Oi, como vocês estão? São quase meia-noite e resolvi escrever sobre o que aconteceu comigo nessa sexta-feira tão quente com meu marido. Entro agora porque ele dormiu e tenho tempo pra contar o quão **putinha** eu me sinto por gostar tanto de sexo.
Pois é, hoje acordei com muito tesão e por uma coisa ou outra não conseguimos transar, então fui trabalhar toda excitada. Fiquei assim o dia todo, só querendo sair e vir pra casa me masturbar. E foi o que fiz assim que cheguei: larguei tudo e fiquei me masturbando um bom tempo. E como o tesão não passava, comecei a mandar mensagens provocando meu marido, que estava trabalhando. Por sorte, o trabalho dele é perto de casa.
Mandei: "Tô me masturbando", depois "Já tô toda molhada, vou pro terceiro orgasmo", aí "Tô me enfiando dedos como uma louca nos dois buracos", e por último: "Quero que você venha me comer, tô com vontade de montar em você". Minhas mensagens eram uma mais quente que a outra.
Ele veio rapidinho e me encontrou pelada, deitada com as pernas abertas e penduradas na cama, com três dedos na minha **buceta** molhada. Falei: "Papi, tô feita uma putinha, tô me gozando como uma louca".
Ele tirou toda a roupa, tinha o **pau** duro, e eu estava com muito tesão. Ele foi direto pras minhas pernas, começou a me chupar gostoso e a enfiar dedos. Meus fluidos escorriam, eu estava nas nuvens. "Não para", eu dizia, toda descontrolada de tesão.
Depois ele foi subindo, colocou a ponta do **pau** na entrada da minha vagina e começou a brincar. Eu pedia desesperada pra ele meter, ele continuava brincando e dizia: "Tá quentinha, tá molhadinha, quer transar, Samantha?".
Ele meteu de uma vez até o fundo, eu soltei um grito de felicidade. Minha **buceta** estava completamente molhada, aquele **pau** lindo entrava e saía como se nada.
Ele me penetrou de todas as formas possíveis. Enfiava a **tronca** dele até o fundo e tirava toda, eu gritava: "Tô feita uma putinha, não tira, me come", pedia eu. "Faz de mim sua putinha". Dessa vez eu estava falando de tudo.
O que mais me excitava... Era ouvir os barulhos que a entrada e saída do pau dele da minha buceta faziam, parecia que estava chapinhando na água de tão molhada que eu estava. Eu gritava: "Sente, sente os meus fluidos, esse barulho me deixa com tanto tesão, continua, continua, que eu vou gozar", dizia enquanto ele apertava meus peitos com força.
"Essa vadia está mais molhada que nunca, nunca pediu desse jeito, quer pau, vai ter rola", ele me dizia, também descontrolado por ver sua esposa tão excitada como eu estava. E ele puxava e metia sem piedade, desenfreado.
Eu gemia, gritava e pedia, o pau dele estava como nunca, era um ferro quente que me abria por completo e entrava até o mais profundo do meu interior.
"Sou sua vadia, quero transar e que você me encha de porra", sem tirar, eu o coloquei por baixo e o montei como nunca, subia até a cabeça estar na entrada e descia de uma vez até enterrar tudo, estava desesperada, fechei as pernas apertando o membro dele e me movi como uma louca, meu corpo se contorcia, eram orgasmos atrás de orgasmos.
"Isso é o que você quer, você gosta, vadia, você gosta, vadia", e ao ouvir meu marido me dizer essas palavras, eu ficava com ainda mais tesão, porque ele nunca me chamava de vadia, e isso me excita muito.
Fiquei de quatro e pedi que ele me abrisse o cu.
Pelo cu, que sempre implorava para ele fazer devagar, naquele dia eu pedia para ele me arrombar, não parava de pedir mais e mais, naquele momento eu era sua deusa, sua vadia, sua vida, sua venerada, sua puta safada.
Depois de um bom tempo me dando no meu bumbum, senti ele me encher de porra bem quentinha.
As sensações e a intensidade foram tão fortes que eu gozei no meio de convulsões e gritos de satisfação como nunca tinha gozado antes.
Nunca tínhamos transado de uma forma tão brutal.
Fiquei jogada como um trapo, banhada em porra e suor, satisfeita e feliz.
Ele se trocou e foi trabalhar, e eu dormi feliz e completamente arrebentada.
Quando ele voltou do trabalho, eu estava cozinhando só com um roupão, sem nada por baixo. Ele me cumprimentou e foi para o quarto, quando voltou estava só de cueca. e sem dizer nada, ele me abraçou por trás e começou a beijar meu pescoço. Sussurrou que eu tinha cheiro de mulher no cio, que hoje estava com tesão e queria me comer e saborear cada canto. Começou a percorrer meu corpo com as mãos, foi soltando o roupão e deslizando até deixá-lo cair no chão.
Me levou até a parede e foi descendo, lambendo cada centímetro da minha pele até chegar nos meus lábios, que já estavam molhados, e começou a brincar no meu interior com a língua, me mordendo. Me fazia gemer e dizer "sim, chupa, mete essa língua divina". Ele me arrancou um orgasmo divino e saboreou cada gota.
Fui levantando ele e disse: "Vem, buceta, estou sedenta pelo seu pau, me come toda". Ele levantou minha perna e meteu até o fundo, eu gritava como uma louca de prazer. Ele gritava: "Puta, o que mais vou te dar?" Meu marido estava irreconhecível, não só pelo que dizia, mas porque raramente me comia quando chegava do trabalho.
"Sim, me come", eu dizia enquanto chegava a outro orgasmo. Cada investida era tremenda, estávamos descontrolados. Ele me colocou sobre a mesa e, quando comecei a gritar que ia gozar, ele tirou e foi com a língua chupar o orgasmo intenso.
Quando fiquei tremendo, ele subiu e meteu de novo, me dando uma metida e tirada que me deixou louca. Quando sentiu que íamos gozar, me levantou e gozamos juntos numa explosão sem fim e gritos de prazer. A verdade é que passei uma sexta de pura foda e tesão com meu marido. Às vezes me assusto com o quanto me sinto puta e com a vontade de transar que me surge frequentemente. Beijos para todos.
Pois é, hoje acordei com muito tesão e por uma coisa ou outra não conseguimos transar, então fui trabalhar toda excitada. Fiquei assim o dia todo, só querendo sair e vir pra casa me masturbar. E foi o que fiz assim que cheguei: larguei tudo e fiquei me masturbando um bom tempo. E como o tesão não passava, comecei a mandar mensagens provocando meu marido, que estava trabalhando. Por sorte, o trabalho dele é perto de casa.
Mandei: "Tô me masturbando", depois "Já tô toda molhada, vou pro terceiro orgasmo", aí "Tô me enfiando dedos como uma louca nos dois buracos", e por último: "Quero que você venha me comer, tô com vontade de montar em você". Minhas mensagens eram uma mais quente que a outra.
Ele veio rapidinho e me encontrou pelada, deitada com as pernas abertas e penduradas na cama, com três dedos na minha **buceta** molhada. Falei: "Papi, tô feita uma putinha, tô me gozando como uma louca".
Ele tirou toda a roupa, tinha o **pau** duro, e eu estava com muito tesão. Ele foi direto pras minhas pernas, começou a me chupar gostoso e a enfiar dedos. Meus fluidos escorriam, eu estava nas nuvens. "Não para", eu dizia, toda descontrolada de tesão.
Depois ele foi subindo, colocou a ponta do **pau** na entrada da minha vagina e começou a brincar. Eu pedia desesperada pra ele meter, ele continuava brincando e dizia: "Tá quentinha, tá molhadinha, quer transar, Samantha?".
Ele meteu de uma vez até o fundo, eu soltei um grito de felicidade. Minha **buceta** estava completamente molhada, aquele **pau** lindo entrava e saía como se nada.
Ele me penetrou de todas as formas possíveis. Enfiava a **tronca** dele até o fundo e tirava toda, eu gritava: "Tô feita uma putinha, não tira, me come", pedia eu. "Faz de mim sua putinha". Dessa vez eu estava falando de tudo.
O que mais me excitava... Era ouvir os barulhos que a entrada e saída do pau dele da minha buceta faziam, parecia que estava chapinhando na água de tão molhada que eu estava. Eu gritava: "Sente, sente os meus fluidos, esse barulho me deixa com tanto tesão, continua, continua, que eu vou gozar", dizia enquanto ele apertava meus peitos com força.
"Essa vadia está mais molhada que nunca, nunca pediu desse jeito, quer pau, vai ter rola", ele me dizia, também descontrolado por ver sua esposa tão excitada como eu estava. E ele puxava e metia sem piedade, desenfreado.
Eu gemia, gritava e pedia, o pau dele estava como nunca, era um ferro quente que me abria por completo e entrava até o mais profundo do meu interior.
"Sou sua vadia, quero transar e que você me encha de porra", sem tirar, eu o coloquei por baixo e o montei como nunca, subia até a cabeça estar na entrada e descia de uma vez até enterrar tudo, estava desesperada, fechei as pernas apertando o membro dele e me movi como uma louca, meu corpo se contorcia, eram orgasmos atrás de orgasmos.
"Isso é o que você quer, você gosta, vadia, você gosta, vadia", e ao ouvir meu marido me dizer essas palavras, eu ficava com ainda mais tesão, porque ele nunca me chamava de vadia, e isso me excita muito.
Fiquei de quatro e pedi que ele me abrisse o cu.
Pelo cu, que sempre implorava para ele fazer devagar, naquele dia eu pedia para ele me arrombar, não parava de pedir mais e mais, naquele momento eu era sua deusa, sua vadia, sua vida, sua venerada, sua puta safada.
Depois de um bom tempo me dando no meu bumbum, senti ele me encher de porra bem quentinha.
As sensações e a intensidade foram tão fortes que eu gozei no meio de convulsões e gritos de satisfação como nunca tinha gozado antes.
Nunca tínhamos transado de uma forma tão brutal.
Fiquei jogada como um trapo, banhada em porra e suor, satisfeita e feliz.
Ele se trocou e foi trabalhar, e eu dormi feliz e completamente arrebentada.
Quando ele voltou do trabalho, eu estava cozinhando só com um roupão, sem nada por baixo. Ele me cumprimentou e foi para o quarto, quando voltou estava só de cueca. e sem dizer nada, ele me abraçou por trás e começou a beijar meu pescoço. Sussurrou que eu tinha cheiro de mulher no cio, que hoje estava com tesão e queria me comer e saborear cada canto. Começou a percorrer meu corpo com as mãos, foi soltando o roupão e deslizando até deixá-lo cair no chão.
Me levou até a parede e foi descendo, lambendo cada centímetro da minha pele até chegar nos meus lábios, que já estavam molhados, e começou a brincar no meu interior com a língua, me mordendo. Me fazia gemer e dizer "sim, chupa, mete essa língua divina". Ele me arrancou um orgasmo divino e saboreou cada gota.
Fui levantando ele e disse: "Vem, buceta, estou sedenta pelo seu pau, me come toda". Ele levantou minha perna e meteu até o fundo, eu gritava como uma louca de prazer. Ele gritava: "Puta, o que mais vou te dar?" Meu marido estava irreconhecível, não só pelo que dizia, mas porque raramente me comia quando chegava do trabalho.
"Sim, me come", eu dizia enquanto chegava a outro orgasmo. Cada investida era tremenda, estávamos descontrolados. Ele me colocou sobre a mesa e, quando comecei a gritar que ia gozar, ele tirou e foi com a língua chupar o orgasmo intenso.
Quando fiquei tremendo, ele subiu e meteu de novo, me dando uma metida e tirada que me deixou louca. Quando sentiu que íamos gozar, me levantou e gozamos juntos numa explosão sem fim e gritos de prazer. A verdade é que passei uma sexta de pura foda e tesão com meu marido. Às vezes me assusto com o quanto me sinto puta e com a vontade de transar que me surge frequentemente. Beijos para todos.
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