Depois de dois anos de casamento, comecei a notar umas paradas estranhas no comportamento dele. Às vezes encontrava minhas calcinhas bagunçadas nas gavetas, não do jeito que eu tinha deixado. No começo, não dei muita bola pra isso, achei que o Santiago tava procurando alguma coisa nas gavetas e deixei pra lá, até que um dia, ao vestir umas calcinhas, notei que na parte do forro tava úmida, meio manchada. Eu tinha lavado, jurava que sim, pensei enquanto tirava de novo e jogava no cesto de roupa suja. Cheirei elas antes de colocar no cesto, achando que era corrimento vaginal, mas não, não era, claro. Não estariam úmidas, fazia mais de dez dias que não usava, que burra! O Santiago devia ter feito alguma coisa com elas. Deixei a imaginação voar e concluí que ele possivelmente tinha vestido elas pra se masturbar com elas no corpo ou tinha pegado pra se limpar depois de bater uma. Aquilo no começo me irritou um pouco, mas ao mesmo tempo foi me deixando com tesão, o comportamento do meu marido.
Peguei elas de volta do cesto de roupa e vesti, ele não demoraria a subir da rua, tinha ido comprar churros pro café da manhã e a gente ia fazer compras como quase todo sábado. Pensei em dar o gostinho pra ele e ver como reagiria ao saber que eu tava usando elas. A umidade que sentia na minha buceta tava me deixando a mil e me fazendo pensar em coisas perversas e excitantes. Então vesti um vestido bem curto e com um pouco de rodado pra valorizar bem as pernas e umas sandálias com um salto pra ir bem gostosa fazer compras com meu marido. Quando ele subiu, a gente tomou café e se preparou pra descer pra garagem pegar o carro. Já no elevador, me abaixei umas duas vezes, pensando que, ao ver tudo por trás, ele repararia nas calcinhas, falaria alguma coisa ou passaria a mão, mas não foi assim, ele só falou:
— Se você se abaixar tanto assim, vão ver tudo.
Eu que pensei que ele fosse falar algo sobre as calcinhas, que eu tava gostosa pelo menos, e acho que ele nem reparou que eu tinha me arrumado. colocado as que ele tinha sujado. Meio irritada respondi.
- Você não gosta de me olhar? Tô tão feia assim?
- Que nada, mulher, você tá linda, eu tava falando pra não ser que outros te vissem.
- Você não acha legal outros me olharem? Fica com ciúmes?
- Eu não ligo, quem liga é você com certeza, enquanto só olharem, eu fico de boa.
- Tem certeza?
Parei na frente dele e levantei meu vestido pra ele ver como era fácil me ver de calcinha. Ele se fez de durão e desafiador, repetindo que não ligava, mas no fundo ele queria que a gente brincasse, porque comecei a notar como o pau dele crescia por baixo da calça, parecia excitar ele tanto quanto a mim o desafio. Não quis fazer nenhum comentário sobre o pau dele pra não quebrar o jogo que parecia estar começando. O elevador chegou na garagem e saímos em direção ao carro, cumprimentamos um dos vizinhos que estava arrumando umas coisas no depósito que quase todo mundo do prédio tinha no porão. Assim que passamos por ele e o cumprimentamos, uns cinco metros depois parei e me abaixei de novo, igual no elevador, mas dessa vez me mostrando pro vizinho. Santiago se virou pra me ver e me esperou em pé perto do carro, eu geralmente dirigia, então ele não teve escolha a não ser observar a cena que eu tava oferecendo pro meu vizinho bem pertinho, pra ele não ter dúvida do que tava rolando. Terminei de fingir que tava arrumando minhas sandálias e, antes de me levantar, quis ter certeza de que meu vizinho, com quem a gente mal tinha contato, tinha ficado boquiaberto com meu presente. De repente, me deu uma vergonha enorme do que eu tinha acabado de fazer, e na frente do meu marido, mas tentei não deixar transparecer e continuei o jogo. Ao entrar no carro, abri as pernas mostrando minha calcinha de novo pro Santiago, pra ele não ter dúvida do que o vizinho tinha visto.
- Você tá morrendo de vergonha, não adianta disfarçar. Cê acha que Não me importa que você provoque um velho desse, podia ser seu pai.
O vizinho não era nenhum garoto, mas não faltava razão: ele tinha reparado nos meus encantos.
- Aposto que agora ele vai pro depósito bater uma pensando em mim, não acha?
- Você se acha muito gostosa, mas tá morrendo de vergonha. Quer ir conferir? Quem sabe ele te deixa fazer uma pra ele.
- Você parece bem seguro, mas no fundo quer que eu vá, né?
Falei pegando na pica dele por cima da calça.
- Uh... parece que você tá gostando até, tá meio dura, amor. Vou lá e vejo como eu como ele, minha vida? Você vai ficar com vontade, porque esse aí eu não quero foder.
- Você é uma porca.
- Você não é menos.
Respondi, tocando na pica dele de novo.
- Vamos comprar as coisas, porque isso tá esquentando demais e vou ter que subir pra trocar a calcinha de tão molhada que tô. E você vai explodir se a gente não parar.
Dei partida pra encerrar o assunto por enquanto, e ele pareceu se acalmar também. Já no caminho, paramos num semáforo e ele olhou pro lado esquerdo, onde tinha um cara muito gato, e eu voltei ao ataque.
- Prefiro esse ao vizinho, não acha? Já que é pra te chifrar, esse me agrada mais.
- Lá vem você de novo, parece que tá com vontade, hein?
- Mas só com sua permissão, amor.
Falei com um tom provocador.
- Já que você parece não se importar. E mais, se quiser, deixo você olhar.
Eu continuava no meu tom desafiador, enquanto ele engolia seco sem saber o que responder. Até que criou coragem e mandou a braba de uma vez.
- Quer escolher você ou prefere que eu escolha?
- O quê?
- Já que você parece tão cheia de vontade, sua corajosa, vamos ver até onde você se atreve.
- Tá falando sério?
- Você começou, não quer foder com outro? Oportunidade melhor você não vai ter. Escolhe você ou deixa que eu escolho? Escolher você pra mim? Vamos, não se faz de difícil agora, eu sei que não fui o primeiro. Com certeza você tá afim de outra rola, a mesma sempre cansa, né? Não sente falta de chupar alguma daquelas que você provou antes da minha?
A verdade é que eu tava ficando toda vermelha com o que ele dizia, não sei se de vergonha ou de tão tesuda que as palavras dele tavam me deixando. Ele não tava errado, pensei, não era a primeira vez que eu imaginava outra rola na minha boca ou dentro de mim, e acho que ele tinha percebido.
- Você é louco, o que você pensou, que eu sou uma puta?
- Sim. Você não viu como sua buceta ficou molhada com a conversa. O que me diz disso?
Ele disse isso enfiando a mão dentro da minha calcinha enquanto eu tentava não sair da pista dirigindo. Ele tava totalmente certo, meus fluidos me entregavam, eu tava a manhã inteira mais que tesuda e não via a hora de acalmar minha vontade. Tava chegando num ponto de tesão impressionante, queria me masturbar e não via a hora. Entramos no estacionamento subterrâneo do Hipermercado e fui pra parte mais vazia. Parei o carro e fiquei parada no banco, olhei fixamente pra ele e enfiei minha mão por baixo do meu vestido.
- Quer ver como eu me masturbo? Você me deixou louca, amor, tô a mil, vou me masturbar na sua frente pra você me ver gozar, como se eu tivesse com outro.
Comecei a me masturbar devagar, sem tirar os olhos dele, aproveitando cada toque sob o olhar dele. Aos poucos fui aumentando a intensidade das minhas carícias e me excitando cada vez mais. Até que de repente ele pegou minha mão e disse.
- Para, você tá bem quente, né?
- Sim... Sim...
- Então arruma alguém pra te consolar, vadia. Quer foder?
- Sim...
Ele tirou a mão dele e a minha de baixo do vestido de uma vez e sussurrou no meu ouvido.
- Você tem minha permissão, arruma outro.
Eu fiquei, morta. Sério, ele queria que eu desse pra outro cara, não acreditei. Era tudo uma brincadeira e, de repente, ele tava me dando carta branca pra botar chifre nele. Aí eu respondi:
— Não, amor, quero fazer isso com você.
— Nem pensar. Hoje, se quiser foder, vai ter que achar outro pra te consolar. Sei que mais cedo ou mais tarde você vai me trair, então prefiro que seja com meu consentimento. Olha ali, vai nele!
Ele apontou pra um carro estacionado no fundo do estacionamento, igual a gente, de frente pra nós. Tinha um senhor de meia-idade, alheio ao que meu marido tava tramando. O cara parecia estar arrumando uns papéis dentro do carro, um modelo comercial com os vidros traseiros totalmente tampados e o logotipo da empresa pintado neles. Tava tranquilo, concentrado no trabalho. Meu marido insistiu:
— Não tem coragem? É tudo pra você, meu amor. Dá a alegria da vida dele e se satisfaz. Eu bem que queria que, do nada, aparecesse uma gostosa igual você no meu carro e me propusesse foder.
Visto por esse lado, tava na mão, como se diz. Eu tava morrendo de vontade de pegar um bom macho e meu marido se recusava, parecia que ia mesmo. Ele me oferecia de um jeito que eu não podia recusar, mas também não queria parecer muito afobada, então respondi:
— Amor, eu não...
— Cala a boca, você tá morrendo de vontade, sua gostosa. Acha que vai me convencer que não quer? Tá perdendo a chance, se liga que ele parece que tá guardando as coisas e indo embora.
O senhor parecia estar deixando as coisas no banco do carona e, de fato, parecia pronto pra ir. Sem dizer nada, saí do carro e fui direto nele. Ele não percebeu minha presença até eu estar praticamente do lado do carro. A janela tava abaixada por causa do calor no estacionamento, e o cara tava meio suado, igual a mim, que entre o calor e... Os nervos da situação faziam cada poro da minha pele suar. O cara não era nada atraente, mesmo sentado ele parecia gigantesco, e eu sou bem pequena, meu marido não é lá muito grande, então provavelmente ele me pareceu ainda maior do que realmente era, ainda mais enfiado naquele veículo comercial que era de um modelo bem pequeno. Pensei em dar uma volta, contar uma mentira pra enrolar ele, mas fui direto ao ponto.
- Bom dia, cavalheiro, preciso de um homem.
- Pois não, em que posso ajudar?
- Preciso dar uma trepada.
Como não podia ser diferente, o homem ficou pasmo, sem saber como reagir.
- É que você não gostou de mim?
- Sim... mulher, mas...
- Não te pareço atraente?
- Você é uma gostosa, mas...
Abri a porta do carro e me agachei pra ficar na altura do pau dele. Pensei que, assim de repente, o homem precisaria de uns estímulos prévios pra deixar ele no ponto. Sem parar de falar, fui abaixando a braguilha dele e massageando o pênis por cima da cueca.
- Aposto que te pareço feia, né?
- Que nada, é que assim de repente...
Comecei a abrir meu decote pra ele me ver bem.
- Aposto que você acha meus peitos pequenos.
- Que nada, são perfeitos.
Peguei a mão dele e fiz ele tocar um dos meus seios. O cara estava quase tremendo, pra ser sincera, mas aos poucos o pau dele começava a reagir. Fiquei pasma quando aquilo começou a crescer, provavelmente dobraria o tamanho do do meu marido, era incrivelmente grande, principalmente grosso. Não hesitei em chupar ele, nunca tinha tido um tão grande na boca. Quando achei que era a hora, comecei com umas lambidas suaves e uma fala ainda mais sensual pra ele pegar um bom ritmo. Já era meu, aquele pedaço de pau tinha um gosto muito forte que não me desagradava, era excitante, um cheiro que ainda lembro e me deixa louca. Terminei como pude com ele. Dentro da minha boca, quase tive que deslocar a mandíbula pra enfiar aquilo, que grossura, meu Deus. Comecei como pude a chupar e a babar tudo, sabendo que ia ser um esforço danado pra engolir aquilo, e queria que estivesse bem lubrificado. Senti umas mãos enormes pegando na minha cabeça e me fazendo engolir o troço inteiro.
- Vai até o fundo, gostosa, não quer cock? Engole ele todo.
Quase não conseguia respirar, mas ainda bem que logo ele levantou minha cabeça e tirou, falando:
- Não quer foder? Já chega de chupação, vamos pro que interessa.
Como pude, entrei no carro, montei em cima dele, que já tinha reclinado o banco pra ficar mais confortável. Tava me custando uma puta esforço achar uma posição boa pra cavalgar ele, minha vítima, quando senti que as mãos dele, dessa vez, agarraram minha bunda e, sem muito esforço, me colocaram numa posição perfeita pros meus planos. Ele recostado pra trás e eu na frente dele, ereta. Olhei pelas janelas pra onde meu marido estava, esperando algum sinal dele, acho. Mas ele continuava dentro do carro, olhando minhas ações sem reclamar nada. Então botei a mão na massa e não pensei mais: ele me deu permissão, ele quem procurou isso, e eu tava morrendo de vontade. Tirei minha calcinha, deixando o caminho livre pra realizar um sonho. Nem nas minhas melhores fantasias eu tinha imaginado algo tão perfeito. Então, com a mão direita, peguei o pau dele e comecei a brincar na entrada da minha buceta, roçando, sentindo.
- Cê acha que não vai caber, putinha?
- Que isso! Não é tão grande assim, o que cê pensa que é?
- O que todas falam. Vai com calma, não quero que você se machuque.
Ele disse com um sorriso safado no rosto, enquanto eu, ajudada pelas mãos dele, levantei meus quadris pra me deixar empalar por aquele falo. Coloquei na entrada, que já tava mais que lubrificada e pronta pra ação, e de repente, de um só golpe, ele... Me esfrego contra o corpo dele, abrindo caminho violentamente dentro de mim. A dor e o prazer vieram juntos, meus gritos e gemidos se misturavam, nem vinte segundos depois eu já tive um orgasmo brutal e barulhento, cujos gemidos eu não conseguia reprimir, mesmo com meu marido vindo à mente e eu sabendo que ele não ia achar graça nenhuma de eu estar tão desenfreada, já que com ele eu era bem quietinha e mal me soltava, muito menos daquele jeito tão brutal. Ele continuava me levantando e abaixando com aquelas mãos enormes, mesmo sabendo mais que de sobra que eu já tinha gozado. Eu estava acostumada a ter só um orgasmo e pronto, e quando acontecia, que não era sempre, meu marido já tinha terminado bem antes de mim. Então eu estava bem surpresa, ainda recebendo aquelas investidas tão gostosas, meu amante seguia e seguia, eu tinha topado com um verdadeiro garanhão inesgotável. Comecei a sentir de novo o calor subindo e a vontade de mais, e mais, e mais. Eu estava pronta pra mais um ataque, queria deixar minha presa completamente satisfeita e comecei a acelerar o ritmo, me deixando levar pelo prazer infinito que aquilo tudo me dava. Tive o segundo orgasmo, dessa vez menos escandaloso, confesso, mas com certeza não passou despercebido pro meu marido. Meu amante gozou junto comigo e dessa vez sim, ele derramou toda a emoção dele, mas fez isso dentro de mim.
— Você gozou dentro?
— O que você queria?
— Não... eu... bom, já foi.
— Agora vai ficar enjoadinha?
— Não é que...
Me veio meu marido na cabeça e o que ele ia achar disso, mas fazer o quê, o que tava feito tava feito. Eu tomava pílula anticoncepcional, então gravidez eu tinha certeza que não ia rolar, e se ele reclamasse, eu usaria isso de desculpa. A gente estava todo suado, os dois, o calor que fazia no estacionamento e dentro do carro, junto com o esforço físico que a gente tinha feito, deixaram nossos corpos... Molhados e exaustos. Pensei em como encerrar aquela situação com alguém que, no fim das contas, ainda era um estranho para mim até então. Decidi começar a me despedir, precisava arrumar minha roupa e me sentia suja e mais do que acalorada. Também tinha que encarar a nova situação que se apresentava com meu marido.
- Obrigada, foi um prazer, como é que você se chama?
- Fermín, pra mim também foi um prazer, você é muito fogosa, mocinha.
- Você é um grande garanhão, meu bem, saiba que nunca tive dois orgasmos seguidos.
- Você é muito nova ainda, falta estrada. Fala pro seu marido se ligar ou vai te perder.
- Como é que você sabe que sou casada?
- Tem coisas que você não consegue esconder, coração, a aliança, a sua vontade na entrega pra outro homem e o fato de eu ter visto seu marido nos olhando no carro enquanto você me chupava ajuda a descobrir. Foi ideia dele, ou partiu de você?
Fiquei sem palavras por um momento, ele sabia de tudo.
- Não………….. ele………….. esta manhã………………
- Deixa pra lá, ele já tem os chifres que estava procurando e você uma experiência inesquecível, e eu, sinceramente, uma gostosa como você não como todo dia, então pra mim foi o prêmio grande.
- Canalha, que sorte você teve.
- Toma.
Ele remexeu entre os papéis dele e me deu um cartão junto com duas notas de 50 euros.
- Guarda isso.
- Eu não sou uma puta. Não quero dinheiro.
- Eu sei, não se preocupa, o dinheiro é pra você comprar algo bonito como você, e de quebra seu marido vai saber que você recebeu, isso vai deixar ele mais corno ainda, e meu cartão vai ser nosso segredo, guarda bem escondido que ele não veja, e se um dia você quiser que a gente se veja de novo, segunda e quinta eu faço essa rota, já sabe.
- Mas é que...
- Fica tranquila e vai saindo, senão ele vai acabar achando que a gente tá enrolado, kkkkkkk.
Eu obedeci, não tinha muito espaço. Onde esconder o cartão? Coloquei na tira do meu sutiã pra não cair e arrumar um lugar quando chegasse no carro. O dinheiro deixei na mão pra ele ver bem. Me inclinei, dei um beijo na bochecha dele e me preparei pra sair como dava do carro — tava completamente dura da posição, então custei a pegar equilíbrio quando comecei a andar. Me virei, acenei com a mão enquanto ele saía do estacionamento com um sorriso cúmplice no rosto. Andava com dificuldade até meu carro, o que não passou despercebido pro Santiago, que não demorou a me criticar.
— Tão grande que você nem consegue andar.
— Amor, é por causa da posição dentro do carro, não tava confortável.
— Pois não me pareceu. Nunca te vi tão entregue assim.
— Tava pensando em você.
— Mentira, não me minta, quero a verdade.
— Bom, a verdade é que eu tava muito excitada, sabe.
— Você é uma puta, sabia disso.
— E você um filho da puta que me fez fazer isso.
— Não te importa dar pra qualquer um, né?
Eu não sabia bem de onde vinha tudo aquilo, era ele quem queria e eu não entendia a raiva dele, mas logo entendi. Olhei pra calça dele e a pica parecia que ia explodir lá dentro. Tava super excitado, não dava pra deixar ele assim. Continuei provocando, que parecia que ele gostava.
— Amor, eu não queria, mas quando cheguei lá... ele tinha uma pica tão grande e gostosa que eu não consegui resistir.
Enquanto me aproximava dele e ia acariciando, primeiro a perna, depois por cima da calça, devagar, abrindo e deixando a pica dele sair pra ele curtir a liberdade.
— Amor, só quero você, ele eu só usei, como um instrumento qualquer, minha vida.
— É, te vi aproveitar, isso é o quê?
Se referindo ao dinheiro.
— Ele me deu pra comprar um agrado.
— Que puta boa você é. O mesmo, querido, quer conferir?
- Não, não quero te foder, já te disse que hoje não.
Nesse momento, eu já estava massageando o pau dele, completamente, e a mão dele ia escapando para minhas coxas. Ele deixava a mão ir, como se sem querer resistisse a me tocar, e eu continuava, aos poucos, me abaixando para chupá-lo e fazê-lo gozar. Então ele tocou na minha calcinha, que estava encharcada de porra do Fermín, e disse:
- Ele gozou dentro.
- Sim, querido, tenho a porra de outro homem dentro de mim. Ele me fez gozar como nunca gozei com você. Tive sorte, foi um verdadeiro garanhão que eu comi. Tive dois orgasmos com ele sem ele nem tirar o pau de dentro. Ele tem um pauzão enorme, achei que ia me partir a buceta ao meio quando meteu de uma vez. Quando as mãos dele pegavam minha bunda, os dedos enormes roçavam meu clitóris como se quisessem entrar, e isso me deixou louca. E tudo graças a você, que é um corno manso e me deixou gozar com outro homem. Agora vou chupar seu pau pra te compensar.
Não cheguei a fazer tudo o que disse. Parece que ele gostou tanto que, como um adolescente, gozou antes que eu pudesse colocar o pau na boca. Sujou minha cara toda e meu cabelo. Nunca tinha visto o pau do meu marido tão grosso, nem tanta porra saindo dele. Acho que ele teve o melhor orgasmo da vida dele, o corno manso.
Peguei minha bolsa e deixei ele como que extasiado no carro, enquanto me preparava para entrar no shopping, em busca do banheiro para me limpar um pouco.
- Me espera na frente dos banheiros do último andar.
Falei e deixei ele lá. Só queria me refrescar, me sentia suja, tinha porra pra todo lado: a do meu marido no rosto e, nas minhas entranhas, a do meu amante improvisado. Então não via a hora de me lavar um pouco. Entrei no banheiro feminino, que felizmente estava vazio, e, como pude, lavei o rosto, molhei o cabelo e penteie. Quando tentei arrumar minha calcinha, foi impossível, estava toda melada. Tão encharcadas que nem tentei limpar, joguei direto no lixo e com lenços umedecidos que tinha na bolsa limpei minha buceta, sentindo um alívio danado por estar mais ou menos limpa, que delícia pensei por um momento me olhando no espelho. De repente entrou um senhor que vi pelo espelho e levei um susto.
- O que você está fazendo aqui?
- Verificar se vale a pena o que vou pagar por você.
- Como?
- Sua cafetina está lá fora e pediu 100 euros pra te comer. Se você me agradasse, então vou sair pra pagar ela, porque a mercadoria acho que vale a pena.
- Mas o que você está dizendo?
Me fiz de surpresa, o senhor que não devia ter menos de sessenta anos, bem alto e magro, parecia um cara chique, bem vestido e com modos. Apesar do jeito brusco que ele teve ao me falar as coisas tão de repente, não me causou má impressão. Ele saiu do banheiro me deixando completamente parada na frente do espelho e fiquei me olhando sem saber o que fazer, de novo Santiago estava me colocando nas mãos de outro homem e dessa vez estava me vendendo. Não que a gente fosse rico, mas também não éramos tão pobres a ponto de ter que me prostituir, comecei a pensar, mas isso não era por dinheiro, bem que eu sabia. Eu ouvia eles fechando o trato lá de dentro e comecei a ficar nervosa, de novo meu corpo começou a suar e minha buceta começou a molhar só de pensar no que vinha pela frente outra vez. O senhor, que se chamava Carlos, não enro lou.
Ele entrou como quem já tá acostumado a lidar com essas situações, a verdade é que só exigia o que tinha pago, parecia acostumado a dar ordens e mandar, então sem hesitar nem um pouco assumiu o controle.
- Vamos ver o que você tem pra mim, gostosa.
Disse apontando pro meu vestido e indicando que eu levantasse pra ele ver minha calcinha. Mas eu já não estava mais usando.
- Que putinha você é, já tá preparada.
Comentou se aproximando e ao mesmo tempo metendo por baixo do vestido procurando minha buceta, dois dos dedos dele entraram suaves lá dentro, como se já estivessem acostumados com aquilo e sem nenhuma resistência. Um gemido de prazer escapou de mim sem que eu conseguisse segurar, os toques dele me deixaram a mil em poucos segundos, esse homem sabia mesmo usar as mãos, enfiava os dedos como se procurasse algo e brincava lá dentro como se soubesse que eu me entregava completamente às carícias dele.
- Que mulher gostosa você é, novinha, tá toda molhada, assim que eu gosto, goza gostosa, goza.
De repente ele tirou os dedos e se afastou pra trás, me pegou pela cintura e com um puxão me colocou em cima da bancada dos lavabos, uma vez lá, abriu minhas pernas completamente e minha buceta ficou na frente dele, pronta e disponível pros caprichos dele.
- Já chega, agora é minha vez, não acha? Quero ver o quanto você é fogosa, princesa. Se importa se eu chupar um pouco essa buceta primeiro?
Eu não sabia o que responder, mas balancei a cabeça que sim, ele se inclinou sobre mim e começou a chupar como um verdadeiro expert, dos meus lábios escapavam cada vez que a língua dele tocava meu clitóris um:
- Que delícia! Valeu! Uh, uh, uh!
Meu marido então espiou a cabeça bem discretamente no começo, mas quando viu que o Carlos estava abaixado cuidando da minha buceta e desse jeito não podia vê-lo, ele meteu a cabeça com toda a cara de pau. Me olhou fixo nos olhos, como se estivesse possuído pelo que via, parecia extasiado, nem um gesto de reprovação, pelo contrário, a expressão dele parecia me incentivar a continuar aproveitando e foi o que fiz. Meu primeiro orgasmo causado pelo Carlos eu tive olhando nos olhos dele, era incrível o prazer que senti, ao me ver sendo comida por aquele cara enquanto meu marido observava tudo sem perder um detalhe, o corno manso acenava com a cabeça enquanto eu me contorcia de prazer com a língua daquele desconhecido. O Carlos não demorou pra se levantar e tirar o pau dele já preparado pra me penetrar, pra falar a verdade, achei pequeno e muito Duro não que ela tivesse, depois do pauzão enorme que eu tinha aproveitado no estacionamento há menos de meia hora, achei, como realmente foi, que esse aqui só ia me fazer cócegas. Ele se posicionou na minha frente e, graças à altura dele, a bancada ficou perfeita para a penetração. Não teve dificuldade pra meter, meu excesso de lubrificação e o tamanho na medida certa ajudaram a entrar sem nenhum problema. Os movimentos dele mal conseguiam me dar um arrepio, e com o quanto eu já estava satisfeita, não dava pra esperar mais. Então pensei em fingir um pouco pra não decepcioná-lo, e comecei a gemer. Mas ele, em poucos segundos, percebeu e se afastou.
— O que você tá fazendo? Se não tá sentindo, não precisa fingir, sua puta. Acha que não dá pra notar? Prefiro que você sinta, não que atue como uma idiota. Pra ver teatro, eu sei onde ir.
Ele puxou meus peitos pra fora, agarrou meus mamilos e beliscou com força.
— Isso você sente, né?
— Ah! O que cê tá fazendo? — Escapei um grito de dor.
— Agora você vai ver como não vai fingir, sua vagabunda.
Ele pareceu ficar violento. Por um momento, me assustei. Eu não tava acostumada com essa brutalidade. De um puxão, me tirou da bancada e me colocou de frente pro espelho. Fiquei de costas pra ele, e ele foi se abaixando, sumindo atrás de mim. Me inclinei contra as pias, apoiando as mãos em duas delas, com o rosto bem perto do espelho. Minha cara contrariada em primeiro plano; ao fundo, atrás de uma pequena divisória, meio escondido, de novo o meu marido, que não perdia um detalhe. Enquanto isso, meu amante colocou a saia do meu vestido curto sobre minhas costas, deixando minha bunda completamente de fora e à mercê dele, e deslizou as mãos pelas minhas coxas, convidando-as a se abrirem pros caprichos dele. Quando conseguiu que eu ficasse na posição que ele queria, só respondeu:
— Agora você vai sentir. Hoje você vai saber o que é um orgasmo.
Naquele momento, pensei que, com tudo que eu já tinha aguentado naquela manhã, não tinha mais nada pra aprender. mas eu estava completamente enganada. Comecei a notar como a língua dele brincava com meu cu, lambia de um jeito tão gostoso que me excitava pra caralho, até então ninguém nunca tinha me comido o cu e muito menos penetrado. Santiago já tinha me pedido isso uma vez, mas eu sempre preferi que ele esperasse, então também queria que o Carlos respeitasse isso e muito menos naquele momento queria dar pra ele na frente do meu marido. As brincadeiras dele estavam me fazendo perder a cabeça, eu mesma nem sabia que aquilo que ele tava fazendo me dava tanto tesão. Por um momento perdi a noção e quando senti um dos dedos dele tentando me penetrar, a dor me fez voltar do meu estado de êxtase e eu respondi.
- Isso não!
- Por quê? Você não gosta?
- Sim, mas...
- É por dinheiro? Quanto você quer? Mais cem?
- Não!
- Tá bom, dinheiro não é problema, mas não tenho mais que duzentos, pega aqui.
Ele jogou as notas na bancada e eu vi elas caírem na minha frente, enquanto as mãos dele continuavam bem devagar abrindo caminho pro meu interior.
- É que nunca... por ali...
- Já percebi, por isso posso te dar o que você pedir, mas não tenho mais, vai ter que confiar em mim e quando terminarmos eu trago mais quinhentos.
- Mas dói.
- Só no começo, vou ser cuidadoso.
Nesse ponto da conversa, a ponta do dedo dele já tava dentro de mim e eu pensei: já que é pra ir pro brejo, vai fundo. Por setecentos euros eu tava vendendo algo que um dia eu daria de graça, não era um negócio tão ruim, além disso o senhor tinha uma pica mais pequena e não ia me machucar muito, então fui me convencendo aos poucos enquanto um gemido entre prazer e dor saía da minha boca, porque o dedo indicador dele já tava completamente alojado dentro de mim.
- Como você tá quente, me diz o quanto você queria isso.
- Não... não é verdade... ah...
- Não finge, ninguém tá vendo a gente, assume que você quer que eu te coma o cu. Era verdade, meu marido não perdia um detalhe e eu não queria dizer pra ele me comer por trás, já que tinha negado pra ele antes. O dedo dele continuava brincando lá dentro, me deixando louca, sentia um prazer novo, inimaginável pra mim até aquele momento. Me olhei no espelho e estava entregue, mordia os lábios de puro tesão e gemia de dor como uma puta. Aquela imagem de mim tão entregue me deixou ainda mais safada, olhei de novo pro fundo do espelho e o corno do Santiago continuava lá, curtindo o espetáculo. Por um momento senti uma verdadeira pena, tinha transformado da noite pro dia a esposa dele numa puta de verdade e ele num corno manso, e como parecia estar gostando, quis dar uma lição nele.
- Você não quer?
- NÃO... não...
- Como assim não? Seu corpo diz o contrário.
- Tem certeza? Não acha que posso estar fingindo como antes?
- Não, dessa vez não.
Ele se levantou sem tirar o dedo, com a outra mão afastou o cabelo do meu rosto, prendeu num rabo de cavalo e puxou, levantando minha cara pra eu me ver bem no espelho. Enfiou o dedo um pouco mais fundo e disse:
- Se olha, vai me dizer que não gosta?
Entre um gemido enorme, só consegui falar:
- Faz logo, me fode antes que eu me arrependa, arrebenta meu cu, seu corno, você tá morrendo de vontade.
- Seus desejos são ordens, gostosa.
Ele continuava puxando de leve meu rabo de cavalo improvisado, dominava minha cabeça como se fosse um cavalo, no caso a sua gostosa pronta pra ser montada por um garanhão. Se inclinou levemente e deixou cair um baita cuspe, bem no meu buraquinho, que tava saindo com a mesma ou mais dor do que o dedo indicador que tinha me feito perder a cabeça. Me conformei pensando que o cara não tinha uma piroca grande e não ia me causar tanta dor, mas me enganei, o que na buceta fazia cócegas e eu mal sentia, quando ele enfiou... Entrar pelo cu me pareceu um míssil, ele enfiou de uma só estocada e não faltou muito pra eu desmaiar, acho. Minha respiração parou por um momento e eu não via a hora daquela dor acabar. Tudo que no começo foi prazer se transformou em dor e mal-estar. Ele começou a meter com força, acho que ao me ver sofrendo ele ficou mais excitado e me empurrou sem piedade por uns três ou quatro minutos, que pra mim foram uma eternidade. Quando finalmente gozou, gozou dentro, notei minhas pernas escorrendo, olhei e vi um pouco de sangue misturado com o esperma dele escorrendo pelas minhas coxas. Eu ainda não conseguia me mexer, ele ainda tava dentro, e esperei concentrada até o pau dele perder o vigor e sair sozinho sem muito esforço, como aconteceu. Que alívio quando aquilo saiu de mim, tive que dar razão pra ele, nunca tinha sentido nada igual, e naquele momento não queria sentir aquilo nunca mais.
- Obrigado, gostosa, sei que você sofreu, mas acredite, vai me agradecer por isso pra sempre. O primeiro homem da sua vida é importante, mas o primeiro que te come o cu marca você pra sempre.
Notei ele me olhando enquanto dizia:
- Não é nada, um pequeno rasgo, vou deixar meu cartão. Ligue amanhã cedo e peça um horário, fala que eu mandei te darem, senão me passem no telefone com você. Lá vou terminar de te pagar, não se preocupa.
Ele deixou um cartão de visita dentro da bolsa e foi embora. Meu marido tinha sumido, eu mal conseguia me mexer de tanta dor que ainda sentia, e como pude comecei a me limpar de novo e ajeitar minha aparência. Quando terminei, peguei minha bolsa. Mal conseguia andar, meu vestido estava bem molhado e meu cabelo tava uma zona. Procurei o Santiago no andar de cima, sem sucesso. Aos poucos fui me recompondo e conseguia andar um pouco melhor, tava exausta e sem saco pra nada. Mais de meia hora depois, encontrei o Santiago numa das lojas de lingerie do segundo andar. De fora, vi ele pagando e, ao Sair e me ver, ele disse.
— Vem, vamos ao banheiro.
Entramos no que estava mais perto e ele me colocou dentro de um dos cubículos. Com muita suavidade e carinho, foi vestindo uma calcinha nova que tinha comprado pra mim, e enquanto subia ela, beijava minhas coxas.
— Tô muito cansada, Sebas.
— Imagino. Não se preocupa, a gente faz as compras e vai pra casa, meu amor. Já chega por hoje.
Nem uma reclamação, nem um gesto ruim. Ele parecia satisfeito e tranquilo. Tinha virado um cuckold consentido completo, e parecia adorar isso.
Peguei elas de volta do cesto de roupa e vesti, ele não demoraria a subir da rua, tinha ido comprar churros pro café da manhã e a gente ia fazer compras como quase todo sábado. Pensei em dar o gostinho pra ele e ver como reagiria ao saber que eu tava usando elas. A umidade que sentia na minha buceta tava me deixando a mil e me fazendo pensar em coisas perversas e excitantes. Então vesti um vestido bem curto e com um pouco de rodado pra valorizar bem as pernas e umas sandálias com um salto pra ir bem gostosa fazer compras com meu marido. Quando ele subiu, a gente tomou café e se preparou pra descer pra garagem pegar o carro. Já no elevador, me abaixei umas duas vezes, pensando que, ao ver tudo por trás, ele repararia nas calcinhas, falaria alguma coisa ou passaria a mão, mas não foi assim, ele só falou:
— Se você se abaixar tanto assim, vão ver tudo.
Eu que pensei que ele fosse falar algo sobre as calcinhas, que eu tava gostosa pelo menos, e acho que ele nem reparou que eu tinha me arrumado. colocado as que ele tinha sujado. Meio irritada respondi.
- Você não gosta de me olhar? Tô tão feia assim?
- Que nada, mulher, você tá linda, eu tava falando pra não ser que outros te vissem.
- Você não acha legal outros me olharem? Fica com ciúmes?
- Eu não ligo, quem liga é você com certeza, enquanto só olharem, eu fico de boa.
- Tem certeza?
Parei na frente dele e levantei meu vestido pra ele ver como era fácil me ver de calcinha. Ele se fez de durão e desafiador, repetindo que não ligava, mas no fundo ele queria que a gente brincasse, porque comecei a notar como o pau dele crescia por baixo da calça, parecia excitar ele tanto quanto a mim o desafio. Não quis fazer nenhum comentário sobre o pau dele pra não quebrar o jogo que parecia estar começando. O elevador chegou na garagem e saímos em direção ao carro, cumprimentamos um dos vizinhos que estava arrumando umas coisas no depósito que quase todo mundo do prédio tinha no porão. Assim que passamos por ele e o cumprimentamos, uns cinco metros depois parei e me abaixei de novo, igual no elevador, mas dessa vez me mostrando pro vizinho. Santiago se virou pra me ver e me esperou em pé perto do carro, eu geralmente dirigia, então ele não teve escolha a não ser observar a cena que eu tava oferecendo pro meu vizinho bem pertinho, pra ele não ter dúvida do que tava rolando. Terminei de fingir que tava arrumando minhas sandálias e, antes de me levantar, quis ter certeza de que meu vizinho, com quem a gente mal tinha contato, tinha ficado boquiaberto com meu presente. De repente, me deu uma vergonha enorme do que eu tinha acabado de fazer, e na frente do meu marido, mas tentei não deixar transparecer e continuei o jogo. Ao entrar no carro, abri as pernas mostrando minha calcinha de novo pro Santiago, pra ele não ter dúvida do que o vizinho tinha visto.
- Você tá morrendo de vergonha, não adianta disfarçar. Cê acha que Não me importa que você provoque um velho desse, podia ser seu pai.
O vizinho não era nenhum garoto, mas não faltava razão: ele tinha reparado nos meus encantos.
- Aposto que agora ele vai pro depósito bater uma pensando em mim, não acha?
- Você se acha muito gostosa, mas tá morrendo de vergonha. Quer ir conferir? Quem sabe ele te deixa fazer uma pra ele.
- Você parece bem seguro, mas no fundo quer que eu vá, né?
Falei pegando na pica dele por cima da calça.
- Uh... parece que você tá gostando até, tá meio dura, amor. Vou lá e vejo como eu como ele, minha vida? Você vai ficar com vontade, porque esse aí eu não quero foder.
- Você é uma porca.
- Você não é menos.
Respondi, tocando na pica dele de novo.
- Vamos comprar as coisas, porque isso tá esquentando demais e vou ter que subir pra trocar a calcinha de tão molhada que tô. E você vai explodir se a gente não parar.
Dei partida pra encerrar o assunto por enquanto, e ele pareceu se acalmar também. Já no caminho, paramos num semáforo e ele olhou pro lado esquerdo, onde tinha um cara muito gato, e eu voltei ao ataque.
- Prefiro esse ao vizinho, não acha? Já que é pra te chifrar, esse me agrada mais.
- Lá vem você de novo, parece que tá com vontade, hein?
- Mas só com sua permissão, amor.
Falei com um tom provocador.
- Já que você parece não se importar. E mais, se quiser, deixo você olhar.
Eu continuava no meu tom desafiador, enquanto ele engolia seco sem saber o que responder. Até que criou coragem e mandou a braba de uma vez.
- Quer escolher você ou prefere que eu escolha?
- O quê?
- Já que você parece tão cheia de vontade, sua corajosa, vamos ver até onde você se atreve.
- Tá falando sério?
- Você começou, não quer foder com outro? Oportunidade melhor você não vai ter. Escolhe você ou deixa que eu escolho? Escolher você pra mim? Vamos, não se faz de difícil agora, eu sei que não fui o primeiro. Com certeza você tá afim de outra rola, a mesma sempre cansa, né? Não sente falta de chupar alguma daquelas que você provou antes da minha?
A verdade é que eu tava ficando toda vermelha com o que ele dizia, não sei se de vergonha ou de tão tesuda que as palavras dele tavam me deixando. Ele não tava errado, pensei, não era a primeira vez que eu imaginava outra rola na minha boca ou dentro de mim, e acho que ele tinha percebido.
- Você é louco, o que você pensou, que eu sou uma puta?
- Sim. Você não viu como sua buceta ficou molhada com a conversa. O que me diz disso?
Ele disse isso enfiando a mão dentro da minha calcinha enquanto eu tentava não sair da pista dirigindo. Ele tava totalmente certo, meus fluidos me entregavam, eu tava a manhã inteira mais que tesuda e não via a hora de acalmar minha vontade. Tava chegando num ponto de tesão impressionante, queria me masturbar e não via a hora. Entramos no estacionamento subterrâneo do Hipermercado e fui pra parte mais vazia. Parei o carro e fiquei parada no banco, olhei fixamente pra ele e enfiei minha mão por baixo do meu vestido.
- Quer ver como eu me masturbo? Você me deixou louca, amor, tô a mil, vou me masturbar na sua frente pra você me ver gozar, como se eu tivesse com outro.
Comecei a me masturbar devagar, sem tirar os olhos dele, aproveitando cada toque sob o olhar dele. Aos poucos fui aumentando a intensidade das minhas carícias e me excitando cada vez mais. Até que de repente ele pegou minha mão e disse.
- Para, você tá bem quente, né?
- Sim... Sim...
- Então arruma alguém pra te consolar, vadia. Quer foder?
- Sim...
Ele tirou a mão dele e a minha de baixo do vestido de uma vez e sussurrou no meu ouvido.
- Você tem minha permissão, arruma outro.
Eu fiquei, morta. Sério, ele queria que eu desse pra outro cara, não acreditei. Era tudo uma brincadeira e, de repente, ele tava me dando carta branca pra botar chifre nele. Aí eu respondi:
— Não, amor, quero fazer isso com você.
— Nem pensar. Hoje, se quiser foder, vai ter que achar outro pra te consolar. Sei que mais cedo ou mais tarde você vai me trair, então prefiro que seja com meu consentimento. Olha ali, vai nele!
Ele apontou pra um carro estacionado no fundo do estacionamento, igual a gente, de frente pra nós. Tinha um senhor de meia-idade, alheio ao que meu marido tava tramando. O cara parecia estar arrumando uns papéis dentro do carro, um modelo comercial com os vidros traseiros totalmente tampados e o logotipo da empresa pintado neles. Tava tranquilo, concentrado no trabalho. Meu marido insistiu:
— Não tem coragem? É tudo pra você, meu amor. Dá a alegria da vida dele e se satisfaz. Eu bem que queria que, do nada, aparecesse uma gostosa igual você no meu carro e me propusesse foder.
Visto por esse lado, tava na mão, como se diz. Eu tava morrendo de vontade de pegar um bom macho e meu marido se recusava, parecia que ia mesmo. Ele me oferecia de um jeito que eu não podia recusar, mas também não queria parecer muito afobada, então respondi:
— Amor, eu não...
— Cala a boca, você tá morrendo de vontade, sua gostosa. Acha que vai me convencer que não quer? Tá perdendo a chance, se liga que ele parece que tá guardando as coisas e indo embora.
O senhor parecia estar deixando as coisas no banco do carona e, de fato, parecia pronto pra ir. Sem dizer nada, saí do carro e fui direto nele. Ele não percebeu minha presença até eu estar praticamente do lado do carro. A janela tava abaixada por causa do calor no estacionamento, e o cara tava meio suado, igual a mim, que entre o calor e... Os nervos da situação faziam cada poro da minha pele suar. O cara não era nada atraente, mesmo sentado ele parecia gigantesco, e eu sou bem pequena, meu marido não é lá muito grande, então provavelmente ele me pareceu ainda maior do que realmente era, ainda mais enfiado naquele veículo comercial que era de um modelo bem pequeno. Pensei em dar uma volta, contar uma mentira pra enrolar ele, mas fui direto ao ponto.
- Bom dia, cavalheiro, preciso de um homem.
- Pois não, em que posso ajudar?
- Preciso dar uma trepada.
Como não podia ser diferente, o homem ficou pasmo, sem saber como reagir.
- É que você não gostou de mim?
- Sim... mulher, mas...
- Não te pareço atraente?
- Você é uma gostosa, mas...
Abri a porta do carro e me agachei pra ficar na altura do pau dele. Pensei que, assim de repente, o homem precisaria de uns estímulos prévios pra deixar ele no ponto. Sem parar de falar, fui abaixando a braguilha dele e massageando o pênis por cima da cueca.
- Aposto que te pareço feia, né?
- Que nada, é que assim de repente...
Comecei a abrir meu decote pra ele me ver bem.
- Aposto que você acha meus peitos pequenos.
- Que nada, são perfeitos.
Peguei a mão dele e fiz ele tocar um dos meus seios. O cara estava quase tremendo, pra ser sincera, mas aos poucos o pau dele começava a reagir. Fiquei pasma quando aquilo começou a crescer, provavelmente dobraria o tamanho do do meu marido, era incrivelmente grande, principalmente grosso. Não hesitei em chupar ele, nunca tinha tido um tão grande na boca. Quando achei que era a hora, comecei com umas lambidas suaves e uma fala ainda mais sensual pra ele pegar um bom ritmo. Já era meu, aquele pedaço de pau tinha um gosto muito forte que não me desagradava, era excitante, um cheiro que ainda lembro e me deixa louca. Terminei como pude com ele. Dentro da minha boca, quase tive que deslocar a mandíbula pra enfiar aquilo, que grossura, meu Deus. Comecei como pude a chupar e a babar tudo, sabendo que ia ser um esforço danado pra engolir aquilo, e queria que estivesse bem lubrificado. Senti umas mãos enormes pegando na minha cabeça e me fazendo engolir o troço inteiro.
- Vai até o fundo, gostosa, não quer cock? Engole ele todo.
Quase não conseguia respirar, mas ainda bem que logo ele levantou minha cabeça e tirou, falando:
- Não quer foder? Já chega de chupação, vamos pro que interessa.
Como pude, entrei no carro, montei em cima dele, que já tinha reclinado o banco pra ficar mais confortável. Tava me custando uma puta esforço achar uma posição boa pra cavalgar ele, minha vítima, quando senti que as mãos dele, dessa vez, agarraram minha bunda e, sem muito esforço, me colocaram numa posição perfeita pros meus planos. Ele recostado pra trás e eu na frente dele, ereta. Olhei pelas janelas pra onde meu marido estava, esperando algum sinal dele, acho. Mas ele continuava dentro do carro, olhando minhas ações sem reclamar nada. Então botei a mão na massa e não pensei mais: ele me deu permissão, ele quem procurou isso, e eu tava morrendo de vontade. Tirei minha calcinha, deixando o caminho livre pra realizar um sonho. Nem nas minhas melhores fantasias eu tinha imaginado algo tão perfeito. Então, com a mão direita, peguei o pau dele e comecei a brincar na entrada da minha buceta, roçando, sentindo.
- Cê acha que não vai caber, putinha?
- Que isso! Não é tão grande assim, o que cê pensa que é?
- O que todas falam. Vai com calma, não quero que você se machuque.
Ele disse com um sorriso safado no rosto, enquanto eu, ajudada pelas mãos dele, levantei meus quadris pra me deixar empalar por aquele falo. Coloquei na entrada, que já tava mais que lubrificada e pronta pra ação, e de repente, de um só golpe, ele... Me esfrego contra o corpo dele, abrindo caminho violentamente dentro de mim. A dor e o prazer vieram juntos, meus gritos e gemidos se misturavam, nem vinte segundos depois eu já tive um orgasmo brutal e barulhento, cujos gemidos eu não conseguia reprimir, mesmo com meu marido vindo à mente e eu sabendo que ele não ia achar graça nenhuma de eu estar tão desenfreada, já que com ele eu era bem quietinha e mal me soltava, muito menos daquele jeito tão brutal. Ele continuava me levantando e abaixando com aquelas mãos enormes, mesmo sabendo mais que de sobra que eu já tinha gozado. Eu estava acostumada a ter só um orgasmo e pronto, e quando acontecia, que não era sempre, meu marido já tinha terminado bem antes de mim. Então eu estava bem surpresa, ainda recebendo aquelas investidas tão gostosas, meu amante seguia e seguia, eu tinha topado com um verdadeiro garanhão inesgotável. Comecei a sentir de novo o calor subindo e a vontade de mais, e mais, e mais. Eu estava pronta pra mais um ataque, queria deixar minha presa completamente satisfeita e comecei a acelerar o ritmo, me deixando levar pelo prazer infinito que aquilo tudo me dava. Tive o segundo orgasmo, dessa vez menos escandaloso, confesso, mas com certeza não passou despercebido pro meu marido. Meu amante gozou junto comigo e dessa vez sim, ele derramou toda a emoção dele, mas fez isso dentro de mim.
— Você gozou dentro?
— O que você queria?
— Não... eu... bom, já foi.
— Agora vai ficar enjoadinha?
— Não é que...
Me veio meu marido na cabeça e o que ele ia achar disso, mas fazer o quê, o que tava feito tava feito. Eu tomava pílula anticoncepcional, então gravidez eu tinha certeza que não ia rolar, e se ele reclamasse, eu usaria isso de desculpa. A gente estava todo suado, os dois, o calor que fazia no estacionamento e dentro do carro, junto com o esforço físico que a gente tinha feito, deixaram nossos corpos... Molhados e exaustos. Pensei em como encerrar aquela situação com alguém que, no fim das contas, ainda era um estranho para mim até então. Decidi começar a me despedir, precisava arrumar minha roupa e me sentia suja e mais do que acalorada. Também tinha que encarar a nova situação que se apresentava com meu marido.
- Obrigada, foi um prazer, como é que você se chama?
- Fermín, pra mim também foi um prazer, você é muito fogosa, mocinha.
- Você é um grande garanhão, meu bem, saiba que nunca tive dois orgasmos seguidos.
- Você é muito nova ainda, falta estrada. Fala pro seu marido se ligar ou vai te perder.
- Como é que você sabe que sou casada?
- Tem coisas que você não consegue esconder, coração, a aliança, a sua vontade na entrega pra outro homem e o fato de eu ter visto seu marido nos olhando no carro enquanto você me chupava ajuda a descobrir. Foi ideia dele, ou partiu de você?
Fiquei sem palavras por um momento, ele sabia de tudo.
- Não………….. ele………….. esta manhã………………
- Deixa pra lá, ele já tem os chifres que estava procurando e você uma experiência inesquecível, e eu, sinceramente, uma gostosa como você não como todo dia, então pra mim foi o prêmio grande.
- Canalha, que sorte você teve.
- Toma.
Ele remexeu entre os papéis dele e me deu um cartão junto com duas notas de 50 euros.
- Guarda isso.
- Eu não sou uma puta. Não quero dinheiro.
- Eu sei, não se preocupa, o dinheiro é pra você comprar algo bonito como você, e de quebra seu marido vai saber que você recebeu, isso vai deixar ele mais corno ainda, e meu cartão vai ser nosso segredo, guarda bem escondido que ele não veja, e se um dia você quiser que a gente se veja de novo, segunda e quinta eu faço essa rota, já sabe.
- Mas é que...
- Fica tranquila e vai saindo, senão ele vai acabar achando que a gente tá enrolado, kkkkkkk.
Eu obedeci, não tinha muito espaço. Onde esconder o cartão? Coloquei na tira do meu sutiã pra não cair e arrumar um lugar quando chegasse no carro. O dinheiro deixei na mão pra ele ver bem. Me inclinei, dei um beijo na bochecha dele e me preparei pra sair como dava do carro — tava completamente dura da posição, então custei a pegar equilíbrio quando comecei a andar. Me virei, acenei com a mão enquanto ele saía do estacionamento com um sorriso cúmplice no rosto. Andava com dificuldade até meu carro, o que não passou despercebido pro Santiago, que não demorou a me criticar.
— Tão grande que você nem consegue andar.
— Amor, é por causa da posição dentro do carro, não tava confortável.
— Pois não me pareceu. Nunca te vi tão entregue assim.
— Tava pensando em você.
— Mentira, não me minta, quero a verdade.
— Bom, a verdade é que eu tava muito excitada, sabe.
— Você é uma puta, sabia disso.
— E você um filho da puta que me fez fazer isso.
— Não te importa dar pra qualquer um, né?
Eu não sabia bem de onde vinha tudo aquilo, era ele quem queria e eu não entendia a raiva dele, mas logo entendi. Olhei pra calça dele e a pica parecia que ia explodir lá dentro. Tava super excitado, não dava pra deixar ele assim. Continuei provocando, que parecia que ele gostava.
— Amor, eu não queria, mas quando cheguei lá... ele tinha uma pica tão grande e gostosa que eu não consegui resistir.
Enquanto me aproximava dele e ia acariciando, primeiro a perna, depois por cima da calça, devagar, abrindo e deixando a pica dele sair pra ele curtir a liberdade.
— Amor, só quero você, ele eu só usei, como um instrumento qualquer, minha vida.
— É, te vi aproveitar, isso é o quê?
Se referindo ao dinheiro.
— Ele me deu pra comprar um agrado.
— Que puta boa você é. O mesmo, querido, quer conferir?
- Não, não quero te foder, já te disse que hoje não.
Nesse momento, eu já estava massageando o pau dele, completamente, e a mão dele ia escapando para minhas coxas. Ele deixava a mão ir, como se sem querer resistisse a me tocar, e eu continuava, aos poucos, me abaixando para chupá-lo e fazê-lo gozar. Então ele tocou na minha calcinha, que estava encharcada de porra do Fermín, e disse:
- Ele gozou dentro.
- Sim, querido, tenho a porra de outro homem dentro de mim. Ele me fez gozar como nunca gozei com você. Tive sorte, foi um verdadeiro garanhão que eu comi. Tive dois orgasmos com ele sem ele nem tirar o pau de dentro. Ele tem um pauzão enorme, achei que ia me partir a buceta ao meio quando meteu de uma vez. Quando as mãos dele pegavam minha bunda, os dedos enormes roçavam meu clitóris como se quisessem entrar, e isso me deixou louca. E tudo graças a você, que é um corno manso e me deixou gozar com outro homem. Agora vou chupar seu pau pra te compensar.
Não cheguei a fazer tudo o que disse. Parece que ele gostou tanto que, como um adolescente, gozou antes que eu pudesse colocar o pau na boca. Sujou minha cara toda e meu cabelo. Nunca tinha visto o pau do meu marido tão grosso, nem tanta porra saindo dele. Acho que ele teve o melhor orgasmo da vida dele, o corno manso.
Peguei minha bolsa e deixei ele como que extasiado no carro, enquanto me preparava para entrar no shopping, em busca do banheiro para me limpar um pouco.
- Me espera na frente dos banheiros do último andar.
Falei e deixei ele lá. Só queria me refrescar, me sentia suja, tinha porra pra todo lado: a do meu marido no rosto e, nas minhas entranhas, a do meu amante improvisado. Então não via a hora de me lavar um pouco. Entrei no banheiro feminino, que felizmente estava vazio, e, como pude, lavei o rosto, molhei o cabelo e penteie. Quando tentei arrumar minha calcinha, foi impossível, estava toda melada. Tão encharcadas que nem tentei limpar, joguei direto no lixo e com lenços umedecidos que tinha na bolsa limpei minha buceta, sentindo um alívio danado por estar mais ou menos limpa, que delícia pensei por um momento me olhando no espelho. De repente entrou um senhor que vi pelo espelho e levei um susto.
- O que você está fazendo aqui?
- Verificar se vale a pena o que vou pagar por você.
- Como?
- Sua cafetina está lá fora e pediu 100 euros pra te comer. Se você me agradasse, então vou sair pra pagar ela, porque a mercadoria acho que vale a pena.
- Mas o que você está dizendo?
Me fiz de surpresa, o senhor que não devia ter menos de sessenta anos, bem alto e magro, parecia um cara chique, bem vestido e com modos. Apesar do jeito brusco que ele teve ao me falar as coisas tão de repente, não me causou má impressão. Ele saiu do banheiro me deixando completamente parada na frente do espelho e fiquei me olhando sem saber o que fazer, de novo Santiago estava me colocando nas mãos de outro homem e dessa vez estava me vendendo. Não que a gente fosse rico, mas também não éramos tão pobres a ponto de ter que me prostituir, comecei a pensar, mas isso não era por dinheiro, bem que eu sabia. Eu ouvia eles fechando o trato lá de dentro e comecei a ficar nervosa, de novo meu corpo começou a suar e minha buceta começou a molhar só de pensar no que vinha pela frente outra vez. O senhor, que se chamava Carlos, não enro lou.
Ele entrou como quem já tá acostumado a lidar com essas situações, a verdade é que só exigia o que tinha pago, parecia acostumado a dar ordens e mandar, então sem hesitar nem um pouco assumiu o controle.
- Vamos ver o que você tem pra mim, gostosa.
Disse apontando pro meu vestido e indicando que eu levantasse pra ele ver minha calcinha. Mas eu já não estava mais usando.
- Que putinha você é, já tá preparada.
Comentou se aproximando e ao mesmo tempo metendo por baixo do vestido procurando minha buceta, dois dos dedos dele entraram suaves lá dentro, como se já estivessem acostumados com aquilo e sem nenhuma resistência. Um gemido de prazer escapou de mim sem que eu conseguisse segurar, os toques dele me deixaram a mil em poucos segundos, esse homem sabia mesmo usar as mãos, enfiava os dedos como se procurasse algo e brincava lá dentro como se soubesse que eu me entregava completamente às carícias dele.
- Que mulher gostosa você é, novinha, tá toda molhada, assim que eu gosto, goza gostosa, goza.
De repente ele tirou os dedos e se afastou pra trás, me pegou pela cintura e com um puxão me colocou em cima da bancada dos lavabos, uma vez lá, abriu minhas pernas completamente e minha buceta ficou na frente dele, pronta e disponível pros caprichos dele.
- Já chega, agora é minha vez, não acha? Quero ver o quanto você é fogosa, princesa. Se importa se eu chupar um pouco essa buceta primeiro?
Eu não sabia o que responder, mas balancei a cabeça que sim, ele se inclinou sobre mim e começou a chupar como um verdadeiro expert, dos meus lábios escapavam cada vez que a língua dele tocava meu clitóris um:
- Que delícia! Valeu! Uh, uh, uh!
Meu marido então espiou a cabeça bem discretamente no começo, mas quando viu que o Carlos estava abaixado cuidando da minha buceta e desse jeito não podia vê-lo, ele meteu a cabeça com toda a cara de pau. Me olhou fixo nos olhos, como se estivesse possuído pelo que via, parecia extasiado, nem um gesto de reprovação, pelo contrário, a expressão dele parecia me incentivar a continuar aproveitando e foi o que fiz. Meu primeiro orgasmo causado pelo Carlos eu tive olhando nos olhos dele, era incrível o prazer que senti, ao me ver sendo comida por aquele cara enquanto meu marido observava tudo sem perder um detalhe, o corno manso acenava com a cabeça enquanto eu me contorcia de prazer com a língua daquele desconhecido. O Carlos não demorou pra se levantar e tirar o pau dele já preparado pra me penetrar, pra falar a verdade, achei pequeno e muito Duro não que ela tivesse, depois do pauzão enorme que eu tinha aproveitado no estacionamento há menos de meia hora, achei, como realmente foi, que esse aqui só ia me fazer cócegas. Ele se posicionou na minha frente e, graças à altura dele, a bancada ficou perfeita para a penetração. Não teve dificuldade pra meter, meu excesso de lubrificação e o tamanho na medida certa ajudaram a entrar sem nenhum problema. Os movimentos dele mal conseguiam me dar um arrepio, e com o quanto eu já estava satisfeita, não dava pra esperar mais. Então pensei em fingir um pouco pra não decepcioná-lo, e comecei a gemer. Mas ele, em poucos segundos, percebeu e se afastou.
— O que você tá fazendo? Se não tá sentindo, não precisa fingir, sua puta. Acha que não dá pra notar? Prefiro que você sinta, não que atue como uma idiota. Pra ver teatro, eu sei onde ir.
Ele puxou meus peitos pra fora, agarrou meus mamilos e beliscou com força.
— Isso você sente, né?
— Ah! O que cê tá fazendo? — Escapei um grito de dor.
— Agora você vai ver como não vai fingir, sua vagabunda.
Ele pareceu ficar violento. Por um momento, me assustei. Eu não tava acostumada com essa brutalidade. De um puxão, me tirou da bancada e me colocou de frente pro espelho. Fiquei de costas pra ele, e ele foi se abaixando, sumindo atrás de mim. Me inclinei contra as pias, apoiando as mãos em duas delas, com o rosto bem perto do espelho. Minha cara contrariada em primeiro plano; ao fundo, atrás de uma pequena divisória, meio escondido, de novo o meu marido, que não perdia um detalhe. Enquanto isso, meu amante colocou a saia do meu vestido curto sobre minhas costas, deixando minha bunda completamente de fora e à mercê dele, e deslizou as mãos pelas minhas coxas, convidando-as a se abrirem pros caprichos dele. Quando conseguiu que eu ficasse na posição que ele queria, só respondeu:
— Agora você vai sentir. Hoje você vai saber o que é um orgasmo.
Naquele momento, pensei que, com tudo que eu já tinha aguentado naquela manhã, não tinha mais nada pra aprender. mas eu estava completamente enganada. Comecei a notar como a língua dele brincava com meu cu, lambia de um jeito tão gostoso que me excitava pra caralho, até então ninguém nunca tinha me comido o cu e muito menos penetrado. Santiago já tinha me pedido isso uma vez, mas eu sempre preferi que ele esperasse, então também queria que o Carlos respeitasse isso e muito menos naquele momento queria dar pra ele na frente do meu marido. As brincadeiras dele estavam me fazendo perder a cabeça, eu mesma nem sabia que aquilo que ele tava fazendo me dava tanto tesão. Por um momento perdi a noção e quando senti um dos dedos dele tentando me penetrar, a dor me fez voltar do meu estado de êxtase e eu respondi.
- Isso não!
- Por quê? Você não gosta?
- Sim, mas...
- É por dinheiro? Quanto você quer? Mais cem?
- Não!
- Tá bom, dinheiro não é problema, mas não tenho mais que duzentos, pega aqui.
Ele jogou as notas na bancada e eu vi elas caírem na minha frente, enquanto as mãos dele continuavam bem devagar abrindo caminho pro meu interior.
- É que nunca... por ali...
- Já percebi, por isso posso te dar o que você pedir, mas não tenho mais, vai ter que confiar em mim e quando terminarmos eu trago mais quinhentos.
- Mas dói.
- Só no começo, vou ser cuidadoso.
Nesse ponto da conversa, a ponta do dedo dele já tava dentro de mim e eu pensei: já que é pra ir pro brejo, vai fundo. Por setecentos euros eu tava vendendo algo que um dia eu daria de graça, não era um negócio tão ruim, além disso o senhor tinha uma pica mais pequena e não ia me machucar muito, então fui me convencendo aos poucos enquanto um gemido entre prazer e dor saía da minha boca, porque o dedo indicador dele já tava completamente alojado dentro de mim.
- Como você tá quente, me diz o quanto você queria isso.
- Não... não é verdade... ah...
- Não finge, ninguém tá vendo a gente, assume que você quer que eu te coma o cu. Era verdade, meu marido não perdia um detalhe e eu não queria dizer pra ele me comer por trás, já que tinha negado pra ele antes. O dedo dele continuava brincando lá dentro, me deixando louca, sentia um prazer novo, inimaginável pra mim até aquele momento. Me olhei no espelho e estava entregue, mordia os lábios de puro tesão e gemia de dor como uma puta. Aquela imagem de mim tão entregue me deixou ainda mais safada, olhei de novo pro fundo do espelho e o corno do Santiago continuava lá, curtindo o espetáculo. Por um momento senti uma verdadeira pena, tinha transformado da noite pro dia a esposa dele numa puta de verdade e ele num corno manso, e como parecia estar gostando, quis dar uma lição nele.
- Você não quer?
- NÃO... não...
- Como assim não? Seu corpo diz o contrário.
- Tem certeza? Não acha que posso estar fingindo como antes?
- Não, dessa vez não.
Ele se levantou sem tirar o dedo, com a outra mão afastou o cabelo do meu rosto, prendeu num rabo de cavalo e puxou, levantando minha cara pra eu me ver bem no espelho. Enfiou o dedo um pouco mais fundo e disse:
- Se olha, vai me dizer que não gosta?
Entre um gemido enorme, só consegui falar:
- Faz logo, me fode antes que eu me arrependa, arrebenta meu cu, seu corno, você tá morrendo de vontade.
- Seus desejos são ordens, gostosa.
Ele continuava puxando de leve meu rabo de cavalo improvisado, dominava minha cabeça como se fosse um cavalo, no caso a sua gostosa pronta pra ser montada por um garanhão. Se inclinou levemente e deixou cair um baita cuspe, bem no meu buraquinho, que tava saindo com a mesma ou mais dor do que o dedo indicador que tinha me feito perder a cabeça. Me conformei pensando que o cara não tinha uma piroca grande e não ia me causar tanta dor, mas me enganei, o que na buceta fazia cócegas e eu mal sentia, quando ele enfiou... Entrar pelo cu me pareceu um míssil, ele enfiou de uma só estocada e não faltou muito pra eu desmaiar, acho. Minha respiração parou por um momento e eu não via a hora daquela dor acabar. Tudo que no começo foi prazer se transformou em dor e mal-estar. Ele começou a meter com força, acho que ao me ver sofrendo ele ficou mais excitado e me empurrou sem piedade por uns três ou quatro minutos, que pra mim foram uma eternidade. Quando finalmente gozou, gozou dentro, notei minhas pernas escorrendo, olhei e vi um pouco de sangue misturado com o esperma dele escorrendo pelas minhas coxas. Eu ainda não conseguia me mexer, ele ainda tava dentro, e esperei concentrada até o pau dele perder o vigor e sair sozinho sem muito esforço, como aconteceu. Que alívio quando aquilo saiu de mim, tive que dar razão pra ele, nunca tinha sentido nada igual, e naquele momento não queria sentir aquilo nunca mais.
- Obrigado, gostosa, sei que você sofreu, mas acredite, vai me agradecer por isso pra sempre. O primeiro homem da sua vida é importante, mas o primeiro que te come o cu marca você pra sempre.
Notei ele me olhando enquanto dizia:
- Não é nada, um pequeno rasgo, vou deixar meu cartão. Ligue amanhã cedo e peça um horário, fala que eu mandei te darem, senão me passem no telefone com você. Lá vou terminar de te pagar, não se preocupa.
Ele deixou um cartão de visita dentro da bolsa e foi embora. Meu marido tinha sumido, eu mal conseguia me mexer de tanta dor que ainda sentia, e como pude comecei a me limpar de novo e ajeitar minha aparência. Quando terminei, peguei minha bolsa. Mal conseguia andar, meu vestido estava bem molhado e meu cabelo tava uma zona. Procurei o Santiago no andar de cima, sem sucesso. Aos poucos fui me recompondo e conseguia andar um pouco melhor, tava exausta e sem saco pra nada. Mais de meia hora depois, encontrei o Santiago numa das lojas de lingerie do segundo andar. De fora, vi ele pagando e, ao Sair e me ver, ele disse.
— Vem, vamos ao banheiro.
Entramos no que estava mais perto e ele me colocou dentro de um dos cubículos. Com muita suavidade e carinho, foi vestindo uma calcinha nova que tinha comprado pra mim, e enquanto subia ela, beijava minhas coxas.
— Tô muito cansada, Sebas.
— Imagino. Não se preocupa, a gente faz as compras e vai pra casa, meu amor. Já chega por hoje.
Nem uma reclamação, nem um gesto ruim. Ele parecia satisfeito e tranquilo. Tinha virado um cuckold consentido completo, e parecia adorar isso.
8 comentários - Meu marido é um corno manso...
Gracias por tu comentario...
http://www.poringa.net/posts/poringueras/2881530/La-concha-y-colita-de-mi-esposa-que-quiere-ser-Poringuera.html
http://www.poringa.net/posts/poringueras/2882145/Mas-de-la-concha-y-culo-de-mi-esposa.html
http://www.poringa.net/posts/poringueras/2883173/Mas-de-mi-esposa-ahora-les-muestra-sus-bellas-tetas.html
Espero que tu marido te venda o te entregue más!!
Gracias por tu comentario...
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Gracias por tu comentario y puntos dejados...
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Sigue compartiendo tus experiencias... adelante!!!