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Compêndio INaquela época, eu vivia uma experiência surreal: Lara era uma garota lésbica, que até transava com minha esposa e, mesmo assim, queria que eu a penetrasse.
Lembrei das camisinhas no bolso da minha calça, mas a ideia de tocar aqueles tecidos, virgens para qualquer contato com um homem, apelava demais para o meu ego.
Sem esquecer o quanto Lara me lembrava minha Pamela…
Comecei a deslizar suavemente a cabeça do meu pau entre seus lábios inferiores. Apesar das garotas usarem consolos quando se encontram, Marisol diz que o meu ainda é mais grosso, e esse parecia ser o caso.
Lara mais uma vez perdia o fôlego, à medida que eu ia entrando devagar e seu corpo me acolhia de maneira prazerosa.
Não pude resistir ao desejo de beijá-la, não tanto porque sentisse vontade (já que, com sorte, Lara e eu nos tínhamos visto antes mais de 6 vezes), mas para acalmá-la.
Queria mostrar que não ia machucá-la. Que tudo ia ficar bem.
Fui enfiando aos poucos, para que ela aproveitasse. Ela percebeu que, diferente do brinquedo que usam com Marisol, o meu está vivo e podia sentir aquele contorno virginal, que nenhum outro homem, além de mim, havia manchado até então.
Mas ver aqueles peitos balançando me lembrava minha Pamela.
O jeito que ela gostava quando eu a penetrava, os beijos quentes que a gente trocava…
Lara estava curtindo sua primeira penetração heterossexual bastante bem. Ela se agarrava nos meus ombros e me olhava nos olhos, semicerrando levemente os dela.
“Você tem olhos muito bonitos!” ela disse, enquanto eu já estava na metade.
Apertava seus peitos e os massageava suavemente, pensando na minha “Amazona espanhola” e imaginando onde ela estaria.
Será que ela tinha se apaixonado? Será que tinha conhecido outro homem?
Comecei a aumentar o ritmo. Lara começou a sentir o peso do meu corpo sobre o dela, junto com minhas investidas.
Suas pernas continuavam entrelaçadas nas minhas costas e seus gemidos começavam a curtir cada vez mais a penetração, enquanto eu tentava segurar os quadris dela, vendo que sua bunda não dava pra agarrar porque estava apoiada no sofá.
Minha penetração era cada vez mais funda e os olhos dela se fechavam cada vez mais. Era gostoso, molhado e refrescante ao mesmo tempo.
Ela começou a gemer, a morder os lábios, e aqueles mesmos arrepios que sinto com a Hannah, quando vejo minha Marisol de antes, começaram a me invadir com a Lara, mas me lembrando da Pamela.
Fechei os olhos e fui amando ela: seu pescoço longo, seu perfume francês…
Nem percebi como comecei a abraçá-la pelo pescoço. Queria protegê-la e acolhê-la.
Assim como a Marisol, a Pamela também é minha menina.
Seus gemidos ficam mais prazerosos. Ela me abraça pela cintura, porque também não quer me deixar ir.
Beijo ela e brinco com sua língua. Simplesmente, amo ela…
A posição é desconfortável e minha costa dói, mas não me importo. Por alguma razão, minha mente acaba me conectando com minha Pamela.
Sentia como se a qualquer momento ela fosse me dizer “Pervertido!” ou “Bruto, babando nos meus peitos!”, que claramente consigo sentir ao toque.
Mas seu cheiro é diferente. O aroma de coco persiste e os suspiros de prazer escapam pelo meu ombro.
Sentia que ia explodir…
Gozo dentro dela e espero sua língua quente, lambendo meu ombro, mas não sinto nada. Por quê?
Então olho pra Lara e ela parece feliz.
“Isso foi… o melhor que já vivi!” ela exclama, com os cabelos espalhados, como se fosse um cobertor.
Ficamos grudados.
“Gostou?” perguntei.
“Muito!… mas podia ter sido melhor.”
“Desculpa! Perdão! Sei que você gosta mais de garotas!”
“Não! Não! Não é isso!” ela diz sorrindo. “É só que… esse sofá é muito desconfortável pra isso.”
Ficamos um tempo assim, nos beijando. Não quis contar do meu lapso, porque como explico que não fiz amor com ela, mas pensei que era outra garota?
Ela fica por cima e posso ver seus seios eretos, mas não consigo parar de pensar na Pamela. O que estava acontecendo comigo? Por quê?
Lara me levou carinhosamente pela mão e mais uma vez, Pamela faz sua aparição...
Nem deixo ela chegar até a cama. Começo a lamber seus pés ali mesmo.
Agarro seus peitos por trás, lambendo sua orelha.
Ela consegue sentir minha ereção deslizando entre suas pernas e geme excitada. Não conseguia explicar, mas apalpo seus quadris e não é a mesma Pamela que conheci.
Mas mesmo assim, quero estar dentro. Consigo até distinguir seus cabelos curtos, ignorando completamente seu bumbum cavalar ou o fato de sua pele ser muito mais branca.
Lambe sua pele e suas costas, descendo com minha língua. Queria deixá-la bem quente e fazê-la se apoiar na cama.
Enfio meus dedos em sua bocetinha e lambo seu cu, que já está bem dilatado. Ela grita, me dizendo que ninguém nunca fez algo assim com ela e eu acredito... porque é Lara, de novo.
Mas minha ereção continua tão real quanto quando achava que era Pamela, e vou deslizando entre suas pernas.
E começo a entender o que está acontecendo comigo: são suas formas. São tão parecidas...
Não consigo evitar e começo a penetrá-la por trás. Lara geme baixinho, aproveitando cada centímetro da minha entrada em seu buraco traseiro, mas minhas mãos agarram seus seios e sua boceta, mergulhando-a no êxtase.
É o jeito que minha Pamela mais gosta, e é óbvio que Lara também adora, que não para de gemer de prazer. Beijo seu pescoço, suas bochechas e vou em busca de seus lábios...
Marisol tem razão: seus beijos são como algodão.
E uma enxurrada de pensamentos invade minha mente: estou comendo ela (porque não a conheço o suficiente para amá-la) do mesmo jeito que fazia com Pamela, no mesmo quarto onde ela me trai com minha esposa; ela é lésbica, mas mesmo assim me deseja como homem, e seu corpo é tão sensual e libidinoso que não consigo me conter.
Tudo isso é Lara, e o que torna ainda melhor é ela ser tão apertada, porque ainda são suas primeiras experiências com homens.
Depois a coloquei na cama, com ela por baixo, como eu queria desde o começo, e aplico todas essas carícias que a Pamela deixa louco: chupar seus peitos, apertar sua perna, acariciar seus quadris...
A cama sacudia violentamente e ela reclamava, satisfeita. Seus cabelos estavam soltos e eu a beijava sem pudor, apoiando meus braços sobre sua cabeça.
Não vejo minha "Amazona espanhola" aparecer, mas não importa: Lara continua lindíssima e seus olhos estão brilhantes.
Aperto seus peitos, que estão excitados e ansiosos para que uma boca como a minha os prove. Mais beijos. Mudamos de posição, porque quero apreciar aquele bumbum novamente.
Ela adora me sentir dentro. Ama. Enfio alguns dedos no seu buraquinho e ela goza que é uma maravilha.
São quase 6h. Entramos no chuveiro, onde nos beijamos de novo e esfregamos nossos corpos mais um pouco. Ironicamente, não queria deixá-la, mas já estava bem tarde e ela está bem entretida, experimentando a fruta proibida.
Mas enquanto nos vestimos, digo que seu trabalho me parece muito bom e que poderia entregá-lo.
Ela sorri, com um pouco de vergonha.
"A verdade é... que terminei faz um mês... e tirei 90%...", admitiu, com um sorriso largo. "Mas na verdade... queria que você visse... e me dissesse o que achou."
Eu ri baixinho, caindo em uma das artimanhas de Marisol.
Mas dei um beijo suave, com uma carícia apaixonada, entendendo que naquele dia, ela quis aproveitar sozinha o que Marisol tanto tinha falado.
E para finalizar, enquanto pegava o metrô no horário de pico, feliz da vida, uma linda mulher, loira, magra, uns 40 anos, me devolve um sorriso maravilhoso e quase sem eu perceber, de algum jeito ela acaba se esfregando na minha virilha.Próximo post
2 comentários - Sete por Sete (159): Lara (Final)