Trabajos sexuales: capítulo 3

Capítulo dois:http://www.poringa.net/posts/relatos/2884747/Trabajos-eroticos-todo-en-familia-cap-2.htmlCapítulo umhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2882555/Trabajos-Eroticos-todo-queda-en-familia.htmlChegava tarde no dia da festa da Lilith, e tudo porque ir receber meu cheque sempre era uma bagunça, fazendo fila junto com as outras minas e ouvindo o discurso motivacional do nosso chefe, como se precisasse levantar nosso astral a cada quinzena. Além disso, o patrão tinha uma lista morbidamente com fotos e nomes de todas nós, e toda semana atualizava conforme a ordem de popularidade entre as garotas do clube. Os números dele saíam contando quantas vezes os clientes pagavam bebidas pras dançarinas, quantos privês elas faziam, a grana arrecadada, etc.

Quem liderava a lista era a Alejandra, a tia super Promíscua. Vinha a Darcy, depois a Verônica, e eu tava em quarto lugar. Não que me incomodasse ser assim, nem que eu gostasse de competir com as minhas colegas pra ver quem era a mais puta de todas, mas eu me perguntava por que tava tão embaixo na lista.

— Amanhã vamos ter uns clientes importantes — me disse meu patrão —, e te espero mais tarde no meu apartamento pra gente poder jantar a sós.
— Sim, sim. Vejo você às oito da noite na sua casa. Preciso ir agora.

Subi no carro e, antes de ir pro restaurante onde ia rolar a festinha da Lilith, passei no shopping pra comprar um presente pra ela. Ela tinha me pedido umas roupas sexy e justinhas pra poder se exibir quando saíssemos de férias, que já tavam chegando, embora por causa do inverno eu duvidasse que a gente pudesse viajar pra um lugar mais quente. Minha renda não era alta o suficiente pra bancar esses luxos.

Passeie pela loja de roupas e consegui uns sutiãs de renda bonitos e umas calcinhas fio dental da Victoria Secret. Minha irmãzinha adorava fio dental porque dizia que era mais confortável que calcinha normal e gostava de ver como o fiozinho sumia entre as bundas dela. Pra mim, roupa de lingerie tanto faz. Já tava bem acostumada usando os conjuntos de dança. Também peguei umas camisetas grandes e macias pra ela. que ela dormisse com elas.
Dirigi até o restaurante e cheguei quando o garçom já colocava o bolo na mesa. Lá estavam só a Darcy e a amiga de quarto dela, a Mariana. Lilith estava linda com sua blusinha de alcinha que mostrava o vale dos peitos dela. O cabelo trançado dela parecia infantil. Cumprimentei ela com um beijo carinhoso na testa e um abraço tão forte que senti os peitos duros dela esmagando os meus.

Como eu não queria que os amigos da minha irmã nos conhecessem como dançarinas, convenci ela de que depois de conviver com a gente, ela poderia ir pra festa que tinham preparado pra ela. Ela reclamou dizendo que não fazia sentido porque não tinha vergonha da gente, mas era melhor não arriscar.

— Bom, já que estamos aqui, é hora de dar os presentes — disse a animada Darcy, que vestia um conjunto bonito de jeans na cintura e uma camiseta social —. Este é meu presente pra você, Lilith. Espero que sirva. Feliz aniversário.
— Aww, obrigada, Darcy. O que é? — perguntou minha irmã com inocência, abrindo a caixa. O que encontrou lá fez ela ficar vermelha e soltar uma risada escandalosa — Ai! É sério?
— O que ela te deu?

Ela tirou um vibrador. Um vibrador preto.
— 20 centímetros só pra você — disse Darcy com entusiasmo e malícia —, e é daqueles que você pode encher com um líquido que parece porra. Você vai se acabar de gozar.

Olhei pra Darcy com o que pretendia ser um olhar de reprovação. Como é que ela tinha coragem de dar aquilo pra minha irmã amada? Bom… não que a Lilith não se masturbasse. Eu tinha comprado o primeiro vibrador dela aos 16 anos.
— Bom… obrigada, Darcy. É melhor eu guardar isso.
— Depois do presente pervertido da minha amiga — disse Mariana —. Toma. Isso é pra você.

Da sacola de presentes, Lilith tirou um boneco do Thor, edição limitada, completamente original. Media só 18 centímetros, mas pra minha irmã, que adora quadrinhos, foi uma maravilha e ela gritou empolgada. Deu um beijinho na boca da Mariana, que até ela ficou Ela ficou surpresa com isso.
—Bom, agora é minha vez — falei, entregando minha bolsa pra ela. Ela remexeu lá dentro e, depois de ver o que era, me deu um sorriso — Calcinhas e sutiãs? Mana, te amo.
— Hehe! Valeu, valeu.
— Você é a melhor — exclamou, me dando um abraço gostoso e um beijo molhado no pescoço.
Mariana riu.
— Nossa. Uma dá um pau de borracha e a outra, lingerie. Acho que meu presente foi o mais inocente de todos.

Rimos e comemos bolo e salgadinhos por um tempo. Lilith tava feliz. Tava linda, por sinal, com brilho nos lábios e um perfume suave que dava vontade de abraçar e fazer um amor gostoso. Abençoado seria o homem que conseguisse conquistar ela e levar pra cama pra comer ela. Eu teria que garantir que fosse um cara legal, porque como irmã mais velha, cê entende que eu tinha altas expectativas pro meu cunhado, fosse quem fosse.

Tava tudo bem, claro, até eu receber uma ligação do meu patrão.
— O que foi? Pensei que ia te ver só às oito.
— Tenho algo importante pra te falar.
Franzi a testa e me afastei um pouco.
— O que houve?
— Você precisa vir o mais rápido possível.
— Impossível.
— O prefeito da cidade tá aqui e pediu pra te ver. Mostrei fotos de outras dançarinas e ele disse que não, que você lembra ele da filha e tem uma fantasia…
— Ai, pelo amor de Deus! Não pode ser isso… é o aniversário de 18 anos da minha irmãzinha. Não dá pra esperar?
— Por favor, Ashley. Preciso de você. Sabe que a gente tem uns problemas legais. Temos que agradar o prefeito.

Olhei pra minha irmã, que tava tirando fotos com a Mariana e a Darcy. A coitada tava tão feliz, tão linda e provocante que não tive coragem de falar que precisava ir trabalhar. Suspirei e pensei que, de qualquer forma, meu patrão tava certo: se desentender com o prefeito podia trazer consequências sérias.
— Tô aí em meia hora.
— Valeu.

Foi difícil inventar uma desculpa pra Lilith, principalmente porque ela é muito esperta. No fim, falei que precisava levar o carro no mecânico antes que a oficina fechasse. Fecharia e a veria em casa. Saí do restaurante me sentindo mal por ter mentido e abandonado ela no dia da festa, mas não tinha outra opção.

Voltei ao clube e me apresentei pro meu patrão. Ele disse que o prefeito tinha pedido um baile privado e que já estava me esperando impaciente no quarto. Fui me trocar com a roupa de colegial que ele tinha pedido, porque a maior fantasia dele era que uma estudante fizesse sexo oral nele. Depois entrei com ele, e o vi já pelado, com o corpo robusto na poltrona fofa. A piroca já estava pra fora, e apesar de o prefeito ser gordo, o pau dele até que era bonitinho, mas não estava depilado de jeito nenhum e isso me deu um pouco de nojo.

Me aproximei com passos de puta e sentei no colo dele.
— Desculpa pela espera, prefeito.
— Me chama de papai.
— Papai. Desculpa pela espera. Tava na escola retida por não fazer a lição.
— Ah, que menina safada. Vai ter que levar uma lição. Vou te dar umas palmadas bem dadas.
— Papai? Não... bom. Admito que mereço.

Falar feito uma putinha era fácil pra mim. Na vida real não era assim. Me virei de costas e o filho da puta me deu uma palmada tão forte que fiquei tentada a dar um soco na boca dele. Ele não sabia o que era brincadeira. Depois disso vi ele pegar o cinto e dobrar. Me deu mais uns tapas. O couro estalava ao bater na minha bunda, e a pele começou a arder. Mas fazia parte do trampo, então fiquei parada, gemendo de prazer falso enquanto levava palmada. Depois senti a boca do prefeito na minha buceta. O velhaco abriu minhas nádegas e passou a língua por toda a minha xota até a entrada do meu cu.
— Delicioso! — exclamou.

Me virei com um sorriso e dei um beijo na boca dele. Ele enfiou a língua até a campainha e os dedos dele beliscaram meus mamilos com tanta força que achei que ia arrancar.
— Buceta, você me perdoa? Faço o que você quiser.
— Bom, minha filha, vai ter que chupar um pouco se quiser perdão.
— Sim, papai. Mas não vamos contar pra mamãe, né?
—Nada de contar pra ela, love.
Respirei lenta e pausadamente. Percorri seu corpo largo com beijos até chegar no pau dele. Sondiei com a ponta da língua, brinquei um pouco, deslizando minha boca por toda a superfície. Olhava o prefeito nos olhos. Ele tinha um riso meio estranho, mórbido e cheio da mais viral das luxúrias.
—Vai, slut. Enfia tudo.

Enfiei com força. O pau dele não era tão grande, então de um gole só levei até o fundo da minha garganta. O prefeito se agitou um pouco e mexeu o pau dentro da minha boca. Isso me deu uns ânsias, mas ignorei porque, apesar de tudo, era sempre gostoso ter uma rola pulsando entre meus dentes. Chupei com suavidade, devagar, lento e sexy do jeito que só eu sabia fazer. Em casa eu tinha um dildo que usava pra praticar minhas artes bucais. Mas o prefeito não gostava assim, e pediu pra eu fazer mais rápido.

Então fiz, enfiando e tirando o pau dele com mais agilidade e masturbando como se eu estivesse tocando um par de maracas. A glande aparecia e sumia. Pequenas gotas de porra já estavam saindo dele. Olhei o relógio e vi que ainda faltava meia hora pra terminar, isso se ele não quisesse aumentar o tempo.

Chupei com energia por um tempo até meu pescoço doer. Depois subi com beijos pelo peito peludo dele e cheguei até seus lábios. Montei nele, esfregando a entrada da minha buceta contra o pau dele. Ele me segurou pelos peitos e amassou como se estivesse fazendo biscoitos. No fim, ele não sabia tocar uma mulher com delicadeza e achava, como a maioria dos homens, que quanto mais forte, melhor.

Levou meus mamilos à boca e brincou com eles. Beijou meus peitos ao mesmo tempo e cuspiu entre eles pra deslizar com mais suavidade. No quarto tinha um armário com óleos aromáticos e outras coisinhas que a gente podia usar, mas preferi não falar nada.
—Um russo. Quero um russo.
—Como você mandar, papi.

Me abaixei de novo. Separei meus peitos e encaixei o pau dele entre eles. Não sei por que os homens gostam disso, mas o prefeito parecia ficar louco. Ele gemia e me olhava com tanto desejo que não consegui mais encarar o rosto dele e baixei os olhos. Pensava na Lilith e que estava fazendo tudo aquilo por ela, e ao mesmo tempo era culpa minha por não ter terminado uma faculdade e não saber fazer absolutamente nada. Nem sabia usar bem o Excel pra trabalhar num escritório de contabilidade. Poderia ser secretária, sim, mas isso significava passar horas e horas fora de casa, estressada, e não teria tempo pra ficar com a Lilith. Além disso, as empresas onde fui pedir vaga exigiam pelo menos uma graduação em alguma coisa.

Ficava matutando sobre isso quando o prefeito puxou meu cabelo e me fez levantar.

— Não puxa tão forte — falei na cara dele.

— Fica de quatro.

— O quê?

— De quatro, agora.

— Claro, pussy — me apoiei no sofá e abri as pernas pra receber as lambidas ou os dedos dele.

Mas senti algo que não era nada disso. O pau dele queria se enterrar na minha buceta. Me virei, assustada.

— Peraí, peraí! Não pode comer as dançarinas.

— O quê? Besteira. Fica de quatro agora.

— Não, prefeito. Escuta, o contrato diz que pode usar os dedos ou a língua, mas não pode penetrar nenhuma das dançarinas.

— Não tô nem aí. Sou o prefeito e quero te foder em todos os buracos, sua puta.

Fiquei vermelha.

— Então quer saber? Acabou o show. Não tô nem aí se é o prefeito, não vou dar pra você.

Peguei minha roupa e saí pelada, furiosa, do quarto.

Não demorou muito pro meu patrão vir me ver no camarim.

— O que aconteceu? O prefeito tá puto.

— Não vou dar pra ele.

— Ashley… — ele se ajoelhou entre minhas pernas —, escuta, você tem uma bucetinha linda e todo mundo sabe que eu quero arrebentar seu cu…

— Nossa, que refinado.

— Sim, e eu te desejo. Por isso é tão doloroso pra mim fazer isso, mas se você não for lá e deixar ele meter, vão fechar o clube.

— Então que fechem. Não vou Vou ter que me rebaixar a dar pra um velho barrigudo tão metido quanto ele.
—Ashley, olha, se você não fizer isso, eles vão fechar a gente, e não é só isso. Muita gente vai perder o emprego e o estilo de vida. Talvez você despreze esse negócio, mas a Alejandra ama, e a Verônica também. Todas ganham uma grana boa com uma única noite de trabalho. Você realmente quer deixar elas na mão?
—Bom… não é problema meu. Pergunta pra alguma delas se quer o prefeito.
—Já perguntei, mas ele não quer nenhuma. Só você.
—Desculpa, mas não vou fazer.
—Ashley… pensa na Darcy, nos estudos dela, na sua irmã que vai ficar sem dinheiro se você perder o emprego. Eles vão fechar a gente de manhã se você não for lá e fizer isso. De manhã, entendeu? Em menos de 24 horas. Nem vai dar tempo das meninas arrumarem outro trampo. Não deixa elas assim. Não me deixa assim.

—Bom… — cruzei os braços debaixo dos meus peitos, e também as pernas porque meu patrão tava dando uma boa olhada na minha buceta —. Desculpa, mas minha resposta é não. Já tive o suficiente dele. Ele não sabe tratar uma garota. Me agarra com força, machucou meu mamilo com aqueles dentes desajeitados e… não sei, Daniel, me sinto mal fazendo isso com ele. Nunca me aconteceu. Todos os homens com quem trabalhei são mais sutis, delicados. Deus, já quis dar pra mais de um, mas segui as regras do negócio e curti a maioria dos meus privês… mas o prefeito tem um bafo horrível, é feio e o pau dele é cheio de pelo e tem um gosto estranho. Acho que ele não se limpa direito. Sua pra caralho. Desculpa, mas no fim, não vou fazer.

Meu patrão ficou pensando um instante.
—Entendo. Não quero te encher mais o saco. Também não quero que te estuprem ou algo assim. Você é a quarta mais requisitada do clube. Vou ver que acordo tenho com ele.
—Valeu, e vai.

Triste, Daniel foi embora. Eu aproveitei o tempo pra refletir e me sentir bem por ter dito não. Alejandra se aproximou e tocou meu braço.
—Você tem culhão. Isso eu respeito.
—Valeu, Ale.
—Relaxa. Vou lá ver o vegeta. Vou salvar o clube e as minas.
Pouco depois, Daniel voltou.
—Tá feito. A Alejandra aceitou transar com ele quantas vezes ele quiser e de graça.
—Show —sorri —problema resolvido.
—Nem tanto, Ashley. Até que… ele deixou a gente continuar trabalhando… mas ele mandou eu te falar isso, e é foda pra mim, mas… você tá demitida.

***

Deixem comentários, galera 🙂 queria saber o que vocês acham, hehe

3 comentários - Trabajos sexuales: capítulo 3

CHAN!
Inesperado final.
Me tiene loco esta historia, me encanta 😃
Me quede sin puntos, mañana van 10
Sigue asi!
Muchas gracias Stronger 😉
Excelente!! No imaginaba ese final...
Y muy bueno, me atrapó pese a no tener tantas escenas calientes.

Gracias!!
@hammer30 de nada! Me encanta que escribas!

Aunque alguien me puso -1....
@pablooo_2 Jaja disculpame!! es que los botones están muy juntos y me falló la mano xD
@hammer30 jajaja todo bien!!! Están muy juntos, es cierto...