Tudo começou um dia depois de uma puta orgia que rolou entre meus amigos e a ex de outro cara, quando começou a martelar na minha cabeça: e se fosse minha mina? Isso me dava um tesão do caralho, não parava de me excitar essa ideia.
Então decidi oferecer minha namorada pro grupo. Sim, eu sei, sou maluco, mas o que posso dizer? Tava morrendo de vontade. Isso sempre com a condição de ela aceitar. Eu não tinha coragem de perguntar pra ela, embora sejamos um casal de mente aberta e disposto a tudo, isso era muito mais que um simples menage ou sexo com estranhos.
Então o plano era uma reunião em casa e começar a sondar pra ver se ela embarcava. Finalmente chegou o dia e já tava tudo mais que organizado, a geladeira cheia de cerveja e uma caixa grande de camisinha super fina.
Só faltava rolar. Tive que acalmar uns caras que são os típicos punheteiros, que passam do ponto e vão longe demais.
Quando todo mundo já tava lá, comecei a criar o clima. Coloquei um rock pra depois botar um funk e aos poucos fui acendendo luzes fracas pra poder apagar a luz principal da sala.
Pedi pro cara mais cara de pau puxar ela pra dançar, e ele fez sem problemas, enquanto todo mundo se fazia de desentendido, mas obviamente todos de olho no que rolava. Eu me aproximei e comecei a dançar por trás, meio que apoiando ela e acariciando um pouco. Ela nem aí, então resolvi começar a tocar ela um pouco mais pra ver no que dava. Ela tava usando umas leggings de vestir muito gostosas, com uma rabeta que marcava bem, em cima uma regata de gola larga que deixava o ombro pelado e a barriga de fora, a regata era soltinha mas curta.
Nisso, o Juan começa a me ajudar e aos poucos as mãos dele iam acariciando a cintura dela e começavam a descer pra bunda, enquanto olhava pra ela com olhos cheios de safadeza.
Meio que ela não se deixa tocar, mas logo me ocorre sussurrar no ouvido dela: "Fica tranquila, bebê, são amigos, tá tudo bem." Ela sorri, olha pra baixo enquanto continua dançando e aos poucos começa a... dançando cada vez mais gostosa, eu me afasto pra poder observar e curtir o cenário que tava rolando.
Juan, muito sabiamente, não decide agir de cara, então só foi dançando bem ousado, roçando o corpo todo e se esfregando sem parar. Daí Martin chega e pede uma música, todo mundo caiu na risada e começou a zuar ele, falando que não era um valsa e um monte de piadas espertas.
Eu já não aguentava mais e, vendo que tava tudo bem encaminhado, pego o pote de geleia com base e começo a bolar um baseado pra deixar a noite mais verde.
Começamos a fumar e, claro, minha mina adora, então todo mundo ficou na mesma vibe. Todos chapados e meio bêbados. Minha namorada já tinha dançado quase o tempo todo, tava bem suada do calor que tava fazendo. Eu e meus amigos, no maior tesão, vendo aquela doçura delicada dançando, ela já tinha tirado os sapatos e tava descalça. Eu decido subir o nível e começo a dançar com ela.
A gente se beija e eu começo a passar a mão nela toda, enfio as mãos por baixo da camiseta dela e solto o sutiã. Ela age como se a gente tivesse sozinho. Tiro ele de vez, braço por braço, e os bicos dela marcavam na camiseta, durinhos e empinados. Meus amigos começam a ficar com tesão, e dá pra ver eles se tocando, ajustando os paus, se preparando pro que vem.
Minha mina, já cansada, senta no sofá e toma uma cerveja enquanto todo mundo fica olhando. Ela sorri sem parar, não sei o que passa na cabeça dela, mas na minha, o tesão do morbo tava me deixando tão excitado que eu já queria partir pra ação. Nisso, Manu e Juan sentam do lado dela. Juan é bonitão, mas Manu, coitado, não tem muita lábia, é o mais desesperado pra comer alguém porque não transa com frequência. Juan começa a puxar papo e vai se aproximando devagar, enquanto passa a mão na perna dela bem sutilmente. Ela ria, meio nervosa, e não parava de me olhar de canto pra ver minha reação. Eu, como se nada. Conversando. Manu começa a se meter na conversa, mas minha mina não tava dando muita bola e acaba falando mais com o Juan, meio que virando as costas pro Manu. Até que o Manu, já cheio de tesão, começa a passar a mão nas costas dela, fazendo carinho com uns massagins. Minha mina continua conversando com o Juan como se os carinhos fossem normais.
Juan se anima e começa a beijar ela. Aí o tesão explodiu em mim, não dava pra ficar mais excitado. Minha mina começa a acariciar ele no peito, descendo pela barriga e até tocando no pau dele por cima da calça. Manu começa a beijar o pescoço dela, parte da nuca e vai beijando as costas que ficavam de fora pela abertura da blusa.
Os amassos começam a aumentar e já o Manu tava apalpando e apertando os peitos dela por baixo da blusa. Ela tava com as mãos dentro da calça do Juan, e ele se jogando pra trás, deixando caminho livre pra ela desabotoar a calça dele de vez, o que ela fez sem hesitar. Juan tava com a calça nos tornozelos e minha mina chupava o pau dele devagar, como se tivesse curtindo o pau dele como se fosse o meu.
Manu, enquanto isso, tava se despindo sem cerimônia nenhuma, como se não tivesse ninguém. Quando ficou peladão, sentou no sofá e começou a acariciar minha mina pra dar a entender que já tava pronto, mas a putinha continuava com o Juan, parecia que não tava muito afim de chupar o Manu. Nisso, Juan se levantou pra tirar toda a roupa, e aí o Manu pegou a cabeça dela delicadamente e foi guiando até o pau dele, que já tava duro e pronto. Ela, toda submissa, foi se abaixando e começou a chupar o pau dele, de olhos fechados, e com a mão enquanto chupava, batia uma punheta bem gostosa por todo o comprimento. Manu tava no céu, filho da puta. Eu não podia acreditar que minha mina tava chupando o pau dele. Pra ser sincero, já tava me dando um pouco de nojo ver o punheteiro do grupo chupando o pau da minha mina.
Juan já tava pronto e o resto começou a se despir. E Formaram a rodinha típica, aí o Juan pega ela pela mão e leva pro centro. Ela de joelhos começa a chupar devagar, um tempinho cada um. Eu vou buscar a caixa de camisinhas e boto na mesa pra cada um ir colocando. Todo mundo sabe as regras, não precisou falar nada. Devem ter passado uns 40 ou 45 minutos chupando todas as picas, inclusive a minha, até que eu pego um cobertor grosso e jogo no chão. Não precisou falar nada, já tinha dois deitados esperando minha mina decidir sentar neles. Minha mina escolhe o Pedro, aí se posiciona em cima dele de joelhos, pegando o pau dele com a mão pra levar até a buceta dela. Enquanto olha pra ele, vai enfiando devagar o cock dentro da pussy. Outro se aproxima pra ela chupar a dele, e ela vai fazendo de vez em quando, porque tava mais focada nos movimentos pélvicos pra sentir bem o cock do Pedro, que tava cravado até o fundo. Era um monte de mão passando nela, eu tô quase gozando só de ver como tão comendo ela sem dó. Vejo o Manu passar saliva na mão e começar a tocar o cu dela, aí enfia o dedo. Que filho da puta, que punheteiro. Minha mina gemia que nem uma puta de verdade. Depois de brincar um pouco, o Manu se levanta atrás dela e vai descendo até encostar o cock na porta do cu dela, e mete aproveitando a cavalgada que ela tava dando. Minha mina geme cada vez mais alto e se deixa cair em cima do cara que tava embaixo, que não lembro quem era na hora, e o Manu mete sem piedade no cu dela, bem forte. Não durou nem três minutos e ele gozou. Vejo ele sair, sorrindo e satisfeito, tira a camisinha e joga no lixo, e senta do meu lado enquanto assiste como se fosse um filme pornô ao vivo. Outro ocupa o lugar que o Manu deixou, e já era uma dupla penetração constante. Foram se revezando, alguns duravam mais que outros, alguns usavam muita mão, outros beijavam demais, mas fazer o quê, são coisas que acontecem.
minha namorada tava praticamente toda quebrada, dava pra ver claramente a buceta dela toda vermelha e o cu tão dilatado que não voltava a fechar. os peitos dela tavam rosados de tanto chupar e apalpar, igual as nádegas..
foram sobrando poucos ao redor dela e os últimos eram uns verdadeiros cavalos que metiam com bastante violência, e entre gemidos dava pra ouvir um aiii de dor. até que todos terminaram e um idiota começa a aplaudir, tipo dizendo bravo.
minha namorada me olha e fala:
não aguento mais, são uns filhos da puta, especialmente você que me entrega pros seus amigos me comerem, cuidado que isso tá começando a me dar tesão.
aí eu chego perto e deixo a pica na cara dela pra ela me chupar, e ela fez meio sem vontade, o que me desanimou. então coloquei ela de quatro e, com aquele rabo lindo e perfeito, meti no cu dela, não custou nada de tanto fluido e de tão aberto que tinha ficado, não apertava muito, tenho que admitir que não tenho igual a vários dos meus amigos que são muito bem dotados. não durei muito porque tava me segurando há horas.
até que não aguentei mais e gozei enchendo a bunda toda de porra, e continuei bombando mesmo depois que a sensibilidade já tinha ido pra casa do caralho, continuei metendo com tanta vontade até que não deu mais e minha pica ficou mole e murcha.
aquela noite foi bizarra pra caralho, mas amei ver como ela foi comida de mil jeitos, e ver ela toda destruída deitada na coberta me deixou uma imagem muito doentia na cabeça.
Então decidi oferecer minha namorada pro grupo. Sim, eu sei, sou maluco, mas o que posso dizer? Tava morrendo de vontade. Isso sempre com a condição de ela aceitar. Eu não tinha coragem de perguntar pra ela, embora sejamos um casal de mente aberta e disposto a tudo, isso era muito mais que um simples menage ou sexo com estranhos.
Então o plano era uma reunião em casa e começar a sondar pra ver se ela embarcava. Finalmente chegou o dia e já tava tudo mais que organizado, a geladeira cheia de cerveja e uma caixa grande de camisinha super fina.
Só faltava rolar. Tive que acalmar uns caras que são os típicos punheteiros, que passam do ponto e vão longe demais.
Quando todo mundo já tava lá, comecei a criar o clima. Coloquei um rock pra depois botar um funk e aos poucos fui acendendo luzes fracas pra poder apagar a luz principal da sala.
Pedi pro cara mais cara de pau puxar ela pra dançar, e ele fez sem problemas, enquanto todo mundo se fazia de desentendido, mas obviamente todos de olho no que rolava. Eu me aproximei e comecei a dançar por trás, meio que apoiando ela e acariciando um pouco. Ela nem aí, então resolvi começar a tocar ela um pouco mais pra ver no que dava. Ela tava usando umas leggings de vestir muito gostosas, com uma rabeta que marcava bem, em cima uma regata de gola larga que deixava o ombro pelado e a barriga de fora, a regata era soltinha mas curta.
Nisso, o Juan começa a me ajudar e aos poucos as mãos dele iam acariciando a cintura dela e começavam a descer pra bunda, enquanto olhava pra ela com olhos cheios de safadeza.
Meio que ela não se deixa tocar, mas logo me ocorre sussurrar no ouvido dela: "Fica tranquila, bebê, são amigos, tá tudo bem." Ela sorri, olha pra baixo enquanto continua dançando e aos poucos começa a... dançando cada vez mais gostosa, eu me afasto pra poder observar e curtir o cenário que tava rolando.
Juan, muito sabiamente, não decide agir de cara, então só foi dançando bem ousado, roçando o corpo todo e se esfregando sem parar. Daí Martin chega e pede uma música, todo mundo caiu na risada e começou a zuar ele, falando que não era um valsa e um monte de piadas espertas.
Eu já não aguentava mais e, vendo que tava tudo bem encaminhado, pego o pote de geleia com base e começo a bolar um baseado pra deixar a noite mais verde.
Começamos a fumar e, claro, minha mina adora, então todo mundo ficou na mesma vibe. Todos chapados e meio bêbados. Minha namorada já tinha dançado quase o tempo todo, tava bem suada do calor que tava fazendo. Eu e meus amigos, no maior tesão, vendo aquela doçura delicada dançando, ela já tinha tirado os sapatos e tava descalça. Eu decido subir o nível e começo a dançar com ela.
A gente se beija e eu começo a passar a mão nela toda, enfio as mãos por baixo da camiseta dela e solto o sutiã. Ela age como se a gente tivesse sozinho. Tiro ele de vez, braço por braço, e os bicos dela marcavam na camiseta, durinhos e empinados. Meus amigos começam a ficar com tesão, e dá pra ver eles se tocando, ajustando os paus, se preparando pro que vem.
Minha mina, já cansada, senta no sofá e toma uma cerveja enquanto todo mundo fica olhando. Ela sorri sem parar, não sei o que passa na cabeça dela, mas na minha, o tesão do morbo tava me deixando tão excitado que eu já queria partir pra ação. Nisso, Manu e Juan sentam do lado dela. Juan é bonitão, mas Manu, coitado, não tem muita lábia, é o mais desesperado pra comer alguém porque não transa com frequência. Juan começa a puxar papo e vai se aproximando devagar, enquanto passa a mão na perna dela bem sutilmente. Ela ria, meio nervosa, e não parava de me olhar de canto pra ver minha reação. Eu, como se nada. Conversando. Manu começa a se meter na conversa, mas minha mina não tava dando muita bola e acaba falando mais com o Juan, meio que virando as costas pro Manu. Até que o Manu, já cheio de tesão, começa a passar a mão nas costas dela, fazendo carinho com uns massagins. Minha mina continua conversando com o Juan como se os carinhos fossem normais.
Juan se anima e começa a beijar ela. Aí o tesão explodiu em mim, não dava pra ficar mais excitado. Minha mina começa a acariciar ele no peito, descendo pela barriga e até tocando no pau dele por cima da calça. Manu começa a beijar o pescoço dela, parte da nuca e vai beijando as costas que ficavam de fora pela abertura da blusa.
Os amassos começam a aumentar e já o Manu tava apalpando e apertando os peitos dela por baixo da blusa. Ela tava com as mãos dentro da calça do Juan, e ele se jogando pra trás, deixando caminho livre pra ela desabotoar a calça dele de vez, o que ela fez sem hesitar. Juan tava com a calça nos tornozelos e minha mina chupava o pau dele devagar, como se tivesse curtindo o pau dele como se fosse o meu.
Manu, enquanto isso, tava se despindo sem cerimônia nenhuma, como se não tivesse ninguém. Quando ficou peladão, sentou no sofá e começou a acariciar minha mina pra dar a entender que já tava pronto, mas a putinha continuava com o Juan, parecia que não tava muito afim de chupar o Manu. Nisso, Juan se levantou pra tirar toda a roupa, e aí o Manu pegou a cabeça dela delicadamente e foi guiando até o pau dele, que já tava duro e pronto. Ela, toda submissa, foi se abaixando e começou a chupar o pau dele, de olhos fechados, e com a mão enquanto chupava, batia uma punheta bem gostosa por todo o comprimento. Manu tava no céu, filho da puta. Eu não podia acreditar que minha mina tava chupando o pau dele. Pra ser sincero, já tava me dando um pouco de nojo ver o punheteiro do grupo chupando o pau da minha mina.
Juan já tava pronto e o resto começou a se despir. E Formaram a rodinha típica, aí o Juan pega ela pela mão e leva pro centro. Ela de joelhos começa a chupar devagar, um tempinho cada um. Eu vou buscar a caixa de camisinhas e boto na mesa pra cada um ir colocando. Todo mundo sabe as regras, não precisou falar nada. Devem ter passado uns 40 ou 45 minutos chupando todas as picas, inclusive a minha, até que eu pego um cobertor grosso e jogo no chão. Não precisou falar nada, já tinha dois deitados esperando minha mina decidir sentar neles. Minha mina escolhe o Pedro, aí se posiciona em cima dele de joelhos, pegando o pau dele com a mão pra levar até a buceta dela. Enquanto olha pra ele, vai enfiando devagar o cock dentro da pussy. Outro se aproxima pra ela chupar a dele, e ela vai fazendo de vez em quando, porque tava mais focada nos movimentos pélvicos pra sentir bem o cock do Pedro, que tava cravado até o fundo. Era um monte de mão passando nela, eu tô quase gozando só de ver como tão comendo ela sem dó. Vejo o Manu passar saliva na mão e começar a tocar o cu dela, aí enfia o dedo. Que filho da puta, que punheteiro. Minha mina gemia que nem uma puta de verdade. Depois de brincar um pouco, o Manu se levanta atrás dela e vai descendo até encostar o cock na porta do cu dela, e mete aproveitando a cavalgada que ela tava dando. Minha mina geme cada vez mais alto e se deixa cair em cima do cara que tava embaixo, que não lembro quem era na hora, e o Manu mete sem piedade no cu dela, bem forte. Não durou nem três minutos e ele gozou. Vejo ele sair, sorrindo e satisfeito, tira a camisinha e joga no lixo, e senta do meu lado enquanto assiste como se fosse um filme pornô ao vivo. Outro ocupa o lugar que o Manu deixou, e já era uma dupla penetração constante. Foram se revezando, alguns duravam mais que outros, alguns usavam muita mão, outros beijavam demais, mas fazer o quê, são coisas que acontecem.
minha namorada tava praticamente toda quebrada, dava pra ver claramente a buceta dela toda vermelha e o cu tão dilatado que não voltava a fechar. os peitos dela tavam rosados de tanto chupar e apalpar, igual as nádegas..
foram sobrando poucos ao redor dela e os últimos eram uns verdadeiros cavalos que metiam com bastante violência, e entre gemidos dava pra ouvir um aiii de dor. até que todos terminaram e um idiota começa a aplaudir, tipo dizendo bravo.
minha namorada me olha e fala:
não aguento mais, são uns filhos da puta, especialmente você que me entrega pros seus amigos me comerem, cuidado que isso tá começando a me dar tesão.
aí eu chego perto e deixo a pica na cara dela pra ela me chupar, e ela fez meio sem vontade, o que me desanimou. então coloquei ela de quatro e, com aquele rabo lindo e perfeito, meti no cu dela, não custou nada de tanto fluido e de tão aberto que tinha ficado, não apertava muito, tenho que admitir que não tenho igual a vários dos meus amigos que são muito bem dotados. não durei muito porque tava me segurando há horas.
até que não aguentei mais e gozei enchendo a bunda toda de porra, e continuei bombando mesmo depois que a sensibilidade já tinha ido pra casa do caralho, continuei metendo com tanta vontade até que não deu mais e minha pica ficou mole e murcha.
aquela noite foi bizarra pra caralho, mas amei ver como ela foi comida de mil jeitos, e ver ela toda destruída deitada na coberta me deixou uma imagem muito doentia na cabeça.
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BESIS LAPRIMA