Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 37
Depois de alguns meses, numa sexta à tarde, quando cheguei em casa, encontrei a Denisse mais feliz do que o normal. Ela me disse que no sábado a gente ia sair pra jantar, que queria comemorar comigo. Eu fui jogar futebol como sempre, e quando voltei ela já estava trocada, vestido novo, preto, bem curto e justo, brincos redondos, já tinha se maquiado, me deu um beijo profundo, com muita língua.
— Toma um banho e se veste, te comprei uma fio dental nova, quero que você estreie hoje.
Fomos ao restaurante que a gente sempre vai, o garçom olhava encantado pra Denisse, ultimamente sempre o mesmo cara nos atendia.
Enquanto a gente jantava, Denisse me disse:
— Tenho uma coisa pra te contar... — e com a mão acariciava a minha, me deu um beijo e continuou falando. — Na facul... tem um carinha que tá dando em cima de mim... — fez uma pausa longa.
— E...?
— Ah... pensei que não ia te interessar... ele disse que se eu não fosse casada, adoraria me chamar pra sair...
O garçom veio com os pratos, Denisse agradeceu segurando o braço dele, eu notei uma coisa meio inchada na calça do cara.
— Não vai ser o único que vai te chamar...
— É, claro...
— Quanta enrolação... o que ele tem de especial...
— Eu disse pra ele que meu marido era um cuck que adorava... que adorava ver outros homens me comendo...
Eu ia ficar bravo, me irritava ela falar das nossas coisas, tinha mil motivos pra reclamar, mas sabia que tudo ia piorar. — Me conta... como você sente a tirinha da fio dental na bunda... tá gostando...?
— Incomoda um pouco, mas estar vestido assim, em público, do seu lado, é muito excitante.
— Bom, espero que você se acostume também comigo contando pra quem eu quiser como funciona nossa relação... depois do jantar a gente vai passar pra buscar ele... ele quer ir dançar... mas acho que podemos economizar tempo e ir transar em casa... nós transar... você olhar e servir a gente.
Fiquei calado, senti a fio dental entrando no meu cu, olhei pra Denisse que estava mais gostosa do que nunca.
— Gostou do plano, amor...? encanta... —eu disse, sorrindo pra ela, minha raiva já tinha passado.
—É um rapaz muito respeitoso... não tem namorada... é bem formal... quando te ver de fio dental, não sei como vai reagir... —ela disse e riu.
—Sabe que esse garçom também me atrai muito...? um dia a gente convida ele pra casa... —ela esperava algum "mas", alguma objeção da minha parte.
—Olha que braço forte que ele tem, toda vez que a gente vem, eu imagino ele montando em mim, furando bem meu argolinha... é bonito, né?
—Eu não gosto de homens, love...
—Mas você já chupou uns paus... como será o dele... será que tem um gostinho gostoso de puta...? Que tal a gente organizar uma reunião em casa... e contratar ele como garçom... digo, num dia que ele esteja de folga... deixamos todos os convidados irem embora e depois a gente vê...
Toda essa conversa dela me deixava de pau duro o tempo todo.
—Tô sujando todo o fio dental com meu líquido pré-seminal... você me excita muito, love...
—Ai, putinha... que tesão... quer bater uma punheta...?
—Não, gosto de ficar assim excitado com você...
Ela me deu outro beijo profundo.
—Quando você vai liberar um espaço de perguntas de novo?
—Agora que você tá bem quentinho... aproveita...
—Bom, uma vez eu te falei, sobre aquilo de ver seu colega da faculdade... —ela me interrompeu antes que eu terminasse a frase.
—Já sei onde minha putinha quer chegar... se eu não tinha dito que não queria mais que um amante... e blá, blá, blá... as pessoas mudam... quero ter um monte de amantes... ainda mais que você é tão permissivo e prestativo... a única coisa que pensei seriamente é me cuidar... usar camisinha... é uma época difícil com o hiv... mesmo que os caras não liguem... o único que me come sem capa é seu pai... pra ele basta foder sua mãe nos sábados e a nora quando quiser... mais alguma pergunta, céuzinho...? —ela fez um sinal pro garçom vir. Pediu a conta, quando ele trouxe, disse:
—Desculpa... como você se chama...? —falou com uma voz super sensual.
—Mauro, senhora...
—Me chamo Denisse... quero te perguntar uma coisa, se você não ficar brava, Mauro...
—Jamais ficaria brava com alguém como você... — eu me lembrava de um filme antigo que tinha visto, onde uma protagonista feminina dizia que quando os homens começavam a tratar por "você" era porque queriam te comer, filme antigo, claro.
—Olha, eu e meu marido temos a fantasia de jantar em casa... com um garçom nos servindo... pra ficar mais à vontade... poder brincar um pouco... ver no que dá... mas teria que ser alguém bem discreto...
—Segundas-feiras eu não trabalho... adoraria te atender...
—Mas você é discreto?
—Repara na próxima vez que vierem se alguém te olha muito ou algo assim, e você vai perceber que não falei nada.
Denisse apoiou a mão no braço dele.
—Se segura então... depois é mais gostoso quando você pode explodir... — disse sorrindo.
Ele foi buscar a conta, eu fiquei de boca aberta, em choque, era outra pessoa. Me incomodava que nossa história ficasse tão pública, Denisse me disse:
—Fecha essa boca senão vai engolir uma mosca... — e riu — fiz algo errado, love...? certeza que tua cock tá explodindo, né...? queria terminar a noite só com você hoje... quer?
—Claro...
Mandei uma mensagem pro rapaz dizendo que a noite tinha complicado, que ficava pra outro dia.
Ela dirigia, me mandou abaixar a calça, queria ver meu volume na calcinha.
—Que linda fica essa tanga em você... vou te comer muito hoje... quero que você goze bem... com essa tesão toda, enche o forrinho de porra... — apertou minha cock por cima da tanga.
—Que linda essa nova fase, hein... você gosta... era sua fantasia, não...? ser cuck...
—Você me deixa louco...
—Mas mais quando te corno, né...?
—Adoro como os caras ficam com você... perdem o controle...
Já em casa, me mandou tirar a roupa, fiquei só de tanga, sentado no sofá da sala. Ela fez uma dança de strip pra mim, ficando só de lingerie, depois, fazendo questão que eu visse bem, foi colocando o cinto, só com ele. O aparelhinho que me comia, ela não colocou o que entra na buceta dela.
—Coloca uma camisinha e coloca a bundinha pra cima... vai...
Fiquei com o corpo apoiado no sofá, joelhos no chão, ela veio por trás de mim e ficou me apoiando por um bom tempo, os peitos dela encostados nas minhas costas e me chupando o pescoço e atrás das orelhas. Ela puxou a tanga pro lado e lubrificou bem meu cu, depois enfiou a ponta daquele aparelhinho e se debruçou de novo sobre mim.
—Você gosta de ser minha putinha, né...?
—Adoro...
—Lembra que você não queria...?
—Sim... mas adoro que você me coma... que me chupe e encoste os peitos em mim me deixa louco...
—Pena que você não pode me fazer a bundinha, né...?
—Sente falta da Lucía... daquela puta...
—Não, meu amor, você é meu céu completo...
Aí ela começou a bombar de verdade, nós dois cada vez mais excitados.
—Que delícia... nunca sonhei com algo assim... é meu paraíso... um marido como você... sabe como seus chifres vão crescer... hein, linda...?
—Sim, meu céu, o que você quiser...
—Como me excita ouvir você tão gostosa e entregue...
—Sou sua putinha...
Ela acelerou a bombada.
—Enche a camisinha de porra... vai... me dá seu orgasmo, cuck... maricona... puta fácil...
Quando sentiu que eu começava a gozar, ela me mordeu forte no pescoço, na parte da nuca. Como vi depois, me deixou marcado.
Quando eu olhava a mordida no espelho, ela riu e falou:
—Você é minha putinha... tem a marca dos meus dentes... você gosta, não, porca...
—Você é o céu pra mim.
Depois fomos dormir.
Depois de alguns meses, numa sexta à tarde, quando cheguei em casa, encontrei a Denisse mais feliz do que o normal. Ela me disse que no sábado a gente ia sair pra jantar, que queria comemorar comigo. Eu fui jogar futebol como sempre, e quando voltei ela já estava trocada, vestido novo, preto, bem curto e justo, brincos redondos, já tinha se maquiado, me deu um beijo profundo, com muita língua.
— Toma um banho e se veste, te comprei uma fio dental nova, quero que você estreie hoje.
Fomos ao restaurante que a gente sempre vai, o garçom olhava encantado pra Denisse, ultimamente sempre o mesmo cara nos atendia.
Enquanto a gente jantava, Denisse me disse:
— Tenho uma coisa pra te contar... — e com a mão acariciava a minha, me deu um beijo e continuou falando. — Na facul... tem um carinha que tá dando em cima de mim... — fez uma pausa longa.
— E...?
— Ah... pensei que não ia te interessar... ele disse que se eu não fosse casada, adoraria me chamar pra sair...
O garçom veio com os pratos, Denisse agradeceu segurando o braço dele, eu notei uma coisa meio inchada na calça do cara.
— Não vai ser o único que vai te chamar...
— É, claro...
— Quanta enrolação... o que ele tem de especial...
— Eu disse pra ele que meu marido era um cuck que adorava... que adorava ver outros homens me comendo...
Eu ia ficar bravo, me irritava ela falar das nossas coisas, tinha mil motivos pra reclamar, mas sabia que tudo ia piorar. — Me conta... como você sente a tirinha da fio dental na bunda... tá gostando...?
— Incomoda um pouco, mas estar vestido assim, em público, do seu lado, é muito excitante.
— Bom, espero que você se acostume também comigo contando pra quem eu quiser como funciona nossa relação... depois do jantar a gente vai passar pra buscar ele... ele quer ir dançar... mas acho que podemos economizar tempo e ir transar em casa... nós transar... você olhar e servir a gente.
Fiquei calado, senti a fio dental entrando no meu cu, olhei pra Denisse que estava mais gostosa do que nunca.
— Gostou do plano, amor...? encanta... —eu disse, sorrindo pra ela, minha raiva já tinha passado.
—É um rapaz muito respeitoso... não tem namorada... é bem formal... quando te ver de fio dental, não sei como vai reagir... —ela disse e riu.
—Sabe que esse garçom também me atrai muito...? um dia a gente convida ele pra casa... —ela esperava algum "mas", alguma objeção da minha parte.
—Olha que braço forte que ele tem, toda vez que a gente vem, eu imagino ele montando em mim, furando bem meu argolinha... é bonito, né?
—Eu não gosto de homens, love...
—Mas você já chupou uns paus... como será o dele... será que tem um gostinho gostoso de puta...? Que tal a gente organizar uma reunião em casa... e contratar ele como garçom... digo, num dia que ele esteja de folga... deixamos todos os convidados irem embora e depois a gente vê...
Toda essa conversa dela me deixava de pau duro o tempo todo.
—Tô sujando todo o fio dental com meu líquido pré-seminal... você me excita muito, love...
—Ai, putinha... que tesão... quer bater uma punheta...?
—Não, gosto de ficar assim excitado com você...
Ela me deu outro beijo profundo.
—Quando você vai liberar um espaço de perguntas de novo?
—Agora que você tá bem quentinho... aproveita...
—Bom, uma vez eu te falei, sobre aquilo de ver seu colega da faculdade... —ela me interrompeu antes que eu terminasse a frase.
—Já sei onde minha putinha quer chegar... se eu não tinha dito que não queria mais que um amante... e blá, blá, blá... as pessoas mudam... quero ter um monte de amantes... ainda mais que você é tão permissivo e prestativo... a única coisa que pensei seriamente é me cuidar... usar camisinha... é uma época difícil com o hiv... mesmo que os caras não liguem... o único que me come sem capa é seu pai... pra ele basta foder sua mãe nos sábados e a nora quando quiser... mais alguma pergunta, céuzinho...? —ela fez um sinal pro garçom vir. Pediu a conta, quando ele trouxe, disse:
—Desculpa... como você se chama...? —falou com uma voz super sensual.
—Mauro, senhora...
—Me chamo Denisse... quero te perguntar uma coisa, se você não ficar brava, Mauro...
—Jamais ficaria brava com alguém como você... — eu me lembrava de um filme antigo que tinha visto, onde uma protagonista feminina dizia que quando os homens começavam a tratar por "você" era porque queriam te comer, filme antigo, claro.
—Olha, eu e meu marido temos a fantasia de jantar em casa... com um garçom nos servindo... pra ficar mais à vontade... poder brincar um pouco... ver no que dá... mas teria que ser alguém bem discreto...
—Segundas-feiras eu não trabalho... adoraria te atender...
—Mas você é discreto?
—Repara na próxima vez que vierem se alguém te olha muito ou algo assim, e você vai perceber que não falei nada.
Denisse apoiou a mão no braço dele.
—Se segura então... depois é mais gostoso quando você pode explodir... — disse sorrindo.
Ele foi buscar a conta, eu fiquei de boca aberta, em choque, era outra pessoa. Me incomodava que nossa história ficasse tão pública, Denisse me disse:
—Fecha essa boca senão vai engolir uma mosca... — e riu — fiz algo errado, love...? certeza que tua cock tá explodindo, né...? queria terminar a noite só com você hoje... quer?
—Claro...
Mandei uma mensagem pro rapaz dizendo que a noite tinha complicado, que ficava pra outro dia.
Ela dirigia, me mandou abaixar a calça, queria ver meu volume na calcinha.
—Que linda fica essa tanga em você... vou te comer muito hoje... quero que você goze bem... com essa tesão toda, enche o forrinho de porra... — apertou minha cock por cima da tanga.
—Que linda essa nova fase, hein... você gosta... era sua fantasia, não...? ser cuck...
—Você me deixa louco...
—Mas mais quando te corno, né...?
—Adoro como os caras ficam com você... perdem o controle...
Já em casa, me mandou tirar a roupa, fiquei só de tanga, sentado no sofá da sala. Ela fez uma dança de strip pra mim, ficando só de lingerie, depois, fazendo questão que eu visse bem, foi colocando o cinto, só com ele. O aparelhinho que me comia, ela não colocou o que entra na buceta dela.
—Coloca uma camisinha e coloca a bundinha pra cima... vai...
Fiquei com o corpo apoiado no sofá, joelhos no chão, ela veio por trás de mim e ficou me apoiando por um bom tempo, os peitos dela encostados nas minhas costas e me chupando o pescoço e atrás das orelhas. Ela puxou a tanga pro lado e lubrificou bem meu cu, depois enfiou a ponta daquele aparelhinho e se debruçou de novo sobre mim.
—Você gosta de ser minha putinha, né...?
—Adoro...
—Lembra que você não queria...?
—Sim... mas adoro que você me coma... que me chupe e encoste os peitos em mim me deixa louco...
—Pena que você não pode me fazer a bundinha, né...?
—Sente falta da Lucía... daquela puta...
—Não, meu amor, você é meu céu completo...
Aí ela começou a bombar de verdade, nós dois cada vez mais excitados.
—Que delícia... nunca sonhei com algo assim... é meu paraíso... um marido como você... sabe como seus chifres vão crescer... hein, linda...?
—Sim, meu céu, o que você quiser...
—Como me excita ouvir você tão gostosa e entregue...
—Sou sua putinha...
Ela acelerou a bombada.
—Enche a camisinha de porra... vai... me dá seu orgasmo, cuck... maricona... puta fácil...
Quando sentiu que eu começava a gozar, ela me mordeu forte no pescoço, na parte da nuca. Como vi depois, me deixou marcado.
Quando eu olhava a mordida no espelho, ela riu e falou:
—Você é minha putinha... tem a marca dos meus dentes... você gosta, não, porca...
—Você é o céu pra mim.
Depois fomos dormir.
1 comentários - Mas muchacho dominado...