Olá, como vocês estão? No domingo, fui com meu marido e minha bebê na casa dos meus sogros. Eu sentia muito tesão porque ninguém sabia que eu tinha transado com meu sogro. Pra piorar, íamos dormir lá. Eles moram no interior, e meu marido tinha que voltar pra capital na segunda, enquanto eu e minha bebê ficaríamos mais uns dias.
Durante o dia todo, vi com surpresa como meu sogro me olhava. Eu estava usando uma minissaia bem curta, e os olhares dele meio que me incomodavam por causa do meu marido, mas ao mesmo tempo eu gostava. Em algumas vezes, ele, meio sem vergonha, se aproximava e roçava nos meus peitos ao passar minha bebê pra mim, pra eu segurá-la no colo. Eu pegava ela, continuava andando, e ele ficava atrás de mim. Quando eu virava, meu sogro estava com o olhar fixo nas minhas pernas e na minha bunda.
Meu sogro, aos 52 anos, tinha passado por uma fase difícil. Minha sogra ficou inválida há 10 anos por causa de um acidente doméstico, então ele sempre cuidou dela e se tornou o anjo da guarda dela. Pensei que era meio injusto com ele, ver a nora tão gostosa, linda e provocante usando aquela minissaia, enquanto ele, por causa do destino, não podia aproveitar um corpo feminino como o meu. No olhar dele, dava pra ver o desejo e a provocação, por isso me senti um pouco culpada por estar usando a saia curta naquele dia.
Mas ao mesmo tempo, me senti muito desejada por ele, como já tinha acontecido no escritório, só que dessa vez com a esposa dele e meu marido por perto.
Naquela noite, jantamos, vimos um pouco de TV e, depois que minha bebê dormiu do lado da avó, fomos pra sala e começamos a conversar. Eu sentei do lado do meu marido e cruzei as pernas. Meu sogro se acomodou no sofá da frente pra curtir a conversa e a vista que eu tava dando. A minissaia deixava ele ver a parte de cima das minhas pernas. Quando eu me levantava pra pegar cervejas ou algo pra comer, ele, sem nenhum problema, olhava como eu... Descruzei as pernas e, por frações de segundo, minha saia deixou ele ver minha calcinha fio-dental minúscula. Depois de bater um papo sobre vários assuntos, decidi subir pra dormir no quarto que eles tinham nos dado, enquanto meu marido e meu sogro ficavam tomando umas cervejas. Ao me despedir do meu marido com um beijo, ele passou a mão na minha bunda. Subindo as escadas, virei pra olhar eles e vi como os dois não tiravam os olhos de mim. Pouco depois, meu marido subiu com uns drinks na cabeça, mas com a firme intenção de cumprir o objetivo dele: me comer. Meu marido entrou no quarto, chegou perto da cama onde eu já estava pegando no sono, tirou o pijama que eu vestia, me deixando completamente nua, e começou com a língua a lamber meus peitos e minha buceta. Como ele tava afetado pela bebida, se jogou em cima de mim de repente e eu senti o pau dele entrando na minha buceta ainda sem lubrificação. Ele sempre brincava com meu clitóris antes de me penetrar, mas dessa vez, por causa do álcool, ele se apressou. Senti uma dorzinha no começo quando ele começou a mexer a barriga e o pau dele começou a entrar e sair da minha buceta, mas depois meus fluidos ajudaram. Quando a dor tava virando prazer, e eu começava a ficar excitada, meu marido gozou. Ele soltou um gemidinho e na hora senti o líquido quente dele dentro de mim. Abracei ele forte pelas costas, enquanto ele tinha as contrações na barriga e curtia o orgasmo dele. Eu, claro, fiquei meio chateada, porque queria algo mais duradouro e ele tinha estragado tudo. Naquele instante, olhei pra porta e vi ela entreaberta. Lá estava a figura do meu sogro, que observava o filho dele comendo a nora. Enquanto isso, meu marido se sacudia em cima de mim, terminando de se derramar. A visão do meu sogro na porta foi interrompida pelo meu marido, que me pediu pra ficar de quatro. Enquanto eu virava, vi de novo meu sogro que continuava olhando, e essa situação me deixava com muito tesão. Meu marido nunca percebeu que o pai dele ficava me olhando enquanto eu era comida.
Meu esposo pegou um frasco de óleo de bebê e despejou tudo no meu cu. Depois, abrindo minhas nádegas, ele me penetrou devagar. Apesar do óleo, senti dor também, mas aguentei. Quando ele enfiou a rola toda no meu rabo, meu marido começou a me furar, movendo o pau com calma. Dessa vez foi diferente. Ele começou num ritmo lento e depois foi acelerando. Depois de uns dez minutos, nós dois gozamos gostoso. Enquanto meu marido me segurava pelos peitos e eu sentia o leite quente dele dentro do meu cu, nós dois soltamos um gemido de prazer. Aí, quando ele parou de tremer e a gozada acabou, virei pra olhar a porta de novo e meu sogro continuava lá, olhando tudo sem perder um detalhe.
Foi uma experiência sexual estranha, porque pela primeira vez na vida um homem viu meu marido me comendo.
No dia seguinte, meu marido viajou de manhã, então fiquei com meus sogros e minha bebê. Naquele dia, vesti a outra minissaia que eu tinha. Pensei: "no fim das contas, meu sogro curtiu ontem à noite vendo o filho dele enfiar a rola na minha buceta", então não hesitei em mostrar minhas pernas e minha bunda de novo.
Eu tava realmente com tesão por tudo que tinha rolado e sabia que meu sogro também tinha ficado muito excitado. A segunda-feira passou sem novidades, mas meu sogro foi mais descarado ao olhar pra minha bunda. Parecia que não bastava ter visto o pau do filho dele afundando no meu cu enquanto ele se masturbava na porta.
Quando chegou a noite, minha sogra foi dormir bem cedo com a neta. Então fiquei sozinha com meu sogro, que me convidou pra jogar sinuca. Eles moram numa casa enorme. A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa, com todas as bolas e os acessórios. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco de sinuca, ele me abraçou por trás e as mãos dele roçaram meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos foram passando e eu via como ele ficava olhando pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de dar a tacada. Claro, com a minissaia que eu tava usando, que é bem curtinha, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas pernas e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar. Além disso, quando eu andava, o movimento das minhas nádegas dava pra notar através da saia justa.
Quando ele não ficava atrás de mim olhando minha bunda, então se colocava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me ensinar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
Quando eu ia bater na bola sem a ajuda dele, senti uma das mãos dele sair da minha cintura e descer pro meu rabo. Ele acariciou com força, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Eu bati na bola e acertei no buraco. Pulei pra comemorar e ele me abraçou.
Mesmo já tendo rolado algo entre a gente, essa situação me deixou mais que excitada. Depois da vez dele, era minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase deitar na mesa porque a bola tinha ficado numa posição ruim. Me ajeitei e meu corpo ficou dobrado e inclinado sobre a mesa. Pela dificuldade que era fazer aquela jogada, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela beirada da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo tava numa posição que qualquer homem desejaria pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando meu rabo, se Minha saia tinha subido tanto que deixava minha entreperna à mostra, e meu corpo quase deitado sobre a mesa dava a ele uma vista incrível por trás. De repente, senti as mãos dele pousarem na minha bunda e levantarem minha saia com facilidade. Passaram-se dois segundos. Dois segundos eternos em que passou pela minha cabeça a ideia de me virar e pedir pra ele se controlar. Também pensei em dar um tapa na cara dele pelo atrevimento. Pensei, claro, em gritar e chamar minha sogra. Ele, enquanto isso, esperava minha reação.
Acho que avaliei tudo isso muito rápido, mas não disse nada, então ele começou a acariciar minhas nádegas com as mãos. Fiquei imóvel, com o tronco apoiado na mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio-dental completamente pra baixo.
Imediatamente, os dedos dele se enfiaram dentro da minha buceta pra dar lugar à língua. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei que ele brincasse com minha xota por um bom tempo. O suficiente pra começar a sair uma porrada de fluidos femininos da minha buceta e a respiração dele ficar ofegante, resultado da excitação com que a língua dele percorria minha vulva, me preparando pra penetração. Na minha cabeça passavam os sentimentos mais estranhos e conflitantes; me sentia uma puta completa, na casa dos meus sogros, prestes a ser comida enquanto meu marido e minha sogra dormiam. Aí ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e ouvi o cinto da calça dele sendo aberto e o barulho que fazia ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e, na mesma hora, um pau grosso começou a se enterrar dentro da minha buceta. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar aquele pedaço enorme de carne. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não tinha conseguido fazer na noite anterior. Quando ele sentiu que a rola inteira estava dentro da minha buceta, a gente ficou parado por um tempo, meio que esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando, então ele começou a mexer a barriga devagar. A rola dele era bem mais grossa que a do meu marido, então fiquei excitada rapidinho. Cada movimento de entrar e sair vinha acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele me sacudia a rola com mais velocidade. Imaginei que ele ia gozar rápido, mas tava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais intensidade, cravando a rola com firmeza até que eu comecei a me sentir uma puta. Senti que ia gozar primeiro. Como eu tava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que tava quase gozando, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro ia me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora eu tava na mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 à minha direita, virei o rosto pra pegar uma bola à esquerda e agarrei a 2. Nessa hora, meu corpo e o dele tremiam com os movimentos da barriga dele, enquanto a rola entrava e saía da minha buceta sem problema. Como se pressentisse que ele também tava pronto, meu sogro me pegou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos. Agüentei o máximo que pude e vi que meu orgasmo era iminente, gemi com a voz entrecortada, avisando que não agüentava mais. E naquele momento a gente teve um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora senti jorros de porra fervendo sendo bombeados pra dentro da minha buceta. Cada gozada violenta foi acompanhada dos seus gemidos e contrações abdominais.
Não posso negar, foi um orgasmo maravilhoso, porque me senti inundada. Ele, claro, estava se derramando todo dentro das minhas tetas. O corpo dele continuou se sacudindo até parar. A posição confortável que a gente tinha permitia que ele dominasse meu corpo, então, depois de um bom tempo, ele decidiu tirar o pau de dentro das minhas tetas. Ele tirou devagar, me deixava com muito tesão ter o pau dele entre meus peitos, e se sentou no sofá. Eu finalmente me virei e ajustei a minissaia. Minha calcinha fio dental, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta dele e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele estava ofegante. O pau dele, para minha surpresa, ainda estava duro, mostrando como ele tinha aproveitado meu corpo. Fiquei olhando para o pênis dele e não acreditava que aquele membro todo tinha estado dentro de mim. A cabeça do pau era imensa e o tamanho todo era enorme, eu já tinha sentido antes, mas dessa vez era outra sensação, talvez porque não estávamos sozinhos.
Não resisti à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei o pau dele, que estava todo lambuzado de sêmen. Eu me sentia tão puta e com tesão ao mesmo tempo, enquanto levava o delicioso tronco do meu sogro à minha boca. Nos cinco minutos seguintes, chupei o pau do meu sogro, dando muito prazer a ele com minha boca. Quando percebi que ele estava prestes a explodir, tirei o pau da boca e coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e coloquei o pau dele na frente dos meus peitos para que ele visse como o leite dele saía disparado do pau, espirrando nos meus peitos e deixando-os completamente lambuzados de sêmen.
De fato, tive tempo apenas suficiente para levantar a camiseta antes que o pau dele explodisse. Ele se derramou e deixou meu pescoço, o sutiã, as tetas e minha barriga cobertos de leite branco e grosso dele. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, me levantei, ajustei camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou, me entregando minha calcinha fio-dental que ele segurava. Ele olhou pra minha camiseta encharcada de porra dele, que marcava meus peitos e deixava meus mamilos durinhos de tesão e safadeza. Ele não parava de olhar pras minhas tetas, e aí entramos no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por fim, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Completamente pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha buceta e no meu cu. Quando o pau dele ficou duro de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama. Lá ele me comeu de novo, me colocou de quatro e foi ele quem curtiu minha bunda naquela noite. Gozei igual uma puta, ele me fez gozar várias vezes, enquanto continuava me penetrando, apertava minhas tetas com força, até que num momento senti todo o leite dele nas minhas costas. Adorei como ele comeu minha bunda, meu sogrão, e gozei pra caralho. Realmente gostei e foi tudo muito safado. Na terça já tinha voltado pro meu boy, mas curti demais aquela noite. Beijos pra todos.
Durante o dia todo, vi com surpresa como meu sogro me olhava. Eu estava usando uma minissaia bem curta, e os olhares dele meio que me incomodavam por causa do meu marido, mas ao mesmo tempo eu gostava. Em algumas vezes, ele, meio sem vergonha, se aproximava e roçava nos meus peitos ao passar minha bebê pra mim, pra eu segurá-la no colo. Eu pegava ela, continuava andando, e ele ficava atrás de mim. Quando eu virava, meu sogro estava com o olhar fixo nas minhas pernas e na minha bunda.
Meu sogro, aos 52 anos, tinha passado por uma fase difícil. Minha sogra ficou inválida há 10 anos por causa de um acidente doméstico, então ele sempre cuidou dela e se tornou o anjo da guarda dela. Pensei que era meio injusto com ele, ver a nora tão gostosa, linda e provocante usando aquela minissaia, enquanto ele, por causa do destino, não podia aproveitar um corpo feminino como o meu. No olhar dele, dava pra ver o desejo e a provocação, por isso me senti um pouco culpada por estar usando a saia curta naquele dia.
Mas ao mesmo tempo, me senti muito desejada por ele, como já tinha acontecido no escritório, só que dessa vez com a esposa dele e meu marido por perto.
Naquela noite, jantamos, vimos um pouco de TV e, depois que minha bebê dormiu do lado da avó, fomos pra sala e começamos a conversar. Eu sentei do lado do meu marido e cruzei as pernas. Meu sogro se acomodou no sofá da frente pra curtir a conversa e a vista que eu tava dando. A minissaia deixava ele ver a parte de cima das minhas pernas. Quando eu me levantava pra pegar cervejas ou algo pra comer, ele, sem nenhum problema, olhava como eu... Descruzei as pernas e, por frações de segundo, minha saia deixou ele ver minha calcinha fio-dental minúscula. Depois de bater um papo sobre vários assuntos, decidi subir pra dormir no quarto que eles tinham nos dado, enquanto meu marido e meu sogro ficavam tomando umas cervejas. Ao me despedir do meu marido com um beijo, ele passou a mão na minha bunda. Subindo as escadas, virei pra olhar eles e vi como os dois não tiravam os olhos de mim. Pouco depois, meu marido subiu com uns drinks na cabeça, mas com a firme intenção de cumprir o objetivo dele: me comer. Meu marido entrou no quarto, chegou perto da cama onde eu já estava pegando no sono, tirou o pijama que eu vestia, me deixando completamente nua, e começou com a língua a lamber meus peitos e minha buceta. Como ele tava afetado pela bebida, se jogou em cima de mim de repente e eu senti o pau dele entrando na minha buceta ainda sem lubrificação. Ele sempre brincava com meu clitóris antes de me penetrar, mas dessa vez, por causa do álcool, ele se apressou. Senti uma dorzinha no começo quando ele começou a mexer a barriga e o pau dele começou a entrar e sair da minha buceta, mas depois meus fluidos ajudaram. Quando a dor tava virando prazer, e eu começava a ficar excitada, meu marido gozou. Ele soltou um gemidinho e na hora senti o líquido quente dele dentro de mim. Abracei ele forte pelas costas, enquanto ele tinha as contrações na barriga e curtia o orgasmo dele. Eu, claro, fiquei meio chateada, porque queria algo mais duradouro e ele tinha estragado tudo. Naquele instante, olhei pra porta e vi ela entreaberta. Lá estava a figura do meu sogro, que observava o filho dele comendo a nora. Enquanto isso, meu marido se sacudia em cima de mim, terminando de se derramar. A visão do meu sogro na porta foi interrompida pelo meu marido, que me pediu pra ficar de quatro. Enquanto eu virava, vi de novo meu sogro que continuava olhando, e essa situação me deixava com muito tesão. Meu marido nunca percebeu que o pai dele ficava me olhando enquanto eu era comida.
Meu esposo pegou um frasco de óleo de bebê e despejou tudo no meu cu. Depois, abrindo minhas nádegas, ele me penetrou devagar. Apesar do óleo, senti dor também, mas aguentei. Quando ele enfiou a rola toda no meu rabo, meu marido começou a me furar, movendo o pau com calma. Dessa vez foi diferente. Ele começou num ritmo lento e depois foi acelerando. Depois de uns dez minutos, nós dois gozamos gostoso. Enquanto meu marido me segurava pelos peitos e eu sentia o leite quente dele dentro do meu cu, nós dois soltamos um gemido de prazer. Aí, quando ele parou de tremer e a gozada acabou, virei pra olhar a porta de novo e meu sogro continuava lá, olhando tudo sem perder um detalhe.
Foi uma experiência sexual estranha, porque pela primeira vez na vida um homem viu meu marido me comendo.
No dia seguinte, meu marido viajou de manhã, então fiquei com meus sogros e minha bebê. Naquele dia, vesti a outra minissaia que eu tinha. Pensei: "no fim das contas, meu sogro curtiu ontem à noite vendo o filho dele enfiar a rola na minha buceta", então não hesitei em mostrar minhas pernas e minha bunda de novo.
Eu tava realmente com tesão por tudo que tinha rolado e sabia que meu sogro também tinha ficado muito excitado. A segunda-feira passou sem novidades, mas meu sogro foi mais descarado ao olhar pra minha bunda. Parecia que não bastava ter visto o pau do filho dele afundando no meu cu enquanto ele se masturbava na porta.
Quando chegou a noite, minha sogra foi dormir bem cedo com a neta. Então fiquei sozinha com meu sogro, que me convidou pra jogar sinuca. Eles moram numa casa enorme. A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa, com todas as bolas e os acessórios. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco de sinuca, ele me abraçou por trás e as mãos dele roçaram meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos foram passando e eu via como ele ficava olhando pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de dar a tacada. Claro, com a minissaia que eu tava usando, que é bem curtinha, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas pernas e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar. Além disso, quando eu andava, o movimento das minhas nádegas dava pra notar através da saia justa.
Quando ele não ficava atrás de mim olhando minha bunda, então se colocava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me ensinar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
Quando eu ia bater na bola sem a ajuda dele, senti uma das mãos dele sair da minha cintura e descer pro meu rabo. Ele acariciou com força, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Eu bati na bola e acertei no buraco. Pulei pra comemorar e ele me abraçou.
Mesmo já tendo rolado algo entre a gente, essa situação me deixou mais que excitada. Depois da vez dele, era minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase deitar na mesa porque a bola tinha ficado numa posição ruim. Me ajeitei e meu corpo ficou dobrado e inclinado sobre a mesa. Pela dificuldade que era fazer aquela jogada, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela beirada da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo tava numa posição que qualquer homem desejaria pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando meu rabo, se Minha saia tinha subido tanto que deixava minha entreperna à mostra, e meu corpo quase deitado sobre a mesa dava a ele uma vista incrível por trás. De repente, senti as mãos dele pousarem na minha bunda e levantarem minha saia com facilidade. Passaram-se dois segundos. Dois segundos eternos em que passou pela minha cabeça a ideia de me virar e pedir pra ele se controlar. Também pensei em dar um tapa na cara dele pelo atrevimento. Pensei, claro, em gritar e chamar minha sogra. Ele, enquanto isso, esperava minha reação.
Acho que avaliei tudo isso muito rápido, mas não disse nada, então ele começou a acariciar minhas nádegas com as mãos. Fiquei imóvel, com o tronco apoiado na mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio-dental completamente pra baixo.
Imediatamente, os dedos dele se enfiaram dentro da minha buceta pra dar lugar à língua. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei que ele brincasse com minha xota por um bom tempo. O suficiente pra começar a sair uma porrada de fluidos femininos da minha buceta e a respiração dele ficar ofegante, resultado da excitação com que a língua dele percorria minha vulva, me preparando pra penetração. Na minha cabeça passavam os sentimentos mais estranhos e conflitantes; me sentia uma puta completa, na casa dos meus sogros, prestes a ser comida enquanto meu marido e minha sogra dormiam. Aí ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e ouvi o cinto da calça dele sendo aberto e o barulho que fazia ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e, na mesma hora, um pau grosso começou a se enterrar dentro da minha buceta. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar aquele pedaço enorme de carne. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não tinha conseguido fazer na noite anterior. Quando ele sentiu que a rola inteira estava dentro da minha buceta, a gente ficou parado por um tempo, meio que esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando, então ele começou a mexer a barriga devagar. A rola dele era bem mais grossa que a do meu marido, então fiquei excitada rapidinho. Cada movimento de entrar e sair vinha acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele me sacudia a rola com mais velocidade. Imaginei que ele ia gozar rápido, mas tava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais intensidade, cravando a rola com firmeza até que eu comecei a me sentir uma puta. Senti que ia gozar primeiro. Como eu tava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que tava quase gozando, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro ia me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora eu tava na mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 à minha direita, virei o rosto pra pegar uma bola à esquerda e agarrei a 2. Nessa hora, meu corpo e o dele tremiam com os movimentos da barriga dele, enquanto a rola entrava e saía da minha buceta sem problema. Como se pressentisse que ele também tava pronto, meu sogro me pegou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos. Agüentei o máximo que pude e vi que meu orgasmo era iminente, gemi com a voz entrecortada, avisando que não agüentava mais. E naquele momento a gente teve um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora senti jorros de porra fervendo sendo bombeados pra dentro da minha buceta. Cada gozada violenta foi acompanhada dos seus gemidos e contrações abdominais.
Não posso negar, foi um orgasmo maravilhoso, porque me senti inundada. Ele, claro, estava se derramando todo dentro das minhas tetas. O corpo dele continuou se sacudindo até parar. A posição confortável que a gente tinha permitia que ele dominasse meu corpo, então, depois de um bom tempo, ele decidiu tirar o pau de dentro das minhas tetas. Ele tirou devagar, me deixava com muito tesão ter o pau dele entre meus peitos, e se sentou no sofá. Eu finalmente me virei e ajustei a minissaia. Minha calcinha fio dental, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta dele e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele estava ofegante. O pau dele, para minha surpresa, ainda estava duro, mostrando como ele tinha aproveitado meu corpo. Fiquei olhando para o pênis dele e não acreditava que aquele membro todo tinha estado dentro de mim. A cabeça do pau era imensa e o tamanho todo era enorme, eu já tinha sentido antes, mas dessa vez era outra sensação, talvez porque não estávamos sozinhos.
Não resisti à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei o pau dele, que estava todo lambuzado de sêmen. Eu me sentia tão puta e com tesão ao mesmo tempo, enquanto levava o delicioso tronco do meu sogro à minha boca. Nos cinco minutos seguintes, chupei o pau do meu sogro, dando muito prazer a ele com minha boca. Quando percebi que ele estava prestes a explodir, tirei o pau da boca e coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e coloquei o pau dele na frente dos meus peitos para que ele visse como o leite dele saía disparado do pau, espirrando nos meus peitos e deixando-os completamente lambuzados de sêmen.
De fato, tive tempo apenas suficiente para levantar a camiseta antes que o pau dele explodisse. Ele se derramou e deixou meu pescoço, o sutiã, as tetas e minha barriga cobertos de leite branco e grosso dele. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, me levantei, ajustei camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou, me entregando minha calcinha fio-dental que ele segurava. Ele olhou pra minha camiseta encharcada de porra dele, que marcava meus peitos e deixava meus mamilos durinhos de tesão e safadeza. Ele não parava de olhar pras minhas tetas, e aí entramos no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por fim, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Completamente pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha buceta e no meu cu. Quando o pau dele ficou duro de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama. Lá ele me comeu de novo, me colocou de quatro e foi ele quem curtiu minha bunda naquela noite. Gozei igual uma puta, ele me fez gozar várias vezes, enquanto continuava me penetrando, apertava minhas tetas com força, até que num momento senti todo o leite dele nas minhas costas. Adorei como ele comeu minha bunda, meu sogrão, e gozei pra caralho. Realmente gostei e foi tudo muito safado. Na terça já tinha voltado pro meu boy, mas curti demais aquela noite. Beijos pra todos.
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