Claudia é uma puta vingativa 124
Na manhã seguinte, Javier não aguentava de vontade de ligar. Ligou às nove da manhã, era domingo, e Mary atendeu com a voz bem cansada, exausta. Ele perguntou como tinha sido o trabalho. Ela respondeu que tudo bem, um dia normal. Depois ele disse pra ela não mentir, que tinha ligado e ela não estava. Ela perguntou onde ele tinha ligado, ele disse, e ela na hora se ajeitou, ainda por cima ficou brava, disse que ele nunca ouvia ela, que tinha falado que precisava cobrir a Susana e disse em qual hospital, que ele nunca ouvia, que já tava cansada disso, e desligou. Claudia tava morrendo de rir.
— Parece que trabalho de verdade, coitadinha… é uma gênia… vai pedir desculpas na casa dela… por desconfiado… se mexe, vai… — ele se vestiu devagar, quando tava saindo Claudia falou que via a Mary na terça, e que não esquecesse que na quarta ele ia jantar com ela.
Na quarta, Claudia tava em casa, não trabalhava. De tarde, me ligou no celular e perguntou se podia comer o Javier, se eu não me importava. Garanti que ela podia fazer o que quisesse, mas que eu ia curtir um belo anal. Falei que sentia minhas bolas cheias e ia descarregar tudo naquele rabão. Ela adorou.
No jantar, tudo bem, a gente mal via a hora de ir pra cama. Javier logo tava pelado, Claudia amarrou ele como sempre fazia, colocou uma camisinha, pra ele durar mais, disse. O pau dele pulava no ar o tempo todo.
— Se acalma um pouco… senão não te conto nada… não vai durar nada… já sei… — ela tirou a camisinha e começou a bater uma pra ele, ele gozou na hora, um monte de porra. Ela apoiou a mão na barriga dele quando ele tava chegando lá, e depois limpou um pouco com um pano. O pau dele tava meio murcho, mas em pouco tempo ficou duro de novo. — Agora sim, vou colocar a camisinha e montar devagar. — Que tesão essa porca… quer que eu conte…
— Sim, por favor…
— O médico se chama Marcelo…
Ele começou a mexer a cintura, metia fundo. Claudia ficou um tempão e também começou a se mexer em cima dele. Claudia não falou mais nada e só ficaram transando por um bom tempo. Claudia teve uns dois orgasmos e Javier gozou de novo. Claudia saiu de cima dele, colocou o travesseiro embaixo da pélvis e deixou a bunda dela oferecida. Eu me acomodei em cima dela e, bem devagar, fui enfiando.
— Ahhh, sim, love… que delícia que você faz no meu cu… cada vez melhor… e hoje você me prometeu seu leite… vai me dar, né… eu mereço…
— Mexe essa bunda e cala a boca, big booty… — ele se excitava com o tratamento. — Não vou poder contar nada pro Javito, pá… falei o nome do doutor só e ele pirou… vou poder convidar ele outro dia pra contar…
— Sei lá… tô com vontade de comer a Mary… quero sentir ela… tem uma buceta apertada e suculenta… — a pica do Javier começava a reagir.
— Tá com vontade de comer ela, céu… muita… — Claudia também percebeu a excitação do Javier.
— Sim, é uma buceta das mais apertadinhas que tem… uma delícia de mulher… igual uma bunda, mas bem lubrificada…
— E você vai gozar dentro… — comecei a meter bem forte na Claudia, serrando ela, e quando tava chegando lá, falei:
— Vou encher ela de leite… e tomara que ela pare de se cuidar e eu engravido aquela puta…
Claudia se masturbava e gozamos juntos. A pica do Javier tava dura igual uma vara.
Depois a gente dormiu, quase desmaiamos. A gente tinha bebido muito vinho e os três ficaram secos. À meia-noite, Claudia soltou o Javier. Na manhã seguinte, tomamos café os três juntos. Perguntei pra Claudia quando ela via a Mary, ela disse que na quinta no hospital. Por que não convidava ela pra jantar, falei. Só ela, deixei claro. Ela achou uma ideia excelente, e Javier olhava incrédulo.
— Você a gente espera na sexta… vem à noite… mas não vai ver sua mina… você vai vir… ou prefere que não? Até porque acho que não vai rolar nada na quinta… — disse Claudia com cara de perversa. — Ela é sua namorada…
Claudia me deu um beijo e no ouvido perguntou se podia provocar ele um pouco. Eu fiz um sinal. Ela balançou a cabeça afirmativamente, foi até a porta da cozinha e trancou ela. Ficou atrás dele, abaixou a calça e a cueca, e o pau dele ficou duro no ar. Cláudia envolveu ele suavemente e começou a bater uma bem devagar, enquanto falava:
— Cê acha que meu marido vai comer a Mary amanhã... que vai dar o leite dele pra ela... cê acha, hein... ela vai querer... hein... te parece uma puta... sua namorada... porque agora ela é sua namorada... — ela usava a melhor voz de puta que tinha, e ele só gemia, cada vez mais excitado. — Cê acha que ele vai furar o cu dela também... hein...
O pau dele começou a jorrar gozo, que caiu direto no chão da cozinha. Ele mordia o lábio pra não gritar. Depois, Cláudia deu umas toalhas de cozinha pra ele e mandou limpar a pocilga, que ele era um porquinho. Ela tava adorando toda a situação. Sentou no meu colo e enfiou a língua até o fundo da minha garganta, depois soltou meu pau e ficou chupando ele por um bom tempo. Saímos depois com o Javier e levei ele de ambulância até o trabalho. "A gente se vê na sexta", falei.
Na manhã seguinte, Javier não aguentava de vontade de ligar. Ligou às nove da manhã, era domingo, e Mary atendeu com a voz bem cansada, exausta. Ele perguntou como tinha sido o trabalho. Ela respondeu que tudo bem, um dia normal. Depois ele disse pra ela não mentir, que tinha ligado e ela não estava. Ela perguntou onde ele tinha ligado, ele disse, e ela na hora se ajeitou, ainda por cima ficou brava, disse que ele nunca ouvia ela, que tinha falado que precisava cobrir a Susana e disse em qual hospital, que ele nunca ouvia, que já tava cansada disso, e desligou. Claudia tava morrendo de rir.
— Parece que trabalho de verdade, coitadinha… é uma gênia… vai pedir desculpas na casa dela… por desconfiado… se mexe, vai… — ele se vestiu devagar, quando tava saindo Claudia falou que via a Mary na terça, e que não esquecesse que na quarta ele ia jantar com ela.
Na quarta, Claudia tava em casa, não trabalhava. De tarde, me ligou no celular e perguntou se podia comer o Javier, se eu não me importava. Garanti que ela podia fazer o que quisesse, mas que eu ia curtir um belo anal. Falei que sentia minhas bolas cheias e ia descarregar tudo naquele rabão. Ela adorou.
No jantar, tudo bem, a gente mal via a hora de ir pra cama. Javier logo tava pelado, Claudia amarrou ele como sempre fazia, colocou uma camisinha, pra ele durar mais, disse. O pau dele pulava no ar o tempo todo.
— Se acalma um pouco… senão não te conto nada… não vai durar nada… já sei… — ela tirou a camisinha e começou a bater uma pra ele, ele gozou na hora, um monte de porra. Ela apoiou a mão na barriga dele quando ele tava chegando lá, e depois limpou um pouco com um pano. O pau dele tava meio murcho, mas em pouco tempo ficou duro de novo. — Agora sim, vou colocar a camisinha e montar devagar. — Que tesão essa porca… quer que eu conte…
— Sim, por favor…
— O médico se chama Marcelo…
Ele começou a mexer a cintura, metia fundo. Claudia ficou um tempão e também começou a se mexer em cima dele. Claudia não falou mais nada e só ficaram transando por um bom tempo. Claudia teve uns dois orgasmos e Javier gozou de novo. Claudia saiu de cima dele, colocou o travesseiro embaixo da pélvis e deixou a bunda dela oferecida. Eu me acomodei em cima dela e, bem devagar, fui enfiando.
— Ahhh, sim, love… que delícia que você faz no meu cu… cada vez melhor… e hoje você me prometeu seu leite… vai me dar, né… eu mereço…
— Mexe essa bunda e cala a boca, big booty… — ele se excitava com o tratamento. — Não vou poder contar nada pro Javito, pá… falei o nome do doutor só e ele pirou… vou poder convidar ele outro dia pra contar…
— Sei lá… tô com vontade de comer a Mary… quero sentir ela… tem uma buceta apertada e suculenta… — a pica do Javier começava a reagir.
— Tá com vontade de comer ela, céu… muita… — Claudia também percebeu a excitação do Javier.
— Sim, é uma buceta das mais apertadinhas que tem… uma delícia de mulher… igual uma bunda, mas bem lubrificada…
— E você vai gozar dentro… — comecei a meter bem forte na Claudia, serrando ela, e quando tava chegando lá, falei:
— Vou encher ela de leite… e tomara que ela pare de se cuidar e eu engravido aquela puta…
Claudia se masturbava e gozamos juntos. A pica do Javier tava dura igual uma vara.
Depois a gente dormiu, quase desmaiamos. A gente tinha bebido muito vinho e os três ficaram secos. À meia-noite, Claudia soltou o Javier. Na manhã seguinte, tomamos café os três juntos. Perguntei pra Claudia quando ela via a Mary, ela disse que na quinta no hospital. Por que não convidava ela pra jantar, falei. Só ela, deixei claro. Ela achou uma ideia excelente, e Javier olhava incrédulo.
— Você a gente espera na sexta… vem à noite… mas não vai ver sua mina… você vai vir… ou prefere que não? Até porque acho que não vai rolar nada na quinta… — disse Claudia com cara de perversa. — Ela é sua namorada…
Claudia me deu um beijo e no ouvido perguntou se podia provocar ele um pouco. Eu fiz um sinal. Ela balançou a cabeça afirmativamente, foi até a porta da cozinha e trancou ela. Ficou atrás dele, abaixou a calça e a cueca, e o pau dele ficou duro no ar. Cláudia envolveu ele suavemente e começou a bater uma bem devagar, enquanto falava:
— Cê acha que meu marido vai comer a Mary amanhã... que vai dar o leite dele pra ela... cê acha, hein... ela vai querer... hein... te parece uma puta... sua namorada... porque agora ela é sua namorada... — ela usava a melhor voz de puta que tinha, e ele só gemia, cada vez mais excitado. — Cê acha que ele vai furar o cu dela também... hein...
O pau dele começou a jorrar gozo, que caiu direto no chão da cozinha. Ele mordia o lábio pra não gritar. Depois, Cláudia deu umas toalhas de cozinha pra ele e mandou limpar a pocilga, que ele era um porquinho. Ela tava adorando toda a situação. Sentou no meu colo e enfiou a língua até o fundo da minha garganta, depois soltou meu pau e ficou chupando ele por um bom tempo. Saímos depois com o Javier e levei ele de ambulância até o trabalho. "A gente se vê na sexta", falei.
4 comentários - Dos cornudos definen roles...