olá, todo mundo, meu nome de puta é Mariana e hoje vou contar pra vocês o dia em que a Yolanda (irmã do Pedro) pegou eu e o Pedro transando na casa dela.
Tudo começou como qualquer outro dia, onde eu entrava na casa dela, me despia, mas naquele dia, o Pedro me deu um conjunto preto de sutiã transparente, uma tanguinha de fio bem fininha, uma meia-calça e uma cinta-liga. Eu coloquei o sutiã, a tanguinha, as meias e aí ele me ensinou a colocar a cinta-liga, porque tinha visto a irmã dele colocando. Assim que coloquei, fiquei com o tesão a mil. Seguimos com a rotina de sempre: foder de quatro. Já tínhamos gozado umas duas vezes cada um, quando estávamos indo pra terceira rodada, ouvimos o barulho de uma porta:
Pedro: — Cê acha que é na minha casa?
Eu: — Acho que não, sua mãe e sua irmã só chegam de madrugada.
Pedro: — É verdade.
Mas aí era a Yolanda abrindo o portão. A gente, sem perceber, continuava transando gostoso, quando de repente a Yolanda entra e, ao nos ver no ato, grita:
Yolanda: — O que vocês estão fazendo? E o que você está fazendo com a minha roupa vestida, Emmanuel (meu nome de nascimento)?
Pedro: — Cê tá cega ou o quê? Não tá vendo que a gente tá transando?
Yolanda: — Já sei. Venham comigo até a casa da Dona Lupita (minha mãe, uma senhora de corpo bom que se divorciou do marido porque descobriu que ele a traía com a vizinha Martha, uma moça jovem e curvilínea, tão puta quanto eu, ideal pra outra história).
Eu: — Com a minha mãe? Pra quê?
Yolanda: — Pra ela ver que o filho dela virou uma puta toda fodedora.
Pedro: — Vamos, de qualquer jeito isso tinha que acontecer um dia.
Eu: — Vamos então.
Yolanda: — Ok, mas não se vista, Pedro. E você, não tire essa roupa de puta.
Eu: — E se alguém nos ver?
Yolanda: — São 11:30 da noite, além do mais, essa rua tá sempre vazia.
Eu, apavorada, saí vestida de puta na rua, indo pra minha casa. Quando chegamos os três, a Yolanda bateu na porta e aí minha mãe apareceu com uma cara de surpresa e disse:
Mãe: — Entrem. Yolanda: —Obrigada, passem, meninos.
Mãe: —Me explica, Emma, que você tá fazendo vestida de puta na casa do Pedro? E você, Pedro, andando pelado?
Yolanda: —Falei a mesma coisa pra Emma, que que ela tá fazendo vestida de puta.
Mãe: —E o que vocês estavam fazendo, então?
Yolanda: —A senhora não vai acreditar, dona Lupita, esse Pedro estava comendo a Emma.
Mãe: —Quê?! Pensei que ele tivesse uma namorada, não uma puta velha igual a sua vizinha Martha. E por que estavam transando? Ele te obrigou ou o que aconteceu?
Eu: —Simplesmente gosto de ser mulher, de ser comida e deixarem a porra dentro do meu cu.
Mãe: —É a primeira vez que fazem isso?
Pedro: —Não, senhora.
Mãe: —Desde quando você virou puta, Emma?
Eu: —Uns dias depois que você se divorciou do meu pai!
Com lágrimas nos olhos, ela me perguntou:
Mãe: —Me conta o que aconteceu naquele dia.
Eu contei a história que já contei pra vocês no meu primeiro post. Se você não leu, lê pra ficar por dentro dessa história quente!
Depois que terminei de contar a história, ela disse:
Mãe: —Você gosta de ser comido como uma mulher? Gosta de se vestir com sutiãs e calcinhas de puta?
Eu: —Sim, mãe, adoro! Me faz sentir viva.
Mãe: —Viva?
Eu: —Sim, não quero mais me chamar Emmanuel e ser homem. Agora quero ser mulher e me chamar Mariana.
Mãe: —Se você gosta tanto de ser mulher, deixaria a Yolanda e eu te vermos transar com o Pedro?
Eu: —Se o Pedro não se importar, eu também não.
Pedro: —Ok.
Mãe: —Então, vamos foder.
Depois da conversa, Pedro me colocou de quatro e começou a me comer na frente da irmã dele e da minha mãe. Não podia acreditar. Quando virava pra olhar minha mãe, parecia que ela também tava gostando, dava pra ver pela cara vermelha que ela ficou, além de que ela tava se masturbando por cima da roupa (antes eu não sabia que aquilo se chamava masturbação, mas era muito gostoso vê-la se contorcendo no sofá e apertando os peitões dela, que acho que herdei dela, ideal pra contar as aventuras quentes dela se masturbando). Quase todo dia, do meu lado, depois que ela me enxergou como uma garota e um garoto. Depois que o Pedro gozou dentro de mim, minha mãe falou:
Mãe: — Se é isso que te faz feliz, tá tudo bem. Pra te mostrar meu apoio, vou deixar você e o Pedro continuarem transando, seja na casa dele, com a permissão da Yolanda, ou aqui no quarto da Mariana.
Eu: — Valeu, mãe.
Pedro: — Obrigado, dona Lupita.
Mãe: — Pra você se preparar pra foder com o Pedro amanhã à noite, amanhã de manhã vamos comprar sua própria roupa de puta, do jeito que você gosta, e também um consolo.
Eu (abraçando ela): — Valeu, mãe. Aliás, o que é um consolo?
Mãe: — Um consolo é um pau de plástico, pra quando você não puder ver o Pedro, ou ele não puder te ver, você não ficar na vontade de foder.
Nisso, a Yolanda e o Pedro vão embora, mas minha mãe pergunta pra Yolanda:
Mãe: — Não vai levar suas roupas?
Yolanda: — Não, dona Lupita, essas eu dou pra Mariana começar a coleção de roupa de puta dela.
Mãe e eu (ao mesmo tempo): — Valeu, vão com Deus.
Desde aquele dia, minha mãe me deixa andar vestida de puta pela casa toda, e ainda se masturba sem medo quando eu tô olhando. Também deixa eu e o Pedro fodemos no meu quarto, e às vezes até vem assistir pra se esquentar mais e bater uma deliciosamente.
É isso. Se gostaram, deixem seus comentários e pontos.
Coloquem nos comentários qual história vocês querem que eu continue no meu próximo post:
A da minha tia coroa, peitudona e rabuda (que tá no primeiro relato), com quem aprendi a colocar sutiã, porque ela sempre repetia: "Você precisa usar sutiã pra esses peitões, tem mais peito que eu".
A da minha vizinha Marta (a puta), com quem meu pai traiu minha mãe.
A das aventuras quentes com minha mãe (quando ela se masturba a qualquer hora na minha frente).
Ou a de como foi comprar roupa de puta e meu consolo, e também como foi minha primeira experiência com esse consolo.
Tudo começou como qualquer outro dia, onde eu entrava na casa dela, me despia, mas naquele dia, o Pedro me deu um conjunto preto de sutiã transparente, uma tanguinha de fio bem fininha, uma meia-calça e uma cinta-liga. Eu coloquei o sutiã, a tanguinha, as meias e aí ele me ensinou a colocar a cinta-liga, porque tinha visto a irmã dele colocando. Assim que coloquei, fiquei com o tesão a mil. Seguimos com a rotina de sempre: foder de quatro. Já tínhamos gozado umas duas vezes cada um, quando estávamos indo pra terceira rodada, ouvimos o barulho de uma porta:
Pedro: — Cê acha que é na minha casa?
Eu: — Acho que não, sua mãe e sua irmã só chegam de madrugada.
Pedro: — É verdade.
Mas aí era a Yolanda abrindo o portão. A gente, sem perceber, continuava transando gostoso, quando de repente a Yolanda entra e, ao nos ver no ato, grita:
Yolanda: — O que vocês estão fazendo? E o que você está fazendo com a minha roupa vestida, Emmanuel (meu nome de nascimento)?
Pedro: — Cê tá cega ou o quê? Não tá vendo que a gente tá transando?
Yolanda: — Já sei. Venham comigo até a casa da Dona Lupita (minha mãe, uma senhora de corpo bom que se divorciou do marido porque descobriu que ele a traía com a vizinha Martha, uma moça jovem e curvilínea, tão puta quanto eu, ideal pra outra história).
Eu: — Com a minha mãe? Pra quê?
Yolanda: — Pra ela ver que o filho dela virou uma puta toda fodedora.
Pedro: — Vamos, de qualquer jeito isso tinha que acontecer um dia.
Eu: — Vamos então.
Yolanda: — Ok, mas não se vista, Pedro. E você, não tire essa roupa de puta.
Eu: — E se alguém nos ver?
Yolanda: — São 11:30 da noite, além do mais, essa rua tá sempre vazia.
Eu, apavorada, saí vestida de puta na rua, indo pra minha casa. Quando chegamos os três, a Yolanda bateu na porta e aí minha mãe apareceu com uma cara de surpresa e disse:
Mãe: — Entrem. Yolanda: —Obrigada, passem, meninos.
Mãe: —Me explica, Emma, que você tá fazendo vestida de puta na casa do Pedro? E você, Pedro, andando pelado?
Yolanda: —Falei a mesma coisa pra Emma, que que ela tá fazendo vestida de puta.
Mãe: —E o que vocês estavam fazendo, então?
Yolanda: —A senhora não vai acreditar, dona Lupita, esse Pedro estava comendo a Emma.
Mãe: —Quê?! Pensei que ele tivesse uma namorada, não uma puta velha igual a sua vizinha Martha. E por que estavam transando? Ele te obrigou ou o que aconteceu?
Eu: —Simplesmente gosto de ser mulher, de ser comida e deixarem a porra dentro do meu cu.
Mãe: —É a primeira vez que fazem isso?
Pedro: —Não, senhora.
Mãe: —Desde quando você virou puta, Emma?
Eu: —Uns dias depois que você se divorciou do meu pai!
Com lágrimas nos olhos, ela me perguntou:
Mãe: —Me conta o que aconteceu naquele dia.
Eu contei a história que já contei pra vocês no meu primeiro post. Se você não leu, lê pra ficar por dentro dessa história quente!
Depois que terminei de contar a história, ela disse:
Mãe: —Você gosta de ser comido como uma mulher? Gosta de se vestir com sutiãs e calcinhas de puta?
Eu: —Sim, mãe, adoro! Me faz sentir viva.
Mãe: —Viva?
Eu: —Sim, não quero mais me chamar Emmanuel e ser homem. Agora quero ser mulher e me chamar Mariana.
Mãe: —Se você gosta tanto de ser mulher, deixaria a Yolanda e eu te vermos transar com o Pedro?
Eu: —Se o Pedro não se importar, eu também não.
Pedro: —Ok.
Mãe: —Então, vamos foder.
Depois da conversa, Pedro me colocou de quatro e começou a me comer na frente da irmã dele e da minha mãe. Não podia acreditar. Quando virava pra olhar minha mãe, parecia que ela também tava gostando, dava pra ver pela cara vermelha que ela ficou, além de que ela tava se masturbando por cima da roupa (antes eu não sabia que aquilo se chamava masturbação, mas era muito gostoso vê-la se contorcendo no sofá e apertando os peitões dela, que acho que herdei dela, ideal pra contar as aventuras quentes dela se masturbando). Quase todo dia, do meu lado, depois que ela me enxergou como uma garota e um garoto. Depois que o Pedro gozou dentro de mim, minha mãe falou:
Mãe: — Se é isso que te faz feliz, tá tudo bem. Pra te mostrar meu apoio, vou deixar você e o Pedro continuarem transando, seja na casa dele, com a permissão da Yolanda, ou aqui no quarto da Mariana.
Eu: — Valeu, mãe.
Pedro: — Obrigado, dona Lupita.
Mãe: — Pra você se preparar pra foder com o Pedro amanhã à noite, amanhã de manhã vamos comprar sua própria roupa de puta, do jeito que você gosta, e também um consolo.
Eu (abraçando ela): — Valeu, mãe. Aliás, o que é um consolo?
Mãe: — Um consolo é um pau de plástico, pra quando você não puder ver o Pedro, ou ele não puder te ver, você não ficar na vontade de foder.
Nisso, a Yolanda e o Pedro vão embora, mas minha mãe pergunta pra Yolanda:
Mãe: — Não vai levar suas roupas?
Yolanda: — Não, dona Lupita, essas eu dou pra Mariana começar a coleção de roupa de puta dela.
Mãe e eu (ao mesmo tempo): — Valeu, vão com Deus.
Desde aquele dia, minha mãe me deixa andar vestida de puta pela casa toda, e ainda se masturba sem medo quando eu tô olhando. Também deixa eu e o Pedro fodemos no meu quarto, e às vezes até vem assistir pra se esquentar mais e bater uma deliciosamente.
É isso. Se gostaram, deixem seus comentários e pontos.
Coloquem nos comentários qual história vocês querem que eu continue no meu próximo post:
A da minha tia coroa, peitudona e rabuda (que tá no primeiro relato), com quem aprendi a colocar sutiã, porque ela sempre repetia: "Você precisa usar sutiã pra esses peitões, tem mais peito que eu".
A da minha vizinha Marta (a puta), com quem meu pai traiu minha mãe.
A das aventuras quentes com minha mãe (quando ela se masturba a qualquer hora na minha frente).
Ou a de como foi comprar roupa de puta e meu consolo, e também como foi minha primeira experiência com esse consolo.
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