La madre de mi mejor amigo

Minha vida era completamente normal até pouco mais de um ano atrás, foi quando percebi que tinha uma obsessão mais poderosa do que eu mesmo. Eu era louco pela mãe do meu melhor amigo. Talvez dizer louco não descreva minha situação, poderia dizer obcecado, doente, paranoico. Um único pensamento ocupava minha mente: Amparo. E pra ser mais claro, esse único pensamento era comer ela, mesmo considerando isso um objetivo inalcançável.

Eu vivia pra vê-la, pra compartilhar uns minutos com ela, pra me deliciar contemplando o corpo dela, pra receber um beijinho dela ou pra ela fazer alguma piada, como ela sempre fazia.

Minha paixão, meu tesão é algo que nunca compartilhei com ninguém, nem com o Fernando, o filho dela. Sou uma pessoa reservada e tinha vergonha de admitir que a mãe dele me deixava pirado. Que eu era louco por ela.

O Fernando e eu somos amigos desde sempre, nossas mães também são, mais que isso, são primas de segundo grau e nasceram na mesma cidade. Pra todos os efeitos, é como se fossem irmãs.

Nós dois somos filhos únicos e moramos sozinhos com nossas mães. Meu pai fugiu com uma cabeleireira vinte anos mais nova, e a Amparo nunca casou. O Fernando foi resultado de uma trepada casual que a transformou em mãe solteira.

Em minha defesa, devo dizer que a Amparo, que ainda me via como um menino, fazia sem querer tudo o que precisava pra me deixar excitado.

Ela me recebia ou se despedia de mim igual fazia com o filho, com um beijinho na boca. Nas noites em que eu dormia na casa dela, principalmente nos fins de semana, eu a encontrava de manhã na cozinha preparando o café da manhã com uma camisola que por baixo mal cobria a bunda dela e por cima tinha um decote de matar. Quando ela me servia o café, eu via os peitos dela por completo. Mais de uma vez eu a vi saindo do banho com uma toalha mínima. Cada minuto na casa dela me reservava uma surpresa.

Antes de continuar meu relato, vou descrever a mulher que me deixava louco. Amparo podia muito bem ser a representante da mulher espanhola. Quarenta e poucos anos. Cabelo preto como carvão, olhos no cabelo, que significa olhos da mesma cor do cabelo, ou seja: pretos. Uma boca com lábios carnudos e dentes branquíssimos. Do corpo dela só posso falar bem, um par de peitos do meu jeito perfeitos e que em casa não ficavam presos em nenhum sutiã. Amparo não se segurava em dizer:

Assim que chego em casa, o que mais gosto é tirar os sapatos e o sutiã, gosto de sentir os peitos livres. Odeio roupa íntima. Se dependesse de mim, nunca usaria.

A cintura dela é fina e a partir dessa estreiteza, uns quadris largos, potentes, uma bunda redonda e empinada e umas coxas, e digo coxas porque já vi inúmeras vezes, perfeitas.

Quanto a mim, sou alto e magro. Me chamo Jaime, mas todo mundo me chama de Jimmy. Tenho quase um metro e noventa e sou normalzinho. Amparo não pensa igual, mais de uma vez me disse:

Se eu tivesse dez anos a menos, você não escapava de mim. Você deve deixar todas as garotas loucas. Com certeza é um safado.

Lembro de uma vez que estávamos na cozinha quando o tempo bom estava chegando, Amparo, como sempre de camisola e com o filho no chuveiro, levantou os dois braços para me dizer:

Chega o verão e os vestidos sem manga, tenho que tirar esses pelos para não parecer uma porca.

E me mostrou as axilas com um tufo de pelo preto que me fez imaginar como seria o outro tufo, o que tinha entre as pernas. Senti uma onda de calor percorrer meu corpo e meu irmãozinho ficar duro. Na intimidade que tínhamos, me atrevi a perguntar:

Você também depila lá embaixo?

Cê tá louco? Onde tem pelo tem alegria, minha buceta é selvagem, do jeito que vocês homens gostam. Isso é modernice de mocinha.

Também não se segurava ao falar das desilusões amorosas com minha mãe. Um dia cheguei em casa e ouvi as duas conversando na sala.

E o cara guarro, no primeiro dia que saímos, ele me perguntou se eu tinha as tetas operadas, claro, falei que não, e ele se ofereceu pra apalpar elas pra confirmar.

E aí, o que você fez?

Falei pra ele: se você tá louco pra pegar nas minhas tetas, é só falar, e pra ser sincera, eu teria deixado, mas esses truques já me fizeram mil vezes e eu não caio mais nessa. E mandei ele pastar.

Que bruta você é.

Eu sou é sincera, eu tinha colocado um decote bonito pra ele saber o que tava na frente, o gênero na vitrine, e ainda tava sem sutiã, se ele tivesse metido a mão nas minhas tetas eu ia resistir um pouco, mas tava doida pra ele apalpar, você sabe que quando me acariciam as tetas fico muito cachorra, mas quando ele veio com essa história de se eram operadas, me cortou o clima. Não aguento mentiroso e conheço todos os truques dos homens.

Em outras ocasiões, com meu amigo e eu na frente, Amparo reclamava de como os homens são ruins:

Os que não são casados são viados, e os outros, assim que descobrem que você é separada e tem um filho, o único objetivo é te tirar a calcinha, e eu preciso de carinho, delicadeza e sinceridade.

Assim, no ano em que Fernando e eu completamos dezoito anos, Amparo sugeriu que passássemos uns dias do verão na casa dela no interior, na província de Jaén. Eu achei um plano perfeito, mesmo sabendo que íamos pro lugar mais chato do mundo.

Amparo dirigindo, minha mãe Carmen no banco do carona, e Fernando e eu no banco de trás.

Assim que entramos em casa, Amparo disse:

Tô torrada, o próximo carro tem que ter ar condicionado, vou ficar à vontade.

Na hora, ela voltou com um vestidinho florido e minha cabeça foi pensar que pra ela, conforto era tirar o sutiã, a cada movimento que ela fazia, eu via as tetas dela pularem como se tivessem vida própria.

Não sei se esses dias vão me deixar louco, pensei comigo.

Na manhã seguinte, Amparo sugeriu irmos nadar. As poças de um rio perto e foi o que fizemos.

A caminhada até o riacho, com quase quarenta graus, nos deixou exaustos e suados.

Assim que ajeitamos as tralhas, a mãe do meu amigo disse:

— Fiquem aqui e não olhem, que a Carmen e eu vamos colocar o biquíni.

Assim que elas viraram as costas, Fernando me disse:

— Vamos olhar, tô doido pra ver sua mãe pelada.

Elas se afastaram uns metros, atrás de uns arbustos. Minha mãe tirou o sutiã e a calcinha. Amparo só precisou tirar o vestido e a calcinha, porque, de acordo com o gosto dela, tinha deixado o sutiã em casa dessa vez.

Eu tava doente vendo a Amparo nua. Ela não tinha mentido: uma mata de pelos esplêndida cobria a virilha dela. Me deliciei examinando a bunda e os peitos dela, o que confirmou que minha tesão tava perfeitamente justificada.

Fernando, por sua vez, não perdia detalhe do que minha mãe mostrava:

— Viu que corpo que sua mãe tem? Que bunda e que peitos? Não saberia por onde começar. Bom, sim: comendo os peitos dela antes de foder ela.

— Fernando, não seja animal, que é minha mãe.

— Como se fosse a minha. A Carmen é uma gostosa e me deixa doente. Olha que pedaço de buceta. Vou ter que me tocar.

As duas voltaram com dois biquínis idênticos, mas de cores diferentes. Eu já tinha visto minha mãe de biquíni, mas não com um tão pequeno.

— O que acharam, garotos? São biquínis australianos, o mais putaria que se vende. Não podemos usar em lugares públicos, mas acho lindos e com vocês dá pra confiar.

Os biquínis, que na frente não eram maiores que um maço de cigarro, atrás nem existiam: umas tiras de material transparente mais finas que um lápis, que nos dois casos entravam no meio da bunda, dando um efeito de nudez total.

— Se quem eu sei me visse com esse biquíni, teria um ataque cardíaco. Mas vai ficar com vontade. Né, Carmen?

Nós nos deitamos pra pegar sol e ficamos um bom tempo, até que as mulheres decidiram ir pra água.

Fernando aproveitou a ocasião pra se confessar:

Cara, tô louco pela sua mãe, acho ela a mulher mais gostosa do mundo, fico doente quando vou na sua casa e vejo ela andando de vestidinho. Quando ela serve o café da manhã, eu vejo os peitos dela.

Senti que ele tava me contando a vida dele, mas não falei nada.

Fernando, minha mãe te vê como um filho e tem mais de vinte anos que você, não espera nada, elas jogam em outra liga.

Sei que você tem razão, mas não consigo tirar ela da cabeça.

Elas voltaram do banho e Amparo, que sempre mandava ver, sugeriu:

Carmen, tô com vontade de tirar o sutiã, adoro ter os peitos morenos e os homens ficam loucos. Você topa?

Não sei, fico com vergonha dos meninos.

Não seja careta, quantas vezes a gente fez topless e todo mundo que quis viu nossos peitos?

Muitas, mas a gente tava sozinha.

Então você acha melhor estranhos verem seus peitos do que os meninos? Não te entendo. Faz o que quiser, meninos, não olhem muito.

E tirou o sutiã.

Uma coisa é ver os peitos da Amparo a quatro metros de distância com arbustos no meio, outra bem diferente é vê-los a meio metro de distância sem nada atrapalhando.

Se antes eu já achava lindos, agora pareciam os peitos mais gostosos do mundo. Grandes, com uma sensação de peso, mas ao mesmo tempo firmes e com os bicos apontando pro céu. Me chamou a atenção o tamanho dos bicos, pareciam dois amendoins escuros e apetitosos. Eu teria dado minha vida pra chupar eles naquela hora.

Vendo que Amparo tinha tirado o sutiã, minha mãe, talvez pra não ficar pra trás, tirou o dela. Também tinha um belo par de peitos, mas na minha opinião, nem se comparava com os da minha amada.

Vamos, dá um mergulho pra parar de olhar pra gente, vocês são dois tarados.

Nós fomos pra água e lá Fernando Continuou com suas confissões:

Já sei que é loucura, que a Carmen pode ter os homens que quiser, mas o que sinto é mais forte que eu. Ela me deixou maluco, não paro de pensar nela e agora vendo os peitos dela fiquei pior, vou passar uns dias terríveis. Vou falar que preciso fazer xixi e vou bater uma punheta, se não me aliviar vou ter um treco.

Quase confessei meus sentimentos pra ela, mas não fiz.

Saímos da água e o Fernando fez o que tinha me dito. Eu fiquei, olhando os peitos da Amparo, vidrado e paralisado neles. Foi tanto que num momento em que nossos olhares se cruzaram, ela estando ali do meu lado, me disse baixinho:

Não fica olhando tanto pra eles não, que você vai gastar eles.

Fiquei envergonhado e me virei.

Quando a Amparo decidiu que a gente desmontasse o acampamento e voltasse pra casa. No caminho de volta, tanto minha mãe quanto ela se contentaram em vestir o vestido por cima da calcinha do biquíni. Vê-las andando do meu lado com os peitos balançando a cada passo fez a viagem ser um prazer.

A partir daquele dia o plano era sempre o mesmo: ir pro rio e, uma vez lá, depois de confirmar que não tinha intrusos, minha mãe e a Amparo ficavam com os peitos de fora. Um espetáculo sublime pra mim.

Deviam ter passado uns quatro ou cinco dias quando o Fernando sugeriu ir ao supermercado de um povoado perto fazer as compras. Assim matava dois coelhos com uma cajadada só: ia dirigindo o carro da mãe dele e ficava a sós com a minha.

Amparo e eu fomos pro nosso banho. Quando chegamos lá e ela ia se trocar, depois de olhar na bolsa dela, me disse:

Que burra, esqueci o biquíni em casa.

Bom, você tem duas opções: ou nada em pelada ou a gente volta pra casa.

Você é igual ao Fernando, vocês vivem igual uns macacos no cio, quando é que esses hormônios vão se acalmar. Não vai ser nada do que você tá propondo, vou ficar só de calcinha, que no fim das contas é tipo um biquíni, os peitos você já viu. Aliás, não falou nada, deve estar gostando porque não tira os olhos deles.

Adoro eles, são lindos.

Uns anos atrás eram um pouco menores, mas apontavam pro céu, a idade não perdoa.

Pra mim são perfeitos.

E na minha frente, ela tirou o vestido pela cabeça. A primeira coisa que vi foram as coxas dela, grossas, cheias, como duas colunas de mármore. Depois, uma calcinha minúscula rosa-claro e, quando terminou de tirar o vestido, os peitos dela de fora. Era verdade que odiava sutiã. A outra explicação é que mulheres com peitos bonitos gostam de exibi-los, e não tem jeito melhor de mostrar os peitos do que deixá-los soltos.

Apesar da rapidez da manobra, deu tempo de reparar no triângulo mínimo de pano que cobria a buceta dela e que, por causa do tamanho, deixava parte dos pelos pubianos à mostra e marcava com toda definição a racha que escondia. Fiquei doido.

Não consegui evitar e falei:

Por favor, Amparo, dá uma voltinha pra eu te ver, você tá com uma calcinha linda.

Achou que eu usava calcinha de velha? Sua tia te deu uma surpresa.

E ela deu uma voltinha na minha cara. As tirinhas da tanga eram o que chamam de fio dental, um fio fininho que sumia enterrado entre as nádegas dela. Usar tanga ou não, tanto faz, ela tava com a bunda de fora.

Fiquei apaixonado por aquelas bandas, por aquelas nádegas gloriosas e, quando ela se virou, pelo outro par: dois peitos que me pareceram os mais gostosos do mundo.

Você é linda, Amparo.

Você é um puxa-saco, sabe que a gente gosta de se sentir admirada. Posso te fazer uma pergunta?

Pode perguntar o que quiser.

Você já ficou com uma mulher?

Se você quer saber se transei com alguma, a resposta é não.

Que gostoso você é, e que doce, meu menino é virgem. Não vai me dizer que não teve chance.

Tive, sim, chance eu tive, mas não com a mulher que eu amo.

Que Tonta, se eu estivesse no lugar dela, você não teria escapado.

Pra não dar pista, respondi: É, mas você não tá no lugar dela.

Assim que falei, me arrependi na hora.

Pois estamos empatados, eu tô há mil anos sem um homem na minha cama. Se continuar assim, vou acabar esquecendo como faz. Tô passando por uma fase muito ruim.

Enquanto ela falava, tava de barriga pra cima, então eu tinha a chance de me deliciar com os peitos dela. Quanto mais eu olhava, mais gostava.

Amparo, não sei se por causa dos meus olhares, virou de bruços.

De novo pude curtir o espetáculo da bunda da minha companheira. Nessa posição, as carnes dela se espalhavam pros lados, tanto as nádegas quanto as coxas. Talvez fosse o calor, mas por um momento senti que tava perdendo a cabeça.

Vendo as costas da Amparo e tendo ouvido a conversa sobre o idiota que perguntou se os peitos dela eram operados, tomei uma decisão heroica.

Peguei o pote de bronzeador, me ajoelhei do lado dela e falei:

Vou passar creme nas suas costas.

Espera aí, muleque, você quer passar creme porque tá com vontade de me acariciar ou pra eu não me queimar?

Quero passar porque tô com uma vontade danada de te tocar.

A sinceridade te salvou, se você dissesse que era pra eu não me queimar no sol, ia mandar você pastar. Pode continuar.

Comecei pelos ombros, segui pelas costas e, criando coragem, fui até as nádegas dela. Joguei um bom jato de creme e, sem pedir permissão, espalhei amassando os dois lados. Não só isso, crescido com a falta de reação dela, enfiei a mão entre as coxas e acariciei, passando creme naquela faixa de pele que faz fronteira com a buceta.

Amparo respondeu às minhas massagens com gemidos leves.

Que massagem boa que você tá me dando. Tô ficando super relaxada.

Quando, no movimento seguinte, rocei o sexo dela, Amparo disse:

Passa também nas coxas, não quero que queimem.

Deixei com Pesar as nádegas e me dediquei às coxas até completar a tarefa.

Vira de costas que vou te pegar de frente.

Você é um porco que não respeita nada, o que você quer é pegar nas minhas tetas, aí eu mesma passo o creme. Anda, deita de bruços que agora vou passar creme em você.

Pra não me queimar ou porque você quer?

Porque eu quero, você ficou me acariciando e agora quero acariciar você. Você é meu sobrinho favorito. Não acho que vamos fazer mal a ninguém. Além disso, já te falei que estou apaixonada por você.

Vê-la ajoelhada ao meu lado com as tetas balançando foi um espetáculo único pra mim. Pode ser minha imaginação, mas o que senti foi que a Amparo estava adorando acariciar meu corpo, me deixar com tesão, quem sabe ficando com tesão também. O creme era só uma desculpa.

Assim que terminou a tarefa, ela pediu pra eu virar de costas, coisa que recusei.

De frente eu mesma passo o creme, falei no mesmo tom que ela tinha usado comigo.

A real é que eu tava excitado igual um burro e não queria que ela me visse.

Tá bom, vira de costas e só vou passar creme no teu rosto.

Quando virei, a Amparo sacou na hora o motivo da minha recusa. Olhando pro volume na minha virilha, ela disse:

Como vocês são, jovens, que capacidade, quando foi que você ficou assim? Quando você tava passando creme em mim ou quando eu passei em você?

Com a voz fraca, respondi:

Quando eu passava em você e quando você passou em mim.

Eu também adorei que você passou creme em mim. Você me acariciou muito gostoso. Faz tanto tempo que um homem não me tocava que já esqueci quando foi a última vez.

Isso é porque você quer, uma mulher como você tem todos os homens que quiser.

Os homens, quando veem uma mulher divorciada, quarentona, com um filho adulto, vêm pelo que vêm, você sabe, e eu não tô a fim de que qualquer sem-vergonha finja estar apaixonado quando só quer me comer. Amparo continuava ajoelhada ao meu lado com os peitos a um palmo da minha cara.

Então você ficou excitado passando creme numa velha.

Amparo, você não é uma velha, é uma mulher linda e tem um corpo divino. E respondendo à sua pergunta, a resposta é sim, fiquei muito excitado, porque você é minha tia, senão teria feito uma loucura.

Isso você diz só para me elogiar.

Estou falando a verdade, você me parece a mulher mais gostosa do mundo. Você me deixa louco.

Vou tomar um banho que você está me fazendo corar.

Amparo foi para a água e quando voltou me deu outro show, a calcinha dela, ao contato com a água, ficou quase transparente, de modo que a moita de pelos que cobria seu monte de Vênus era perfeitamente visível.

Tomei coragem e falei.

Amparo, sua calcinha molhada ficou transparente. Se você queria se cobrir com ela, fracassou. Para mim, não tem problema a mudança.

A reação dela me deixou estupefato.

Então você já me viu pelada, não é justo, eu não te vi ainda. Vamos fazer uma coisa: eu tiro a calcinha e ponho para secar, mas em troca você tira a sunga. Parece um bom negócio. Vai ser segredo nosso. Você já viu que de depilar, nada, tenho uma moita bem peluda.

E desse jeito tão simples ficamos os dois pelados.

Por um bom tempo nenhum de nós se mexeu, e nossas posições impediam de ver o que não queríamos mostrar.

Mais uma vez Amparo quebrou o silêncio.

Estou quente, vou me banhar.

Ela não disse "estou com calor", disse "estou quente", e naquele momento pensei que ela tinha dito exatamente o que disse: que estava com tesão.

Ela se levantou e foi para a água. Eu já tinha visto as nádegas dela, mas sabendo que estava de calcinha; agora, sabendo que estava nua, as mesmas carnes me excitaram ainda mais.

Vi a bunda dela balançando no caminho para a água e tive a sensação de que Amparo exagerava o movimento para eu ver.

Sentei para esperar ela voltar. Amparo brincou na água. Um tempinho na água e ela voltou pra perto de mim.

Ver ela vindo nua, com as tetas balançando e aquele mato de cabelo solto ao vento me deu uma ereção do caralho. Os bicos dela, com o contato da água, tinham ficado durinhos e a auréola tinha diminuído.

Enquanto vinha andando, ela me deu um sorriso luminoso.

Quando chegou na minha altura, olhou pra minha pica e falou:

— Entra na água um pouco pra ver se essa inflamação baixa.

Eu obedeci, e a água fria serviu como um calmante. Mesmo assim, vi que na minha volta, a Amparo não teve o menor pudor em fixar o olhar na minha pica.

Deitei de novo do lado dela. Agora ela tava deitada de barriga pra cima, com as coxas separadas, e eu conseguia ver perfeitamente aquele mato lindo e, no meio, os lábios rosados dela. Pra não ficar por baixo, também me deitei de um jeito que ela pudesse ver minha pica, que, apesar de ter se acalmado um pouco, ainda tava meia-bomba.

Nós dois estávamos jogando um jogo que nos esquentava, mas que a gente sabia, implicitamente, que era só isso: um jogo. Eu me sentia como um coitado de um coelhinho sendo observado por uma sucuri — já tinha visto na TV. A Amparo me deixava hipnotizado, e era ela quem mandava na situação.

— Não consegui evitar de olhar pra você e, pra falar a verdade, você tem uma pica grande, linda. Acho que maior que a do meu filho. E nem vou comparar com a do pai dele. É do tamanho que eu gosto. As que são enormes machucam e nunca ficam duras de verdade, e as pequenas não servem pra nada.

— Parece que você entende do assunto.

— Ah, Jimmy, se eu te contasse...

Não soube o que responder, mas saber que a Amparo gostava do tamanho da minha pica me deixou louco.

Não aconteceu mais nada digno de nota. Quando a Amparo decidiu, a gente juntou as coisas e voltou pra casa. Na viagem de volta, ela só vestiu o vestido por cima da carne nua. Cada gesto dela me deixava ainda mais tarado do que eu já tava. Saber que por baixo daquele vestido tinha a carne nua dela me manteve excitado. o caminho inteiro. Quando já estávamos chegando em casa, eu que vinha atrás peguei o balanço do vestido dela e levantei até deixar a bunda dela de fora.

— O que você tá fazendo?

— Queria ver sua bunda de novo, tinha que me despedir dela.

A resposta dela veio com uma promessa pro futuro que soou como música pros meus ouvidos.

— Não se preocupa, a gente vai voltar pro rio. Contanto que você seja discreto. Não conta pro Fernando nem pra sua mãe que a gente ficou pelado.

Quando chegamos em casa, ela tirou a chave do bolso e eu aproveitei pra me aproximar até encostar meu pau nas nádegas dela e ao mesmo tempo rodeei a cintura dela com meu braço e beijei seu pescoço.

— Esse foi o melhor dia da minha vida, a gente tem que repetir.

Amparo jogou a mão pra trás, pegou no meu pau e afastou ele da bunda dela enquanto dizia:

— Eu também gostei muito. Adoro que um jovem como você fique excitado ao ver uma coroa como eu. Você me fez lembrar de outros tempos, quando os homens ficavam loucos por mim. Mas a gente tem que guardar segredo, hoje acho que fomos longe demais.

E sem mais, entramos em casa.

Pra nossa surpresa, não tinha ninguém em casa. Amparo conferiu andando pelos cômodos, o que me deixou meio estranho.

— Ainda não voltaram?

— Quem sabe o que sua mãe e meu filho tão fazendo. E por onde tão andando.

Naquele momento, não entendi o significado das palavras enigmáticas da minha tia; o futuro me deu a explicação.

— Vou tomar um banho, porque a água do rio tem muito calcário e não gosto de como fica meu cabelo.

E na minha frente, ela tirou o vestido pela cabeça de novo, ficou nua e quando ia indo pro banheiro, inventei uma desculpa pra ela não ir, pra poder continuar tendo ela pelada na minha frente:

— Amparo, você tá me deixando louco, nunca tinha visto uma mulher nua e hoje passei o dia todo com você pelada do meu lado. Por que você fez isso? Por que me deixou te ver?

— Queria saber se ainda posso agradar um jovenzinho. Como você e eu vimos, sim. As mulheres precisam se sentir desejadas e, com uma certa idade, temos um complexo de invisíveis. Adorei ver que você ficou excitado, não tinha certeza se uma coroa como eu poderia agradar um carinha novo igual você. Se serve de consolo, eu também fiquei excitada, e fazia tempo que não sentia isso. Você gostou de me acariciar?

Me deixou louco, foi a melhor coisa do dia.

Você é muito gostoso e muito carinhoso, vem comigo, vou te dar um prêmio, vamos tomar banho juntos.

O chuveiro naquela casa de campo era improvisado, um quartinho com um chuveirinho de um lado.

Nós dois entramos debaixo do jato d'água e ficamos ali um tempão até que Amparo pegou um vidro de sabonete líquido, despejou um punhado na mão dela e começou a espalhar pelo meu corpo inteiro. Ela me acariciou em tudo, menos nas minhas partes.

Quantas vezes você ficou duro hoje?

Não sei, fiquei duro o dia inteiro.

Bom, então essa parte eu deixo pra você se ensaboar sozinho.

Em seguida, ela pegou minha mão e colocou o sabonete nela.

Agora é sua vez, por favor, não seja bruto, o que eu preciso é de carinho.

Comecei pelos ombros, desci pelas costas até chegar na bunda dela, como ela tinha acariciado a minha, me senti no direito de acariciar a dela. A posição fez com que os peitos dela encostassem no meu peito e meu pau encostasse na barriga dela, ela não fez o menor esforço pra se afastar.

Assim que recebi a permissão implícita, enfiei minhas mãos entre as bandas dela e acariciei o fundo da bunda dela. Eu estava pronto pra avançar por essas profundezas quando Amparo fez menção de se virar, eu a segurei.

Me dá um beijo como se você estivesse apaixonada por mim, eu disse.

Com um sorriso debochado nos lábios e em tom de brincadeira, Amparo me disse:

Pra isso não preciso fazer esforço nenhum, sou louca por você. Você é meu sobrinho favorito.

Amparo passou os braços em volta do meu pescoço e me deu a língua dela, e Não só isso, apesar de estarmos abraçados com o corpo dela colado no meu, percebi como ela adiantava a boceta dela pra ficar mais em contato com meu pau. Foi um movimento sutil, mas que eu notei sem sombra de dúvida.

Ficamos de língua por um bom tempo enquanto minhas mãos brincavam com as nádegas dela e os braços dela faziam força pra apertar meus lábios contra os dela.

De repente, ela soltou meu pescoço, se virou e ficou de costas pra mim.

Nessa nova posição, meu pau se apoiava direto entre as nádegas dela, e minhas mãos foram direto acariciar os peitos dela. Depois de um dia inteiro sonhando com os peitos dela, agora eu os tinha nas minhas mãos, e Amparo me deixava.

Senti os bicos dos peitos dela duros igual pedra e curti igual um doente amassando eles.

Você tava doido pra acariciar meus peitos, eu sei. Tava louco pra passar a mão neles. Meus peitos enlouquecem os homens. Faz devagar, com cuidado. Quando acariciam meus peitos, fico muito puta. Continua me acariciando, mas bem devagar.

Contra o que eu esperava, Amparo jogou a bunda pra trás, apertando contra meu pau, e enquanto minhas mãos acariciavam os peitos dela, ela falou bem baixinho:

Jimmy, você é um abusador, tá se aproveitando de uma pobre mulher muito carente de carinho. Não sabe como eu gosto que me trate com tanta doçura. Me deixou com tesão o dia inteiro, mas por favor, não desce suas mãos. Se chegar onde você tá pensando, não sei o que pode acontecer. Continua nos meus peitos, que eu adoro.

Interpretei as palavras dela como um convite disfarçado pra eu ir pra boceta dela. Deslizei minhas mãos pela barriga dela e, quando tava chegando nos pelos pubianos, Amparo falou num tom sério:

Não continua, eu imploro, não continua, que você vai estragar esse momento tão gostoso. Eu também tô com tesão, mas nós dois sabemos que tem limites que não devemos cruzar. Sou sua tia e não quero que me acusem de pedofilia.

Ela se virou de novo e me pediu:

Agora me beija você, como se me amasse. Quisiera.
Eu não tenho que fingir nada, eu te adoro, sonho contigo toda noite e por isso hoje é o dia mais feliz da minha vida.

Eu não era um expert em beijos, mas ela sim, então foi ela quem levou o peso da operação de novo. Ela me deu a boca dela, a língua dela se enroscou na minha e a gente se deu um beijo longo e gostoso, meu segundo beijo de língua. Adorei.

De novo senti a pélvis da Amparo se adiantando até se juntar com a minha.

Você é muito doce e muito delicado, Jimmy, e é isso que eu preciso. Eu preciso de muito carinho e me sentir desejada, e você me dá as duas coisas, por isso me esquenta tanto. Mas já chegamos numa fronteira que não podemos passar. Até aqui chegamos, mas nem mais um passo. Vamos sair daqui ou não vou conseguir responder pelos meus atos.

A gente se vestiu e esperou minha mãe e o Fernando voltarem. Me chamou a atenção que pra fazer umas compras eles precisaram de tanto tempo, mas na hora não dei importância.

Continua.

8 comentários - La madre de mi mejor amigo

Deje de leer donde dice que levantó los brazos lpm que asco..
exelente relato bro, espero la continuacion!
MilSot
Ya la tienes
🙂
Terrible hermano, muy buen relato te dejo 10
MilSot
Muchas gracias bro por apoyar
yo567 +1
"mi padre se fugó con una peluquera veinte años menor", se me hace q has escuchado el tema de sabina?? jajaja