Finalmente consegui a buceta

Bom, meus queridos poringa boys e poringa girls, aqui vai mais um contato cheio de realidade e fantasia. O real é que a protagonista é minha mulher, e as fantasias são o que conto a seguir.
De tanto ler contos, ver vídeos e imagens sobre sexo anal na internet, comecei a ter de novo essas fantasias com ela. Já tinha tido isso por muito tempo antes e tentei realizar, mas com a negativa insistente dela, parei e deixei o assunto de lado, só mantendo na imaginação quando batia uma punheta. Mas de tanto fuçar na internet, foi como se o bichinho do anal começasse a coçar de novo. Tentei umas vezes, mas ela não quis nem saber.
Certa vez, conversando sobre o assunto e com a negativa dela, falei que ia atrás de uma daquelas garotas que a gente vê na estrada pra me dar o gosto. Ela respondeu que se eu quisesse fazer, que fizesse. Meu rosto se iluminou, e ela na hora falou: "Não se faz de otário, sabe que tô falando de brincadeira." Claro, meu amor, falei, também tô brincando. Mas o que ela não sabia é que toda vez que queria uma bundinha apertada, de propósito eu insistia e ficava enchendo o saco um pouco com ela, e como já sabia que a resposta era não, ia bater uma punheta pensando na bunda da Loli, mais especificamente, mas isso fica pra outro conto.
Pra ser justo, devo dizer que umas duas vezes, há muito tempo, a gente tinha tentado. Mas na primeira, em vez de dilatar e ter paciência com ela, fui na lata e frustrei a tentativa porque doeu muito. Outras vezes também doía, então, como falei, depois de várias tentativas de convencê-la, não teve jeito. A negativa era total, e desde então minha maior fantasia era a bunda da minha mulher.
Mas tudo mudou naquele dia em que teve uma festa em casa, e comecei a ficar de olho naquela bunda quando a gente Estávamos trocando de roupa e ela estreava um conjunto novo, branco e transparente, ah por favor, quando vi ela naquele instante, queria comer ela, mas não dava tempo, nem pra uma rapidinha. No sutiã dela, os mamilos apareciam, tinham ficado bem duros e marcavam, e a calcinha fio dental deixava ver o triangulinho de pelos. Quando ela abriu as pernas pra arrumar a meia, dava pra ver a buceta através do fio dental, e atrás, a rabuda linda dela engolia a calcinha. Me deixou louco e muito tesudo, na hora o pau ficou durasso, mas não dava tempo. Ainda por cima, ela vestiu um vestido bem justinho que, se não marcava a calcinha, minha imaginação voava pensando no que tinha por baixo.

A noite tinha sido ótima, conversando, comendo e bebendo pouco porque a gente quase não bebe álcool. Mas numa certa hora, quando os convidados começaram a ir embora, notei que ela tava bebendo mais que o normal. Falei pra ela, e ela respondeu que não tinha problema, já que estávamos em casa e não precisávamos dirigir, pra eu relaxar e beber um pouco mais, no máximo a gente dormia em qualquer lugar da casa. Primeiro achei que ela tinha razão, mas como a noite toda não consegui tirar a imagem dela de lingerie da cabeça, pensei: melhor não beber nada, você fica bêbado muito rápido e quero estar fresquinho pra meter uma boa transa nela.

E assim, aos poucos, ficamos sozinhos. Ela não tava muito bêbada, mas o suficiente pra não conseguir andar sozinha. Me pediu pra ajudar ela a ir pra cama, mas que primeiro precisava passar no banheiro. Enquanto caminhávamos, com uma mão eu ia acariciando a raba dela por cima do vestido, seguindo com os dedos o contorno da calcinha fio dental que se enfiava no meio da bunda dela. Ela dizia: "Não se aproveita do meu estado, ainda tou bem consciente do que faço. Não consigo andar muito bem, mas consciente de que você quer me comer." "Sim", respondi, "e além de te fazer de bunda pequena." "Sim, hahaha", ela disse, parou o Marcha e me beijou, foi um beijo de tesão, a língua dela percorria toda minha boca e os lábios dela chupavam os meus, nossas salivas se misturavam e escorriam pelo canto das nossas bocas, enquanto eu enfiava uma mão por baixo do vestido dela, acariciava a bunda dela e apertava contra meu corpo pra sentir meu pau totalmente duro, ela levantou a perna direita e enrolou nas minhas, com meus dedos eu puxei a calcinha fio dental pro lado e enfiei meu dedo indicador na pussy dela, tava muito molhada, coloquei um segundo dedo, o do meio, tirei eles e passei os dedos no cu dela desenhando círculos em volta e fazendo um pouco de pressão, ela não disse nada, senti que ela tremeu e apertou os quadris contra meu corpo, voltei a meter minha mão na pussy dela, que já tava escorrendo os fluidos, não tinha dúvida, tava toda molhada, ela abaixou a perna e me disse que se eu não fosse naquele momento ela mijava ali mesmo, entramos no banheiro, ela sentou e começou a mijar, eu tirei meu pau duro e ofereci pra ela, ela começou a chupar como só ela sabe fazer, no começo só a cabeça e com muita saliva ela brinca com a língua enquanto suga, me dá tanto prazer que faz minhas pernas tremerem, e ela sabe que tem que fazer só por um momento porque me faz gozar rápido, eu falei pra ela mas ela respondeu, é isso que eu quero, quero tomar todo seu gozo, e enfiou tudo na boca até a base e com a língua acariciava minhas bolas, puf já não aguentava mais, ela voltou com a boca na cabeça, chupou uma ou duas vezes e eu explodi, soltei todo meu gozo na boca dela e ela engoliu tudo, me olhou com a maior cara de putona e sorriu, me limpou suavemente com um dos lencinhos umedecidos dela, que jeito de gozar, minha vida, ela disse, bom, a menina já tomou a mamadeira agora vai fazer noni, se limpou, levantou e arrumou a roupa, não me faz rir, eu falei, enquanto íamos pro nosso quarto, sabe o que te espera, vou te arrebentar toda. Entramos no quarto, desabotoei o vestido dela e deixei cair, quando ia Tirar o sutiã ele me disse, não meu amor, você gosta que eu fique de roupinha, deixa assim. Por um momento passou pela minha cabeça que essa noite ia rolar, que essa noite eu ia meter a bota. Acariciei os peitos dela, ela pegou na minha piroca, que de tanta tesão ainda continuava dura. Como você vai me comer com essa piroca, meu amor, ela disse. Sentou e começou a chupar ela, enquanto fazia isso se masturbava, abrindo ao máximo as pernas, dava pra ver o tesão dela. Me acariciava e me apertava contra ela, e logo teve o primeiro orgasmo. Fechou as pernas apertando a mão, tirou minha piroca da boca, tremeu o corpo e com um gemido me abraçou. Deitou, abri as pernas dela e comecei a chupar os sucos da buceta dela, por cima da calcinha fio dental. Que prazer, que sabor. Ainda o corpo dela se contraía, e a cada uma dessas contrações saíam os líquidos que eu chupava. Levantei as pernas dela, puxei a calcinha dela pro lado, com as mãos abri os lábios dela e passei a língua por dentro. Comecei a comer ela com a língua. Continua, não para, quero gozar enquanto você chupa minha buceta. Sim, assim me come com a língua. Isso amor, vai, me chupa toda. Depois de meter e tirar várias vezes a língua, comecei a chupar o clitóris dela, enquanto enfiava os dedos médio e indicador. Sabia que a qualquer momento ela ia gozar de novo. Parei de chupar e tirei os dedos. Coloquei as mãos debaixo da bunda dela e levantei um pouco o corpo, isso me permitiu chegar melhor no cu dela, e comecei a lamber. Peguei as mãos dela e guiei até a buceta dela pra ela se masturbar, coisa que ela começou a fazer enquanto eu continuava passando a língua no cu dela e na racha. Subia e descia, e parei no cu dela pra chupar. Ela começou a gemer, comecei a meter a língua. Passei a mão direita de um jeito que com o polegar chegava naquele furinho que eu tanto queria. Acariciei ele, enquanto dizia: hoje é o dia, meu amor, você vai comer minha piroca com seu Cu, não, não, ela dizia entre gemidos, não seja malvado, sabe que me dói, e gemia de novo, ahhhh minha vida, disse quando apertei com meu dedo, relaxa que vou meter o dedo, não, não, não quero, tirei as mãos e chupei o clitóris dela de novo, enquanto ela apertava minha cabeça, e meu dedo ia entrando aos poucos, quando meu dedo já tava dentro, falei, viu meu amor, tá com o dedo dentro e nem percebeu, continua por favor continua, ela disse, não, não falei, se você gozar não vai me deixar fazer a sua bunda, levantei e fui pegar o gel, ela não falou nada, virou de costas, ficou de bruços e começou a se masturbar, abri as nádegas dela e chupei o cu dela, dessa vez convencido de que tinha que dilatar o suficiente, passei gel nos meus dedos e aos poucos o indicador começou a entrar, quando entrou até a metade, tirei e coloquei a ponta do médio e indicador, e assim ia metendo e tirando, ela só gemia, num momento percebi que já tava bem dilatado, levantei a bunda dela, abri as pernas, passei gel no meu pau e encostei, sem fazer força, se vai me comer o cu, faz logo, ela disse, porque se eu gozar antes não vou deixar, tô muito tesuda, tô tentando não gozar pra você me fazer o cu, quero que me coma pelo cu até me fazer gozar. Como sabia que ao menor dor, por mais tesuda que ela tivesse, ela não ia deixar, continuei com meu plano de ir devagar, ok meu amor, vamos fazer isso, já encostei, agora vai empurrando sua bunda pra trás devagar pra não doer, segurei meu pau pra manter firme e ela começou a empurrar, mal entrou a ponta, mandei ela parar e comecei a empurrar, sentia a cabeça do meu pau deslizando dentro do cu dela até que a cabeça entrou, nessa hora ela deu um grito, mistura de dor, gemido, prazer, já entrou?, perguntou, sim, já tem a cabeça dentro, tirei devagar e meti de novo, dessa vez quase sem resistência, tirei de novo, não, não tira, por favor, disse, calma Tranquilo, agora vou meter em você, mas dessa vez mais fundo. Enfiei até a metade e senti como a bunda dela apertava. Comecei a bombar bem devagar, perguntei se tava doendo. "Um pouco, mas agora quero sentir ela toda. Mete essa pica toda dentro de mim, quero ela inteira." E ela começou a empurrar a bunda, começou a se montar sozinha. Nessa hora, falei que ia gozar. Ela disse: "Eu também." Ahhhhhh gemeu, e senti a contração dela na minha pica. Não aguentei mais, dei duas ou três metidas e sacadas, empurrei até o fundo e gozei. E ela gozou também. Gemeu, gritou, se jogou na cama e eu caí por cima dela. Ela apertou a bunda contra minha pica, continuei bombando com o prazer de ter minha pica no cu da minha mulher. Abracei ela e empurrei de novo até o fundo. Pedi pra ela se virar de quatro, queria ver minha pica no cu dela. Não queria perder aquele espetáculo. Devagar, ela se ajoelhou de quatro e fui tirando ela aos poucos, enquanto perguntava se ela tinha gostado. "Sim, e muito. Você me fez gozar como nunca, com sua pica arrombando meu cu." Me joguei por cima dela e acariciei os peitos dela. "Eu também gozei como nunca. Que gozada do caralho, minha vida." Olhei quando terminei de tirar minha pica e vi como o cu dela tinha ficado, meio vermelho e aberto. Deu vontade de chupar ele, mas começou a sair meu sêmen. Ela sentiu, colocou a mão entre as pernas, se tocou, pegou o que saía e levou à boca. Lambeu os dedos e fez aquela cara de putona dela. "Hora de dormir", ela disse. Não precisei ser convencido, tava exausto. Me joguei ao lado dela, ela virou de costas e, de conchinha, a gente dormiu.

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