A chuva não parecia que ia parar tão cedo. Já tava caindo há várias horas e a temperatura tinha caído. Não tava frio, mas tinha um frescor anormal, pelo menos pra época do ano em que a gente tava. Felizmente, a gente tava nos arredores da cidade, na minha casa, onde ninguém ia encher o saco. Eu tava ali pelado, olhando as gotas de chuva batendo no vidro da minha janela. E atrás de mim, ela tava, amarrada de barriga pra cima com nós fortes em cada ponta da cama, toda esticada gostosamente em forma de X. Mesmo a gente estando rodeado pela mata virgem que ainda não tinha sido tocada pela mão urbanizadora do homem, eu não queria que ela gemesse, pelo menos não alto, então enfiei a própria calcinha dela na boca. A calcinha dela, virada numa mordaça, ocupava a boca inteira, forçando os lábios dela a esticar ao máximo.Ainda não tinha feito nada com ela. Não tinha tocado nela, embora fosse óbvia minha intenção de estuprá-la, afinal, toda essa situação era fruto daquele desejo. Eu só tinha obrigado ela a subir na van na ponta da faca e amarrado ela, colocando um capuz na cabeça dela. Ela não resistiu, com certeza por causa do medo que a situação causou. As mãos dela bem amarradas nas costas.
Não tinha batido nela. Praticamente, nem tinha tocado nela ainda, embora fosse óbvio que meu objetivo, naturalmente, era estuprá-la, mas sem causar o menor dano físico nela. E quanto ao dano mental, esperava sinceramente que fosse o menor possível.
Eu só tinha levado ela pra aquela casa e, uma vez dentro, desamarrei ela e tirei o capuz, ameacei ela com uma faca e mandei ela tirar a roupa. Enquanto ela pensava, pude admirar a beleza daquela mina de uns vinte anos, magrinha, com um corpo super esbelto, não muito alta, com um cabelão castanho que ia até a cintura. E aí ela obedeceu – com toda certeza apavorada – com os olhos grandes e lindos, brilhando e cheios de lágrimas. Ela tirou o suéter preto e, em seguida, a blusa. Os peitos balançaram levemente debaixo do sutiã vermelho quando ela abaixou a calça e tirou os sapatos. De calcinha e sutiã, ficou parada, como se esperasse que eu me contentasse em vê-la de lingerie. Mandei ela se virar, pra poder ver ela por trás. Ela obedeceu.
Ela tava usando uma calcinha normal, branca, nada de fio dental. Tinha, como eu já tinha adivinhado nas vezes que a vi antes, uma bunda bonita, grande e firme, suculenta e, no fim das contas, natural. As pernas dela eram perfeitas, deliciosamente bem desenhadas, com todos os contornos maravilhosamente definidos. Eram, sem dúvida nenhuma, as pernas mais lindas que eu já tinha visto.
Mandei ela se virar de frente de novo. Ela obedeceu, e então pedi pra ela terminar de se despir. Depois de uma hesitação compreensível, ela tirou o sutiã e ficou uns segundos com as mãos tapando os peitos nus. Depois, afastou as mãos e as colocou na borda da calcinha. Meu pau sentiu um relâmpago de paixão ao contemplar os peitos dela nus, não muito grandes, na verdade bem pequenos, macios e brancos, mas igualmente lindos, coroados por um belo par de mamilos que não estavam eretos, de um tom rosado e suculento.-Por favor… a calcinha não…— ela me suplicou, me olhando com seus lindos olhos. Mas eu não podia voltar atrás.
Com um gesto, indiquei que ela devia continuar. E ela, lentamente, abaixou a calcinha, até deixá-la amontoada em volta dos tornozelos perfeitos. A princípio, ela tapou a buceta pudicamente com as duas mãos, de um jeito que eu não conseguia ver nada, só um vislumbre de um mato escuro no instante fugaz de abaixar a calcinha. Mas depois, entrando no personagem, brandi a faca ameaçadoramente e ela afastou as mãos. Pude ver a buceta dela, coberta por uma camada de pelos pubianos castanhos e grossos, um pouco embaraçados.
Depois de contemplar à vontade os pelos da buceta, levantei o olhar para o rosto dela. Ela estava com os lindos olhos marejados e algumas lágrimas já tinham aparecido. Não gostava de vê-la chorar, não era minha intenção, mas não podia fazer nada. Afinal, eu estava ameaçando ela com uma faca e era óbvio que minha intenção era estuprá-la. O lógico era que ela chorasse.-Vira pra cá –Eu falei e ela obedeceu. Quando fez isso, pude admirar aquela bunda linda e nua, com aquelas duas maravilhosas nádegas brancas, suculentas e provavelmente mais macias que um pudim.—Caminhei em direção à cama.Ela, após uma leve hesitação, se dirigiu para a cama que eu tinha indicado.—deita aqui—Ela obedeceu de novo e se posicionou como eu mandei, com os olhos fixos na faca e encolhida na cama.—E agora, abre as pernas e os braços, feito um X.Eu falei. E quando ela me obedeceu, peguei umas cordas que tinha à mão, preparadas pra esse momento, e comecei a amarrar ela. Primeiro amarrei as mãos dela, uma em cada ponta da cama.—Não… pelo amor de Deus…dizia ela, mas sem muita convicção.
- Abre as pernas - ordenei.-Não…não…-gemeu.-Por favorEu repeti pra ela– Abre as pernas.E aí então ela me obedeceu. Abriu as pernas completamente e, logo em seguida, eu amarrei elas bem firme. Ali eu tinha ela na minha mão, com a racha e o cuzinho dela à mostra. Enquanto amarrava as pernas dela, curti demais a visão dos pés descalços, cheirando eles à vontade por uns minutos deliciosos, me esbaldando com o cheiro. Eu adorava os pés dela, eram lindos e perfeitos, compridos e delicados, bem cuidados. Tinham um cheirinho leve de pé sujo, mas bem pouco, e isso me agradava ainda mais.
Completamente extasiado com a beleza e o perfume que os pés dela exalavam, não perdi tempo e comecei a lamber eles. Tinham um gosto bom, gosto de pé, de pé meio suado, mas eram os pés da Paola Gutierrez e me excitava lamber eles.
Meu pau estava pulsando e decidi encerrar aquela sessão de adoração dos pés. Então, fui direto ao que realmente importava. Antes de me afastar das pernas dela, acariciei elas longamente e beijei em várias partes, deixando claro minha admiração por elas.—Você tem as pernas mais gostosas do mundo —Eu falei pra ela, mas ela, claramente, não deu valor às minhas palavras.-Me solta, pelo amor de Deus…Ela me disse. E então, peguei a calcinha dela no chão, fiz uma bola com ela e enfiei na boca dela, cuidando, claro, pra ela conseguir respirar.-¡¡MMMppppffff…fff!!- gemeu, chorosa. E sem nem olhar pra ela, voltei a me posicionar atrás dela. Senti que meu pau tava pronto. De fato, tava ereto e pulsando. Precisava penetrar ela. E a buceta dela e o cu dela estavam na minha frente, indefesos, à minha inteira disposição. Eram meus…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Sim... tá um pouco fresco, uma brisa fria. Mas meu pau tá duro e firme, e eu tô quente. Olho pra trás e quase não acredito. Paola Gutierrez tá ali, nua, e amarrada, à minha mercê. E eu vou estuprar ela. Não tem volta. Dou meia-volta e, depois de curtir por uns segundos a visão do rostinho lindo dela e, principalmente, dos olhões dela, me posiciono em cima.Acaricio os braços nus dela, acaricio a cintura tensa pela posição que ela tá, beijo bem o pescoço dela, descendo até chegar na buceta dela e beijo, cobrindo de beijos a bucetinha doce e macia dela. E quando termino de beijar a buceta gostosa dela, me levanto e começo a estuprar ela.
Sem pressa. Sem escândalo, sem xingar. Simplesmente, vou enfiando meu pau devagar na buceta dela, forçando a entrada das dobras internas, sentindo as paredes da buceta dela se apertando contra meu pau.
Enfio tudo pra dentro.
Uns gemidos escapam da boca tapada da Paola. Acho que não são gemidos de prazer. Eu queria, mas não acho. Firmo minhas mãos na cintura dela e enterro completamente meu pau na buceta indefesa dela, que, aliás, é bem apertadinha. Paola é virgem, nunca teve namorado, isso eu sei porque ela é uma santinha que conheço há um tempão.
Enquanto penso nisso, recuo com meu pau quase até tirar tudo e depois enfio de novo, até o fundo. Tô fodendo ela. Tô estuprando ela. Deito em cima dela e sinto o cheiro da pele dela, perfumada e maravilhosa.
Mantenho meu pau dentro da buceta dela por uns dois minutos e depois tiro quase tudo, pra meter de novo. Repito a operação uma vez e outra, cada vez mais rápido. Gemidos abafados saem da boca amordaçada da Paola.
A buceta dela não tá molhada, é óbvio que ela não tá com tesão. Mas eu tô. Sinto o prazer dominando meu corpo, sinto o prazer maravilhoso da penetração tomando conta do meu pau, enquanto o atrito com as paredes da buceta Paola me excita cada vez mais.-¡¡Aaahhh…!!-Eu gemo, sem conseguir evitar, tremendo de prazer. Sei que não é certo o que tô fazendo, mas me entrego ao desejo e continuo fodendo aquela mulher gostosa. Meto e tiro, meto e tiro, meto e tiro, meto…
E com muito esforço, tiro. Tento me segurar, mas é inútil. Com um gemido profundo de prazer, gozo na buceta da Paola, derramando meu leite na pele delicada e branca dela.- Ahh…ahhh…ahhh!!Ofego, enquanto continuo gozando, agora com menos força. Meu pau ainda tá jorrando, golfadas de porra saindo da ponta, desenhando no corpo da Paola uma rede bem grossa de linhas esbranquiçadas, cremosas e brilhantes. Finalmente, termino de gozar. Sacudo as últimas gotas em cima da buceta da gostosa e dou uns passos pra trás, até sentar num sofá.
De lá, posso admirar a visão linda que a Paola forma, pelada, com as pernas bem abertas — tão abertas que dá pra ver a racha e o buraco do cu dela — amarrada e indefesa.
Vou com calma. Descanso, porque preciso me recuperar e deixar meu pau ficar duro de novo. Enquanto isso, fico olhando ela pelada e amarrada na minha frente, e sinto que a vontade tá indo embora, que tô quase desamarrando ela e deixando ir na mesma hora.
Pra evitar isso, levanto, vou até a cozinha e como alguma coisa. Volto pro quarto, vou até a janela e passo um tempão olhando a paisagem. Quando olho de novo pro corpo da Paola, nua e indefesa, sinto meu pau reagindo. Consegui.
Pra acelerar o processo, fico em cima dela e me masturbo por uns minutos na frente da cara dela pra ficar duro mais rápido. Ela tenta não olhar, fecha os olhos, mas eu mando ela abrir e me encarar. Ela obedece e continuo esfregando o pau na frente dela por mais um pouco. Quando ele tá no ponto, falo, bem suave:—Agora quero que você me chupe. Então vou tirar a calcinha da sua boca. Quando eu fizer isso, mantenha a boca aberta pra eu poder enfiar… entendeu?Ela fica com o olhar fixo, chorosa, ali, parada, com a boca aberta e cheia da própria calcinha amassada. Eu, simplesmente, tiro a calcinha da boca dela.—Não… pelo amor de Deus… isso não…Ela me pede, olhando fixamente nos meus olhos. Eu, no entanto, avanço em direção a ela e meu pau fica a apenas um centímetro dos lábios maravilhosos dela.—Chupa minha buceta, por favorDigo pra ela, suave, mas firme. Ela faz uma careta de nojo infinito e vira a cabeça pro lado oposto do meu pau duro, fechando os lábios teimosamente.Por favor…eu digo– Não me obriga…e deixo a frase no ar. Desse jeito, quero causar um efeito de ameaça que a force a ceder. E, de fato, a Paola se rende. Depois de recompor no rosto uma máscara do mais puro nojo, ela abre devagar a boca, separa seus lábios doces e, suavemente, pega meu pau entre eles.- Ahh…Ofegante, em êxtase, ao sentir o contato dos lábios pintados de batom vermelho contra minha glande primeiro e depois contra o tronco do meu pau. Porque Paola continua avançando, engolindo meu membro centímetro por centímetro, até enfiar tudo bem lá dentro, até o fundo.—usa… usa a língua, por favor… ahhh…digo entre gemidos.
E a Paola me obedece. Devagar, com medo, a língua dela começa a se mexer primeiro pra um lado e depois pro outro, enquanto a saliva dela inunda meu pau de uma umidade gloriosa e molhada. Sem eu falar nada, ela tira a boca quase toda, pra, logo em seguida, engolir de novo meu pau duro e molhado mais uma vez. Agora, a língua dela age mais rápido que antes e meu pau pulsa, cheio de desejo.
É evidente o que ela quer. Quer terminar logo, fazer eu gozar e acabar de uma vez. Tá claro. Mas eu não consigo evitar e, mais ainda, gosto que ela tente levar minha excitação ao máximo. Como antes, ela tira a boca e engole meu pau de novo pela terceira vez. Dessa vez, a língua dela dá uma atenção especial à minha cabeça, lambendo devagar, principalmente na ponta, conseguindo finalmente o que a Paola queria.- Ahh! -exclamei, gozando explosivamente dentro da boca dela. Paola tira meu pau da boca na hora, mas não consegue evitar que o primeiro jato de porra desça até a garganta dela.
E aí, enquanto ela tenta cuspir nojenta a porra derramada dentro da boca, meu pau solta jatos e mais jatos de esperma quente que espirram na cara dela, molhando ela toda, mesmo com as tentativas da Paola de se esquivar.
Quando finalmente termino de gozar, admiro minha obra.
Grossos pingos de porra pendem dos lábios da Cristina e a cara dela tá cheia de vários riachos de esperma que escorrem em gotas por todo o rosto. Um dos meus jatos acertou a testa dela de cheio e agora um filete de porra viscosa desliza sobre as pálpebras e sobre a ponta do narizinho lindo dela. Outro acertou a bochecha direita e o blush de maçã brilhante e fresca foi substituído por uma massa cremosa e leitosa que escorre pra baixo. Um terceiro, safado, espirrou direto na orelha esquerda dela e agora fica pendurado, viscoso, no lóbulo, feito um brinco natural e brilhante.—Já tá satisfeito? Chupei sua pica! O que mais você quer? Me solta!Ela me diz, com uma lágrima escorrendo de cada um dos seus olhões.
Apesar das lágrimas, apesar dos olhos vermelhos de tanto chorar e de alguma gota de porra que caiu dentro, e apesar do rosto coberto de restos de porra, Paola Gutierrez continua sendo pra mim a mulher mais gostosa do mundo. Assim, enquanto a excitação vai embora do meu corpo, eu penso que tenho que resistir à tentação de acabar com tudo e deixar ela ir agora, porque ainda não terminei com ela.
Ainda não. E, então, pego do chão a calcinha amassada e enfio de volta na boca dela.-¡¡MMMPPPFFF!!-Ela geme, enquanto eu me viro e me sento num sofá, mais atrás, pra descansar e me recuperar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
O tempo passa. Demoro mais do que imaginava pra ficar excitado de novo. E enquanto isso, minha imaginação tenta inventar mil e um jeitos de terminar a violação da Paola de forma apoteótica.Sentado naquela poltrona, pelado, com a linda e nua Paola Gutierrez na minha frente, amarrada na cama, indefesa, com a buceta e o rosto lambuzados de porra — da MINHA porra — começo a girar as engrenagens do cérebro. E me vem uma ideia. Se desse certo, seria perfeito, a culminação digna do dia. Assim, pensando naquela jogada, sinto o pau endurecer a cada instante. A coisa prometia. Sim, tinha que tentar. Mas antes…
Primeiro as primeiras coisas. O cu da Paola ainda estava intacto. E isso não podia ficar assim. Chego perto dela e a desamarro. Ela tenta resistir, mas é inútil, sou muito mais forte e alto que ela.
Levei uns minutos, mas consegui dominá-la e colocá-la na posição que queria: agora ela está com as mãos amarradas nas costas e as pernas amarradas nos tornozelos e joelhos. Uma bela imagem digna de ser apreciada por alguns minutos.
Me inclino sobre aquela mulher gostosa, beijo seus ombros nus e sinto o cheiro das suas costas. Acaricio seus braços e mãos, amarrados juntos na base das costas. Beijo seus dedos longos e finos, com as unhas bem judiadas porque ela tem o vício de roê-las. E continuo descendo. A bunda dela aparece coberta por restos de porra, lembrança do meu ataque à buceta dela. Foco no cuzinho dela, pequeno e escuro. Enfio um dedo no cu dela, devagar, vencendo a resistência do anel elástico que protege o ânus dela.-¡¡MMMPFFFGG!! ¡MMMPFF!!-Paola geme e se contorce, mas é inútil.
Meu dedo entra inteiro no cu dela e fico ali uns segundos, balançando de leve pra um lado e pro outro. Depois, tiro, tão devagar quanto coloquei, pra meter de novo, logo em seguida, dessa vez mais rápido.
Paola geme e se contorce, enquanto meu dedo penetra ela analmente sem frescura. Não acho que a bela e nua donzela esteja curtindo, mas naquele momento, isso não me importa nem um pouco, porque tô cada vez mais excitado. Continuo com aquela atividade safada por vários minutos, aproveitando a vista que o corpo gostoso da Paola me proporciona.
Por fim, tiro meu dedo do cu dela e sorrio ao ver que tá levemente sujo de merda na ponta. Isso me excita ainda mais e, depois de limpar meu dedo na coxa dela, não perco nem um segundo e, simplesmente, meto a pica no cu dela.-¡¡MMMPPPFFFGGG!!-Geme, Paola, chorando. É óbvio que ela não gosta de levar no cu sem permissão, mas eu tô curtindo, então continuo fodendo ela sem piedade.
Enfio a pica até o fundo e depois tiro quase tudo. Sinto as paredes do cu dela se apertando em volta da minha pica e sinto o prazer que isso me dá me inundando sem parar. Meto de novo e tiro de novo. Repito essa delícia de movimento uma e outra vez, ignorando os gemidos da Paola e o olhar choroso dos seus lindos olhos desesperados, além do corpo dela se contorcendo.
Aumento a velocidade das minhas estocadas. Agora, tô estuprando ela tão rápido que sinto como se meu pau fosse pegar fogo. Paola geme sem parar, e não são gemidos de prazer, infelizmente. Tenho ela completamente abraçada em cima de mim. Minha mão esquerda no peito direito dela e a mão direita na buceta dela.-¡¡MMMPPPFFFGGLL!!¡¡NOOMMMPFFGG!!-Ela geme, chorando copiosamente.
A consciência de que estou estuprando Paola Gutierrez pelo cu é tão intensa que, combinada com o prazer direto que sinto ao fazer isso, faz com que logo eu esteja prestes a gozar. No entanto, tento resistir e consigo meter no cu dela mais algumas vezes. Depois, tiro completamente e, bem nesse momento, o orgasmo vem.-¡¡AAhhhh…ahhh…!!-exclamo, gozando, soltando um jato poderoso de porra que acerta em cheio na cara da Cristina, que naquele instante olhava pra própria buceta. Depois continuo me esporrando, agora nas costas, nos braços, nas mãos e, principalmente, naquele rabo maravilhoso da minha adorada e violentada Paola.
Os jatos acabam. Minha pica bate em retirada e então percebo que minha cabeça tá suja, manchada de merda na parte de cima. A Paola tem o cu mais sujo do que eu imaginava no começo.
Vou pro banheiro e lavo minha pica, pensando que minha musa desejada não limpa bem o cu depois de cagar. E saber disso, pensar nisso, faz minha pica começar a endurecer de novo, bem devagar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Quando saio do banheiro, já se passaram vários minutos, não sei exatamente quantos. Paola está se debatendo inutilmente contra as amarras, balançando eroticamente todo o seu corpo esbelto e nu. Me aproximo dela e começo a desamarrá-la.
Primeiro, as amarras que apertam seus lindos tornozelos, o que me permite sentir de novo o cheiro dos seus pés lindos. Depois, as amarras dos joelhos. E, por fim, as cordas que prendiam suas mãos caem no chão.
Me afasto um pouco e Paola se encolhe na cama, quase sem forças. Então, ela se levanta desajeitadamente, sem parar de me olhar. Me aproximo dela e tiro a calcinha da boca dela, jogando-a no chão, aos meus pés.—Senta.Eu falo pra ela. Ela, devagar, obedece, fazendo de tudo pra esconder da minha vista as partes mais íntimas dela. É maravilhoso ver ela assim, pelada, mas se cobrindo os peitos e a buceta com as mãos, tão pudica, tão virtuosa.- Agora, abre as pernas.Eu ordeno. E ela abre os olhos ao máximo e começa a implorar.—Não… não… pelo amor de Deus… de novo não… não me estupro de novo… pelo amor…Paola Gutierrez geme, assustada, pensando que vou estuprar ela de novo. Mas não é isso. Tô levemente tarado e o que eu quero é outra coisa, mais… sutil.Abre as pernas, por favor…Repito de novo. A Paola me obedece, com lágrimas nos olhos. Ela abre as pernas devagar, com toda a resistência, me deixando ver aos poucos a deliciosa buceta indefesa dela.-Mais –Eu digo– Abre mais, as pernas mais separadas…E ela me obedece. Abre as pernas completamente, me deixando ver toda a buceta dela, rosada e magnífica.—Mais… quero você mais aberta de pernas… totalmente aberta de pernas… vamosTô falando.- M…mais…ainda…? -Paola balbuceia.
Com meu sinal de consentimento, ela abre as pernas completamente, até o limite do deslocamento. Agora consigo ver claramente as dobras da buceta, o clitóris pequeno e também o buraco do cu.
Ela está tão aberta, com as pernas tão afastadas, tão escarranchada, que já não parece uma garota virtuosa e pudica. Parece uma puta. Mas só parece. Porque não é.-Agora, quero que você se masturbe.Tô falando.-Me masturbar?...Não…nem pensar…Não vou…me masturbar na sua frente! Nem sonhando!Ela grita na minha cara, com decisão.- E não é só pra bater uma nãoEu continuo, como se não a tivesse ouvido.
— Quero que você goze e quero ver como você goza… quero ver como você derrama seus sucos… quero ouvir você gemer de prazer.—Não… pelo amor de Deus… não—Geme de novo, mas já sem convicção. Sabe que tem que me obedecer.—Vamos… vamos, você consegue… com certeza já fez isso várias vezes… não é difícil…Digo baixinho pra ela.
E a linda e nua Paola Gutierrez, de pernas abertas até o máximo, começa a se acariciar a buceta devagar, com movimentos circulares delicados da mão direita.
Os olhos dela estão cheios de lágrimas, o que me entristece, mas não posso fazer nada pra impedir.
Foco na mão dela, nos dedos, que descrevem círculos sensuais sobre a abertura da boceta dela, pressionando de leve os lábios da vulva.-Por favor… não consigo fazer isso…Ele me diz, quase chorando.—Você até que pode… e vai fazer… vamos… vai em frente.Contemplo como os lábios externos da bucetinha dela incham visivelmente, reagindo às carícias que ela mesma se dá. Depois, lentamente, como num sonho, vejo a Paola enfiar um dedo na boceta. Até o fundo.
Eu me esforço pra não perder nenhum detalhe, pra guardar na memória cada milímetro que aquele dedo maravilhoso avança, penetrando pelos lábios inferiores, roçando de propósito no clitóris. O dedo se enterra nas profundezas da vagina da Paola, pra depois sair quase todo e entrar de novo, dessa vez mais rápido. Paola Gutierrez, pelada e com a cara e a bunda manchadas de porra, se masturba na minha frente. O que mais eu podia pedir?—Não… pelo amor de Deus…volta a implorar pra mim, mas agora mais como uma ladainha do que um pedido de verdade.
O dedo dela, sem esperar minha resposta, se move rápido e penetra a buceta da dona uma vez e outra. Percebo que o clitóris dela tá ficando duro. E também noto que os bicos dos peitos dela tão inchando.
Paola se masturba com tudo, enfiando e tirando o dedo da buceta sem parar, numa velocidade alucinante. Os bicos dos peitos dela agora são duas pedras duras e o clitóris tá rijo e pronto. Vejo que ela morde os lábios pra não gemer de prazer. Mesmo assim, escapa um ou dois gemidos deliciosos.-Ahh…ahhh…-Eu ouço ela gemer. Ela, ao perceber que eu ouvi o gemido, morde os lábios com força, quase se machucando. A respiração dela fica cada vez mais ofegante, os peitos sobem e descem rápido, coroados por aqueles lindos mamilos durinhos.
O dedo dela entra e sai, entra e sai, uma vez e outra, daquela buceta maravilhosa. Vejo os fluidos começando a escorrer, vejo que a buceta dela tá molhada. O dedo dela tá banhado nos sucos do prazer. Paola acelera os movimentos e, de repente, solta um gemido profundo, sem dúvida de puro tesão.-Aaahhhh!E, extasiado, contemplo como a gostosa da Paola Gutierrez goza. Os fluidos dela molham a buceta dela e escorrem preguiçosamente pra baixo, molhando o cu e as coxas dela. Paola treme no meio do orgasmo, por uns instantes magníficos. Depois, nada.
Tô com a pica dura e pronta, mas não sei o que fazer. Paola fechou as pernas e cobre o rosto com as duas mãos, soluçando.
Deixo ela descansar uns minutos, mas não muitos. Tô excitado e preciso gozar. Vou até ela, com a pica dura, e coloco na frente da cara dela. Ela me olha, com os olhos lindos cheios de lágrimas... e sem precisar falar nada, ela se ajoelha na minha frente, abre a boca e começa a chupar minha pica.
Ela chupa maravilhosamente bem, melhor que da primeira vez. Os lábios dela pressionam na medida certa e a língua dela se enrola como uma cobra safada na minha cabeça. A saliva dela inunda meu pau, a boca dela é um lago de prazer onde me perco fácil. Logo, dou de beber pra ela. Gozo sem gritos e em silêncio, dentro da boca dela, enquanto puxo forte o cabelo dela. Ela não abre a boca, não expulsa meu pau da prisão deliciosa dela. Deixa eu gozar por completo e depois, simplesmente, engole tudo. Tudo.—Você vai ficar contente… né?Ela me diz, me lançando um olhar gelado de ódio.
Eu me afasto pra trás. Não respondo, tô muito satisfeito. Paola continua ali, de joelhos, com um fiozinho de porra escorrendo pelo canto da boca. Sem dizer nada, entrego toda a roupa dela, menos a calcinha. Quero ficar com a calcinha dela de lembrança.
Ela se levanta, coloca o sutiã e depois a calça. Enquanto faz isso, me olha com desprezo, através dos olhos marejados. Para um instante pra limpar o rosto dos restos de porra que tão cobrindo ela. Faz com elegância, com as costas da mão. Depois, veste a blusa. Procura os sapatos com o olhar.
Eu encontro eles, cheiro com gosto por uns segundos, até lambo por dentro… que maravilha… cheiram a pé, aos pés lindos e gostosos dela… Ela, ao ver meu comportamento com os sapatos dela, prefere vestir o casaco e, descalça, fica parada.Vira de lado.Eu digo pra ela.
Ela obedece. Começo a amarrar as mãos dela e coloco o saco de novo na cabeça.
Levo ela pela casa até a van. Ela anda meio sem jeito. Os pés lindos dela vão ficando sujos, mas mesmo assim continuam apetitosos.
Dirijo por cerca de uma hora e deixo ela do outro lado da cidade.
Agora tudo acabou. Agora tô longe, muito longe daquele lugar. Mas de vez em quando, eu lembro, e quando isso acontece, foda-se os sapatos dela, cheiro eles fundo, lambo e me masturbo, acariciando a calcinha amassada dela. Fecho os olhos e volto, na minha imaginação, a estuprar a Paola Gutierrez.
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