A sobrinha da minha ex-mulher Parte II
Como vocês já sabem, eu comi a minha sobrinha poucos dias depois que ela veio morar comigo — uma menina muito linda, baixinha, gostosa, com uma bunda média puxando pra grande. Bom, isso vocês já devem ter lido no primeiro relato.
Continuando com essa segunda parte: enquanto almoçávamos depois daquela fodida muito gostosa que a gente teve, ela me perguntou se a gente podia continuar dormindo junto. Fiquei surpreso e sem saber o que dizer, olhei nos olhos dela — uns olhos de menina misturados com mulher sedenta por mais — e um sorriso safado. Eu soltei um sorriso debochado, me recostei, cruzei os braços e só falei: "Tem certeza que quer isso?"
Ela: "Hum, sim."
Eu: "Tá bom, se quiser, mas não me responsabilizo pelo que acontecer depois."
Ela: Só sorriu e disse: "Okis, tio."
Seguimos comendo. Depois disso, levantamos e, enquanto arrumávamos tudo e eu me preparava pra sair pro meu trabalho, apertava a bunda muito gostosa dela e, de brincadeira, falei no ouvido: "Isso vai ser meu."
Ela: Só calou a boca e sorriu safadamente.
No caminho pro trabalho, minha cabeça tava a mil, pensando nela, na fodida e se realmente eu tinha sido só o segundo homem a comer ela.
Passadas as horas, sabia que ia sair tarde do serviço naquele dia, mas minha alegria ia ser quando chegasse em casa, porque hoje ia dormir com ela. Só que cheguei quase meia-noite e, pra minha surpresa, encontrei ela dormindo no quarto dela. A única coisa que fiz foi ir pro meu quarto e dormir. Na manhã seguinte, nos encontramos na cozinha, demos um beijo muito gostoso e passei a mão nela, mas não perguntei por que ela não tinha dormido comigo como a gente tinha combinado.
Saí como toda manhã pro trabalho. Naquele dia, voltei a chegar à noite e, de novo, aconteceu a mesma coisa da noite passada. Assim se passaram quatro dias. Já comecei a perder toda a esperança de dormir com ela. Mas no quinto dia, me liberei cedo do trabalho. Cheguei em casa pra ver se fazia algo gostoso com ela ou se a levava pra comer e aproveitava a ocasião. Só que cheguei e não encontrei a... ninguém de novo, me desanimei completamente. Decidi fazer uma comida rápida só pra mim, tomar um banho e ver algum filme.
Depois de comer, conferir meus e-mails, subi pra tomar banho. Enquanto me ensaboava, comecei a sentir uma mão percorrendo meu pau mole, que do nada começou a ficar duro como pedra e senti um sobe e desce com a mão, mas como tava ensaboado não conseguia abrir os olhos, então deixei continuarem com o sobe e desce. Mas de repente soltaram meu pau, então abri os olhos na hora como pude e quando consegui enxergar, vi minha sobrinha ajoelhada no chuveiro segurando meu pau com as mãos e começou a fazer uma gostosa punheta por uns minutos, depois aproximou meu pau da boca dela e enfiou tudo, começando a fazer um boquete delicioso. Com a carinha de menina inocente, ela me olhou, tirou tudo e passou a língua toda, como se lambesse um picolé, e disse:
Ela: posso ou não, tio?
Com um sorriso enorme de prazer que ela me dava, só falei:
Eu: você já tem toda a permissão.
Ela aproximou meu pau da boca dela e enfiou tudo, começando a fazer um boquete gostoso debaixo d'água. Ela ainda estava vestida com um shortinho branco que tinha quase entrado todo na bunda dela por estar ajoelhada, e uma blusa de alcinha. As duas roupas ficaram transparentes com a água. Ela ficou chupando por uns 10 minutos, até que eu parei, tirei a roupa dela e comecei a beijá-la e acariciar a bunda dela, abrindo e fechando com as duas mãos...
Como o chuveiro era meio pequeno, peguei ela pela mão, levei até a pia que era grande e larga, coloquei ela sentada lá, abri as pernas dela, me inclinei e comecei a lamber a buceta dela, abrindo os lábios vaginais e sentindo um gosto misturado de água com o salgadinho dos fluidos dela, mas com o passar das lambidas começou a sair mais e mais fluidos. Ela se estremecia na pia e só gemia e gemia de tão excitada que estava. Antes, eu perguntei se já tinham feito oral nela, ela só balançou a cabeça que não... Aí voltei a lamber ela com força, chupar firme e morder o clitóris dela. Ela só fazia gemer e gemer, gostosa demais, tanto que em poucos minutos ela gozou e o corpo inteiro tremeu. Tirei minha cabeça de entre as pernas dela, dei um beijinho, e ela pôde provar os próprios fluidos, que ela mesma recolheu com a língua dos lábios e saboreou como se fossem restos de sorvete ou caramelo.
Tirei ela da pia e puxei pra cama. Já aqui, mandei ela ficar de quatro, já que ela adora essa posição. Ela abriu as pernas, empinou a bunda e com os dedos abriu a pussy. Apontei meu pau na entrada e meti de uma vez. Ela soltou um gritinho misturado com gemido e comecei com um bombeio suave e constante. Os dois estavam muito excitados. Aos poucos, aumentei o ritmo, me segurei nos quadris dela e fui metendo cada vez mais rápido, tanto que minha pelve batia na bunda dela. Fiquei bombando ela por um bom tempo. Dessa vez, a menina aguentou mais que da outra, mas já tinha gozado duas vezes, e sentia a buceta dela molhada, tanto que molhava meu pau e minhas bolas por completo.
Do nada, deito ela e coloco um travesseiro na barriga dela, levantando só a bunda. Puxei ela um pouco pra beirada da cama e comecei a meter nessa posição. Como apertou mais a pussy, ela começou a gemer cada vez mais com o atrito. Em uns 10 minutos, ela já tinha gozado mais duas vezes, e dava pra ver o cansaço, mas também a excitação no rosto dela. Virei ela de barriga pra cima e comecei a bombear de novo. Dava pra ver os peitos dela balançando a cada metida e os mamilos completamente duros de tesão. Ela começou a acariciar os próprios peitos, puxar e beliscar os mamilos. Aumentei as investidas, mais rápidas e profundas, tanto que consegui que ela tivesse dois orgasmos longos. Quando eu já queria gozar, tirei o pau da buceta dela e perguntei onde ela queria que eu gozasse...
Ela: pensou um pouco enquanto eu batia uma. Jalaba... Depois de alguns minutos, ela falou na minha boca: "quero provar isso..."
Eu sorri igual criança com brinquedo novo.
Mandei ela ficar de quatro, com a boca virada pro meu pau, e fiz ela me chupar mais um pouco até sentir que ia gozar. Tirei da boca dela, bati uma punheta eu mesmo, e quando senti que ia jorrar, peguei na cabeça dela e enfiei o pau inteiro na boca dela, descarregando meu gozo quente. Era tanta porra que escorria pela boca dela, e ela engoliu o máximo que conseguiu, lambendo os lábios pra catar o leite derramado. Depois de juntar tudo e engolir.
Ela: "Mmm, que yummy que foi essa porra."
Eu só sorri e mandei ela virar de quatro. Abri a bunda dela e dei um oral rápido e gostoso, com dois dedos enfiados, fazendo ela gozar mais duas vezes. Recolhi todo o líquido dela com a boca, me aproximei e beijei ela. No fim, ela lambeu os lábios de novo e falou: "Tio, que gostoso o gosto dos meus fluidos misturados com seu gozo. Vou ficar viciada nos dois sabores." Nós dois rimos do comentário dela.
Puxei ela e fomos tomar banho juntos. Enquanto nos ensaboávamos e apalpávamos um ao outro, comecei a ensaboar a bunda dela. Abri com as duas mãos e acariciei um pouco o cu dela com o sabão, tentando dedar ela por trás. Empurrei um dedo devagar, e ela era apertadinha. Quando sentiu, ela só deu uma rebolada e reclamou:
Ela: "Até que é gostoso, mas doeu um pouquinho."
Eu: "É apertadinho mesmo, mas quando eu começar a te comer, vai amolecer e você vai gostar mais." Falei com um sorriso safado.
Continuamos no banho, e ela me deu um segundo boquete muito gostoso, parecia uma expert. Me fez gozar em poucos minutos, e ela engoliu tudo. Depois, levantou, só sorriu e disse: "Tava ainda mais gostoso." Eu só consegui falar: "Você tá ficando gulosa rapidinho, sobrinha..."
Naquela noite, dormimos juntos pelados e transamos mais duas vezes. Depois disso, ela dormia sempre que chegava. cedo comigo, mas ainda tinha um ponto que eu não conseguia com ela: comer aquele cuzinho gostoso e delicioso dela. Mas isso eu conto em outro relato, fim...
Muito boa história, gostei e compartilho. Agradeço aos meus seguidores do Poringa e a quem curtiu deixando ponto. Muito obrigado pela moral.
Como vocês já sabem, eu comi a minha sobrinha poucos dias depois que ela veio morar comigo — uma menina muito linda, baixinha, gostosa, com uma bunda média puxando pra grande. Bom, isso vocês já devem ter lido no primeiro relato.
Continuando com essa segunda parte: enquanto almoçávamos depois daquela fodida muito gostosa que a gente teve, ela me perguntou se a gente podia continuar dormindo junto. Fiquei surpreso e sem saber o que dizer, olhei nos olhos dela — uns olhos de menina misturados com mulher sedenta por mais — e um sorriso safado. Eu soltei um sorriso debochado, me recostei, cruzei os braços e só falei: "Tem certeza que quer isso?"
Ela: "Hum, sim."
Eu: "Tá bom, se quiser, mas não me responsabilizo pelo que acontecer depois."
Ela: Só sorriu e disse: "Okis, tio."
Seguimos comendo. Depois disso, levantamos e, enquanto arrumávamos tudo e eu me preparava pra sair pro meu trabalho, apertava a bunda muito gostosa dela e, de brincadeira, falei no ouvido: "Isso vai ser meu."
Ela: Só calou a boca e sorriu safadamente.
No caminho pro trabalho, minha cabeça tava a mil, pensando nela, na fodida e se realmente eu tinha sido só o segundo homem a comer ela.
Passadas as horas, sabia que ia sair tarde do serviço naquele dia, mas minha alegria ia ser quando chegasse em casa, porque hoje ia dormir com ela. Só que cheguei quase meia-noite e, pra minha surpresa, encontrei ela dormindo no quarto dela. A única coisa que fiz foi ir pro meu quarto e dormir. Na manhã seguinte, nos encontramos na cozinha, demos um beijo muito gostoso e passei a mão nela, mas não perguntei por que ela não tinha dormido comigo como a gente tinha combinado.
Saí como toda manhã pro trabalho. Naquele dia, voltei a chegar à noite e, de novo, aconteceu a mesma coisa da noite passada. Assim se passaram quatro dias. Já comecei a perder toda a esperança de dormir com ela. Mas no quinto dia, me liberei cedo do trabalho. Cheguei em casa pra ver se fazia algo gostoso com ela ou se a levava pra comer e aproveitava a ocasião. Só que cheguei e não encontrei a... ninguém de novo, me desanimei completamente. Decidi fazer uma comida rápida só pra mim, tomar um banho e ver algum filme.
Depois de comer, conferir meus e-mails, subi pra tomar banho. Enquanto me ensaboava, comecei a sentir uma mão percorrendo meu pau mole, que do nada começou a ficar duro como pedra e senti um sobe e desce com a mão, mas como tava ensaboado não conseguia abrir os olhos, então deixei continuarem com o sobe e desce. Mas de repente soltaram meu pau, então abri os olhos na hora como pude e quando consegui enxergar, vi minha sobrinha ajoelhada no chuveiro segurando meu pau com as mãos e começou a fazer uma gostosa punheta por uns minutos, depois aproximou meu pau da boca dela e enfiou tudo, começando a fazer um boquete delicioso. Com a carinha de menina inocente, ela me olhou, tirou tudo e passou a língua toda, como se lambesse um picolé, e disse:
Ela: posso ou não, tio?
Com um sorriso enorme de prazer que ela me dava, só falei:
Eu: você já tem toda a permissão.
Ela aproximou meu pau da boca dela e enfiou tudo, começando a fazer um boquete gostoso debaixo d'água. Ela ainda estava vestida com um shortinho branco que tinha quase entrado todo na bunda dela por estar ajoelhada, e uma blusa de alcinha. As duas roupas ficaram transparentes com a água. Ela ficou chupando por uns 10 minutos, até que eu parei, tirei a roupa dela e comecei a beijá-la e acariciar a bunda dela, abrindo e fechando com as duas mãos...
Como o chuveiro era meio pequeno, peguei ela pela mão, levei até a pia que era grande e larga, coloquei ela sentada lá, abri as pernas dela, me inclinei e comecei a lamber a buceta dela, abrindo os lábios vaginais e sentindo um gosto misturado de água com o salgadinho dos fluidos dela, mas com o passar das lambidas começou a sair mais e mais fluidos. Ela se estremecia na pia e só gemia e gemia de tão excitada que estava. Antes, eu perguntei se já tinham feito oral nela, ela só balançou a cabeça que não... Aí voltei a lamber ela com força, chupar firme e morder o clitóris dela. Ela só fazia gemer e gemer, gostosa demais, tanto que em poucos minutos ela gozou e o corpo inteiro tremeu. Tirei minha cabeça de entre as pernas dela, dei um beijinho, e ela pôde provar os próprios fluidos, que ela mesma recolheu com a língua dos lábios e saboreou como se fossem restos de sorvete ou caramelo.
Tirei ela da pia e puxei pra cama. Já aqui, mandei ela ficar de quatro, já que ela adora essa posição. Ela abriu as pernas, empinou a bunda e com os dedos abriu a pussy. Apontei meu pau na entrada e meti de uma vez. Ela soltou um gritinho misturado com gemido e comecei com um bombeio suave e constante. Os dois estavam muito excitados. Aos poucos, aumentei o ritmo, me segurei nos quadris dela e fui metendo cada vez mais rápido, tanto que minha pelve batia na bunda dela. Fiquei bombando ela por um bom tempo. Dessa vez, a menina aguentou mais que da outra, mas já tinha gozado duas vezes, e sentia a buceta dela molhada, tanto que molhava meu pau e minhas bolas por completo.
Do nada, deito ela e coloco um travesseiro na barriga dela, levantando só a bunda. Puxei ela um pouco pra beirada da cama e comecei a meter nessa posição. Como apertou mais a pussy, ela começou a gemer cada vez mais com o atrito. Em uns 10 minutos, ela já tinha gozado mais duas vezes, e dava pra ver o cansaço, mas também a excitação no rosto dela. Virei ela de barriga pra cima e comecei a bombear de novo. Dava pra ver os peitos dela balançando a cada metida e os mamilos completamente duros de tesão. Ela começou a acariciar os próprios peitos, puxar e beliscar os mamilos. Aumentei as investidas, mais rápidas e profundas, tanto que consegui que ela tivesse dois orgasmos longos. Quando eu já queria gozar, tirei o pau da buceta dela e perguntei onde ela queria que eu gozasse...
Ela: pensou um pouco enquanto eu batia uma. Jalaba... Depois de alguns minutos, ela falou na minha boca: "quero provar isso..."
Eu sorri igual criança com brinquedo novo.
Mandei ela ficar de quatro, com a boca virada pro meu pau, e fiz ela me chupar mais um pouco até sentir que ia gozar. Tirei da boca dela, bati uma punheta eu mesmo, e quando senti que ia jorrar, peguei na cabeça dela e enfiei o pau inteiro na boca dela, descarregando meu gozo quente. Era tanta porra que escorria pela boca dela, e ela engoliu o máximo que conseguiu, lambendo os lábios pra catar o leite derramado. Depois de juntar tudo e engolir.
Ela: "Mmm, que yummy que foi essa porra."
Eu só sorri e mandei ela virar de quatro. Abri a bunda dela e dei um oral rápido e gostoso, com dois dedos enfiados, fazendo ela gozar mais duas vezes. Recolhi todo o líquido dela com a boca, me aproximei e beijei ela. No fim, ela lambeu os lábios de novo e falou: "Tio, que gostoso o gosto dos meus fluidos misturados com seu gozo. Vou ficar viciada nos dois sabores." Nós dois rimos do comentário dela.
Puxei ela e fomos tomar banho juntos. Enquanto nos ensaboávamos e apalpávamos um ao outro, comecei a ensaboar a bunda dela. Abri com as duas mãos e acariciei um pouco o cu dela com o sabão, tentando dedar ela por trás. Empurrei um dedo devagar, e ela era apertadinha. Quando sentiu, ela só deu uma rebolada e reclamou:
Ela: "Até que é gostoso, mas doeu um pouquinho."
Eu: "É apertadinho mesmo, mas quando eu começar a te comer, vai amolecer e você vai gostar mais." Falei com um sorriso safado.
Continuamos no banho, e ela me deu um segundo boquete muito gostoso, parecia uma expert. Me fez gozar em poucos minutos, e ela engoliu tudo. Depois, levantou, só sorriu e disse: "Tava ainda mais gostoso." Eu só consegui falar: "Você tá ficando gulosa rapidinho, sobrinha..."
Naquela noite, dormimos juntos pelados e transamos mais duas vezes. Depois disso, ela dormia sempre que chegava. cedo comigo, mas ainda tinha um ponto que eu não conseguia com ela: comer aquele cuzinho gostoso e delicioso dela. Mas isso eu conto em outro relato, fim...
Muito boa história, gostei e compartilho. Agradeço aos meus seguidores do Poringa e a quem curtiu deixando ponto. Muito obrigado pela moral.
3 comentários - A sobrinha gostosa da minha ex Parte II