E aí, galera da poringa, hoje eu volto, depois de um bom tempo com um post novo, dessa vez um relato da Jesica Cirio, pedido pelo meu amigo @meyiale16. Então sem mais delongas, vamos começar com esse post dedicado a ele. Um salve, irmão!
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Na Argentina, meu país, existem gostosas de todo tipo, dizem que daqui saem as gostosas mais gatas do mundo, você pode encontrar os melhores cus, os melhores peitos e as melhores caras de putinha que você possa imaginar. Porém, quando uma gostosa reúne essas três qualidades, ou seja, ter um bumbum bonito, um belo par de peitos e uma carinha que te dê prazer sexual, você leva o prêmio maior, e esse é o caso da Jesica Cirio. Sem dúvidas uma mina infernal, capaz de fazer você gozar só de tocar na ponta do seu pau, segundo muitos ela é a gostosa mais linda da Argentina, eu, por exemplo, acho isso. Infelizmente, eu só podia me limitar a fantasiar com isso porque a Jesi é da fama, e seria praticamente impossível ela reparar em mim, ou pelo menos era o que eu pensava antes do que aconteceu acontecer.
Me chamo Miguel, moro em Buenos Aires desde que nasci, sou mecânico, trabalho na oficina do meu pai, é um trabalho meio complicado e malvisto, mas ainda não me formei, e isso me ajuda muito a ganhar uma grana para sair para dançar, ou fazer outras coisas com meus amigos. Meu pai trabalha durante toda a manhã enquanto eu trabalho à noite. Nossa oficina fica aberta 24 horas, o que faz a gente ganhar uma boa grana, mas ao mesmo tempo me deixa acordado noite após noite. Tenho 21 anos, não reclamo do meu físico, me mantenho muito bem porque com a grana que faço posso pagar uma boa academia e me manter em forma, e além disso, sou bem gato no final das contas. Quanto à minha vida sexual, há muito o que falar, não tenho namorada, mas tenho uma vida sexual bem ativa. Não sou de ficar me exibindo ou andando por aí falando do tamanho do meu pau, mas essa é uma ocasião especial. Estou muito orgulhoso do meu tamanho, ele tem cerca de 19 cm de comprimento por 5 de grossura, e não posso mentir, as mulheres adoram esse tamanho, e sempre reconhecem isso depois do sexo, o que obviamente alimenta meu ego. Por outro lado, sou muito de me masturbar, me... Adoro pornô. Nos meus momentos livres no trabalho, não hesito em fazer uma boa punheta para me acalmar, sempre costumo ver vídeos pornô de todos os tipos. No entanto, durante os últimos meses, eu entrava no Poringa e saciava meu apetite sexual com um bom post de alguma famosa. Jesica Cirio era uma das minhas favoritas, não cansava de bater punheta vendo fotos dela, admirando aquele tremendo bumbum que me deixava louco e, ao ritmo da masturbação, elogiando aqueles peitos lindos. Jesica tinha um efeito único em mim, era como meu amor platônico. Comê-la bem gostoso era um dos meus maiores sonhos neste mundo, mas eu só podia me limitar a dedicar a ela todas as punhetas que batia em seu nome. Inclusive, na nossa loja temos uma espécie de calendário pôster dela, posando de um jeito esplêndido, único, parecia uma puta de verdade, uma puta com todas as letras. Quantas punhetas já não devo ter batido vendo aquele pôster. Outra coisa que admiro nela é sua enorme presença e sua carinha de "tô aqui, me dêem todo o leite" – sem dúvidas uma carinha de menininha inocente que desperta seu instinto assassino e um corpão que, na minha opinião, é o melhor de toda a Argentina, sem dúvidas a gostosa por quem mais derramei porra na minha vida.
Era uma sexta-feira, eu estava entediado principalmente porque o fim de semana estava começando e eu tinha que ficar trabalhando na oficina, já que meu pai queria sair com os amigos. O dia foi muito cansativo, cheio de trabalho árduo sem parar um minuto, fiquei a tarde toda lá perdendo minhas valiosas horas de sexta. A única coisa que me fazia companhia era uma televisão extremamente antiga, onde só dava para ver programas transmitidos no ar e um amigo do meu velho que costumava ir à oficina todos os dias para tomar uns mates e papear. No entanto, ele foi embora cedo e fiquei sozinho. Por volta das 21h, ninguém passava pela oficina, então decidi fazer uma pausa do jeito que eu gosto. Na oficina não tem internet, então... Era impossível ver pornô, mas tínhamos um pôster de calendário espetacular da excitante Jesica Cirio, que era mais que suficiente para eu gozar litros de porra. Tranquei-me num quartinho com o pôster e comecei a bater uma com toda minha força, sem dúvidas a Jesi era minha fraqueza, só de vê-la numa foto, ela era capaz de me fazer gozar na hora. No meio da punheta, no auge do prazer manual, claro, fui interrompido, nada estava dando certo, estava desperdiçando minha sexta-feira depois de um dia de trabalho super pesado, e não tinha tempo nem pra me masturbar, subi minha calça, lavei minhas mãos o mais rápido que pude e xingando baixinho abri a porta do quartinho para sair e atender, mas quando levantei a cabeça percebi que minha sorte tinha mudado radicalmente e que, sem dúvidas, aquele milésimo de segundo em que levantei a cabeça para ver tinha transformado meu dia no melhor de todos, sem sombra de dúvida. Era ela, a gostosa com quem tanto tinha sonhado, com quem tanto tinha fantasiado e, principalmente, por quem mais tinha derramado porra. A gostosa mais linda de toda a República Argentina estava diante dos meus olhos, não conseguia acreditar, era a própria Jesica Cirio. Ao levantar a cabeça, meu coração paralisou e entrei em choque, sinceramente não sabia o que dizer a ela, nem como agir.
- Oi, haha, como você está?
ela me disse com uma voz tão linda e sensual que a única coisa que causou foi me deixar mais nervoso
- O- o- oi, eeh é você? é a Jesica?
- Sim haha, sou eu,
- Não acredito, sou um grande fã seu, sério, não consigo acreditar que você está aqui, por favor deixa eu tirar uma foto
- Sim, sim, claro, óbvio!
Tirei a foto, com a intenção de guardá-la e mostrar aos meus amigos, que pensavam igual a mim e batiam uma com ela do mesmo jeito, além disso, obviamente eu ia usá-la para algo mais, e vocês sabem bem ao que me refiro. Enquanto conversava com ela, me beliscava, achava que era um sonho, ainda não caía na real que era ela que estava lá, e não entendia porque estava ali.
- Ainda não consigo acreditar que você está aqui, juro que te admiro
- hahaha muito obrigada, é que tive um problema enquanto dirigia, então decidi vir à oficina mecânica mais próxima. É um problema no motor
- Sem problema, Jesi, já vou dar uma olhada
- Muitíssimo obrigada, te espero aqui, posso sentar?
- Pode sim, senta à vontade, sem problema nenhum
Mais que rápido, fui até o carro e comecei a ver qual era o problema, e depois a resolvê-lo. Era uma bobagem, mas ter aquela gostosa infernal bem do meu lado era uma distração fortíssima. Ela era muito melhor ao vivo, muito mais linda de rosto e suas curvas eram muito maiores. Tinha uma bunda que, sem dúvidas, era a melhor que já vi em carne e osso, uma coisa monumental, algo que não conseguia parar de olhar, e já podem imaginar como eu estava. Meu pau era um monstro engaiolado, uma besta faminta pela bunda linda da Jessica e com uma vontade terrível de inundar de porra toda aquela carinha de puta. Meu pau já é bem grande por si só, mas era uma situação tão quente, que eu o sentia como se fosse o dobro do tamanho, e também o dobro de grosso, sem dúvidas um pau enorme com vontade de ser chupado, e de arrombar a boquinha da Círio. O fato de que há alguns minutos atrás eu estava me masturbando com uma foto dela, e agora tê-la bem na minha frente, era algo que me dominava e me excitava de uma maneira descomunal.
Enquanto fazia meu trabalho, não conseguia evitar, de vez em quando, o fato de me virar para olhá-la. Era a gostosa mais linda que já tinha visto, além disso, estava com uma roupa tão curta, que fazia com que todas as suas curvas se destacassem mais e se pudesse apreciar muito melhor seu corpo perfeito de prostituta com vontade de esquentar paus. Estava vestida com uma camiseta branca lisa, daquelas soltinhas, e com um shorts preto que marcava suas pernas esbeltas e trabalhadas e como o seu espetacular bumbum devorador de qualquer tipo de rola. Por ser a... camiseta branca, dava pra ver fácil a cor do sutiã dela, era um sutiã preto que me matava, daqueles que destacam claramente aquelas tetas maravilhosas de puta que acompanham aquele corpo. Talvez ela percebeu o que eu tava fazendo, talvez soubesse perfeitamente que eu tava olhando, porque meu olhar pervertido e nitidamente sexual era constante, quase babava, observava aquela potra argentina linda como um lobo com vontade de comer, um lobo com muita fome. Além disso, tinha porra acumulada nos meus ovos há muito tempo, e tava com vontade de deixar ela toda explodir, encher a carinha de puta da Jesi com toda minha porra.
Nunca pensei que chegaria a esse ponto, mas meu apetite sexual era enorme, nunca tinha tido tanta vontade de foder na minha vida, era uma coisa que eu realmente não conseguia controlar, um instinto assassino, uma vontade terrível de matar de pirocada a puta que eu tinha do lado. Era algo muito mais forte que minha vontade, e num repente a ideia me passou pela cabeça: eu não ia sair da oficina sem ter transado selvagemente com a Jesica Cirio naquela noite. Essa foi a decisão que tomei, porque meu tesão, a porra acumulada, mais o tamanho da minha pica ereta não me deixavam pensar de outra forma, tentei evitar esse pensamento, mas não consegui, eu ia foder ela custasse o que custasse e sim, não me importava com nada.
Sem parar de olhar pra ela, do mesmo jeito que eu tava olhando. Com a maior força que pude, me concentrei no meu trabalho e bem rápido consegui terminar, isso me custou muito porque o tesão não me deixava pensar e na verdade cometi vários erros num trabalho tão simples quanto era o que eu tinha. Terminei, e me aproximei da Jesica, disse que já tinha terminado, e ela me respondeu:
- Aaay que ótimo, quanto vai ser no total?
enquanto me olhava nos olhos com aquela carinha que me deixava tão louco, eu por minha parte segurava os nervos que tinha e respondi:
- Me espera aí, vou dar uma olhada pra fazer as contas e já volto
- Tá bom! te espero
rápidamente, entrei no quartinho onde antes estava me masturbando com uma foto dela, juntei a coragem que precisava e tomei a decisão de ir até o fim, lavei o rosto, me olhei no espelho com a intenção de não ter medo, e fui pra cima. Saí do quartinho, e lá estava ela, sentada naquela cadeira, eu, por minha parte, da maneira mais silenciosa possível, me aproximei por trás, meu pau estava a mil, só mais uma provocação e eu explodia, me coloquei atrás dela, ela estava falando no whatsapp, quando percebeu que eu estava atrás, se virou e disse:
- Já está?
depois disso ela se levantou, eu estava muito nervoso, não sabia o que fazer, se fazia ou não o que tinha planejado, no entanto, os nervos que eu tinha e o pensamento nas encrencas em que poderia me meter depois, me fizeram recuar e decidi não fazer, com um suspiro de alívio mas também um pouco de angústia eu disse
- Seriam R$100
- Ótimo, agora vou buscar
Caminhando, com seu corpo lindo, ela se dirigiu ao carro, e abriu a porta, eu a observava levando em conta que aquela era a última vez que poderia ver uma gostosa como ela bem na minha frente, no entanto, quando ela abriu a porta, teve que se abaixar com o objetivo de buscar sua carteira, quando o fez, pude notar a magnitude da sua bunda, o tamanho e o quão perfeita ela era, além disso, ela arqueou as costas, parecia uma gatinha no cio, com vontade de provocar, o shortinho preto que ela usava fez com que eu não resistisse mais, era uma coisa que me atingiu em cheio e o instinto assassino que habitava em mim há apenas alguns instantes voltou a aparecer, e desta vez, sério, não aguentei mais. Me aproximei com certa velocidade até onde estava aquele rabo perfeito e com uma força incrível dei uma palmada da qual ela nunca vai esquecer na vida:
- Aaaay, o que você está fazendo, idiota, o que tem com você?!?
- Aaaah, vem cá, putinha, não vem fazer de conta que não gosta agora
automaticamente depois que eu a Ela, com toda a força que tinha, cobriu a bunda com as duas mãos e tentou entrar no carro com o óbvio objetivo de ir embora rápido.
- Sai daqui, degenerado!
- Ah, vem cá, vadia barata, eu vou te dar o que você quer.
Antes que ela conseguisse entrar no carro, agarrei seu braço e com força puxei-a para fora. Do mesmo jeito, coloquei-a de frente para o meu rosto e a empurrei de tal forma que nossos corpos ficaram colados. Ao mesmo tempo, com uma mão segurei seus dois braços, enquanto com a outra aproveitei para apalpar com certa violência todo o seu corpo — não só sua bunda, que devo esclarecer, era a mais linda que já conheci, dura como uma pedra, mas também seus peitos lindíssimos, que me fizeram apaixonar assim que os toquei pela primeira vez. Ela se limitava a gritar com todas as forças e, ao mesmo tempo, me empurrar com as mãos, mas nenhuma das duas coisas deu resultado.
- Me soltaaa! Me solta, filho de uma vadia!
- Cala a boca, vadia surtada, você sabe perfeitamente que é isso que você quer.
- Sai! Sai!
- Vem, me dá um beijo.
Soltei minhas mãos e libertei as dela. Obviamente, ela tentou se soltar, mas não conseguiu, já que eu era bem mais forte. Com minhas duas mãos, contornei seu corpo e abracei sua bunda linda, seu pãozinho, que toquei, agarrei, apertei e puxei com muita violência, puxando com força na intenção de colar mais nossos corpos. Enquanto fazia tudo isso, beijava sua boca. Ela obviamente não deixava, mas eu beijava mesmo assim, à força. Apesar de meus beijos abafarem boa parte dos gritos dela, não era suficiente e ainda dava para ouvi-los, mais ou menos altos.
Me afastei de seus lábios, olhei para ela e tirei uma das mãos da sua bunda. Com essa mão, agarrei seu rosto, com o objetivo de tapar sua boca e evitar que alguém viesse atrás de mim. Segurei com muita força e consegui abafar bastante seus gritos.
- Cala a boca, vadia! Já chega, shhh, silêncio.
Sem tirar minha mão do rosto dela nem a outra da sua bunda, comecei a beijar com tesão e sem parar seu pescoço. Fazia isso com desespero. como se o mundo estivesse acabando. Beijei cada centímetro do seu pescoço, não havia um lugar sequer que não ficasse coberto pela minha saliva, ouviam-se alguns gritos de socorro, que a cada momento iam ficando mais fracos, e um choro que começou a ficar intenso era dela, mas não detive minha intenção sexual e continuei, segurei suas nádegas com força e massageei seu bumbum, porque a bunda dela é muito mais gostosa do que vocês imaginam se você brincar com ela, é uma das coisas mais lindas que existem no mundo, durinha e perfeita, e ainda por cima com um short preto que me excitava e que aumentava ainda mais meu instinto sexual assassino contra ela. Continuei beijando seu pescoço, ela por sua vez continuava se lamentando, comecei sem parar nenhum dos meus movimentos manuais a descer, até que meus lábios chegaram nos seus peitos, eram algo maravilhoso, eram do tipo que eu gosto, nem pequenos nem grandes, mas perfeitos, sem tirar nem a blusa nem o sutiã comecei a beijá-los, pelo menos a parte que estava à mostra, beijei com tudo, com muita devoção e sem piedade, enquanto me deixava excitar pelo toque que estava tendo com a bunda da Jessica, e ao mesmo tempo pelo som das preces dela, que eram afetadas pela posição das minhas mãos em seu rosto
- Por favor! não me faça nada
- Cala a boca, você vai ver que depois disso vai voltar toda semana pedindo mais
- não não, por favor para!
- cala a boca, puta, você vai se apaixonar por esse pauzão
meti minha mão por dentro do short e foi aí que liberei meu instinto assassino 100%, era a glória, era tudo que um homem quer, uma bunda tão dura quanto macia, uma coisa única, como tocar o paraíso, as melhores nádegas que já toquei na minha vida, sem celulite nem nenhum defeito, totalmente perfeitas. Acompanhei com um beijo apaixonado que dei como se ela fosse uma namorada, algo que saiu da alma e com toda a tesão dei. Depois disso decidi que a ação começasse, a peguei com muita Agarrei forte do cabelo, afastei da minha boca e com um certo grau de fúria disse:
— Agora você vai ver o que é um homem de verdade, agora vai experimentar uma rola de verdade, gostosa, nada de besteira.
Ela ficou quieta. Dei um tapinha no rosto dela e depois, com violência, ordenei:
— Ajoelha! Já!
Baixei ela num instante no chão e ela se ajoelhou. A cara de puta engole porra dela ficou bem na frente da minha pica, que naquela hora estava quase explodindo. Continuei segurando pelo cabelo. Para minha surpresa, ela já não chorava — só tentava se soltar às vezes, tentativas que, infelizmente pra ela, não davam em nada. Mas não chorava. Segurando com força e balançando um pouco a cabeça dela, falei:
— Agora, puta, você vai conhecer o que é uma pica de verdade, grande e cheia de porra pra você e só pra você.
— Por favor, me solta, não vou contar nada.
— Shhh, nono. Você vai ficar aqui, e vou te dar a foda da sua vida.
Ela ficou em silêncio. Não se ouvia nada na oficina.
— Agora você vai conhecer um senhor, então trata ele com respeito.
Automaticamente, abaixei a calça, ficando só de cueca — uma cueca cinza bem justa que marcava bastante minha pica. Senti um alívio enorme, porque assim minha rola ficava mais confortável e não estava mais apertada. Um volume mais do que importante aparecia na minha calça; era algo que até pra mim, que vivo com ela, foi surpresa. Estava o dobro do tamanho e grossura normal.
Jéssica, ao ver aquele volume, não conseguiu evitar a expressão que fez — uma cara horrorizada com o que viu, assustada, de olhos arregalados. Dava pra ver nitidamente que estava impressionada com o tamanho enorme do meu pau. Eu não parava de segurá-la, e quando vi aquela cara de puta assustada, fiquei ainda mais excitado.
— Que foi, puta? Assustou?
Não respondeu nada.
— Calma, puta, você já vai ver… Vai acabar me pedindo mais. Vai voltar aqui na oficina atrás de mim pra eu te comer de novo.
Ela continuou sem dizer nada.
— Agora você vai ver… Você gosta… a putinha barata?
ela não respondeu, então dei um tapa de leve no rosto dela e perguntei:
— Eu fiz uma pergunta, sua puta de merda. Você gosta de pica, sim ou não?
— Sim.
— Sim, o quê?
— Sim, eu gosto de pica.
— Muito bem. Viu? Você é tão puta quanto eu imaginava. E como você gosta, grandes ou pequenas?
Outro tapa.
— Gosto das grandes.
— Muito bem, putinha. Assim que eu gosto. Aqui tem uma enorme, parece que você já percebeu. Agora abaixa minha cueca e começa a chupar.
Automaticamente, com os olhos tristes fixos em mim, ela levou as mãos até minha cueca, e eu a parei.
— O que você tá fazendo, puta? Abaixa com a boca.
Jéssica balançou a cabeça, afastou as mãos da minha cueca e aproximou a boca. Com o olhar baixo, mordeu o elástico e, bem devagar, foi puxando pra baixo até minha pica ficar completamente exposta.
— Aaah, siim… que alívio! — eu disse.
— Você não sabe como eu esperei por esse momento. Puta que pariu, que conforto.
E, ao mesmo tempo, Jéssica ficou chocada com o tamanho dela. Prendeu o olhar na minha pica, que estava dura que nem pedra. A expressão dela era impagável — totalmente surpresa. Até eu tava impressionado. Sem dúvidas, era uma rola capaz de fazer qualquer gostosa do mundo ficar com vontade. Era impressionante, muito grande — sem exagero, uns 20 cm de comprimento e 5,5 de largura, com uma cabeça gigantesca e duríssima. Uma pica morena, com as veias bem marcadas, como um bom macho, e pelos pubianos de sobra. Uma rola moreninha e destrutiva.
A cara da Jesi era o que mais me excitava. Vê-la assim, de frente pra essa porra monstruosa, me enchia de vontade de destruir ela. Automaticamente, enquanto gemía de alívio, levei a mão direita até minha pica e comecei a me masturbar bem devagar, observando a expressão da Jéssica, sem soltar o cabelo dela.
— E aí, puta, gostou da minha rola?
Ela ficou calada de novo, com o olhar perdido.
— Não dá pra disfarçar, dá pra ver que você ama esse pedaço. — falei isso sem parar de me masturbar.
— Eu te disse que é um… senhor, trate-o com respeito, Jesica, seja educada e cumprimente-o, diga boa noite -Boa noite -Boa noite o quê? -Boa noite, senhor -Muito bem, assim que eu gosto, agora dê um beijo no senhor Ela se aproximou mais ou menos da ponta do meu pau e, quando estava prestes a fazê-lo, afastei a boca, seguido disso, sacudi um pouco a cabeça dela e disse: -Eu disse para você dar um beijo no senhor! Jesi se aproximou da minha rola e, de olhos fechados, deu uma beijoca suculenta na ponta da cabeça do meu pau, o que estimulou a sensibilidade dela e me deixou ainda mais excitado do que já estava -Aaaah, putaa, que beijo gostoso, porra, dá pra ver que você adora um pau, né? Ela nem sequer me olhou, baixou o olhar para o chão -Agora quero que você dê um beijo mais gostoso, beije toda a cabeça do senhor, como eu gosto, sua vagabunda barata Assim, automaticamente e com o olhar fixo no meu ventre, ela enfiou meu glande duríssimo e enorme inteiro na boca, uma boca quente que acendeu em mim um fogo sexual incrível, ela tinha uma boca mágica, única, meu pau não aguentava mais, eu tinha o glande enfiado na boca da vagabunda da Jesica Cirio, e era a coisa mais gostosa que tinha acontecido na minha vida, além de que, de cima, eu podia me deleitar vendo como aquela supermodelo tinha a cabeça do meu pau enfiada na boca, e saboreando ela, -aaaaah siiim, assim, sua vagabunda arrombadaa, assim que eu gosto, chupa toda a cabeça do meu pau, isso, ela é cabeçuda, né? continua chupando, vagabunda, usa a linguinha Assim mesmo, com meu enorme glande enfiado na sua boca quente e experiente, ela começou a mover a linguinha em volta da cabeça do meu pau, passou aquela língua deliciosa de raposa por cada centímetro da minha cabeça, deixando-a totalmente coberta de saliva, limpa e brilhante, dava pra ver que ela tinha fascinação por paus, chupava de um jeito espetacular, e isso que ela só estava começando. A sensibilidade do meu glande foi totalmente saciada pela língua gulosa da Jesica, e meu apetite sexual, assim como meus gemidos, não parava de crescer. -aaaaah aaay sim, sua putinha de merda, como você adora uma pica, né? mostrou que é uma profissional no boquete, que chupa gostoso, dá pra ver que pirulitou no meu pau, continua chupando que eu quero ele todo melado da sua saliva, filha da puta
a partir daí sem dizer mais nada, só soltando uns gemidos de nojo, ela fixou o olhar no meu rosto, que estava claramente maravilhado com o boquete incrível que estava recebendo, uma profissional do oral, sem dúvidas.
-usa suas mãozinhas enquanto chupa a cabecinha, faz uma punhetinha pra mim, vai, tenho certeza que você é expert nisso também
E foi assim, ela colocou a mãozinha quentinha na base do meu pau e, sem parar de engolir a glande toda, começou a mover a mão de cima pra baixo sem nenhuma vergonha na cara.
- Aaaaaai assim, putinha, muito bem, mais devagar, trata ele com carinho
Ela reduziu a velocidade da punheta e continuou batendo uma pra mim, eu por minha vez me dediquei a curtir o melhor boquete da minha vida, enquanto observava a cara de satisfação, mas ao mesmo tempo de preocupação, que a Jéssica fazia enquanto chupava meu pau. Ela estava de joelhos, com as costas bem arqueadas, o que do meu ângulo me permitia ver aquele bumbum lindo, enquanto meu pau era devorado pela Jéssica.
- Agora eu quero que chupe ele todo, deixa meu pau todo melado da sua baba, me escutou?
Ela parou de me masturbar e levou a mão de volta à base do meu pau e, sem tirar os olhos dos meus, começou a enfiar o pau todo na boca. No começo foi devagar, depois foi acelerando, mas mantendo um ritmo constante que me derretia. Meu pau era muito grande, entrava bem apertado na boca dela, de um jeito que, quando ela enfiava, um pouco de saliva escorria pro chão. Ela não conseguia engolir tudo, chegava bem perto da base, mas fazia isso de um jeito espetacular, sem nenhum tipo de remorso. Sem dúvidas era uma profissional do oral, dava pra ver a fascinação no chupar pau, ela enfiava meu pau até o tal nível já mencionado e voltava sem tirar da boca, meu pau estava quase totalmente coberto pela saliva da Jessica, a cara de esforço que ela fazia pra conseguir chegar naquele ponto do meu pau era algo que me comovia e excitava muito. O tamanho do meu pau era inimaginável, uma besta grossa, morena e peluda com fome de mais e mais Jessica, uma besta venosa e comprida, querendo jorrar porra quente. Por causa disso, Jessica não conseguia evitar, em certos momentos, engasgar ou tossir.
- Agora você vai me chupar direito
Agarrei o cabelo dela com as duas mãos, puxei com força e com certa violência comecei a guiá-la no seu trabalho de chupadora, enfiava a boca dela com força no meu pau e puxava repetidas vezes, eu gemía constantemente enquanto os engasgos dela começavam a ficar cada vez mais altos,
- Aaai siim, que delícia como você chupa, puta, você adora um pau, não é, puta? Você ama, e ainda mais o meu, vamos, enfia ele todinho
Apertei com ainda mais força o cabelo dela e com violência empurrei até a base do meu pau, os engasgos ficaram constantes nela, que não conseguia aguentar aquele pau tão grande na garganta, eu por minha parte gemía como um porco e me deliciava vendo a Jessica engasgar constantemente e cada vez mais forte, tentando se soltar usando as mãos, o que foi de novo inútil, ela me dava tapas com as mãos, tentando se livrar do meu pau, mas foi uma tentativa falha, a ponta do nariz dela batia nos meus pelos pubianos abundantes, pude ver também umas lágrimas escapando dos olhos dela
- Aaassim puta, muito bem, até o fundo, chupa ele inteiro, enche de baba, todinho molhado
Com meu pau todinho na boca, dei uns tapas no rosto dela e depois soltei, ela começou a respirar ofegante, limpou a boca com o braço e me olhou pedindo piedade, mas isso só estava começando, peguei o cabelo dela de novo e fiz ela chupar meu pau de novo
- Enfia os dedinhos na buceta, assim você vai ficando molhada, puta
No meio do boquete job, e com o olhar fixo em mim, com uma expressão de desconforto, ela decidiu não fazer - Eu te mandei fazer! É para o seu bem, vai doer menos Ela me olhou meio irritada com meu pau na boca e eu levei a mão dela por dentro daquele shorts preto tão curto que me deixava louco, e assim ela começou a se tocar - Muito bem, putinha, assim que eu gosto Continuei fazendo ela chupar meu pau e levei até a base mais algumas vezes, e aí decidi tirar, tirei meu pau da boca dela, e estava todo ensopado de baba da Jessica, exatamente como eu queria - Que boqueteira maravilhosa você é, meu Deus, olha como você deixou meu pau, que puta que você é, agora vamos ver como você fode Ela só desviou o olhar - Tira os dedinhos da buceta e chupa, quero ver como você é suja Sem reclamar, ela tirou os dedos da vagina e colocou na boca, meu pau, como podem imaginar, estava duríssimo - Assim que eu gosto, pouco a pouco você vai mostrando que puta barata que é Peguei meu pau cheio de baba, e comecei a bater na cara dela com ele, enquanto ela continuava ajoelhada, ficou toda melada com a própria saliva. Ela fez uma cara de desgosto, mas eu fiz mesmo assim. Peguei ela pelo cabelo de novo e levantei, ela ficou em pé bem na minha frente, virei ela de costas e aquele rabo maravilhoso ficou bem na minha frente, dei umas palmadas com o shorts ainda vestido e depois apertei e belisquei várias vezes, desabotoei o shorts e puxei para baixo. E foi nesse momento que vi a coisa mais linda do mundo, o melhor rabo da galáxia, coberto por uma calcinha fio dental preta curtinha, que me deixou maluco, enquanto olhava, acariciava meu pau suavemente de cima a baixo enquanto falava coisas como - Não é possível você ter esse rabo, filha da puta, as coisas que eu vou fazer com você, meu Deus Peguei os dois braços dela por trás das costas e comecei a dar palmadas com muita força, além de apertar como tinha feito antes. - Hoje você vai sair daqui com o cu arrombado, me escutou? Vou arrombar seu cu, você não vai conseguir sentar de tanto pau vou te pegar ela se assustou e se virou automaticamente, eu disse isso - Não, por favor, a bunda não - Shhh, cala a boca, puta. Pode falar o que quiser, mas hoje você vai sair daqui com a bunda arrebentada, gata. E vai voltar me implorando pra eu arrebentar de novo, por favor Agarrei seu rosto, beijei e a coloquei de volta na posição. Continuei, peguei seu calcinha fio dental e tirei suavemente, e finalmente pude ver aquela bunda linda em sua forma mais pura, algo extraordinário que alimentava minha luxúria. Tirei sua calcinha e cheirei, guardando na minha mão. Com a outra, agarrei uma de suas nádegas grandes com força e, sacudindo, disse: - Mmm, olha o que temos aqui. Abri suas duas nádegas e me deparei com a preciosidade: seu ânus e sua buceta totalmente perfeitos. - Olha o que é isso Da mesma forma, levei minha mão até sua buceta, que estava bem molhadinha, enfiei um dedo e comecei a massagear. - Aaai, para, por favor, para - Mmm, você tá molhadinha, né, puta? Parece que gostou Continuei meu trabalho manual, massageei muito aquela buceta, era uma vagina perfeita, moldada de um jeito incrível. De vez em quando, conseguia ouvir certos gemidos ou sons baixos da Jessica. - O que foi, puta? Gosta que acariciem sua buceta? Comecei a aumentar a velocidade do que fazia, e os gemidos começaram a soar mais intensamente. - Agora vamos ver se você gosta disso Tirei minha mão, que estava muito molhada, mas não fiz nada com ela. Automaticamente, a direcionei ao seu ânus e muito devagar comecei a introduzir. - Aaai, aaai, para, por aí não, por aí não Ela tentou sair, mas eu impedi. Continuei metendo e tirando meu dedo constantemente. - Para! Para, por favor, tá doendo! - Se não fizer, vai doer mais, então cala a boca Depois de vários minutos assim, tirei meu dedo e me levantei. Agarrei seu braço e a levei. Sentei em uma das cadeiras da oficina e ela ficou ajoelhada. Com sua calcinha preta na mão, me acomodei na cadeira e disse: - Toma, quero que me masturbe com sua calcinha Antes de entregar, cheirei, o cheiro teve um efeito em mim como o cheiro de sangue tem nos tubarões e meu tesão subiu a níveis inimagináveis. Entreguei a calcinha e a ação começou, ela me olhou com aquele rostinho de puta e colocou sua mãozinha com a calcinha preta na base da minha pica, que ainda estava cheia da saliva dela, e assim, bem devagar, começou a me masturbar.
- Aaaaah siim, como você é boa com a mão, meu Deus, continua nesse ritmo, não para
sua mão quente com a calcinha percorria cada centímetro da minha pica monstruosa, fluidos pré-seminais começaram a escorrer por toda aquela calcinha deliciosa. Ficamos assim por mais alguns minutos e decidi começar com o que realmente valia a pena: comer ela.
- Agora sim, se prepara porque vou te deixar de cadeira de rodas
eu dizia enquanto me levantava e continuava me masturbando, levantei ela do chão e agarrei suas duas mãos, ela já assumiu que estava entregue e que eu ia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa que eu quisesse. Peguei uma corda que estava em uma mesa perto e amarrei suas duas mãos nela e em um tipo de corrimão. Apertei com força e, nu da cintura para baixo, fui e tranquei a porta da oficina, me aproximei dela massageando minha pica, ela estava de costas, me abaixei e novamente abri suas nádegas, e assim comecei a chupar com vontade sua buceta linda, era uma coisa deliciosa, a mais gostosa do mundo, deixei bem ensalivada para facilitar a entrada e saída da minha pica, me levantei e disse
- Vou te foder assim, em pé, e quero te foder com a calcinha preta vestida
coloquei cuidadosamente a calcinha e a puxei para o lado, diante dos meus olhos estava a melhor bunda da Argentina, olhei para minha pica, estava enorme, rapidamente coloquei uma camisinha que tinha guardado, cuspi nela cuidadosamente e com minha mão espalhei toda a saliva ao longo dela, agarrei a base com uma mão e abri suas nádegas com a outra e assim enfiei muito cuidadosamente a cabeça da minha pica em sua vagina deliciosa
- aaay cuidado, por favor
- uuuuuf que perfeita que buceta gostosa que você tem!
lentamente enfiei o resto do meu pau na sua vagina com minha mão na cintura dela, soltando junto um longo
-aaaaaaaaaaaaaai siiiim
ela respondeu com gemidos baixos e curtos, tinha as costas novamente arqueadinhas o que fazia sua bunda poder ser arrebentada de um jeito mais bonito, e com a calcinha molhada pelos meus fluidos pré-seminais posta e puxada de lado pra me deixar meter nela. Comecei a me mover pra dentro e pra fora repetidas vezes, primeiro devagar e depois cada vez um pouco mais rápido, seus gemidos e os meus começaram a crescer, estava comendo de pé a Jesica Cirio, agarrei com uma das minhas mãos bem forte seu cabelo e puxei pra mim, enquanto com a outra agarrava com força sua bunda
-Aaaaah Aaaah assim, você gosta que eu te coma? gosta que eu te coma com esse pau?
-aaaaah aaaah aaaaai
-me responde, você gosta que um desconhecido te coma?
-aaaah aaaah siim, eu gosto que um desconhecido me comaaa
-você gosta do meu pau, putinha aaaah
-aaaah aaai sim eu adoro seu pau
-Não me trata por "você", me trata por "senhor", putinha,
-aaaah aaaah eu adoro seu pau, senhor
-que putinha que você é, meu Deus, como você gosta de piroca
a força e a rapidez com que meu pau entrava e saía da sua vagina já eram inimagináveis, uma coisa de louco, isso acompanhado pelos constantes e crescentes gemidos tanto meus quanto da Jesica e também fortes tapas na bunda que de vez em quando eu dava nela. e cabe incluir algumas cusparadas que eu fazia no meu pau pra ele se manter lubrificado
-Tomara que o babaca do seu marido pudesse ver como estão fodendo a putinha da esposa dele
ela não fez nada, só continuou gemendo como a putinha que é. Soltei seu cabelo e assim mesmo direcionei minhas duas mãos ao seu pescoço que agarrei com pouca força e nessa posição continuei dando nela com muita rapidez e força
-Pede pau
-aaaah aaah me dá piroca por favor
-pede que eu dê mais forte
-aaah me dá mais forte, me dá mais forte
automaticamente pelo seu nível de excitação ela abriu as pernas sozinha, me afastei da sua Agarrei seu pescoço e juntei suas pernas de novo para que meu pau ficasse mais apertado e ela sentisse mais prazer. Ver sua bunda de cima fez eu aumentar a velocidade. Seguimos assim por mais alguns minutos e decidi mudar de posição. Tirei meu pau e os dois soltamos um gemido de satisfação. Dei um tapa na sua bunda e desamarrei suas mãos do corrimão, mas elas continuavam completamente amarradas. Sentei na cadeira já mencionada e ela me seguiu, sentando sobre mim da mesma forma. Estávamos cara a cara. Ela se levantou um pouquinho e, sozinha, encaixou meu pau na sua buceta. Logo depois, começou a pular, devorando meu pau com sentadas, enquanto obviamente gemía e mantinha os olhos fechados para aguentar o prazer. Pulava no meu pau bem rápido, mas fazia muito bem. Enrolou os braços amarrados na minha cabeça e continuou pulando e mexendo aquele rabo no meu pau. Entre ofegos e pulos, sentou totalmente em mim, deixando meu pau 100% metido na sua boceta. Abriu os olhos e me olhou bem sensual, mordendo o lábio inferior, e começou a rebolando o bundinha com meu pau dentro dela, acompanhado de um longo e sensual:
— Mmmmmmmhmmm...
Ela me encarou e eu a ela. Naquele momento, soube que ela estava entregue e que, na verdade, estava gostando de ser comida por mim. Depois de um tempo rebolando, ela me disse:
— Tira minha camiseta.
Ela levantou os braços e eu tirei a camiseta, deixando-a só de sutiã, o que me permitiu ver a magnitude dos seus peitos lindos. O sutiã era da mesma cor da calcinha. Fodemos mais um pouco da mesma forma. Tirei o sutiã dela, revelando seus peitos — peitos perfeitos, do tamanho certo, com mamilos de uma cor meio bordô, que chupei por um bom tempo sem tirar meu pau da sua boceta. Depois, ela continuou pulando mais um tempo no meu pau, gemendo bastante.
— Mmm, você adorou, né? Já assumiu?
Ela não disse nada e continuou fodendo. Me olhou com uma cara sorridente, o que despertou minha violência de novo. Levantei com ela ainda no meu pau, ergui ela e a Estampei ela contra a parede, segurando-a nos meus braços, comecei a meter cada vez mais forte.
- Aaaah aaaah para, por favor (ela dizia de propósito)
- Toma, puta! Toma! Isso é o que você merece.
Ela fechou os olhos de novo e gemeu enquanto eu soltava gritos de esforço, beijava seu pescoço enquanto a fodia e, depois de alguns minutos, a separei da parede e deitei-a no chão. Beijei-a novamente e ela colocou as pernas nos meus ombros, continuei metendo na buceta, era algo inimaginável, muito quente, sentia que ela absorvia meu pau.
- Aaaay, para, você vai me machucar.
- Shhh, cala a boca e continua levando.
- Aaaaah aaaah.
- Meu pau é maior que o do seu marido, não é?
- Aaaah aaah.
- Responde, puta barata, é maior?
- Siiim aaah, é muito maior.
- Qual você gosta mais?
- O seu, eu gosto mais aaaah, o seu.
- Você é muito puta, mas toma, fode com meu pau, é mais grosso, não é?
- Sim, é muito grosso.
Voltei a beijar seu pescoço e depois seus peitos enquanto ela se contorcia de prazer no chão. Tirei meu pau da sua vagina, estava toda encharcada com os fluidos da Jessica, me ajoelhei diante dela e, me masturbando suavemente, disse:
- Agora vira de costas e fica de quatro.
Ela obedeceu, virou-se e deixou sua bunda contra meu pau, ficou na posição de cachorrinha e virou a cabeça para me olhar.
- Sabe o que vem agora, puta?
- O que vem, senhor?
- Vou arrombar bem essa sua bunda linda que você tem.
A cara de susto que ela fez naquela hora não teve preço, abriu os olhos bem abertos e me disse:
- Não, não, por favor, vai doer, pela bunda não.
- Diga o que quiser, mas você vai sair daqui de cadeira de rodas, nem vai conseguir sentar.
- Tenha piedade, por favor.
Fiz o mesmo processo, olhei para meu pau e cuspi nele, espalhei a saliva com a mão por toda a extensão dele, depois aproximei minha boca do seu ânus e comecei a chupar, enchi de saliva, dava para ouvir uns gemidos e percebia como a Jessica levantava um pouco os pés quando eu fazia isso. Me afastei novamente e inseri meu dedo indicador de novo no seu ânus.
- Aaaaaaaay. ela gritava, meu dedo massageava constantemente o interior do seu cu, que era bem apertado e quente
–Arqueia mais um pouco as costas, que vou curtir essa raba
Cuspi na bunda da Jessica, e agarrei a base da minha rola, ela estava vendo o que eu ia fazer
–Para, por favor
–Shhh
Com a outra mão agarrei seu quadril e aproximei a enorme cabeça do meu pau do seu cu, e aí comecei a pressionar, Jessica desviou o olhar pra frente e fechou os olhos com força, fazendo uma cara de dor enquanto se debatia um pouco, e depois de alguns segundos pressionando, minha cabecinha entrou na sua bunda linda
–AAAAAAAAAAI TIRA TIRA JÁ
–aaaaaah uf, no início vai doer, mas depois você vem sozinha na oficina pedir pra eu fazer de novo
Ela mantinha os olhos fechados e a carinha franzida de dor, se virava de vez em quando pra ver. Enfiei até a metade do pau na sua bunda linda
–TIRA, TÁ ARDENDO!
–aaaaah eu adoro
Segurei firme com as duas mãos seu quadril e empurrei até o fundo, meu pau ficando com os pelos púbicos em contato com sua bunda
–AAAAAAI TIRA, NÃO AGUENTO MAIS!
–aaaaaaaah assim, shh, isso só tá começando, agora você vai começar a gostar
Devia ser horrível pra ela, porque deve ser doloroso ter um pauzão daqueles enfiado até o fundo no cu, mas pra mim era a coisa mais linda do mundo e eu não ia tirar. Assim mesmo, devagar, acompanhado com cuspidinhas pra lubrificar, ia metendo e tirando meu pau grosso do cu da Jessica, que aos poucos ia cedendo. Ela, por sua vez, se contorcia de dor, e até soltou umas lágrimas, mas seus gemidos de dor e prazer juntos me excitavam de um jeito desproporcional. Aos poucos, o prazer venceu a dor e Jessica começou a curtir, voltavam a ser ouvidos os gemidos que ela soltava antes,
–uuuhh aaah siim, viu que eu tava certo
–aaaaaah aaaaai sim, você tava certo, agora eu tô gostando
–Gosta que eu arrombo seu cu?
–Siii aaah aah eu gosto Você gosta do quê?
- Eu gosto que me arrebente o cu!
Agarrei seu cabelo com força e puxei, com a outra mão dei palmadas intensas, sua bunda ficou vermelhinha de tantas que bati, ela gemeu descontrolada, mas eu estava encantada com a arrebentada anal que estava dando
- Me pede pra arrebentar seu cu
- Aaaah, arrebenta meu cu, por favor, aaaaai
- Toma! Toma! Toma!
Tirei meu pau depois de um tempo, apoiei entre suas duas nádegas e comecei a esfregar, enquanto cuspia nela, depois me aproximei e desamarrei suas mãos, voltei à posição e continuei metendo com tudo, de maneira rápida e furiosa, seus gemidos não demoraram a voltar
- Se toca na buceta enquanto eu arrebento seu cu
Ela levou a mão até a vagina e começou a se tocar, eu não parava, continuava segurando seu cabelo e dando palmadas, pouco tempo depois, se ouviu
- Aaaaai, Aaaaaahh, não aguento maaais!
No instante, uma enxurrada de líquido jorrou de sua vagina, Jéssica tinha gozado, e muito
- Aaaaah, olha como você me encharcou, você gostou, né? Gosta que eu arrebente seu cu, gosta de ser tratada como a puta que você é, não é?
- Siiiim, aaah, eu adoroo
- Agora você é minha puta, como dizem as cachorrinhas como você?
- Aaaaah, aaaah, au! au!
- Você é uma puta com todas as letras
Isso me deixou com muito tesão e fiz com que eu metesse com toda minha força. Suas pernas começaram a tremer e logo ela caiu e ficou no chão de bruços
- Aah, agora você que decide as posições? Bom, vou te dar duro contra o chão
Deitei em cima dela, abri suas nádegas e enfiei meu pau no seu cu de novo, tanto eu quanto ela gememos de satisfação e prazer, voltei ao ritmo com que estava fodendo antes, seus gemidos de loba no cio voltaram
- Você entrega essa bunda pro seu marido?
- Não, nunca, aaah
- Que puta de merda, escuta, de agora em diante você só vai entregar pra mim, e pra mais ninguém
- Sim, senhor, aaah, aaah, só pra você
- Essa bunda é minha, tá me ouvindo?
- Só sua, aaaaah, sua e de mais ninguém
- Agora vem aqui que eu quero fazer seu cu de pé
Me levantei e ela também automaticamente coloco seus braços em uma bancada e deixo sua bunda à minha livre disposição. Sem pensar duas vezes, enfiei meu pau de novo na sua bunda e comecei a meter com força, arrebentando bem o cu dela sem piedade e de pé. Puxei seus braços para trás e me segurei neles para foder com mais potência, e de repente os gemidos da Jessica começaram a ficar mais e mais constantes.
- Aaaaaah Aaaaaaah aaaaah
- O que foi?
- É que você tem o pau muito grosso
- E daí?
- Você tá destruindo minha bunda
- Vamos continuar então
- Aaaaay aaaah
Ela virou o rosto, nos beijamos mais uma vez e em um momento senti que já não aguentava mais.
- Ajoelha, putinha, que vou te dar o leite.
Ela seguiu minhas ordens e se ajoelhou bem na frente do meu pau, fazendo uma cara de puta terrível que me matava. Comecei a me masturbar para poder encharcar toda a minha porra no rostinho dela.
- Quer o leite?
- Siiim, me dá o leite por favor
- Pede o leite
- Me dá todo o leite por favor, me dá tudo
- Você acabou de ser minha putinha, agora quero que seja minha gatinha sedenta por porra. Como fazem as gatinhas?
- Miauu miaau, me dá o leite, amo
- Tira a calcinha e faz a punheta pra mim, ganha seu leite.
Ela tirou a calcinha que tanto me fascinava e colocou na base do meu membro. Começou a me masturbar suavemente enquanto fixava o olhar nos meus olhos e fazia uma cara de puta que me enlouquecia, acompanhada por frases como "me dá todo o leite, miauuu". Sem parar de me masturbar, ela acariciava minha perna com a cabeça e logo depois enfiou minha glande na boca por um tempo e começou a chupar sem que eu pedisse. Seu olhar permanecia fixo em mim, sem dúvidas era uma mulher desenhada por Deus para o sexo, única e insubstituível. Ela brincava com a linguinha em toda minha glande. Depois de alguns segundos de contato entre a língua da Jessica e minha glande, ela se afastou do meu pau e me disse enquanto me masturbava:
- Vai, senhor! Me dá o leite que tô com muita fome
- Quer o leite, putinha?
- Sim, quero tudo
- Onde você quer? (com a voz quebrada e ofegante pela excitação) -na carinha agarrei meu pau e com a calcinha ainda nela, sacudi por mais alguns segundos, tirei a camisinha e joguei na cara dela e depois de um tempo não aguentei mais -TOMA! uma quantidade inimaginável de porra jorrou do meu pau grosso, nem eu acreditava, era jato atrás de jato de gozo sem parar. ao sair o primeiro jato, Jesica fechou os olhos e a boca deixando que toda a porra encharcasse seu rosto lindo e eu por minha parte me dediquei a gemer e a ver como meu sêmen a encharcava, deixei até a última gota, sacudindo meu pau para sair tudo, continuei massageando meu pau mais um pouco e depois de alguns segundos ela abriu os olhos e fez uma cara de riso e entre risadas disse -Uoooou, quanta porra -aaaah você mereceu, puta com a boca limpou a porra que tinha ao redor da boca e com as mãos a que tinha nos olhos. -ooh, olha como ficou meu pau, vem e limpa ela se aproximou e sem reclamar limpou meu pau usando a boca, eu não podia acreditar, não só tinha transado com a Jesica Cirio, como também ela tinha gostado, tinha arrombado o cu dela e como cereja do bolo gozei em todo o rosto dela, sem dúvidas o dia mais feliz da minha vida. Começamos a nos vestir, eu estava colocando a calça quando ela pediu a calcinha -haha nono, essa calcinha fica comigo de lembrança ela não reclamou nem nada e saiu na rua com o shorts preto que ficava tão bem nela, mas sem calcinha, combinamos de não contar a ninguém o que tinha acontecido, dei meu whatsapp e muito frequentemente, na verdade, ela vem à oficina para que eu arrombe o cu dela de novo, sem dúvidas uma puta com todas as letras. (POST DEDICADO A @meyiale16) (Desculpa demorar tanto, mas melhor tarde do que nunca!) Muito Obrigado por ter visto o post até o final, se você gostou e quer ver mais posts desse tipo comece a me seguir e me deixe pontos, se gostou muito coloque nos favoritos, lembre-se que sou novo no poringa e quero prosperar nessa rede social se você tem alguma sugestão para mim por favor me diga na caixa de comentários, se quiser que eu faça um post específico, como este, pode colocar nos comentários ou me mandar uma mensagem privada. Eu com certeza vou ler. Bom, galera e cumpas, poringa boys, isso é tudo! A gente se vê em outro post! E como sempre digo: "comentar não custa nada e ajuda muito".
Yapita...
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Na Argentina, meu país, existem gostosas de todo tipo, dizem que daqui saem as gostosas mais gatas do mundo, você pode encontrar os melhores cus, os melhores peitos e as melhores caras de putinha que você possa imaginar. Porém, quando uma gostosa reúne essas três qualidades, ou seja, ter um bumbum bonito, um belo par de peitos e uma carinha que te dê prazer sexual, você leva o prêmio maior, e esse é o caso da Jesica Cirio. Sem dúvidas uma mina infernal, capaz de fazer você gozar só de tocar na ponta do seu pau, segundo muitos ela é a gostosa mais linda da Argentina, eu, por exemplo, acho isso. Infelizmente, eu só podia me limitar a fantasiar com isso porque a Jesi é da fama, e seria praticamente impossível ela reparar em mim, ou pelo menos era o que eu pensava antes do que aconteceu acontecer.
Me chamo Miguel, moro em Buenos Aires desde que nasci, sou mecânico, trabalho na oficina do meu pai, é um trabalho meio complicado e malvisto, mas ainda não me formei, e isso me ajuda muito a ganhar uma grana para sair para dançar, ou fazer outras coisas com meus amigos. Meu pai trabalha durante toda a manhã enquanto eu trabalho à noite. Nossa oficina fica aberta 24 horas, o que faz a gente ganhar uma boa grana, mas ao mesmo tempo me deixa acordado noite após noite. Tenho 21 anos, não reclamo do meu físico, me mantenho muito bem porque com a grana que faço posso pagar uma boa academia e me manter em forma, e além disso, sou bem gato no final das contas. Quanto à minha vida sexual, há muito o que falar, não tenho namorada, mas tenho uma vida sexual bem ativa. Não sou de ficar me exibindo ou andando por aí falando do tamanho do meu pau, mas essa é uma ocasião especial. Estou muito orgulhoso do meu tamanho, ele tem cerca de 19 cm de comprimento por 5 de grossura, e não posso mentir, as mulheres adoram esse tamanho, e sempre reconhecem isso depois do sexo, o que obviamente alimenta meu ego. Por outro lado, sou muito de me masturbar, me... Adoro pornô. Nos meus momentos livres no trabalho, não hesito em fazer uma boa punheta para me acalmar, sempre costumo ver vídeos pornô de todos os tipos. No entanto, durante os últimos meses, eu entrava no Poringa e saciava meu apetite sexual com um bom post de alguma famosa. Jesica Cirio era uma das minhas favoritas, não cansava de bater punheta vendo fotos dela, admirando aquele tremendo bumbum que me deixava louco e, ao ritmo da masturbação, elogiando aqueles peitos lindos. Jesica tinha um efeito único em mim, era como meu amor platônico. Comê-la bem gostoso era um dos meus maiores sonhos neste mundo, mas eu só podia me limitar a dedicar a ela todas as punhetas que batia em seu nome. Inclusive, na nossa loja temos uma espécie de calendário pôster dela, posando de um jeito esplêndido, único, parecia uma puta de verdade, uma puta com todas as letras. Quantas punhetas já não devo ter batido vendo aquele pôster. Outra coisa que admiro nela é sua enorme presença e sua carinha de "tô aqui, me dêem todo o leite" – sem dúvidas uma carinha de menininha inocente que desperta seu instinto assassino e um corpão que, na minha opinião, é o melhor de toda a Argentina, sem dúvidas a gostosa por quem mais derramei porra na minha vida.Era uma sexta-feira, eu estava entediado principalmente porque o fim de semana estava começando e eu tinha que ficar trabalhando na oficina, já que meu pai queria sair com os amigos. O dia foi muito cansativo, cheio de trabalho árduo sem parar um minuto, fiquei a tarde toda lá perdendo minhas valiosas horas de sexta. A única coisa que me fazia companhia era uma televisão extremamente antiga, onde só dava para ver programas transmitidos no ar e um amigo do meu velho que costumava ir à oficina todos os dias para tomar uns mates e papear. No entanto, ele foi embora cedo e fiquei sozinho. Por volta das 21h, ninguém passava pela oficina, então decidi fazer uma pausa do jeito que eu gosto. Na oficina não tem internet, então... Era impossível ver pornô, mas tínhamos um pôster de calendário espetacular da excitante Jesica Cirio, que era mais que suficiente para eu gozar litros de porra. Tranquei-me num quartinho com o pôster e comecei a bater uma com toda minha força, sem dúvidas a Jesi era minha fraqueza, só de vê-la numa foto, ela era capaz de me fazer gozar na hora. No meio da punheta, no auge do prazer manual, claro, fui interrompido, nada estava dando certo, estava desperdiçando minha sexta-feira depois de um dia de trabalho super pesado, e não tinha tempo nem pra me masturbar, subi minha calça, lavei minhas mãos o mais rápido que pude e xingando baixinho abri a porta do quartinho para sair e atender, mas quando levantei a cabeça percebi que minha sorte tinha mudado radicalmente e que, sem dúvidas, aquele milésimo de segundo em que levantei a cabeça para ver tinha transformado meu dia no melhor de todos, sem sombra de dúvida. Era ela, a gostosa com quem tanto tinha sonhado, com quem tanto tinha fantasiado e, principalmente, por quem mais tinha derramado porra. A gostosa mais linda de toda a República Argentina estava diante dos meus olhos, não conseguia acreditar, era a própria Jesica Cirio. Ao levantar a cabeça, meu coração paralisou e entrei em choque, sinceramente não sabia o que dizer a ela, nem como agir.
- Oi, haha, como você está?
ela me disse com uma voz tão linda e sensual que a única coisa que causou foi me deixar mais nervoso
- O- o- oi, eeh é você? é a Jesica?
- Sim haha, sou eu,
- Não acredito, sou um grande fã seu, sério, não consigo acreditar que você está aqui, por favor deixa eu tirar uma foto
- Sim, sim, claro, óbvio!
Tirei a foto, com a intenção de guardá-la e mostrar aos meus amigos, que pensavam igual a mim e batiam uma com ela do mesmo jeito, além disso, obviamente eu ia usá-la para algo mais, e vocês sabem bem ao que me refiro. Enquanto conversava com ela, me beliscava, achava que era um sonho, ainda não caía na real que era ela que estava lá, e não entendia porque estava ali.
- Ainda não consigo acreditar que você está aqui, juro que te admiro
- hahaha muito obrigada, é que tive um problema enquanto dirigia, então decidi vir à oficina mecânica mais próxima. É um problema no motor
- Sem problema, Jesi, já vou dar uma olhada
- Muitíssimo obrigada, te espero aqui, posso sentar?
- Pode sim, senta à vontade, sem problema nenhum
Mais que rápido, fui até o carro e comecei a ver qual era o problema, e depois a resolvê-lo. Era uma bobagem, mas ter aquela gostosa infernal bem do meu lado era uma distração fortíssima. Ela era muito melhor ao vivo, muito mais linda de rosto e suas curvas eram muito maiores. Tinha uma bunda que, sem dúvidas, era a melhor que já vi em carne e osso, uma coisa monumental, algo que não conseguia parar de olhar, e já podem imaginar como eu estava. Meu pau era um monstro engaiolado, uma besta faminta pela bunda linda da Jessica e com uma vontade terrível de inundar de porra toda aquela carinha de puta. Meu pau já é bem grande por si só, mas era uma situação tão quente, que eu o sentia como se fosse o dobro do tamanho, e também o dobro de grosso, sem dúvidas um pau enorme com vontade de ser chupado, e de arrombar a boquinha da Círio. O fato de que há alguns minutos atrás eu estava me masturbando com uma foto dela, e agora tê-la bem na minha frente, era algo que me dominava e me excitava de uma maneira descomunal.
Enquanto fazia meu trabalho, não conseguia evitar, de vez em quando, o fato de me virar para olhá-la. Era a gostosa mais linda que já tinha visto, além disso, estava com uma roupa tão curta, que fazia com que todas as suas curvas se destacassem mais e se pudesse apreciar muito melhor seu corpo perfeito de prostituta com vontade de esquentar paus. Estava vestida com uma camiseta branca lisa, daquelas soltinhas, e com um shorts preto que marcava suas pernas esbeltas e trabalhadas e como o seu espetacular bumbum devorador de qualquer tipo de rola. Por ser a... camiseta branca, dava pra ver fácil a cor do sutiã dela, era um sutiã preto que me matava, daqueles que destacam claramente aquelas tetas maravilhosas de puta que acompanham aquele corpo. Talvez ela percebeu o que eu tava fazendo, talvez soubesse perfeitamente que eu tava olhando, porque meu olhar pervertido e nitidamente sexual era constante, quase babava, observava aquela potra argentina linda como um lobo com vontade de comer, um lobo com muita fome. Além disso, tinha porra acumulada nos meus ovos há muito tempo, e tava com vontade de deixar ela toda explodir, encher a carinha de puta da Jesi com toda minha porra.
Nunca pensei que chegaria a esse ponto, mas meu apetite sexual era enorme, nunca tinha tido tanta vontade de foder na minha vida, era uma coisa que eu realmente não conseguia controlar, um instinto assassino, uma vontade terrível de matar de pirocada a puta que eu tinha do lado. Era algo muito mais forte que minha vontade, e num repente a ideia me passou pela cabeça: eu não ia sair da oficina sem ter transado selvagemente com a Jesica Cirio naquela noite. Essa foi a decisão que tomei, porque meu tesão, a porra acumulada, mais o tamanho da minha pica ereta não me deixavam pensar de outra forma, tentei evitar esse pensamento, mas não consegui, eu ia foder ela custasse o que custasse e sim, não me importava com nada.
Sem parar de olhar pra ela, do mesmo jeito que eu tava olhando. Com a maior força que pude, me concentrei no meu trabalho e bem rápido consegui terminar, isso me custou muito porque o tesão não me deixava pensar e na verdade cometi vários erros num trabalho tão simples quanto era o que eu tinha. Terminei, e me aproximei da Jesica, disse que já tinha terminado, e ela me respondeu:
- Aaay que ótimo, quanto vai ser no total?
enquanto me olhava nos olhos com aquela carinha que me deixava tão louco, eu por minha parte segurava os nervos que tinha e respondi:
- Me espera aí, vou dar uma olhada pra fazer as contas e já volto
- Tá bom! te espero
rápidamente, entrei no quartinho onde antes estava me masturbando com uma foto dela, juntei a coragem que precisava e tomei a decisão de ir até o fim, lavei o rosto, me olhei no espelho com a intenção de não ter medo, e fui pra cima. Saí do quartinho, e lá estava ela, sentada naquela cadeira, eu, por minha parte, da maneira mais silenciosa possível, me aproximei por trás, meu pau estava a mil, só mais uma provocação e eu explodia, me coloquei atrás dela, ela estava falando no whatsapp, quando percebeu que eu estava atrás, se virou e disse:
- Já está?
depois disso ela se levantou, eu estava muito nervoso, não sabia o que fazer, se fazia ou não o que tinha planejado, no entanto, os nervos que eu tinha e o pensamento nas encrencas em que poderia me meter depois, me fizeram recuar e decidi não fazer, com um suspiro de alívio mas também um pouco de angústia eu disse
- Seriam R$100
- Ótimo, agora vou buscar
Caminhando, com seu corpo lindo, ela se dirigiu ao carro, e abriu a porta, eu a observava levando em conta que aquela era a última vez que poderia ver uma gostosa como ela bem na minha frente, no entanto, quando ela abriu a porta, teve que se abaixar com o objetivo de buscar sua carteira, quando o fez, pude notar a magnitude da sua bunda, o tamanho e o quão perfeita ela era, além disso, ela arqueou as costas, parecia uma gatinha no cio, com vontade de provocar, o shortinho preto que ela usava fez com que eu não resistisse mais, era uma coisa que me atingiu em cheio e o instinto assassino que habitava em mim há apenas alguns instantes voltou a aparecer, e desta vez, sério, não aguentei mais. Me aproximei com certa velocidade até onde estava aquele rabo perfeito e com uma força incrível dei uma palmada da qual ela nunca vai esquecer na vida:
- Aaaay, o que você está fazendo, idiota, o que tem com você?!?
- Aaaah, vem cá, putinha, não vem fazer de conta que não gosta agora
automaticamente depois que eu a Ela, com toda a força que tinha, cobriu a bunda com as duas mãos e tentou entrar no carro com o óbvio objetivo de ir embora rápido.
- Sai daqui, degenerado!
- Ah, vem cá, vadia barata, eu vou te dar o que você quer.
Antes que ela conseguisse entrar no carro, agarrei seu braço e com força puxei-a para fora. Do mesmo jeito, coloquei-a de frente para o meu rosto e a empurrei de tal forma que nossos corpos ficaram colados. Ao mesmo tempo, com uma mão segurei seus dois braços, enquanto com a outra aproveitei para apalpar com certa violência todo o seu corpo — não só sua bunda, que devo esclarecer, era a mais linda que já conheci, dura como uma pedra, mas também seus peitos lindíssimos, que me fizeram apaixonar assim que os toquei pela primeira vez. Ela se limitava a gritar com todas as forças e, ao mesmo tempo, me empurrar com as mãos, mas nenhuma das duas coisas deu resultado.
- Me soltaaa! Me solta, filho de uma vadia!
- Cala a boca, vadia surtada, você sabe perfeitamente que é isso que você quer.
- Sai! Sai!
- Vem, me dá um beijo.
Soltei minhas mãos e libertei as dela. Obviamente, ela tentou se soltar, mas não conseguiu, já que eu era bem mais forte. Com minhas duas mãos, contornei seu corpo e abracei sua bunda linda, seu pãozinho, que toquei, agarrei, apertei e puxei com muita violência, puxando com força na intenção de colar mais nossos corpos. Enquanto fazia tudo isso, beijava sua boca. Ela obviamente não deixava, mas eu beijava mesmo assim, à força. Apesar de meus beijos abafarem boa parte dos gritos dela, não era suficiente e ainda dava para ouvi-los, mais ou menos altos.
Me afastei de seus lábios, olhei para ela e tirei uma das mãos da sua bunda. Com essa mão, agarrei seu rosto, com o objetivo de tapar sua boca e evitar que alguém viesse atrás de mim. Segurei com muita força e consegui abafar bastante seus gritos.
- Cala a boca, vadia! Já chega, shhh, silêncio.
Sem tirar minha mão do rosto dela nem a outra da sua bunda, comecei a beijar com tesão e sem parar seu pescoço. Fazia isso com desespero. como se o mundo estivesse acabando. Beijei cada centímetro do seu pescoço, não havia um lugar sequer que não ficasse coberto pela minha saliva, ouviam-se alguns gritos de socorro, que a cada momento iam ficando mais fracos, e um choro que começou a ficar intenso era dela, mas não detive minha intenção sexual e continuei, segurei suas nádegas com força e massageei seu bumbum, porque a bunda dela é muito mais gostosa do que vocês imaginam se você brincar com ela, é uma das coisas mais lindas que existem no mundo, durinha e perfeita, e ainda por cima com um short preto que me excitava e que aumentava ainda mais meu instinto sexual assassino contra ela. Continuei beijando seu pescoço, ela por sua vez continuava se lamentando, comecei sem parar nenhum dos meus movimentos manuais a descer, até que meus lábios chegaram nos seus peitos, eram algo maravilhoso, eram do tipo que eu gosto, nem pequenos nem grandes, mas perfeitos, sem tirar nem a blusa nem o sutiã comecei a beijá-los, pelo menos a parte que estava à mostra, beijei com tudo, com muita devoção e sem piedade, enquanto me deixava excitar pelo toque que estava tendo com a bunda da Jessica, e ao mesmo tempo pelo som das preces dela, que eram afetadas pela posição das minhas mãos em seu rosto
- Por favor! não me faça nada
- Cala a boca, você vai ver que depois disso vai voltar toda semana pedindo mais
- não não, por favor para!
- cala a boca, puta, você vai se apaixonar por esse pauzão
meti minha mão por dentro do short e foi aí que liberei meu instinto assassino 100%, era a glória, era tudo que um homem quer, uma bunda tão dura quanto macia, uma coisa única, como tocar o paraíso, as melhores nádegas que já toquei na minha vida, sem celulite nem nenhum defeito, totalmente perfeitas. Acompanhei com um beijo apaixonado que dei como se ela fosse uma namorada, algo que saiu da alma e com toda a tesão dei. Depois disso decidi que a ação começasse, a peguei com muita Agarrei forte do cabelo, afastei da minha boca e com um certo grau de fúria disse:
— Agora você vai ver o que é um homem de verdade, agora vai experimentar uma rola de verdade, gostosa, nada de besteira.
Ela ficou quieta. Dei um tapinha no rosto dela e depois, com violência, ordenei:
— Ajoelha! Já!
Baixei ela num instante no chão e ela se ajoelhou. A cara de puta engole porra dela ficou bem na frente da minha pica, que naquela hora estava quase explodindo. Continuei segurando pelo cabelo. Para minha surpresa, ela já não chorava — só tentava se soltar às vezes, tentativas que, infelizmente pra ela, não davam em nada. Mas não chorava. Segurando com força e balançando um pouco a cabeça dela, falei:
— Agora, puta, você vai conhecer o que é uma pica de verdade, grande e cheia de porra pra você e só pra você.
— Por favor, me solta, não vou contar nada.
— Shhh, nono. Você vai ficar aqui, e vou te dar a foda da sua vida.
Ela ficou em silêncio. Não se ouvia nada na oficina.
— Agora você vai conhecer um senhor, então trata ele com respeito.
Automaticamente, abaixei a calça, ficando só de cueca — uma cueca cinza bem justa que marcava bastante minha pica. Senti um alívio enorme, porque assim minha rola ficava mais confortável e não estava mais apertada. Um volume mais do que importante aparecia na minha calça; era algo que até pra mim, que vivo com ela, foi surpresa. Estava o dobro do tamanho e grossura normal.
Jéssica, ao ver aquele volume, não conseguiu evitar a expressão que fez — uma cara horrorizada com o que viu, assustada, de olhos arregalados. Dava pra ver nitidamente que estava impressionada com o tamanho enorme do meu pau. Eu não parava de segurá-la, e quando vi aquela cara de puta assustada, fiquei ainda mais excitado.
— Que foi, puta? Assustou?
Não respondeu nada.
— Calma, puta, você já vai ver… Vai acabar me pedindo mais. Vai voltar aqui na oficina atrás de mim pra eu te comer de novo.
Ela continuou sem dizer nada.
— Agora você vai ver… Você gosta… a putinha barata?
ela não respondeu, então dei um tapa de leve no rosto dela e perguntei:
— Eu fiz uma pergunta, sua puta de merda. Você gosta de pica, sim ou não?
— Sim.
— Sim, o quê?
— Sim, eu gosto de pica.
— Muito bem. Viu? Você é tão puta quanto eu imaginava. E como você gosta, grandes ou pequenas?
Outro tapa.
— Gosto das grandes.
— Muito bem, putinha. Assim que eu gosto. Aqui tem uma enorme, parece que você já percebeu. Agora abaixa minha cueca e começa a chupar.
Automaticamente, com os olhos tristes fixos em mim, ela levou as mãos até minha cueca, e eu a parei.
— O que você tá fazendo, puta? Abaixa com a boca.
Jéssica balançou a cabeça, afastou as mãos da minha cueca e aproximou a boca. Com o olhar baixo, mordeu o elástico e, bem devagar, foi puxando pra baixo até minha pica ficar completamente exposta.
— Aaah, siim… que alívio! — eu disse.
— Você não sabe como eu esperei por esse momento. Puta que pariu, que conforto.
E, ao mesmo tempo, Jéssica ficou chocada com o tamanho dela. Prendeu o olhar na minha pica, que estava dura que nem pedra. A expressão dela era impagável — totalmente surpresa. Até eu tava impressionado. Sem dúvidas, era uma rola capaz de fazer qualquer gostosa do mundo ficar com vontade. Era impressionante, muito grande — sem exagero, uns 20 cm de comprimento e 5,5 de largura, com uma cabeça gigantesca e duríssima. Uma pica morena, com as veias bem marcadas, como um bom macho, e pelos pubianos de sobra. Uma rola moreninha e destrutiva.
A cara da Jesi era o que mais me excitava. Vê-la assim, de frente pra essa porra monstruosa, me enchia de vontade de destruir ela. Automaticamente, enquanto gemía de alívio, levei a mão direita até minha pica e comecei a me masturbar bem devagar, observando a expressão da Jéssica, sem soltar o cabelo dela.
— E aí, puta, gostou da minha rola?
Ela ficou calada de novo, com o olhar perdido.
— Não dá pra disfarçar, dá pra ver que você ama esse pedaço. — falei isso sem parar de me masturbar.
— Eu te disse que é um… senhor, trate-o com respeito, Jesica, seja educada e cumprimente-o, diga boa noite -Boa noite -Boa noite o quê? -Boa noite, senhor -Muito bem, assim que eu gosto, agora dê um beijo no senhor Ela se aproximou mais ou menos da ponta do meu pau e, quando estava prestes a fazê-lo, afastei a boca, seguido disso, sacudi um pouco a cabeça dela e disse: -Eu disse para você dar um beijo no senhor! Jesi se aproximou da minha rola e, de olhos fechados, deu uma beijoca suculenta na ponta da cabeça do meu pau, o que estimulou a sensibilidade dela e me deixou ainda mais excitado do que já estava -Aaaah, putaa, que beijo gostoso, porra, dá pra ver que você adora um pau, né? Ela nem sequer me olhou, baixou o olhar para o chão -Agora quero que você dê um beijo mais gostoso, beije toda a cabeça do senhor, como eu gosto, sua vagabunda barata Assim, automaticamente e com o olhar fixo no meu ventre, ela enfiou meu glande duríssimo e enorme inteiro na boca, uma boca quente que acendeu em mim um fogo sexual incrível, ela tinha uma boca mágica, única, meu pau não aguentava mais, eu tinha o glande enfiado na boca da vagabunda da Jesica Cirio, e era a coisa mais gostosa que tinha acontecido na minha vida, além de que, de cima, eu podia me deleitar vendo como aquela supermodelo tinha a cabeça do meu pau enfiada na boca, e saboreando ela, -aaaaah siiim, assim, sua vagabunda arrombadaa, assim que eu gosto, chupa toda a cabeça do meu pau, isso, ela é cabeçuda, né? continua chupando, vagabunda, usa a linguinha Assim mesmo, com meu enorme glande enfiado na sua boca quente e experiente, ela começou a mover a linguinha em volta da cabeça do meu pau, passou aquela língua deliciosa de raposa por cada centímetro da minha cabeça, deixando-a totalmente coberta de saliva, limpa e brilhante, dava pra ver que ela tinha fascinação por paus, chupava de um jeito espetacular, e isso que ela só estava começando. A sensibilidade do meu glande foi totalmente saciada pela língua gulosa da Jesica, e meu apetite sexual, assim como meus gemidos, não parava de crescer. -aaaaah aaay sim, sua putinha de merda, como você adora uma pica, né? mostrou que é uma profissional no boquete, que chupa gostoso, dá pra ver que pirulitou no meu pau, continua chupando que eu quero ele todo melado da sua saliva, filha da puta
a partir daí sem dizer mais nada, só soltando uns gemidos de nojo, ela fixou o olhar no meu rosto, que estava claramente maravilhado com o boquete incrível que estava recebendo, uma profissional do oral, sem dúvidas.
-usa suas mãozinhas enquanto chupa a cabecinha, faz uma punhetinha pra mim, vai, tenho certeza que você é expert nisso também
E foi assim, ela colocou a mãozinha quentinha na base do meu pau e, sem parar de engolir a glande toda, começou a mover a mão de cima pra baixo sem nenhuma vergonha na cara.
- Aaaaaai assim, putinha, muito bem, mais devagar, trata ele com carinho
Ela reduziu a velocidade da punheta e continuou batendo uma pra mim, eu por minha vez me dediquei a curtir o melhor boquete da minha vida, enquanto observava a cara de satisfação, mas ao mesmo tempo de preocupação, que a Jéssica fazia enquanto chupava meu pau. Ela estava de joelhos, com as costas bem arqueadas, o que do meu ângulo me permitia ver aquele bumbum lindo, enquanto meu pau era devorado pela Jéssica.
- Agora eu quero que chupe ele todo, deixa meu pau todo melado da sua baba, me escutou?
Ela parou de me masturbar e levou a mão de volta à base do meu pau e, sem tirar os olhos dos meus, começou a enfiar o pau todo na boca. No começo foi devagar, depois foi acelerando, mas mantendo um ritmo constante que me derretia. Meu pau era muito grande, entrava bem apertado na boca dela, de um jeito que, quando ela enfiava, um pouco de saliva escorria pro chão. Ela não conseguia engolir tudo, chegava bem perto da base, mas fazia isso de um jeito espetacular, sem nenhum tipo de remorso. Sem dúvidas era uma profissional do oral, dava pra ver a fascinação no chupar pau, ela enfiava meu pau até o tal nível já mencionado e voltava sem tirar da boca, meu pau estava quase totalmente coberto pela saliva da Jessica, a cara de esforço que ela fazia pra conseguir chegar naquele ponto do meu pau era algo que me comovia e excitava muito. O tamanho do meu pau era inimaginável, uma besta grossa, morena e peluda com fome de mais e mais Jessica, uma besta venosa e comprida, querendo jorrar porra quente. Por causa disso, Jessica não conseguia evitar, em certos momentos, engasgar ou tossir.
- Agora você vai me chupar direito
Agarrei o cabelo dela com as duas mãos, puxei com força e com certa violência comecei a guiá-la no seu trabalho de chupadora, enfiava a boca dela com força no meu pau e puxava repetidas vezes, eu gemía constantemente enquanto os engasgos dela começavam a ficar cada vez mais altos,
- Aaai siim, que delícia como você chupa, puta, você adora um pau, não é, puta? Você ama, e ainda mais o meu, vamos, enfia ele todinho
Apertei com ainda mais força o cabelo dela e com violência empurrei até a base do meu pau, os engasgos ficaram constantes nela, que não conseguia aguentar aquele pau tão grande na garganta, eu por minha parte gemía como um porco e me deliciava vendo a Jessica engasgar constantemente e cada vez mais forte, tentando se soltar usando as mãos, o que foi de novo inútil, ela me dava tapas com as mãos, tentando se livrar do meu pau, mas foi uma tentativa falha, a ponta do nariz dela batia nos meus pelos pubianos abundantes, pude ver também umas lágrimas escapando dos olhos dela
- Aaassim puta, muito bem, até o fundo, chupa ele inteiro, enche de baba, todinho molhado
Com meu pau todinho na boca, dei uns tapas no rosto dela e depois soltei, ela começou a respirar ofegante, limpou a boca com o braço e me olhou pedindo piedade, mas isso só estava começando, peguei o cabelo dela de novo e fiz ela chupar meu pau de novo
- Enfia os dedinhos na buceta, assim você vai ficando molhada, puta
No meio do boquete job, e com o olhar fixo em mim, com uma expressão de desconforto, ela decidiu não fazer - Eu te mandei fazer! É para o seu bem, vai doer menos Ela me olhou meio irritada com meu pau na boca e eu levei a mão dela por dentro daquele shorts preto tão curto que me deixava louco, e assim ela começou a se tocar - Muito bem, putinha, assim que eu gosto Continuei fazendo ela chupar meu pau e levei até a base mais algumas vezes, e aí decidi tirar, tirei meu pau da boca dela, e estava todo ensopado de baba da Jessica, exatamente como eu queria - Que boqueteira maravilhosa você é, meu Deus, olha como você deixou meu pau, que puta que você é, agora vamos ver como você fode Ela só desviou o olhar - Tira os dedinhos da buceta e chupa, quero ver como você é suja Sem reclamar, ela tirou os dedos da vagina e colocou na boca, meu pau, como podem imaginar, estava duríssimo - Assim que eu gosto, pouco a pouco você vai mostrando que puta barata que é Peguei meu pau cheio de baba, e comecei a bater na cara dela com ele, enquanto ela continuava ajoelhada, ficou toda melada com a própria saliva. Ela fez uma cara de desgosto, mas eu fiz mesmo assim. Peguei ela pelo cabelo de novo e levantei, ela ficou em pé bem na minha frente, virei ela de costas e aquele rabo maravilhoso ficou bem na minha frente, dei umas palmadas com o shorts ainda vestido e depois apertei e belisquei várias vezes, desabotoei o shorts e puxei para baixo. E foi nesse momento que vi a coisa mais linda do mundo, o melhor rabo da galáxia, coberto por uma calcinha fio dental preta curtinha, que me deixou maluco, enquanto olhava, acariciava meu pau suavemente de cima a baixo enquanto falava coisas como - Não é possível você ter esse rabo, filha da puta, as coisas que eu vou fazer com você, meu Deus Peguei os dois braços dela por trás das costas e comecei a dar palmadas com muita força, além de apertar como tinha feito antes. - Hoje você vai sair daqui com o cu arrombado, me escutou? Vou arrombar seu cu, você não vai conseguir sentar de tanto pau vou te pegar ela se assustou e se virou automaticamente, eu disse isso - Não, por favor, a bunda não - Shhh, cala a boca, puta. Pode falar o que quiser, mas hoje você vai sair daqui com a bunda arrebentada, gata. E vai voltar me implorando pra eu arrebentar de novo, por favor Agarrei seu rosto, beijei e a coloquei de volta na posição. Continuei, peguei seu calcinha fio dental e tirei suavemente, e finalmente pude ver aquela bunda linda em sua forma mais pura, algo extraordinário que alimentava minha luxúria. Tirei sua calcinha e cheirei, guardando na minha mão. Com a outra, agarrei uma de suas nádegas grandes com força e, sacudindo, disse: - Mmm, olha o que temos aqui. Abri suas duas nádegas e me deparei com a preciosidade: seu ânus e sua buceta totalmente perfeitos. - Olha o que é isso Da mesma forma, levei minha mão até sua buceta, que estava bem molhadinha, enfiei um dedo e comecei a massagear. - Aaai, para, por favor, para - Mmm, você tá molhadinha, né, puta? Parece que gostou Continuei meu trabalho manual, massageei muito aquela buceta, era uma vagina perfeita, moldada de um jeito incrível. De vez em quando, conseguia ouvir certos gemidos ou sons baixos da Jessica. - O que foi, puta? Gosta que acariciem sua buceta? Comecei a aumentar a velocidade do que fazia, e os gemidos começaram a soar mais intensamente. - Agora vamos ver se você gosta disso Tirei minha mão, que estava muito molhada, mas não fiz nada com ela. Automaticamente, a direcionei ao seu ânus e muito devagar comecei a introduzir. - Aaai, aaai, para, por aí não, por aí não Ela tentou sair, mas eu impedi. Continuei metendo e tirando meu dedo constantemente. - Para! Para, por favor, tá doendo! - Se não fizer, vai doer mais, então cala a boca Depois de vários minutos assim, tirei meu dedo e me levantei. Agarrei seu braço e a levei. Sentei em uma das cadeiras da oficina e ela ficou ajoelhada. Com sua calcinha preta na mão, me acomodei na cadeira e disse: - Toma, quero que me masturbe com sua calcinha Antes de entregar, cheirei, o cheiro teve um efeito em mim como o cheiro de sangue tem nos tubarões e meu tesão subiu a níveis inimagináveis. Entreguei a calcinha e a ação começou, ela me olhou com aquele rostinho de puta e colocou sua mãozinha com a calcinha preta na base da minha pica, que ainda estava cheia da saliva dela, e assim, bem devagar, começou a me masturbar.
- Aaaaah siim, como você é boa com a mão, meu Deus, continua nesse ritmo, não para
sua mão quente com a calcinha percorria cada centímetro da minha pica monstruosa, fluidos pré-seminais começaram a escorrer por toda aquela calcinha deliciosa. Ficamos assim por mais alguns minutos e decidi começar com o que realmente valia a pena: comer ela.
- Agora sim, se prepara porque vou te deixar de cadeira de rodas
eu dizia enquanto me levantava e continuava me masturbando, levantei ela do chão e agarrei suas duas mãos, ela já assumiu que estava entregue e que eu ia fazer o que quisesse com ela, qualquer coisa que eu quisesse. Peguei uma corda que estava em uma mesa perto e amarrei suas duas mãos nela e em um tipo de corrimão. Apertei com força e, nu da cintura para baixo, fui e tranquei a porta da oficina, me aproximei dela massageando minha pica, ela estava de costas, me abaixei e novamente abri suas nádegas, e assim comecei a chupar com vontade sua buceta linda, era uma coisa deliciosa, a mais gostosa do mundo, deixei bem ensalivada para facilitar a entrada e saída da minha pica, me levantei e disse
- Vou te foder assim, em pé, e quero te foder com a calcinha preta vestida
coloquei cuidadosamente a calcinha e a puxei para o lado, diante dos meus olhos estava a melhor bunda da Argentina, olhei para minha pica, estava enorme, rapidamente coloquei uma camisinha que tinha guardado, cuspi nela cuidadosamente e com minha mão espalhei toda a saliva ao longo dela, agarrei a base com uma mão e abri suas nádegas com a outra e assim enfiei muito cuidadosamente a cabeça da minha pica em sua vagina deliciosa
- aaay cuidado, por favor
- uuuuuf que perfeita que buceta gostosa que você tem!
lentamente enfiei o resto do meu pau na sua vagina com minha mão na cintura dela, soltando junto um longo
-aaaaaaaaaaaaaai siiiim
ela respondeu com gemidos baixos e curtos, tinha as costas novamente arqueadinhas o que fazia sua bunda poder ser arrebentada de um jeito mais bonito, e com a calcinha molhada pelos meus fluidos pré-seminais posta e puxada de lado pra me deixar meter nela. Comecei a me mover pra dentro e pra fora repetidas vezes, primeiro devagar e depois cada vez um pouco mais rápido, seus gemidos e os meus começaram a crescer, estava comendo de pé a Jesica Cirio, agarrei com uma das minhas mãos bem forte seu cabelo e puxei pra mim, enquanto com a outra agarrava com força sua bunda
-Aaaaah Aaaah assim, você gosta que eu te coma? gosta que eu te coma com esse pau?
-aaaaah aaaah aaaaai
-me responde, você gosta que um desconhecido te coma?
-aaaah aaaah siim, eu gosto que um desconhecido me comaaa
-você gosta do meu pau, putinha aaaah
-aaaah aaai sim eu adoro seu pau
-Não me trata por "você", me trata por "senhor", putinha,
-aaaah aaaah eu adoro seu pau, senhor
-que putinha que você é, meu Deus, como você gosta de piroca
a força e a rapidez com que meu pau entrava e saía da sua vagina já eram inimagináveis, uma coisa de louco, isso acompanhado pelos constantes e crescentes gemidos tanto meus quanto da Jesica e também fortes tapas na bunda que de vez em quando eu dava nela. e cabe incluir algumas cusparadas que eu fazia no meu pau pra ele se manter lubrificado
-Tomara que o babaca do seu marido pudesse ver como estão fodendo a putinha da esposa dele
ela não fez nada, só continuou gemendo como a putinha que é. Soltei seu cabelo e assim mesmo direcionei minhas duas mãos ao seu pescoço que agarrei com pouca força e nessa posição continuei dando nela com muita rapidez e força
-Pede pau
-aaaah aaah me dá piroca por favor
-pede que eu dê mais forte
-aaah me dá mais forte, me dá mais forte
automaticamente pelo seu nível de excitação ela abriu as pernas sozinha, me afastei da sua Agarrei seu pescoço e juntei suas pernas de novo para que meu pau ficasse mais apertado e ela sentisse mais prazer. Ver sua bunda de cima fez eu aumentar a velocidade. Seguimos assim por mais alguns minutos e decidi mudar de posição. Tirei meu pau e os dois soltamos um gemido de satisfação. Dei um tapa na sua bunda e desamarrei suas mãos do corrimão, mas elas continuavam completamente amarradas. Sentei na cadeira já mencionada e ela me seguiu, sentando sobre mim da mesma forma. Estávamos cara a cara. Ela se levantou um pouquinho e, sozinha, encaixou meu pau na sua buceta. Logo depois, começou a pular, devorando meu pau com sentadas, enquanto obviamente gemía e mantinha os olhos fechados para aguentar o prazer. Pulava no meu pau bem rápido, mas fazia muito bem. Enrolou os braços amarrados na minha cabeça e continuou pulando e mexendo aquele rabo no meu pau. Entre ofegos e pulos, sentou totalmente em mim, deixando meu pau 100% metido na sua boceta. Abriu os olhos e me olhou bem sensual, mordendo o lábio inferior, e começou a rebolando o bundinha com meu pau dentro dela, acompanhado de um longo e sensual:
— Mmmmmmmhmmm...
Ela me encarou e eu a ela. Naquele momento, soube que ela estava entregue e que, na verdade, estava gostando de ser comida por mim. Depois de um tempo rebolando, ela me disse:
— Tira minha camiseta.
Ela levantou os braços e eu tirei a camiseta, deixando-a só de sutiã, o que me permitiu ver a magnitude dos seus peitos lindos. O sutiã era da mesma cor da calcinha. Fodemos mais um pouco da mesma forma. Tirei o sutiã dela, revelando seus peitos — peitos perfeitos, do tamanho certo, com mamilos de uma cor meio bordô, que chupei por um bom tempo sem tirar meu pau da sua boceta. Depois, ela continuou pulando mais um tempo no meu pau, gemendo bastante.
— Mmm, você adorou, né? Já assumiu?
Ela não disse nada e continuou fodendo. Me olhou com uma cara sorridente, o que despertou minha violência de novo. Levantei com ela ainda no meu pau, ergui ela e a Estampei ela contra a parede, segurando-a nos meus braços, comecei a meter cada vez mais forte.
- Aaaah aaaah para, por favor (ela dizia de propósito)
- Toma, puta! Toma! Isso é o que você merece.
Ela fechou os olhos de novo e gemeu enquanto eu soltava gritos de esforço, beijava seu pescoço enquanto a fodia e, depois de alguns minutos, a separei da parede e deitei-a no chão. Beijei-a novamente e ela colocou as pernas nos meus ombros, continuei metendo na buceta, era algo inimaginável, muito quente, sentia que ela absorvia meu pau.
- Aaaay, para, você vai me machucar.
- Shhh, cala a boca e continua levando.
- Aaaaah aaaah.
- Meu pau é maior que o do seu marido, não é?
- Aaaah aaah.
- Responde, puta barata, é maior?
- Siiim aaah, é muito maior.
- Qual você gosta mais?
- O seu, eu gosto mais aaaah, o seu.
- Você é muito puta, mas toma, fode com meu pau, é mais grosso, não é?
- Sim, é muito grosso.
Voltei a beijar seu pescoço e depois seus peitos enquanto ela se contorcia de prazer no chão. Tirei meu pau da sua vagina, estava toda encharcada com os fluidos da Jessica, me ajoelhei diante dela e, me masturbando suavemente, disse:
- Agora vira de costas e fica de quatro.
Ela obedeceu, virou-se e deixou sua bunda contra meu pau, ficou na posição de cachorrinha e virou a cabeça para me olhar.
- Sabe o que vem agora, puta?
- O que vem, senhor?
- Vou arrombar bem essa sua bunda linda que você tem.
A cara de susto que ela fez naquela hora não teve preço, abriu os olhos bem abertos e me disse:
- Não, não, por favor, vai doer, pela bunda não.
- Diga o que quiser, mas você vai sair daqui de cadeira de rodas, nem vai conseguir sentar.
- Tenha piedade, por favor.
Fiz o mesmo processo, olhei para meu pau e cuspi nele, espalhei a saliva com a mão por toda a extensão dele, depois aproximei minha boca do seu ânus e comecei a chupar, enchi de saliva, dava para ouvir uns gemidos e percebia como a Jessica levantava um pouco os pés quando eu fazia isso. Me afastei novamente e inseri meu dedo indicador de novo no seu ânus.
- Aaaaaaaay. ela gritava, meu dedo massageava constantemente o interior do seu cu, que era bem apertado e quente
–Arqueia mais um pouco as costas, que vou curtir essa raba
Cuspi na bunda da Jessica, e agarrei a base da minha rola, ela estava vendo o que eu ia fazer
–Para, por favor
–Shhh
Com a outra mão agarrei seu quadril e aproximei a enorme cabeça do meu pau do seu cu, e aí comecei a pressionar, Jessica desviou o olhar pra frente e fechou os olhos com força, fazendo uma cara de dor enquanto se debatia um pouco, e depois de alguns segundos pressionando, minha cabecinha entrou na sua bunda linda
–AAAAAAAAAAI TIRA TIRA JÁ
–aaaaaah uf, no início vai doer, mas depois você vem sozinha na oficina pedir pra eu fazer de novo
Ela mantinha os olhos fechados e a carinha franzida de dor, se virava de vez em quando pra ver. Enfiei até a metade do pau na sua bunda linda
–TIRA, TÁ ARDENDO!
–aaaaah eu adoro
Segurei firme com as duas mãos seu quadril e empurrei até o fundo, meu pau ficando com os pelos púbicos em contato com sua bunda
–AAAAAAI TIRA, NÃO AGUENTO MAIS!
–aaaaaaaah assim, shh, isso só tá começando, agora você vai começar a gostar
Devia ser horrível pra ela, porque deve ser doloroso ter um pauzão daqueles enfiado até o fundo no cu, mas pra mim era a coisa mais linda do mundo e eu não ia tirar. Assim mesmo, devagar, acompanhado com cuspidinhas pra lubrificar, ia metendo e tirando meu pau grosso do cu da Jessica, que aos poucos ia cedendo. Ela, por sua vez, se contorcia de dor, e até soltou umas lágrimas, mas seus gemidos de dor e prazer juntos me excitavam de um jeito desproporcional. Aos poucos, o prazer venceu a dor e Jessica começou a curtir, voltavam a ser ouvidos os gemidos que ela soltava antes,
–uuuhh aaah siim, viu que eu tava certo
–aaaaaah aaaaai sim, você tava certo, agora eu tô gostando
–Gosta que eu arrombo seu cu?
–Siii aaah aah eu gosto Você gosta do quê?
- Eu gosto que me arrebente o cu!
Agarrei seu cabelo com força e puxei, com a outra mão dei palmadas intensas, sua bunda ficou vermelhinha de tantas que bati, ela gemeu descontrolada, mas eu estava encantada com a arrebentada anal que estava dando
- Me pede pra arrebentar seu cu
- Aaaah, arrebenta meu cu, por favor, aaaaai
- Toma! Toma! Toma!
Tirei meu pau depois de um tempo, apoiei entre suas duas nádegas e comecei a esfregar, enquanto cuspia nela, depois me aproximei e desamarrei suas mãos, voltei à posição e continuei metendo com tudo, de maneira rápida e furiosa, seus gemidos não demoraram a voltar
- Se toca na buceta enquanto eu arrebento seu cu
Ela levou a mão até a vagina e começou a se tocar, eu não parava, continuava segurando seu cabelo e dando palmadas, pouco tempo depois, se ouviu
- Aaaaai, Aaaaaahh, não aguento maaais!
No instante, uma enxurrada de líquido jorrou de sua vagina, Jéssica tinha gozado, e muito
- Aaaaah, olha como você me encharcou, você gostou, né? Gosta que eu arrebente seu cu, gosta de ser tratada como a puta que você é, não é?
- Siiiim, aaah, eu adoroo
- Agora você é minha puta, como dizem as cachorrinhas como você?
- Aaaaah, aaaah, au! au!
- Você é uma puta com todas as letras
Isso me deixou com muito tesão e fiz com que eu metesse com toda minha força. Suas pernas começaram a tremer e logo ela caiu e ficou no chão de bruços
- Aah, agora você que decide as posições? Bom, vou te dar duro contra o chão
Deitei em cima dela, abri suas nádegas e enfiei meu pau no seu cu de novo, tanto eu quanto ela gememos de satisfação e prazer, voltei ao ritmo com que estava fodendo antes, seus gemidos de loba no cio voltaram
- Você entrega essa bunda pro seu marido?
- Não, nunca, aaah
- Que puta de merda, escuta, de agora em diante você só vai entregar pra mim, e pra mais ninguém
- Sim, senhor, aaah, aaah, só pra você
- Essa bunda é minha, tá me ouvindo?
- Só sua, aaaaah, sua e de mais ninguém
- Agora vem aqui que eu quero fazer seu cu de pé
Me levantei e ela também automaticamente coloco seus braços em uma bancada e deixo sua bunda à minha livre disposição. Sem pensar duas vezes, enfiei meu pau de novo na sua bunda e comecei a meter com força, arrebentando bem o cu dela sem piedade e de pé. Puxei seus braços para trás e me segurei neles para foder com mais potência, e de repente os gemidos da Jessica começaram a ficar mais e mais constantes.
- Aaaaaah Aaaaaaah aaaaah
- O que foi?
- É que você tem o pau muito grosso
- E daí?
- Você tá destruindo minha bunda
- Vamos continuar então
- Aaaaay aaaah
Ela virou o rosto, nos beijamos mais uma vez e em um momento senti que já não aguentava mais.
- Ajoelha, putinha, que vou te dar o leite.
Ela seguiu minhas ordens e se ajoelhou bem na frente do meu pau, fazendo uma cara de puta terrível que me matava. Comecei a me masturbar para poder encharcar toda a minha porra no rostinho dela.
- Quer o leite?
- Siiim, me dá o leite por favor
- Pede o leite
- Me dá todo o leite por favor, me dá tudo
- Você acabou de ser minha putinha, agora quero que seja minha gatinha sedenta por porra. Como fazem as gatinhas?
- Miauu miaau, me dá o leite, amo
- Tira a calcinha e faz a punheta pra mim, ganha seu leite.
Ela tirou a calcinha que tanto me fascinava e colocou na base do meu membro. Começou a me masturbar suavemente enquanto fixava o olhar nos meus olhos e fazia uma cara de puta que me enlouquecia, acompanhada por frases como "me dá todo o leite, miauuu". Sem parar de me masturbar, ela acariciava minha perna com a cabeça e logo depois enfiou minha glande na boca por um tempo e começou a chupar sem que eu pedisse. Seu olhar permanecia fixo em mim, sem dúvidas era uma mulher desenhada por Deus para o sexo, única e insubstituível. Ela brincava com a linguinha em toda minha glande. Depois de alguns segundos de contato entre a língua da Jessica e minha glande, ela se afastou do meu pau e me disse enquanto me masturbava:
- Vai, senhor! Me dá o leite que tô com muita fome
- Quer o leite, putinha?
- Sim, quero tudo
- Onde você quer? (com a voz quebrada e ofegante pela excitação) -na carinha agarrei meu pau e com a calcinha ainda nela, sacudi por mais alguns segundos, tirei a camisinha e joguei na cara dela e depois de um tempo não aguentei mais -TOMA! uma quantidade inimaginável de porra jorrou do meu pau grosso, nem eu acreditava, era jato atrás de jato de gozo sem parar. ao sair o primeiro jato, Jesica fechou os olhos e a boca deixando que toda a porra encharcasse seu rosto lindo e eu por minha parte me dediquei a gemer e a ver como meu sêmen a encharcava, deixei até a última gota, sacudindo meu pau para sair tudo, continuei massageando meu pau mais um pouco e depois de alguns segundos ela abriu os olhos e fez uma cara de riso e entre risadas disse -Uoooou, quanta porra -aaaah você mereceu, puta com a boca limpou a porra que tinha ao redor da boca e com as mãos a que tinha nos olhos. -ooh, olha como ficou meu pau, vem e limpa ela se aproximou e sem reclamar limpou meu pau usando a boca, eu não podia acreditar, não só tinha transado com a Jesica Cirio, como também ela tinha gostado, tinha arrombado o cu dela e como cereja do bolo gozei em todo o rosto dela, sem dúvidas o dia mais feliz da minha vida. Começamos a nos vestir, eu estava colocando a calça quando ela pediu a calcinha -haha nono, essa calcinha fica comigo de lembrança ela não reclamou nem nada e saiu na rua com o shorts preto que ficava tão bem nela, mas sem calcinha, combinamos de não contar a ninguém o que tinha acontecido, dei meu whatsapp e muito frequentemente, na verdade, ela vem à oficina para que eu arrombe o cu dela de novo, sem dúvidas uma puta com todas as letras. (POST DEDICADO A @meyiale16) (Desculpa demorar tanto, mas melhor tarde do que nunca!) Muito Obrigado por ter visto o post até o final, se você gostou e quer ver mais posts desse tipo comece a me seguir e me deixe pontos, se gostou muito coloque nos favoritos, lembre-se que sou novo no poringa e quero prosperar nessa rede social se você tem alguma sugestão para mim por favor me diga na caixa de comentários, se quiser que eu faça um post específico, como este, pode colocar nos comentários ou me mandar uma mensagem privada. Eu com certeza vou ler. Bom, galera e cumpas, poringa boys, isso é tudo! A gente se vê em outro post! E como sempre digo: "comentar não custa nada e ajuda muito".
Yapita...
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Comentarios Destacados
Que tiene de bueno un relato así?
Después hay minas que terminan cagadas a palos .......
Debo ser yo
Pero por eso puse mi comentario ..... no disfruto ese tipo de ficción y no entiendo a quien lo disfruta.
Ya lo dije, debo ser yo
13 comentários - Eu arrebentei o cu da Jesica Cirio