TERCEIRA PARTE - Testes de campo
Algumas semanas depois, veio nos visitar nosso primo Juan Pablo (Juanpi, três anos mais velho que eu). Juanpi era filho de um irmão do meu pai, que eu não via há alguns anos porque eles moravam em Mendoza. Parece que ele tinha que vir a Mar del Plata fazer um curso e ia ficar uns dias conosco.
Juanpi sempre foi o menino prodígio da família. Notas excelentes, esportista, tinha medalhas de remo e rúgbi, estudava Direito (o curso que ele vinha fazer era parte da faculdade), tinha a namorada perfeita com quem ia casar e não sei mais o quê. A vida inteira papai e mamãe o mencionavam como o exemplo a seguir, então, embora a gente mal o conhecesse, obviamente a gente o odiava. Mamãe até sugeriu que as meninas dormíssemos juntas pra deixar pro príncipe Juanpi um quarto só pra ele. A gente recusou na hora, então sua alteza teria que se contentar em dormir com o Facu.
Quando Juanpi chegou, mamãe fez um puta jantar de boas-vindas, usando "os pratos bons" e todo o protocolo, como se tivesse chegado o Presidente. Confesso que quando o vi, achei ele mó gostoso. Alto, musculoso, loiro, barba clara no meio do crescimento. Mas o encanto durou pouco; assim que começou a falar, achei ele insuportável. Era o cara mais metido e fanfarrão do mundo. Só falava dele mesmo e de todas as suas "conquistas". Me dava vergonha como os velhos olhavam pra ele com admiração, tipo "aprendam com ele, inúteis". Meus irmãos e eu seguíamos as conversas com indiferença.
Como por causa dos meus horários eu passava bastante tempo em casa estudando, durante boa parte dos dias seguintes à chegada dele, ficávamos ele e eu sozinhos, até que à tarde os outros chegavam das suas responsabilidades várias. Juanpi saía só à noite; segundo ele, pra assistir ao tal curso pelo qual tinha vindo, que era noturno. Juanpi não dava muitos detalhes sobre o curso; quando eu perguntava onde ele fazia, respondia com Evasivas e generalidades. Segundo ele, durante o dia estudava no quarto do Facu, mas eu sempre ouvia a TV ligada. Tudo era muito estranho.
Mais de uma vez cruzei com ele de cueca indo pro banheiro e, apesar de ele ser gostoso, a atitude de metido e vencedor me fazia desviar o olhar e ignorar. Eu, por outro lado, tinha que me vestir pra sair do meu quarto na minha própria casa! Porque não ia andar no meu uniforme de estudo (camiseta comprida e calcinha) na frente dele. Então, geralmente pra ir ao banheiro ou pegar algo pra comer, eu vestia um shortinho e às vezes um moletom, porque não tava de sutiã e a camiseta não escondia muito bem as tetas.
Um desses dias, ele bateu na porta do meu quarto e disse que ia sair. Finalmente um pouco de liberdade e ficar sozinha em casa de novo! Depois de um bom tempo, precisei sair do quarto pra pegar um caderno no quarto dos meus pais. Como já tinha passado um tempão desde que o Juanpi se despediu, imaginei que ele já tinha ido embora e saí com meu uniforme, sem me trocar. Quando entro no quarto dos velhos, vejo o Juanpi vestido pra sair, agachado no chão, revirando a gaveta do criado-mudo do meu pai, onde ele sempre guarda um dinheiro. Juanpi ficou paralisado, de boca aberta, com um maço de notas na mão.
Valeria: O que você tá fazendo???
Juanpi: Nada, só procurando uma coisa.
Valeria: Procurando uma coisa no criado-mudo do meu pai?
Juanpi: Ah… errr… é que… bom, é que seu pai me pediu pra levar umas coisas pro escritório, que fica no caminho da saída do clube.
Valeria: Que estranho, pai nunca pede uma coisa dessas, ainda mais com coisas que ele guarda no criado-mudo. Esse dinheiro na sua mão é o que ele pediu?
Juanpi: (com segurança) Sim, é isso.
Valeria: E então, o que mais você tá procurando?
Juanpi: Não, já achei, cê tem razão (depois do susto). Inicialmente, ele percebe como estou vestida e me varre com o olhar de cima a baixo, para subir de novo e parar nas minhas tetas – explodi de raiva)
Valeria: Então não tem problema se eu ligar pro escritório e falar que você tá levando o dinheiro que pediu emprestado, né?
Juanpi: Não, de jeito nenhum. Mas não quero incomodar, melhor nem ligar. Ele já sabe que tô a caminho.
Valeria: (me virando e andando em direção à sala, onde está o telefone) Mesmo assim vou ligar pra ele já saber que você tá saindo e não te fazer esperar.
Juanpi levanta como um raio e corre pra sala. Eu me sento no sofá que estava perto do telefone e pego o fone. Juanpi se desespera.
Juanpi: Sério, não precisa.
Eu começo a discar (na verdade não sabia o número, que estava anotado em algum lugar).
Juanpi: Vale, por favor não liga. A verdade é que eu tava pegando um dinheiro emprestado, pra devolver em uns dias.
Bingo. Desligo o telefone e encaro ele.
Valeria: Você tava roubando.
Juanpi: Epa, que palavra forte, acho que você tá exagerando.
Valeria: Tá bom, vou ligar pro pai e contar o que aconteceu. Vamos ver se ele e depois seus pais acham que eu tô exagerando.
Juanpi: (se dando por vencido) OK, você tem razão. Tava pegando dinheiro porque preciso de uns trocados, já que a grana que trouxe já gastei.
Valeria: Seus pais não te deram dinheiro pro curso e pra passar esses dias aqui? Como assim já gastou?
Juanpi: (resignado) Não tem curso nenhum, larguei a faculdade há dois meses. Olha, ninguém sabe, muito menos meus velhos! Vim pra cá porque uma amiga minha vinha fazer umas aulas por uns dias e a gente queria passar um tempo juntos. Falei pro pai que vinha pra um curso da faculdade pra ele bancar a viagem e pedir pro seu velho me deixar ficar aqui. Mas com tanta saída... Fiquei sem um puto. Tu entende, né? (de novo ele olha pras minhas tetas).
Valeria: O que eu entendo é que você é um idiota, um mentiroso e um ladrão. Você faz seus pais e a gente te bancar, e todo mundo achar que você é um santinho, mas no final rouba o próprio tio e mete chifre na sua namorada com uma putinha qualquer. Você é um babaca! (tava puta da vida)
Juanpi: Vale, você tem razão em tudo, mas por favor não conta pra ninguém!! Te imploro. Faço o que você quiser, quando começar a trampar te pago o que você pedir…
Agora o sem-vergonha tava me oferecendo grana?? Mesmo sentindo uma raiva do caralho e querendo sair correndo pra contar pros meus pais e pro mundo inteiro que o perfeitinho do Juanpi era um falso completo, talvez desse pra achar outros jeitos de humilhar ele ainda mais e ainda tirar uma vantagem pra mim (sim, eu tinha virado uma piranha desse nível). Fiquei uns minutos em silêncio, pensando. Juanpi me olhava implorando, tentando decifrar o que eu tava pensando. Também, de vez em quando, ele desviava o olhar pras minhas tetas e tentava ver se minha calcinha tava aparecendo por baixo da camiseta. Nem na situação em que tava, o imbecil sabia se comportar…
Valeria: Você vai fazer o que eu quiser?
Juanpi: Sim, Vale, gênia! O que você mandar, desde que não conte nada pra ninguém.
Valeria: (sorrindo) OK, se daqui pra frente você fizer tudo que eu mandar, guardo seu segredo.
Juanpi: Você é uma deusa!
Valeria: Se em algum momento você se recusar a fazer o menor detalhe do que eu pedir, conto tudo e tchau namorada, seus pais e tudo que eles te dão. Tá claro?
Juanpi: (de repente, preocupado) Peraí, o que você quer que eu faça? Faço sua cama? Ajudo a estudar? Carrego seus livros? Quer que eu te apresente um amigo?
Valeria: Vem pro meu quarto.
Ele me segue pro quarto, confuso. Tranco a porta.
Valeria: Fica de pé. contra a escrivaninha.
Eu me sentei aos pés da cama, de frente pra ele, com meu rosto na altura da cintura dele e bem perto.
Valéria: Tira a camiseta.
Juanpi: Pera, o quê??
Valéria: Você me ouviu, faz isso.
Juanpi tira a camiseta e joga no chão. Ele tinha os abdominais marcados e poucos pelos loiros no peito. Olhei pra ele com aprovação, levantando uma sobrancelha.
Valéria: Tira os sapatos e a calça jeans.
Ele abriu a boca pra reclamar e fechou de novo, sem dizer nada. Xeque-mate, era meu.
Ele ficou de cueca e meias, me olhando com cara de coitado. No começo, fiquei com vergonha de olhar direto pra cueca dele, mas depois pensei em como ele tinha olhado pras minhas tetas, tudo que tinha rolado e que no fim ele não podia fazer nada contra mim. Isso me fez superar qualquer inibição e fixei o olhar no volume dele. Era uma cueca branca normal (não daquelas apertadas). Dava pra ver claramente a rola pra esquerda (muitos anos depois descobri que é assim porque eles batem muita punheta e dão essa inclinação; bom, talvez no caso dos canhotos fosse o contrário).
Valéria: (levantando o olhar pros olhos dele) Tira a cueca.
Juanpi: Val… por favor… não faz assim.
Valéria: Acho que o que combinamos foi bem claro…
Juanpi: OK.
Sorrio e volto o olhar pro volume dele. Exceto pelo Facu (primeira parte desses relatos safados), nunca tinha visto um cara pelado ao vivo. E mesmo naquela vez tinha sido de longe e me escondendo. Dessa vez eu tava na primeira fila. E o melhor era que não precisava fazer nem dar nada em troca do show.
Juanpi, muito nervoso, colocou os polegares dentro do elástico, de cada lado da cintura, e começou a baixar a cueca devagar, como se esperasse que a qualquer momento eu mandasse parar e que tudo fosse uma brincadeira; o que obviamente eu sabia que não ia rolar. Primeiro apareceu o púbis dele. Era pouco fofo e marrom clarinho; bem diferente do do Facu, escuro e mais cheio. Depois apareceu a base do pau dele. Eu olhava com atenção total. O elástico continuou descendo pelo tronco, até que a cabeça saltou pra cima, livre da pressão que o elástico fazia. Juanpi soltou a cueca, que foi parar nos tornozelos, deixando à vista as bolas dele, que pendiam divinamente.
Não consegui evitar uma risadinha. Juanpi, três anos mais velho que eu, o perfeitinho, o exemplo a seguir, estava pelado na minha frente. Só usava umas meias azuis, que deixavam ele ainda mais ridículo. Depois de tanto ter que aturar as histórias e fanfarronadas dele, eu o tinha pelas bolas (literalmente).
O pau dele me encantou e hipnotizou na hora. Não estava duro, mas tinha uma certa rigidez. “Meia-bomba”, como os caras dizem, sempre bons em inventar essas frases. Era grosso e cheio de veias. Tinha o prepúcio recolhido só em parte, deixando à mostra metade de uma cabeça grande e rosa forte. As bolas me fascinaram (fetiche que tenho até hoje). Eram bem visíveis e balançavam bastante, dando uma visão meio cômica. Tinham pelos, da mesma cor que o púbis. Eu devorava com o olhar, reparando em todos os detalhes da anatomia dele.
Juanpi faz menção de se abaixar pra puxar a cueca.
Valeria: Quando eu disse que podia se vestir?
Juanpi: Fala sério, Vale, já me viu e me humilhou. Já aprendi minha lição, agora vamos parar com isso.
Valeria: Isso acaba quando eu quiser. Tira a cueca do tornozelo e chuta pra longe.
Juanpi obedeceu, resignado. Encantada, pensei em como ia me divertir com esse infeliz.
Valeria: Deixa ele duro.
Juanpi: Como? Pra deixar assim teria que…
Valeria: Bater uma?
Juanpi: É, isso.
Valeria: Então faz. Ou não me diga que você não bate uma?
Juanpi: (sorrindo feito um idiota) É, mas é uma coisa particular. Eu faço quando tô sozinho.
Valeria: Agora você vai fazer aqui. Bate uma até ela ficar dura.
Juanpi, com cara de incrédulo, leva a mão até o pau e segura.
Juanpi: É que eu preciso de um incentivo… entende? Algo que me excite. Geralmente vejo revistas com gostosas peladas. Talvez se você…
E sim, o coitado tinha que tentar…
Valeria: (interrompendo) Você gostaria de ver essas? (pego nos meus peitos por cima da camiseta e pelas laterais, juntando eles)
Juanpi: Ufff… adoraria.
Valeria: (apoiando as mãos na cama) Bom, isso nunca vai acontecer. Eu vou ficar olhando pra você e você não vai ver nada meu. Começa antes que eu cancele nosso acordo.
Mesmo minha cara e minha voz mostrando determinação e confiança, por dentro eu não acreditava que esse idiota me obedecia, em vez de deixar eu contar tudo e ele negar ou inventar alguma história. A verdade é que eu não tinha pensado que meu plano ia além de ele ficar de cueca.
Juanpi começou a subir e descer a mão no pau dele, empurrando a pele pra cima e pra baixo. Agora eu conseguia ver a cabeça inteira, que aparecia cada vez que a mão descia. Eu olhava impressionada como o pau dele ia crescendo e ficando duro. Depois de só dois ou três minutos, ele tava apontando pro teto, num ângulo de 45 graus. Juanpi soltou um gemido de satisfação, me tirando do transe. Era como se eu tivesse esquecido que tinha alguém grudado naquele pau divino, que tomava toda minha atenção.
Valeria: Para e tira a mão. Quero ver ele bem.
Ele fez na hora. Ali estava. Um pau duro e bem ereto, pra eu fazer com ele o que quisesse. Não era o pau do Juanpi, era meu. Meu brinquedo.
Me inclinei um pouco pra frente, deixando minha cara a uns 5 cm do pau dele. A cabeça tava molhada e tinha um cheiro de pau e de saco (de macho!) que me fascinou. Olhei por um bom tempo de vários ângulos. Também nas bolas, que me davam muita curiosidade. Aproximei meu dedo indicador até a glande e toquei no líquido que já tinha na ponta. Devagarzinho espalhei pela cabeça, sentindo a textura e o calor que irradiava. Juanpi gemeu e se contorceu de prazer. Isso me fez lembrar de novo que Juanpi ainda estava ali (não éramos só aquela pica e eu) e que eu não queria dar prazer pra ele, mas humilhá-lo. Tirei a mão e, mantendo-me inclinada com o rosto bem perto, olhei nos olhos dele e falei:
Valeria: Continua.
Dessa vez não teve objeção nenhuma. Claramente Juanpi já estava curtindo e precisava continuar com a punheta. A mão dele voltou pro tronco e começou a bombar de novo. Os olhos dele procuravam meu corpo, o que me fez perceber como eu estava. Do ângulo dele, dava pra ver minha regata bem decotada, provavelmente com metade dos peitos à mostra e meus bicos, que estavam durinhos tentando furar o tecido. Também dava pra ver minha calcinha, porque quando me inclinei pra frente, abri as pernas pra poder chegar perto, então a regata subiu um pouco, revelando a parte de baixo do triângulo da minha calcinha rosa. Me senti super puta. Me inclinei um pouco pra trás, apoiando as mãos na cama, pra que desse pra ver mais do meu corpo, vestido mas insinuante.
Valeria: Cê gosta do meu corpo, Juanpi?
Juanpi: (acelerando a punheta) Sim, cê é muito gostosa, Vale.
Valeria: Cê pensa em mim quando bate punheta?
Juanpi: (falando rápido, entre um gemido e outro) Sim, desde que cheguei, bato duas por dia pensando em você. Cê me deixa louco.
Eu, como podia, segurava a vontade de me tocar igual uma louca. Sentia a buceta molhada e ardendo. Já cuidava dela mais tarde. Por enquanto, não queria perder nenhum detalhe da punheta do Juanpi, que cada vez ia mais rápido.
Tão concentrada estava naquela pica duríssima, em como subia e desciam essas bolas e no líquido que ia se acumulando na glande e na mão do Juanpi, que nem percebi quando ele começou a gozar. De repente vi sair um primeiro jato longo de porra, que caiu inteiro em mim, desde meu joelho direito, subindo pela minha perna e camiseta, até meu pescoço. Vieram mais três ou quatro jatos, que caíram parcialmente na minha camiseta, na cama e no chão, cada vez com menos força.
Aos poucos, Juanpi, que estava de olhos fechados, foi desacelerando até parar completamente. Respirava pesado, como se tivesse corrido uma maratona. Estava todo suado. Abriu os olhos de repente e se assustou ao ver a bagunça que tinha feito. Ainda com a mão no pau, me olhou sem saber como eu ia reagir depois de ter gozado em cima de mim. Tava com medo.
Valeria: (muito séria e sem fazer nenhum gesto pra me limpar) Pega sua roupa e sai do meu quarto. Se veste lá fora.
Juanpi: Ufff… foi o melhor orgasmo da minha vida… Vale, estamos de boa, né? Não vai falar nada, né? Desculpa ter gozado assim, é que eu tava muito concentrado… foi super intenso.
Valeria: (sem mudar a cara de séria) Pega sua roupa e vaza.
Juanpi soltou o pau, que já estava murchando e perdendo a dureza, e rapidamente pegou a cueca, a calça jeans e a camiseta e foi em direção à porta. Tinha uma bunda gostosa. Me divertiu vê-lo ir embora tão nervoso, de meias.
Valeria: Lembra que você tem que continuar fazendo tudo que eu mandar.
Juanpi saiu e fechou a porta. Me joguei pra trás, deitando na cama. Não podia acreditar no que tinha acontecido! Eu tinha dominado completamente um cara mais velho que eu pra ele se masturbar na minha frente. Vi ele nu e vulnerável, não tinha nenhum segredo pra mim, enquanto ele não tinha visto nada meu, além da minha calcinha. Esse pensamento me lembrou das minhas próprias necessidades. Tirei a camiseta e olhei meus peitos, que eu amava. Também vi a porra que tinha na perna direita, que ainda estava fresca. Peguei um pouco com a mão e fiquei passando entre os dedos. Era grosso. Levei até o nariz, o cheiro me deixou louca. Sem pensar duas vezes, chupei os dedos. Tinha um gosto intenso, diferente, delicioso. Tirei a calcinha e com os mesmos dedos cheios de porra e saliva, bati uma siririca do caralho enquanto apertava os peitos e revivia as imagens da punheta do Juanpi. Gozei num orgasmo elétrico.
Quando saí do quarto umas duas horas depois, todo mundo já tinha chegado, mas o Juanpi não tava. "Acho que hoje ele tinha que sair mais cedo pro curso", falei pros meus pais quando perguntaram. Quando acordei no dia seguinte, minha mãe disse que o Juanpi tinha voltado pra Mendoza, deixando um bilhete de agradecimento e pedindo desculpas por ter que sair tão de repente por causa de um assunto da faculdade. "Que menino mais dedicado", disse minha mãe.
Sorri enquanto abria a geladeira pra pegar alguma coisa pra tomar café.
Algumas semanas depois, veio nos visitar nosso primo Juan Pablo (Juanpi, três anos mais velho que eu). Juanpi era filho de um irmão do meu pai, que eu não via há alguns anos porque eles moravam em Mendoza. Parece que ele tinha que vir a Mar del Plata fazer um curso e ia ficar uns dias conosco.
Juanpi sempre foi o menino prodígio da família. Notas excelentes, esportista, tinha medalhas de remo e rúgbi, estudava Direito (o curso que ele vinha fazer era parte da faculdade), tinha a namorada perfeita com quem ia casar e não sei mais o quê. A vida inteira papai e mamãe o mencionavam como o exemplo a seguir, então, embora a gente mal o conhecesse, obviamente a gente o odiava. Mamãe até sugeriu que as meninas dormíssemos juntas pra deixar pro príncipe Juanpi um quarto só pra ele. A gente recusou na hora, então sua alteza teria que se contentar em dormir com o Facu.
Quando Juanpi chegou, mamãe fez um puta jantar de boas-vindas, usando "os pratos bons" e todo o protocolo, como se tivesse chegado o Presidente. Confesso que quando o vi, achei ele mó gostoso. Alto, musculoso, loiro, barba clara no meio do crescimento. Mas o encanto durou pouco; assim que começou a falar, achei ele insuportável. Era o cara mais metido e fanfarrão do mundo. Só falava dele mesmo e de todas as suas "conquistas". Me dava vergonha como os velhos olhavam pra ele com admiração, tipo "aprendam com ele, inúteis". Meus irmãos e eu seguíamos as conversas com indiferença.
Como por causa dos meus horários eu passava bastante tempo em casa estudando, durante boa parte dos dias seguintes à chegada dele, ficávamos ele e eu sozinhos, até que à tarde os outros chegavam das suas responsabilidades várias. Juanpi saía só à noite; segundo ele, pra assistir ao tal curso pelo qual tinha vindo, que era noturno. Juanpi não dava muitos detalhes sobre o curso; quando eu perguntava onde ele fazia, respondia com Evasivas e generalidades. Segundo ele, durante o dia estudava no quarto do Facu, mas eu sempre ouvia a TV ligada. Tudo era muito estranho.
Mais de uma vez cruzei com ele de cueca indo pro banheiro e, apesar de ele ser gostoso, a atitude de metido e vencedor me fazia desviar o olhar e ignorar. Eu, por outro lado, tinha que me vestir pra sair do meu quarto na minha própria casa! Porque não ia andar no meu uniforme de estudo (camiseta comprida e calcinha) na frente dele. Então, geralmente pra ir ao banheiro ou pegar algo pra comer, eu vestia um shortinho e às vezes um moletom, porque não tava de sutiã e a camiseta não escondia muito bem as tetas.
Um desses dias, ele bateu na porta do meu quarto e disse que ia sair. Finalmente um pouco de liberdade e ficar sozinha em casa de novo! Depois de um bom tempo, precisei sair do quarto pra pegar um caderno no quarto dos meus pais. Como já tinha passado um tempão desde que o Juanpi se despediu, imaginei que ele já tinha ido embora e saí com meu uniforme, sem me trocar. Quando entro no quarto dos velhos, vejo o Juanpi vestido pra sair, agachado no chão, revirando a gaveta do criado-mudo do meu pai, onde ele sempre guarda um dinheiro. Juanpi ficou paralisado, de boca aberta, com um maço de notas na mão.
Valeria: O que você tá fazendo???
Juanpi: Nada, só procurando uma coisa.
Valeria: Procurando uma coisa no criado-mudo do meu pai?
Juanpi: Ah… errr… é que… bom, é que seu pai me pediu pra levar umas coisas pro escritório, que fica no caminho da saída do clube.
Valeria: Que estranho, pai nunca pede uma coisa dessas, ainda mais com coisas que ele guarda no criado-mudo. Esse dinheiro na sua mão é o que ele pediu?
Juanpi: (com segurança) Sim, é isso.
Valeria: E então, o que mais você tá procurando?
Juanpi: Não, já achei, cê tem razão (depois do susto). Inicialmente, ele percebe como estou vestida e me varre com o olhar de cima a baixo, para subir de novo e parar nas minhas tetas – explodi de raiva)
Valeria: Então não tem problema se eu ligar pro escritório e falar que você tá levando o dinheiro que pediu emprestado, né?
Juanpi: Não, de jeito nenhum. Mas não quero incomodar, melhor nem ligar. Ele já sabe que tô a caminho.
Valeria: (me virando e andando em direção à sala, onde está o telefone) Mesmo assim vou ligar pra ele já saber que você tá saindo e não te fazer esperar.
Juanpi levanta como um raio e corre pra sala. Eu me sento no sofá que estava perto do telefone e pego o fone. Juanpi se desespera.
Juanpi: Sério, não precisa.
Eu começo a discar (na verdade não sabia o número, que estava anotado em algum lugar).
Juanpi: Vale, por favor não liga. A verdade é que eu tava pegando um dinheiro emprestado, pra devolver em uns dias.
Bingo. Desligo o telefone e encaro ele.
Valeria: Você tava roubando.
Juanpi: Epa, que palavra forte, acho que você tá exagerando.
Valeria: Tá bom, vou ligar pro pai e contar o que aconteceu. Vamos ver se ele e depois seus pais acham que eu tô exagerando.
Juanpi: (se dando por vencido) OK, você tem razão. Tava pegando dinheiro porque preciso de uns trocados, já que a grana que trouxe já gastei.
Valeria: Seus pais não te deram dinheiro pro curso e pra passar esses dias aqui? Como assim já gastou?
Juanpi: (resignado) Não tem curso nenhum, larguei a faculdade há dois meses. Olha, ninguém sabe, muito menos meus velhos! Vim pra cá porque uma amiga minha vinha fazer umas aulas por uns dias e a gente queria passar um tempo juntos. Falei pro pai que vinha pra um curso da faculdade pra ele bancar a viagem e pedir pro seu velho me deixar ficar aqui. Mas com tanta saída... Fiquei sem um puto. Tu entende, né? (de novo ele olha pras minhas tetas).
Valeria: O que eu entendo é que você é um idiota, um mentiroso e um ladrão. Você faz seus pais e a gente te bancar, e todo mundo achar que você é um santinho, mas no final rouba o próprio tio e mete chifre na sua namorada com uma putinha qualquer. Você é um babaca! (tava puta da vida)
Juanpi: Vale, você tem razão em tudo, mas por favor não conta pra ninguém!! Te imploro. Faço o que você quiser, quando começar a trampar te pago o que você pedir…
Agora o sem-vergonha tava me oferecendo grana?? Mesmo sentindo uma raiva do caralho e querendo sair correndo pra contar pros meus pais e pro mundo inteiro que o perfeitinho do Juanpi era um falso completo, talvez desse pra achar outros jeitos de humilhar ele ainda mais e ainda tirar uma vantagem pra mim (sim, eu tinha virado uma piranha desse nível). Fiquei uns minutos em silêncio, pensando. Juanpi me olhava implorando, tentando decifrar o que eu tava pensando. Também, de vez em quando, ele desviava o olhar pras minhas tetas e tentava ver se minha calcinha tava aparecendo por baixo da camiseta. Nem na situação em que tava, o imbecil sabia se comportar…
Valeria: Você vai fazer o que eu quiser?
Juanpi: Sim, Vale, gênia! O que você mandar, desde que não conte nada pra ninguém.
Valeria: (sorrindo) OK, se daqui pra frente você fizer tudo que eu mandar, guardo seu segredo.
Juanpi: Você é uma deusa!
Valeria: Se em algum momento você se recusar a fazer o menor detalhe do que eu pedir, conto tudo e tchau namorada, seus pais e tudo que eles te dão. Tá claro?
Juanpi: (de repente, preocupado) Peraí, o que você quer que eu faça? Faço sua cama? Ajudo a estudar? Carrego seus livros? Quer que eu te apresente um amigo?
Valeria: Vem pro meu quarto.
Ele me segue pro quarto, confuso. Tranco a porta.
Valeria: Fica de pé. contra a escrivaninha.
Eu me sentei aos pés da cama, de frente pra ele, com meu rosto na altura da cintura dele e bem perto.
Valéria: Tira a camiseta.
Juanpi: Pera, o quê??
Valéria: Você me ouviu, faz isso.
Juanpi tira a camiseta e joga no chão. Ele tinha os abdominais marcados e poucos pelos loiros no peito. Olhei pra ele com aprovação, levantando uma sobrancelha.
Valéria: Tira os sapatos e a calça jeans.
Ele abriu a boca pra reclamar e fechou de novo, sem dizer nada. Xeque-mate, era meu.
Ele ficou de cueca e meias, me olhando com cara de coitado. No começo, fiquei com vergonha de olhar direto pra cueca dele, mas depois pensei em como ele tinha olhado pras minhas tetas, tudo que tinha rolado e que no fim ele não podia fazer nada contra mim. Isso me fez superar qualquer inibição e fixei o olhar no volume dele. Era uma cueca branca normal (não daquelas apertadas). Dava pra ver claramente a rola pra esquerda (muitos anos depois descobri que é assim porque eles batem muita punheta e dão essa inclinação; bom, talvez no caso dos canhotos fosse o contrário).
Valéria: (levantando o olhar pros olhos dele) Tira a cueca.
Juanpi: Val… por favor… não faz assim.
Valéria: Acho que o que combinamos foi bem claro…
Juanpi: OK.
Sorrio e volto o olhar pro volume dele. Exceto pelo Facu (primeira parte desses relatos safados), nunca tinha visto um cara pelado ao vivo. E mesmo naquela vez tinha sido de longe e me escondendo. Dessa vez eu tava na primeira fila. E o melhor era que não precisava fazer nem dar nada em troca do show.
Juanpi, muito nervoso, colocou os polegares dentro do elástico, de cada lado da cintura, e começou a baixar a cueca devagar, como se esperasse que a qualquer momento eu mandasse parar e que tudo fosse uma brincadeira; o que obviamente eu sabia que não ia rolar. Primeiro apareceu o púbis dele. Era pouco fofo e marrom clarinho; bem diferente do do Facu, escuro e mais cheio. Depois apareceu a base do pau dele. Eu olhava com atenção total. O elástico continuou descendo pelo tronco, até que a cabeça saltou pra cima, livre da pressão que o elástico fazia. Juanpi soltou a cueca, que foi parar nos tornozelos, deixando à vista as bolas dele, que pendiam divinamente.
Não consegui evitar uma risadinha. Juanpi, três anos mais velho que eu, o perfeitinho, o exemplo a seguir, estava pelado na minha frente. Só usava umas meias azuis, que deixavam ele ainda mais ridículo. Depois de tanto ter que aturar as histórias e fanfarronadas dele, eu o tinha pelas bolas (literalmente).
O pau dele me encantou e hipnotizou na hora. Não estava duro, mas tinha uma certa rigidez. “Meia-bomba”, como os caras dizem, sempre bons em inventar essas frases. Era grosso e cheio de veias. Tinha o prepúcio recolhido só em parte, deixando à mostra metade de uma cabeça grande e rosa forte. As bolas me fascinaram (fetiche que tenho até hoje). Eram bem visíveis e balançavam bastante, dando uma visão meio cômica. Tinham pelos, da mesma cor que o púbis. Eu devorava com o olhar, reparando em todos os detalhes da anatomia dele.
Juanpi faz menção de se abaixar pra puxar a cueca.
Valeria: Quando eu disse que podia se vestir?
Juanpi: Fala sério, Vale, já me viu e me humilhou. Já aprendi minha lição, agora vamos parar com isso.
Valeria: Isso acaba quando eu quiser. Tira a cueca do tornozelo e chuta pra longe.
Juanpi obedeceu, resignado. Encantada, pensei em como ia me divertir com esse infeliz.
Valeria: Deixa ele duro.
Juanpi: Como? Pra deixar assim teria que…
Valeria: Bater uma?
Juanpi: É, isso.
Valeria: Então faz. Ou não me diga que você não bate uma?
Juanpi: (sorrindo feito um idiota) É, mas é uma coisa particular. Eu faço quando tô sozinho.
Valeria: Agora você vai fazer aqui. Bate uma até ela ficar dura.
Juanpi, com cara de incrédulo, leva a mão até o pau e segura.
Juanpi: É que eu preciso de um incentivo… entende? Algo que me excite. Geralmente vejo revistas com gostosas peladas. Talvez se você…
E sim, o coitado tinha que tentar…
Valeria: (interrompendo) Você gostaria de ver essas? (pego nos meus peitos por cima da camiseta e pelas laterais, juntando eles)
Juanpi: Ufff… adoraria.
Valeria: (apoiando as mãos na cama) Bom, isso nunca vai acontecer. Eu vou ficar olhando pra você e você não vai ver nada meu. Começa antes que eu cancele nosso acordo.
Mesmo minha cara e minha voz mostrando determinação e confiança, por dentro eu não acreditava que esse idiota me obedecia, em vez de deixar eu contar tudo e ele negar ou inventar alguma história. A verdade é que eu não tinha pensado que meu plano ia além de ele ficar de cueca.
Juanpi começou a subir e descer a mão no pau dele, empurrando a pele pra cima e pra baixo. Agora eu conseguia ver a cabeça inteira, que aparecia cada vez que a mão descia. Eu olhava impressionada como o pau dele ia crescendo e ficando duro. Depois de só dois ou três minutos, ele tava apontando pro teto, num ângulo de 45 graus. Juanpi soltou um gemido de satisfação, me tirando do transe. Era como se eu tivesse esquecido que tinha alguém grudado naquele pau divino, que tomava toda minha atenção.
Valeria: Para e tira a mão. Quero ver ele bem.
Ele fez na hora. Ali estava. Um pau duro e bem ereto, pra eu fazer com ele o que quisesse. Não era o pau do Juanpi, era meu. Meu brinquedo.
Me inclinei um pouco pra frente, deixando minha cara a uns 5 cm do pau dele. A cabeça tava molhada e tinha um cheiro de pau e de saco (de macho!) que me fascinou. Olhei por um bom tempo de vários ângulos. Também nas bolas, que me davam muita curiosidade. Aproximei meu dedo indicador até a glande e toquei no líquido que já tinha na ponta. Devagarzinho espalhei pela cabeça, sentindo a textura e o calor que irradiava. Juanpi gemeu e se contorceu de prazer. Isso me fez lembrar de novo que Juanpi ainda estava ali (não éramos só aquela pica e eu) e que eu não queria dar prazer pra ele, mas humilhá-lo. Tirei a mão e, mantendo-me inclinada com o rosto bem perto, olhei nos olhos dele e falei:
Valeria: Continua.
Dessa vez não teve objeção nenhuma. Claramente Juanpi já estava curtindo e precisava continuar com a punheta. A mão dele voltou pro tronco e começou a bombar de novo. Os olhos dele procuravam meu corpo, o que me fez perceber como eu estava. Do ângulo dele, dava pra ver minha regata bem decotada, provavelmente com metade dos peitos à mostra e meus bicos, que estavam durinhos tentando furar o tecido. Também dava pra ver minha calcinha, porque quando me inclinei pra frente, abri as pernas pra poder chegar perto, então a regata subiu um pouco, revelando a parte de baixo do triângulo da minha calcinha rosa. Me senti super puta. Me inclinei um pouco pra trás, apoiando as mãos na cama, pra que desse pra ver mais do meu corpo, vestido mas insinuante.
Valeria: Cê gosta do meu corpo, Juanpi?
Juanpi: (acelerando a punheta) Sim, cê é muito gostosa, Vale.
Valeria: Cê pensa em mim quando bate punheta?
Juanpi: (falando rápido, entre um gemido e outro) Sim, desde que cheguei, bato duas por dia pensando em você. Cê me deixa louco.
Eu, como podia, segurava a vontade de me tocar igual uma louca. Sentia a buceta molhada e ardendo. Já cuidava dela mais tarde. Por enquanto, não queria perder nenhum detalhe da punheta do Juanpi, que cada vez ia mais rápido.
Tão concentrada estava naquela pica duríssima, em como subia e desciam essas bolas e no líquido que ia se acumulando na glande e na mão do Juanpi, que nem percebi quando ele começou a gozar. De repente vi sair um primeiro jato longo de porra, que caiu inteiro em mim, desde meu joelho direito, subindo pela minha perna e camiseta, até meu pescoço. Vieram mais três ou quatro jatos, que caíram parcialmente na minha camiseta, na cama e no chão, cada vez com menos força.
Aos poucos, Juanpi, que estava de olhos fechados, foi desacelerando até parar completamente. Respirava pesado, como se tivesse corrido uma maratona. Estava todo suado. Abriu os olhos de repente e se assustou ao ver a bagunça que tinha feito. Ainda com a mão no pau, me olhou sem saber como eu ia reagir depois de ter gozado em cima de mim. Tava com medo.
Valeria: (muito séria e sem fazer nenhum gesto pra me limpar) Pega sua roupa e sai do meu quarto. Se veste lá fora.
Juanpi: Ufff… foi o melhor orgasmo da minha vida… Vale, estamos de boa, né? Não vai falar nada, né? Desculpa ter gozado assim, é que eu tava muito concentrado… foi super intenso.
Valeria: (sem mudar a cara de séria) Pega sua roupa e vaza.
Juanpi soltou o pau, que já estava murchando e perdendo a dureza, e rapidamente pegou a cueca, a calça jeans e a camiseta e foi em direção à porta. Tinha uma bunda gostosa. Me divertiu vê-lo ir embora tão nervoso, de meias.
Valeria: Lembra que você tem que continuar fazendo tudo que eu mandar.
Juanpi saiu e fechou a porta. Me joguei pra trás, deitando na cama. Não podia acreditar no que tinha acontecido! Eu tinha dominado completamente um cara mais velho que eu pra ele se masturbar na minha frente. Vi ele nu e vulnerável, não tinha nenhum segredo pra mim, enquanto ele não tinha visto nada meu, além da minha calcinha. Esse pensamento me lembrou das minhas próprias necessidades. Tirei a camiseta e olhei meus peitos, que eu amava. Também vi a porra que tinha na perna direita, que ainda estava fresca. Peguei um pouco com a mão e fiquei passando entre os dedos. Era grosso. Levei até o nariz, o cheiro me deixou louca. Sem pensar duas vezes, chupei os dedos. Tinha um gosto intenso, diferente, delicioso. Tirei a calcinha e com os mesmos dedos cheios de porra e saliva, bati uma siririca do caralho enquanto apertava os peitos e revivia as imagens da punheta do Juanpi. Gozei num orgasmo elétrico.
Quando saí do quarto umas duas horas depois, todo mundo já tinha chegado, mas o Juanpi não tava. "Acho que hoje ele tinha que sair mais cedo pro curso", falei pros meus pais quando perguntaram. Quando acordei no dia seguinte, minha mãe disse que o Juanpi tinha voltado pra Mendoza, deixando um bilhete de agradecimento e pedindo desculpas por ter que sair tão de repente por causa de um assunto da faculdade. "Que menino mais dedicado", disse minha mãe.
Sorri enquanto abria a geladeira pra pegar alguma coisa pra tomar café.
19 comentários - Vicios profundos - tercera parte
No tedrías que haberlo dejado acabar...le iban a quedar los huevos hinchados...jaja!!
Se le notaba claramente la pija hacia la izquierda (muchos años después me enteré que esto es así porque se pajean mucho y le dan esa inclinación; bueno, tal vez en el caso de los zurdos sería al revés).