Diante da insistência por um novo capítulo desta série, aqui está! Espero que vocês gostem tanto ou mais quanto os anteriores. Agora, papai e eu começamos um relacionamento incestuoso que nos satisfaz de um jeito incrível.
No dia seguinte à foda incrível que o papai me deu, e aqueles guardas civis tão malvados, foi estranho. Acordei cansada, desorientada, suja e com cheiro de sêmen. Por sorte, a mamãe ainda não tinha voltado do trabalho (ela era enfermeira e às vezes trabalhava de noite).Saí da cama, como já disse no final do último capítulo, e tomei banho. Quando saí, só enrolada numa toalha, olhei para o quarto dos meus pais. Instintivamente, estava procurando aquele pauzão que me tinha dado tanto prazer e que, por uma casualidade do destino, era do meu próprio pai. Mas o papai não estava em casa.
Desiludida, vesti um vestido curto e sem mangas e, sem saber o que fazer — era sábado e não estava a fim de nada —, liguei para algumas amigas e marcamos de ir ao shopping.
Como era de esperar, minha amiga Maite, que tinha me aconselhado a ir àquela casa de orgias, me perguntou se eu tinha ido.
— Não, fiquei com medo — menti.
Depois de algumas reclamações dela sobre eu ser muito "cagada", ela não insistiu mais no assunto.
Voltei para casa para almoçar, entrei na cozinha e lá estavam minha mãe e meu pai.
Ao vê-lo ali, vestido com sua camisa e jeans, fiquei petrificada. Já não o via como antes, como o papai. Agora ele era um homem, uma fábrica de orgasmos. Todo o meu corpo estremeceu.
— Oi — disse.
Dei um beijo na minha mãe e sentei à mesa.
— Não vai me dar um beijo? — o papai me perguntou.
— É, você não deu um beijo pra ele — disse minha mãe, que também estranhou.
Eu me levantei e me aproximei dele. Beijei sua bochecha. Ele me envolveu com o braço e senti sua mão descer até minha bunda, acariciando-a. Foi um movimento rápido que minha mãe não viu, mas senti-lo tão perto de novo foi excitante.
Nos sentamos para comer. Eu tinha o papai à minha frente e me esforçava para não olhar para ele. A mamãe falava sobre o trabalho dela e nós dois respondíamos o que nos vinha à cabeça para disfarçar.
— Como foi o inventário ontem à noite? — a mamãe perguntou ao papai.
— Chato — disse meu pai — Ficamos a noite toda indo pra cima e pra baixo, você sabe…
Meu pai tinha uma… empresa de materiais de escritório, essa era a desculpa que ele usava para ir àquela casa.
— Esta noite tenho que trabalhar de novo — disse a mamãe — Então vocês ficam sozinhos.
— Hoje vou sair — eu disse.
— Tá bom, mas não volte tarde.
Minha mãe se levantou para limpar a mesa. Eu estava tão excitada, com tanta vontade de dar para o papai, que minha buceta pulsava e gotejava. Mas o que eu podia fazer? Com minha mãe ali era impossível aproveitar o pau que eu queria.
Como se Deus quisesse que a gente transasse, o telefone da sala tocou. Meu pai saiu para atender, não sem antes me dar um olhar de desejo. Ele atendeu e voltou meio minuto depois.
— É para você — ele disse para minha mãe — Sua irmã Fátima.
Minha mãe saiu para atender e eu me levantei. Pensei em subir para meu quarto e me masturbar imaginando o que poderia ter sido, mas meu pai me agarrou pelo braço e ali começou outra foda.
Em alguns segundos ele me levantou com força. Eu fiquei extremamente excitada, como nunca antes. Papai se apoiou na mesa e eu nele, com minhas pernas sobre a mesa. Senti suas mãos contra minha bunda e como ele arrancou minha calcinha de uma vez.
Ali ele enfiou de uma vez e até o fundo. Eu pirei ao sentir de novo o pau grosso e venoso do papai dentro de mim. Nos beijamos e ele começou a me foder muito, muito rápido.
Talvez fosse porque a mamãe estava em outro cômodo, falando ao telefone, e poderia vir e nos pegar assim — fodendo, suando, gozando dentro da filha dele, da filha de ambos — era o que mais me excitava. Com nossas bocas abertas uma de frente para a outra, mergulhadas nessa trepada incestuosa.
— Ai, Deus, papai — eu gemei — Siii, ahaaa.
— Sim, bom, já vejo — disse minha mãe.
— Mamãe vai voltar! — pensei — Ela vai nos pegar!
Nesse momento papai acelerou a foda de tal forma que pensei que ele ia me quebrar. Começamos a gozar os dois ao mesmo tempo. Seu sêmen saiu como um grande jato de água quente. Um orgasmo me percorreu de cima a baixo e tive que segurar o grito que sem dúvida chamaria a atenção da mamãe.
Papai me soltou e eu caí. de joelhos no chão, mamãe entrou na cozinha, me recompus, levantando e pegando minha calcinha rasgada.
—Acho que vou ao armazém buscar umas coisas —disse papai com toda naturalidade.
—Eu vou descansar um pouco —disse minha mãe.
Eu pigarreei, me sentia meio tonta por causa do pó express do papai, subi pro meu quarto e me joguei na cama, recuperei o fôlego me recompondo e sorri extasiada, feliz pelo pau que tinha recebido.
Satisfeita de sexo, ou pelo menos achava, sentei no computador nas redes sociais, só pra passar o tempo, algo que todo mundo já fez.
Depois de uma hora senti os passos do papai atrás de mim.
—O que tá fazendo? —ele perguntou.
—Aqui —respondi, sem jeito.
Ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos nos meus ombros, eu não fiz nada, não era a primeira vez que ele fazia isso, mas dessa vez senti as mãos fortes dele nos meus ombros e minha buceta começou a ficar molhada de desejo. Pensei se o papai não tinha me tornado ninfomaníaca, viciada no corpo masculino dele. Ele começou a me massagear devagar, e claro minha excitação cresceu, isso, somado à massagem, fez eu começar a gemer baixinho.
—Mhmmm, siim, aí, siim.
A respiração do papai estava ofegante, tava claro que ele queria mais do corpo da sua filhinha.
Sem dizer nada ele baixou a mão e apertou meu peito direito por cima do vestido, aí eu me derreti, ele baixou a outra mão na outra teta e começou a apertar, amassar, brincar com elas.
—Isso, papai —sussurrei —Minhas tetas, toca elas.
Papai se inclinou e começou a beijar meu pescoço, me esquentando ainda mais, sentia os lábios dele, a língua, o hálito quente na minha pele, virei a cabeça e ele me beijou de língua.
Quando se afastou de mim ficou de pé ao lado da cadeira, eu olhei pra porta e vi que papai tinha fechado, na minha frente ficou o pacote dele, toquei e senti o membro dele por baixo da calça jeans.
—Ah, Marieta —ele disse —Chupa ela como você sabe, vamos.
Eu desabotoei a calça e procurei pelo falo desejado, toquei de novo, senti ele, tirei pra fora e de novo notei o calor, o cheiro de sexo, suas batidas na palma da minha mão, comecei a punhetar ele fazendo o papai gemer. Minha buceta, livre sob meu vestido, começou a abrir e fechar desejando ser empalada por aquela lança quente. —Porra—disse o papai—Engole logo, vamos. E ele pegou minha cabeça e enfiou tudo de uma vez na minha boca. Aquele desejo do meu pai de sentir minha língua lambendo seu pau me surpreendeu, mas era uma surpresa agradável, comecei a chupar o cacete dele do jeito que eu sabia que ele gostava, seu sabor me seduziu de novo, que sorte a mamãe tinha de provar esse pirocão sempre que quisesse! Acariciava suas bolas enquanto chupava devotamente seu pau. —Mhamm, mmhmhhh. Papai marcava o ritmo segurando minha cabeça, a saliva escapava pelos meus lábios e pingava nos meus joelhos, eu me derretia de prazer. Tirei o membro da minha boca e olhei pra ele, com baba por toda a boca, aquela visão pareceu agradá-lo. —Ah, papai—eu disse—Eu amo seu pau. Papai respirava como um touro no cio, me colocou de pé e me jogou na cama, fiquei de costas, abri as pernas e mostrei minha buceta, aquela que ele tanto gostava. —Ah—ele disse—Vou comer essa sua conchinha. Ele se atirou na minha xota e começou a lamber e eu a me contorcer de prazer, lá estava de novo a língua do papai, me dando prazer, lambendo, chupando, se introduzindo dentro dos meus lábios e lambendo meu clitóris pra cima e pra baixo, envolvia com os lábios e chupava. —Ahaa—eu gemia—Ahaa, isso. A porta continuava fechada, o fato da mamãe estar tão perto nos excitava como cachorros, minhas pernas estavam sobre as costas do papai e eu sabia que, se mamãe entrasse naquele momento, nos pegaria sem remédio, com papai comendo minha buceta molhada. —Mmmm—lambe—Gemi. Me agarrei aos lençóis sentindo um orgasmo me invadir, comecei a convulsionar enquanto minha buceta esguichava, papai enfiou ainda mais a boca na minha fenda e engoliu meus fluidos, eu quase desmaiei ali mesmo sentindo aquele tesão. Papai se levantou e me olhou, eu recuperava o fôlego com as pernas abertas, estendidas sobre a Na cama, ele tirou a camiseta e se deitou sobre mim, nos beijamos como se estivéssemos apaixonados, eu até lambia sua boca como uma verdadeira puta, com minhas mãos desci seus jeans e cueca para que ele me penetrasse melhor, e não demorou a fazê-lo, a me empalar de novo.
—Ahy —gemeci.
Uma nova transa começou, como era possível que eu gostasse tanto de foder com o papai, tantas vezes, com tanta paixão? Era algo incrível, não queria transar com mais ninguém além dele.
—Sou sua puta —disse no ouvido para excitá-lo —Sou sua puta, me use quando quiser.
—Oh, não me diga isso —gemeu o papai —Que eu te destruo, sua puta, te fodo como uma puta.
—Faz —supliquei —Faz, eu quero.
E o papai, que já estava me comendo, começou a me foder mais forte, de uma forma inconcebível, as cãibras de prazer quase me mataram de tesão, minhas pernas se esticavam como eletrificadas, seu pau me abria sem piedade, esfregando as paredes do meu interior como se as forçasse.
—Ahaaa, papai —gemeci —Tô gozandooo.
Não sei o que deu em mim, bem, sei sim, que o tesão me dominou, mas o papai tapou minha boca, se não fosse por ele teria acordado a mamãe e não teria me importado se ela nos visse ali grudados.
—¡Mmm! —gritei sob a mão do papai —¡Mmmhammmm!
—Oh, oh —gemeu o papai comigo.
Quando seu pau inchou notei que ele se separou de mim.
—O que está fazendo? —sussurrei.
—Não posso gozar dentro de você —disse ele.
—Não —supliquei de novo —Me dá, vamos.
Envolvi ele com braços e pernas para não deixá-lo escapar.
—Me dá seu sêmen, eu quero —sussurrei no ouvido dele —Vamos.
Papai olhou para meu rosto e não pôde resistir, encher sua filha era algo muito gostoso, muito tentador.
—Você quer? —gemeu —Então toma, toma, siii.
E seu pau finalmente me deu o desejado sêmen ardente, me enchendo por dentro.
—Sim —gemeci —Que gostoso, o sêmen do papai, sim, eu amo.
Depois ele continuou me comendo para me dar suas últimas gotas de esperma, nos beijamos, sorri, suada, morta de prazer.
—Oh, que bom —disse —Foi...
Nesse momento a A porta do quarto da mamãe rangiu, o papai se levantou rápido, os passos da mamãe vieram até meu quarto.
—Pro guarda-roupa!—falei.
Papai se enfiou no meu guarda-roupa com a camiseta na mão, eu me levantei e me recomposei como pude, mamãe entrou.
—Bom, não consegui dormir muito—ela disse—O papai já foi embora?
—Acho que sim—respondi, levantando e sentando no computador.
—Tá bom—ela falou.
Saiu, papai saiu do guarda-roupa.
—Ufa, por pouco—comentei.
—É a última vez que fazemos isso em casa—ele disse—Com sua mãe aqui...
—Tem razão—concordei.
Ele se inclinou e me beijou nos lábios, foi embora, eu fiquei ali satisfeita e feliz, meio confusa porque era, não dava pra negar, uma relação incestuosa, mas minha mente sempre voltava pro mesmo lugar.
—Nós dois somos adultos—pensava—Maiores de idade, e é melhor com ele do que com um estranho.
Mas eu pensava sem dúvida que poderia engravidar, do meu próprio pai, então comecei a buscar informações sobre a pílula na internet.
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