O encontro era iminente.... era precioso... buscado.... querido.... DESEJADO.
Depois de meses trocando ideia, de nós dois tínhamos que concretizar... Nos unia um desejo nojento de sair da rotina, além do cansaço do dia a dia da "vida real"... Estando on-line a gente conseguia esquecer disso, se entregar, se esquentar, se ver....
Idas e vindas, responsabilidades, atrasavam aquele encontro desejado e desesperado...
Sem planejar, sem pensar muito, naquele dia a gente se encontrou quase sem querer, num lugar que jamais imaginávamos que íamos nos encontrar, por causa das distâncias em quilômetros, das nossas rotinas, da nossa vida. Lá estava você, esperando pra ir ao banheiro, numa fila casualmente interminável, no intervalo "daquela peça" que a gente tinha comentado uma vez que queria ver, mas que pra nós dois era tão fora de mão....
Acho que a gente se olhou sem conseguir entender direito o que tava rolando, sem conseguir reagir... Não sabia se chegava perto... Se te cumprimentava, se tomava a iniciativa. A gente manteve o olhar por uns minutos, você baixou e seguiu em frente, evidentemente não tava sozinho, não era a hora... Segui meu caminho e saí pra fumar lá fora. Acho que você olhou pra mim de novo, não saberia dizer ao certo, até que você se aproximou de mim no pátio dos fundos, devagar, na surdina, pude sentir você pelo silêncio da noite imensa, você disse oi, meio tímido, envergonhado, como quem pede licença. Girei 180 graus em mim, na sua direção, meus olhos ficaram na altura da sua boca linda e desejada, levantei o olhar, vi seus olhos brilhando, assustados, aterrorizados... olhei em volta, não tinha ninguém. Te beijei, te beijei desesperadamente, como se aquela fosse a única chance de fazer isso e de saciar pelo menos um pouco todos aqueles meses de espera e safadeza. Foi um beijo correspondido, de bocas grandes, nos devorando, suspirando um pelo outro...
Me afastei um passo, te disse oi, olhando pra todo lado de novo... depois das perguntas de praxe... de não acreditar no lugar do encontro, a causalidade, etc. Ouvimos que começava a segunda parte do show. Nos olhamos, cúmplices, já não tinha mais ninguém por perto, nos banheiros, e sem pensar muito entramos lá, no primeiro que sobrou, e nosso primeiro beijo virou luxúria, beijo que despe, que arranca roupas e tabus...
Você começou pelo meu pescoço, arrancando o lenço que o cobria, arrancando também minha vergonha e revelando minha vontade louca de que você finalmente me coma, de qualquer jeito, mas que de uma vez aconteça, seguiu minha camiseta, minha calça... você parou, me olhou, eu te olhei, não podíamos acreditar, acho que você disse algo assim...
Eu agarrei sua nuca, te beijei de novo, mordi seus lábios, tirei sua roupa. Você beijou meus peitos, apertou, saboreou, espremeu, me virou, tirou minha calcinha devagar, desesperado, mas suave, e afundou seu rosto nas nádegas do meu cu, até chegar com sua língua no meu clitóris, abriu um pouco mais minhas pernas, afundou mais, apertou mais sua língua, não consegui evitar gemer, me mexer, gozar... e suas mãos, mãos enormes apertavam as nádegas do meu cu, como pedindo mais espaço pra me lamber, pra me comer toda.
Eu não conseguia evitar gemer de prazer, até gritar, era lindo o que acontecia ali, e eu estava disposta a que seu pau terminasse dentro de mim, a gente foder como há tanto tempo queria.
Você se levantou atrás de mim, agarrou meu cabelo com uma mão e começou a beijar minha nuca, minhas costas, e eu sentia seu volume encostando na minha bunda, seu pau pedia pra sair aos berros... Você me virou de novo, nos beijamos, lambemos, chupamos, você desceu pros meus peitos, minha barriga, meu púbis, e meu clitóris agora estava dentro da sua boca, beijando e lambendo, eu gozei, meus fluidos inundaram sua boca e seus dedos que brincavam com minha bunda. Eu levantei você pela nuca, te beijei, compartilhamos meus fluidos.
Enquanto isso, eu abaixava sua cueca, beijei seu pescoço, desci pelo seu peito, sua barriga, seu púbis e seu pau ah me esperava, duro, ereto, molhado, lambi da ponta até as bolas com a Na ponta da minha língua, comecei a fazer círculos na cabecinha, e finalmente entrei ela toda na minha boca, com um pouco de esforço... Ouvir você gemer, agarrar meus cabelos, me guiar com sutileza, me deixou louca, e me dediquei a chupar desesperadamente, acariciando você também.
Você me parou, me olhou, "quero te comer", você disse. Te olhei, te beijei, você sentou no vaso, me virei, minha bunda ficou praticamente na sua cara, procurando na minha bolsa uma camisinha que achei que tinha guardado de outra vez... enquanto seus dedos molhados procuravam abrir minha bunda e minha buceta, curiosos com o que podiam encontrar... e eu achei a camisinha! enquanto me rebolava quase frenética respondendo àqueles dedos lindos e grossos... Verifiquei e abri rapidinho, queria aquela pica na minha buceta... coloquei a camisinha em você, sem parar de te olhar, e sentei em cima dessa pica.
Comecei a me mexer, você me agarrou pelas nádegas da bunda e também começou a fazer pressão... nos olhamos, sorrimos, nos beijamos, nos penetramos... Sentir você era algo excitante, não conseguia parar, gozei, desacelerei os movimentos, fazendo círculos com meu quadril e senti a pressão e as batidas da sua pica. Nos beijamos, levantei, me troquei. Você fez o mesmo depois de jogar a camisinha fora.
Voltamos a nos beijar, prometendo que não ia ficar por isso, que faríamos o impossível para gozar pelo menos duas horas num hotel, mesmo que fosse um puleiro, no meio do caminho dos dois...
Você espiou pela porta, não tinha ninguém... Um gemido perdido nos parou, nos olhamos, rimos, outro beijo... e voltamos pros nossos lugares.
— O que aconteceu com você? — perguntou minha amiga? — Nem vai acreditar — respondi.
Ela me olhou, sorriu, me conhecendo, disse: — Aqui você não perdeu nada de interessante.
Me deu um beijo, e continuamos vendo o circo...
Depois de meses trocando ideia, de nós dois tínhamos que concretizar... Nos unia um desejo nojento de sair da rotina, além do cansaço do dia a dia da "vida real"... Estando on-line a gente conseguia esquecer disso, se entregar, se esquentar, se ver....
Idas e vindas, responsabilidades, atrasavam aquele encontro desejado e desesperado...
Sem planejar, sem pensar muito, naquele dia a gente se encontrou quase sem querer, num lugar que jamais imaginávamos que íamos nos encontrar, por causa das distâncias em quilômetros, das nossas rotinas, da nossa vida. Lá estava você, esperando pra ir ao banheiro, numa fila casualmente interminável, no intervalo "daquela peça" que a gente tinha comentado uma vez que queria ver, mas que pra nós dois era tão fora de mão....
Acho que a gente se olhou sem conseguir entender direito o que tava rolando, sem conseguir reagir... Não sabia se chegava perto... Se te cumprimentava, se tomava a iniciativa. A gente manteve o olhar por uns minutos, você baixou e seguiu em frente, evidentemente não tava sozinho, não era a hora... Segui meu caminho e saí pra fumar lá fora. Acho que você olhou pra mim de novo, não saberia dizer ao certo, até que você se aproximou de mim no pátio dos fundos, devagar, na surdina, pude sentir você pelo silêncio da noite imensa, você disse oi, meio tímido, envergonhado, como quem pede licença. Girei 180 graus em mim, na sua direção, meus olhos ficaram na altura da sua boca linda e desejada, levantei o olhar, vi seus olhos brilhando, assustados, aterrorizados... olhei em volta, não tinha ninguém. Te beijei, te beijei desesperadamente, como se aquela fosse a única chance de fazer isso e de saciar pelo menos um pouco todos aqueles meses de espera e safadeza. Foi um beijo correspondido, de bocas grandes, nos devorando, suspirando um pelo outro...
Me afastei um passo, te disse oi, olhando pra todo lado de novo... depois das perguntas de praxe... de não acreditar no lugar do encontro, a causalidade, etc. Ouvimos que começava a segunda parte do show. Nos olhamos, cúmplices, já não tinha mais ninguém por perto, nos banheiros, e sem pensar muito entramos lá, no primeiro que sobrou, e nosso primeiro beijo virou luxúria, beijo que despe, que arranca roupas e tabus...
Você começou pelo meu pescoço, arrancando o lenço que o cobria, arrancando também minha vergonha e revelando minha vontade louca de que você finalmente me coma, de qualquer jeito, mas que de uma vez aconteça, seguiu minha camiseta, minha calça... você parou, me olhou, eu te olhei, não podíamos acreditar, acho que você disse algo assim...
Eu agarrei sua nuca, te beijei de novo, mordi seus lábios, tirei sua roupa. Você beijou meus peitos, apertou, saboreou, espremeu, me virou, tirou minha calcinha devagar, desesperado, mas suave, e afundou seu rosto nas nádegas do meu cu, até chegar com sua língua no meu clitóris, abriu um pouco mais minhas pernas, afundou mais, apertou mais sua língua, não consegui evitar gemer, me mexer, gozar... e suas mãos, mãos enormes apertavam as nádegas do meu cu, como pedindo mais espaço pra me lamber, pra me comer toda.
Eu não conseguia evitar gemer de prazer, até gritar, era lindo o que acontecia ali, e eu estava disposta a que seu pau terminasse dentro de mim, a gente foder como há tanto tempo queria.
Você se levantou atrás de mim, agarrou meu cabelo com uma mão e começou a beijar minha nuca, minhas costas, e eu sentia seu volume encostando na minha bunda, seu pau pedia pra sair aos berros... Você me virou de novo, nos beijamos, lambemos, chupamos, você desceu pros meus peitos, minha barriga, meu púbis, e meu clitóris agora estava dentro da sua boca, beijando e lambendo, eu gozei, meus fluidos inundaram sua boca e seus dedos que brincavam com minha bunda. Eu levantei você pela nuca, te beijei, compartilhamos meus fluidos.
Enquanto isso, eu abaixava sua cueca, beijei seu pescoço, desci pelo seu peito, sua barriga, seu púbis e seu pau ah me esperava, duro, ereto, molhado, lambi da ponta até as bolas com a Na ponta da minha língua, comecei a fazer círculos na cabecinha, e finalmente entrei ela toda na minha boca, com um pouco de esforço... Ouvir você gemer, agarrar meus cabelos, me guiar com sutileza, me deixou louca, e me dediquei a chupar desesperadamente, acariciando você também.
Você me parou, me olhou, "quero te comer", você disse. Te olhei, te beijei, você sentou no vaso, me virei, minha bunda ficou praticamente na sua cara, procurando na minha bolsa uma camisinha que achei que tinha guardado de outra vez... enquanto seus dedos molhados procuravam abrir minha bunda e minha buceta, curiosos com o que podiam encontrar... e eu achei a camisinha! enquanto me rebolava quase frenética respondendo àqueles dedos lindos e grossos... Verifiquei e abri rapidinho, queria aquela pica na minha buceta... coloquei a camisinha em você, sem parar de te olhar, e sentei em cima dessa pica.
Comecei a me mexer, você me agarrou pelas nádegas da bunda e também começou a fazer pressão... nos olhamos, sorrimos, nos beijamos, nos penetramos... Sentir você era algo excitante, não conseguia parar, gozei, desacelerei os movimentos, fazendo círculos com meu quadril e senti a pressão e as batidas da sua pica. Nos beijamos, levantei, me troquei. Você fez o mesmo depois de jogar a camisinha fora.
Voltamos a nos beijar, prometendo que não ia ficar por isso, que faríamos o impossível para gozar pelo menos duas horas num hotel, mesmo que fosse um puleiro, no meio do caminho dos dois...
Você espiou pela porta, não tinha ninguém... Um gemido perdido nos parou, nos olhamos, rimos, outro beijo... e voltamos pros nossos lugares.
— O que aconteceu com você? — perguntou minha amiga? — Nem vai acreditar — respondi.
Ela me olhou, sorriu, me conhecendo, disse: — Aqui você não perdeu nada de interessante.
Me deu um beijo, e continuamos vendo o circo...
11 comentários - Nuestro Primer DES- encuentro
Un placer tus aventuras.