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Compêndio IPeço um pouco de paciência por me atrasar mais uma vez e sei que "saí das regras", Marisol, mas não queria deixar essa história para 2 partes, então vai sair um pouco mais longa do que o normal.
Voltando àquela tarde, senti a desconfiança da Elena, embora a entendesse muito bem. A Sonia é uma mulher gostosa e até a Marisol não tinha problemas com o pedido dela, então a decisão teria sido fácil se fosse outro tipo de pessoa.
Mas a Sonia me conhece muito melhor e, depois de enxugar as lágrimas, me olhou mais calma, entendendo que algo assim não é tão fácil pra mim e com a certeza de que eu não ia embora de Melbourne sem dar uma resposta.
Durante o jantar e pra desviar a conversa, foquei no novo nariz da Elena, que é bem menorzinho que o original e, sinceramente, realça a beleza dos traços dela, especialmente os lábios sensuais dela.
Mas como toda mulher insegura com o corpo, ela tocava de vez em quando no nariz pra garantir que ainda estava daquele tamanho enquanto conversávamos.
Na despedida, combinamos que a Sonia passaria no meu apartamento umas 7 da manhã e que a Elena levaria a Marisol pro aquário da cidade, porque a Sonia realmente precisava de conselho no trabalho.
Durante a noite, enquanto tava deitado com a Marisol, confessei minhas preocupações e, apesar de termos opiniões diferentes, ela conseguiu entender meu ponto de vista e também me falou o dela, explicando que ela também já tinha se sentido muitas vezes como a Sonia durante o tempo que moramos juntos.
"Eu sei que pra você também foi difícil, porque você me ama e se preocupava que eu continuasse estudando." Ela explicou enquanto me abraçava no escuro. "Mas eu queria sentir você dentro. Meu corpo ardia por você e por isso eu odiei tanto os preservativos, porque não conseguia sentir você. O que ela disse sobre seu ventre pulsar por querer ter vida é verdade, meu amor, porque eu queria que você fosse o pai dos meus filhos e quando eu engravidei... grávida e achava que alguém tinha me estuprado, queria morrer… mas você sempre esteve comigo e me deu muita paz quando percebeu que eram suas.”
Pela manhã, Sonia apareceu vestida de executiva: saia rosa tão curta quanto a do dia anterior e um blazer do mesmo tom, sapatos de salto preto, meia-calça preta e uma blusa branca, de gola larga, que destacava o início do canal entre os peitos como se fosse um troféu.
Aquele suor frio, de saber que podia ser minha ali mesmo, se eu quisesse, secava minha boca, e Sonia adorava me ver perturbado ao expor seus atributos “de forma acidental”.
“Aqui, ninguém trabalha em turnos de seis por oito ou sete por sete.” Ela adorava me explicar, mostrando os vários cubículos. “Trabalha-se de segunda a sexta, das nove às quatro, toda semana.”
E como ainda era um prédio onde se vê principalmente administração, finanças e recursos humanos, uma porrada de funcionárias eram mulheres entre 24 e 35 anos, gostosas de se olhar, que paravam pra ver quem era o enigmático que a chefe estava trazendo.
Saiu ao nosso encontro uma moça de uns 28 anos, magra, cabelo preto com alguns cachos, olhos azuis, vindo correndo apressada.
Sonia perguntou se os documentos que tinha pedido estavam na sala de conferências e, depois de ela responder que sim, informou que uma pessoa importante tinha chegado e queria vê-la.
Minha amiga tentou se desvencilhar, dizendo que estava ocupada e que atenderia depois, mas a garota, bem nervosa com a situação, avisou que o sujeito precisava voar pra Brisbane naquela tarde e que era essencial se reunirem.
“Marco, aproveita e dá uma olhada no documento! Vou tentar me apressar o máximo que puder!” me disse em espanhol, enquanto dava instruções pra moça de que qualquer coisa que eu precisasse, me concedesse sem reclamar.
Ela me olhou da cabeça aos pés, porque vestindo semi-formal e com uma mochila nas costas, parecia um Universitário em estágio ou parente da Sônia, mais do que um funcionário da mineradora.
A moça tentou protestar, dizendo que aquela informação era confidencial, mas a Sônia deu um olhar que não admitia contestação.
E sem falar comigo, desconfiadíssima, a moça me escoltou até a sala de conferências, onde me entregou o dossiê de 20 páginas que a Sônia queria que eu revisasse…
Duas horas depois, minha amiga voltou, reclamando que tinha perdido tempo com uma pessoa tão pedante e que agora teria que me explicar o que eu devia fazer.
“Tão te pedindo sua opinião sobre fechar uns poços?” perguntei, assim que ela pegou o documento.
Os olhos pretos intensos dela e a boquinha formando um “O” foram a única resposta que precisei. Então sentei do lado dela e expliquei que não tinha problema e que ela devia fazer isso.
Depois, quando saímos do escritório e ela me levou, como nos velhos tempos, pra tomar um café, eu esperava ansioso que ela me explicasse como eu tinha descoberto o que por tantas semanas tinha tirado o sono dela.
Os primeiros 20 minutos na sala de conferências eu perdi esperando a Sônia voltar. Minha “vigiadora” me olhava muito séria, mas vendo que eu não causava muito problema, decidiu aproveitar o tempo mexendo no celular dela.
Li o documento umas duas vezes, mas não achei muito sentido. Era uma lista de produção dos poços da zona sul e, sem instruções, eu não sabia o que procurar.
Passei um tempo sentado, lendo as informações do meu poço e fiquei feliz que a gente tava “dentro do padrão”. Mas sentia que tava perdendo tempo e a Sônia precisava daquilo com urgência.
Então comecei a pensar por que ela me chamou pra resolver esse problema, se era uma decisão administrativa. Tinha “algo” escondido naquele documento e que pra mim devia fazer mais sentido do que pra Sônia, então revisei com mais cuidado.
E foi aí que percebi a qualidade do grão. Tinha uns 4 poços que, apesar de cumprirem a Produção mínima, estavam extraindo material de baixa qualidade.
Pedi pra minha encarregada se por acaso eles tinham as análises do terreno, mas como ela não fazia ideia do que eu tava falando, perguntei se ela tinha a senha da intranet e entrei em contato com o Nelson, meu amigo no Departamento de Planejamento do meu canteiro, pra ver se conseguia essa informação pelos contatos dele.
Ele me passou esses dados, além dos relatórios de produção dos últimos 3 anos, onde pude ver que esses poços estavam no fim da vida útil, mais um motivo pra fechar.
“Mas… como você descobriu?” ela perguntou, maravilhada. “Mal te falei do que se tratava.”
“Bom, me fez pensar por que você me chamaria.” respondi, mais relaxado. “No que eu podia te ajudar, que você sabia que eu era bom? E lembrei de como você ficou quando a gente disse que iam fechar a cutie.”
Ela sorriu.
“Você sempre foi bom pra essas coisas. Às vezes me arrependo de não ter lutado mais por você… mas acho que teria sido uma briga perdida, não acha?”
“Por que você diz isso?”
“Porque você nunca gostou de mim do jeito que gosta da Marisol…” respondeu num tom melancólico.
“Na verdade, eu gostaria que a Marisol fosse mais como você.”
Sonia sorriu, pensando que era um elogio vazio. Mas diferente da minha esposa, ela sempre teve confiança em si mesma.
“Mas então… por que não?” perguntou, fazendo gesto de um anel imaginário no dedo.
“Porque você já é perfeita, sem mim.”
Houve um breve silêncio, um sorriso safado e com os dedos finos ela ajustou os óculos, do jeito que encanta qualquer um.
“Tá vendo por que eu não podia pedir isso pra mais ninguém?”
E nossa conversa tomou outro rumo…
Como eu disse, nem a Sonia nem a Elena são lésbicas de verdade e por enquanto se têm uma à outra.
Mas de vez em quando, buscam companhia do sexo oposto…
“Você não tem ideia da quantidade de ‘bocós’ que tem por aí, Marco!” ela ria às gargalhadas. “Casados, imaturos, metidos, manipuladores, broxas, punheteiros… Elena e eu já vimos de tudo…” Por isso eu queria pedir isso mais pra você do que pra todos eles.”
“Por quê?”
“Porque você é… diferente.” Ela disse com um suspiro fundo. “Além do ‘outro lado’, você se importa em ser pai e marido, e isso é uma coisa enorme, especialmente nesse tipo de trabalho. Aqui, a maioria só pensa na aparência e na grana que pode ganhar. São jogos de poder e tal… e você não liga pra isso.” Respondeu, com um olhar bem profundo.
Fiquei em silêncio, mas a Sonia me entende tanto quanto ou melhor que a Marisol…
“Me conta sobre a Hannah…” ela pediu, sem me dar descanso.
E o que duas noites atrás tinha sido uma loucura do momento, voltava pra minha cabeça como estacas nas costas.
Ela me olhou atenta e fui honesto. Embora o olhar dela tenha ficado triste no começo, ficou mais compreensivo e nostálgico.
Ela deu mais um suspiro…
“E por que você não quer me fazer ‘o favor’?”
“É difícil, Sonia. Pra mim, um dos meus maiores orgulhos foi me tornar pai…”
“Mas Marco… eu já te falei que você pode ser pai do meu se quiser…” rebateu, impaciente.
“Eu sei, Sonia!... mas por causa do meu trabalho, também perdi vários momentos importantes: os primeiros passos, as primeiras palavras…” e olhei nos olhos dela. “E se eu fizer isso, vou perder mais um…”
“Mas o da sua vizinha… ou o da Hannah…” retrucou, impaciente.
As palavras dela, em vez de me fazer considerar o ponto de vista, me fecharam ainda mais.
E vendo que era uma batalha perdida, decidimos voltar pro apartamento dela…
No entanto…
“Marco, tô exausta. Você se importaria se a gente passar no seu hotel e eu tomar um banho?” perguntou depois de um tempo.
O recepcionista de plantão me olhou com surpresa e reprovação, porque no dia anterior eu tinha pedido pra ele reservar um carro pra Marisol e minhas pequenas, e agora eu voltava acompanhado de uma mulher mais velha e tão gostosa quanto minha esposa.
Mas, até aquele momento, a gente só pensava em passar um tempinho no hotel…
Enquanto a Sonia tomava banho, resolvi ligar pra Marisol pra contar onde eu tava.
“Então você tá no hotel, meu amor?” perguntou. Com muita alegria. "Você não tá mentindo pra mim?"
"Por que eu mentiria pra você?"
"Então... você vai fazer 'o favor' pra sua amiga?" exclamou com um tom excitado.
"Não, Marisol. Ela só vai tomar um banho."
"Por quê?" perguntou, como se estivesse ofendida.
"Porque eu tenho você."
E pelo jeito que ela me respondeu, percebi que não queria ser elogiada.
"Mas você pode aproveitar! Por favor!" literalmente, ela implorou no telefone. "Eu cuido das pequenas e a Elena disse que não tem problema se eu ficar aqui. Ela te pediu só uma noite... e ela é uma amiga boa mesmo... Por favor, faz isso!"
"Mas Marisol..." tentei me desculpar.
"Amor, me escuta!" ela me interrompeu. "É só uma noite... e ela não te vê há muito tempo. Quem sabe nem rola nada... mas eu também já senti aquele aperto no estômago... e que, quando você tem o cara que te deixa louca, fica insuportável. Te juro que vou ficar bem, mas fica com ela hoje! Te peço por favor! Te vejo amanhã! Tchau!"
E sem dizer mais nada, desligou.
Fiquei atônito e minha única reação foi bater na porta do banheiro, pra ver a Sonia.
"Pode entrar!... Aconteceu alguma coisa?" perguntou ao ver meu rosto perturbado.
Ela tinha acabado de abotoar a blusa, cobrindo a feminilidade com uma calcinha de seda fininha e pequena, que marcava a bunda esplêndida dela de um jeito fatal.
"A Marisol pediu pra gente usar o hotel esta noite..." respondi, buscando apoio.
Minhas palavras a deixaram nervosa e ela tentou desviar o olhar, me deixando ver mais uma vez as coxas sedutoras dela.
"E o que... você quer fazer?" perguntou.
"Não sei!" respondi, hipnotizado por aquela visão. "Você tá muito gostosa assim..."
Ela se virou devagar.
"Sério?" perguntou, levando a mão ao rosto.
Eu assenti com a cabeça.
"Ela disse que seria... só por uma noite... e que talvez você nem engravide." Respondi, envolvendo a cintura dela com as mãos.
"Claro! Você tem toda razão!" disse ela, pressionando a barriga contra a minha. Olhando fundo nos meus olhos. "Só uma noite... de fazer amor sem parar... Né?"
Selei os lábios dela com os meus e comecei a desnudar o peito dela, que eu acariciava extasiado.
"Nossa! Você beija ainda melhor do que eu lembrava!" ela disse num surto de loucura.
A blusa parecia um simples colar e os peitos dela, lindos e quentinhos, eram amassados com o furor de um marinheiro vendo uma mulher depois de 3 meses em alto mar.
"Continua gostosa do mesmo jeito!" ela comentou, quando percebi que ela já tinha desabotoado minha calça.
A gente se beijava de um jeito desenfreado e acabei metendo mais uma vez no chuveiro.
"Então... a gente vai fazer amor a noite toda, certo?" ela perguntou, colocando a ponta da minha cabeça na buceta dela, toda melada. "A gente não vai parar?"
Bastou só um empurrãozinho suave, um suspiro abafado dela e o roçar molhado dos nossos corpos pra ela entender minha resposta.
"Tô te machucando?" perguntei, vendo o rosto dela alterado.
Eu achava ela muito apertada e a respiração dela tava muito acelerada.
"Não... é que... faz tempo que eu fantasiava com você... dentro e... esqueci como você fica inchado e duro..." ela respondeu, quando eu tirava devagar.
Comecei a entrar e sair, cada vez mais rápido. O rosto da minha ex-colega de escritório mordia os lábios e fechava os olhos com força, enquanto as mãos dela pareciam soldadas nos meus ombros, sentindo a força das minhas estocadas com mais vigor.
Os gemidos dela começaram a ficar cada vez mais gostosos.
"E todaaas... as noites... você daa... assiiim... aaaah... Maahhrisooohhl...?" ela perguntava, enquanto a umidade da parede do chuveiro me fazia esfregar ela como um pano a cada movimento meu.
"Siiim!" eu falei, devorando a língua ardente dela com um prazer infinito, sentindo os peitos macios e fofinhos dela contra os meus e a bunda redonda e gostosa dela nas minhas mãos.
"Nãooh... culpo ela não!... Nãooh... culpo ela não!... Ai, que delícia!" ela exclamou num orgasmo maravilhoso.
Eu me sentia como se estivesse martelando um prego de carne. Ela só aguentava como meu corpo pressionava ela, sustentando quase todo o peso dela.
Mas eu não parava de apalpar a bunda dela, tão dura quanto o melhor dos pêssegos.
“Sonia… Que rabeta você tem!” falei, deslizando o dedo na fenda.
“Vou pra academia… e eles ficam olhando!” respondia, berrando igual uma possessa. “Sei… que você gosta… de me comer pela rabeta… e por isso… cuido dela!”
Só de me dizer isso, quase gozei, mas rapidamente me recomponho. Ela também sentiu que minhas estocadas subiram de nível e, querendo repetir aquela sensação, deslizou uma das mãos até as minhas.
“Olha!… enfia o dedo!… enfia o dedo!” pediu, até meu indicador roçar o contorno do cuzinho dela. “Só… pra você… deixo enfiar… por aíii…”
Outro orgasmo novo veio nela e o gemido foi tão forte, que me fez gozar também.
“Ai, Marco! Ai, Marco!” ria ela, com um rostinho divino e me beijando com muita ternura. “Tanta sopinha… tanta sopinha.”
Ficamos quietinhos, nos beijando na frente do jato morno de água e acariciando a barriga dela.
“Então… vamos pra segunda rodada.” Disse, depois de acariciar e ver que ainda estava durinho.
Sentei no vaso e pedi pra ela abrir as pernas, e ela não parava de sorrir.
“Lembra quando a gente fez no escritório?” perguntou, pegando ele com a mão e guiando entre as pernas dela, curtindo de novo como as dobras eram separadas pelo meu bastão de carne. “A Pamela também ficou encantada…”
Até eu senti como ela ficou mais durinha, e é que a Sonia também descobriu, seja por iniciativa própria ou por conversar com minha sogra, que trazer essas lembranças me deixa mais animado.
“Lembra como era a sensação?” Perguntava, deslizando suavemente até a borda da base, onde minhas bolas inchadas esperavam o choque inevitável com o corpo dela. “A Pamela diz… que ninguém… além de você… tinha pensado… em pegar ela no banheiro.”
A Sonia aproveitava pra me sufocar com as peitos, sentindo como cada vez a penetração era mais e mais profunda.
"Você gosta de lembrar da Pamela... Né?... Se tivesse que escolher... entre sua sogra e ela... com quem você ficaria?... ou se fosse entre a Pamela e sua cunhada... qual você gostaria mais?..." ela me interrogava, enquanto meus dedos se enrolavam na bunda dela, deformando mais uma vez o esfíncter dela.
"Você percebe... que nunca... vamos te deixar?" ela perguntava, enquanto se balançava na velocidade da luz. "A Pamela pode casar... ohh... a Amelia pode arrumar um namorado... mhm... ou a Verônica... pode se apaixonar... mas sempre... vamos querer... que você meta... até o fundo..."
Mais uma vez, eu estava enfiado até o talo. Os lábios vermelhos e brilhantes dela, de saliva e batom, eram coroados pelos dentes branquinhos, enquanto as narinas dela se dilatavam pra caralho e os olhos dela, nos raros segundos que abriam, me encaravam de um jeito vidrado, subindo e descendo sem parar.
"Tão fundo, Marquito! Tãão fundo!" ela se lamentava de um jeito meigo, quase infantil, dando pra sentir como a fonte quente e molhada dela escorria pelo meu corpo e o tremor glorioso do dela, ao sentir nossos fluidos se fundindo pela segunda vez.
Ela ficou exausta e ofegante, sem parar de me abraçar pela cintura e apoiar o rosto na base do meu ombro.
Senti o cheiro dos cabelos pretos dela e abracei ela, protegendo-a do frio e do torpor.
"A Marisol tem tanta sorte!" ela se lamentava, ajustando mais a cabeça como se meu braço fosse um travesseiro. "Ela pode ter você com ela todo dia..."
"É... mas não esquece que eu passo uma semana no trampo..." apontei.
"É que isso eu não entendo nela!" exclamou, me olhando com uma certa raiva. "Porque todas te queremos, Marco... e pode crer que se um dia, você se separar da Marisol, a gente vai brigar por esse espaço."
"Não exagera!"
"É a verdade!" Disse, me olhando com muita seriedade. "Até a Amelia, que é a mais tranquila, sei que brigaria que nem uma fera por você e se desfaria de qualquer zé-ninguém que estivesse do lado.”
Foi estranho para mim ouvir isso da Sonia, já que nunca me considerei muito bonitão, diferente dela, que se quisesse poderia ter arrumado um substituto pro Fernando num piscar de olhos.
E esperamos até podermos nos desgrudar de novo.
“Ainda tá dura!...” ela disse, acariciando ela suavemente com a mão.
Era umas 10 da noite e a gente tinha chegado perto das 7 no hotel.
“Você sabe que eu moro com duas mulheres!”
“E isso deve te incomodar pra caralho...” ela disse, se ajoelhando com intenção de lamber.
“Ei! Lembra que ‘o favor’ é outro!” comentei, tirando ela dos lábios.
“Qual é! Faz tempo que não provo uma de carne de verdade...” ela protestou, pegando com a mão.
Deixei ela provar e admito que a Sonia faz melhor que a Marisol. De algum jeito, ela consegue encaixar minha cabeça na entrada da traqueia, mordiscando de leve com os dentes e lambendo com saudade os sucos que ficavam nela, fazendo um barulho de vácuo, misturado com um olhar safado e o deslizar suave da língua quente, molhada e fina.
Claramente, mais recuperado e ela, com um sorrisão malicioso e meio babado, foi andando pro quarto, rebolando a bunda.
“Você quer mesmo fazer pela terceira vez?” perguntou, se deitando de quatro. “Digo... se não quiser dar uma descansada.”
Mas ela continuava escorrendo e balançando os quadris de leve, morrendo de vontade de ser penetrada de novo.
“Sim! Quanto mais vezes a gente fizer, mais chance de você engravidar!”
“Ok...” exclamou sorrindo e curtindo como eu roçava os lábios dela de novo. “Mas não quero sair prenha com dois filhos de primeira.”
Na real, isso vem da família da minha esposa e não adianta explicar com base científica: sempre acabam atribuindo à minha tesão.
Mas lá estávamos: pela terceira vez, apoiando ela na cama e metendo sem parar. Meus dedos se enfiavam no cu dela, esticando e soltando, algo que fazia minha antiga amiga gritar de prazer.
Lá pela meia-noite, ela estava acabada na cama e respirando muito ofegante.
“Sério, Marco, a Marisol não cansa?” perguntou ela, ao vê-la uma vez de pé.
“Já te falei que entre a Lizzie e a Marisol, elas me chupam até me deixar exausto… e nesses dias, fiquei só com a Marisol.”
O sorriso dela ficava cada vez mais largo.
“Bom, Marco… então… se você quiser… enfia de novo…”
E claro que eu quis, então a gente brincou até as 2 da manhã.
Acho que foi a sessão mais gostosa pra nós dois, porque a gente se revirou na cama de ponta a ponta.
Tomei meu tempo, socando ela no colchão quando eu ficava por cima e devorava os peitinhos dela durinhos, como se fossem cerejas de verdade, quando ela queria cavalgar em mim. Dava os beijos ansiosos que dou na Marisol quando volto do trampo, e a saliva quente dela derretia até meus lábios, onde nossas línguas faziam redemoinhos únicos de desejo e prazer.
Dormimos abraçados, sem nem nos desgrudar direito, e lá pelas 8 da manhã, acordei ao ver ela meio coberta pelo lençol e aquele rabo esplêndido aparecendo, como se estivesse me cumprimentando.
Aproveitei o espaço entre as pernas dela pra deslizar minha ereção suavemente, e quando ela abriu as pernas, reconhecendo finalmente o que era, só reclamou meio sonolenta.
“Arrebenta meu cu, Marco!... Ninguém arrebenta ele!” pedia ela, entre sonhos.
Claro que também atendi essa necessidade da minha amiga, e ela se contraiu maravilhosamente ao sentir que os dois buracos tinham minhas gozadas.
Tomamos banho juntos e fizemos mais uma vez, só pra garantir.
A Sônia parecia bem cansada, mas muito feliz.
“O bom é que se não der certo, no fim do ano posso te mandar pra me ajudar de novo.” Comentou ela, rindo ao pensar que vai ser minha chefe.
Ao passar pela portaria, fomos atendidos pelo mesmo cara que pedi o táxi pra Marisol, e o olhar dele não podia ser Sem preconceito nem espanto, já que a Sonia tava com a mesma roupa que chegou no dia anterior e claramente parecia mais exausta.
No meu apê, minhas pequenas me receberam com um abraço quentinho e a Marisol, com um beijo cheio de tesão e safadeza, pedindo num sussurro pra eu contar tudo que fiz com a Sonia e se eu tava a fim de repetir tudo naquela mesma noite.
Já a Elena parecia satisfeita em ver a Sonia voltando muito mais feliz pra casa. Aproveitamos pra nos despedir, porque queríamos voltar logo pra Adelaide, preparar as compras do início do semestre da Marisol e porque precisávamos de roupa limpa.
Mesmo a Sonia sendo tão hospitaleira a ponto de oferecer um quarto no apê dela e a Marisol estar super tentada a aceitar, me desculpei dizendo que não queríamos incomodar elas de novo.
Na despedida, claro, a Sonia me deu um beijo caloroso e agradeceu tanto a mim quanto à Marisol pelo favor que fizemos…
E se as coisas continuarem assim, ano que vem ela vai comemorar o “primeiro dia das mães”.Post seguinte
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