Romina e a armadilha do desejo 19
Havíamos voltado das férias e entramos em um mês de bastante calma, não tivemos nenhuma visita de ninguém, a menina começou o jardim. Estávamos como sempre que algo acontecia no período de assimilar as coisas que haviam acontecido.
Um sábado que estávamos em casa tomando chimarrão e a menina estava na casa dos avós maternos, Romi se aproximou me olhando, meteu a mão na minha malha agarrando meu pau, enquanto começava a brincar com ele disse:
- Segui tomando as pílulas anticoncepcionais quando estávamos na costa..., mas eu te disse que não..., e você não fez nada para evitar que seu chefe me encherga... - começou a me masturbar lentamente- Você tem vontade de ver-me cheia do cul de outro...?, De verdade você se aquece...? - meu pau estava bem duro, mas não me animava a falar de nada parecia muito forte o tema.
- Porque um dia eu vou cansar..., e vou fazer enchergar..., e parece que após o permiso que você deu..., nosso próximo filho não vai se assemelhar muito a você... - me masturbrou mais forte até que me fez culminar dentro da malha, saco a mão suja do meu sêmen e passo-a pela cara - Anda lavar-se, porquita...
Passaram quase outros quinze dias mais em que mantivemos uma vida bastante normal, rotina doméstica que nos começava a resultar confortável, meu chefe não me havia comentado nada sobre as férias. Um miércoles à tarde estava trabalhando na oficina e me passaram um chamada, o chefe se havia retirado cedo na manhã.
- Olá?
- O que você está fazendo?
- Chefe, o que precisa?
- Sabes quem está com o cu acima da sua cama com meu pau bem enterrado...?, Escuta...
- Escutei os comentários de Romi
- Se fizéssemos bem..., bombeie-me...., que linda eu sinto no bum..., você está escutando cuck masturbator...? - perguntei Romi, se ouviu novamente a voz do chefe
- Venha para aqui quero que a encontre recém encherga pela Booty..., assim você também desfruta um pouco - disse e em seguida cortou. Quando cheguei para casa Romi estava desnuda na cama de lado, seu bumbum olhando para a porta, eu me aproximei lentamente. - Olá amor...?, o chefe aguentou o mais que pôde..., queria que você me encotras recém-limpinha por trás..., se aproxime para ver... - me arrodillei ao lado da cama, havia resíduos de sêmen na porta do seu bumbum.- Lave com a língua, faz cinco minutos que o chefe foi..., dale..., faça seu trabalho..., puerquita..., - comecei a passar a língua devagar- Sim..., limpe bem..., devagar..., meta o dedo assim, sinta como está quente e cheio..., meti o dedo no bumbum e senti como se fechava o esfíncter ao redor do meu dedo e senti como estava quente seu bumbum. - Que vontade de te pegar....!!! - Sim, mas já disse esses dias..., não sei se será pela idade ou que, mas você não está como antes..., se você se vaza muito frequentemente, o seu interesse decresce..., então guarde o seu cul para outro momento que eu decidir..., jogue um pouco mais com a língua..., em um tempo tenha que ir buscar a menina. Fiquei um tempo mais chupando até que ela se deu volta e me beijou. - Que prazer ácido você tem na boca... - disse sorrindo- Anda buscar a menina, puerquita.... O viernes eu voltei a receber outro chamado do chefe, ele dizia que estava pegando Romi e queria que fosse para casa, que avisasse por telefone quando estivesse a dez minutos de casa, assim saberia melhor quando cumpir e não teria que fazer contas disse rindo. Avisei quando estava chegando. Quando entrei no quarto, Romi estava acostada de costas, tinha os peitos embarrados de sêmen. - Me pegou bem pegada a pussy... e decidiu deixar um presente à vista..., ponha um forro e venha me pegar... mas não acabe... - É que estou muito quente faz muito tempo que você não me deixa cumpir. - Então não..., limpe mais nada... - me acostei sobre ela e comecei a chupar os peitos, Romi gemia o tempo todo. - Sim..., limpe bem... puerquita..., se você se comporta bem esta noite, você... vou a aliviar um pouco..., apura que tens que ir buscar a menina...
Na noite, Romi se vestiu com um vestido desses transparentes que tem com uma thong e nada mais, estava deliciosa quando a menina dormiu, ficamos no living ouvindo música, dançamos suavemente beijando-nos e acariciando-nos. Eu não aguentava mais da calor. Fomos para o quarto e Romi pediu que eu a desnudasse e lhe desse um bom massagem, ela se deitou culos para cima e assim fiz minha calor era cada vez maior. Depois me indicou que eu me desnudasse e me acostasse de costas para cima, meu cock dava pulinhos o tempo todo estava muito perto de chegar. Romi tomou meu cock com sua mão direita e começou a acariciar suavemente.
- Você está tão quente..., vê como bem me atende quando está quente..., você me satisfaz qualquer capricho... - disse-me, soltando o cock e ficando à altura de meu membro, olhando para mim. Se você pedir que eu ligue para seu pai e pergunte quando vai visitar a gente, seguro vou fazer... - meu cock deu um pulinho, Romi riu - Peguei uma vez sozinha..., e apressado..., chame-o para ver quando nos visita... - tomei o telefone e liguei para casa dos meus pais, atendi minha mãe estava contente de ouvir-me, passei com meu pai.
- Papá, Romi quer saber quando você vai visitar a gente - Romi agarrou meu cock e começou a me pajar violentamente.
- Quando você quiser, parece bem para amanhã à noite, o único problema é que sua mãe sai com suas amigas, vou ir sozinho... - meu cock começou a escupir montes de cum Romi mordia o lábio inferior e me apertava o cock sentindo o fluxo da cum enquanto a apontava para meu ventre, cortei o telefone. Romi se aproximou para beijar-me.
- Vê como atento que estou quando estou quente..., Quando vem nosso papi?...
- Amanhã, mas vem sozinho, minha mãe não pode vir - Romi me olhou sorrindo.
- Então amanhã é festa..., te amo..., porquita pajera...
Romi e a armadilha do desejo 20... costumbre, en um momento eu me aproximei até o banheiro e estava terminando de depilar-me, estava linda. Eu me irritava muito com a situação, obviamente eu estava quente mas também me causava muito dor.
A menina iria estar na casa dos primos, fazia muito tempo que não se viam e estava contentíssima. Perto das 18 hs, vieram buscá-la. Romi começou a mostrar conjuntos de lingerie.
- Qual você gostaria mais do seu papi...? - E se aproximava mostrando-me conjuntos, finalmente escolheu um vermelho que se pôs com o vestido transparente do mesmo cor, obviamente desfeito o decote, se pôs anéis redondos que lhe ficavam lindos.
Quando estava terminando de me arrumar, olhou para mim que já estava vestido.
- A thong que eu tirei essa tirada no banheiro..., coloca-a, porca... - Eu ia sair em direção ao quarto e me ordenou que o fizesse diante dela.- Que linda você fica..., esse bum temos que inaugurar, não...? - Ela me olhou sorrindo e me indicou que saísse porque precisava se pintar.
Perto das 21 hs, cheguei meu pai, fui abrir a porta, enquanto Romi estava na cozinha terminando de arrumar a mesa. Me estreitei a mão, trazia uma garrafa de champan que me entregou e um ramo de rosas vermelhas na outra, olhei por sobre meu ombro procurando por Romi, que justamente saía da cozinha.
- Boas noites, sogro..., que prazer ver você...
- O prazer é meu, você se vê linda - disse aproximando-se para dar-lhe as flores ao mesmo tempo em que lhe dava um beijo em cada face e a tomava do cinto.- Está feita uma rainha.
- Bem obrigado..., você se vê muito elegante também..., querido, porque não serviu o champan..., assim brindamos - disse Romi enquanto ia buscar um florero e colocava as flores sobre a mesa do comedor. Voltei com três copas servidas em uma bandeja, meu pai e Romi tomaram suas copas, eu tomei a minha apoiando a bandeja ao lado.
- Por essa noite - brindou meu pai e os três levantamos as copas brindando com ele.
- Eu gostaria de esclarecer que passo a noite de fim de ano..., me parece que havíamos tomado demasiado e nos descontrolámos... - disse Romi com voz sensual, meu pai a tomou da cintura e atraiu-a para ele beijar enquanto lhe acariciava a espalda, quando se separaram, tomei o copo de Romi e dei-lhe junto com o dele e comecei a beijá-la novamente enquanto lhe acariciava o cu sobre o vestido. - Esta noite vou te gozar com tempo, sem pressa alguma. Este cu da puta deliciosa que tens. - Não me fale assim... - disse Romi enquanto o empurrava com as mãos no peito. Meu pai a tomou das mãos que puseram junto aos joelhos e voltou a beijá-la, Romi respondia ao beijo. Meu pai levou uma mão para trás e com a sua apertou o cu para ele, apoiando-a bem contra seu cock - Eu te falo como gostas, você é uma puta viciosa - tomou-lhe da mão e fez-a arrodillar - caminha em quatro patas e move o Bum. - Romi começou a andar em quatro patas pelo living - Move bem o bum..., lento..., com cadência..., venha para mim agora..., - Romi foi andando devagar, meu pai agarrou-lhe suavemente o cabelo e pôs a cara frente ao seu membro. - Meu amiguinho te espera, faça um bom trabalho. - Romi baixou o fechamento, libertou o cock do encerramento e começou a chupá-lo. Estive um tempo na tarefa até que meu pai ajudasse a levantar-se. - Isso era só para não termos que fingir nada, já todos sabemos qual é a situação. - beijou-a novamente e se acariciaram por um longo tempo Depois de um tempo passamos à cozinha para jantar, meu pai correu a cadeira para que ela se sentasse e sentou-se ao seu lado. - Vais ser o nosso moço hoje - disse-me meu pai- servir-nos a comida. - Tomei a mão de Romi e pusei-a sobre seu membro, beijei-a e acariciava os peitos sobre o vestido, a Romi parecia cada vez mais quente. A ceia transcorreu bastante normal, pareciam uma par de um restaurante e eu o garçom que os atendia. Depois da ceia saíram para o living, meu pai sentou-se no sofá e Romi pôs algo de música suave, meu pai disse... acontecido hacia el y se sentó en su regazo acariciándola y besándola, con su mano derecha empezó a jugar con el coño de Romi levantando el vestido y corriendo la tanga para un lado dejándola, luego solo la acomodó sobre el sillón y bajando su cierre la clavó sobre el sillón. - Te gusta mirar como se besan a tu mujer, hijito...? - No respondí obviamente. Romi gemía bien fuerte. Mi padre lo hacía con mucho detenimiento, la besaba y le chupaba las tetas mientras la bombeaba. - ¡Qué rico..., me gusta mucho..., puedo pedir un favor...? - Lo que quieras, puta mía. - Mira..., tu hijo siempre que me quiere hacer el bum..., se calienta mucho..., a veces no me la termina de meter y ya acabo..., no me harías el favor... - Dijo Romi con demasiada voz de puta, mi corazón parecía que iba a explotar, mi padre salió se arriba de ella, Romi se puso de pie, se sacó el vestido mirándome y se arrodilló al borde del sillón con los zapatos y la tanga puesta, lo miré sobre su hombro- Hacemelo lento y suave..., que dure mucho..., me encanta sentir la eyaculación también... cuando explota una polla... - Mi padre no perdió más tiempo se acomodó detrás de ella y se entretuvo primero jugando con sus dedos en el culo de Romi después se dedicó a chuparlo mientras seguía jugando con sus dedos, finalmente se acomodó y empezó a hacerlo lentamente hasta que se la metió entera. - ¿La sientes bien ahí? - Sí..., ¡qué rico!, dame ahora..., bombeame bien... Hazlo por tu hijo..., que le gusta mirarme con una polla en el culo... - Mi padre me miró sonriendo y empezó su bombeo lento y muy profundo, luego de un rato se detuvo y se quedó apoyado sobre la espalda de Romi. - ¡Qué rico que eres, girl!, no me voy a cansar de cogerte nunca, sabes que puedo seguir un montón todavía te lo aguantas? - Si me duele pero me gusta... y más si el masturbador mira..., sabes que...? - No, cuéntame. - ¿Cuando me llenan de eyaculación sabes que hace tu hijo...? - Se pajea...? - No se limpia con la lengua...., y É muito habilosa a porquita... Porca..., mostre ao seu pai que linda você está... - Agache a cabeça e me baixe os calções, escute o riso do meu pai, os dois nos olhavam. Girate e mostre-nos que linda você fica..., disse Romi - Que puta você é, não me enganei para nada, he? - Não, sou muito puta ..., mas preciso de alguém que me domine... - Me parece que encontraste o seu domador, disse enquanto havia começado a pegá-la bem duro novamente. - Doi..., por um pouco..., doo..., você faz dóler... bruto...., - disse Romi com voz de puta . - Te disse que posso aguentar muito. Querés que pare um pouco? - Por favor... - Bem, quando tiver vontade, paro. - começou a bombearla bem duro novamente se quedou um tempo quieto e luego saiu um pouco deu um beijo a Romi e sentou-se no sofá. Romi foi um bocado para o banheiro. Quando voltava do banheiro meu pai a fez arrodillar entre suas pernas - Limpie-a bem assim te foda você a bunda. - me indicou que eu fosse acercar e tomei um gole e bebi enquanto Romi limpava. Levantaram-se e foram para a cama. Meu pai se deitou sobre ela e Romi começou a montá-lo girei a cabeça para olhar para mim - Não te da vergonha..., porca..., você gosta ver como me pegam..., quer ver como me enchem o cu de... e em seguida eu o limpo?, peça ao seu papi... porca... Meu pai acomodou Romi sobre a cama, colocou uma almofada abaixo do púbis e voltou ao ataque, de a pouco parava e se quedava apoiado sobre Romi, em um momento começou a bombearla mais duro Romi gritava e pedia que ele a enchesse de... Meu pai a clavava quando acaba e se quedou apoiado na sua espalda até que o seu cock saiu sozinho, então se deitou de costas ao lado de Romi. Sem que Romi me disses nada fui para seu cu chupá-lo. Romi girou a cara e beijava meu pai. - Limpie-o bem porca..., não podes ser tão porca.... suja... Finalmente me indicaram que eu fosse dormir no living, não voltaram a pegar na noite na manhã seguinte Romi apenas disse chupo the cock until my father filled her mouth, I found out because he came to wake me up with a kiss and felt the cum flow into my mouth while listening to my father's laughter from the room. Romina and the trap of desire 21 Time kept passing, my father's visit for different circumstances did not repeat itself, we would go out together with the boss, I was their personal mirror and the three of us enjoyed the game in our own way. Romi used to keep me hotter lately because she had realized that my attitude was much more attentive and condescending. One night after we had been with the boss, Romi told me that she was going to let me have her. She told me to hurry up to the bathroom and get ready for bed. She made me put on a condom and I was on top of her, riding her, she ordered me to stay quiet and with her right hand's index finger started playing with my bum. She said: - It seems you owe me something since vacation..., no...? –she referred to when she had let me watch the boss get his mother. - Yes, it's true. –I looked at her with a perverse face. - I want to see how they screw you..., - I stayed hard on top of her, I wasn't interested in the idea at all. - You know that I don't feel like trying. - But I do... and if you want to keep playing... - I'm not willing. –she made me get off her and I lay down beside her. - I have a strong desire to see you getting screwed by a guy, I thought of Oscar, do you remember the security guard's son, if he gets me again I'll be able to do anything. –she rolled onto her side and started playing with my cock.- I want to see you penetrated, and feel Oscar's cock filling your ass with cum and then we'll have sex. –for the first time the situation didn't seem hot to me, Romi noticed it and turned around and went to sleep, we didn't talk about it for a week. The weekend arrived and Romi informed me that she was going out alone with the boss, I spent the whole night giving vueltas en la cama até que eu fique dormindo, quando eu acordei senti a mão de Romi guiando minha à sua bunda. Ela fez-me meter o dedo e senti que estava quente, seu ânus apertava meu dedo e sentia restos de sêmen dentro dele.
- Estou bem preso, agora dorme tranquilo, masturador. Por agora não vais ter mais que isso, então acostume-se a me tocar ou cheirar-me recém-cogida e não te permito pajearte. Ela tirou a mão e ficou dormindo no instante. Despertei-a para almoçar e almoçamos com a nena como se tudo andasse sobre rodas, Romi me dava beijos ternos, me acariciava e brincava.
À tarde ela foi com a nena onde os pais e eu fiquei sozinho em casa, esperando que Romi se cansasse desse jogo e recapitulasse.
Passaram duas semanas mais Romi não me dava bola, sexualmente falando, nem jogos nem nada, o fim de semana seguinte ela não saiu mas o outro sim. Outra vez se repetiu a situação da sua chegada quase de manhã, eu tomei novamente a mão e fez-me sentir a cum em seu pussy e seu culo, me beijou e tinha gosto a sêmen antes de dormir, ela disse.
Que pena que você perdeu..., repeti duplo com o garoto de limpeza..., - pôs mais voz de puta e disse: eles fizeram tudo..., são uns viciosos degenerados e sorriu-se e deu a volta e foi dormir. Eu fazia um monte que não dava para cagar e começava a desesperar com a situação.
Me sentia bastante molesto com a situação, decidi falar com Romi após almoçar. A nena estava cansada e foi dormir a sesta, Romi também se deitou, vestiu apenas uma thong e ficou com o bum para meu lado. Ela disse:
Venha para a cama comigo, vou deixar que eu apoie a minha cock, mas não te ocorra mover-te para cum, se acabas sozinho está bem, senão aguante. E ficou profundamente dormida. Eu tentava me mover sem que ela desse conta e era tanta a calentura que acabei assim apoiado naquela que era minha esposa e fazia tempo que não cogia. Me senti muito mal.
Quando Romi se despertou, disse-me que era um degenerado e foi para banhar-se. Eu disse que tínhamos que falar, preparei o chimarrão e, após o banho, fomos para a cozinha para conversar.
- Olha, amor, parece que não podemos continuar assim, essa situação não me agrada.
- E bem..., resolva isso de uma vez...., - eu olhei fixamente nos seus olhos e disse.- vou chamar o Oscar e continuaremos jogando normalmente...
- Mas você não entende que não quero... –me interrompeu
- Eu não estou para entender..., encontre um psicólogo... estou aqui para te fazer gozar e humilhar..., lembras-te de...
- Mas é demais, protestei.
- Fuck you até o martes..., após isso, o jogo está acabado..., você não vai me ver mais com ninguém..., se tiver vontade... no martes quando voltar do trabalho, peça que eu arregle com o Oscar para o fim de semana e, caso contrário, acostume-se a ser um corno em ausência.
- Llamalo a Oscar..., disse eu.
Romi aproximou-se de mim com um chimarrão e me olhou. Fez-se um silêncio prolongado.
- Llamalo a Oscar..., disse eu novamente.
Romi sorriu e disse, demoraste muito para resolver, mas valiu a pena esperar, após jantar, eu acosto a nena e você vai para a cama, ponha uma thong das minhas e acoste-se com o cu para cima e espere-me. Depois da ceia, fizemos isso assim. Romi entrou no quarto e se aproximou lentamente da cama, se deitou em cima de mim e começou a jogar com seu dedo médio no meu cu, correndo a thong para um lado. Disse-me ao ouvido.
- Llamalo a Oscar..., o sábado parece bem..., como você imagina...?, eu já o vejo entrando bem devagar em seu cu, - me pôs de lado, meu cock estava bem duro novamente.- Vejo você em quatro na cama e Oscar segurando você fundo no cu enquanto chupa a minha use the word: pussy, não aguento as vontades de que seja sábado..., começou a me pajear mais forte e acabei como um porco manchando toda a cama, ordenou-me que limpresse e foi dormir.
Romi e a armadilha do desejo 22 Desde a terça-feira até a quinta-feira Romi me provocava o tempo todo com o tema do que nos esperava o sábado, que ia desfrutar como uma rainha, gastava cada vez que tínhamos sexo, delirava sem parar. Na quinta-feira, quando voltei do trabalho, eu me assegurei de ter pensado que não estava inteiramente apresentável, a menina estava jogando no living e Romi mandou-me para o banheiro, fez-me despir e disse que ia me depilar todo, afastei lentamente pela frente e pelo fundo, não deixei um único fio em qualquer lugar. À noite na cama, pôs meu cu com a bunda para cima e se divertiu jogando com seus dedos por todo o meu cu, passando óleo e metendo seus dedos oleados no meu bumbum. A tarde do sábado Romi foi levar a menina à casa dos pais dela e eu fui jogar futebol, quando voltei Romi estava vestida com o vestido vermelho transparente, thong e sem sutiã, beijou-me sorriso e vitorioso. Fez-me vestir com minha roupa normal, mas com uma thong Booty less. Quando tocou a campainha mandou-me abrir a porta, quando abri a porta estava lá Oscar, estava muito mais magro, mas se via igual de forte e poderoso, apertou a minha mão sorrindo. Romi veio ao encontro dele, se olharam e se beijaram comendo-se a boca como desesperados. - Que lindo que estás, disse Romi - E você está igual de partível que sempre, vou te destruir. Voltaram a abraçar e beijar enquanto se metiam a mão como desesperados decidiram pedir pizzas antes de nada, comemos como se fossemos um trio de amigos, não houve nenhum comentário sobre o que passaria depois, nem mesmo se tocaram na comida. Finalizada a ceia Romi disse que era hora de ir para o living, pôs música suave e começou a dançar com Oscar, se apertaram um tempo longo, em seguida me fez sinal de aproximar-me, fez-me arrodillar diante dela e levantando o vestido me fez chupá-la por sobre a thong enquanto continuava apertando com Oscar, sua mão livre o membro dele que estava bem gordo e cabezón como sempre e tinha uma dureza incrível, tomei da cabeça e me virei para o lado, ficando minha boca exatamente à frente do membro, nesse momento eles se separaram por um instante, ao levantar a cabeça vi que os dois me olhavam, Romi falou. - Que desfrute, disse e empurrou a minha cabeça para ele, comecei a chupá-lo timidamente, tinha um gosto forte mas a situação me superava enquanto Romi e Oscar voltaram a se beijar e tocar. Romi me indicou parar e tirar toda a roupa, ficando apenas com a thong, pediu que eu me acomodasse ao bordo do sofá, arrodilhado no chão, senti-os sorrir os dois, Romi saiu para buscar o óleo na cozinha, voltou e se arrodilhou atrás de mim, baixei a thong, deixando-a enganchada nos muslos e comecei a lubrificar lentamente, disse a Oscar: - Que lindo bum vais comer, olha com a thong nos muslos parece uma adolescente de quinze anos, dizia enquanto seus dedos me lubrificavam bem o cu, Oscar também se despira e se aproximou e começou a franeleá-la a Romi, Romi parou de aceitar-me e começou a chupá-la um tempo a Oscar e a aceitá-la também, então senti que ele se acomodava atrás de mim. Romi falou e eu mesma os cachecos do cu. - Despacito, primeiro meta a cabeça nada mais..., quero que desfrute..., que se envicie..., Sentí o cock de Oscar pugnando por entrar e senti um dor e me senti invadido por dentro, senti muito dor. - É só a cabecinha, pai..., fique quieto assim você se acostuma..., eu adoro vê-lo assim. Se pôs à minha frente no sofá e deu-me seu uso da palavra: pussy para que eu chupasse correndo para um lado da thong enquanto se beijava com Oscar que estava exatamente ao seu altura, tomei da nuca encajando-me em sua use da palavra: pussy e deve ter feito uma sinalização a Oscar porque senti como seu cock começou a meter-se lentamente no meu cu, senti-lo entrar devagar até sentir seus muslos contra meus glúteos; eu havia encaixado até o fundo, era uma situação rara, eu molestaba profundamente y me ofendía el estar siendo penetrado por un homem, mas ao mesmo tempo sentia uma sensação física muito prazerosa, meu cock estava bem duro e Romi havia apenas descido do sofá e se tocava enquanto a mirava. - El tem dura como quando está super quente..., e também lhe da pulgas também. Oscar passou suas mãos por meu peito e me agarrou dos ombros, começando um bombeamento lento e profundo que me começava a excitar ainda mais, queria que a terra me engolisse, me molestava que se dessem conta, mas era óbvio que estava gozando. - Tanto fazeres rogar... e estas gozando como uma colegiala..., não...??, disse Romi Não respondi nada, não fazia falta para eu dizer alguma coisa. Oscar voltou a me penetrar fundo e se quedou quieto. - Que lindo cu tenes, bicha. Não te molesta que eu te diga bicha não? Não respondi, sentia-me humilhado mas mais me molestava o gozo que era incontrolável. - Vou enchê-lo de cú cum o bum... bicha..., Comecei a bombear com dureza agora, Romi estava de joelhos ao nosso lado e se masturbava enquanto mirava, senti que Oscar se tensava, senti seu membro ficando mais duro ainda e um jato que me invadia, explodi sem sequer tocar-me e como poucas vezes o havia feito, escondi minha cabeça no sofá, queria escapar, Romi falou. - Acabo sozinha a puta, sem se tocar..., parece que lhe agrada- Oscar saiu lentamente e pondo-se de pé levantou Romi e se beijaram, foi ao banheiro para se lavar e Romi se arrodilhou atrás de mim e jogava com seus dedos em meu cu, meteu seu dedo bem a fundo. - Que lindo se sente..., que cheio ficaste..., e isso que não querias não... te agrada como te pegaram... mariconcita..., Oscar voltava do banheiro, havia se lavado e tomou Romi, levando-a em braços para a cama, a tirei sobre ela, seu cock estava duro novamente se acomodou entre as pernas de Romi e a penetrava lentamente, os dois estavam alterados, começava a segunda parte da noite-
Havíamos voltado das férias e entramos em um mês de bastante calma, não tivemos nenhuma visita de ninguém, a menina começou o jardim. Estávamos como sempre que algo acontecia no período de assimilar as coisas que haviam acontecido.
Um sábado que estávamos em casa tomando chimarrão e a menina estava na casa dos avós maternos, Romi se aproximou me olhando, meteu a mão na minha malha agarrando meu pau, enquanto começava a brincar com ele disse:
- Segui tomando as pílulas anticoncepcionais quando estávamos na costa..., mas eu te disse que não..., e você não fez nada para evitar que seu chefe me encherga... - começou a me masturbar lentamente- Você tem vontade de ver-me cheia do cul de outro...?, De verdade você se aquece...? - meu pau estava bem duro, mas não me animava a falar de nada parecia muito forte o tema.
- Porque um dia eu vou cansar..., e vou fazer enchergar..., e parece que após o permiso que você deu..., nosso próximo filho não vai se assemelhar muito a você... - me masturbrou mais forte até que me fez culminar dentro da malha, saco a mão suja do meu sêmen e passo-a pela cara - Anda lavar-se, porquita...
Passaram quase outros quinze dias mais em que mantivemos uma vida bastante normal, rotina doméstica que nos começava a resultar confortável, meu chefe não me havia comentado nada sobre as férias. Um miércoles à tarde estava trabalhando na oficina e me passaram um chamada, o chefe se havia retirado cedo na manhã.
- Olá?
- O que você está fazendo?
- Chefe, o que precisa?
- Sabes quem está com o cu acima da sua cama com meu pau bem enterrado...?, Escuta...
- Escutei os comentários de Romi
- Se fizéssemos bem..., bombeie-me...., que linda eu sinto no bum..., você está escutando cuck masturbator...? - perguntei Romi, se ouviu novamente a voz do chefe
- Venha para aqui quero que a encontre recém encherga pela Booty..., assim você também desfruta um pouco - disse e em seguida cortou. Quando cheguei para casa Romi estava desnuda na cama de lado, seu bumbum olhando para a porta, eu me aproximei lentamente. - Olá amor...?, o chefe aguentou o mais que pôde..., queria que você me encotras recém-limpinha por trás..., se aproxime para ver... - me arrodillei ao lado da cama, havia resíduos de sêmen na porta do seu bumbum.- Lave com a língua, faz cinco minutos que o chefe foi..., dale..., faça seu trabalho..., puerquita..., - comecei a passar a língua devagar- Sim..., limpe bem..., devagar..., meta o dedo assim, sinta como está quente e cheio..., meti o dedo no bumbum e senti como se fechava o esfíncter ao redor do meu dedo e senti como estava quente seu bumbum. - Que vontade de te pegar....!!! - Sim, mas já disse esses dias..., não sei se será pela idade ou que, mas você não está como antes..., se você se vaza muito frequentemente, o seu interesse decresce..., então guarde o seu cul para outro momento que eu decidir..., jogue um pouco mais com a língua..., em um tempo tenha que ir buscar a menina. Fiquei um tempo mais chupando até que ela se deu volta e me beijou. - Que prazer ácido você tem na boca... - disse sorrindo- Anda buscar a menina, puerquita.... O viernes eu voltei a receber outro chamado do chefe, ele dizia que estava pegando Romi e queria que fosse para casa, que avisasse por telefone quando estivesse a dez minutos de casa, assim saberia melhor quando cumpir e não teria que fazer contas disse rindo. Avisei quando estava chegando. Quando entrei no quarto, Romi estava acostada de costas, tinha os peitos embarrados de sêmen. - Me pegou bem pegada a pussy... e decidiu deixar um presente à vista..., ponha um forro e venha me pegar... mas não acabe... - É que estou muito quente faz muito tempo que você não me deixa cumpir. - Então não..., limpe mais nada... - me acostei sobre ela e comecei a chupar os peitos, Romi gemia o tempo todo. - Sim..., limpe bem... puerquita..., se você se comporta bem esta noite, você... vou a aliviar um pouco..., apura que tens que ir buscar a menina...
Na noite, Romi se vestiu com um vestido desses transparentes que tem com uma thong e nada mais, estava deliciosa quando a menina dormiu, ficamos no living ouvindo música, dançamos suavemente beijando-nos e acariciando-nos. Eu não aguentava mais da calor. Fomos para o quarto e Romi pediu que eu a desnudasse e lhe desse um bom massagem, ela se deitou culos para cima e assim fiz minha calor era cada vez maior. Depois me indicou que eu me desnudasse e me acostasse de costas para cima, meu cock dava pulinhos o tempo todo estava muito perto de chegar. Romi tomou meu cock com sua mão direita e começou a acariciar suavemente.
- Você está tão quente..., vê como bem me atende quando está quente..., você me satisfaz qualquer capricho... - disse-me, soltando o cock e ficando à altura de meu membro, olhando para mim. Se você pedir que eu ligue para seu pai e pergunte quando vai visitar a gente, seguro vou fazer... - meu cock deu um pulinho, Romi riu - Peguei uma vez sozinha..., e apressado..., chame-o para ver quando nos visita... - tomei o telefone e liguei para casa dos meus pais, atendi minha mãe estava contente de ouvir-me, passei com meu pai.
- Papá, Romi quer saber quando você vai visitar a gente - Romi agarrou meu cock e começou a me pajar violentamente.
- Quando você quiser, parece bem para amanhã à noite, o único problema é que sua mãe sai com suas amigas, vou ir sozinho... - meu cock começou a escupir montes de cum Romi mordia o lábio inferior e me apertava o cock sentindo o fluxo da cum enquanto a apontava para meu ventre, cortei o telefone. Romi se aproximou para beijar-me.
- Vê como atento que estou quando estou quente..., Quando vem nosso papi?...
- Amanhã, mas vem sozinho, minha mãe não pode vir - Romi me olhou sorrindo.
- Então amanhã é festa..., te amo..., porquita pajera...
Romi e a armadilha do desejo 20... costumbre, en um momento eu me aproximei até o banheiro e estava terminando de depilar-me, estava linda. Eu me irritava muito com a situação, obviamente eu estava quente mas também me causava muito dor.
A menina iria estar na casa dos primos, fazia muito tempo que não se viam e estava contentíssima. Perto das 18 hs, vieram buscá-la. Romi começou a mostrar conjuntos de lingerie.
- Qual você gostaria mais do seu papi...? - E se aproximava mostrando-me conjuntos, finalmente escolheu um vermelho que se pôs com o vestido transparente do mesmo cor, obviamente desfeito o decote, se pôs anéis redondos que lhe ficavam lindos.
Quando estava terminando de me arrumar, olhou para mim que já estava vestido.
- A thong que eu tirei essa tirada no banheiro..., coloca-a, porca... - Eu ia sair em direção ao quarto e me ordenou que o fizesse diante dela.- Que linda você fica..., esse bum temos que inaugurar, não...? - Ela me olhou sorrindo e me indicou que saísse porque precisava se pintar.
Perto das 21 hs, cheguei meu pai, fui abrir a porta, enquanto Romi estava na cozinha terminando de arrumar a mesa. Me estreitei a mão, trazia uma garrafa de champan que me entregou e um ramo de rosas vermelhas na outra, olhei por sobre meu ombro procurando por Romi, que justamente saía da cozinha.
- Boas noites, sogro..., que prazer ver você...
- O prazer é meu, você se vê linda - disse aproximando-se para dar-lhe as flores ao mesmo tempo em que lhe dava um beijo em cada face e a tomava do cinto.- Está feita uma rainha.
- Bem obrigado..., você se vê muito elegante também..., querido, porque não serviu o champan..., assim brindamos - disse Romi enquanto ia buscar um florero e colocava as flores sobre a mesa do comedor. Voltei com três copas servidas em uma bandeja, meu pai e Romi tomaram suas copas, eu tomei a minha apoiando a bandeja ao lado.
- Por essa noite - brindou meu pai e os três levantamos as copas brindando com ele.
- Eu gostaria de esclarecer que passo a noite de fim de ano..., me parece que havíamos tomado demasiado e nos descontrolámos... - disse Romi com voz sensual, meu pai a tomou da cintura e atraiu-a para ele beijar enquanto lhe acariciava a espalda, quando se separaram, tomei o copo de Romi e dei-lhe junto com o dele e comecei a beijá-la novamente enquanto lhe acariciava o cu sobre o vestido. - Esta noite vou te gozar com tempo, sem pressa alguma. Este cu da puta deliciosa que tens. - Não me fale assim... - disse Romi enquanto o empurrava com as mãos no peito. Meu pai a tomou das mãos que puseram junto aos joelhos e voltou a beijá-la, Romi respondia ao beijo. Meu pai levou uma mão para trás e com a sua apertou o cu para ele, apoiando-a bem contra seu cock - Eu te falo como gostas, você é uma puta viciosa - tomou-lhe da mão e fez-a arrodillar - caminha em quatro patas e move o Bum. - Romi começou a andar em quatro patas pelo living - Move bem o bum..., lento..., com cadência..., venha para mim agora..., - Romi foi andando devagar, meu pai agarrou-lhe suavemente o cabelo e pôs a cara frente ao seu membro. - Meu amiguinho te espera, faça um bom trabalho. - Romi baixou o fechamento, libertou o cock do encerramento e começou a chupá-lo. Estive um tempo na tarefa até que meu pai ajudasse a levantar-se. - Isso era só para não termos que fingir nada, já todos sabemos qual é a situação. - beijou-a novamente e se acariciaram por um longo tempo Depois de um tempo passamos à cozinha para jantar, meu pai correu a cadeira para que ela se sentasse e sentou-se ao seu lado. - Vais ser o nosso moço hoje - disse-me meu pai- servir-nos a comida. - Tomei a mão de Romi e pusei-a sobre seu membro, beijei-a e acariciava os peitos sobre o vestido, a Romi parecia cada vez mais quente. A ceia transcorreu bastante normal, pareciam uma par de um restaurante e eu o garçom que os atendia. Depois da ceia saíram para o living, meu pai sentou-se no sofá e Romi pôs algo de música suave, meu pai disse... acontecido hacia el y se sentó en su regazo acariciándola y besándola, con su mano derecha empezó a jugar con el coño de Romi levantando el vestido y corriendo la tanga para un lado dejándola, luego solo la acomodó sobre el sillón y bajando su cierre la clavó sobre el sillón. - Te gusta mirar como se besan a tu mujer, hijito...? - No respondí obviamente. Romi gemía bien fuerte. Mi padre lo hacía con mucho detenimiento, la besaba y le chupaba las tetas mientras la bombeaba. - ¡Qué rico..., me gusta mucho..., puedo pedir un favor...? - Lo que quieras, puta mía. - Mira..., tu hijo siempre que me quiere hacer el bum..., se calienta mucho..., a veces no me la termina de meter y ya acabo..., no me harías el favor... - Dijo Romi con demasiada voz de puta, mi corazón parecía que iba a explotar, mi padre salió se arriba de ella, Romi se puso de pie, se sacó el vestido mirándome y se arrodilló al borde del sillón con los zapatos y la tanga puesta, lo miré sobre su hombro- Hacemelo lento y suave..., que dure mucho..., me encanta sentir la eyaculación también... cuando explota una polla... - Mi padre no perdió más tiempo se acomodó detrás de ella y se entretuvo primero jugando con sus dedos en el culo de Romi después se dedicó a chuparlo mientras seguía jugando con sus dedos, finalmente se acomodó y empezó a hacerlo lentamente hasta que se la metió entera. - ¿La sientes bien ahí? - Sí..., ¡qué rico!, dame ahora..., bombeame bien... Hazlo por tu hijo..., que le gusta mirarme con una polla en el culo... - Mi padre me miró sonriendo y empezó su bombeo lento y muy profundo, luego de un rato se detuvo y se quedó apoyado sobre la espalda de Romi. - ¡Qué rico que eres, girl!, no me voy a cansar de cogerte nunca, sabes que puedo seguir un montón todavía te lo aguantas? - Si me duele pero me gusta... y más si el masturbador mira..., sabes que...? - No, cuéntame. - ¿Cuando me llenan de eyaculación sabes que hace tu hijo...? - Se pajea...? - No se limpia con la lengua...., y É muito habilosa a porquita... Porca..., mostre ao seu pai que linda você está... - Agache a cabeça e me baixe os calções, escute o riso do meu pai, os dois nos olhavam. Girate e mostre-nos que linda você fica..., disse Romi - Que puta você é, não me enganei para nada, he? - Não, sou muito puta ..., mas preciso de alguém que me domine... - Me parece que encontraste o seu domador, disse enquanto havia começado a pegá-la bem duro novamente. - Doi..., por um pouco..., doo..., você faz dóler... bruto...., - disse Romi com voz de puta . - Te disse que posso aguentar muito. Querés que pare um pouco? - Por favor... - Bem, quando tiver vontade, paro. - começou a bombearla bem duro novamente se quedou um tempo quieto e luego saiu um pouco deu um beijo a Romi e sentou-se no sofá. Romi foi um bocado para o banheiro. Quando voltava do banheiro meu pai a fez arrodillar entre suas pernas - Limpie-a bem assim te foda você a bunda. - me indicou que eu fosse acercar e tomei um gole e bebi enquanto Romi limpava. Levantaram-se e foram para a cama. Meu pai se deitou sobre ela e Romi começou a montá-lo girei a cabeça para olhar para mim - Não te da vergonha..., porca..., você gosta ver como me pegam..., quer ver como me enchem o cu de... e em seguida eu o limpo?, peça ao seu papi... porca... Meu pai acomodou Romi sobre a cama, colocou uma almofada abaixo do púbis e voltou ao ataque, de a pouco parava e se quedava apoiado sobre Romi, em um momento começou a bombearla mais duro Romi gritava e pedia que ele a enchesse de... Meu pai a clavava quando acaba e se quedou apoiado na sua espalda até que o seu cock saiu sozinho, então se deitou de costas ao lado de Romi. Sem que Romi me disses nada fui para seu cu chupá-lo. Romi girou a cara e beijava meu pai. - Limpie-o bem porca..., não podes ser tão porca.... suja... Finalmente me indicaram que eu fosse dormir no living, não voltaram a pegar na noite na manhã seguinte Romi apenas disse chupo the cock until my father filled her mouth, I found out because he came to wake me up with a kiss and felt the cum flow into my mouth while listening to my father's laughter from the room. Romina and the trap of desire 21 Time kept passing, my father's visit for different circumstances did not repeat itself, we would go out together with the boss, I was their personal mirror and the three of us enjoyed the game in our own way. Romi used to keep me hotter lately because she had realized that my attitude was much more attentive and condescending. One night after we had been with the boss, Romi told me that she was going to let me have her. She told me to hurry up to the bathroom and get ready for bed. She made me put on a condom and I was on top of her, riding her, she ordered me to stay quiet and with her right hand's index finger started playing with my bum. She said: - It seems you owe me something since vacation..., no...? –she referred to when she had let me watch the boss get his mother. - Yes, it's true. –I looked at her with a perverse face. - I want to see how they screw you..., - I stayed hard on top of her, I wasn't interested in the idea at all. - You know that I don't feel like trying. - But I do... and if you want to keep playing... - I'm not willing. –she made me get off her and I lay down beside her. - I have a strong desire to see you getting screwed by a guy, I thought of Oscar, do you remember the security guard's son, if he gets me again I'll be able to do anything. –she rolled onto her side and started playing with my cock.- I want to see you penetrated, and feel Oscar's cock filling your ass with cum and then we'll have sex. –for the first time the situation didn't seem hot to me, Romi noticed it and turned around and went to sleep, we didn't talk about it for a week. The weekend arrived and Romi informed me that she was going out alone with the boss, I spent the whole night giving vueltas en la cama até que eu fique dormindo, quando eu acordei senti a mão de Romi guiando minha à sua bunda. Ela fez-me meter o dedo e senti que estava quente, seu ânus apertava meu dedo e sentia restos de sêmen dentro dele.
- Estou bem preso, agora dorme tranquilo, masturador. Por agora não vais ter mais que isso, então acostume-se a me tocar ou cheirar-me recém-cogida e não te permito pajearte. Ela tirou a mão e ficou dormindo no instante. Despertei-a para almoçar e almoçamos com a nena como se tudo andasse sobre rodas, Romi me dava beijos ternos, me acariciava e brincava.
À tarde ela foi com a nena onde os pais e eu fiquei sozinho em casa, esperando que Romi se cansasse desse jogo e recapitulasse.
Passaram duas semanas mais Romi não me dava bola, sexualmente falando, nem jogos nem nada, o fim de semana seguinte ela não saiu mas o outro sim. Outra vez se repetiu a situação da sua chegada quase de manhã, eu tomei novamente a mão e fez-me sentir a cum em seu pussy e seu culo, me beijou e tinha gosto a sêmen antes de dormir, ela disse.
Que pena que você perdeu..., repeti duplo com o garoto de limpeza..., - pôs mais voz de puta e disse: eles fizeram tudo..., são uns viciosos degenerados e sorriu-se e deu a volta e foi dormir. Eu fazia um monte que não dava para cagar e começava a desesperar com a situação.
Me sentia bastante molesto com a situação, decidi falar com Romi após almoçar. A nena estava cansada e foi dormir a sesta, Romi também se deitou, vestiu apenas uma thong e ficou com o bum para meu lado. Ela disse:
Venha para a cama comigo, vou deixar que eu apoie a minha cock, mas não te ocorra mover-te para cum, se acabas sozinho está bem, senão aguante. E ficou profundamente dormida. Eu tentava me mover sem que ela desse conta e era tanta a calentura que acabei assim apoiado naquela que era minha esposa e fazia tempo que não cogia. Me senti muito mal.
Quando Romi se despertou, disse-me que era um degenerado e foi para banhar-se. Eu disse que tínhamos que falar, preparei o chimarrão e, após o banho, fomos para a cozinha para conversar.
- Olha, amor, parece que não podemos continuar assim, essa situação não me agrada.
- E bem..., resolva isso de uma vez...., - eu olhei fixamente nos seus olhos e disse.- vou chamar o Oscar e continuaremos jogando normalmente...
- Mas você não entende que não quero... –me interrompeu
- Eu não estou para entender..., encontre um psicólogo... estou aqui para te fazer gozar e humilhar..., lembras-te de...
- Mas é demais, protestei.
- Fuck you até o martes..., após isso, o jogo está acabado..., você não vai me ver mais com ninguém..., se tiver vontade... no martes quando voltar do trabalho, peça que eu arregle com o Oscar para o fim de semana e, caso contrário, acostume-se a ser um corno em ausência.
- Llamalo a Oscar..., disse eu.
Romi aproximou-se de mim com um chimarrão e me olhou. Fez-se um silêncio prolongado.
- Llamalo a Oscar..., disse eu novamente.
Romi sorriu e disse, demoraste muito para resolver, mas valiu a pena esperar, após jantar, eu acosto a nena e você vai para a cama, ponha uma thong das minhas e acoste-se com o cu para cima e espere-me. Depois da ceia, fizemos isso assim. Romi entrou no quarto e se aproximou lentamente da cama, se deitou em cima de mim e começou a jogar com seu dedo médio no meu cu, correndo a thong para um lado. Disse-me ao ouvido.
- Llamalo a Oscar..., o sábado parece bem..., como você imagina...?, eu já o vejo entrando bem devagar em seu cu, - me pôs de lado, meu cock estava bem duro novamente.- Vejo você em quatro na cama e Oscar segurando você fundo no cu enquanto chupa a minha use the word: pussy, não aguento as vontades de que seja sábado..., começou a me pajear mais forte e acabei como um porco manchando toda a cama, ordenou-me que limpresse e foi dormir.
Romi e a armadilha do desejo 22 Desde a terça-feira até a quinta-feira Romi me provocava o tempo todo com o tema do que nos esperava o sábado, que ia desfrutar como uma rainha, gastava cada vez que tínhamos sexo, delirava sem parar. Na quinta-feira, quando voltei do trabalho, eu me assegurei de ter pensado que não estava inteiramente apresentável, a menina estava jogando no living e Romi mandou-me para o banheiro, fez-me despir e disse que ia me depilar todo, afastei lentamente pela frente e pelo fundo, não deixei um único fio em qualquer lugar. À noite na cama, pôs meu cu com a bunda para cima e se divertiu jogando com seus dedos por todo o meu cu, passando óleo e metendo seus dedos oleados no meu bumbum. A tarde do sábado Romi foi levar a menina à casa dos pais dela e eu fui jogar futebol, quando voltei Romi estava vestida com o vestido vermelho transparente, thong e sem sutiã, beijou-me sorriso e vitorioso. Fez-me vestir com minha roupa normal, mas com uma thong Booty less. Quando tocou a campainha mandou-me abrir a porta, quando abri a porta estava lá Oscar, estava muito mais magro, mas se via igual de forte e poderoso, apertou a minha mão sorrindo. Romi veio ao encontro dele, se olharam e se beijaram comendo-se a boca como desesperados. - Que lindo que estás, disse Romi - E você está igual de partível que sempre, vou te destruir. Voltaram a abraçar e beijar enquanto se metiam a mão como desesperados decidiram pedir pizzas antes de nada, comemos como se fossemos um trio de amigos, não houve nenhum comentário sobre o que passaria depois, nem mesmo se tocaram na comida. Finalizada a ceia Romi disse que era hora de ir para o living, pôs música suave e começou a dançar com Oscar, se apertaram um tempo longo, em seguida me fez sinal de aproximar-me, fez-me arrodillar diante dela e levantando o vestido me fez chupá-la por sobre a thong enquanto continuava apertando com Oscar, sua mão livre o membro dele que estava bem gordo e cabezón como sempre e tinha uma dureza incrível, tomei da cabeça e me virei para o lado, ficando minha boca exatamente à frente do membro, nesse momento eles se separaram por um instante, ao levantar a cabeça vi que os dois me olhavam, Romi falou. - Que desfrute, disse e empurrou a minha cabeça para ele, comecei a chupá-lo timidamente, tinha um gosto forte mas a situação me superava enquanto Romi e Oscar voltaram a se beijar e tocar. Romi me indicou parar e tirar toda a roupa, ficando apenas com a thong, pediu que eu me acomodasse ao bordo do sofá, arrodilhado no chão, senti-os sorrir os dois, Romi saiu para buscar o óleo na cozinha, voltou e se arrodilhou atrás de mim, baixei a thong, deixando-a enganchada nos muslos e comecei a lubrificar lentamente, disse a Oscar: - Que lindo bum vais comer, olha com a thong nos muslos parece uma adolescente de quinze anos, dizia enquanto seus dedos me lubrificavam bem o cu, Oscar também se despira e se aproximou e começou a franeleá-la a Romi, Romi parou de aceitar-me e começou a chupá-la um tempo a Oscar e a aceitá-la também, então senti que ele se acomodava atrás de mim. Romi falou e eu mesma os cachecos do cu. - Despacito, primeiro meta a cabeça nada mais..., quero que desfrute..., que se envicie..., Sentí o cock de Oscar pugnando por entrar e senti um dor e me senti invadido por dentro, senti muito dor. - É só a cabecinha, pai..., fique quieto assim você se acostuma..., eu adoro vê-lo assim. Se pôs à minha frente no sofá e deu-me seu uso da palavra: pussy para que eu chupasse correndo para um lado da thong enquanto se beijava com Oscar que estava exatamente ao seu altura, tomei da nuca encajando-me em sua use da palavra: pussy e deve ter feito uma sinalização a Oscar porque senti como seu cock começou a meter-se lentamente no meu cu, senti-lo entrar devagar até sentir seus muslos contra meus glúteos; eu havia encaixado até o fundo, era uma situação rara, eu molestaba profundamente y me ofendía el estar siendo penetrado por un homem, mas ao mesmo tempo sentia uma sensação física muito prazerosa, meu cock estava bem duro e Romi havia apenas descido do sofá e se tocava enquanto a mirava. - El tem dura como quando está super quente..., e também lhe da pulgas também. Oscar passou suas mãos por meu peito e me agarrou dos ombros, começando um bombeamento lento e profundo que me começava a excitar ainda mais, queria que a terra me engolisse, me molestava que se dessem conta, mas era óbvio que estava gozando. - Tanto fazeres rogar... e estas gozando como uma colegiala..., não...??, disse Romi Não respondi nada, não fazia falta para eu dizer alguma coisa. Oscar voltou a me penetrar fundo e se quedou quieto. - Que lindo cu tenes, bicha. Não te molesta que eu te diga bicha não? Não respondi, sentia-me humilhado mas mais me molestava o gozo que era incontrolável. - Vou enchê-lo de cú cum o bum... bicha..., Comecei a bombear com dureza agora, Romi estava de joelhos ao nosso lado e se masturbava enquanto mirava, senti que Oscar se tensava, senti seu membro ficando mais duro ainda e um jato que me invadia, explodi sem sequer tocar-me e como poucas vezes o havia feito, escondi minha cabeça no sofá, queria escapar, Romi falou. - Acabo sozinha a puta, sem se tocar..., parece que lhe agrada- Oscar saiu lentamente e pondo-se de pé levantou Romi e se beijaram, foi ao banheiro para se lavar e Romi se arrodilhou atrás de mim e jogava com seus dedos em meu cu, meteu seu dedo bem a fundo. - Que lindo se sente..., que cheio ficaste..., e isso que não querias não... te agrada como te pegaram... mariconcita..., Oscar voltava do banheiro, havia se lavado e tomou Romi, levando-a em braços para a cama, a tirei sobre ela, seu cock estava duro novamente se acomodou entre as pernas de Romi e a penetrava lentamente, os dois estavam alterados, começava a segunda parte da noite-
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