Com meu marido, fomos a uma festa do trabalho dele. A festa era numa chácara em Pilar, então deixamos nosso bebê com meus sogros. Fomos para lá e, ainda em casa, quando meu marido me viu com o vestido, começou a elogiar: meu vestido, o decote pronunciado nas costas e a abertura lateral que deixava minhas pernas longas à mostra até uma altura bem chamativa. Tanto elogio começou a me excitar, mas isso só aumentou porque, no carro, ele começou a dizer como meu perfume e meu corpo estavam deixando ele doido. Durante o caminho, ele passou o tempo todo acariciando minhas pernas, aproveitando a abertura do vestido.
Chegamos e, sem querer ser convencida, consegui chamar a atenção de boa parte dos homens. Isso fez com que meu marido sussurrasse no meu ouvido: "Parece que não sou só eu que esquenta ao te ver".
A chácara era enorme, o que fazia os convidados praticamente se perderem nela. Em um momento, nos separamos, cada um indo para um lado conversando com amigos e conhecidos diferentes. Eu estava no grupo de outras esposas, quando se aproximou uma mulher muito jovem e muito bonita, por sinal; que eu já tinha observado quando entrei. Nossos olhares tinham se cruzado e eu tinha intuído algo naquele olhar, que me deixou desconcertada. Agora, ao lado dela, era impossível não perceber seu olhar profundo e intenso. Nos apresentaram, começamos a conversar e as horas foram passando, a essa altura eu nem lembrava mais do meu marido. Ela me convida a procurar um lugar mais afastado do barulho estridente da música e propõe irmos para o parque. Caminhando por ele, encontramos uma estufa pouco visível para as pessoas. Além de plantas lindas e aromas maravilhosos, havia umas cadeiras de balanço de jardim bem grandes e confortáveis. Nos sentamos, cansadas de caminhar, e quase que de surpresa sinto a mão dela que roça minhas costas, descendo suavemente pela borda do decote, elogiando como o decote fica bem em uma costas tão bonitas.
Uma sensação entre nervosa e ansiosa faz com que... em voz muito baixa, quase imperceptível, agradeci o elogio e também elogiei seu vestido e sua figura. A conversa, não sei quando nem como, começou a se relacionar com os atributos sexuais de nós e de nossos maridos. O que eles elogiavam em nossas figuras, a ponto de que quando contei o elogio permanente dele sobre meus seios, ela me pediu para mostrá-los, e antes que eu pudesse responder, ela puxou o ombro do meu vestido, deixando meus seios à mostra, sem sutiã. Começou a acariciar suavemente meus mamilos, que endureceram como duas pedras, ela os elogiava pela suavidade enquanto dizia que eram macios como veludo. Deslizou a mão esquerda sobre a perna que aparecia na abertura do vestido, seguindo o caminho até minha calcinha, que a essa altura já estava molhada. Minhas mãos impacientes e desejosas começaram a responder com carícias, comecei a tocar seus seios, sua reação foi apaixonada, agora acariciava toda sua pele, copiando seus passos. Um fogo se soltava de entre minhas pernas e certamente nas dela.
Perdemos a noção de onde estávamos, começamos a nos beijar apaixonadamente, deitamos na rede e nos entregamos à maior série de beijos e carícias, em nossas partes mais íntimas. Sua língua manuseou meu clitóris com uma maestria absoluta, arrancando uns orgasmos incríveis, e digo orgasmos porque foram vários.
Quando nos recompusemos desse encontro sexual, tão único e quente. Nos aproximamos novamente de onde estavam todos, e a nota simpática, por assim dizer, foi quando os encontramos conversando animadamente. Ao que nos disseram: "Já se conheceram?"
E sim... e como nos conhecíamos!
Essa noite foi a mais quente com ela e com meu marido. Porque depois, ao voltar para casa naquela noite, no momento mais íntimo, ele me disse: "Não sei o que acontece, mas hoje te noto puro fogo e me esquentou como fazia muito tempo que não fazia!" Você também, querido...
A verdade é que passei uma noite muito quente e acho que me me considero bissexual, porque nessa altura me atrai bastante a beleza e sensualidade de uma mulher. beijos
Chegamos e, sem querer ser convencida, consegui chamar a atenção de boa parte dos homens. Isso fez com que meu marido sussurrasse no meu ouvido: "Parece que não sou só eu que esquenta ao te ver".
A chácara era enorme, o que fazia os convidados praticamente se perderem nela. Em um momento, nos separamos, cada um indo para um lado conversando com amigos e conhecidos diferentes. Eu estava no grupo de outras esposas, quando se aproximou uma mulher muito jovem e muito bonita, por sinal; que eu já tinha observado quando entrei. Nossos olhares tinham se cruzado e eu tinha intuído algo naquele olhar, que me deixou desconcertada. Agora, ao lado dela, era impossível não perceber seu olhar profundo e intenso. Nos apresentaram, começamos a conversar e as horas foram passando, a essa altura eu nem lembrava mais do meu marido. Ela me convida a procurar um lugar mais afastado do barulho estridente da música e propõe irmos para o parque. Caminhando por ele, encontramos uma estufa pouco visível para as pessoas. Além de plantas lindas e aromas maravilhosos, havia umas cadeiras de balanço de jardim bem grandes e confortáveis. Nos sentamos, cansadas de caminhar, e quase que de surpresa sinto a mão dela que roça minhas costas, descendo suavemente pela borda do decote, elogiando como o decote fica bem em uma costas tão bonitas.
Uma sensação entre nervosa e ansiosa faz com que... em voz muito baixa, quase imperceptível, agradeci o elogio e também elogiei seu vestido e sua figura. A conversa, não sei quando nem como, começou a se relacionar com os atributos sexuais de nós e de nossos maridos. O que eles elogiavam em nossas figuras, a ponto de que quando contei o elogio permanente dele sobre meus seios, ela me pediu para mostrá-los, e antes que eu pudesse responder, ela puxou o ombro do meu vestido, deixando meus seios à mostra, sem sutiã. Começou a acariciar suavemente meus mamilos, que endureceram como duas pedras, ela os elogiava pela suavidade enquanto dizia que eram macios como veludo. Deslizou a mão esquerda sobre a perna que aparecia na abertura do vestido, seguindo o caminho até minha calcinha, que a essa altura já estava molhada. Minhas mãos impacientes e desejosas começaram a responder com carícias, comecei a tocar seus seios, sua reação foi apaixonada, agora acariciava toda sua pele, copiando seus passos. Um fogo se soltava de entre minhas pernas e certamente nas dela.
Perdemos a noção de onde estávamos, começamos a nos beijar apaixonadamente, deitamos na rede e nos entregamos à maior série de beijos e carícias, em nossas partes mais íntimas. Sua língua manuseou meu clitóris com uma maestria absoluta, arrancando uns orgasmos incríveis, e digo orgasmos porque foram vários.
Quando nos recompusemos desse encontro sexual, tão único e quente. Nos aproximamos novamente de onde estavam todos, e a nota simpática, por assim dizer, foi quando os encontramos conversando animadamente. Ao que nos disseram: "Já se conheceram?"
E sim... e como nos conhecíamos!
Essa noite foi a mais quente com ela e com meu marido. Porque depois, ao voltar para casa naquela noite, no momento mais íntimo, ele me disse: "Não sei o que acontece, mas hoje te noto puro fogo e me esquentou como fazia muito tempo que não fazia!" Você também, querido...
A verdade é que passei uma noite muito quente e acho que me me considero bissexual, porque nessa altura me atrai bastante a beleza e sensualidade de uma mulher. beijos
6 comentários - Estou ficando bi
Bisex, hetero, homo o lo q sea son solo nombres, una forma de clasificar las cosas para mejor entendimiento entre las personas.....yo creo q si gozaste con una mujer simplemente volvelo a hacer pero como te dije: sin nombres bi hetero......