopro de ar, nem palavra direito.

— Agora não fala nada, hein? Fica quietinha que nem uma *slut* (expressão pronta, mas incluindo uma palavra que nunca tinha usado com ela — acabei de cruzar uma linha vermelha)!

— Richard… querido… eu… não… — ela disse, tropeçando nas palavras que saíam da boca seca de nervosismo. E eu a via, linda pra caralho, com essa carinha de santa, com essa roupa chique, com aquela postura exigente que ela mantinha no departamento agora extinta pelo pior momento da vida dela… pelo momento…

— Por sua culpa deixei tudo uma zona!

— Não… não… se… preocupa… meu anjo… — ela falou, tentando diminuir a importância e a gravidade da situação. Ela só precisava de um segundo pra respirar e pensar, mas claro que eu não ia dar esse tempo.

— Só faltava eu ter que me preocupar! Você vem me espiando e ainda por cima vai querer que eu Valeu! Com certeza você me espia direto! — soltei, sem esperar resposta pela situação violenta.

Me virei pela metade e a deixei com a palavra na boca. Tinha virado o jogo, assumido o controle. Ela ficou hesitante, parecendo uma... espiã? Será que o filho dela pensaria que ela era uma voyeur? Com certeza eu tinha plantado a dúvida na cabeça dela se isso ia vazar. Será que ela contaria algo pro meu pai? A mente dela devia estar um turbilhão de dúvidas e culpa.

Fui pra sala e, pelo vidro da porta, vi minha mãe pegando um pano na cozinha e indo pro quarto dela limpar toda minha porra. E agora que parei pra pensar, nem tinha fechado a cena pornô no computador na correria. Então, além de encontrar a tela toda cheia de jatos de porra, ela ainda teria que ver o tipo de cena que o filho dela usava pra bater uma. Quinze minutos depois, ela saiu do quarto... mas... que porra é essa?! Tinha trocado a blusa que tava usando e colocado a que eu tinha enchido de leite. Percebi que, nas costas da blusa que ela vestiu, ainda tinha toda a mancha de sêmen. Ela não devia ter percebido, e eu não ia contar... hahahaha.

Depois de pegar a bolsa, veio pra sala se despedir.

— Richard... meu bem... tô indo — disse da porta, com um sorriso leve.

— Tá bom — respondi, indiferente. — E não vem me dar um beijo? — falei com um olhar malicioso.

— Sim... claro, querido — respondeu, se aproximando com um gesto mais relaxado.

Chegou perto e me deu um beijo na bochecha. Eu não retribuí, mantendo a expressão indiferente, só soltei...

— Limpou todos os jatos de porra do seu quarto? — disse, deixando minha mãe desconfortável de novo.

— Ehhh... sim... ehemmm... tá tudo limpo... — respondeu, como se algo tivesse entalado na garganta.

— Muito bem, mãe! Também me sujei a cueca, deixei eles no meu quarto, no chão, deixei eles pingando de porra. Vai lavar pra mim, né? — perguntei com toda a cara de pau.
— Sim… claro, querido… eu recolho eles… — ela respondeu com atitude obediente.
— Bom! Plaaaaaaaaaassssss! — Logo que ela virou, dei uma palmada forte na bunda que a fez dar um pulo, me olhando timidamente por cima do ombro, esfregando a nádega esquerda, que deve ter ficado com a marca da minha mãozona toda, mas ela manteve o silêncio diante dos acontecimentos recentes.

Ela foi até meu quarto e pegou minhas cuecas para lavar.
— Pronto, Richard, então vou indo… — Isso soou mais como pergunta do que afirmação.
— Ei, uma coisa! — falei, vendo o pescoço da minha mãe ficar tenso.
— O filme pornô que deixei tocando, antes de descobrir que você tava me vendo gozar, você tirou? — perguntei, encarando seus olhos com toda a sem-vergonhice.
— Siiim… claro… sim… tá tudo… limpo.
— Pois então vou botar de novo, já que você me deixou no prego, espero que dessa vez não venha me espiar, porque já te aviso que vou ordenhar meu pau no seu quarto — disse de forma seca — tá achando ruim, é?
— Não… não… — ela respondeu, engolindo seco.
— Então fala, pussy! Fala que acha ótimo, porra! — falei, levantando a voz.
— … Eu… acho…
— Não, melhor ainda! Fala que, por favor, ordenhe meu pau no seu quarto! Isso… assim! — Tava jogando com ela… mas era tudo ou nada. O tempo de resposta pareceu uma eternidade, pensei que aqui acabava tudo, que o joguinho tinha terminado, que ela ia mostrar seu caráter e fim.
— Mas… Richard… faz se quiser… — ela respondeu com voz derrotada, tava com a guarda baixa, tudo isso devia estar afetando ela muito, a cabeça dela devia tá uma bagunça confusa.
— Não! Vamos ver, já que antes tive que fazer com plateia incluída, agora você vai pedir que, por favor, eu ordene meu pau no seu quarto! — falei com convicção total e absoluta.

Minha mãe me encarou firme, me olhava como se em meus olhos, ela tentava encontrar resquícios do seu filho, aquele garoto que, mesmo com personalidade, nunca tinha se comportado assim. Parecia ter outra pessoa diante dela, totalmente diferente, humilhando-a e criando argumentos que a faziam parecer uma espiadora, uma qualquer, e que até ela mesma tinha se convencido disso, sentindo-se envergonhada, culpada e em dívida comigo por tudo. Finalmente seus lábios começaram a se abrir, parecia que ela tinha refletido.

—Por… favor… ordenha… meu… pau… no… meu… quarto… —Disse com um fio de voz, arrastrando timidamente as palavras, como se pesassem uma tonelada, tendo que dividi-las em sílabas.

—Ótimo, espero que esteja orgulhosa de pedir pro seu filho bater uma no seu quarto! Pode vir logo limpar, porque se o papai chegar antes, vai encontrar tudo uma zona.

—Siii… tá… não… se preocupa… meu bem —Me disse num tom que tentou soar maternal.

—Então vamos, tchau, “espiadora”! —Disse batizando-a com seu novo nome —porque, você não acha ruim que, a partir de agora, eu te chame de espiadora, né?! —Falei com maldade e deboche ao mesmo tempo.

—Mas… Richard… sou sua mãe… —Disse suplicante —foi tudo um mal-entendido… eu não… —Tentou se justificar.

—Como é?! Um mal-entendido?! Um mal-entendido, “espiadora”, seria se, quando você entrasse em casa e ouvisse o volume no talo de um filme pornô, fácil de reconhecer, principalmente pelos gemidos, e que vinham do seu quarto, sabendo muito bem que eu tô em casa, já que minhas chaves estão na entrada, junto com as suas, você supusesse o que seu filho de 18 anos tava fazendo no seu quarto —não acho que jogando cartas— e, pelo menos, me chamasse gritando pra eu parar com o que tava fazendo e não ser pego de surpresa. Dessa forma, nada teria acontecido e, mesmo assim, poderia ter sido considerado um mal-entendido. E mesmo no caso de você ser obrigada a abrir a porta, pelo menos bate com a mão e não fica de olhos arregalados vendo seu filho de 18 anos batendo uma enquanto a própria mãe fica olhando o pau dele, porque eu vi você olhando e viu como meu cacete começou a jorrar porra — O rosto dela era um poema, estava completamente desmontada, tipo, totalmente fora de si.
— É… eu…
— Só quero que você me diga, que eu te chame de “voyeuse”, porque é isso que você é! — Falei com firmeza.
— Eu… — A luta interna dela devia ser brutal — chama… me… de… voy… eu… se… — Ela disse olhando para o nada — mas… por favor… na frente do… papai… não… — Suplicou.
— Acabamos de conversar, tchau! — Encerrei a conversa e passei por ela, não sem antes dar outro tapa forte na bunda dela que ecoou pela casa toda — **PLLLLLAAAAAASSSSSSS!!!** Cresce, buceta, você ficou toda atordoada, pra ficar olhando meu cacete você tava bem esperta, “voyeuse”! — Falei, enquanto entrava no corredor em direção ao banheiro, ouvindo a porta de casa se fechar em seguida.

Por volta das 20:00 da noite minha mãe chegou, e eu estava tranquilamente na sala, assistindo televisão, normalmente.
— Oi, Richard — Minha mãe disse com um leve sorriso.
— Oi, “voyeuse” — Respondi com indiferença, vendo como o olhar dela já não era mais o de uma mãe com autoridade, não havia nenhum sinal disso na sua expressão.

Automaticamente ela foi para o quarto, para trocar de roupa e, o que tinha para limpar lá já que durante a tarde, como eu avisei, não foi só uma vez que eu estava ordenhando meu pau, foi que eu fiz isso até em 3 ocasiões, derramando uma grande quantidade de porra no computador, no traje com saia que ela tinha preparado para usar amanhã e, algo que me ocorreu, no travesseiro dela.

Quando ela saiu do quarto estava usando uma camisa longa do meu pai, que chegava até a metade da coxa.

O dia transcorreu com relativa normalidade, já que até em 3 ocasiões eu dei um tapa nas nádegas nuas por baixo da camisa que ela estava usando quando se abaixou, 2 delas na frente do meu pai, que não soube de onde tinha vindo aquele som, embora tenha olhado para nós, minha mãe disfarçou muito bem, ficando suas nádegas cobertas apenas por uma calcinha que entrava no rabo dela.
A noite caiu, esperando por esse momento para ficar a sós com a mamãe. O filme que eu tinha colocado era bem chato, então meu pai se levantou do sofá deixando minha mãe, que tinha adormecido nele, e foi dormir depois de me dar boa noite, ficando eu sozinho com minha mãe. Quando percebi que meu pai podia ter adormecido, já que ele não demorava mais de 10 minutos, fui ao meu quarto e peguei um filme pornô, que coloquei no DVD e, com minha mãe ainda dormindo no sofá, tirei meu pau e as bolas para fora do pijama, para começar a estimular meu pau com minhas grandes bolas penduradas. Os gemidos da televisão começaram a ficar mais evidentes. Na nossa frente tem uma vidraça que, com luz suficiente, como a da televisão e, ainda mais estando no escuro, faz efeito de reflexo, então eu via minha mãe perfeitamente deitada no sofá. Eu estava mais excitado por ter minha mãe ao lado do que pela cena, então decidi desligar a televisão e acender a lâmpada da sala, para continuar esparramado no sofá com minhas calças já tiradas e, completamente pelado, com minha mãe ao meu lado, comecei a bater uma punheta, deixando cair uma cusparada na cabecinha para que escorresse por todo o tronco, espalhando por todo o pau e conseguir a lubrificação suficiente para deslizar minha mão ao longo e largo dele, subindo lentamente por todo o tronco venoso até a cabecinha, onde apertava para fazer sair o líquido pré-seminal, que escorria pela cabecinha, para ser recolhido pela minha mão e usá-lo também como lubrificante. Pude ver pelo reflexo da vidraça como minha mãe levantou a cabeça levemente para ver o que estava acontecendo, quase desorientada por ter cochilado, vendo seu filho, ordenhar aquele grande instrumento de novo, ao lado dela, então decidi fingir que ainda estava dormindo, era mais fácil do que enfrentar aquela situação difícil, não tinha forças nem argumentos para isso depois de tudo que aconteceu naquele dia, onde tudo deu uma virada de 360°, mas claro, ela não contava que o filho da puta do seu filho a pegou por um milésimo de segundo com o olho aberto. Por isso decidi me levantar sem parar de bater punheta para o pau, totalmente pelado da cintura para baixo, com minhas bolas balançando, e fui até ela, sentei sobre sua cabeça com minhas pernas abertas deixando a cabeça dela entre elas, com minhas bolas tocando seu nariz. Sei que ela podia inalar o cheiro de macho das minhas bolas, cuspi mais uma saliva grossa na ponta do pauzão e tirei a mão do cacete, para que a saliva escorresse livre e rapidamente até minhas bolas, para terminar caindo no rosto da minha mãe, mais especificamente entre o nariz e seus lábios, onde se espalhou por suas bochechas em direção ao seu ouvido. Podia sentir sua respiração agitada, minha mão agarrou o pau e comecei a me masturbar lentamente, o que fazia minhas bolas subirem e descerem batendo no nariz e lábios dela, aumentando o ritmo da minha mão sobre o pauzão. Dava para ouvir o estalido da saliva produzido pela fricção da minha mão sobre o pau, vendo como suas pálpebras se moviam levemente, deduzindo claramente que ela não estava dormindo, apenas fingia que estava, isso me excitou ainda mais, sentindo como minha porra subia por toda minha uretra, podia sentir através da minha mão a vibração do jorro subindo em alta velocidade pelo tronco, olhava fixamente para o rostinho da minha mãe coberto com minhas grandes bolas e o buraco do meu cu tocando seu queixo. Apertei com força a base da minha rola e, mirando no rosto dela, comecei a descarregar um jorro de sêmen, jatos potentes e grossos que se espatifaram contra seu rosto, cobrindo todo o comprimento desde o queixo até a Na frente, 8 jatos fortes que acabaram por deixar seu rosto como uma lasanha, coberta de um molho branco espesso, escorrendo pelas laterais do rosto. Apertei bem meu pau para esvaziar completamente as últimas gotas. Durante todo o tempo, minha mãe permaneceu completamente imóvel, "dormindo".

Tendo me saciado por essa noite, decidi deixá-la ali daquele jeito e, depois de pegar minhas roupas, fui para meu quarto dormir muito satisfeito.

No dia seguinte, meus pais já não estavam em casa quando acordei, como sempre, então tomei meu café da manhã tranquilamente. Durante o café, meu celular toca.

— Alô? — respondo.

— Sou eu, Mônica — respondem do outro lado da linha.

— Fala.

— Você vem na minha casa? Meu marido não está.

— Mmmmm… Não! Você é que vem na minha casa — respondo.

— Na sua casa, você tá louco?

— Não tem ninguém, tô sozinho. Se quer rola, já sabe onde estou, mas antes das 12h.

— Eeehh… bom… tá… vamos lá, sim, depois eu vou aí — ela me responde.

— Até logo — respondo, desligando o telefone.

Minha mãe não sabia de uma coisa: eu estava comendo a melhor amiga dela, Mônica, uma mulher da idade da minha mãe, de um status social alto igual ao nosso, também chefe em uma empresa, do departamento de Marketing. A tia é um tesão, morena, cabelo médio, olhos castanhos bem claros, com um corpo pequeno como o da minha mãe, mesma altura, eu acho, uma bunda de parar o trânsito e uns peitos generosos. Conheço ela há muito tempo, já que vem sempre com o marido em casa e são amigos dos meus pais. Já fomos todos jantar e comer em bons restaurantes e têm uma relação estreita, principalmente, como já disse, com minha mãe. Estou metendo nela há 3 meses, sempre na casa dela, quando o marido não está, já que ele, ao contrário do banana do meu pai, tem um trabalho como chefe de Recursos Humanos em uma empresa diferente e, por várias reuniões, tem que viajar bastante, saindo de casa com frequência, algo que aproveito para encher de pica a sua... mocinha.

Às 12h08, Lucía abre a porta, ouve o filho gritando, como se estivesse discutindo, e se aproxima pelo corredor para ver de onde vem a voz.
—Isso, putinha, engole mais, mais!!! Plaaaaaaaaaassssss!!! —Era a voz do filho, provavelmente com outra garota, mas ele sabia que ela chegaria às 12h como toda quinta-feira —pensa.
Lucía se aproxima mais, parece que estão dentro do quarto, a porta está entreaberta, e o que Lucía vê, ela não consegue acreditar. Lá está seu filho sentado na cama, com as pernas abertas e, entre elas… sua amiga! Sua amiga íntima, Mónica.
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Mónica estava com o vestido de Lucía levantado até a cintura, com uma calcinha branca e os peitos para fora, balançando e sem sutiã, chupando o pau do filho dela enquanto ele dava tapas fortes na sua bunda, tratando-a como uma porca vulgar, sua amiga, uma gerente de Marketing, com alto status social, uma mulher fiel e casada, ajoelhada entre as pernas do seu filho de 18 anos, tentando engolir aquele pau descomunal sem conseguir, com as mãos juntas nas costas, subindo e descendo a cabeça enquanto era insultada pelo filho.
—Você devia ter vergonha, porca! Plaaaaaaasssss! Com o filho de 18 anos da sua amiga, cadela! Plaaaaaaasssss! —Ele dizia a Mónica enquanto dava palmadas nela, enquanto Lucía observava como ela só conseguia engolir metade do pau, que batia na sua garganta enquanto Richi socava com os quadris para cima, tentando fazer sua vara de carne cravar ainda mais no esôfago dela, curtindo a agonia pela qual Mónica passava, tossindo com o pau preso na garganta, acompanhando a tosse com bolhas de saliva espumosa, que escorriam pelo canto dos lábios e do nariz, caindo sobre o pau de Richi, por onde começavam a escorrer em fios grossos. que, deslizavam pelo tronco em direção às bolas, que repousavam no cobertor da cama de seus pais.
—Poderia ser seu filho, puta! Plaaaaaaasssss! Gosta de chupar o pau do filho da sua melhor amiga na cama dela, promíscua?! —perguntou o filho dela.
—¡…iiiii! —tentou responder com uma sílaba ininteligível e borbulhante pela quantidade de saliva acumulada em sua boca e nariz.
—Vocaliza, gostosa! Que bom que levanta a voz para impor suas exigências aos seus funcionários, porca! Plaaaaaaasssss! —dizia seu filho à amiga, batendo com as mãos nas nádegas brancas enquanto se levantava e puxava sua calcinha para baixo, deixando suas nádegas totalmente disponíveis para serem espancadas. Suas mãos enormes ficavam marcadas nas belas coxas, e Lúcia via como seu filho era capaz de tratar uma mulher com tanta segurança, autoridade, dominância e firmeza em suas ordens e exigências. Não era o filho que ela conhecia, nem mesmo se parecia com o pai. Aquele caráter dominante parecia deixar sua amiga fora de si, aos pés de um garoto que poderia ser seu filho, que era o filho de sua amiga.
—¡¡¡…iii…iiii…!!! —Mônica respondia novamente, com mais ímpeto, gritando do fundo de sua garganta castigada.
—Gosta de fazer de corno seu marido, puta?!
—…
—Plaaaaaaaasssss! Responde ao seu macho, porca! —disse meu filho, dando uma palmada sonora na nádega direita —Agora não venha com dignidade, que você está entre as pernas de um garoto de 18 anos chupando pau e babando como uma porca! Agora tampe o nariz e me responda assim! Plaaaaaaasssss! —dizia Richi, tendo domínio absoluto da situação e sobre sua amiga, espancando-a a seu bel-prazer e com total liberdade.
—¡…mmmm…iiiiiiiii…gggg! —a amiga de Lúcia tentava dizer, enquanto esta observava como sua amiga estava com o rosto completamente vermelho pela congestão.
Lúcia vê seu filho se levantar e agarrar Mônica pelos cabelos.
—Levanta, vadia, de quatro Patas na beirada da cama! — Ele disse, levantando Mônica, colocando-a de quatro com as nádegas totalmente oferecidas como uma porca vulgar, com sua calcinha abaixada e o vestido de Lúcia pela cintura, tendo seus grandes peitos pendurados.
O contraste do corpo pequeno de Mônica, praticamente igual ao de Lúcia, dava uma imagem mórbida e excitante. Richi pegou uma das fitas azuis que Lúcia usava para fazer seus elegantes rabos de cavalo, com a qual amarrou as mãos dela nas costas, deixando Mônica com o rosto enfiado contra o colchão da cama e sua bunda empinada, olhando para o teto. Richi alcançou também um tubo que servia como estojo de um charuto do pai dele, que ganhou em um casamento, e o introduziu na buceta de Mônica, enquanto dava palmadas fazendo vibrar suas nádegas expostas, batendo as mãos contra elas.
— Porca, vou deixar seu cu bem aberto, para que você nem consiga sentar ao lado do corno! Plaaaaaaasssss! — Dizia seu filho a Mônica, dando palmadas nela enquanto introduzia dois dedos em sua bunda, derramando uma abundante cusparada sobre o rabo de sua amiga, que começava a escorrer em direção ao cu para permitir a lubrificação correta para ser penetrada sem contemplações, tudo diante dos gemidos de Mônica que, até parecia gostar do tratamento recebido de seu macho.
Lúcia via seu filho subir na cama, ficando a bunda de sua amiga situada sobre sua perna e, começava a mirar com aquele tremendo pau venoso no cu dela, enquanto sua amiga permanecia com o rosto esmagado contra sua própria cama, com a bunda empinada e seu próprio vestido arregaçado, tudo isso enquanto seu pobre marido estava no trabalho, acreditando cegamente na fidelidade de sua mulher, prestes a ser penetrada pelo filho no cu, com um membro de 22 cm mirando nela.
Lúcia viu seu filho começar a pressionar com o pau no cu, previamente lubrificado e, começar a se introduzir sem resistência diante dos Gemidos de Mônica, enquanto seu filho pressionava com a mão a cabeça da amiga dela contra o colchão, começando a bombear lentamente o rabo de touro no seu ânus, vendo como ele o tirava até a cabecinha para, lentamente, voltar a introduzi-lo até mais da metade, e repetir a operação se deliciando no prazer que sentia ao ter de quatro a amiga de sua mãe, fazendo com ela o que queria como uma vadia promíscua.

—Você é uma porca igual à minha mãe! Vocês têm a mesma cara de puta! — Ao dizer isso, Richi, para Lúcia, as pupilas se dilataram, ela ficou paralisada ao ver como ele manchava seu nome na presença de uma tremenda foda na sua amiga — Assim que eu gosto, vestida com a roupa da porca da minha mãe! Plaaaaaaasssss! Plaaaaaaasssss! — Dizia enquanto dava tapas nas bochechas e palmadas na bunda durante, o que já havia se tornado, uma brutal foda no cu.

Seu pau entrava e saía com facilidade, com a camisinha do charuto do seu pai enfiada na sua boceta encharcada, com seu ânus sendo penetrado sem contemplações pelo seu filho.

—Diga que minha mãe é uma promíscua! — Dizia durante as duras penetradas que dava nela.

—Aaaaaaahhhhhhh! Aaaaaaahhhhhhh! Tu… mããããeeee… é… uuuumaaa… puuuu…taaaaa…! — Respondia Mônica diante dos olhos da, “espectadora Lúcia”.

—Eu tinha que ter vocês duas aqui, de quatro, sendo tratadas como o que são, umas cachorras! Plaaaaaaasssss! — Lúcia não podia acreditar nas atrocidades que saíam pela boca do seu próprio filho, em como ele fazia sua amiga testemunha dos seus desejos pervertidos a realizar comigo — Aaaaaaahhhhhhh! Eu vou gozar, putaaaa! Aaaaaaahhhhhhh! — Começou a gritar seu filho, agarrando sua amiga e virando-a, arrastando-a até deixar sua cabeça pendurada fora da borda da cama e olhando para cima.

—Vou encher seu estômago de porra, vou te transformar num depósito de sêmen, porca! — Disse a Mônica, enquanto apontou seu pau para a boca dela, que esperava com ela aberta e, ele começou a enfiar lentamente na garganta dela até encostar no fundo, mantendo ali até fazer ela sofrer com engasgos fortes e os olhos começarem a ficar vermelhos, o pescoço se alargando com o esforço de dar espaço para aquele pau invasor enorme, que meu filho começou a puxar para fora da garganta entre fios viscosos de saliva e catarro, até colocá-lo na frente dos olhos dela para molhar o rosto com os filetes de baba, que começaram a escorrer pelos olhos criando uma máscara grossa, para então enfiar de novo, dessa vez apertando o nariz dela com os dedos e metendo o cacete até o fundo, sem piedade.

—Os seus funcionários tinham que ver a Promíscua da chefe deles, com o pau inteiro de um novinho enfiado até a garganta, sua puta nojenta! – dizia Richi sodomizando a boca da Chefe de Marketing, tão recatada, tão culta e organizada, tão…bem fodida.

—…iiiiigggggghhhhhh! ¡Aaaaaagggggggghhhhh! ¡Uuuuugggggghhhh! —Eram os sons que a garganta de Mónica emitia ao tentar puxar ar, babando pela boca até gozar com toda a saliva escorrendo pelo nariz, impedindo que o ar entrasse pelas narinas, então o único fio de ar que ela tentava pegar era pelos pequenos espaços que sobravam na boca, totalmente ocupada pelo pauzão daquele garanhão jovem, que socava tapando o nariz dela e submetendo-a à sua vontade, com toda a virilidade enfiada até o esôfago, fazendo ela cuspir torrentes de saliva produzidos pela tosse e engasgos ao tentar respirar. De repente, seu filho fechou os olhos com força e olhou para o teto, soltando um urro.

—Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! ¡Uuuuuuuuuuffffffffffffff! ¡Vou gooooooooooozar! —Gritou, tensionando todos os músculos, com o pau completamente dentro da garganta da amiga, enquanto o sêmen começou a jorrar pela comissura dos lábios dela e pelas narinas que, antes, Richi havia liberado. escorrendo tudo em direção ao rostinho de senhora recatada, uma grande mistura de saliva grossa, meleca e porra, tudo isso entre tremendos engasgos, diante dos quais Richi se manteve impassível, até que não se esvaziou completamente, momento no qual, pouco a pouco e sem pressa, começou a tirar o membro de sua boca, trazendo com ele uma massa viscosa formada por fios grossos e espessos que arrastou durante sua retirada, os quais começaram a cair sobre seu rosto, até cobri-lo por completo, deixando-o irreconhecível.

Richard pegou a calça que Mónica estava usando quando chegou e passou em seu rosto, mais para sujar do que para limpar, para manchar toda a roupa e fazer com que ela tivesse que andar pela rua toda cheia de manchas de porra, enquanto ela ainda permanecia desorientada e recuperando o fôlego.

Nesses momentos em que Lucía continuava espiando pela fresta da porta, percebeu que seu filho estava com os olhos fixos nos dela... através do espelho da parede, momento no qual Lucía notou isso, mas já era tarde.

Nesses momentos, observei através do espelho minha mãe, espiando pela fresta da porta entreaberta, seus olhos encontraram os meus, nossos olhares se cruzaram e...

— Levanta, foxy, fica de quatro que vou te passear por toda a casa, para você andar com o vestido da minha mãe, que nem uma puta! — Disse a Mónica, que então ficou de quatro, com todo o rosto uma massa de porra e baba, começando a andar de quatro, com a calcinha abaixada, na minha frente balançando aquele bumbum maravilhoso e castigado.

— Assim, porca! Plaaaaaaasssss! Vou deixar sua bunda bem quente! Plaaaaaaasssss! Para o seu corno ver! Plaaaaaaasssss! — Gritava para ela, enquanto começava a dar palmadas nela caminhando atrás — Sai do quarto, passeia pelo corredor, puta! Plaaaaaaasssss!

Nesses momentos minha mãe desapareceu da porta... mas ainda estava em casa...

Continua...

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