El pesado amigo de mi novia

Bom, aqui vou compartilhar esse conto que achei na net e achei muito bom. Capaz que vocês já leram...
Na real, tô procurando a segunda parte, se é que existe... esse "CONTINUA" me deixa louco!!! Se alguém souber da segunda parte, por favor comenta!!


Já estava namorando com minha mina faz um ano, ela se chama Sônia e vou descrever ela um pouco pra vocês terem uma ideia. Ela é morena-clara com cabelo ondulado em camadas, uns olhos castanhos claros, uma boca que parece de bonequinha daquelas de revista mangá. O corpo é bem gostoso, uns peitos redondos com bico marrom claro, cabem na mão e sobram um pouquinho, uma bunda empinada e uma barriga bem lisinha. Ela tem 24 anos e eu 28. Ela ainda tá terminando a faculdade.

Eu morava sozinho e tava trabalhando numa seguradora, ela morava perto de mim, uns 5 min. A gente sempre fica junto na minha casa.

O negócio é que no próximo fim de semana o colega de classe dela, Mário, tava fazendo aniversário com um boteco na rua e convidou a gente. Ela já tinha falado dele e do resto dos colegas de classe algumas vezes.

Chegou o sábado e fomos pro boteco. Lá estava Eva, uma amiga da minha mina, embora não fosse colega de classe, veio também. Sônia me apresentou pra galera, éramos uns 15 (umas 5 minas e 10 caras).

Tomamos uns drinks e a coisa ficou animada. A gente tava num grupinho separado: Eva, Sônia, Mário e eu, que éramos os que mais se conheciam. Minha mina foi mijar com Eva atrás de uns carros pra ninguém ver. Eu fiquei com Mário, que tava meio bebado, tinha tomado uns 4 gintônicas. Ele era um cara nada tímido, e dava pra ver que era o tipo que flertava de boa com todas as amigas, mas pra mim ele era meio exagerado. Sinceramente, como não sou nada ciumento, não ligava se de vez em quando ele flertasse também com a Sônia.

Mário me disse meio bêbado que eu não merecia a mina que tinha, que ela era muito gostosa, mas que eu não me ofendesse. Eu falei que sim, que ela era bem gostosa, e que não me importava ele falar isso porque eu não era ciumento, e que quem não merecia ela era ele.

As minas voltaram de mijar e minha mina me perguntou como foi com o Mário. Eu falei que foi de boa. Mário ouviu e disse:

— Ele... Eu falei pro seu namorado que você é muito gostosa, abracei ela e dei um beijo amigável na bochecha. Ela riu um pouquinho e me olhou pra ver se eu me incomodava, mas eu sorri.

- Minha namorada falou pra ele que ele tava meio tarado, e ele disse: sim, sim, sim, sim, dá pra perceber?

A gente riu todo mundo. O rolê continuou na mesma.

Mario tava dando em cima da amiga da minha namorada, a Eva.

Eva e Mario tinham se pegado um verão, e claro, os dois tavam com um clima muito bom.

As bebidas acabaram e a gente decidiu ir pra uma balada, nós quatro mais dois amigos do Mario.

Chegamos na balada e Mario insistiu em pagar bebida pra Eva e pra minha namorada, o que me deixou meio bolado porque eu sempre pago as coisas da minha mina.

Minha namorada e eu fomos pro balcão pedir uma dose, enquanto Eva e Mario dançavam na pista.

A gente já tava todo mundo meio alterado pelo álcool.

Mario tava se esfregando um pouco na Eva enquanto dançava, feito um polvo grudento, e minha namorada falou pra mim:

- Porra, o Mario tá muito mão-pelada, hein.

Eu falei que sim, que ele era meio idiota.

Falei pra minha namorada que voltava num instante e fui pegar uma bala. Tomei um quartinho e comecei a sentir uma onda.

Quando voltei, vi a Eva dançando em grupo com os outros dois amigos e minha namorada dançando com o Mario, todo agarrado.

Quando minha namorada me viu aparecer, ela se soltou e falou que o Mario era um chato.

Eu perguntei como tava sendo com ele, e ela disse que ele ficava tentando se esfregar o tempo todo, abraçando ela, e que ela se afastava de vez em quando. Quando percebia que ele olhava fixo nos olhos dela, ele falava pra ela se soltar, e ela respondia tipo "qual é, eu tenho namorado e ele já me basta", aí ele respondia que ela não fosse tão boba, que eles eram amigos e amigos fazem essas besteiras, que não era nada demais, que era só se deixar levar pela música e pelo momento.

Minha namorada falou que tudo aquilo tinha incomodado ela, e eu falei que a gente tinha que fazer alguma coisa pra baixar a bola dele, mas ela ficou meio sem saber o que dizer. Falei pra ela dançar uma Pouco com ele pra ver que buceta ele queria, e de quebra deixava ele todo excitado pra se foder sozinho.

Ela riu, me deu um beijo na boca e, sem dizer nada, se aproximou dele e começou a dançar na frente, olhando um pouco nos olhos dele. Ele a pegou pela cintura, e minha namorada dançava balançando a cabecinha de um lado pro outro, cheia de malícia. Ele começou a encostar o torso no peito dela, colocando o queixo na altura do ombro dela, e disse que ela era muito gostosa. Minha namorada riu e respondeu que já sabia.

Minha namorada e eu trocamos olhares, ela mostrou a língua e balançou a cabeça num gesto de afirmação, como quem diz que Mario tava bem tarado.

Minha namorada continuou dançando, mas se afastou um pouco dele, virou de costas e rebolou a bunda na frente dele pra deixá-lo ainda mais no clima. Mario a agarrou pela cintura e acompanhava com as mãos o movimento do rabo dela. Sonia se virou e disse:

— Pera aí, vou dar uns amassos no meu namorado.

Mario respondeu:

— E eu não sirvo não?

Sonia: — Você prefere a Eva, querido.

Mario: — Bom, depende, antes sim, mas hoje você tá me deixando louco com essas danças, e o idiota do seu namorado nem se mexe.

Sonia se aproximou de mim e me beijou na boca, contando tudo isso.

Decidimos sair da balada e nos despedir até outra hora, mas eu, que tava num pico de bala, sugeri ir pra minha casa ouvir um som eletrônico e tomar o último drink. Mario topou na hora e convenceu a Eva a ir junto.

Entramos no carro da minha namorada e fomos todos pra minha casa.

Sentamos no sofá e servi uns drinques pra todo mundo. Eva levantou depois de terminar o copo e disse que ia pra casa dela. Acompanhei ela até o portão pra pegar um táxi e subi.

Quando entrei, Mario tava do lado da minha namorada, com cara de bobo, olhando pra ela e falando sobre o verão em que ficou com Eva, contando tudo em detalhes.

Minha namorada veio até mim, fomos pra cozinha, e ela me disse que ele tinha contado como era quando transava com Eva às vezes, no verão, fechava os olhos pra imaginar a cara da minha namorada mentalmente no corpo da Eva.

Eu tava meio excitado com isso e minha namorada, ao contrário, tava meio irritada. Falei pra ela que a gente podia brincar um pouco com ele pra sacanear ele, se ela quisesse. E ela topou, porque sempre achou ele bonito, mas meio metido e idiota. Falei pra ela me seguir a onda.

Sentamos de novo com o Mario, minha namorada no meio de nós dois, e pedimos mais uma dose. Troquei o CD da música.

Mario me perguntou que sorte eu tinha de ter a casa só pra mim, que era um puteiro ideal, e que ele queria uma assim. Eu falei que sim.

Começamos a falar um pouco da casa, da minha vida, de mim e da minha namorada, e perguntei pra ele quem ele tava afim agora, e se tinha alguma mina na cabeça.

Ele disse que sim, mas que não queria me contar, que tava com vergonha, e eu comecei a convencer ele num jeito de sacana. Ele falou que não, que ia me foder um pouco se contasse.

Minha namorada disse: — Eu sei!!

E a gente perguntou junto quem era.

Ela respondeu: — Sou eu, com certeza, senão você não teria problema em contar.

Ele riu e falou: — Bom, não vou dizer nada, mas você não tá no caminho errado.

Eu falei pra ele não se passar, e ele respondeu que eu tinha perguntado primeiro, então calei a boca.

E confessei pra os dois que tava bem excitado por causa dos comprimidos e da pergunta.

Minha namorada na hora perguntou pro Mario: — E você, o que te excita, Mario?

Mario, meio sem graça, respondeu que o excitava muito quando uma garota passava os dedinhos nos mamilos dele. Minha namorada olhou pra ele e disse que eu também ficava excitado quando tocavam meus mamilos, que era algo comum em caras. Eu fiquei calado e, de repente, me deu na telha falar no ouvido dela pra tocar meus mamilos por cima da camisa, de brincadeira, pra deixar ele de queixo caído.

Ela olhou pro Mario e disse: — É, olha, Mario, assim meu namorado também fica excitado.

E começou a passar os polegares por cima da minha camisa, nos meus mamilos. Meus mamilos, eu fazia cara de poker e o Mario dizia:
- Porra, isso me deixa doido quando fazem comigo.

E eu falei:
- Po, não sei você, mas pra mim essa merda já tá me deixando a mil.

O Mario respondeu:
- Acho que eu tô mais, só de olhar vocês já fico doido, então para, por favor.

O Mario tava meio sem graça.

Minha namorada olhou pro Mario e disse: se te excita tanto, com só um toquinho você devia estar subindo pelas paredes.

E depois de falar isso, esticou a outra mão e tocou por um segundinho o mamilo do Mario, que marcava na camiseta meio justa que ele tava usando.

Eu fiquei com o coração acelerado de ver minha namorada passando o dedinho no mamilo do Mario e comecei a ficar duro.

Minha namorada falou pro Mario:
- Viu, meu namorado já tá quase duro e você com meu roçado nem percebeu.

Aí o Mario, meio ofendido, levantou a camiseta e disse: se você tocar por mais 5 segundos, cê vai ver como eu fico.

Minha namorada olhou nos olhos dele, colocou saliva na ponta do polegar e aproximou do mamilo do Mario enquanto desabotoava minha camisa e fazia o mesmo comigo. Colocou o dedo no mamilo do Mario e começou a circular a auréola dele. O Mario fechou os olhos e começou a respirar pesado. Minha namorada roçava o dedinho no mamilo do Mario cada vez mais rápido e lambia o dedo de novo pra repetir a operação, roçava e roçava o mamilo do Mario. Aproximou a boca e colocou a língua no outro mamilo pra chupar enquanto com a outra mão continuava brincando com o mamilo dele.

A rola do Mario começava a marcar na calça. Aí falei pro Mario que a rola dele tava prestes a explodir, que ele tinha ganhado. Minha namorada disse pra deixar ele nervoso: mostra pra gente ver se é verdade.

O Mario desabotoou a calça e mostrou só a ponta pela abertura da cueca pra gente ver a glande vermelha e brilhante com uma gotinha transparente de líquido pré-seminal.

Minha namorada disse que ele tinha gozado, e ele falou que não, que era só um pouquinho de líquido. Eu falei pra ele: Minha namorada disse que o Mário tinha razão e eu tirei ela pra fora pra ela ver que eu também tava com ela um pouco molhadinha daquele líquido.

Minha namorada disse que não era verdade, então passou o dedo na pontinha do Mário pra pegar um pouco do líquido e cheirar, depois chupou o dedo e disse que tinha gosto de sêmen. O Mário falou que não, que era só líquido, mas minha namorada insistia que não e que não. Disse que não acreditava, que precisava ver pra ter certeza, que ele tinha que bater uma pra ver se saía a porra ou não. A Sonia se virou e piscou um olho pra mim, dizendo que a gente tava conseguindo fazer ele ficar com tesão e passar vergonha se masturbando na nossa frente feito um idiota.

O Mário levantou, se virou e começou a bater uma pra provar, começou a gemer enquanto se punhetava, e enquanto isso eu e a Sonia nos olhávamos e ríamos dele.

Eu falei pro Mário se virar, que não fosse tímido. Ele se virou e olhou pra Sonia, sentou do lado dela se masturbando devagar e dizendo que ela tinha deixado ele muito duro, que era muito safada. A Sonia disse que sim, que era muito safada mesmo. O Mário parou de se masturbar e minha namorada perguntou: — O que cê tá fazendo?

— Mário: tô fora de fazer papel de trouxa na frente do teu namorado, se você tivesse sozinha aqui até que eu batia uma, mas na frente dele, tô fora.

— Eu: então mano, não se acanha não, vou pegar algo pra comer na cozinha, termina aí se quiser, pega um guardanapo e não suja nada.

Saí do quarto e deixei a porta da cozinha entreaberta pra ver a punheta do Mário.

Minha namorada ficou meio sem saber o que fazer.

O Mário falou baixinho: — vai, por favor, termina pra mim um pouco, que a excitação baixou.

Sonia: — tô fora, mano, você é um porco e eu tenho namorado, se quiser eu estimulo seus mamilos um pouco, só um segundo.

A Sonia molhou os dois dedinhos e fez círculos nos mamilos do Mário enquanto ele puxava e soltava a pele do pau dele devagar. Ela olhava pro pau dele e falava zoando: — vai, campeão, você consegue, ânimo.

Mário: — porra, assim não consigo me concentrar.

Ela falava pra ele: mas pra foder com ele: vamos, mostra que tem lefa aí dentro e que você não gozou ainda, pica dura.
Mario: ou você fala outra coisa ou eu paro.
Sonia: vai, vai, vai.
Mario: mina, deixa eu ficar mais excitado ainda, senão não consigo chegar lá.
Sonia pensava que a gente tava indo longe demais com toda essa palhaçada, mas queria que Mario gozasse sozinho pra deixar ele na vontade, então levantou um pouco a camiseta e deixou ele ver os peitos com o sutiã. Eu fiquei duro na hora de ver o que ela tava fazendo.
Mario não acreditava, porque minha namorada é uma mina muito gente boa, mas costuma fazer essas coisas.
Mario, com a mão que tava livre, tentou pegar um pouco nos peitos da minha namorada, enquanto ela continuava molhando os dedinhos e fazendo círculos nos próprios mamilos, mas se afastava toda vez que ele tentava roçar nos peitos dela.
Sonia: quer pegar neles, safado? Não tá satisfeito com as carícias? Então não vou deixar.
Mario: mina, por favor, te imploro, tô morrendo de vontade de acariciar eles um segundinho.
Sonia: se quiser, eu mostro os mamilos, mas você não vai encostar um fio de cabelo em mim.
Mario: vale, o que for.
Sonia desabotoou o sutiã e deixou os dois melões redondos e firmes como pedras na frente da cara de Mario, beliscou os mamilos pra deixar eles duros.
Sonia: olha como ficaram meus mamilos, safado.
Ela roçou de novo nos mamilos de Mario e colocou os peitos a um palmo da cara dele. Se mexia de um lado pro outro, colocando um peito na frente e depois o outro, como se quisesse que ele chupasse, mas chegando só o suficiente.
Mario esticava a língua e tentava tocar os mamilos de Sonia com a ponta, e ela aproximava eles da língua dele a um centímetro de distância pra deixar ele a mil.
Mario: sua filha da puta, como me deixa, deixa eu pegar, deixa eu pegar, chega mais pra cá, vai.
Sonia: nem fodendo, moleque, termina essa punheta e vai pra casa, já.
Mario: por favor, não faz isso comigo.
Sonia: tá bom, mas deixa meu namorado entrar pra ver o que ele acha.
A excitação de Mario caiu. Um pouco pelo que a Sônia disse pra ele, e ele falou: "tá bom, tá bom, mas deixa eu chupar um pouquinho."

Me chamaram e eu entrei, com o pau mais duro do que nunca por baixo da minha calça.

Eu: "Que que houve, rapaziada? O campeão já terminou a punheta dele? Sônia, o que cê tá fazendo com os melões de fora? Porra!! O que tá rolando aqui?" (falei isso pra disfarçar que tinha estado espiando).

Sônia: "Não, amor, só tava tentando ajudar a excitação desse campeão aqui. Mas ele quer passar a língua nos meus mamilos e eu falei que sem o seu consentimento não rola."

Eu: "Por mim, ele termina logo do jeito que for e vaza."

Mario: "Sim, sim, por favor, só umas chupadinhas."

Sônia continuava passando os dedos molhados com a saliva dela nos mamilos do Mario, e aproximou um peito mais do que devia do rosto dele. O Mario esticou a língua igual um camaleão e começou a babujar os mamilos dele, em volta deles, deixando uma babinha de saliva que escorria pelas peras da minha mina e ia descendo devagar até o umbigo dela.

Sônia: "Mas que babão que cê é, cara."

Ela colocou a outra teta porque a que ele tava chupando já tava ensopada de saliva daquele porco.

Ele fez a mesma coisa com a outra teta, a babinha de saliva escorria do mamilo até o umbigo e sumia dentro da calça da minha mina.

Eu tava sentado numa cadeira na frente deles, me tocando o pau disfarçadamente por cima da minha calça.

O Mario tava comendo as peras da minha mina igual um louco, os mamilos dela estavam duríssimos e escorrendo a saliva do Mario. O Mario não se segurou e colocou a mão na outra teta, e começou a esfregar a saliva que tinha sobrado pelo peito e chupava a outra igual um porco faminto.

Mario: "Não consigo gozar, tô quase lá mas não consigo, falta um empurrãozinho."

Sônia: "Olha, Mario, se você não gozar agora, vai embora pra casa com o maior pau duro da história, então goza logo e cuidado pra não sujar nada."

De repente, me veio uma ideia pra animar um pouco a festa e acelerar a gozada do Mario.

Então eu falei: "Sônia, qual é o gosto do meu pau? Sônia: um chocolate com chantilly, meu amor.

Eu: e o do Mário?

Sônia: nem sei e nem vou provar, querido.

Eu: vamos, ajuda ele a terminar que tô com vontade de te foder.

Sônia: olha, se eu chupar ele, depois vai querer me foder e tô fora, mano. O que você pensa que é também?

Mário: não, não, juro que umas passadas da sua língua no meu pau é o que falta pra eu gozar, por favor.

Eu: viu, Sônia? Só umas passadinhas pra animar ele e ele gozar logo.

Sônia me olhou, mas dessa vez com cara de puta. Não acreditava que eu tava tão tarado a ponto de falar essas merdas.

Sônia olhou pro Mário e disse: você quer que eu coma seu pau? Então vou comer, e meu namorado, por ser otário, vai ficar mais duro que você.

Eu fiquei frio e meio perdido.

Sônia tirou a calça e ficou só de fio dental.

Continuava acariciando os mamilos do Mário e aproximou a boca da cabeça do pau dele.

Começou a soprar enquanto Mário subia e descia a pele do pau.

Ela colocou a ponta da língua, e Mário aproximou o pau da língua. A língua da minha namorada ficou parada, e Mário esfregava o pau na língua babada dela enquanto subia e descia a mão.

Eu baixei a calça, tirei o pau pra fora e fiquei atrás da minha namorada pra meter na buceta dela, não aguentava mais. Mas assim que ela sentiu meu pau, deu um grito e disse que eu nem pensasse em meter, senão nunca mais foderia comigo e que eu era um filho da puta.

Mário riu. Minha namorada começou a mexer a língua na cabeça do pau do Mário com cada vez mais força.

Ela tirou a mão dele do pau e segurou ela mesma. Cuspia no pau dele e batia uma de baixo pra cima. Abriu a boca e, sem fechar, enfiou até a cabeça, mas sem fechar a boca, fazia isso uma e outra vez. Mário tava alucinado e não parava de apalpar os peitos dela. Sônia deixou a cabeça do pau dentro da boca e enfiou até a garganta, mas com a boca bem aberta, quase sem tocar o pau do Mário. De repente, fechou a boca de uma vez, e Mário sentiu todo o calor da boca dela. pelo pau bem duro dela. Sonia, sem mexer o pau, abria e fechava a boca, abria e fechava uma e outra vez, eu tava ficando alucinado com a cena toda.

Sonia me disse: mexe minha cabeça se quiser que esse goze logo.

Eu me aproximei da cabeça de Sonia e peguei ela com as duas mãos, comecei a mexer a cabeça dela pra frente e pra trás como se fosse uma boneca imóvel que tinha o pau inteiro grudado na boca dela, escorrendo saliva dos lábios até os peitos. Eu mexia a cabeça dela cada vez mais rápido e minha namorada começou a gemer, uhmmm, uhmmm, cada vez que aquele pau vermelho e duro entrava de novo na boca dela, ela soltava um gritinho que fazia meu pau pulsar de tesão.

Mario: caralho, acho que vou gozar.

Quando ouvi isso, afastei a cabeça da minha namorada e Sonia ficou puta comigo.

Sonia: nem pense em fazer isso de novo, enfia ela de volta e espera esse filho da puta gozar.

Eu aproximei a cabeça dela do pau do Mario e comecei a mexer a cabeça dela de novo pra que Mario pudesse gozar dentro da boca da minha namorada, minha namorada gemia mais forte e mais alto a cada vez, o pau do Mario tava cada vez mais duro e vermelho, escorrendo toda a saliva da minha namorada. De repente, Mario começou a gritar de prazer. Ahhhhhhhhh.

Minha namorada começou a engasgar com o pau inteiro do Mario enfiado na garganta dela e eu ouvia ela engolindo cada jato de porra daquele filho da puta. Minha namorada soltou ele e pegou o pau com as duas mãos, subindo e descendo a pele da cabeça enquanto a gozada terminava. Ela abriu a boca e, quando afastou o pau da boca, um fio de porra fez uma ponte entre a boca dela e o pau do Mario, ela enfiou de novo na boca e repetiu a operação várias vezes até que Mario gritava mais de dor do que de prazer, já não aguentava mais aquela mamada foda da minha namorada. Sonia enfiou o pau bem fundo na boca dela e começou a bater uma rapidão.

Eu vi a cara do Mario e dava pra ver que ele não aguentava mais a dor depois de ter gozado, então ele tentou afastar o pau da boca. Viciada, minha namorada, ela não soltava, continuava chupando que nem uma louca, queria foder a pica dele de prazer e dor. Ele gritava e deu um tapa na minha namorada pra ela soltar. Eu peguei o Mario por trás e imobilizei ele pra minha namorada continuar masturbando ele. Ela engolia a pica como nunca tinha visto ela chupar a minha. Minha namorada gritava e chupava, dava pra ouvir os estalos na pica, chump chump.

Mario começou a gritar que nem um louco, minha namorada não soltava a pica dele, e Mario ficou quieto e desabou no chão. Ele tinha desmaiado, e minha namorada continuava chupando a pica com um tesão único. Fiquei meio assustado, mas ela não parava de chupar e chupar.

Eu: "Vamos, Sonia, larga ele, já desmaiou."

Sonia: "Que se foda você e esse filho da puta."

Ela continuava chupando a pica dele até que eu peguei minha namorada e separei ela.

Minha namorada estava com a boca cheia de uma espuma feita com o esperma do Mario e cuspiu na minha cara, me chamando de filho da puta e dizendo que eu ia ver o que ela tinha feito eu chegar a fazer.

Eu não quis falar mais nada, ela estava fora de si. A experiência tinha deixado ela meio pirada das ideias.

Fui dormir e ela ficou largada, quase pelada, do lado do Mario dormindo.

Na manhã seguinte, quando acordei, não tinha nem minha namorada nem Mario.

Liguei pra minha namorada, mas não soube nada dela na semana seguinte...

CONTINUA.

3 comentários - El pesado amigo de mi novia

kramalo +1
jaja..!! esta bueno..ahora..? si no encotras la segunda parte, vamos a culearte a vos...jaja!!

que quiso decir con " me fui a pillar una rula. Me comí un cuartito y empezó a subirme algo..." habra ido a morfar y tomar algo..?
Es dificil entender a los españoles! jaja
Grosat
Es obvio, salió con Ronald Macdonald a comer un cuartito de libra con doble queso 😛

Muy buen relato! Yo encontré al autor pero desgraciadamente es uno de los pocos relatos que dejó inconclusos..