Este relato é minha última loucura, não sei se vai ter outra igual a essa.
Depois daquela conversa que tive com meu marido por causa do que eu tinha dito pro Hugo, a gente combinou que ele ia no médico fazer uns exames pra ver se resolvia, pelo menos em parte, o problema dele. O problema basicamente comigo era que já fazia um tempo, quase diria que desde que ele fez 58 anos, a gente não consegue transar porque ele não consegue ter uma ereção. Quando eu vejo o Hugo, que tem 55 e é um "sempre pronto", não consigo entender como meu marido tá assim. Bom, a questão é que ele foi no médico, pediram uns exames e ele voltou pra saber o que tinha. Naquele dia ele chegou em casa com uma cara que me assustou. O filho dele me disse pra não falar com ele por um tempo porque ele vinha mal do médico. Perguntei o que o médico tinha dito e ele respondeu: "pai tem câncer". Eu fiquei pálida e saí pra rua, onde comecei a chorar. O Darío saiu e me disse: "olha, eu acompanhei ele no médico e o médico falou que era recente e que dava pra operar e ele ficar bem". O menino me consolava pra eu não chorar. Disse que se eu ficasse assim, ele ia piorar. Então a gente ficou um tempinho lá fora, eu fui na cozinha, lavei o rosto e fomos pra sala onde ele tava sentado com o rosto entre as mãos. Me aproximei, beijei a testa dele e falei: "olha, não vai te acontecer nada, você opera e pronto, vai ficar bem, ou não foi isso que o médico disse?" Ele respondeu: "foi sim, mas não acredito". A gente passou uma semana horrível, até que ele conseguiu uma nova consulta com o médico e eu fui junto. Isso aconteceu há uns dois anos, uns 4 meses depois da chegada do Hugo no bairro. Nessa consulta, o Doutor disse que operava ele, depois fazia radioterapia e ele ficava bem, sem problemas. E foi assim, três meses depois da operação mais 40 dias de radioterapia, ele ficou ótimo, sem sinais do que tinha tido, parecia que o problema tava "encapsulado" (tive que aprender essa palavra) e não tinha se espalhado. Mas teve uma coisa que ele não tinha me contado: que não podia mais transar, porque não ia subir. Ele falou super bem comigo e disse que se eu quisesse terminar, ele continuaria me sustentando do mesmo jeito, mas que eu não ficasse com um inútil. Eu falei pra ele não se preocupar, que essas coisas acontecem e que a gente tem que aguentar (não sei como consegui ficar séria quando falei isso, porque naquela época eu já tava transando com o Ernesto e o Hugo) e que se continuasse assim, não dava em nada, porque ele não ia ficar sabendo.
Depois, mais ou menos um ano depois, em dezembro, o Andrés entrou na minha vida. Um guri recém-casado de 20 anos, cuja mulher tinha acabado de ter filho (casou grávida). E, olha, minha vida sexual não é intensa, mas é normal pra minha idade. Em abril, quando a menina nasceu, o Andrés meio que espaçou as visitas. A gente se via umas quatro ou cinco quadras de casa e ia na caminhonete dele pro Motel Éxtasis, em Pando.
Desde que o pai dele ficou doente, o Darío se aproximou mais de mim. Ele falava das coisas dele, da namorada, pedia conselhos — coisa que antes nunca comentava sobre esses assuntos, nem sobre quase nada. Mas eu senti que a doença do pai mexeu com ele, e ele se aproximou. Pra mim foi bom, porque ocupava minha mente ajudando ele com os problemas dele, e eu tinha um tipo de conversa diferente da que tenho com o pai dele.
Em janeiro deste ano, a gente foi de férias pra Piriápolis. E lá, uma noite, sentados no jardim de casa tomando uma cerveja, meu marido me disse: "Mary, quero que você saiba que, se um dia tiver necessidade de sexo, pode fazer. Mas arruma um cara sério, limpinho, que não te traga problema. Você sabe que eu não consigo fazer e não quero que você se sinta mal." Fiquei pasma com o que ele falou, e não sei com que cara eu disse: "Olha, não se preocupa com isso." Aí ele me interrompeu: "Aqui não é questão de ser fiel ou não. Se você tem necessidades fisiológicas, você satisfaz e pronto." De novo, tentei continuar meu raciocínio e voltei com o "não se preocupa com isso, que eu tô bem assim. Valeu mesmo por pensar em mim." E dei um beijo nele. Adentro falei, que careta que você é, pelo amor de Deus!! Nos últimos 4 dias das férias, o Darío convidou a namorada dele pra ficar com a gente. Muito gostosa a mina, tem 18 anos e é muito linda, e a gente achou ela muito gente boa. Durante esse tempo, ela dormiu no quarto do Darío e ele ficou na sala. Tudo parecia que tava funcionando bem e a família foi se ajeitando depois da operação e de todos esses problemas.
Na volta das férias, o Darío começou a me fazer perguntas de como ele podia fazer pra transar com a namorada dele. Que ele não sabia como tocar no assunto, como falar com ela, essas coisas. Eu perguntei se ele tinha perguntado pra ela se era virgem, e ele disse que não sabia como perguntar, e assim a gente conversou vários dias e semanas, e eu tava meio sem jeito de achar uma forma de dizer o que fazer e como fazer. Nos primeiros dias de maio passado, o Darío tava mais ansioso do que nunca, parecia que ia explodir. Ele falou comigo como sempre, perguntando um monte de coisas, e eu falei: conversa com seu pai, que talvez ele tenha uma ideia melhor do que as que eu posso ter. Vi que eles conversaram uns dias, mas depois ele voltou e o pai dele tinha dito pra deixar as coisas rolarem sem fazer muitas perguntas nem preparações. Achei uma resposta perfeita, falei pra ele: quando você estiver com sua namorada e ver que as coisas tão pra acontecer, se deixa levar e aí você vai ver que as coisas rolam. Passaram uns dias e meu marido apareceu perguntando se eu achava de boa ele ir ver o jogo do Nacional contra o Boca em Buenos Aires. Eu falei pra ele ir, que ia fazer bem sair um pouco. Ele disse que ia com uma galera de amigos que se encontram no estádio, então programou tudo pra ir no dia 18 e voltar no dia 21. O jogo era no dia 19, e eu perguntei: o que você vai fazer no dia 20 em Buenos Aires? Ele respondeu: passear um pouco e comprar umas coisas pra você. Que legal, falei, mas você me promete que leva ela nas suas férias pra Buenos Aires? Ele disse: sim, claro.
Enquanto isso, o Darío tava cada vez mais frustrado e eu sentia pena do coitado, parece que uns dias atrás me disse que tinha chegado perto, mas ficou nervoso e errou, não teve coragem. E eu perguntei: me diz, você já tem 19, já viu alguma mulher pelada? E ele disse que não. Lembro que minha resposta saiu meio sem pensar, falei: não acredito, eu perdi a virgindade aos 14 com um cara de 15 há mais de 20 anos e nessa época você nunca viu nenhuma mulher pelada? É inacreditável. E ele me disse com voz de espanto: aos 14??? Sim, falei; e o cara que fez isso tinha 15??? Sim. E aí? E aí o quê? Falei, não vou te contar o que aconteceu, isso é pessoal. Olha, falei, deixa eu pensar em algo e a gente vê como resolve isso.
No dia 18 às seis da tarde levei meu marido de carro até o terminal do 3 Cruzes pra pegar o ônibus pra Buenos Aires. A gente se despediu e voltei com o Darío pra casa. Quando a gente voltava no carro falei: Darío, que tal a gente chamar sua namorada pra ficar aqui em casa esses dias que seu pai não tá e vocês dormem no meu quarto e eu no seu? De repente rola algo. Ele ficou todo vermelho e falou: quando chegar em casa eu penso e vejo se ligo pra ela.
Chegamos e fui tomar banho, enquanto ele ficou vendo TV. Quando ia entrar no banheiro falei pra ele ligar. Saí do banheiro enrolada na toalha indo pro meu quarto, como sempre fazia, e ele tava no corredor do lado da porta. Falei: o que cê tá fazendo aqui? E ele diz: tava te esperando pra falar que ela disse que não podia vir. A toalha cobria bem meus peitos e a raba, me virei e falei: a gente conversa depois e fui pro quarto. Quando fechei a porta vi que a calça do garoto tava quase estourando. Fiquei umas meia hora no quarto e saí vestida. Quando cheguei ele tava vendo TV e perguntei: o que a Vero te disse? Ele falou que não podia vir, que tinha que estudar e essas coisas. Que os pais não deixavam. Bom, a gente vê como faz pra você conseguir fazer isso. Fui pra cozinha, preparei a janta e chamei ele pra comer.
Jantamos e fui dormir. No outro dia me Acordei tarde, umas 10 da manhã, e arrumei a casa. O Darío saía às 7 e meia e voltava lá pras 6 da tarde.
Ele chegou e perguntou se eu ia ver o jogo. Falei: "bora, a gente vê junto". Ele é do Nacional, igual o pai dele, e eu, sofrendo, sou torcedora do Peñarol. O jogo começou lá pras 8 e pouco e, quando terminou o primeiro tempo, o Darío tava felizão. Dei janta pra ele e a gente viu o segundo tempo. Quando acabou, iam bater os pênaltis e eu fui tomar banho. Quando saí enrolada na toalha, vi a mesma cena do dia anterior: ele parado no corredor me olhando. Perguntei: "terminou?" Ele respondeu: "se fodeu, a gente perdeu". Falei: "ah, que pena, tá triste?" Ele disse: "não, mais ou menos", e continuou me encarando. Já meio irritada e ansiosa, falei: "vem, vamos pro teu quarto que tenho que te mostrar uma coisa". Entramos no quarto dele e joguei a toalha no chão. "Isso aqui é uma mulher nua." O pau dele, como se tivesse uma mola, quase rasgou a calça, e eu pensei: "foda-se, não é meu filho, tô fazendo um favor". Fiquei na frente dele e beijei ele na boca. O moleque tava tremendo. Falei: "tira a roupa", e ele foi tirando sem parar de beijar, parecia que a gente tinha grudado pela boca. Senti as batidas do pau dele na minha barriga, apertei ele contra mim e continuei beijando. Pensei: "se eu passar a língua, a noite acaba", então perguntei: "tem camisinha?" Ele respondeu: "não tenho". "Tá bom", me joguei na cama e ele se deitou do meu lado. Falei: "sobe em cima de mim". Peguei o pau dele com a mão e levei pro lugar certo. Segurei com uma mão e apoiei a outra na bunda dele, fiz uma pressãozinha e ele começou a entrar. Tirei a mão de baixo, levantei as pernas e abracei ele com elas até ele entrar tudo. Ele continuava me beijando por todo lado, e eu coloquei minha boca na boca dele e a gente se beijou com um chupão daqueles, enquanto o moleque, que não aguentava nada, gozou dentro de mim e ficou como morto em cima de mim. Ficou parado, e o pau dele foi murchando dentro da minha buceta até sair quase sozinho. Perguntei: "você Gostou? Ele me disse que sim, mas perguntou: "Isso que a gente tá fazendo é certo?" Eu respondi: "Isso é entre nós e vai te ajudar a fazer melhor com sua namorada." Ele virou de costas e ficou de barriga pra cima. A cama era de solteiro e a gente tava colado. Desci da cama, me ajoelhei do lado, peguei o pau dele e comecei a chupar. Não demorou nada pra ele ficar duro igual pedra. Chupei bem gostoso, subi em cima dele e sentei no pau dele até ele entrar todinho. Apoiei no peito dele e comecei a rebolar. A cara dele era de felicidade pura. Depois de uns minutos, deitei em cima dele e comecei a beijar ele enquanto mexia minha bunda devagar pra cima e pra baixo. Até que ele gozou de novo. Aí levantei e falei: "Olha, Darío, não sei se isso que a gente fez é certo ou errado. Só sei que curti pra caralho e espero que te ajude no futuro." Ele só respondeu: "Valeu." Dei um beijo no pau dele e fui tomar outro banho.
Deitei e fiquei pensando: meu marido devia estar triste por ter perdido, e não sabia que, na casa dele, o filho dele tinha feito dois gols na mulher dele. Não sei se fiz certo ou errado, mas o que eu sei é que, dez dias depois, o Darío veio me falar que tinha conseguido e que a namorada dele disse que curtiu pra caralho. Acho que ajudei o moleque com o que a gente fez.
Depois daquela conversa que tive com meu marido por causa do que eu tinha dito pro Hugo, a gente combinou que ele ia no médico fazer uns exames pra ver se resolvia, pelo menos em parte, o problema dele. O problema basicamente comigo era que já fazia um tempo, quase diria que desde que ele fez 58 anos, a gente não consegue transar porque ele não consegue ter uma ereção. Quando eu vejo o Hugo, que tem 55 e é um "sempre pronto", não consigo entender como meu marido tá assim. Bom, a questão é que ele foi no médico, pediram uns exames e ele voltou pra saber o que tinha. Naquele dia ele chegou em casa com uma cara que me assustou. O filho dele me disse pra não falar com ele por um tempo porque ele vinha mal do médico. Perguntei o que o médico tinha dito e ele respondeu: "pai tem câncer". Eu fiquei pálida e saí pra rua, onde comecei a chorar. O Darío saiu e me disse: "olha, eu acompanhei ele no médico e o médico falou que era recente e que dava pra operar e ele ficar bem". O menino me consolava pra eu não chorar. Disse que se eu ficasse assim, ele ia piorar. Então a gente ficou um tempinho lá fora, eu fui na cozinha, lavei o rosto e fomos pra sala onde ele tava sentado com o rosto entre as mãos. Me aproximei, beijei a testa dele e falei: "olha, não vai te acontecer nada, você opera e pronto, vai ficar bem, ou não foi isso que o médico disse?" Ele respondeu: "foi sim, mas não acredito". A gente passou uma semana horrível, até que ele conseguiu uma nova consulta com o médico e eu fui junto. Isso aconteceu há uns dois anos, uns 4 meses depois da chegada do Hugo no bairro. Nessa consulta, o Doutor disse que operava ele, depois fazia radioterapia e ele ficava bem, sem problemas. E foi assim, três meses depois da operação mais 40 dias de radioterapia, ele ficou ótimo, sem sinais do que tinha tido, parecia que o problema tava "encapsulado" (tive que aprender essa palavra) e não tinha se espalhado. Mas teve uma coisa que ele não tinha me contado: que não podia mais transar, porque não ia subir. Ele falou super bem comigo e disse que se eu quisesse terminar, ele continuaria me sustentando do mesmo jeito, mas que eu não ficasse com um inútil. Eu falei pra ele não se preocupar, que essas coisas acontecem e que a gente tem que aguentar (não sei como consegui ficar séria quando falei isso, porque naquela época eu já tava transando com o Ernesto e o Hugo) e que se continuasse assim, não dava em nada, porque ele não ia ficar sabendo.
Depois, mais ou menos um ano depois, em dezembro, o Andrés entrou na minha vida. Um guri recém-casado de 20 anos, cuja mulher tinha acabado de ter filho (casou grávida). E, olha, minha vida sexual não é intensa, mas é normal pra minha idade. Em abril, quando a menina nasceu, o Andrés meio que espaçou as visitas. A gente se via umas quatro ou cinco quadras de casa e ia na caminhonete dele pro Motel Éxtasis, em Pando.
Desde que o pai dele ficou doente, o Darío se aproximou mais de mim. Ele falava das coisas dele, da namorada, pedia conselhos — coisa que antes nunca comentava sobre esses assuntos, nem sobre quase nada. Mas eu senti que a doença do pai mexeu com ele, e ele se aproximou. Pra mim foi bom, porque ocupava minha mente ajudando ele com os problemas dele, e eu tinha um tipo de conversa diferente da que tenho com o pai dele.
Em janeiro deste ano, a gente foi de férias pra Piriápolis. E lá, uma noite, sentados no jardim de casa tomando uma cerveja, meu marido me disse: "Mary, quero que você saiba que, se um dia tiver necessidade de sexo, pode fazer. Mas arruma um cara sério, limpinho, que não te traga problema. Você sabe que eu não consigo fazer e não quero que você se sinta mal." Fiquei pasma com o que ele falou, e não sei com que cara eu disse: "Olha, não se preocupa com isso." Aí ele me interrompeu: "Aqui não é questão de ser fiel ou não. Se você tem necessidades fisiológicas, você satisfaz e pronto." De novo, tentei continuar meu raciocínio e voltei com o "não se preocupa com isso, que eu tô bem assim. Valeu mesmo por pensar em mim." E dei um beijo nele. Adentro falei, que careta que você é, pelo amor de Deus!! Nos últimos 4 dias das férias, o Darío convidou a namorada dele pra ficar com a gente. Muito gostosa a mina, tem 18 anos e é muito linda, e a gente achou ela muito gente boa. Durante esse tempo, ela dormiu no quarto do Darío e ele ficou na sala. Tudo parecia que tava funcionando bem e a família foi se ajeitando depois da operação e de todos esses problemas.
Na volta das férias, o Darío começou a me fazer perguntas de como ele podia fazer pra transar com a namorada dele. Que ele não sabia como tocar no assunto, como falar com ela, essas coisas. Eu perguntei se ele tinha perguntado pra ela se era virgem, e ele disse que não sabia como perguntar, e assim a gente conversou vários dias e semanas, e eu tava meio sem jeito de achar uma forma de dizer o que fazer e como fazer. Nos primeiros dias de maio passado, o Darío tava mais ansioso do que nunca, parecia que ia explodir. Ele falou comigo como sempre, perguntando um monte de coisas, e eu falei: conversa com seu pai, que talvez ele tenha uma ideia melhor do que as que eu posso ter. Vi que eles conversaram uns dias, mas depois ele voltou e o pai dele tinha dito pra deixar as coisas rolarem sem fazer muitas perguntas nem preparações. Achei uma resposta perfeita, falei pra ele: quando você estiver com sua namorada e ver que as coisas tão pra acontecer, se deixa levar e aí você vai ver que as coisas rolam. Passaram uns dias e meu marido apareceu perguntando se eu achava de boa ele ir ver o jogo do Nacional contra o Boca em Buenos Aires. Eu falei pra ele ir, que ia fazer bem sair um pouco. Ele disse que ia com uma galera de amigos que se encontram no estádio, então programou tudo pra ir no dia 18 e voltar no dia 21. O jogo era no dia 19, e eu perguntei: o que você vai fazer no dia 20 em Buenos Aires? Ele respondeu: passear um pouco e comprar umas coisas pra você. Que legal, falei, mas você me promete que leva ela nas suas férias pra Buenos Aires? Ele disse: sim, claro.
Enquanto isso, o Darío tava cada vez mais frustrado e eu sentia pena do coitado, parece que uns dias atrás me disse que tinha chegado perto, mas ficou nervoso e errou, não teve coragem. E eu perguntei: me diz, você já tem 19, já viu alguma mulher pelada? E ele disse que não. Lembro que minha resposta saiu meio sem pensar, falei: não acredito, eu perdi a virgindade aos 14 com um cara de 15 há mais de 20 anos e nessa época você nunca viu nenhuma mulher pelada? É inacreditável. E ele me disse com voz de espanto: aos 14??? Sim, falei; e o cara que fez isso tinha 15??? Sim. E aí? E aí o quê? Falei, não vou te contar o que aconteceu, isso é pessoal. Olha, falei, deixa eu pensar em algo e a gente vê como resolve isso.
No dia 18 às seis da tarde levei meu marido de carro até o terminal do 3 Cruzes pra pegar o ônibus pra Buenos Aires. A gente se despediu e voltei com o Darío pra casa. Quando a gente voltava no carro falei: Darío, que tal a gente chamar sua namorada pra ficar aqui em casa esses dias que seu pai não tá e vocês dormem no meu quarto e eu no seu? De repente rola algo. Ele ficou todo vermelho e falou: quando chegar em casa eu penso e vejo se ligo pra ela.
Chegamos e fui tomar banho, enquanto ele ficou vendo TV. Quando ia entrar no banheiro falei pra ele ligar. Saí do banheiro enrolada na toalha indo pro meu quarto, como sempre fazia, e ele tava no corredor do lado da porta. Falei: o que cê tá fazendo aqui? E ele diz: tava te esperando pra falar que ela disse que não podia vir. A toalha cobria bem meus peitos e a raba, me virei e falei: a gente conversa depois e fui pro quarto. Quando fechei a porta vi que a calça do garoto tava quase estourando. Fiquei umas meia hora no quarto e saí vestida. Quando cheguei ele tava vendo TV e perguntei: o que a Vero te disse? Ele falou que não podia vir, que tinha que estudar e essas coisas. Que os pais não deixavam. Bom, a gente vê como faz pra você conseguir fazer isso. Fui pra cozinha, preparei a janta e chamei ele pra comer.
Jantamos e fui dormir. No outro dia me Acordei tarde, umas 10 da manhã, e arrumei a casa. O Darío saía às 7 e meia e voltava lá pras 6 da tarde.
Ele chegou e perguntou se eu ia ver o jogo. Falei: "bora, a gente vê junto". Ele é do Nacional, igual o pai dele, e eu, sofrendo, sou torcedora do Peñarol. O jogo começou lá pras 8 e pouco e, quando terminou o primeiro tempo, o Darío tava felizão. Dei janta pra ele e a gente viu o segundo tempo. Quando acabou, iam bater os pênaltis e eu fui tomar banho. Quando saí enrolada na toalha, vi a mesma cena do dia anterior: ele parado no corredor me olhando. Perguntei: "terminou?" Ele respondeu: "se fodeu, a gente perdeu". Falei: "ah, que pena, tá triste?" Ele disse: "não, mais ou menos", e continuou me encarando. Já meio irritada e ansiosa, falei: "vem, vamos pro teu quarto que tenho que te mostrar uma coisa". Entramos no quarto dele e joguei a toalha no chão. "Isso aqui é uma mulher nua." O pau dele, como se tivesse uma mola, quase rasgou a calça, e eu pensei: "foda-se, não é meu filho, tô fazendo um favor". Fiquei na frente dele e beijei ele na boca. O moleque tava tremendo. Falei: "tira a roupa", e ele foi tirando sem parar de beijar, parecia que a gente tinha grudado pela boca. Senti as batidas do pau dele na minha barriga, apertei ele contra mim e continuei beijando. Pensei: "se eu passar a língua, a noite acaba", então perguntei: "tem camisinha?" Ele respondeu: "não tenho". "Tá bom", me joguei na cama e ele se deitou do meu lado. Falei: "sobe em cima de mim". Peguei o pau dele com a mão e levei pro lugar certo. Segurei com uma mão e apoiei a outra na bunda dele, fiz uma pressãozinha e ele começou a entrar. Tirei a mão de baixo, levantei as pernas e abracei ele com elas até ele entrar tudo. Ele continuava me beijando por todo lado, e eu coloquei minha boca na boca dele e a gente se beijou com um chupão daqueles, enquanto o moleque, que não aguentava nada, gozou dentro de mim e ficou como morto em cima de mim. Ficou parado, e o pau dele foi murchando dentro da minha buceta até sair quase sozinho. Perguntei: "você Gostou? Ele me disse que sim, mas perguntou: "Isso que a gente tá fazendo é certo?" Eu respondi: "Isso é entre nós e vai te ajudar a fazer melhor com sua namorada." Ele virou de costas e ficou de barriga pra cima. A cama era de solteiro e a gente tava colado. Desci da cama, me ajoelhei do lado, peguei o pau dele e comecei a chupar. Não demorou nada pra ele ficar duro igual pedra. Chupei bem gostoso, subi em cima dele e sentei no pau dele até ele entrar todinho. Apoiei no peito dele e comecei a rebolar. A cara dele era de felicidade pura. Depois de uns minutos, deitei em cima dele e comecei a beijar ele enquanto mexia minha bunda devagar pra cima e pra baixo. Até que ele gozou de novo. Aí levantei e falei: "Olha, Darío, não sei se isso que a gente fez é certo ou errado. Só sei que curti pra caralho e espero que te ajude no futuro." Ele só respondeu: "Valeu." Dei um beijo no pau dele e fui tomar outro banho.
Deitei e fiquei pensando: meu marido devia estar triste por ter perdido, e não sabia que, na casa dele, o filho dele tinha feito dois gols na mulher dele. Não sei se fiz certo ou errado, mas o que eu sei é que, dez dias depois, o Darío veio me falar que tinha conseguido e que a namorada dele disse que curtiu pra caralho. Acho que ajudei o moleque com o que a gente fez.
8 comentários - Uma loucura gostosa
Muy buenas tus vivencias segui asi